sexta-feira, 8 de julho de 2011

Shuttle, oggi l'ultimo lancio della navicella


CAPE CANAVERAL (FLORIDA) - Il tempo a Cape Canaveral continua ad essere brutto, ma sono cominciate e stanno procedendo regolarmente tutte le operazioni in vista del lancio dell'ultimo shuttle, l'Atlantis, previsto alle 11,26 (le 17,26 italiane) di oggi dal Kennedy Space Center.
E' infatti arrivato il via libera al caricamento dell'idrogeno e dell'ossigeno liquidi nel serbatoio principale dello shuttle. La procedura è in corso e dovrebbe essere completata intorno alle 5 del mattino (le 11 italiane).
Nel frattempo si continua a controllare costantemente l'evoluzione della situazione meteorologica. Attualmente le probabilità di lancio restano ferme al 30% a causa della pioggia e delle nubi dense. Tuttavia, rileva la Nasa, al momento non si presentano ragioni che potrebbero costringere a rinviare il lancio.

Il maltempo non ferma nemmeno le numerosissime persone (circa un milione secondo le previsioni) decise a non perdersi lo spettacolo del 135/mo ed ultimo lancio della navetta americana che in 30 anni ha portato nello spazio spazio 355 uomini e 179 fra satelliti e moduli per la Stazione Spaziale Internazionale, con un costo complessivo stimato in 196 miliardi di dollari.

Tanking Begins On Time, Weather Remains 30 Percent Chance of Favorable Weather


Fri, 08 Jul 2011 03:19:28 AM UTC-0300

Fueling of space shuttle Atlantis’s external fuel tank with more than 500,000 gallons of liquid hydrogen and liquid oxygen began on time at NASA Kennedy Space Center’s Launch Pad 39A at 2:01 a.m. EDT. The launch team will closely monitor the weather throughout the process. Weather remains at a 30 percent chance of favorable weather for liftoff at 11:26 a.m. Teams are not working any issues that would delay the launch.



Explosão de estrela provoca nuvem de poeira em galáxias jovens

Do G1, em São Paulo - A explosão de uma estrela a 160 mil anos-luz da Terra pode explicar aos astrônomos por que as galáxias mais novas têm tanta poeira. A Supernova 1987A produziu e espalhou no espaço entre 40% e 70% da massa do Sol em poeira fria, segundo um estudo publicado pela “Science”.
A equipe de Mikako Matsuura usou o Telescópio Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), para estudar o fenômeno. O equipamento é capaz de captar frequências de onda infravermelhas e sub-milimetrais.

A conclusão da pesquisa é de que explosões estelares, como a da Supernova 1987A, são capazes de produzir a grande quantidade de poeira que cria as massas frequentemente vistas em galáxias jovens.



Supernova 1987A fica a 160 mil anos-luz da Terra (Foto: Pasquale Panuzzo / Cortesia)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tempestade em Saturno tem raios 10 mil vezes mais fortes que os da Terra

Tempestade em Saturno tem raios 10 mil vezes mais fortes que os da Terra.    Mancha branca começou a se formar em dezembro.   Evento é raro e acontece uma vez a cada 30 anos terrestres.

Do G1, em São Paulo - Observações feitas com a sonda espacial Cassini e com telescópios terrestres mostram que uma grande tempestade na atmosfera de Saturno tem mais de dez raios por segundo, cada um deles 10 mil vezes mais fortes do que os vistos na Terra, de acordo com resultados de dois trabalhos independentes apresentados nesta quarta-feira (6) na revista científica “Nature”.

Tempestade gera uma mancha na atmosfera do planeta
(Foto: Cortesia/Carolyn Porco/CICLOPS/NASA/JPL-Caltech/SSI" )

Tempestades são comuns na atmosfera do gigante planeta gasoso, tanto quanto na Terra. Elas duram de alguns dias a muitos meses e cobrem uma área média de cerca de 2 mil quilômetros. Mas eventos tão grandes como o analisado agora são chamados de “Grandes Manchas Brancas” e são mais raros: acontecem cerca de uma vez por ano de Saturno – o que equivale a 29,5 anos terrestres.

Essa tempestade começou a surgir em dezembro de 2010 e passou de 10 mil quilômetros de área. Ela é a mais intensa observada até agora pelos astrônomos. Os pesquisadores acreditam que eventos do tipo podem se formar com a mudança de estações no planeta.

Os trabalhos também mostram que os ventos da alta atmosfera de Saturno são fortes o suficiente para não mudarem de direção, mesmo com a enorme tempestade atravessando o planeta. Segundo os cientistas, isso indica que eles são parecidos com os que são observados no vizinho Júpiter.

Hubble completa 1 milhão de observações espaciais

Telescópio deve permanecer em operação até 2014.Imagem obtida, no entanto, não é fotografia.

Do G1, em São Paulo

O planeta Kepler 2b foi o alvo da investigação do Hubble (Foto: NASA; ESA; G. Bacon, STScI)

O Telescópio Espacial Hubble fez, no início desta semana, sua observação de número 1 milhão, ao investigar a existência de água em um planeta a mil anos-luz de distância da Terra. É um feito para uma ferramenta de 21 anos de idade que quase foi aposentada antes da hora após o acidente do ônibus espacial Columbia.    A imagem feita dessa vez, no entanto, não é uma das belas fotografias espaciais que estamos acostumados a ver. Para a investigação, o Hubble fez uma “medida espectroscópica” do planeta conhecido apenas como “Kepler 2b”, que permite dividir a luz visível em diferentes cores. Essas cores são capazes de revelar os compostos químicos presentes no planeta.    O Kepler 2b recebe esse nome porque é um dos alvos de investigação da sonda Kepler, que procura planetas parecidos com a Terra, que possam abrigar vida.

O administrador chefe da Nasa, Charles Bolden, foi o piloto do ônibus espacial que levou o Hubble à órbita terrestre. Em nota, ele afirmou que “o fato de que o Hubble atingiu essa marca estudando um planeta distante é um notável lembrete de sua força e de seu legado”.

O Hubble deve funcionar até mais ou menos 2014, segundo a Nasa. Depois disso, ele será substituído pelo Telescópio Espacial James Webb, que tem lançamento previsto para 2018.


Mapa mostra todas as observações feitas pelo telescópio até o final de junho (Foto: Nasa)

Previsão de tempestade ameaça último lançamento do Atlantis

Nasa marcou o último lançamento da Atlantis para 8 de julho (Foto: Nasa/Kim Shiflett)

Do G1, com informações da Reuters - A menos de 72 horas do horário marcado para o lançamento do Atlantis, última decolagem da história do programa de ônibus espaciais, a previsão do tempo preocupa a Nasa. Nuvens se aproximam da Flórida, estado norte-americano onde se localiza o Centro Espacial Kennedy, e há previsão de tempestades para a manhã de sexta-feira, quando a nave deveria partir – 11h26 no horário local, 12h26 em Brasília.

“Eu queria ter uma previsão do tempo melhor para vocês”, disse Kathy Winters, meteorologista da Força Aérea norte-americana, numa entrevista coletiva. Segundo a especialista, a probabilidade de que a nave decole no horário previsto é de 40%. No fim de semana, as condições para o lançamento do Atlantis devem melhorar.

Caso o Atlantis não seja lançado até este domingo (10), terá de esperar até, no mínimo, o dia 16. Isso porque o foguete não tripulado Delta, que colocará um satélite em órbita, está com o lançamento marcado para a próxima semana. Os dois usam a mesma estrutura e o mesmo pessoal e, por isso, é preciso haver um intervalo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Principais constelações de Julho

Acima do horizonte sul, em excelentes condições de observação está Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru), a constelação mais conhecida entre os brasileiros. Ao sul de Crux está Musca, a Mosca (Mus). Mais ao sul estão Apus, a Ave do Paraíso (Aps) e Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul. Envolvendo Crux por três lados, menos para o do sul para onde o braço maior da cruz está apontando, encontra-se Centaurus, o Centauro (Cen).

A constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), utilizada para processos noturnos de orientação no campo, encontra-se alta para os lados do sul, junto a Centaurus. De Triangulum Australe em direção ao sudeste, estão Pavo, o Pavão (Pav) e Tucana, o Tucano (Tuc).

A oeste, parcialmente visível, está Hydra, a Hidra fêmea (Hya). Junto a ela, estão as constelações de Crater, a Taça (Crt), e o inconfundível trapézio de Corvus, o Corvo (Crv). Ainda a oeste, mas na parte mais alta do céu, destaca-se a grande constelação de Virgo, a Virgem (Vir). A leste de Virgo notamos Libra, a Balança (Lib), Serpens, a Serpente (Ser), e Ophiuchus, o Serpentário (Oph).

No alto do céu encontramos Scorpius, o Escorpião (Sco), associada às noites do inverno. Junto à cauda de Scorpius situa-se Sagittarius, o Sagitário (Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. Entre Scorpius e Centaurus localiza-se a constelação de Lupus, o Lobo (Lup). Norma, o Esquadro (Nor), e Ara, o Altar (Ara) estão entre Scorpius e Triangulum Australe.

Ao norte observamos a constelação de Boötes, o Boieiro (Boö). A leste de Boötes estão Corona Borealis, a Coroa Boreal (CrB), e Hercules, o herói Hércules (Her). Dominando o quadrante nordeste, à meia altura, encontra-se a constelação de Lyra, a Lira (Lyr) e, parcialmente acima do horizonte, Cygnus (o Cisne). Ao sul de Lyra e Cygnus estão Aquila, a Águia (Aql), Sagitta, a Flecha (Sge) e Delphinus, o Golfinho (Del).

Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se próxima ao horizonte leste. Ao sul de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). De Grus em direção ao horizonte sudeste avistamos as primeiras estrelas de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).


resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.


mapa com as principais constelações visíveis durante este mês
clique para ampliar



Saiba mais

http://www.ceuaustral.pro.br/

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nasa anuncia fechamento do espaço aéreo para lançamento da Atlantis





Commander Chris Ferguson and his three crewmates are scheduled to begin a 12-day mission to the International Space Station with a launch at 11:26 a.m. EDT on July 8, from NASA's Kennedy Space Center in Florida.


Da EFE -  A Nasa anunciou nesta quinta-feira (30) o fechamento temporário do espaço aéreo e restrições na área de Cabo Canaveral (Flórida) devido ao lançamento da última nave Atlantis, em 8 de julho.

A atividade da aviação geral e dos aviões de voo visual (VFR) está proibida dentro de um raio de 30 milhas náuticas (55,5 quilômetros) da plataforma de lançamento 39A, de onde decolará a nave em sua última missão, informou a Nasa.

A agência espacial recomenda que os pilotos obtenham informações sobre os aeroportos afetados, segundo os boletins Notam (Notice To Airmen) que serão transmitidos pela agência de aviação do Governo.

A Nasa alerta que haverá restrições adicionais do espaço aéreo em um raio de entre 30 e 40 milhas náuticas desde a plataforma de lançamento 39A.


Além disso, todas as aeronaves que se aproximarem desta área terão que ter comunicação contínua por rádio, e a velocidade de aeronaves VFR será limitada a 180 nós.

Além disso, a Nasa adverte do fechamento do acesso por estrada à zona de Playalinda Beach, em Cabo Canaveral, desde a noite de 4 de julho até o dia seguinte ao lançamento, assim como do Merritt Island National Wildlife Refuge, que será fechado em 6 de julho e reaberto depois do lançamento.

O lançamento da Atlantis também forçará interrupções em outras estradas e pontes, além de restrições à navegação na região.

A Atlantis partirá em 8 de julho para uma missão de 12 dias com quatro tripulantes a bordo para levar peças necessárias à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

A viagem é especialmente significativa porque não será apenas a última da Atlantis, mas a última da era das naves, que serão aposentadas pela Nasa este ano.

Messier 78



Imagem captada pelo telescópio espacial Spitzer, divulgada hoje pela Nasa, mostra detalhes da galáxia Messier 78

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Astrônomos detectam quasar mais distante já encontrado

Do G1, em São Paulo - Uma equipe de astrônomos detectou, com o auxílio de telescópios poderosos como o Telescópio Muito Grande (VLT, na sigla em inglês), do Observatório Europeu do Sul (ESO), detectou o quasar mais distante. Os resultados dos estudos do grupo é tema da revista "Nature" desta semana.

Quasares são galáxias muito brilhantes e distantes da Terra. Possuem a massa de milhões de sóis, porém confinada em espaços tão "pequenos" quanto o Sistema Solar. Os especialistas acreditam que cada uma delas possa conter um buraco negro de grandes dimensões em seu centro. Segundo os astrônomos, quasares são os objetos mais luminosos do Universo.

No caso do quasar estudado agora - o nome dado pelos astrônomos é ULAS J1120+0641 -, o grupo de pesquisadores afirma que o objeto está localizado a 12,9 bilhões de anos-luz de distância. Isso significa que a radiação emitida pela galáxia demorou 12,9 bilhões de anos para chegar até a Terra e ser detectada pelos telescópios daqui.

A estimativa dos especialistas é que o quasar contenha um buraco negro com 2 bilhões de vezes a massa do Sol. Segundo o grupo, Outros tipos de objetos já foram detectados a distância maiores que ULAS J1120+0641, mas nunca tão brilhantes.

Começo do Universo

A teoria mais aceita atualmente afirma que o Universo tem aproximadamente 13,7 bilhões de anos de idade. Como a luz de ULAS J1120+0641 demorou 12,9 bilhões de anos para chegar até nós, o que os telescópios detectaram é, na verdade, a imagem do quasar quando o cosmo tinha apenas 700 milhões de anos.

Naquela época, o espaço ainda era repleto de gás e poeira, material que depois iria compôr os planetas e estrelas atuais.




Ilustração mostra como seria o quasar ULAS J1120+0641. (Crédito: ESO)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Foto mostra nebulosa ao redor de estrela gigante vermelha

Do G1, em São Paulo - Uma foto divulgada pelo Observatório Europeu do Sul mostra uma nebulosa envolvendo um dos astros mais famosos entre os amantes de astronomia: Betelgeuse, uma estrela gigante vermelha localizada na constelação de Órion.

Estima-se que Betelgeuse tenha um diâmetro parecido com o da órbita de Júpiter. Isso significa que, caso substituísse o Sol aqui no Sistema Solar, Mercúrio, Vênus, Terra e Marte seriam "engolidos" pela superestrela.
Gigantes vermelhas como Betelgeuse são o último estágio da vida de muitas estrelas no céu. Durante esta fase, as estrelas liberam grandes quantidades de matéria no espaço - uma massa solar inteira em apenas 10 mil anos.

Betelgeuse é uma estrela fácil de ser vista no céu noturno. Forma um "retângulo" imaginário com outras três estrelas, formando uma figura que engloba as Três Marias - também conhecido como Cinturão de Órion (veja imagem abaixo). A nebulosa, porém, só foi vista com a ajuda de instrumentos poderoso como o Telescópio Muito Grande (VLT, na sigla em inglês), da ESO, localizado no Chile.


Betelgeuse é vista rodeada pelo material de nebulosa. (Foto: ESO)


domingo, 26 de junho de 2011

Asteroide "sfiora" la Terra a 12 mila km, niente rischi

Sfreccerà sopra la coste dell'Antartide. È un incontro ravvicinato ma non da record: il 4 febbraio scorso un piccolo corpo celeste del diametro di un metro passò 5.480 km dalla superficie terrestre

ROMA - Un asteroide farà visita alla Terra, diciamo che la "sfiorerà" alla distanza di 12.000 chilometri. Ma niente paura: non c'è alcun rischio di impatto, secondo gli esperti del Jet Propulsion Laboratory 1 (Jpl) della Nasa. Il passaggio è previsto alle 19 di domani e avverrà in corrispondenza delle coste antartiche bagnate dall'Atlantico meridionale.

Sarà un incontro ravvicinato, ma non da record. Il primato per la distanza minima spetta infatti al piccolo asteroide 2011 CQ1, dal diametro di un metro, che la sera del 4 febbraio scorso è passato a 5.480 chilometri dalla superficie terrestre.

L'asteroide che si avvicinerà alla Terra domani, chiamato 2011 MD, ha un diametro stimato fra 8 e 18 metri, sarà comunque l'oggetto più grande giunto più vicino alla Terra da quando è attivo il programma di sorveglianza dei piccoli corpi celesti che possono avvicinarsi alla Terra, i cosiddetti Neo (Near Earth Objects).

Con l'aiuto di un buon telescopio, il passaggio dell'asteroide 2011 MD potrà essere osservato al tramonto nell'emisfero Sud, da Sudafrica, Australia, Nuova Zelanda, Asia meridionale e Pacifico occidentale. Sono estremamente ridotti, secondo gli esperti, anche i rischi di un impatto dell'asteroide con i satelliti che si trovano nell'orbita geosincrona (a circa 36.000 chilometri dalla superficie terrestre).

L'arrivo dell'asteroide 2011 MD è stato scoperto dal programma Linear (Lincoln Near Earth Asteroid Research) del Massachusetts Institute of Technology (Mit) e si avvicinerà nuovamente alla Terra nel 2022. Ma nemmeno allora, rilevano gli esperti, costituirà una minaccia. Il rischio maggiore potrebbe essere la sua esplosione nell'impatto con l'atmosfera: un evento spettacolare ma non pericoloso.

http://www.repubblica.it/

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