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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

I gioielli spaziali degli antichi Egizi

Lavorati con il ferro dei meteoriti


Alcune perline in ferro e una collana che le conteneva (fonte: UCL Petrie Museum/Rob Eagle)  
Alcune perline in ferro e una collana che le conteneva (fonte: UCL Petrie Museum/Rob Eagle)
 
Arriva dallo spazio il ferro delle perline dei più antichi gioielli Egizi realizzati con questo metallo. Il ferro era contenuto nei meteoriti, come mostra l'analisi della struttura interna delle perle condotta da un gruppo di ricerca dell'University College London e pubblicato sul Journal of Archaeological Science. Realizzati oltre 5.000 anni fa, i gioielli dall'origine cosmica, inoltre, spostano indietro nel tempo di almeno due millenni l'origine della lavorazione del ferro.

Le perline realizzate con il ferro presente nei meteoriti sono nove, sono state scoperte nel 1911 in una tomba egizia del IV millennio avanti Cristo e attualmente sono conservate presso il Museo di archeologia egizia Petrie Museum, dell'University College London. L'origine 'extraterrestre' di questi gioielli è stata scoperta analizzando le perle con fasci di neutroni e raggi gamma, che hanno svelato l'alta concentrazione di nichel, cobalto, fosforo e germanio presente negli oggetti e che è caratteristica del ferro che si trova nei meteoriti.

L'indagine non invasiva ha mostrato anche la struttura interna degli oggetti e ha permesso di scoprire che sono stati realizzati a partire da lamine sottilissime, arrotolate per ottenere le sfere. Le perline così ottenute sono state utilizzate per realizzare le più antiche collane in ferro: gioielli che contenevano anche oro e pietre preziose, e ciò dimostra l'alto valore attribuito a questo materiale dagli antichi Egizi.

Per dare al ferro la forma di sottili lamine, ''il metallo è stato sottoposto a più cicli di martellamento, una tecnica molto diversa da tutte le altre allora usate per realizzare monili'', ha osservato il coordinatore della ricerca, Thilo Rehren, che lavora nella sede del Qatar dell'University College London.

La ricerca ha messo in luce anche la particolare abilità degli antichi artigiani egizi nel lavorare un materiale molto difficile come il ferro meteoritico, una lega di ferro e nichel molto più dura e più fragile di quella del materiale comunemente usato all'epoca, il rame. Secondo gli esperti l’esperienza maturata con la lavorazione del ferro dei meteoriti sarebbe stata tanto più importante nel secondo millennio a.C., con l'arrivo della produzione del ferro con la tecnica della fusione, che avrebbe permesso a questo metallo di sostituire il rame e il bronzo.

www.ansa.it

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Encontro sobre vulcões e meteoritos acontece no Rio e em Florianópolis

No dia 26 de outubro acontecerá o III Encontro de Meteoritos & Vulcões.
No Rio, evento será no dia 26 de outubro.

 

Do G1 Rio
 
A coluna de meio ambiente do Bom Dia Rio desta quinta-feira falou sobre meteoritos. Neste site há imagens e informações que ajudam a identificar se uma pedra é ou não é um meteorito.

No dia 26 de outubro acontecerá o III Encontro de Meteoritos & Vulcões, no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Crstóvão, na Zona Norte do Rio. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail congressos@oi.com.br, endereçados à Rita Lusiê.

É preciso enviar: nome completo, instituição de ensino, contatos (e-mail e telefones) e cidade (RJ ou SC) em que participará das atividades. Ao todo são 150 vagas. Veja a programação do evento neste site. O evento também acontece na Universidade do Estado de Santa Catarina, em Florianópolis, no dia 29 de outubro.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Descoberta: As estátuas da ilha de Páscoa possuem corpos e inscrições.

As estatuas de Rapa Nui têm corpo!


A Ilha da Páscoa ou Rapa Nui está localizada no Oceano Pacífico. Essa ilha vulcânica foi descoberta pelo navegador holandês Jakob Roggeveen, no domingo de Páscoa no ano de 1722, e mais tarde tornou-se posse do Chile, em 1888. Muitos mistérios cercam a Ilha de Páscoa que é famosa por suas incríveis estátuas chamadas Moais e que estão ao redor de toda a ilha que tem uma área equivalente a 6 vezes a Ilha do Mel, no litoral do Paraná.

A descoberta, não tão nova, mas que aumenta o mistério sobre quem as esculpiu, quem vivia na ilha, como elas foram parar lá é o fato de que as estátuas da Ilha de Páscoa têm corpos! Isso mesmo, as cabeçonas gigantes são estatuas completas cuja maior parte está enterrada e correspondem a corpos e mãos.

Um grupo de pesquisa privado tem escavado recentemente as estátuas da Ilha da Páscoa e está estudando as escrituras nos corpos das mesmas.



A dúvida agora é por que estes gigantes de pedra tiveram seus corpos enterrados? As estatuas sempre foram assim ou com o tempo ficaram desta maneira?

Uma das teorias sobre o desaparecimento dos habitantes originais de Rapa Nui foi a superpopulação que levou a conflitos internos e falta de alimentos. Agora surge outra hipótese: um enorme deslizamento pode ter varrido a ilha e sua civilização. Isso aniquilou a população e fez com que as estatuas ficassem com boa parte do seu corpo sob a terra.


quarta-feira, 19 de março de 2008

Galileo regresa al Vaticano.







Después de cuatro siglos, desde que la Iglesia Católica ordenó a Galileo Galilei presentarse a Roma y enfrentar el juicio por sospecha de herejía, una estatua del astrónomo italiano será erigida en el Vaticano.



Lea más al respecto: AQUÍ.


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Publicado por Milton Fernández Fernández para Boletín Informativo- Proyecto PROMETEO Estudiantes Líderes Científicos el 3/16/2008 03:35:00 AM

domingo, 9 de março de 2008

Ano-Bissexto - Aniversário na data certa

ANO BISSEXTO

Uma história que remonta aos tempos do papa Gregório XIII

Nelson Travnik*

Depois de três anos,os nascidos no próximo dia 29 de fevereiro poderão enfim comemorar o aniversário na data certa. É o segundo ano bissexto do século XXI.

O ano de 2008 terá pois 366 dias. Para a maioria não significa nada em especial. Contudo para um pequeno grupo,além de lembrar algumas superstições,chegou enfim a hora de festejar o aniversário no dia certo. Há três anos não aparecia na folhinha o dia 29 e a única opção era escolher o dia 28 ou 1º de março. Aniversariando de quatro em quatro anos,as brincadeiras dos amigos acrescentam que a velhice para esses só chega após os 240 anos! A par dessa gozação,surgem alguns problemas com documentos e por isso as crianças que nascem no dia 29 são registradas na data anterior ou posterior. Muitas pessoas tem medo do ano bissexto porque acreditam que acontecem sempre calamidades e sofrimentos.

COMO SURGIU ?

O ano bissexto surgiu em Alexandria, Egito,em 238 a.C. durante a monarquia helenística de Ptolomeu III (246 -222 a.C.). Foi estabelecido a adição de mais um dia a cada quatro anos para compensar o excesso das 6 horas na duração do ano já por eles calculada de 365 dias. Em razão de uma serie de fatores,quase 200 anos depois foi necessário proceder reforma no calendário.

A INTERVENÇÃO DE JÚLIO CÉSAR

No ano 46 a.C. foi feita uma reforma no calendário por Júlio César (100-44.C.) isto porque o calendário romano havia-se transformado num caos completo depois que os sacerdotes passaram a operá-lo com fins políticos. Júlio César apoiado então nos conselhos do astrônomo grego Sosígenes,resolveu implantar novas regras para o calendário. Este passou a considerar o ano,a exemplo dos egípcios,regulado unicamente pelo Sol com uma duração média de 365,25 dias ou 365 dias e 6 horas. Também para apurar esse excesso de 6 horas,instituiu-se um ciclo de quatro anos,os três primeiros de 365 dias e o quarto de 366 dias. Para promover o acerto que se fazia necessário,o ano da reforma teve 455 dias e foi chamado o "ano da confusão". Para acrescentar o dia suplementar,Júlio César escolheu o mês de fevereiro que além de ser o mais curto com 28 dias,era o último mês do ano entre os romanos que o consideravam um mês nefasto. A designação bissexto estava associado às crendices relativas às influências dos números pares e ímpares. No calendário Juliano,assim chamado em homenagem a Júlio César,seria bissexto o ano divisível por quatro. No inicio tudo funcionou bem mas depois de algum tempo sobrevieram erros gritantes e isto porque não se conhecia com precisão a duração do ano trópico que é de 365,2422 dias ou 365 dias,05 horas, 48 minutos e 14 segundos. Disto resultou ao longo dos séculos uma diferença acentuada que impunha novas regras para o calendário.

A REFORMA PAPAL

O calendário Juliano foi adotado por mais de 16 séculos. No ano 730 d.C. o monge de nome Beda,constatou no Concilio de Nicéia que o calendário Juliano estava errado e no fim de 128 anos ocorria um atraso de um dia em relação ao inicio efetivo das estações. Isto devia-se ao fato de que a duração media de 365,25 dias do ano Juliano como vimos,não apresentava a precisão do ano trópico. As diferenças para o inicio das estações ficavam cada vez mais acentuadas. Em 400 anos do calendário Juliano as estações adiantavam-se três dias. O ano trópico de 365,2422 dias baseia-se no movimento anual do Sol em relação as estrelas fixas ao longo da eclíptica quando cruza periodicamente o equador celeste fato que define as estações. Os erros acumulavam-se cada vez mais e alguém tinha que fazer alguma coisa. E este alguém foi o papa Gregório XIII que convocou o astrônomo e médico napolitano Luigi Lilio (1510-1576) e depois o matemático jesuíta alemão Cristophorus Clavius (1537-1612). Baseado nas regras elaboradas por esses dois cientistas o papa editou a bula "Intergravíssimas" de 24/02/1582,decretando a reforma do calendário. Essa reforma que deu origem ao calendário que utilizamos até hoje constituiu-se no seguinte :

1º-diminuiu-se de dez dias o ano de 1582.A quinta-feira 04 de outubro,pás-

sou para a sexta-feira dia 15.Assim a partir de 1583 o equinócio da pri-

mavera para o hemisfério norte voltou a cair no dia 21 de março;

2º-os anos terminados por dois zeros só seriam bissextos quando múltiplos

de 400;

3º-os dias do mês deixavam de ser contados por calendas,nonos e idos,pás-

sando a ser designados pelos números cardinais : 1,2,3 etc.

Com a distribuição dos anos bissextos em final de século,ficou sanado o erro de três dias que se acumulavam no fim de 400 anos pelo calendário Juliano. Mesmo o calendário gregoriano não é perfeito e apresenta um excesso de 0,0003 dias em relação ao ano trópico o que dá 1,132 dias em quatro mil anos. Este excesso na aproximação de 0,0003 + 3/10000 significa que em 10 milênios o equinócio terá três dias de antecedência. Isto tem levado alguns organismos a pensar em um novo calendário mas por enquanto essas tentativas não vingaram e parece que o atual calendário ainda vai permanecer por longo tempo.

EM BUSCA DA PRECISÃO

Se a diferença de um dia a cada quatro mil anos é importante na datação de fatos históricos,em astronomia,ciência espacial e cálculos relativísticos, tal é inadmissível. Para medir o tempo com a máxima exatidão,foram criados os relógios atômicos. O de 'maser de hidrogênio' possui a precisão de um segundo a cada 10.000 anos. Em São Carlos,SP, o físico Vanderlei Bagnato da USP está construindo um relógio chamado de 'fonte atômica' que só vai atrasar o primeiro segundo daqui a 3 bilhões de anos! Por enquanto,apenas a França conseguiu fazer um assim. No Brasil existem atualmente 14 relógios atômicos de rubídio,29 de césio e 3 maser de hidrogênio. Tudo está sob a coordenação do Serviço da Hora do Observatório Nacional,CNPq-MCT do Rio de Janeiro. Se você está interessado em saber a hora oficial do Brasil com precisão de segundo,disque para XX+21-25806037.

TEMPUS FUGIT -- CARPE DIEM

Baseado nessa análise retrospectiva,vemos que tudo está atrelado a duração do segundo que se mostra extremamente importante para avaliação de flutuações que ocorrem no movimento de rotação da Terra. Devido a diminuição da rotação do nosso planeta via marés e no fato da Lua afastar-se de nós quatro centímetros por ano, o efeito acumulativo da diminuição da rotação da Terra cresce proporcionalmente não ao tempo as ao seu quadrado. Isto provoca periodicamente o acerto da duração do segundo pelos relógios atômicos de todo o mundo. Tal verificação está comprovada pela análise dos registros de eclipses totais do Sol e dos sedimentos modulados pelas marés,portanto pelo movimento da Lua. Verificou-se que há 900 milhões de anos o dia durava 18 horas e o ano tinha 480 dias. Esses cálculos mostram que não vale a pena estabelecer uma reforma no calendário pois a diminuição da rotação da Terra se encarregará disso. Perante esses valores,o fluxo do tempo nos escapa e sentimos quão efêmera é a nossa existência. Portanto a máxima acima em latim "Tempus Fugit – Carpe Diem", preconiza sabiamente : 'O Tempo passa célere,foge - Aproveite o dia, o momento'.

O autor é astrônomo nos observatórios municipais de Americana e Piracicaba e exerceu a direção do Observatório Municipal de Campinas no período de 1982 a 1994.

Mais informações: travnik@uol.com.br – telef.32420786

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Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

sábado, 8 de março de 2008

Pascua de Resurreccion Tempranera: 23/03/2008

 
Tempranera Pascua de Resurrección en el Año 2008

La Fiesta Religiosa central y más importante del Culto Cristiano es el Domingo de Resurrección o Pascua Cristiana que  puede festejarse desde el 22 de marzo hasta el 25 de abril dependiendo de la fecha de la primera Luna Llena o Plenilunio, de Primavera (para el Hemisferio Norte; de Otoño para nosotros, los del Hemisferio Sur).

Su cálculo está basado en el Calendario Lunisolar que los Hebreos usan, para conmemorar su Liberación del Cautiverio en Egipto -Hebreo: PESACH; Inglés: PASSOVER-, aproximadamente en el año1.250 A. C.. Los Hebreos lo festejan en la fecha: 15 de Nisan.

El Primer Concilio Ecuménico, reunido en Nicea en 325 D.C. adopta el Calendario Juliano en las celebraciones cristianas y determina la fecha de celebración de la Pascua, eligiendo como fecha fija del Equinoccio, el 21 de marzo, en la que se basa su determinación.

La Pascua Cristiana es siempre el primer Domingo después de la primera Luna Llena, desde, o después, del Equinoccio fijado, la que puede ocurrir desde el 21 de marzo hasta el 18 de abril. Si dicho primer Plenilunio cayese en domingo, se traslada la Pascua al domingo posterior, por lo que puede ocurrir desde el día siguiente al 21 de marzo (el 22) hasta una semana después del 18 de abril (el 25).
 
Como es un evento de coincidencia Lunar, es una fecha móvil en los Calendarios de origen Solar ( como el Juliano y el Gregoriano) y deben transcurrir 5.700.000 años, en la que se producen 70.499.183 Lunaciones, para que se repita en la misma secuencia. Durante ese tiempo, el 19 de abril, es la fecha de mayor frecuencia, la que más se repite.
 
Las Pascuas del 22 de marzo son acontecimientos  rarísimos: desde el año 1.501 al 101.500 (durante 100.000 años, si no se modifican las reglas) ocurrirá solamente 482 veces, como se observa en el pdf adjunto; se produjo últimamente, en los años 1.761 y en 1.818 (hace 190 años), y acontecerá de nuevo dentro de 277 años, en el año 2.285. No hubo ninguna durante el siglo XX, ni lo habrá durante los siglos XXI y XXII, por lo que ninguno de nosotros estuvo o estará en alguna que sea el 22 de marzo!

La próxima vez que la Pascua de Resurrección sea tan tempranera como este año (23 de marzo) será dentro de 152 años, en 2.160.
La última vez  fue en 1.913, hace 95 años. En el largo tiempo del pdf ocurrirá 946 veces, siendo el tercero de menor repetición.
 
Este año tendremos la Pascua más tempranera que cualquiera de nosotros va a ver por el resto de su vida!
Solamente los más longevos (los de 95 años o más) de nuestra población ya la han vivido tan tempranamente y podrán revivirla.
El 24 de abril será la Pascua del 2.011 (1.461 veces en el pdf; en el quinto lugar).
El 25 de abril, ocurre sólo 743 veces en el pdf, (el segundo de menor repetición);  fue en los años 1.886 y 1.943; y será en 2.038, los más próximos. Dos veces alguno la vivió o podrá vivirla.
 
El 19 de abril, es la fecha de mayor frecuencia, la que más se repite, y lo hará 3.866 veces en 100.000 años.
 
Durante ese plazo, en el mes de marzo, durante los 10 días posibles, ocurrirá 23.333 veces; y en los 25 días posibles de abril, 76.667 veces; habiendo en marzo una ocurrencia media diaria,de 2.333 y en abril, 3.067, en 100.000 años.
 
En el pdf también encontrarán las fechas de todos los años, desde el 1.501 hasta el 8.500 (durante 7.000 años).
 
Para generar las tablas se contrastaron los resultados de dos algoritmos, dados por: Spencer Jones, y Oudin.
 
Otras fiestas movibles del año, relacionadas con la Pascua de Resurrección:
 
Septuagésima: 63 días antes de Pascua
Sexagésima: 56 días antes de Pascua
Quincuagésima: 49 días antes de Pascua
Carnaval:  tres días anteriores al Miércoles de Ceniza
Miércoles de Ceniza: (Inicio de cuaresma) 46 días antes de Pascua, con el que se inicia la veda de carne roja
Domingo de Ramos: 7 días antes de Pascua
Domingo de Oración: 35 días después de Pascua
Domingo de Ascensión (antes jueves): 42 días después de Pascua.
Domingo de Pascua de Pentecostés: 49 días después de Pascua
Domingo de la Santísima Trinidad: 56 días después de Pascua.
Domingo de Corpus Christi (antes jueves): 63 días después de Pascua
Domingo Sagrado Corazón de Jesús: 77 días después de Pascua.

Sería de mi agrado recibir: comentarios, anécdotas y contribuciones al tema que lo iniciara nuestro amigo Marcelino, el 03/03/2007.

Un gran abrazo desde el Club de Astrofísica del Paraguay, deseándote felicidades y muchos éxitos en tu vida, en la de tus familiares y en la de todos tus seres queridos, durante el venturoso año 2008.

También deseo nos depare un año de grandes eventos científicos y astronómicos.
 
Felices Pascuas.

Miguel
Tel.: 595 21 371 541
www.cpia.org

Prof. Ing. Miguel A. Volpe
SPoC de Py para el IYA2009


Preparándonos para
el AÑO INTERNACIONAL de la ASTRONOMÍA IYA2009
http://www.astronomia2009.org.py  
http://www.astronomy2009.org/

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Estudo indica que água marciana era salgada demais para abrigar vida

CLAUDIO ANGELO-Enviado especial da Folha de S.Paulo a Boston
Que Marte teve muita água em algum momento do seu passado é algo de que poucos cientistas duvidam hoje. Mas quem acha que isso bastou para a vida surgir no planeta vermelho provavelmente vai se frustrar: novas evidências sugerem que os mares marcianos eram tão salgados que poucos organismos poderiam ter sobrevivido àquele ambiente.
As conclusões foram apresentadas ontem pelo paleontólogo Andrew Knoll, da Universidade Harvard (EUA). Especialista na origem da vida na Terra, Knoll tem analisado os dados enviados pelos jipes-robôs Spirit e Opportunity, da Nasa, que passeiam por Marte há quatro anos.
Em uma conferência durante a reunião anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), Knoll afirmou que, na época em que o vizinho da Terra tinha seus mares, há cerca de 3 bilhões de anos, as condições para a proliferação de bactérias "não eram adequadas", diferentemente do que muita gente crê. Isso porque, além de salgadas, as águas também eram ácidas. O pesquisador baseou suas conclusões, que devem ser publicadas em breve em um artigo científico, nos dados enviados pelo Opportunity de uma região conhecida como Meridiani Planum.
O local possui sedimentos que foram depositados pelas águas cerca de 3 bilhões de anos atrás. A análise química desses sedimentos já havia dado a outros cientistas a primeira pista de que o local era um habitat ruim para microrganismos: alguns dos minerais presentes nela só se formam em ambientes extremamente ácidos.
Knoll levou a análise química um passo além, no que ele chama de "pausa para reflexão" sobre os dados dos robôs. "Tem acontecido tanta coisa desde que eles chegaram lá que não houve tempo para parar e refletir sobre esses dados."
Grosso modo, o que o cientista fez foi o inverso do que qualquer pessoa pode fazer em casa com um copo d'água e sal de cozinha. "Quando você coloca sal de cozinha em uma solução, você pode acrescentá-lo até o ponto de saturação. Depois disso ele começa a precipitar [depositar-se no fundo]", afirmou Knoll. De forma inversa, olhando para a concentração de sal nos sedimentos, é possível ter uma idéia de quanto dele havia dissolvido na água, como se isso fosse uma espécie de "assinatura química" do líquido.
Em Meridiani, o principal sal presente era o sulfato de magnésio, a julgar pelos dados enviados pelo robô explorador. A concentração a partir da qual ele se precipita é maior do que a que existe na água do mar, na Terra. "Talvez haja umas duas dezenas de micróbios na Terra que podem tolerar essa concentração", disse Knoll. Aliás, disse, "toda a indústria de preservação de alimentos se baseia no fato de que há poucas bactérias resistentes à salinidade."
Em outra região estudada, o principal sal presente é o sal de cozinha (cloreto de sódio), mas em concentrações muito superiores à da água do mar. Uma bela salmoura para conservar picles, mas um péssimo lugar para surgirem células vivas.
Frio e seco
Outro problema para o surgimento da vida é o tempo durante o qual houve água líquida na superfície de Marte. O surgimento e a permanência dos oceanos da Terra foram fundamentais para a vida. Marte pode até ter tido muita água, mas um número cada vez maior de dados tem apontado para oceanos um tanto quanto efêmeros.
"Acho que há um sentimento crescente na comunidade científica de que Marte tem sido um lugar frio e seco há muito tempo", afirmou Knoll.
"Ter água por duas semanas em um intervalo de um milhão de anos não adianta."

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Físicos criam material mais escuro do planeta

Cientistas anunciaram anteontem ter obtido "o preto mais preto": o material mais escuro do planeta, que absorve mais de 99,9% de toda a luz que recebe. Feito de pequenos tubos de carbono alinhados na vertical, o sólido é 30 vezes mais escuro do que a substância de carbono usada pelo Instituto Nacional de Padrões dos EUA para definir a cor negra.
Shawn-Yu Lin/Reuters
Liga de tubos de carbono (centro) absorve 99,9% da luz
Liga de tubos de carbono (centro) absorve 99,9% da luz
"Praticamente toda a luz que entra é absorvida", diz o cientista indiano Pulickel Ajayan, líder da equipe que produziu o material na Universidade Rice, em Houston (EUA).
A nova substância tem índice de reflexão de 0,045% --quase três vezes mais escuro do que a liga de níquel e fósforo que detinha o recorde. Uma tinta preta comum, em comparação, possui índice de reflexão de 5% a 10%.
O novo material é escuro por dois motivos. Arranjados em pé, como se fossem as cerdas de um carpete, os tubos de carbono, 400 vezes mais finos do que um fio de cabelo, refletem pouca luz. Além disso, a maneira desorganizada como estão inclinados ajuda a "prender" luz entre um tubo e outro.
Ajayan diz que o novo material pode ser usado para a conversão de energia solar em eletricidade e aplicado em instrumentos de detecção de luz infravermelha. Se o material se mostrar bom e bloquear outras faixas de radiação também, pode ser usado em aviões espiões, que driblam radares.
Os pesquisadores estão tentando agora o registro do novo material no Livro Guinness dos Recordes. Ajayan já fora mencionado na edição de 2006 do livro como um dos criadores da "menor escova do mundo".



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Lucimary Vargas
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Buracos negros vagam pela galáxia

Astrônomos nos Estados Unidos disseram nesta semana que centenas de buracos negros podem estar vagando pela galáxia, prontos para
devorar planetas e estrelas pelo caminho.

A força gravitacional dos buracos é tão grande que nem mesmo a luz
conseguiria escapar deles, caso de aproxine a uma distância-limite
conhecida como horizonte de eventos.

A teoria dos astrônomos foi publicada durante um encontro científico
no Estado americano do Texas.

Os cientistas acreditam que centenas de buracos negros podem ter
sido formados da colisão de outros buracos negros. As simulações
msotram que, se dois buracos negros de tamanhos diferentes, ou
dotados de rotação, se chocam, as leis da física determinam que o
novo buraco, gerado pela fusão dos anteriores, deverá disparar pelo
espaço.

Simulações feitas em supercomputadores pela Vanderbilt University,
em um trabalho liderado pela astrônoma Kelly Holley-Bockelmann,
indicam que os buracos negros viajariam em uma velocidade de até
quatro mil quilômetros por segundo.

Segundo eles, os buracos negros não ameaçam diretamente a Terra.
Eles têm tamanho intermediário, e seus horizontes de eventos se
estendem a apenas algumas centenas de quilômetros do espaço.

Fonte:http://groups.tecnocientista.info/nd.asp?cod=6350

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Lucimary Vargas
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Como sabemos que o universo está se expandindo?




O site LiveScience.com perguntou para Geza Gyuk, Diretor de
Astronomia no Planetário Adler e pesquisador da Universidade de
Chicago. Segue o que ele disse:

"Depois de alguns anos de Albert Einstein ter desenvolvido sua
famosa (e hoje em dia bastante testada) teoria da Relatividade
Geral, em 1915 ele a aplicou à todo o universo e descobriu algo
incrível. A teoria prevê que todo o universo ou está expandindo ou
está se contraindo. Não há outra alternativa. Para que o Universo
fique estático seria como um lápis equilibrado apenas em sua
ponta... possível mas muito, muito improvável e difícil de
permanecer desta maneira.

Em 1929 o astrônomo Edwin Hubble mediu as velocidades de uma grande
seleção de galáxias. Ele esperava similaridades entre a quantidade
de galáxias que estivesse se movendo em nossa direção e se afastando
de nós. Afinal, a Terra não é um ponto particularmente especial do
universo.

Ao invés disso ele descobriu que quase todas as galáxias estão se
distanciando de nós.

Desde os tempos de Hubble nós temos observado milhões de galáxias
com melhores equipamentos e verificado seus resultados. Como a
exceção de um punhado de galáxias próximas a nós, todas as demais
está se distanciando de nós.

E, em realidade, quanto mais distante ela está, mais rapidamente ela
se distancia. Isso se encaixa muito bem nas previsões de Einstein.
As galáxias parecem se distanciar de nós por que todo o universo
está aumentando. O espaço entre as galáxias está se esticando! E
quanto mais longe uma galáxia está, mais espaço há para esticar,
portanto a galáxia aparenta estar se distanciando de nós com maior
velocidade.

Nos últimos 50 anos astrônomos tem observado muitos outros fatos
sobre o universo que apontam para o fato dele estar se expandindo.
Enquanto teorias isoladas podem explicar uma ou duas destas
descobertas, a expansão do universo é a única teoria que pode
explicar todas de uma só vez. E a cada ano a pilha de evidências
fica maior!"

Essa também é uma das evidências, dentre muitas outras, da teoria do
Big Bang, pois se todo o universo está se expandindo provavelmente
houve uma grande explosão que iniciou este movimento.

Fonte:http://groups.tecnocientista.info/ndNews.asp?cod=6376

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Lucimary Vargas
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Crânio humano que pode ter 100 mil anos é encontrado na China

Publicidade
da Efe, em Pequim
Arqueólogos chineses desenterraram os restos de um crânio humano que pode ter 100 mil anos, o que transforma esta descoberta "na mais importante" ocorrida na China desde que foram achados os restos do "Homem de Pequim", no começo do século 20.
A descoberta foi informada pelo diretor da Administração Estatal do Legado Cultural, Shan Jixiang, e publicada hoje pelo jornal "China Daily".
Segundo Shan, este achado "vai jogar luz sobre um período crítico da evolução humana".
A descoberta aconteceu no mês passado em uma jazida situada em Xuchang, na província de Henan (centro), na qual os arqueólogos trabalham há dois anos e meio, apesar de não ter sido anunciada até agora.
Foram encontradas 16 peças de um crânio quase completo que possui supercílios proeminentes e uma pequena frente.
No entanto, segundo ressaltou o diretor do grupo de arqueólogos que trabalha na escavação, Li Zhanyang, "o mais surpreendente é que o crânio ainda conserva uma membrana fossilizada em sua parte interior, o que permitirá que os cientistas estudem o sistema nervoso dos antepassados do Paleolítico".
Os restos encontrados se fossilizaram porque ficaram enterrados a cinco metros de profundidade, perto de um manancial cujas águas contêm altos níveis de cálcio.
Além dos restos do crânio humano, 30 mil fósseis de animais e de artefatos realizados com ossos e pedras foram achados na região nos dois últimos anos.
"Esperamos continuar realizando descobertas de importância na região", concluiu Li.
Leia mais


Fonte:Original desta notícia pode ser acessada através do site: http://www.gea.org.br/mss.html

Céu claro pra todos!

José Geraldo Mattos
Moderador

"O que é inconcebível a respeito do universo é que ele é absolutamente concebível".(Albert Einstein)




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Lucimary Vargas
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Urânia

Talvez já tenham lido em emails uma saudação onde dizemos "saudações em Urânia". Sabem o que significa?

Urânia era, na Mitologia Grega, uma das nove Musas - as Ninfas que inspiravam as Artes.
Urânia era responsável pela Astronomia.
Na Mitologia, Urânia (em grego: Ουρανία - A celestial) era a musa da Astronomia e da Astrologia. Segundo diversas fontes, era filha de Urano, gerada sem mãe ou, ainda, de Zeus e Mnemósine.

Urânia era mãe de Lino, cujo pai era Apolo. É a menor de todas as musas.

Esta saudação é muito comum entre os astrônomos.

Saudações em Urânia !

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