sexta-feira, 2 de julho de 2010

Le prime stelle erano gigantesche, ecco l'identikit

Roma - Giganti che superavano centinaia di volte la massa del Sole: erano cosi' le prime stelle comparse nell'universo alla fine della cosiddetta ''Eta' buia'', a poche centinaia di milioni di anni dal Big Bang. La loro prima descrizione e' stata pubblicata questa settimana su Science. La loro enorme massa e' stata cruciale per innescare le reazioni che poi hanno dato forma all'universo che vediamo oggi.

A descriverle per la prima volta e' la ricerca coordinata dagli Stati Uniti, con la Columbia University di New York. Capire come si formarono le prime stelle e' una delle principali questioni dell'astrofisica. Si ipotizza che esse nacquero da nubi calde composte dai due gas primordiali, idrogeno ed elio, che si raffreddarono e si condensarono.

Un passaggio chiave di questo processo di raffreddamento sono state le collisioni avvenute fra ioni positivi e negativi dei gas che diedero origine alle molecole di idrogeno (H2). La simulazione pubblicata su Science ricostruisce queste collisioni e mostra in modo chiaro che il processo di raffreddamento dei gas e' avvenuto tramite rotazioni di bassa energia degli atomi all'interno delle nubi primordiali.

Al raffreddamento ha fatto seguito un addensamento dei gas e da questo processo sono emerse le prime stelle, la cui massa e' stata cruciale per le evoluzioni cosmiche successive.

http://www.ansa.it/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Eclipse solar 2010

O segundo eclipse solar do ano de 2010 deverá ocorrer no dia 11 de julho de 2010. Este também será o único eclipse total do sol neste ano. A totalidade do eclipse vai durar no máximo 5 minutos e 20 segundos, precisamente no ponto (Coordenadas: 19,7 Sul e 121,9 Oeste) que está marcado no mapa abaixo. A totalidade se iniciará às 18:15:15 GMT (UT) e durará até às 20:51:42 GMT (UT), quando a sombra deixará a Terra.


Caminho do Eclipse Total do Sol:
O caminho do eclipse, cujo comprimento máximo será de cerca de 259 km, cairá sobre o hemisfério sul do planeta, em sua maior parte atravessando o Oceano Pacífico. Na verdade, a sombra umbral da Lua será projetada no Oceano Pacífico Sul e Ilhas Cook (especificamente Mangaia, a mais velha ilha do pacífico) e a famosa Ilha de Páscoa (“Isla de Pascua”, em Espanhol) serão as únicas faixas de terra pelo caminho no Oceano Pacífico Sul. Então, a sombra da Lua causada pelo eclipse total vai se encaminhar pelo sul do Chile e Argentina, chegando a totalidade ao seu fim dali em diante.

Caminho do Eclipse Parcial do Sol:
Adicionalmente à totalidade, que será restrita somente a um pequeno território habitado, um eclipse solar parcial causado pela sombra penumbrosa da Lua será visível em uma região mais ampla que inclui o Pacífico Sul e América do Sul. Os países onde o eclipse será visível parcialmente incluem Argentina, Chile, Peru e Bolívia. Se você estiver em uma embarcação no Pacífico Sul é bem provável que você veja o eclipse solar parcial.

Total Solar Eclipse of 2010 July 11

On Sunday, 2010 July 11, a total eclipse of the Sun is visible from within a narrow corridor that traverses Earth's southern Hemisphere. The path of the Moon's umbral shadow crosses the South Pacific Ocean where it makes no landfall except for Mangaia (Cook Islands) and Easter Island (Isla de Pascua). The path of totality ends just after reaching southern Chile and Argentina. The Moon's penumbral shadow produces a partial eclipse visible from a much larger region covering the South Pacific and southern South America


Click to enlarge.


This web site has been established for the purpose of providing detailed predictions, maps, figures and information about this important event. The material here is adapted from Annular and Total Solar Eclipses of 2010 (NASA/TP-2008-214171). The publication date of this document is 2008 December. It is part of NASA's official eclipse bulletin publication series. Instructions and a form for ordering a hard copy of this publication can be found at: Order Form for NASA Eclipse Bulletins.

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Telescópio usa maior câmera digital do mundo para detectar asteroides

Aparelho possui 1,4 milhão de megapixels.  Objetivo da pesquisa é encontrar 100 mil objetos no espaço.


Objetivo do telescópio é encontrar 100 mil  asteróides que podem ameaçar a vida na Terra. (Foto: Divulgação)

G1 - Para procurar por asteroides que apresentam possibilidade de se chocar com a Terra em um futuro próximo, um telescópio no Havaí está utilizando a maior câmera fotográfica digital do mundo, com 1,4 milhão de megapixels.

O aparelho está programado para tirar fotos do espaço automaticamente e, com esta resolução, permite que os cientistas vasculhem o espaço por objetos que podem ameaçar a vida no planeta. É 1,4 bilhão de pixels por imagem feita pela câmera. Nos próximos três anos, o telescópio fará 500 fotos e mapeará 75% do céu. O objetivo é encontrar 100 mil asteroides.

O telescópio está localizado no topo do vulcão Haleakala, em Maui, no Havaí, tem um espelho de 60 centímetros, pequeno se comparado ao de 10 metros do Observatório de Keck, também no Havaí.

Hubble faz uma das fotos mais detalhadas de berçário de estrelas

N11 fica na Grande Nuvem de Magalhães, vizinha da Via-Láctea
 (Foto: Jesús Maíz Apellániz (Instituto de Astrofísica de Andalucía) / Nasa / ESA)

G1 - Nova foto do telescópio espacial Hubble, mantido pela Nasa e pela ESA, a agência espacial europeia, traz uma das mais detalhadas imagens já obtidas de uma região de formação de estrelas – no caso, N11, parte de uma complexa rede de nuvens de poeira e agrupamentos estelares que fica na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia-satélite próxima da Via-Láctea.

A Nasa também divulgou nesta terça-feira (22) uma nova foto da reentrada da sonda japonesa Hayabusa, no domingo (13), de volta ao lar depois de uma missão que durou 7 anos e trouxe uma amostra do asteroide Itokawa, "sequestrado" há 5 anos.


Kingoonya, Austrália - passagem da Hayabusa foi visível ao olho humano por apenas 15 segundos
(Foto: Ed Schilling / Nasa)

A Hayabusa em si, com seus 510 quilos, espatifou-se como um cometa artificial em uma região inóspita da Austrália. Mas a cápsula se desprendeu da nave-mãe e chegou inteira com o valioso fragmento do Itokawa.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Cientistas conseguem gravar 'música' criada na coroa do Sol

Som varia conforme formato de anéis magnéticos.    Pesquisa ajudará a entender camada mais externa do astro.

Do G1, em São Paulo - Usando sofisticadas teorias matemáticas na análise de imagens de satélite, cientistas da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, conseguiram captar os sons harmônicos que ocorrem durante a intensa atividade da coroa solar - a camada mais externa e intrigante do Sol, que atinge milhões de graus Celsius de temperatura.

'Música solar' ocorre em fluxos magnéticos que compõem a coroa solar. (Foto: Nasa/Divulgação)

Os pesquisadores analisaram estruturas chamadas anéis coronais, que são fluxos magnéticos em formato de arco que chegam a ter 100 mil quilômetros de comprimento. Os sons foram captados conforme o comprimento, tensão e oscilação desses arcos. Um trecho da "orquestra solar" foi publicado no YouTube pela universidade.

Segundo os cientistas, a pesquisa ajudará a entender como funciona a coroa solar, já que a "música do Sol" também é influenciada pelo material que circunda os anéis coronais.

Astronautas da ISS fotografam aurora austral

Fenômeno ocorre quando íons expelidos pelo Sol interagem com a Terra.    Imagem foi obtida por membros da Expedição 23 em 29 de maio.

Do G1, em São Paulo



Membros da Expedição 23 da Estação Espacial Internacional (ISS) fotografaram um dos mais belos espetáculos de luz da Terra, a aurora polar.   (Foto: Nasa/Divulgação)

A interação entre o campo magnético do planeta e o fluxo de partículas carregadas eletricamente (íons) expelido pelo Sol são responsáveis pelo fenômeno conhecido como aurora polar. Como o da foto ocorreu no hemisfério sul, é chamado de 'aurora austral'. No momento da foto, em 29 de maio, a ISS estava sobre o Oceano Índico a 350 quilômetros de altura.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sonda japonesa entra na atmosfera como 'estrela cadente'

Após sete anos, 'Hayabusa' voltou à Terra com amostra de asteroide.     Aterrissagem deixou rastro luminoso no céu da Austrália.

Do G1, em São Paulo



Rastro luminoso mostra cápsula da sonda japonesa Hayabusa entrando na atmosfera em região inóspita da Austrália. A nave foi lançada em 2003 e traz amostras do asteroide Itokawa. Volta à terra ocorreu neste domingo (13). (Foto: Wakayama University Institute for Education on Space via AP)

Oceano cobriu um terço de Marte há 3,5 bilhões de anos, mostra estudo

Cientistas analisaram foz de antigos rios que corriam no planeta.   Pesquisa indica que ciclo hidrológico já foi semelhante ao da Terra.

Do G1, em São Paulo

Um vasto oceano cobriu um terço de Marte há cerca de 3,5 bilhões de anos, indica um estudo divulgado nesta segunda-feira (14) pela Universidade do Colorado, nos EUA.

Simulação mostra como seria o oceano em Marte há cerca de 3,5 bilhões de anos. (Foto: Universidade do Colorado/Divulgação)

Analisando marcas deixadas por rios ancestrais, como deltas e sulcos, os pesquisadores perceberam que a foz de muitos cursos d'água tinha altura coincidente, indicando a existência de um oceano.

Segundo a pesquisa, o imenso lago cobriu 36% do planeta, e o volume de água equivalia a cerca de um décimo dos oceanos atuais da Terra.

O estudo indica que o Planeta Vermelho já teve um ciclo hidrológico parecido com o do nosso planeta, incluindo chuvas, água corrente, formação de nuvens, de gelo e acumulação de água no subsolo.

sábado, 12 de junho de 2010

Agências espaciais vão filmar reentrada de sonda na atmosfera


Concepção artística do retorno da Hayabusa (à esq.) e da cápsula com a amostra do asteroide (à dir.), sobre o sul da Austrália (crédito da ilustração: Nasa / JPL)

Quase 30 cientistas da Nasa, a agência espacial americana, da Jaxa, a congênere japonesa, e de outras organizações vão filmar e fotografar a reentrada na atmosfera da sonda Hayabusa, de volta ao lar depois de uma missão que durou 7 anos. Uma cápsula especial vai se destacar da sonda, trazendo o tesouro da jornada: uma amostra do asteroide Itokawa, "sequestrado" há 5 anos.

A bordo de uma aeronave-laboratório Douglas DC-8, a 12 quilômetros de altitude, os astrônomos querem documentar em detalhes todo o evento luminoso. A Hayabusa em si, com seus 510 quilos, vai se espatifar como um cometa artificial em uma região inóspita da Austrália por volta das 11h de domingo. Antes disso, cápsula vai se desprender e distanciar quase 2 quilômetros da nave-mãe e, se tudo der certo, aguentará o tranco, protegendo a valioso fragmento do Itokawa.
“O resto da nave vai se decompor em vários pedaços, virando uma espécie de meteoro construído pelo homem”, explicou Peter Jenniskens, membro da Nasa e principal responsável pela campanha de documentação.

Quando a Hayabusa chegar a 58 quilômetros da superfície da Terra, seu escudo térmico vai experimentar temperaturas superiores a 2.700°C. O gás em torno da cápsula vai bater em 7.000°C (mais quente que a superfície do Sol).


Do G1

Astronomia: prima immagine di un sistema planetario in formazione

Astronomia: prima immagine di un sistema planetario in formazione . Ottenuta con il Telescopio Keck, nelle Hawaii

ROMA - Mulinelli di gas e polveri scagliati ad altissima velocità contro una stella circondata dal disco di materia dal quale nasceranno i sui pianeti: è la prima immagine, senza precedenti, di un sistema planetario ripreso 'in diretta' mentre si sta formando.

Il risultato è pubblicato sulla rivista Astrophysical Journal da un gruppo di ricerca coordinato da Joshua Eisner dell'università dell'Arizona. "Un racconto parlante di come nasce un sistema planetario", così i ricercatori hanno definito l'immagine ottenuta con il Telescopio Keck, nelle Hawaii. Il sistema planetario che sta nascendo si trova nella Via Lattea, non lontano dalla Terra, a 500 anni luce. E' giovanissimo: "fra pochi milioni di anni - spiegano i ricercatori - nasceranno probabilmente i pianeti giganti e gassosi come Giove e Saturno, poi i grumi di polveri che si fonderanno fra loro daranno vita ai pianeti solidi e rocciosi come la Terra".

Le stelle nascono da nubi di gas e polveri che collassano sotto l'influenza della forza di gravità e acquisiscono massa incorporando gas dal disco che le circonda, in un processo chiamato accrescimento che, rileva Eisner, prima d'ora non era mai stato osservato direttamente. Oltre al sistema planetario ripreso 'in diretta', sono stati osservati altri 15 dischi con giovani stelle, tutte nella Via Lattea.

http://www.corriere.it/

quinta-feira, 10 de junho de 2010

È in arrivo una cometa sarà visibile a occhio nudo

Tra il 15 e il 16 giugno transiterà nel punto più vicino alla Terra.    Nelle prossime settimane aumenterà la sua luminosità

MILANO - Una nuova cometa arriva per la prima volta nel nostro cielo a dar spettacolo. È la C/2009 R1 (McNaught) e tra il 15 e il 16 giugno transiterà nel punto più vicino alla Terra a 1,13 Unità astronomiche. Ora è visibile con un binocolo e un piccolo telescopio prima dell’alba guardando verso Nord-Est tra le stelle della costellazione Perseo, ma nelle prossime settimane si potrebbe osservare a occhio nudo.

LUMINOSITÀ - Adesso la sua luminosità è ridotta (magnitudine 6) ma dovrebbe via via accendersi sempre di più sino ad arrivare alla seconda magnitudine ed essere quindi brillante quanto le stelle del Grande Carro. La cometa C/2009 R1, non periodica, è stata scoperta nel settembre dell’anno scorso dall’astronomo britannico-australiano Robert H. McNaught utilizzando l’Upsala Schmidt Telescope del Siding Spring Observatory nel New South Wales (Australia). In realtà lo scopritore la trovava fra cinque immagini che aveva già scattato un paio di mesi prima, in luglio. McNaught è un celebre cacciatore di comete e varie decine portano il suo nome. L’attuale è la prima volta che compie un viaggio nel sistema solare interno e dunque gli astronomi sono cauti nell’esprimere previsioni che potrebbero essere smentite, non conoscendo bene il nuovo astro con la coda. Ma sono ottimisti e già invitano ad alzare gli occhi al cielo per inseguirla: lo spettacolo – dicono – ricompenserà della levataccia.

Giovanni Caprara
http://www.corriere.it/

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