quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Os 10 mais belos céus estrelados que se pode ver da Terra

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Image captionO céu visto no lado egípcio do Deserto do Saara
É cada vez mais rara a chance de se observar um céu verdadeiramente estrelado a partir do nosso planeta. Conforme a população humana se torna mais e mais urbanizada, as luzes artificiais ofuscam a visão de estrelas e outros corpos celestes.
"Cerca de 60% da humanidade vive hoje sob céus poluídos de luzes, insuficientemente escuros para que se possa enxergar a Via Láctea", explica Babak Tafreshi, diretor da The World at Night, grupo internacional que organiza exposições de fotografias de astronomia.
Para John Barentine, da ONG americana International Night-Sky Association (IDA), a ausência de contato frequente com um céu estrelado atinge o homem em vários aspectos. "A visão noturna do firmamento inspirou a arte, a literatura e a música desde os primórdios da civilização. Ser impedido de ter essa experiência é ser privado de algo essencial para a humanidade", diz.
Alguns dos céus estrelados mais impressionantes do mundo podem ser vistos de lugares remotos e de difícil acesso, enquanto outros são tão populares que abrigam observatórios famosos e atraem astroturistas. Conheça dez desses locais:

1. Deserto do Saara

Estendendo-se por uma área de 9 milhões de quilômetros quadrados – ou 10% do continente africano –, o Saara é o maior deserto quente do mundo.
O clima extremo e o isolamento de seu interior em relação ao resto da civilização fazem com este seja um dos lugares com uma das vistas mais espetaculares de um céu estrelado em todo o planeta.

2. Namíbia

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Image captionParque Nacional de Namib-Naukluft, no Deserto do Namibe
A Namíbia abriga uma bem-sucedida e crescente indústria de astroturismo. O clima extremamente seco do Deserto do Namibe e os céus absolutamente cristalinos do país são perfeitos para a observação de estrelas e planetas.
O deserto possui inúmeras "estações de telescópios". "A paisagem ali é ideal e é possível ter uma visão de 360 graus do horizonte", explica Tafreshi.

3. Rub al-Khali, Península Arábica

Image copyrightage fotostock Alamy
Image captionVista do céu desde o deserto de Rub al-Khali, em Omã
O Rub al-Khali ("quarteirão vazio", em tradução literal), localizado no sudeste da Península Arábica, é um dos maiores desertos contíguos do mundo.
Cobrindo uma área de 650 mil quilômetros quadrados, tem a vantagem de não ter praticamente nenhum morador – como seu próprio nome sugere.

4. Deserto do Atacama, Chile

Image copyrightstuart thomson Alamy
Image captionNo Chile, há vários observatórios, como o de San Pedro do Atacama
Céus limpos e claros se impõem sobre a maior parte do Deserto do Atacama, afirma Tafreshi.
Trata-se do deserto mais árido do mundo, localizado entre o Chile e partes do Peru, da Bolívia e da Argentina. Abriga vários observatórios astronômicos.
"O Atacama bate muitas outras localidades porque está em uma grande altitude e porque seus céus estão limpos por muitas noites ao ano", afirma Barentine.

5. La Palma, Ilhas Canárias, Espanha

Image copyrightSPL
Image captionVia Láctea vista de La Palma, uma das ilhas Canárias, na Espanha
A ilha vulcânica de La Palma, parte do arquipélago das Canárias, é um destino popular entre astroturistas por causa de seu impressionante céu limpo.
Em 2002, a ilha foi designada uma Reserva da Biosfera da Unesco.

6. Himalaias, Nepal

Image copyrightVisal Chattopadhyay Alamy
Image captionNascer da Lua entre os Himalaias, no Nepal
Para Tafreshi, os céus cristalinos dos vilarejos e das trilhas do Himalaias estão entre os mais belos do mundo.
A cordilheira localizada na Ásia é a mais alta do planeta e inclui o Monte Everest, o mais alto pico da Terra, com 8.850 metros de altitude.

7. Vulcões do Havaí, Estados Unidos

Image copyrightCurved Light USA Alamy
Image captionAnoitecer no vulcão de Kilauea, no Havaí, e vista da Via Láctea
Os vulcões altos do arquipélago do Havaí abrigam vários observatórios famosos.
Os montes Mauna Kea e Mauna Loa, ambos com mais de 4 mil metros de altura, estão entre os mais apreciados para a observação de céus estrelados.

8. Oeste da Austrália

Image copyrightZUMA Press Inc. Alamy
Image captionA Via Láctea observada desde uma torre de caixa d'água em Laverton, na Austrália
Fotografias por satélite da região oeste do Outback australiano (interior desértico do país) revelam a escuridão absoluta do local.
"Os vários parques nacionais dali estão entre os lugares favoritos para a observação de estrelas", diz Tafreshi. "E o céu do hemisfério Sul é ainda mais cativante que o do hemisfério Norte porque ali a Via Láctea surge em uma área bem central."

9. Alpes

Image copyrightGeorgP Alamy
Image captionNa região do Tirol, na Áustria, o isolamento ajuda a observar céus como este
Segundo Tafreshi, o último reduto para se admirar um céu noturno natural na Europa Ocidental são os Alpes.
Isso porque as regiões mais altas dessas montanhas ainda têm sua natureza preservada e abrigam menos habitantes.
"Um dos meus pontos favoritos é a região do Tirol, na Áustria, onde é fácil ver a noite cristalina."

10. Wyoming, Estados Unidos

Image copyrightAlamy
Image captionO Estado de Wyoming tem muitas reservas naturais e baixa densidade demográfica
"Há inúmeros lugares maravilhosamente escuros no oeste americano", afirma Barentine.
"Muitos deles são parques nacionais ou áreas naturais preservadas e protegidas. Esses lugares, aliás, são ótimos para observar autênticos céus estrelados por causa de sua grande distância das cidades e da falta de iluminação artificial", explica.
O Estado de Wyoming, com uma densidade demográfica baixa, abriga o Parque Nacional de Yellowstone, e é um dos preferidos de quem curte astronomia.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

E' ancora buio sulle macchie luminose di Cerere

La superficie di Cerere fotografata dall'Eso (fonte: ESO, B. Yang and Z. Wahhaj)La superficie di Cerere fotografata dall'Eso (fonte: ESO, B. Yang and Z. Wahhaj)
Macchie e puntini luminosi che appaiono sulla sua superficie: è questo l'enigma ancora insoluto di Cerere, il pianeta nano osservato dalla sonda Dawn della Nasa e ora fotografato, con la risoluzione migliore di sempre, anche da Terra grazie a Sphere, uno  strumento del Very Large Telescope (Vlt) presso l'osservatorio dell'Eso (European Southern Observatory) in Cile.

Nelle immagini dell'Eso, realizzate a metà agosto, si vedono i due emisferi di Cerere, le cui dimensioni sono paragonabili a quelle dell'India, con una mappa completa della superficie del pianeta nano. Le macchie luminose sono state rilevate anche dalla sonda Dawn, ma gli astronomi finora non sono riusciti a comprenderne la vera natura.

La speranza ora è di decifrare l'enigma mettendo a confronto le immagini della missione della Nasa e quelle dell'Eso. 

Cerere, il primo asteroide scoperto nel 1801, si trova nella cintura di asteroidi compresa tra Marte e Giove, ed è la più grande riserva d'acqua (la maggior parte presente sotto forma di ghiaccio nel suo mantello) nelle vicinanze della Terra.

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Andromeda è prolifica come la Via Lattea

La galassia Andromeda, prolifica come la Via Lattea (fonte: Adam Evans)La galassia Andromeda, prolifica come la Via Lattea (fonte: Adam Evans)
La galassia nostra vicina di casa, Andromeda, ha lo stesso 'tasso di natalità' della Via Lattea, ha cioè una percentuale molto simile di giovani stelle in base alla massa. Lo dimostra l'analisi delle immagini di oltre 2.700 ammassi stellari immortalati dal telescopio spaziale Hubble, gestito da Nasa e Agenzia Spaziale Europea (Esa). 

Il risultato, che permetterà di comprendere meglio l'evoluzione delle galassie, è frutto della collaborazione tra astronomi e oltre 30.000 'cittadini scienziati' che si sono offerti di catalogare quasi 2 milioni di immagini. ''Senza di loro, il nostro studio sarebbe stato impossibile'', confessa Daniel Weisz, che dall'università di Washington a Seattle ha coordinato lo studio pubblicato sull'Astrophysical Journal.

Grazie al potente occhio di Hubble puntato sugli ammassi stellari sparsi per Andromeda, che hanno dai 4 ai 24 milioni di anni e distano da noi 2,5 milioni di anni luce, i ricercatori sono riusciti a raggruppare le loro giovani stelle per massa, definendo la cosiddetta funzione di massa iniziale (IMF). Questo parametro è risultato essere molto simile tra i vari ammassi. ''Sembra che la natura abbia sfornato stelle come fossero biscotti distribuendole in modo omogeneo, dalle supergiganti blu alle più piccole nane rosse'', spiegano sorpresi i ricercatori.

Curiosamente, le stelle più luminose e massicce in questi ammassi sono del 25% meno abbondanti di quanto previsto. Siccome la loro luce viene usata per 'pesare' ammassi stellari e galassie distanti, oltre che per misurare la velocità di formazione di nuove stelle, è possibile che le stime fatte in precedenza debbano essere riviste.


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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

'Bola de fogo' é registrada sobre o céu de Bangcoc

BBC

Explosão de meteoro aconteceu pela manhã na capital da Tailândia e foi registrada por câmera em painel de carro.

Da BBC
Uma bola de fogo surgiu no céu de Bangcoc, capital da Tailândia, na manhã desta segunda-feira. Uma câmera em um painel de um carro registrou o momento que ela cruzou o céu e depois desapareceu no horizonte, deixando rastros de fumaça.

Assista ao vídeo.
Astrônomos confirmaram que a bola de fogo era um meteoro que explodiu no céu. O evento foi similar ao que aconteceu em Chelyabinsk, na Rússia, em fevereiro de 2013. As imagens são uma cortesia de Porjai Jaturongkhakun.
Câmera em painel de carro registrou 'bola de fogo' cruzando o céu de Bangcoc (Foto: BBC)Câmera em painel de carro registrou 'bola de fogo' cruzando o céu de Bangcoc (Foto: BBC)
Astrônomos confirmaram que 'bola de fogo' que cruzou céu de Bangcoc era um meteoro que explodiu no céu (Foto: BBC)Astrônomos confirmaram que 'bola de fogo' que cruzou céu de Bangcoc era um meteoro que explodiu no céu (Foto: BBC)

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Saturno ha un anello diverso

Uno degli anelli di Saturno è più denso e giovane degli altri (fonte: NASA)Uno degli anelli di Saturno è più denso e giovane degli altri (fonte: NASA)

Uno degli anelli di Saturno è diverso dagli altri. Immagini e dati indicano che è molto più denso e giovane. Sono stati raccolti dagli strumenti della sonda Cassini, la missione congiunta di Nasa, Agenzia Spaziale Europea (Esa) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi) che dal 2009 orbita attorno al pianeta.

I dati, pubblicati sulla rivista Icarus dal gruppo del Jet Propulsion Laboratory (Jpl) guidato da Ryuji Morishima, indicano che al centro del settore A, il più esterno della fascia di anelli, la temperatura è più alta del previsto.

Per comprendere le ragioni di questo fenomeno singolare i ricercatori hanno analizzato le variazioni della temperatura negli anelli con l'alternarsi delle stagioni. Si sono accorti così che l'anello A è composto di frammenti di ghiaccio delle dimensioni di circa un metro, anzichè di regolite, la roccia che è invece molto comune negli altri anelli. ''Un fenomeno inatteso'', ha rilevato Morishima. 

La prima ipotesi sulla sua formazione potrebbe essere la distruzione di una luna, probabilmente a causa di un gigantesco impatto avvenuto nelle utlime centinaia di milioni di anni. Un tempo relativamente recente sulla scala planetaria e che non avrebbe permesso ai detriti di distribuirsi in modo uniforme.

Una seconda ipotesi vedrebbe invece all'origine dei frammenti dell'anello un 'grappolo' di piccole lune, trascinate dal fiume di ghiaccio degli anelli e poi disperse e frantumate nella corrente. Secondo Linda Spilker, del Jpl, ''è un risultato affascinante perchè indica che la parte centrale dell'anello A potrebbe essere più giovane rispetto agli altri anelli''. Alcuni di essi, ha aggiunto, ''potrebbero essere più antichi dello stesso Saturno''.

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Stella variabile scoperta da una studentessa




E' stata una studentessa dell'Università di Siena a scoprire una nuova stella variabile, anzi due: la stella GSC 5765-1271 si è rivelata infatti un sistema formato da due stelle che orbitano velocemente una attorno all'altra con un periodo di 9 ore e 11 minuti.

A scoprirla è stata Sara Marullo, laureanda del corso in fisica e tecnologie avanzate dell'Università di Siena.La studentessa, che sta svolgendo il suo tirocinio formativo presso l'osservatorio astronomico del dipartimento di Scienze fisiche, della terra e dell'Ambiente, la notte del 19 agosto scorso ha condotto, da casa sua in provincia di Grosseto, una sessione di osservazione su un asteroide. 

L'analisi delle immagini che ha catturato durante quella notte ha mostrato la variazione di luminosità di una stella nel campo inquadrato dal telescopio mentre inseguiva l'asteoride: si trattava di una stella ancora sconosciuta come variabile. Lo studio successivo ha permesso di determinare il tipo e il periodo di variabilità.

Lo studio è stato condotto in collaborazione con Riccardo Papini e Fabio Salvaggio, della sezione Stelle Variabili dell'Unione astrofili italiani. La nuova variabile è stata censita nel VSX (International Variable Star Index), il database dedicato a questi oggetti, dove adesso compare con la nuova sigla 000-BLR-996, con Sara Marullo citata tra gli scopritori.


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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

L'universo costellato da 'oasi della vita'

Rappresentazione artistica delle 'oasi' della vita (in verde) disseminate nella galassia (fonte: NASA/JPL/R. Hurt)
Rappresentazione artistica delle 'oasi' della vita (in verde) disseminate nella galassia (fonte: NASA/JPL/R. Hurt)
E' possibile riconoscere l'impronta della vita nei pianeti che ruotano attorno ad altre stelle. La sua firma è infatti impressa in speciali 'oasi' che ne trasportano i semi fra le stelle, attraversando il cosmo. Lo dimostra il modello teorico messo a punto dagli astrofisici dell'università di Harvard coordinati da Henry Lin.

''Secondo la nostra teoria i semi della vita si formano, si sviluppano e si sovrappongono gli uni con gli altri in un modo simile a quanto succede all'acqua che bolle'', ha osservato Lin. L'ipotesi secondo cui i semi della vita viaggiano fra le stelle è nota tempo e si chiama 'panspermia'. Gli astrofisici di Harvard non la confermano, ma si limitano a dire che, se fosse confermata, allora entro 20 anni potrebbe diventare possibile riconoscere con i telescopi gli speciali 'gusci' che, come oasi nel deserto, diffondono la vita nel cosmo. 

Secondo il modello messo a punto ad Harvard i semi della vita possono viaggiare da un pianeta 'abitabile' all'altro, ossia vagano nell'universo 'posandosi' soltanto sui pianeti che hanno le condizioni ideali perchè possano attecchire e 'mettere radici'. Per esempio, dovrebbero essere pianeti che si trovano alla giusta distanza dalla loro stella per poter avere acqua liquida.

Il ripetersi di questo processo, secondo i ricercatori, può aver generato delle vere e proprie oasi cosmiche che costellano le galassie. ''La vita può diffondersi da una stella all'altra come un'epidemia'', ha osservato un altro degli autori della ricerca, Avi Loeb.


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sábado, 29 de agosto de 2015

Una farfalla cosmica immortalata dal telescopio Hubble

Farfalla cosmica immortalata dal telescopio Hubble (fonte: ESA/Hubble & NASA. Judy Schmidt) Farfalla cosmica immortalata dal telescopio Hubble (fonte: ESA/Hubble & NASA. Judy Schmidt)
Dal litigioso atto finale di una coppia di stelle nasce una splendida 'farfalla' cosmica: è una delle ultime immagini arrivate dal telescopio spaziale Hubble, di Nasa e Agenzia Spaziale Europea (Esa), che svela ciò che avviene all'interno della nebulosa planetaria PNM2-9 creata da una coppia di stelle ormai nella fase conclusiva della loro vita.

Vista dagli occhi di Hubble può sembrare una colorata farfalla ma si tratta in realtà dei getti di gas espulsi da due stelle con masse molto simili a quella del Sole. Dopo aver consumato praticamente tutto il loro 'combustibile', idrogeno che attraverso il meccanismo di fusione viene trasformato in elementi più pesanti, queste due stelle stanno espellendo con violenza gran parte dalla loro massa. Ciò che si vede sono soprattutto gli strati più esterni che al termine del ciclo sono stati espulsi da violente esplosioni generate dal nucleo. Lo spettacolo è reso ancora più artistico dal fatto che si tratta di due stelle, binarie, in rotazione l'una con l'altra. Si ipotizza che a dare questa caratteristica forma sia la presenza di una una nana bianca, più grande dell'altra, capace di 'rubare' gli ultimi materiali alla compagna morente. Misurando la dimensione dei getti e la velocità delle particelle gli astronomi ipotizzano che il 'litigio' tra le due stelle, e la conseguente nascita della 'farfalla', sia avvenuta appena 1200 anni fa.

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Superlua ocorre neste sábado; saiba o que é e como observar

Fenômeno acontece quando lua cheia coincide com perigeu do satélite.

Perigeu é o momento em que a Lua está mais próxima da Terra.

Do G1, em São Paulo
Casal observa a Superlua no Rio Misssouri, nos Estados Unidos (Foto: Charlie Riedel/AP)Casal observa superlua no Rio Misssouri, nos Estados Unidos, no ano passado (Foto: Charlie Riedel/AP)
Na noite deste sábado (29) será possível observar no céu o fenômeno conhecido como "superlua", que acontece quando ocorre uma lua cheia no período entre 24 horas antes ou depois de a lua atingir o perigeu (ponto mais próximo da Terra) de sua órbita. As informações são do astrônomo  Cassio Barbosa, do blog Observatório.
A órbita da Lua é elíptica, por isso a distância até nosso satélite natural varia. A menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.
Este ano haverá três superluas: em agosto, em setembro e em outubro. A primeira superlua, que tem o nome oficial de "lua do perigeu-sizígia", acontecerá neste sábado, dia 29. A Lua atinge sua fase de cheia 20 horas antes do perigeu.
"Toda vez que a Lua fica cheia perto do perigeu, ela parece 14% maior e até 30% mais brilhante. A diferença de tamanho não é tão perceptível, pois quando ela está alta no céu, não há nenhuma estrutura para comparação. Já a diferença de brilho é mais fácil de se notar", explica Cassio Barbosa. "Esse evento é um daqueles que não precisam de instrumento para apreciar, basta ir para um local aberto e olhar para a Lua."

Depois da Lua Azul, a Superlua de agosto

Dia 29, amanhã, começa a temporada de Superluas do ano, mas você sabe o que é uma Superlua?
A órbita da Lua é uma elipse um tanto ovalada, de modo que a menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu). O perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.
A Superlua acontece, tecnicamente, quando ocorre uma Lua Cheia no período entre 24 horas antes ou depois da Lua atingir o perigeu de sua órbita. Isso acontecerá três vezes nesse ano de 2015, em agosto, setembro e outubro.
A primeira Superlua, que tem o nome oficial de Lua do perigeu-sizígia, acontecerá amanhã, dia 29. A Lua atinge sua fase de cheia 20 horas antes do perigeu, o que a faz uma quase ‘Mini-Super’ Lua.
Toda vez que a Lua fica cheia perto do perigeu, ela parece 14% maior e até 30% mais brilhante. A diferença de tamanho não é tão perceptível, pois quando ela está alta no céu, não há nenhuma estrutura para comparação. Já a diferença de brilho é mais fácil de se notar.
Esse evento é um daqueles que não precisam de instrumento para apreciar, basta ir para um local aberto e olhar para a Lua.
Em outubro, dia 26, ocorre a menos interessante das 3 Superluas por que a Lua Cheia ocorre 23 horas depois do perigeu, mas a de setembro será sensacional! A Lua cheia ocorrerá apenas 1 hora após o perigeu e de quebra haverá um eclipse lunar.
O perigeu acontece às 22:47 do dia 27 de setembro, enquanto o ápice do eclipse ocorrerá às 23:47. Será um grande espetáculo, com a Lua avermelhada pelo eclipse, ela vai parecer maior e mais brilhante que o usual. Sobre esse evento falarei mais adiante, mas por ora, vamos “treinando” com a Superlua de sábado.

Crédito: Cássio Barbosa/Arquivo Pessoal

Por Cássio Barbosa
Blog Observatório
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/blog/observatorio/post/depois-da-lua-azul-superlua-de-agosto.html

Quasar mais próximo da Terra tem 2 buracos negros, detectam cientistas

Quasares são núcleos de galáxias brilhantes com massa de milhões de sóis.
Pesquisa foi feita a partir de imagens do telescópio espacial Hubble, da Nasa.

Do G1, em São Paulo
Ilustração mostra o duplo buraco negro observado no centro do quasar mais próximo da Terra, o Markarian 231. (Foto: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI))Ilustração mostra o duplo buraco negro observado no centro do quasar mais próximo da Terra, o Markarian 231. (Foto: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI))
Um astrofísico da Universidade de Oklahoma juntamente com um colega chinês constatou, a partir de imagens do telescópio espacial Hubble, da Nasa, que o quasar mais próximo da Terra tem dois buracos negros. Trata-se do quasar Markarian 231, a 600 milhões de anos-luz.
Quasares são núcleos de galáxias muito brilhantes e distantes da Terra. Possuem massa de milhões de sóis, porém confinada em espaços tão "pequenos" quanto o Sistema Solar. Os especialistas acreditam que cada uma delas possa conter um buraco negro de grandes dimensões em seu centro. Segundo os astrônomos, quasares são os objetos mais luminosos do Universo.
No caso do quasar observado, ele tem dois buracos negros, o que os cientistas descreveram como “propriedades extremas e surpreendentes”. A descoberta sugere que pode ser comum nos quasares a presença de dois buracos negros, que se dividem em órbita como resultado da fusão entre duas galáxias.
Os cientistas analisaram arquivos do Hubble de radiação ultravioleta emitida a partir do centro do Mrk 231. Se o quasar tivesse apenas um buraco negro em seu centro, a camada de gás quente ao seu redor brilharia com os raios ultravioletas. Em vez disso, o brilho ultravioleta da camada de poeira cai abruptamente para o centro.
Os cientistas estimam que o buraco negro central tenha 150 milhões de vezes a massa do nosso Sol, e que o outro tenha 4 milhões de vezes da massa solar. A dupla completa uma órbita em torno do outro a cada 1,2 anos. Eles devem colidir e se fundir dentro de algumas centenas de milhares de anos e formar um quasar com um único buraco negro supermassivo.

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