sexta-feira, 16 de outubro de 2015

'Estrela bizarra' de luz incomum intriga cientistas e alimenta hipótese de vida alienígena

Crédito: NasaImage copyrightNASA
Image captionA 'estrela' tem seu brilho diminuído em intervalos irregulares
Da BBC - Um foco de luz localizado entre as constelações de Lyra and Cygnus tem intrigado os cientistas por parecer uma estrela, mas comportar-se de modo muito diferente desses corpos celestes.
Essa "anomalia" do espaço foi flagrada pela sonda Kepler, da Nasa (agência espacial americana), e identificada por um programa de ciência cidadã que ajuda a filtrar as informações enviadas pelo telescópio.
Os pesquisadores perceberam que a estrela encontrada, chamada KIC 8462852, tem o estranho hábito de diminuir a intensidade do seu brilho em intervalos irregulares.
Para se ter uma ideia de o quanto essa característica é única, entre as outras cerca de 150 mil estrelas avistadas pelo telescópio, esta é a única que se comporta dessa maneira.
Em geral, quando há uma redução temporal da luminosidade produzida, é porque um planeta está passando diante de sua estrela - no que seria uma volta da sua órbita.
Essa característica seria a comprovação de que existiria um planeta ali. A frequência dessas quedas na intensidade do brilho da estrela – que são regulares – corresponderia à duração de sua órbita.
Mas, no caso específico dessa estrela, os intervalos observados foram completamente irregulares, tanto em termos de frequência quanto de intensidade.

Image copyrightNASA
Image captionCientistas descartaram a possibilidade de ser um planeta

Assimetria

Em 2009, por exemplo, foram registradas pequenas quedas na produção de luz. Depois houve outra queda assimétrica que durou uma semana em 2011 e, mais recentemente, uma série de quedas durante três meses em 2013 (algumas delas chegaram a 20%).
Diante de tais características, os cientistas acabaram descartando a possibilidade de a anomalia representar a presença de um novo planeta.
Além disso, a hipótese foi ignorada também porque a intensidade da queda de luz é muito grande: mesmo que fosse um planeta do tamanho de Júpiter (o maior do nosso Sistema Solar), a luz da KIC 8462852 poderia ser reduzida somente em 1%.
Então, como se explica esse fenômeno?

Especulações

Tabetha Boyajian, astrônoma da Universidade de Yale, nos Estados Unidos – instituição que lançou o programa de ciência cidadã Planet Hunters em 2010 -, publicou um estudo recentemente sobre as possíveis causas.
Mas cada uma delas, segundo a cientista, têm um ponto frágil.
"Nós estamos quebrando a cabeça: para cada ideia que surgia sempre havia algum argumento contrário", explicou Boyajian.
A princípio, ela e sua equipe descartaram a possibilidade de a "estrela bizarra" representar uma falha de processamento de dados no telescópio.
Eles também eliminaram a hipótese de ser uma estrela jovem, que está em processo de acumular massa e, por isso, estaria rodeada por uma nuvem de poeira, o que poderia explicar a irregularidade de seu brilho.
O estudo conclui que a explicação mais factível pode estar em um grupo de "exocometas" que se aproximaram da estrela e se romperam por causa da gravidade, deixando enormes quantidades de poeira e gás no processo.
Se os cometas se movimentam em uma órbita que os faz passar na frente do planeta a cada 700 dias aproximadamente, seus fragmentos, que ainda estão se desprendendo no espaço, poderiam explicar a diminuição irregular do brilho percebida pela sonda Kepler.
A única maneira de checar essa teoria seria conseguindo mais informações, mas desde que o telescópio parou de funcionar corretamente, em 2013, ficou mais difícil obter dados.

Extraterrestres?

A hipótese mais surpreendente levantada pelos cientistas é de a "anomalia" encontrada no espaço representar um sina de vida extraterrestre inteligente.
Intrigada com a questão, Boyajian compartilhou os resultados do seu estudo com Jason Wright, cientista da Universidade Penn State e membro de uma organização que investiga exoplanetas e mundos habitáveis.
A opinião dele abre portas a possibilidades mais ousadas.
Image copyrightNASA
Image captionA explicação mais plausível seria a presença de exocometas
Segundo Wright, se nenhuma das razões acima mencionadas é convincente, por que não pensar que o fenômeno poderia ser causado por uma série de megaestruturas equipadas com painéis solares – e que teriam sido construídas por extraterrestres?
"Quando (Boyajian) me mostrou as informações, eu fiquei fascinado, porque parecia algo bizarro", disse ao site The Atlantic. "Alienígenas sempre devem ser a última hipótese a se considerar, mas isso parecia ser algo que uma civilização de extraterrestres poderia construir".
Os cientistas que acreditam na existência de vida inteligente – ou ao menos na possibilidade disso – fora do nosso planeta sustentam que uma civilização alienígena avançada se caracterizaria muito provavelmente por sua capacidade de obter energia de seu sol, e não da exploração de outros recursos do seu próprio planeta.
Boyajian e Wright, porém, advertem que essa hipótese ainda é muito remota e deve ser analisada com cautela - ainda que seja válida e digna de investigação. E para isso, vão apresentar uma proposta para colocar um telescópio na estrela e analisá-la de maneira minuciosa.
Se tudo der certo, as primeiras análises deverão ser feitas em janeiro.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Il nuovo ritratto di Giove

La macchia rossa di Giove si rimpiccolisce e sbiadisce (NASA, ESA, A. Simon, GSFC), M. Wong, UC Berkeley e G. Orton, JPL-Caltech)La macchia rossa di Giove si rimpiccolisce e sbiadisce (NASA, ESA, A. Simon, GSFC), M. Wong, UC Berkeley e G. Orton, JPL-Caltech)
Sorprese da Giove: le immagini inviate dal telescopio spaziale Hubble rivelano un filamento mai visto prima all'interno della gigantesca macchia rossa, che continua a restringersi e a diventare più circolare. E' quanto indica il nuovo 'ritratto' di Giove pubblicato sull'Astrophysical Journal e realizzato dai ricercatori del centro Goddard della Nasa coordinati da Amy Simon.



Il ritratto, che ha ricostruito l’intera rotazione di Giove sul suo asse, ha permesso inoltre di calcolare che, nella zona che corrisponde alla macchia rossa, i venti soffiano alla velocità di soffiano a 150 metri al secondo. Quello ricostruito sulla base delle immagini inviate a Terra da Hubble è il primo della serie dei ritratti annuali dei pianeti esterni del Sistema Solare che vengono aggiornati ogni anno e programmati per osservare venti, nubi, tempeste e atmosfera. Tutti questi dati aiuteranno i ricercatori a ricostruire come questi mondi giganti cambiano nel tempo. 

Le immagini indicano inoltre che il filamento che attraversa la macchia rossa si attorciglia, disturbando i venti e che la macchia con il tempo si sta 'scolorendo' da rossa ad arancione In prossimità dell'Equatore, infine, i ricercatori hanno osservato anche un'insolita onda 'intravista' in passato anche dalla sonda Voyager 2. L'onda si muove verso Nord, in una regione costellata di cicloni e anticicloni.


www.ansa.it

Nasa divulga imagem de 'buraco' no Sol que provocou tempestade solar

Do G1, em São Paulo
Buraco coronal (região mais escura no alto da imagem) é vista no Sol em imagem do dia 10 de outubro, divulgada nesta quarta-feira (Foto: NASA/SDO)Buraco coronal (região mais escura no alto da imagem) é vista no Sol em imagem do dia 10 de outubro, divulgada nesta quarta-feira (Foto: NASA/SDO)
A Nasa divulgou, nesta quarta-feira (14), a imagem de um grande buraco coronal, região mais escura e de baixa densidade no Sol.
A imagem foi obtida neste sábado (10) por um instrumento  do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa. Segundo a agência espacial americana, o fenômeno foi responsável por uma corrente de vento solar de grande velocidade, que levou a uma tempestade solar próxima da Terra e resultou em várias noites de aurora boreal.
Segundo a Nasa, os buracos coronais são regiões da camada mais externa do Sol, chamada corona, onde o campo magnético se estende para o espaço em vez de se conter na superfície do astro. As partículas que se deslocam ao longo desses campos magnéticos podem, então, deixar o Sol em vez de ficarem presas em sua superfície.
Enquanto as partículas que continuam presas na superfície brilham, as regiões em que as partículas escaparam para o espaço ficam bem mais escuras, com a aparência de um buraco.
A aurora boreal é resultado da energia liberada por campos magnéticos solares. Na Terra, essa energia interage com oxigênio e nitrogênio para produzir um show de luzes vermelhas, verdes e roxas.

domingo, 11 de outubro de 2015

Cientistas detectam ondas misteriosas em estrela próxima à Terra

Da BBCImagens do Observatório Europeu do Sul, na Alemanha, revelaram ondulações misteriosas em uma estrela perto da Terra.

Trata-se de uma estrela anã vermelha, chamada AU Microscopii, a 32 anos-luz e visível de nosso planeta.
Cientistas ainda não sabem explicar o fenômeno.
Uma das teses é de que as ondulações sejam fragmentos de planetas que foram arrancados após a explosão de estrelas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Nasa diz que asteroide gigante que se aproxima da Terra não é ameaça


CIÊNCIA E SAÚDE


Asteroide 86666 tem entre 1,2 e 2,6 km de diâmetro.
Corpo celeste passará a 25 milhões de km da Terra neste sábado.

Do G1, em São Paulo
Concepção artística mostra o asteroide GD 61 (Foto: Mark Garlic/Warwick & Cambridge Universities/AFP)Concepção artística de asteroide (Foto: Mark Garlic/Warwick & Cambridge Universities/AFP)
O asteroide gigante 86666 (2000 FL10) terá seu ponto de trajetória mais próximo da Terra neste sábado (10), mas não representa nenhuma ameaça ao nosso planeta, segundo a Nasa.
Com um diâmetro entre 1,2 e 2,6 km, o objeto celeste deve passar a 25 milhões de km da Terra, de acordo com dados do projeto sobre Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. "Representa ameaça zero", disse a agência em post no Twitter.
O projeto faz um trabalho de monitoramento dos objetos espaciais que podem passar perto do nosso planeta.
Este mês, a Nasa e a ESA, a Agência Espacial Europeia, anunciaram detalhes de uma missão conjunta para tentar desviar um asteroide, técnica que salvaria a Terra de um eventual impacto. O plano geral da missão, batizada de Aida (Avaliação de Impacto e Desvio de Asteroide), foi revelado no Congresso Europeu de Ciência Planetária.
A ideia é que as sondas sejam lançadas em 2020 e 2021 e cheguem a seu alvo em 2022. A estimativa de orçamento do projeto ainda não foi anunciada.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Primeira imagem colorida da atmosfera de Plutão revela céu azul

Cor é formada por reflexo da luz do sol em partículas da atmosfera.
Imagem foi feita pela New Horizons em sua passagem pelo planeta anão.

Do G1, em São Paulo
Imagem feita por sonda New Horizons mostra atmosfera azul de Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)Imagem feita por sonda New Horizons mostra atmosfera azul de Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)
A Nasa divulgou, nesta quinta-feira (8), a primeira imagem em cores da atmosfera de Plutão, que revelou que o céu do planeta anão é azul, assim como o da Terra. A descoberta surpreendeu os cientistas. "Quem esperaria um céu azul no Cinturão de Kuiper [região do Sistema Solar onde fica Plutão]? É deslumbrante", disse Alan Stern, pesquisador do projeto New Horizons.
A imagem que revela a atmosfera azul foi feita pela sonda New Horizons durante sua passagem por Plutão e enviada para a Terra na semana passada.
"Essa tonalidade azul impressionante nos fala sobre o tamanho e composição das partículas da atmosfera", disse a cientista Carly Howett, do projeto New Horizons. "Um céu azul geralmente resulta da dispersão da luz solar por partículas muito pequenas. Na Terra, essas partículas são pequenas moléculas de nitrogênio. Em Plutão, elas parecem ser partículas maiores - mais ainda relativamente pequenas - que chamamos de tolinas."   
As novas imagens de Plutão também revelaram, em vários pontos, a existência de gelo de água exposto em Plutão. "Grandes extensões de Plutão não apresentam gelo de água exposto", disse o cientista Jason Cook, "porque ele está aparentemente escondido por outros tipos de gelo, mais voláteis, que estão em grande parte do planeta. Entender por que a água aparece exatamente onde aparece, e não em outros lugares, é um desafio em que estamos começando a trabalhar."

Chuva de meteoros terá pico de atividade na noite de hoje

Chuva de meteoros poderá ser vista na madrugada de hoje (Foto: Reprodução)


Todos os anos nessa mesma época, em meados de outubro, a Terra atravessa uma região um tanto poeirenta do espaço. Trata-se do rastro de minúsculos detritos deixados para trás pelo cometa21P/Giacobini-Zinner, que completa uma volta ao redor do Sol mais ou menos a cada seis anos e meio. Quando nosso planeta cruza com estes pequenos grãos de poeira congelada, eles se incandescem na atmosfera e nós aqui da superfície podemos admirar uma chuva de meteoros, cujo pico de atividade ocorre na noite desta quinta-feira (8).
Ela é chamada de Draconídeas, pois suas estrelas cadentes parecem irradiar pelo céu noturno partindo da constelação de Draco, o Dragão. A má notícia é que esta é uma constelação do hemisfério norte, ou seja - não conseguimos observá-la diretamente daqui do Brasil. Isso com certeza prejudica a observação, mas há também uma boa notícia. A região da constelação terá uma maior concentração de meteoros, por isso é chamada de radiante, mas a verdade é que eles são imprevisíveis. Podem aparecer em qualquer lugar do céu.
www.revistagalileu.globo.com

domingo, 4 de outubro de 2015

Superburaco negro põe em xeque teoria da evolução galática


Ilustração representa superburaco negro: descoberta põe em xeque teoria da evolução galática (Foto: BBC)Ilustração representa superburaco negro: descoberta põe em xeque teoria da evolução galática (Foto: BBC)
Um superburaco negro em uma galáxia descoberta  recentemente está intrigando os astrônomos: ele é 350 milhões de vezes maior que o Sol.
Esse tamanho colossal gera dúvidas sobre as teorias aceitas atualmente para explicar a evolução das galáxias, segundo a Sociedade Astronômica Real.
O buraco negro não se encaixa nas teorias atuais porque tem uma massa muito maior do que a galáxia em que está situado comportaria - de acordo com as teorias aceitas atualmente.
Segundo os astrônomos, o superburaco negro é 30 vezes maior do que se esperaria para a galáxia SAGE0536AGN.
"Galáxias têm uma massa grande, assim como seus buracos negros. Mas este é realmente grande demais - não deveria ser possível que fosse desse tamanho", diz Jacco van Loon, astrofísico da Universidade Keele e autor do estudo.
A galáxia tem cerca de 9 bilhões de anos de idade e fica a 2 bilhões de anos-luz da Terra. Ela foi descoberta recentemente por meio de um telescópio espacial da Nasa.
Como a galáxia foi descoberta sem querer, ainda precisa ser estudada em detalhes, explica a Sociedade Astronômica Real. Isso permitirá concluir se a SAGE0536AGN é um fenômeno excepcional ou uma nova classe de galáxias.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

NASA Confirms Evidence That Liquid Water Flows on Today’s Mars


recurring slope lineae
These dark, narrow, 100 meter-long streaks called recurring slope lineae flowing downhill on Mars are inferred to have been formed by contemporary flowing water. Recently, planetary scientists detected hydrated salts on these slopes at Hale crater, corroborating their original hypothesis that the streaks are indeed formed by liquid water. The blue color seen upslope of the dark streaks are thought not to be related to their formation, but instead are from the presence of the mineral pyroxene. The image is produced by draping an orthorectified (Infrared-Red-Blue/Green(IRB)) false color image (ESP_030570_1440) on a Digital Terrain Model (DTM) of the same site produced by High Resolution Imaging Science Experiment (University of Arizona). Vertical exaggeration is 1.5.
Credits: NASA/JPL/University of Arizona
New findings from NASA's Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) provide the strongest evidence yet that liquid water flows intermittently on present-day Mars.
Using an imaging spectrometer on MRO, researchers detected signatures of hydrated minerals on slopes where mysterious streaks are seen on the Red Planet. These darkish streaks appear to ebb and flow over time. They darken and appear to flow down steep slopes during warm seasons, and then fade in cooler seasons. They appear in several locations on Mars when temperatures are above minus 10 degrees Fahrenheit (minus 23 Celsius), and disappear at colder times.
“Our quest on Mars has been to ‘follow the water,’ in our search for life in the universe, and now we have convincing science that validates what we’ve long suspected,” said John Grunsfeld, astronaut and associate administrator of NASA’s Science Mission Directorate in Washington. “This is a significant development, as it appears to confirm that water -- albeit briny -- is flowing today on the surface of Mars.”
These downhill flows, known as recurring slope lineae (RSL), often have been described as possibly related to liquid water. The new findings of hydrated salts on the slopes point to what that relationship may be to these dark features. The hydrated salts would lower the freezing point of a liquid brine, just as salt on roads here on Earth causes ice and snow to melt more rapidly. Scientists say it’s likely a shallow subsurface flow, with enough water wicking to the surface to explain the darkening.
Garni crater on Mars
Dark narrow streaks called recurring slope lineae emanating out of the walls of Garni crater on Mars. The dark streaks here are up to few hundred meters in length. They are hypothesized to be formed by flow of briny liquid water on Mars. The image is produced by draping an orthorectified (RED) image (ESP_031059_1685) on a Digital Terrain Model (DTM) of the same site produced by High Resolution Imaging Science Experiment (University of Arizona). Vertical exaggeration is 1.5.
Credits: NASA/JPL/University of Arizona
"We found the hydrated salts only when the seasonal features were widest, which suggests that either the dark streaks themselves or a process that forms them is the source of the hydration. In either case, the detection of hydrated salts on these slopes means that water plays a vital role in the formation of these streaks," said Lujendra Ojha of the Georgia Institute of Technology (Georgia Tech) in Atlanta, lead author of a report on these findings published Sept. 28 by Nature Geoscience.
Ojha first noticed these puzzling features as a University of Arizona undergraduate student in 2010, using images from the MRO's High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE). HiRISE observations now have documented RSL at dozens of sites on Mars. The new study pairs HiRISE observations with mineral mapping by MRO’s Compact Reconnaissance Imaging Spectrometer for Mars (CRISM).
The spectrometer observations show signatures of hydrated salts at multiple RSL locations, but only when the dark features were relatively wide. When the researchers looked at the same locations and RSL weren't as extensive, they detected no hydrated salt.  
Ojha and his co-authors interpret the spectral signatures as caused by hydrated minerals called perchlorates. The hydrated salts most consistent with the chemical signatures are likely a mixture of magnesium perchlorate, magnesium chlorate and sodium perchlorate. Some perchlorates have been shown to keep liquids from freezing even when conditions are as cold as minus 94 degrees Fahrenheit (minus 70 Celsius). On Earth, naturally produced perchlorates are concentrated in deserts, and some types of perchlorates can be used as rocket propellant.
Perchlorates have previously been seen on Mars. NASA's Phoenix lander and Curiosity rover both found them in the planet's soil, and some scientists believe that the Viking missions in the 1970s measured signatures of these salts. However, this study of RSL detected perchlorates, now in hydrated form, in different areas than those explored by the landers. This also is the first time perchlorates have been identified from orbit.
MRO has been examining Mars since 2006 with its six science instruments.
"The ability of MRO to observe for multiple Mars years with a payload able to see the fine detail of these features has enabled findings such as these: first identifying the puzzling seasonal streaks and now making a big step towards explaining what they are," said Rich Zurek, MRO project scientist at NASA's Jet Propulsion Laboratory (JPL) in Pasadena, California.
For Ojha, the new findings are more proof that the mysterious lines he first saw darkening Martian slopes five years ago are, indeed, present-day water.
"When most people talk about water on Mars, they're usually talking about ancient water or frozen water," he said. "Now we know there’s more to the story. This is the first spectral detection that unambiguously supports our liquid water-formation hypotheses for RSL."
The discovery is the latest of many breakthroughs by NASA’s Mars missions.
“It took multiple spacecraft over several years to solve this mystery, and now we know there is liquid water on the surface of this cold, desert planet,” said Michael Meyer, lead scientist for NASA’s Mars Exploration Program at the agency’s headquarters in Washington. “It seems that the more we study Mars, the more we learn how life could be supported and where there are resources to support life in the future.” 
http://www.nasa.gov



NASA to Announce Mars Mystery Solved


Mars true color globe showing Terra Meridiani
Mars true-color globe showing Terra Meridiani.
Credits: NASA/Greg Shirah
(Nature Geoscience has Embargoed Details until 11 a.m. EDT Sept. 28)
NASA will detail a major science finding from the agency’s ongoing exploration of Mars during a news briefing at 11:30 a.m. EDT on Monday, Sept. 28 at the James Webb Auditorium at NASA Headquarters in Washington. The event will be broadcast live on NASA Television and the agency's website.
News conference participants will be: 
·         Jim Green, director of planetary science at NASA Headquarters
·         Michael Meyer, lead scientist for the Mars Exploration Program at NASA Headquarters
·         Lujendra Ojha of the Georgia Institute of Technology in Atlanta
·         Mary Beth Wilhelm of NASA’s Ames Research Center in Moffett Field, California and the Georgia Institute of Technology
·         Alfred McEwen, principal investigator for the High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) at the University of Arizona in Tucson
A brief question-and-answer session will take place during the event with reporters on site and by phone. Members of the public also can ask questions during the briefing using #AskNASA.
To participate in the briefing by phone, reporters must email their name, media affiliation and telephone number to Steve Cole at stephen.e.cole@nasa.govby 9 a.m. EDT on Monday.
For NASA TV downlink information, schedules and to view the news briefing, visit:

As melhores fotos do Eclipse Lunar Total de 27 de setembro de 2015

http://www.galeriadometeorito.com/2015/09/as-melhores-fotos-do-eclipse-lunar-de-27-de-setembro-de-2015.html
28/09/15 O Eclipse Lunar Total + a Super Lua de 27 de setembro de 2015 foi realmente inesquecível!


http://www.galeriadometeorito.com

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...