segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nasa divulga foto de 'ponto de exclamação' no espaço


Do G1 em São Paulo - Complexo de galáxias espirais vizinhas VV 340, também conhecido como Arp 302, é flagrado em estágio inicial de interação pelo telescópio espacial de raio X Chandra, junto com dados óticos obtidos pelo telescópio Hubble, ambos da Nasa. As galáxias VV 340 Norte (o risco do "ponto de exclamação") e VV 340 Sul (o ponto) ficam a 450 milhões de anos-luz da Terra. Em alguns milhões de anos, as duas devem se fundir, da mesma forma como deve ocorrer com a Via Láctea e Andrômeda daqui a bilhões de anos. (Foto: X-ray NASA/CXC/IfA/D.Sanders et al; Optical NASA/STScI/NRAO/A.Evans et al)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Foto do telescópio Hubble mostra nebulosa em formato de 'colar'

Do G1, em São Paulo -  Uma imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) nesta quinta-feira (11) mostra detalhes da Nebulosa do Colar, localizada a 15 mil anos-luz de distância da Terra. A foto foi feita pelo Telescópio Espacial Hubble.     Descoberta em 2010, a nebulosa é o que restou após a extinção de uma estrela parecida com o Sol. Ao todo, o anel composto por gases e poeira tem 19,3 trilhões de quilômetros de diâmetro. O objeto está localizado na direção da constelação da Flecha.    O material da estrela "morta" se espalhou formando figuras que lembram diamantes em um colar. As cores representam o brilho emitido pelos gases no local: hidrogênio (azul), oxigênio (verde) e nitrogênio (vermelho).    Segundo os astrônomos, na verdade são duas estrelas que geraram a nebulosa, sendo que uma delas teria sido "engolida" pela outra há 10 mil anos. Por estarem muito próximas uma da outra, as estrelas aparentam formar um único ponto, visto no meio da imagem (veja a foto abaixo). Elas giram ao redor de um centro comum e completam uma órbita inteira em menos de um dia


A Nebulosa do Colar, descoberta em 2010, com regiões repletas de hidrogênio (azul), oxigênio (verde) e nitrogênio (vermelho). (Foto: Telescópio Espacial Hubble / ESA / Nasa)

Astrônomos descobrem planeta mais escuro já encontrado

Do G1, em São Paulo -   Astrônomos norte-americanos publicaram nesta quinta-feira a descoberta do planeta mais escuro já conhecido. O TrES-2b é um planeta gasoso que gira em torno da estrela GSC 03549-02811, a 750 anos-luz da Terra. Seu tamanho é semelhante ao de Júpiter, maior planeta do Sistema Solar. O achado foi feito com dados da sonda Kepler, telescópio da Nasa que estuda planetas distantes

TrES-2b reflete menos de 1% da luz que incide sobre ele. Isso faz dele mais escuro que qualquer planeta ou lua do Sistema Solar, e também mais preto que o carvão. “TrES-2b é consideravelmente menos refletivo que tinta acrílica preta, então é um planeta realmente alienígena”, afirmou David Kipping, do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, autor do artigo que apresentou os resultados da pesquisa, publicado pela revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
O exoplaneta orbita sua estrela a uma distância de cerca de 5 milhões de quilômetros – como base de comparação, o Sol fica a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra. Isso faz com que a temperatura atinja a marca de 1000ºC, o que influencia a formação da atmosfera. Em vez de nuvens de amônia, ela contém elementos que absorvem luz, como sódio e potássio vaporizados e óxido de titânio.
Ainda assim, a intensidade da escuridão intriga os cientistas. “Não está claro o que é responsável por deixar esse planeta tão extraordinariamente escuro”, reconheceu David Spiegel, da Universidade de Princeton. “Contudo, não é completamente preto. Ele é tão quente que emite um brilho vermelho bem fraco, como uma brasa perto de se apagar ou o rolo de um fogão elétrico”, acrescentou.


Ilustração mostra como seria o planeta TrES-2b
(Foto: David A. Aguilar (CfA) / Divulgação)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Las Perseiadas - Las Lágrimas de San Lorenzo


 
La lluvia de meteoros las Perséidas del mes de agosto de todos los años es  conocida como las “lágrimas de San Lorenzo”. Esta muy intensa lluvia de  “estrellas fugaces” son partículas dejadas por el cometa Swift-Tuttle que  fue descubierto en 1862 por Giovanni Schiaparelli y que tiene una traslación de 135 años. Nuestro planeta en su traslación pasa por el inmenso enjambre de partículas que dejó el cometa, los mismos que chocan con la  atmósfera y se queman lo que producen el fenómeno conocido popularmente como  lluvia de estrellas fugaces. La última visita de este cometa al interior del  Sistema Solar fue en 1992. Esta lluvia de meteoros es relacionada con SanLorenzo ya que la festividad religiosa del santo que es el 10 de agosto es  cuando se produce la máxima actividad de este fenómeno y pueden ser  visibles hasta 100 o más estrellas fugaces por hora, *“San Lorenzo está
llorando”* dicen los creyentes católicos de algunas regiones de España y  Latinoamérica cuando por las noches del 10, 11 y 12 de agosto van de romería  al encuentro del santo. Este año con luna llena el 12 de agosto puede que no   podamos ver una gran cantidad de meteoros, pero vale la pena elevar la vista   al cielo para poder apreciar los más brillantes.
*
Pero ¿quién fue San Lorenzo? *

Lorenzo vivió en el siglo III después de cristo, fue el diácono responsable    de salvaguardar los tesoros de la Iglesia en Roma. En agosto del año 258, el   emperador romano Valeriano decapitó al Papa Sixto II y en su angurria de   riqueza ordenó al diácono Lorenzo que se presentara con el tesoro de la   Iglesia para ser confiscado y que en caso de no hacerlo, este sería quemado  vivo, Lorenzo le pidió aguardar unos días para juntar el tesoro cuantioso de   la santa iglesia. El 10 de agosto de ese año el diácono Lorenzo se presentó   ante el Emperador seguido por una multitud de indigentes, ciegos, leprosos y   huérfanos: “*Este”…*, dijo Lorenzo dirigiéndose al sorprendido Emperador*,  “…es el tan preciado tesoro de nuestra santa iglesia católica, que desde hoy   tendrás que cuidar como lo hizo el Papa a quien mataste, tesoro que   alimentamos y protegimos hasta hoy, ante tu maldad inmisericorde”*. Frente a   tamaña osadía, furioso, el Emperador romano ordenó que Lorenzo fuese
ejecutado y quemado vivo en el acto. Por la noche, mientras los creyentes y protegidos por la iglesia lloraban al hombre a quien se le atribuían   milagros en vida, comenzaron a aparecer “estrellas fugaces” en el cielo de   Roma, época en que no se conocía el porque se producía aquel fenómeno. *“Fray   Lorenzo está llorando…”*, exclamaba la muchedumbre, *“y no por   cobardía…”*decían otros, ya que al sufrir hasta la muerte tamaña   tortura no profirió un   solo grito ni soltó lágrima alguna, aguantó estoico el sufrimiento, *“llora…”   *decían, “*por dejar sin protección, alimento y cobijo a tantos seres  desamparados”. *Décadas después Fray Lorenzo fue canonizado y se convirtió
en un santo venerado por los creyentes de muchas poblaciones del mundo   católico.*
Por lo tanto las noches de agosto son especiales, en particular las del 10,   11 y 12, ya que cuando eleve la vista al cielo, puede que observe una o   varias lágrimas de San Lorenzo.    El Observatorio Astronómico Nacional continúa atendiendo al público, los   lunes martes y jueves de 19 a 22 horas, con observación astronómica a cielo   abierto, observación con telescopios y funciones de Planetario y de lunes a   viernes (por las mañanas) de 9 a 12 con recorrido por las instalaciones del   Observatorio, muestra de fotografías, videos y funciones de Planetario   guiados por nuestros técnicos.

*Observatorio Astronómico acional*
Cielos despejados!
Julio Vannini


imagem arquivo virtual Google

Veículo da Nasa para exploração de Marte chega a cratera após três anos

Do G1, em São PauloA Nasa divulgou as primeiras imagens da cratera Endeavour, em Marte, feitas pelo jipe-robô Opportunity, que buscava esse destino desde agosto de 2008. O veículo pousou no planeta vermelho em 2004, em companhia do Spirit, seu correspondente, que já perdeu contato com a Terra.

Segundo a agência espacial norte-americana, a cratera Endeavour oferece condições para que o trabalho do Opportunity seja produtivo. Ela tem 22 km de diâmetro, ou seja, é 25 vezes mais larga que a Victoria, cratera que o mesmo jipe-robô examinou por mais de dois anos. Observações de sondas que já sobrevoaram Marte indicam que as formações rochosas da margem oeste da cratera sejam mais antigas que qualquer outra já examinada pelo veículo.
Quando chegaram a Marte, os dois jipes-robôs tinham missões de três meses a cumprir. Depois disso, tiveram o funcionamento estendido e receberam novas missões. As descobertas mais importantes foram feitas nas partes mais antigas do planeta, onde ambientes úmidos podem ter oferecido condições à vida de micróbios.


Margem da cratera Endeavour, fotografada pelo jipe-robô Opportunity
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/Cornell/ASU)

Astrônomos fazem imagem de galáxia na constelação de Leão

Do G1, em São Paulo -   Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO na sigla em inglês) divulgaram nesta quarta-feira (10) uma fotografia da galáxia NGC 3521, na constelação de Leão. A imagem mostra como ela é parecida com a nossa Via Láctea – as duas em formato de espiral.De acordo com o ESO, as características mais marcantes da galáxia são seus “longos braços cheios de regiões de formação de estrelas”.  A galáxia está relativamente perto da nossa, a "apenas" 35 milhões de anos-luz, e pode ser visto com telescópios comuns.


Imagem feita pelo telescópio da ESO (Foto: ESO/O. Maliy)

Lua cheia e chuva (de meteoros) nesta sexta

Tem programa para esta sexta feira? Eu tenho, depois eu conto, mas se quiser uma sugestão, que tal sair de casa e passar a noite olhando o céu?
Esta sexta, 12 de agosto, marca o máximo da chuva de meteoros Perseidas. Essa chuva é associada ao cometa Swift-Tuttle que orbita o Sol com período de 133 anos. A coisa fuciona assim, quando um cometa (qualquer cometa) atravessa o espaço, vai se desintegrando, soltando pedaços pelo seu caminho. A grande maioria desses pedaços não passa de partículas de poeira, mas alguns pedacinhos um pouco maiores também compõem essa trilha de destroços. Quando a Terra intercepta essa trilha, os destroços largados para trás pelo cometa são capturados e adentram a atmosfera terrestre em alta velocidade.


Nessa captura em alta velocidade, as partículas se aquecem com o atrito com o ar e queimam deixando um rastro luminoso no céu. Popularmente, os meteoros são chamados de “estrelas cadentes”.
Essa chuva é especial por ser uma das mais antigas observadas pelo ser humano. Existem relatos feitos há mais de dois mil anos! As partículas que a Terra já começou a interceptar se soltaram do cometa há mais de mil anos. Ela não é das mais intensas, a taxa horária está estimada em 20 – 30 meteoros apenas, mas esse ano a sua observação será prejudicada.
A Lua estará cheia neste sábado, de modo que o seu brilho vai ofuscar os meteoros mais fracos, que são a maioria. Outro agravante é que o radiante desta chuva, ou seja o ponto no céu de onde todos os meteoros parecem surgir, estará abaixo do horizonte para nós do hemisfério sul. Esse radiante está na constelação de Perseu, daí seu nome.
Ainda assim, se o tempo permitir é um programa bacana. Basta sair de noite e mirar para o Norte e esperar que algum meteoro brilhante cruze o céu. Uma dica para prevenir torcicolo é fazer isso com uma cadeira de praia, ou reclinável.
Agora, o meu programa? Neste final de semana, a partir de sexta estarei no Rádio Observatório de Itapetinga em Atibaia (SP).Estarei lá observando alguns candidatos a estrelas de alta massa ainda em estágios iniciais de formação.

http://g1.globo.com/platb/observatoriog1/2011/08/10/lua-cheia-e-chuva-de-meteoros-nesta-sexta/

Principais constelações de Agosto

Acima do horizonte sudoeste, à meia altura, está Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru), a constelação mais conhecida entre os brasileiros. Ao sul de Crux estão Musca, a Mosca (Mus), Apus, a Ave do Paraíso (Aps) e Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul. Envolvendo Crux por três lados, menos para o do sul para onde o braço maior da cruz está apontando, encontra-se Centaurus, o Centauro (Cen).

A constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), muito utilizada para processos noturnos de orientação no campo, encontra-se alta, para os lados do sul, junto a Centaurus. De Triangulum Australe em direção ao sudeste, estão Pavo, o Pavão (Pav) e Tucana, o Tucano (Tuc).
A oeste, parcialmente visível, está Hydra, a Hidra fêmea (Hya). Junto a ela vemos o inconfundível trapézio de Corvus, o Corvo (Crv). Ainda a oeste, destaca-se a grande constelação de Virgo, a Virgem (Vir). Mais para o alto do céu estão Libra, a Balança (Lib), Serpens, a Serpente (Ser), e Ophiuchus, o Serpentário (Oph).

No alto do céu encontramos Scorpius, o Escorpião (Sco), associada às noites do inverno. Junto à cauda de Scorpius situa-se Sagittarius, o Sagitário (Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. Entre Scorpius e Centaurus localiza-se a constelação de Lupus, o Lobo (Lup). Norma, o Esquadro (Nor), e Ara, o Altar (Ara) estão entre Scorpius e Triangulum Australe.
A noroeste observamos a constelação de Boötes, o Boieiro (Boö). A leste de Boötes está Corona Borealis, a Coroa Boreal (CrB). Para os lados do norte, vemos Hercules, o herói Hércules (Her) e a constelação de Lyra, a Lira (Lyr). Ao norte de Lyra são avistadas algumas estrelas de Draco, o Dragão (Dra), que se eleva pouco em relação ao horizonte, por se tratar de uma constelação boreal.

Dominando o quadrante nordeste, à meia altura, encontra-se Cygnus (o Cisne), que situa-se em plena faixa da Via Lactea. Ao sul de Lyra e Cygnus estão Aquila, a Águia (Aql), Sagitta, a Flecha (Sge) e Delphinus, o Golfinho (Del). Entre Aquila e Cygnus situa-se a pequena constelação de Vulpecula, a Raposinha (Vul).

Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se à meia altura, para os lados do leste. Ao sul de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). A leste de Grus, em direção ao horizonte, avistamos a constelação de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).
Junto ao horizonte sudeste notamos a constelação de Phœnix, a Fênix (Phe), além das primeiras estrelas de Eridanus, o rio Eridano (Eri). A leste, vemos a constelação de Aquarius, o Aquário (Aqr), formada por estrelas de fraco brilho. Surgindo a és-nordeste, está parte da constelação de Pegasus, o cavalo alado (Peg), constelação símbolo da primavera.
resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim
OBSERVAÇÕES:
  • O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.
  • Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.
mapa com as principais constelações visíveis durante este mês
clique para ampliar





Tempesta magnetica in arrivo sulla Terra


Eruzione solare vista dall'osservatorio della Nasa Sdo (fonte: NASA/SDO)

Una tempesta magnetica è in arrivo sulla Terra dopo che il Sole è tornato in questi giorni in una fase di intensa attività. Una delle tre macchie solari comparse negli ultimi giorni ha infatti provocato una violenta eruzione che al momento non ha colpito la Terra direttamente. Tuttavia, secondo gli esperti dell'osservatorio della Nasa Sdo (Solar Dynamics Observatory) un secondo sciame di particelle liberato dalla stessa eruzione si starebbe dirigendo verso la Terra e potrebbe provocare nei prossimi giorni danni ai satelliti che si trovano in orbita alta. Le radiazioni potrebbero inoltre provocare problemi nelle telecomunicazioni.

   La macchia solare all'origine di questa potentissima eruzione, considerata la più violenta dell'attuale ciclo solare, è indicata dagli esperti con il numero 1263 e l'eruzione che ha provocato rientra nella classe X, alla quale appartengono i fenomeni più intensi e rischiosi per satelliti e comunicazioni.

   Impossibile al momento, secondo gli esperti, fare previsioni relative ai possibili rischi. Una risposta in questo senso si potrà avere soltanto dopo l'11 agosto.

sábado, 6 de agosto de 2011

SUBSIDING STORM: Earth's magnetic field is still reverberating...


SUBSIDING STORM: Earth's magnetic field is still reverberating from a CME strike on August 5th that sparked one of the strongest geomagnetic storms in years. Registering 8 on the 0 to 9 "K-index" scale of magnetic disturbances, the storm at maximum sparked auroras across Europe and in many northern-tier US states. Travis Novitsky sends this picture from Grand Portage, Minnesota:
"For an hour and a half the sky was filled with dancing lights, some of the best I've ever seen in Northern Minnesota!" says Novitsky.

The storm is subsiding now, but it could flare up again as gusty solar wind continues to buffet Earth's magnetic field. High-latitude sky watchers should remain alert for auroras. 
Aurora alerts: textvoice.


NEW: August 2011 Aurora Gallery
[previous Augusts: 201020092008200720062005200420032002]

¿Qué hay en el interior de Júpiter?

¿Qué hay en el interior de Júpiter?

Julio 29, 2011: Las nubes de Júpiter, que forman remolinos, pueden verse claramente a través de cualquier telescopio portátil. Sin más esfuerzo que el que toma agacharse para ver por el ocular, es posible observar sistemas de tormentas más grandes que el planeta Tierra, los cuales navegan a lo largo de rojizos cinturones de nubes, que se extienden por cientos de miles de kilómetros alrededor del vasto ecuador del planeta gigante. Son fascinantes.

 

Juno2 (Juno, 200px)

Concepto artístico de la sonda Juno, en Júpiter. [Más información]
 
 

Y también son un problema. De acuerdo con la opinión de muchos investigadores, lo que resulta realmente interesante —desde las raíces de las gigantescas tormentas hasta las enormes cantidades de materia exótica— yace a gran profundidad. Y las nubes ocultan todos esos misterios de nuestra vista.

La sonda Juno, de la NASA, cuyo lanzamiento hacia el espacio está programado para el próximo 5 de agosto, podría cambiar esa situación. El objetivo de la misión es responder la pregunta: ¿Qué hay en el interior de Júpiter?

"Nuestro conocimiento de Júpiter es literalmente poco profundo", dice Scott Bolton, quien es el investigador principal del proyecto Juno, en el Instituto de Investigaciones del Suroeste (SouthWest Research Institute o SWRI, por su sigla en idioma inglés), ubicado en San Antonio, Texas. "Incluso la sonda Galileo, que se sumergió en las nubes jovianas en 1995, no penetró más allá de un 0,2% del radio de Júpiter".

Hay muchas preguntas básicas que los científicos quisieran responder, como por ejemplo: ¿hasta qué profundidad llega la Gran Mancha Roja? ¿Qué cantidad de agua contiene Júpiter? o ¿Cuál es el material exótico del que está hecho el núcleo del planeta?

La sonda Juno levantará el velo sin tener que sumergirse en las nubes de Júpiter. Bolton explica cómo lo hará: "Sobrevolando a una altura de apenas 5.000 km sobre las nubes, Juno pasará todo un año orbitando a Júpiter más cerca de lo que lo han hecho las sondas enviadas allí con anterioridad. El patrón de vuelo de la sonda está hecho para cubrir todas las latitudes y longitudes, permitiéndonos de este modo confeccionar un mapa completo del campo gravitacional de Júpiter y, por lo tanto, averiguar cómo están organizadas sus capas internas".

Júpiter está compuesto principalmente de hidrógeno, pero sólo las capas superiores podrían estar hechas de gas. A gran profundidad en el interior de Júpiter, los científicos creen que altas temperaturas y aplastantes presiones transforman el gas en una forma exótica de materia llamada hidrógeno metálico líquido —un forma líquida del hidrógeno que es muy parecida al resbaladizo mercurio con el que se solían rellenar los viejos termómetros. El poderoso campo magnético de Júpiter puede, casi con certeza, tener origen en la acción de dínamo dentro de aquel vasto reino de fluido, que conduce electricidad.

Juno2 (splash, 558px)
Haga clic para ver un video de ScienceCast titulado "¿Qué hay en el interior de Júpiter?" ("What's inside Jupiter") [Video (en idioma inglés únicamente)]

"Los magnetómetros de Juno van a confeccionar mapas precisos del campo magnético de Júpiter", dice Bolton. "Esto nos va a decir muchas cosas sobre la dínamo magnética interior del planeta [y sobre el papel que juega el hidrógeno metálico líquido]".

Juno también explorará la atmósfera joviana usando un conjunto de radiómetros de microondas.

"Nuestros sensores pueden medir la temperatura y el contenido acuoso a profundidades donde la presión es 50 veces más grande que la que la sonda Galileo experimentó", dice Bolton.

El contenido acuoso de Júpiter es particularmente interesante. Hay dos teorías principales sobre el origen de Júpiter: una sostiene que Júpiter se formó más o menos en el mismo lugar en el que se encuentra en la actualidad, mientras que la otra sugiere que Júpiter se formó a una mayor distancia del Sol, para luego emigrar a su órbita actual. (Imagine el caos que podría haber causado un planeta gigante al emigrar hacia el interior del sistema solar.) Las dos teorías predicen diferentes cantidades de agua en el interior de Júpiter, así que Juno debería ser capaz de distinguir una de la otra, o de rechazar ambas.

Finalmente, la sonda Juno tendrá una vista sin igual de las más poderosas auroras boreales del sistema solar.

"La órbita polar de Juno es ideal para estudiar las auroras de Júpiter", explica Bolton. "Son realmente fuertes y aún no entendemos por completo cómo se forman".

A diferencia de lo que sucede en la Tierra, donde las auroras se encienden como respuesta a la actividad solar, Júpiter produce sus propias auroras. La fuente de energía es la propia rotación del planeta gigante. Aunque Júpiter es diez veces más ancho que la Tierra, logra girar sobre su eje 2,5 veces más rápido que lo que lo hace nuestro pequeño mundo. Como cualquier estudiante de primer año de ingeniería sabe, si se hace rotar un imán —y en ese sentido Júpiter es un imán muy grande— se generará electricidad. Los campos eléctricos inducidos aceleran partículas hacia los polos de Júpiter, donde se lleva a cabo la acción de las auroras. Algo notable es que muchas de las partículas que caen en forma de lluvia sobre los polos de Júpiter parecen ser eyectadas desde volcanes ubicados en su luna Io. Cómo es que este complicado sistema funciona, aún es un rompecabezas.

Es un rompecabezas del que el público será testigo a corta distancia, gracias a JunoCam —un instrumento especialmente hecho para propósitos de divulgación de la ciencia, con un diseño inspirado en la cámara que será portada por el vehículo explorador de Marte, Curiosity (Curiosidad, en idioma español). Cuando Juno sobrevuele a baja altura sobre las nubes jovianas, el instrumento JunoCam trabajará tomando imágenes que superarán en calidad a las mejores imágenes de Júpiter tomadas con el Telescopio Espacial Hubble.

"JunoCam nos mostrará lo que veríamos si fuésemos astronautas en órbita alrededor de Júpiter", dice Bolton. "Y yo estoy esperando con ansiedad que eso suceda".

De acuerdo con los planes, la sonda Juno llegará al planeta Júpiter en el año 2016.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Nasa lança missão a Júpiter nesta sexta-feira

Do G1, em São Paulo -  A Nasa lança nesta sexta-feira (5) a sonda espacial Juno rumo a Júpiter. A missão tem por objetivo estudar a atmosfera do gigante gasoso para entender melhor a formação do planeta e do próprio Sistema Solar.    O lançamento pode ocorrer entre 12h34 e 13h33 (horário de Brasília). Se as condições meteorológicas impedirem a decolagem, a janela de oportunidade fica aberta até o próximo dia 26..


A Juno vai viajar por cinco anos até chegar ao planeta, em julho de 2016. Lá, vai ficar um ano (terrestre) fazendo imagens e análises – ao todo, serão completadas 33 órbitas antes da nave espacial se chocar contra o planeta.
Júpiter é o maior de nossos vizinhos, onze vezes maior do que a Terra e com uma massa maior que duas vezes todos os outros planetas juntos. Assim como Saturno, Urano e Netuno, ele é gasoso – ao contrário de Terra, Marte, Vênus e Mercúrio.
Entre suas missões, a Juno deve determinar a composição da atmosfera do planeta e exatamente quanta água existe por ali. A sonda também vai estudar os pólos e o campo magnético de Júpiter.

Composição artística mostra a sonda espacial em órbita de Júpiter (Foto: NASA/JPL)

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