Elas conseguiram. Quase sete meses depois de uma gafe da Nasa (Agência Espacial Americana), as astronautas Jessica Meir e Christina Koch protagonizaram nesta sexta-feira (18) a histórica primeira caminhada espacial 100% feminina. A missão começou perto das 8h40 (horário de Brasília) e foi transmitida pela Nasa ao vivo, durando até as 15h55. Meir e Koch deixaram a Estação Espacial Internacional (ISS) para trocar uma peça que quebrou no último fim de semana....
Chamada de unidade de carga/descarga de bateria, a peça faz parte do sistema de energia da estação, mas a falha não comprometia a atuação da tripulação que trabalha na órbita terrestre. A missão durou sete horas e 17 minutos. Foi a primeira caminhada de Jessica Meir e a quarta de Koch, que já acumulou 27 horas e 48 minutos no espaço ao longo de quatro saídas da ISS para missões. O feito realizado pela dupla era esperado para o final de março, quando Koch e outra astronauta, Anne McClain —que retornou à Terra em junho— sairiam da ISS juntas.
- Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/10/18/jessica-meir-e-christina-koch-a-primeira-dupla-feminina-caminhar-no-espaco.htm?cmpid=copiaecola&fbclid=IwAR2oiRFRzga2q8kYL13uAg8CkhAe_gAs-pPpHrqdwCS-ajstbtRDUiz2UnY&cmpid=copiaecola
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(CAPE CANAVERAL, Fla.) — SpaceX has launched its first recycled rocket.
It's the biggest leap yet in the company's bid to drive down costs and speed up flights.
The Falcon 9 rocket blasted off from Florida's Kennedy Space Center Thursday evening on the historic reflight. It's the first time SpaceX founder Elon Musk has tried to fly a salvaged booster. The first stage landed on an ocean platform almost a year ago after a launch for NASA.
SpaceX refurbished and tested the booster, which still has its original engines. The booster will aim for another sea landing once it hoists a broadcasting satellite for the SES (S-E-S) company of Luxembourg.
Longtime customer SES is getting a discount for agreeing to use a recycled rocket, but won't say how much.
Il lancio del Falcon 9. A bordo c'è la capsula Dragon, con la prima 'casa' spaziale gonfiabile (fonte: NASA TV)
E’ stata lanciata la capsula Dragon, a bordo della quale si trova la prima ‘casa gonfiabile’ spaziale, prototipo di future basi lunari o marziane. Il lancio è avvenuto dalla base dell'Aeronautica militare statunitense a Cape Canaveral con il razzo Falcon 9 costruito, come Dragon, dall’azienda privata Space X. A bordo della capsula ci sono anche 3 tonnellate tra rifornimenti, pezzi di ricambio e materiali per gli esperimenti.
La casa gonfiabile, costruita dall'azienda Bigelow Aerospace, si chiama Beam (Bigelow Expandable Activity Module) ed è destinata a verificare la fattibilità della costruzione di future basi gonfiabili per future colonie umane sulla Luna e su Marte.
L'arrivo di Dragon alla Stazione Spaziale è previsto domenica 10 aprile. Gli astronauti Jeff Williams della Nasa e Tim Peake dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) cattureranno la capsula con il braccio robotico della stazione orbitale e la agganceranno alla parte inferiore del modulo Harmony. Sempre il braccio robotico aggancerà il modulo gonfiabile Beam al Nodo 3 (Tranquility).
Non appena il modulo sarà gonfiato il suo volume aumenterà a 16 metri cubi (l'equivalente di una tenda da campeggio) e gli astronauti sperimenteranno la vita al suo interno, anche se ogni per periodi molto brevi: alcune ore, tre o quattro volte all'anno, per recuperare i dati forniti dai sensori che permetteranno di valutare le condizioni del modulo. I test psaranno condotti nel corso dei prossimi due anni, come prevede il contratto fra la Bigelow Aerospace e la Nasa.
Image copyrightESAImage captionMissão será primeira de uma série para preparar retorno de humanos a Lua
Da BBC - As agências espaciais da Rússia e da Europa enviarão um módulo espacial para o polo sul da Lua. Será a primeira de uma série de missões para preparar a volta de humanos à superfície lunar e da criação de uma colônia permanente no satélite.
A espaçonave avaliará se existe água, além de materiais brutos para produzir combustível e oxigênio.
A BBC News obteve detalhes exclusivos da missão, chamada Luna 27, que tem previsão de ser lançada daqui a cinco anos e fará parte de uma série de missões lideradas pela agência russa, a Roscosmos, para retornar à Lua.
Elas retomarão o programa de exploração lunar que foi interrompido pela antiga União Soviética (URSS) em meados dos anos 1970, segundo Igor Mitrofanov, do Instituto de Pesquisa Espacial, em Moscou, e um dos cientistas-chefes da iniciativa.
"Precisamos voltar à Lua. O século 21 será o século em que criaremos um posto avançado da civilização humana, e nosso país tem de participar deste processo", diz ele à BBC News.
Image copyrightESAImage captionAgência europeia detalhou seus planos para a criação de uma base lunar
Cooperação internacional
Mas, diferentemente dos esforços dos anos 1960 e 1970, quando a URSS competia com os Estados Unidos e outras nações, "será necessária uma cooperação internacional", segundo Mitrofanov.
Bérengère Houdou, líder em exploração lunar do Centro de Tecnologia e Pesquisa Espacial da agência europeia, tem uma estratégia semelhante.
"Temos a ambição de levar astronautas europeus à Lua. Há discussões em nível internacional em curso para que haja uma cooperação para este retorno (de humanos ao satélite)", diz Houdou.
Uma das primeiras coisas que o novo diretor da Agência Espacial Europeia (ESA), Johann-Dietrich Wörner, fez ao assumir o cargo foi declarar que deseja ter parceiros internacionais para construir uma base no lado mais distante da Lua.
As missões iniciais serão feitas com robôs. A Luna 27 pousará na beirada da bacia Aitken, no polo sul do satélite. Essa região tem áreas que nunca são iluminadas pelo Sol e são alguns dos locais mais frios do Sistema Solar. Portanto, poderiam abrigar água em forma de gelo e outros químicos que ficam protegidos do calor dos raios solares.
'Ficção científica'
David Shukman, editor de ciência da BBC, diz que, na época das missões Apollo, parecia ser "quase inevitável" que viagens à Lua seriam seguidas pelo estabelecimento de uma presença permanente, mas a ideia de uma colônia lunar logo se provou ser uma "fantasia de ficção científica".
"Os EUA conseguiram superar a URSS, mas a um custo muito alto. Depois que 12 astronautas pisaram na Lua, o governo americano e seus cidadãos deram este objetivo de explorar a Lua como cumprido, e as três missões Apollo finais foram canceladas", diz Shukman.
"Por um tempo, perdemos o interesse em nosso vizinho mais próximo. Mas, em anos recentes, uma série de descobertas sobre a poeira lunar indicou que o satélite pode ter água e outros minerais. Então, agora, uma série de novas missões está em curso."
Shukman diz que a China parece estar especialmente interessada nisso e realizando lançamentos de espaçonaves robóticas para preparar o terreno para viagem tripuladas por humanos em meados dos anos 2030.
"Provavelmente, os próximos robôs a pousarem na Lua serão chineses. Um dos principais cientistas espaciais do país me disse vislumbrar a abertura de minas lunares para extrair recursos valiosos", afirma.
"Ao longo de toda a história, a humanidade viu a Lua de formas diferentes. Nos anos 1960, foi o cenário da rivalidade da Guerra Fria. Agora, é visto como um posto avançado para viagens espaciais mais longas e como uma rocha à espera de perfurações."
Frio extremo
Image copyrightNasaImage captionApós os anos 1970, o interesse na Lua diminuiu; agora, Rússia, Europa e China planejam voltar
Segundo James Carpenter, cientista-chefe da ESA no projeto, um dos principais objetivos é investigar o uso de água como um recurso em potencial no futuro e descobrir o que ela pode indicar sobre a origem da vida no Sistema Solar.
"O polo sul da Lua é diferentes de qualquer lugar que já estivemos", diz Carpenter. "Por causa do frio extremo, podemos vir a achar uma grande quantidade de gelo e outros componentes químicos em sua superfície, que poderíamos usar como combustível de foguete ou em sistemas de apoio a vida em missões humanas no futuro nestes locais."
Mitrofanov diz haver benefícios científicos e comerciais para o estabelecimento de uma presença permanente de humanos na superfície lunar.
"Será para observações astronômicas, o uso de minerais e outros recursos lunares e para criar um posto avançado que pode ser visitado por astronautas que trabalharão juntos em testes para uma futura viagem a Marte."
A ESA e empresas parceiras estão desenvolvendo um novo tipo de sistema de pouso para escolher as áreas de aterrissagem com maior precisão do que os usados nas missões dos anos 1960 e 1970.
Este sistema usa câmeras para navegar e um guia a laser para avaliar o terreno na aproximação da superfície e decidir por conta própria se o local é seguro para pouso ou não, e se será necessário buscar um ponto melhor.
Novas tecnologias
Image copyrightSPLImage captionO russo Yuri Gagarin foi o primeiro humano a chegar ao espaço
A Europa também fornecerá o equipamento de perfuração para atingir 2 m abaixo do solo e coletar amostras de gelo. Segundo Richard Fisackerly, o engenheiro-chefe do projeto, esta camada congelada pode ser mais dura que concreto - então, a broca usada terá de ser muito resistente.
"Estamos avaliando as tecnologias que seriam necessárias para perfurar esse tipo de material, com movimentos que combinem rotações e golpes. Isso está além do que está em desenvolvimento hoje em dia."
A agência europeia também proverá um laboratório em miniatura, chamado ProSPA, similar aos instrumentos usados pelo módulo Philae, que pousou na superfície do cometa 67P no ano passado.
Mas o ProSPA será calibrado para buscar por ingredientes-chave para a geração de água, oxigênio, combustível e outros materiais que poderão ser explorados por astronautas.
Ele ajudará cientistas a descobrir a quantidade existente desses materiais sob a superfície e, principalmente, se é possível extraí-los facilmente.
A participação europeia nessa missão ainda precisa ser aprovada por ministros do continente em uma reunião prevista para ocorrer no fim de 2016.
Por sua vez, os cientistas envolvidos na Luna 27 estão confiantes e dizem não ser uma questão de "se", mas de "quando" humanos voltarão à Lua.
"Essa série de missões parece ser o início de nossa volta à superfície lunar, mas também é início de algo novo em relação à exploração do Sistema Solar", diz Fisackerly.
A Nasa realizou nesta sexta-feira (5) o lançamento bem-sucedido de sua nave não tripulada Orion para um voo de testes da cápsula espacial que no futuro pode levar seres humanos a um asteroide e inclusive a Marte.
O lançamento ocorreu às 7h05 (10h05 de Brasília) a partir da base de Cabo Canaveral.
O potente foguete Delta IV Heavy, que havia apresentado problemas na quinta-feira (4), foi lançado normalmente, segundo imagens transmitidas ao vivo.
Orion é a primeira cápsula americana projetada para levar seres humanos ao espaço exterior desde as missões Apolo, que há quatro décadas transportaram o homem à Lua.
Neste primeiro voo de testes da Orion será avaliado o rendimento da cápsula espacial diante de desafios-have, como a separação por etapas do foguete, a elevada radiação, o forte calor (de 2.200°C) e o pouso com para-quedas perto do sudoeste de San Diego, na Califórnia.
Lo spazio è la sua ''grande passione'', capace di trascinarla fino a Marte, ma per la prima donna astronauta italiana, Samantha Cristoforetti, raggiungere la Stazione Spaziale Internazionale è già realizzare un sogno. ''Se mi offrissero di partecipare a una missione su Marte direi sicuramente di sì'', ha detto l'astronauta dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) nel collegamento da Houston, dove sta completando l'addestramento, organizzato dal centro dell'Esa in Italia, l'Esrin. ''Lo spazio è la mia grande passione'', ha aggiunto. Tutte le altre cose che le piacciono, dallo yoga alla lettura, all'imparare nuove lingue, non sono che interessi, curiosità. ''Andare nello spazio è realizzare il sogno di una vita, il punto di arrivo di una storia personale e professionale di decenni'', ha proseguito Cristoforetti, nata 37 anni fa a Milano e vissuta a Trento, capitano dell'Aeronautica Militare e dal 2009 membro del corpo astronauti dell'Esa.
''Sarà un momento che non dimenticherò mai'', ha proseguito riferendosi all'istante in cui, a fine novembre, entrerà per la prima volta nella Stazione Spaziale Internazionale. Sarà l'inizio della sua missione, Futura, la seconda di lunga durata dell'Agenzia Spaziale Italiana (Asi). Passeggiate spaziali non sono previste per l'astronauta italiana. ''Mi piacerebbe avere l'opportunità di farne una. Ma è anche vero - ha osservato - che nello spazio è tutto molto variabile e potrebbe esserci l'esigenza di una passeggiata spaziale imprevista. In nessuna spedizione è mai successo a bordo quello che era stato previsto al momento della partenza''.
Una volta a bordo, il programma degli impegni sarà molto fitto e lascerà ben pochi spazi al tempo libero. Prevede di portare con sè la sua musica preferita e non le dispiacerebbe se sulla Stazione Spaziale venisse adottata la tradizione inaugurata dallo Shuttle, nella quale la canzone preferita di ciascun membro dell'equipaggio diventata a turno la sveglia di bordo.
Sono 12 gli esperimenti in programma nella missione Futura e fanno parte del pacchetto degli oltre 200 test a bordo della Stazione Spaziale, molti dei quali condotti in automatico. Il programma dell'astronauta italiana comprende test sulla circolazione sanguigna e sul sonno, la sperimentazione in provetta di nanoparticelle per contrastare l'osteoporosi.
Previsti anche test tecnologici che la vedranno alle prese con una macchina per il caffè espresso per studiare il comportamento dei fluidi in assenza di peso e con una stampante in 3D, per verificare la possibilità di utilizzare questo strumento nelle future missioni nello spazio, ad esempio per fabbricare sul posto pezzi di ricambio.
Anche il cibo di bordo avrà il sapore di un esperimento. Non ci sanno infatti solo cibi pronti, ma ingredienti da combinare per inventare piatti nuovi. ''L'idea - ha spiegato l'astronauta - è portare a bordo non solo ricette complete, ma ingredienti in buste separate per assemblarli a bordo. Non sto lavorando a ricette. Sono attenta a ciò che mangio, ma nella mia vita ho passato troppo poco tempo in cucina''.
E' stata lanciata con successo la quinta e ultima navetta cargo senza equipaggio Atv-5 'Georges Lemaitre' dell'Agenzia spaziale europea (Esa), con l'obiettivo di rifornire la Stazione spaziale internazionale (Iss). Il lancio è avvenuto alle 20:47 ora locale (l'1:47 in Italia) dalla spazioporto di Kourou, nella Guyana Francese, con un lanciatore Ariane-5.
La missione della Atv-5, dedicata al fisico belga Georges Lemaitre 'padre' della teoria del Big Bang, chiuderà tra sei mesi l'esperienza di successo delle navette cargo automatizzate Automated Transfer Vehicle (Atv), costruite per rifornire la Stazione Spaziale. Per questo la lunga scia luminosa del razzo è stata accompagnata da un lungo applauso, ma anche da un po' tristezza.
Lla Atv-5 ha dispiegato i pannelli solari e inviato i primi segnali a terra, nei prossimi dieci giorni proseguirà lungo la sua rotta 'all'inseguimento' della Stazione Spaziale, fino a compiere una spettacolare manovra di attracco in maniera autonoma.
La navetta ha un carico record di 2,6 tonnellate di materiale, tra cui cibo, acqua, ossigeno e attrezzature di ricerca, per rifornire l'equipaggio in orbita. Tra gli esperimenti scientifici trasportati ci sono anche numerose componenti destinati al levitatore elettromagnetico, un'apparecchiatura che consente la fusione e la solidificazione dei metalli in assenza di gravità.
Dopo essere stata svuotata del carico, la Atv diventerà per circa sei mesi un 'monolocale' aggiunto della stazione orbitale, aumentando quindi la spazio disponibile agli astronauti, e grazie ai suoi motori 'correggerà' l'orbita dell'intera Stazione Spaziale. Al termine della missione sarà riempita di materiali ormai inutili e spazzatura per poi procedere a una manovra di rientro, che la porterà a disintegrarsi nell'atmosfera.
Avio, successo della tecnologia italiana
Il lancio della navetta Atv è stato anche un successo della tecnologia italiana, rileva Pier Giuliano Lasagni, amministratore delegato della Avio, l'azienda che partecipa al lanciatore Ariane 5, dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa), per circa il 15% con la realizzazione della turbopompa a ossigeno liquido per il motore criogenico Vulcain e dei due motori laterali a propellente solido.
"Siamo molto soddisfatti per questo nuovo traguardo raggiunto, ennesima dimostrazione dell'eccellenza dei nostri prodotti'', osserva Lasagni. ''Viene confermato ancora una volta - aggiunge - l'alto livello raggiunto dalla tecnologia italiana nel settore aerospaziale grazie anche allo sforzo, all'impegno e alle altissime competenze di tutto il team di Avio di Colleferro, Rivalta e Kourou''.
L'augurio, per Lasagni, è che ''la grande passione che ci ha guidato in questi anni possa trovare positivo riscontro nell'adesione da parte dell'Italia alla Seconda Fase del programma di sviluppo e qualifica di Ariane 6 nel corso della Conferenza per lo Spazio dei Ministri dei Paesi membri dell'Esa che si terrà entro la fine del 2014".
E' stato fissato per il 29 luglio (le 1,44 del 30 luglio in Italia) il lancio dell'ultima delle navette europea senza equipaggio (Atv). Inizialmente previsto per il 24 luglio, il lancio era stato rinviato nei giorni scorsi per eseguire verifiche al sistema di lancio dell'Ariane 5.
La società che gestisce il lancio, Arianespace, rende noto che tutte le verifiche sono state completate ed è quindi possibile fissare la nuova data di lancio.
Dedicata al fisico Georges Lemaitre, la navetta dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) porterà rifornimenti e materiali scientifici a bordo della Stazione Spaziale Internazionale, alla quale resterà agganciata per sei mesi. La missione è la quinta e ultima delle navette Atv, costruite tra Germania e Italia, dalle aziende Eads Astrium e Thales Alenia Space
Nave demorou mais do que o previsto por falha técnica, mas sem risco. Durante espera, ela deu 34 voltas na Terra; conexão ocorreu sobre o Brasil.
Do G1, em São Paulo
Soyuz a poucos metros da ISS, nesta quinta-feira (Foto: Nasa)
A nave Soyuz chegou na noite desta quinta-feira (27) à Estação Espacial
Internacional (ISS). O foguete havia decolado nesta terça (25) do
Cosmódro de Baikonur, no Cazaquistão, com três tripulantes a bordo.
O acoplamento com a ISS aconteceu às 20h53 (horário de Brasília) desta
quinta, quando o conjunto estava a 405 km acima do norte do Brasil,
segundo informa a Nasa.
A Soyuz permaneceu em órbita por dois dias por causa de uma falha
técnica, e deu 34 voltas na Terra durante esse período. O plano inicial
era que ela chegasse à ISS seis horas após o lançamento.
O problema técnico que impediu a nave de chegar à ISS seis horas não
colocou a tripulação em risco, segundo a Nasa. O que ocorreu foi que,
algumas horas após o lançamento, a Soyuz não conseguiu fazer a propulsão
necessária para corrigir sua órbita e chegar à ISS no tempo
inicialmente previsto, que seria suficiente para fazer quatro órbitas.
Com isso, os técnicos responsáveis pela viagem decidiram então fazer a
aproximação em 34 órbitas, procedimento que já foi o padrão
anteriormente.
A tripulação inclui dois cosmonautas russos - os engenheiros de voo
Alexander Skvortsov e Oleg Artemyev - e um astronauta americano - Steve
Swansone. Após passarem por todos os procedimentos de abertura da da
Soyuz, eles serão recebidos pelos três astronautas que já estavam na
ISS, e se familiarizarão com o ambiente da estação. Depois, nesta sexta
feira, todos os seis tripulantes terão um dia livre para descansar.
No domingo, partirá do Cabo Canaveral, na Flórida, o foguete SpaceX Falcon levando a cápsula de carga Dragon.
Foto de longa exposição mostra nave Soyuz decolando no Cazaquistão
(Foto: AP Photo/Dmitry Lovetsky)
A Soyuz levanta voo de Baikonur (Foto: Reprodução/Nasa)
Astronauta americano dentro da Soyuz instantes antes do lançamento (Foto: Reprodução/Nasa)
O
engenheiro de voo Steve Swanson, da Nasa (esquerda), o comandante da
Soyuz Alexander Skvortsov, da agência federal espacial russa
(Roscosmos), e o engenheiro de voo Oleg Artemyev, também da Roscosmos,
são fotografados nesta terça-feira (25) em Baikonur
(Foto: NASA/Joel
Kowsky)
Um padre ortodoxo faz uma bênção na plataforma de lançamento da nave
Soyuz, no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão (Foto: NASA/Joel
Kowsky)
Agência espacial anunciou plano de US$ 15 milhões para enviar missão não tripulada para Europa, a ser lançada após 2020.
Da BBC
Cientistas especulam se Europa, que é apenas uma das luas de Júpiter, pode ter vida
(Foto: AP Photo/NASA )
A agência espacial americana, Nasa,
anunciou planos de enviar uma missão não tripulada a Europa, a lua de
Júpiter coberta de água e apontada por cientistas como um local onde
pode haver vida.
A Nasa já separou US$ 15 milhões em sua proposta de orçamento para 2015
para iniciar o projeto. O lançamento da missão deve ocorrer, porém, só
após 2020.
O administrador da agência, Charles Bolden, fez o anúncio da missão. A
pedido do governo americano, a Nasa apresentou o orçamento para o ano
fiscal de 2015 já prevendo este projeto.
Bolden destacou que no ano que vem a Nasa continuará a desenvolver
"missões científicas que irão longe em nosso sistema solar, revelarão
aspectos desconhecidos de nosso universo e fornecerão conhecimentos
importantes sobre nosso planeta".
"Estão incluídas verbas para missões para Marte e a formulação (de um
projeto) para uma missão para a lua de Júpiter, Europa", acrescentou.
Sem detalhes
Não foram divulgados mais detalhes a respeito da missão para Europa,
mas a chefe do setor financeiro da Nasa, Elizabeth Robinson, confirmou
na terça-feira que a missão só será iniciada na próxima década.
Segundo Robinson, o ambiente com muita radiação que predomina em volta
de Júpiter e a distância da Terra serão os grandes desafios para este
projeto.
A Nasa vai analisar várias ideias para uma missão a Europa e, por isso,
a agência ainda não sabe o tamanho ou o custo exato do projeto, disse
Robinson.
Para a chefe do setor financeiro da agência, um dos grandes objetivos
será a busca de vida na água líquida que está logo abaixo da superfície
coberta de gelo da lua de Júpiter.
Quando a Nasa enviou a sonda Galileu para Júpiter, em 1989, foram
necessários seis anos para que a sonda chegasse ao quinto planeta do
Sistema Solar.
Outras sondas da Nasa já passaram perto de Europa, especialmente a
Galileu, mas nenhuma se concentrou especificamente na lua, que é uma das
dezenas que orbitam Júpiter.
Cientistas acreditam que Europa é um ambiente promissor para a vida. Em
2013, foram descobertos jatos de água sendo expelidos através do gelo
que cobre a lua.
Fyodor Yurchikhin, Luca Parmitano e Karen Nyberg retornaram da ISS. Bonecas tradicionais russas foram pintadas em homenagem ao trio.
Do G1, em São Paulo
Comente agora
Bonecas
russas foram pintadas em homenagem aos astronautas Luca Parmitano, da
Itália, Fyodor Yurchikhin, da Rússia, e Karen Nyberg, dos EUA, que
voltaram à Terra (Foto: Shamil Zhumatov/Pool/AFP)
Os três astronautas que voltaram à Terra nesta segunda-feira (11) a
bordo da nave russa Soyuz TMA-09M, vindos da Estação Espacial
Internacional (ISS), ganharam bonecas russas, trajes e instrumentos
típicos em homenagem a eles, durante uma conferência de imprensa em
Karaganda, no Cazaquistão.
As "matrioshkas" foram pintadas com o rosto do comandante russo Fyodor
Yurchikhin, do italiano Luca Parmitano e da americana Karen Nyberg, que
passaram quase seis meses no espaço e fizeram parte da Expedição 36 da
ISS.
Yurchikhin e Parmitano também receberam trajes típicos do Cazaquistão e
um instrumento musical de cordas chamado dombra, uma espécie de alaúde
de pescoço longo comum no país, no Uzbequistão e em outras nações da
Ásia Central.
O trio de astronautas retornou à Terra com a tocha das Olimpíadas de
inverno de Sochi, na Rússia, que serão realizadas em 2014. Eles
aterrissaram nas estepes do Cazaquistão.
Atualmente, a Expedição 37 da ISS é composta pelos americanos Michael
Hopkins e Rick Mastracchio, pelos russos Oleg Kotov, Sergey Ryazanskiy e
Mikhail Tyurin, e pelo japonês Koichi Wakata.
O
comandante russo Fyodor Yurchikhin e o astronauta italiano Luca
Parmitano ganham traje típico do Cazaquistão e um instrumento de cordas
chamado dombra, um tipo de alaúde (Foto: Shamil Zhumatov/AFP)
Ela foi levada pelo foguete Soyuz, que decolou para a ISS. Tocha será levada durante caminhada espacial.
Do G1, em São Paulo
Soyuz decola rumo à ISS levando a tocha olímpica de inverno. (Foto: Dmitry Lovetsky / AP Photo)
A tocha olímpica de inverno está a caminho da Estação Espacial
Internacional (ISS). Ela está a bordo do foguete Soyuz, que decolou
nesta quinta-feira (7) do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.
O voo deve durar pouco menos de seis horas. A "Soyuz olímpica" deve se
acoplar à ISS por volta das 8h31, hora de Brasília, segundo o
programado.
A espaçonave recebeu adesivos com o logotipo do comitê organizador das
Olimpíadas de Inverno de Sochi, na Rússia, que vão acontecer em
fevereiro de 2014
A tocha está sob os cuidados de três astronautas: o japonês Koichi
Wakata, o russo Mikhail Tyurin e o norte-americano Rick Mastracchio.
Ao chegarem no espaço, eles deverão entregar a tocha para os
cosmonautas os russos Oleg Kotov e Sergey Ryazanskiy, que já estão na
estação desde setembro. Os dois serão responsáveis por caminharem com a
tocha do lado de fora da ISS.
Retorno
Depois da etapa inédita, a tocha retornará à Terra a bordo da cápsula
Soyuz, desta vez acompanhada pelos astronautas Fiodor Iurtchikhin
(russo), Karen Nyberg (americana) e Luca Parmitano (italiano), que estão
no espaço há cinco meses. O retorno está previsto para 11 de novembro.
Após a aventura espacial, a chama olímpica visitará as profundidades do
lago Baikal, na Sibéria, depois de já ter viajado ao Polo Norte, em uma
viagem de 123 dias que começou em 7 de outubro em Moscou e terminará
com a cerimônia de abertura dos Jogos, em 7 de fevereiro de 2014.
Tanto a bordo da Soyuz TMA-11M como na ISS foram adotadas precauções
para não afetar a vestimenta dos astronautas. Assim, por razões de
segurança, a chama ficará excepcionalmente apagada durante toda a missão
espacial.
Foguete
recebeu adornos que remetem às Olimpíadas de Inverno de Sochi, que
acontecem em fevereiro na Rússia (Foto: Bill Ingalls/Nasa/AP)