quinta-feira, 30 de março de 2017

Nasa apresenta relógio atômico para melhorar navegação no espaço



EFE.com  -  A agência espacial americana, Nasa, apresentou um novo relógio atômico com o qual espera melhorar e simplificar a navegação pelo espaço.
Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, a Nasa revelou o Deep Space Atomic Clock, uma nova geração de relógios atômicos desenvolvida no Laboratório de Propulsão a Jato da agência na cidade de Pasadena, na Califórnia.
A Nasa informou que em fevereiro integrou este novo instrumento no satélite Surrey Orbital Test Bed, que será lançado no final deste ano.
"A precisão (ao medir o tempo) exerce um papel crítico na navegação especial e será especialmente importante para as futuras missões no espaço sideral", detalhou a nota oficial.
A agência explicou que a maioria dos dispositivos de exploração espacial utiliza um método de rastreamento de duplo sentido pelo qual uma antena na Terra emite um sinal e, posteriormente, após receber o retorno da nave, calcula a distância e determina se a nave deve variar ou manter o rumo.
Este novo relógio atômico permitirá que os dados sejam processados diretamente na nave, por isso não será mais necessário o sinal de retorno até a Terra.

Via Láctea estava cheia de poeira e gás em suas origens, afirmam cientistas

EFE.com



A Via Láctea era em suas origens uma massa poeirenta, com altos índices de formação de estrelas e com densas camadas estendidas de gás, segundo as observações feitas de outras formações similares a nossa galáxia quando o Universo estava em suas primeiras fases.
Graças à alta sensibilidade do telescópio Atacama Large Millimeter Array (ALMA), situado no deserto do Atacama, no Chile, os astrônomos observaram duas galáxias similares à Via Láctea quando o Universo tinha apenas 8% de sua idade atual, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira pela revista "Science".
Essas galáxias em espiral que são como um dia foi a Via Láctea, estão rodeadas de "super-halos" (grandes anéis) de hidrogênio que se estendem por centenas de milhares de anos luz além de seus discos poeirentos e repletos de estrelas.
Durante décadas, para observar as galáxias distantes os astrônomos buscaram a forma característica em que seus gases absorvem a luz brilhante dos quasares que se situam em um segundo plano das formações estelares.
A luz desses quasares distantes, ao passar pelas galáxias que encontra em seu caminho em direção ao planeta Terra pode registrar a "assinatura espectral", um tipo de radiação do gás de uma galáxia, mas que é muito difícil de detectar.
"Imagine um pequeno vaga-lume junto a um projetor de alta potência. É isso com que os astrônomos se deparam quando querem observar essas versões juvenis de nossa galáxia", afirmou o autor principal de estudo, Marcel Neeleman, da Universidade da Califórnia (EUA).
As tentativas de observar diretamente a luz dessas galáxias distantes foram, em sua maioria, infrutíferas. Mas, agora, um grupo de astrônomos conseguiu ver suas emissões, o que oferece a oportunidade "de saber coisas sobre os primeiros tempos da história de nossa galáxia e de outras similares a ela", acrescentou Neeleman.
No entanto, o resultado não foi o esperado. Os astrônomos acreditavam que veriam frágeis emissões acima do quasar, mas, na realidade, observaram "fortes e brilhantes emissões de carbono procedentes das galáxias e muito afastadas dos quasares situados em segundo plano", explicou o professor de Astronomia da mesma universidade, Xavier Prochaska.
Os dados procedentes do ALMA também revelam que as duas galáxias estão cerca de 12 bilhões de anos luz da Terra e formam estrelas a uma velocidade "moderadamente alta".
Além disso, os especialistas resolveram uma questão que já os intrigava há uma década sobre a formação das galáxias, pois agora sabem que algumas galáxias em seus estágios mais incipientes tinham halos que estavam muito mais estendidos do que se acreditava e que podem consistir de material utilizado para o crescimento da galáxia".

Marte, selezionati due siti per la discesa del rover ExoMars 2020

Ansa.it


Redazione ANSA  
Selezionati due siti su Marte per l'atterraggio del rover della missione ExoMars 2020, destinato a cercare tracce di vita nel sottosuolo. Si chiamano Oxia Planum e Mawrth Vallis ed hanno entrambi sia i requisiti per rendere 'facile' la discesa del rover, sia le tracce della presenza di abbondanti quantità di acqua nel passato. Il 'ballottaggio' è previsto nel 2019.

I due possibili siti sono stati selezionati al termine di una due giorni di incontri tra esponenti della comunità scientifica, dell'industria e i responsabili della missione, nata dalla cooperazione tra l'Agenzia Spaziale Europea (Esa) e l'agenzia russa Roscosmos. Sia Oxia Planum e Mawrth Vallis si trovano nell'emisfero Nord del pianeta rosso e garantiscono entrambi una vasta area sufficientemente 'pulita', priva di grandi rocce o altri ostacoli che potrebbero mettere a repentaglio le ultimissime fasi della discesa, e sono in zone sufficientemente basse da permettere di sfruttare il più possibile la debole atmosfera marziana per rallentare la discesa con i paracadute. 

Dato che l'obiettivo principale della missione è quello ci cercare possibili tracce di vita, perforando il terreno fino a due metri di profondità grazie a una trivella italiana, i siti sono stati scelti anche sulla base delle loro caratteristiche geologiche. Entrambi presentano i segni di un'abbondante presenza di acqua nel passato: Oxia Planum è ricco di materiali argillosi che risalirebbero a 3,9 miliardi di anni fa, mentre il terreno di Mawrth Vallis mostra le 'striature' tipiche di antiche sorgenti idrotermali, ambienti molto simili a quelli che potrebbero aver 'cullato' la vita sulla Terra all'incirca 4 miliardi di anni fa. 

Il lancio di questa ambiziosa missione è previsto nel 2020 con un fondamentale contributo italiano, con l'Agenzia Spaziale Italiana (Asi) e l'industria, in particolare con Thales Alenia Space (Thales-Leonardo) e Leonardo, che ha anche realizzato il trapano destinato a perforare il suolo marziano.

Nuove stelle nascono dal 'vento' dei buchi neri

Ansa.it


Redazione ANSA ROMA 
Nel colossale 'vento' che si sprigiona all'interno di un buco nero possono nascere nuove stelle. La scoperta, pubblicata sulla rivista Nature, si deve al gruppo di ricerca europeo coordinato dall'università britannica di Cambridge. I ricercatori si sono basati sulle immagini del Very Large Telescope (Vlt) dell'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso).
Una collisione tra due galassie
Coordinati dall'italiano Roberto Maiolino, dell'Università di Cambridge, i ricercatori hanno studiato la collisione tra due galassie, chiamate IRAS F23128-5919, che si trovano a circa 600 milioni di anni luce dalla Terra, e i venti colossali che si sono liberati dal buco nero supermassiccio nel cuore della coppia. Hanno così trovato la prima prova evidente che nuove stelle stanno nascendo all'interno di questi getti.

Le baby stelle
I buchi neri supermassicci si annidano all'interno della maggior parte delle galassie mentre divorano materia, contemporaneamente riscaldano il gas circostante e lo espellono per mezzo di venti densi e potenti. "I nostri risultati sono esaltanti perché dimostrano in modo inequivocabile che le stelle vengono create all'interno di questi flussi di materia", ha commentato Maiolino.

Verso nuovi scenari nella nell'evoluzione delle galassie 
I ricercatori hanno studiato il flusso di materia e il gas che circonda le giovani stelle e hanno osservato che la loro radiazione fa risplendere il gas circostante in modo particolare. L'estrema sensibilità del Vtl ha permesso di eliminare ogni altra causa di questa luce. "Se la formazione stellare avviene veramente nella maggior parte dei flussi galattici, come alcune teorie prevedono, fornirebbe uno scenario completamente nuovo alla nostra comprensione dell'evoluzione delle galassie,  conclude Maiolino.

terça-feira, 28 de março de 2017

Chuva de meteoros Liríadas 22 de abril de 2017




No início do Outono no hemisfério sul começa a Temporada das Grandes Chuvas de Meteoros no Brasil.

A chuva de Meteoros Lirídeos ou Lirídas (006 LYR) está associada ao cometa C/1861 G1 (Thatcher) e é visível anualmente entre os dias 16 a 25 de abril.

A atividade é máxima no ano de 2017 é no dia 22 de abril (Feriadão de Tiradentes) quando poderão ser observados até 18 meteoros por hora com a constelação de Lira no zênite (em cima de sua cabeça). 

Seu Radiante (de onde irão surgir os meteoros) se encontra próximo da estrela Vega (Alpha Lyrae), a estrela mais brilhante da constelação da Lira que está visível ao norte no início da madrugada de outono.

A constelação de Lira é melhor observada nas regiões norte e nordeste, mas é visível em todo o Brasil, sempre de madrugada nesta época do ano.

No dia do Pico, 22 de abril, a Lua estará em Fase Minguante e com luz cinérea, iluminada somente 22%, interferindo pouco na observação dos Lirídeos em 2017.

O meteoros Lirídeos entram na atmosfera da Terra a 49 km/s ou 176.400 km/h.

O mais antigo registro de observações dessa Chuva de Meteoros remonta ao ano 687 a.C. e há ainda um registro dos astrônomos chineses de que no ano 15 a.C. essa chuva de meteoros Lirídeos foi particularmente notável. Esta é uma chuva que pode ter surpresas na taxa horária, podendo chegar a 90 meteoros/hora em 2017, conforme informações do IMO.

Em 1835, a Chuva de Meteoros Lirídeos foi reconhecida cientificamente e ela está associada ao cometa C/1861 G1 (Thatcher).

Na mesma época da Chuva Lirídeos (006 LYR) acontece a Chuva de Meteoros Pi-Pupideos (137 PPU) e estaremos no início da atividade da Chuva de Meteoros Eta-Aquarídeos (031 ETA), uma das mais famosas chuva de meteoros.

A chuva de meteoros Pi-Pupídeos, por vezes é referido apenas como Pupídeos ou Pupidas e a janela de observação está entre os dias 15 a 28 de Abril, com o pico no dia 23 de abril de 2017 (Domingo, no final do Feriadão de Tiradentes).

Seu radiante está localizado próximo da estrela π (pi) Puppis na constelação da Popa e a chuva está associada ao cometa 26P/Grigg-Skjellerup, resultando em meteoros lentos, entrando na atmosfera a 18 km/s ou 64.800 km/h.

A atividade da chuva Pi-Pupídeos somente foi detectada em 1972.

Neste ano de 2017, a previsão é variável, podendo a chegar a até 40 meteoros/hora e a Lua não irá interferir na observação.

A constelação da Popa, onde está o radiante da chuva de meteoros Pi-Pupídeos é fácil de localizar pois está entre as brilhantes estrelas Sirius (Alpha Canis Majoris) e Canopus (Alpha Carinae), as duas estrelas mais brilhantes do céu noturno, visíveis a sudoeste no início da noite nesta época do ano.

A Chuva de meteoros Pi-Pupideos pode ser observada no início da noite até o início da madrugada a sudoeste (SO), neste momento começam a ser observados os Meteoros das Liríadas, ao norte.

Talvez você observe algum meteoro da Chuva de Meteoros Eta-Aquarídeos (031 ETA), relacionada com o famoso Cometa Halley.

A Eta-Aquarídeos está ativa do dia 19 de abril ao dia 28 de maio, com o pico no dia 6 de maio.

A constelação de Aquário, de onde surgem os meteoros do cometa Halley surge a leste no nordeste/norte do Brasil no início da madrugada e é visível até o final da madrugada, sendo o melhor horário de observação 2 horas antes do nascer do Sol.

Todo o Brasil pode observar esta chuva, mas o nordeste e o norte do Brasil são os melhores locais de observação, com constelação de Aquário mais alta no céu.

A Chuva de meteoros Liríadas é observada durante a madrugada.

No mês de Abril, é comemorado o GAM (Global Astronomy Month) ou Mês Global da Astronomia, com diversas atividades de observação em todo o mundo !

Fique atento as informações dos Grupos e Clubes de Astronomia de sua cidade e região.

O Feriado de Tiradentes de 2017 no Brasil será Meteorítico !

E o ano de 2017 promete ser Excelente para a observação das Chuvas de Meteoros !



Agora é Curtir as Chuvas de Meteoros de 2017 !



Mais informações:
https://www.facebook.com/OQueVerNoCeuAstronomia/photos/a.331943486984502.1073741828.331852660326918/703071966538317/?type=3&theater


Boas observações dos Meteoros.

Un telescopio grande quanto la Terra per fotografare un buco nero

Da Ansa.it - Al nastro di partenza una delle più grandi imprese astronomiche di tutti i tempi: osservare e fotografare per la prima volta dalla Terra corpi celesti 'irraggiungibili' come i buchi neri. Il progetto, descritto sul sito di Nature, si chiama Event Horizon Telescope (Eht) e punta a unire le forze di otto dei più grandi radiotelescopi del mondo per creare un radiotelescopio delle dimensioni della Terra. 

Le prime osservazioni sono previste in aprile, ma l'elaborazione dei dati richiederà tempo, al punto che la prima foto è attesa nel 2018. Diretto da Sheperd Doeleman, dell'università americana di Harvard, il progetto mira a fotografare sia il buco nero al centro della Via Lattea, che ha una massa pari a 4 milioni di volte quella del Sole, sia il buco nero al centro della galassia M87, che ha una massa di circa 6 miliardi quella del Sole. 

Della rete dei radiotelescopi coinvolti fanno parte Alma (Cile), Iram (Spagna) e il South Pole Telescope (Antartide) e tutti punteranno le antenne contemporaneamente verso lo stesso obiettivo per osservare la materia che ruota intorno al buco nero prima che oltrepassi l'orizzonte degli eventi, ossia il 'punto di non ritorno' oltre il quale la gravità è così forte che nulla di ciò che lo attraversa può fuggire. 

I risultati delle osservazioni permetteranno anche di sottoporre a uno dei test più rigorosi la teoria della relatività di Einstein e di scoprire come nascono i getti ad altissima energia emessi dai buchi neri. Gli obiettivi sono ambiziosi quanto sarà complesso, per gli otto radiotelescopi, riuscire a catturare le immagini contemporaneamente. Uno dei vincoli è che ognuno dovrà avere cieli cristallini e di conseguenza la rete potrà funzionare solo per due settimane l'anno.

L'atmosfera del Sole è 'irrequieta' come quella della Terra

Da Ansa.it - L'atmosfera del Sole è irrequieta come quella terrestre: al suo interno sono infatti riconoscibili delle enormi 'onde' che si propagano in maniera simile a quelle che condizionano il meteo sul nostro Pianeta. La scoperta è pubblicata su Nature Astronomy dal Centro statunitese per gli studi atmosferici (Ncar) con il supporto della Nasa, e in futuro potrà aiutare a prevedere la formazione di macchie ed eruzioni solari, così come le tempeste magnetiche che spesso colpiscono la Terra interferendo con satelliti, comunicazioni e reti elettriche. 

Le onde magnetiche nell'atmosfera del Sole, simili alle cosiddette 'onde di Rossby' che condizionano il meteo sulla Terra, sono state individuate grazie all'azione congiunta di tre strumenti della Nasa, ovvero l'osservatorio solare Sdo (Solar Dynamics Observatory) e le due sonde gemelle della missione Stereo (Solar TErrestrial RElations Observatory). 

I dati raccolti tra il 2011 e il 2014 (cioè fino a quando si è persa una delle sonde Stereo) hanno permesso per la prima volta di avere una visione completa del Sole a 360 gradi, facilitando l'individuazione delle onde. ''La scoperta - spiegano gli esperti - potrebbe rivelarsi molto utile per la previsione delle tempeste solari, il 'motore' del meteo spaziale che condiziona anche la Terra. Il 'cattivo tempo' nello spazio può infatti interferire con i satelliti, i sistemi di comunicazione e navigazione, così come può causare balckout elettrici, determinando importanti costi socio-economici che si stimano pari a circa 10 miliardi di dollari all'anno''. Per capire come le onde dell'atmosfera solare influiscano su scala locale ''dobbiamo ancora ampliare la visuale'', precisano i ricercatori. ''Avremmo bisogno di una costellazione di veicoli spaziali che ruoti intorno al Sole per monitorare l'evoluzione del suo campo magnetico globale''.

Planet Again? Pluto, Most Moons Count Under Proposed Definition

By 

The geophysical definition of a planet categorizes the worlds of the solar system by their composition. Rather than remembering the individual planets, students would learn about the types.

Credit: Kirby Runyon, et al.


The geophysical definition of a planet categorizes the worlds of the solar system by their composition. Rather than remembering the individual planets, students would learn about the types.

Credit: Kirby Runyon, et al.

THE WOODLANDS, Texas — There's new hope for people who still believe that Pluto is a planet more than a decade after the International Astronomical Union (IAU) reclassified the object as a dwarf planet. 
A group of planetary scientists is making the case that the definition for a planet should rely more on what an object is than where it is. Pluto's demotion came largely because the world fails to clear its orbit of other large objects (most notably, Neptune). But the proposed geophysical definition focuses on the physical properties of a body rather than the characteristics of its orbit, and would also include objects such as the dwarf planet Ceres and Jupiter's moon Europa.
"The [current] IAU definition [of a planet] is primarily concerned with gravitational perturbations and orbits," Kirby Runyon, a planetary scientist graduate student at Johns Hopkins University told Space.com. "Those aren't what planetary scientists study." [Destination Pluto: NASA's New Horizons Mission in Pictures]

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Solar eclipse


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segunda-feira, 27 de março de 2017

Lua de Júpiter vira aposta de cientistas na busca por vida extraterrestre no Sistema Solar





Checking in on Bleriot

What appears as a pair of bright dashes at the center of this image is one of the features rings scientists have dubbed "propellers." This particular propeller, named Bleriot, marks the presence of a body that is much larger than the particles that surround it, yet too small to clear out a complete gap in the rings (like Pan and Daphnis) and become a moon in its own right. Although the moonlet at the core of the propeller is itself too small to see, the disturbances in the rings caused by its gravity betray its presence.
Cassini scientists have been tracking propeller features like this one for years in order to learn how their orbits change over time. From this, they hope to gain insight into how forming planets migrate in the disks in which they form.
For more on Bleriot, see PIA12792.
This view looks toward the sunlit side of the rings from about 59 degrees above the ring plane. The image was taken in visible light with the Cassini spacecraft narrow-angle camera on Jan. 9, 2017.
The view was acquired at a distance of approximately 223,000 miles (359,000 kilometers) from Saturn and at a Sun-Saturn-spacecraft, or phase, angle of 73 degrees. Image scale is 1.2 miles (2 kilometers) per pixel.
The Cassini mission is a cooperative project of NASA, ESA (the European Space Agency) and the Italian Space Agency. The Jet Propulsion Laboratory, a division of the California Institute of Technology in Pasadena, manages the mission for NASA's Science Mission Directorate, Washington. The Cassini orbiter and its two onboard cameras were designed, developed and assembled at JPL. The imaging operations center is based at the Space Science Institute in Boulder, Colorado.
For more information about the Cassini-Huygens mission visit  http://saturn.jpl.nasa.gov and http://www.nasa.gov/cassini . The Cassini imaging team homepage is at http://ciclops.org .
Credit: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute
Last Updated: March 27, 2017
Editor: Martin Perez

A supermassive black hole inside a tiny galaxy is challenging scientists' ideas about what happens when two galaxies become one.

This optical image shows the Was 49 system, which consists of a large disk galaxy, Was 49a, merging with a much smaller "dwarf" galaxy Was 49b.
Credits: DCT/NRL
A supermassive black hole inside a tiny galaxy is challenging scientists' ideas about what happens when two galaxies become one.
Was 49 is the name of a system consisting of a large disk galaxy, referred to as Was 49a, merging with a much smaller "dwarf" galaxy called Was 49b. The dwarf galaxy rotates within the larger galaxy's disk, about 26,000 light-years from its center. Thanks to NASA's Nuclear Spectroscopic Telescope Array (NuSTAR) mission, scientists have discovered that the dwarf galaxy is so luminous in high-energy X-rays, it must host a supermassive black hole much larger and more powerful than expected.
"This is a completely unique system and runs contrary to what we understand of galaxy mergers," said Nathan Secrest, lead author of the study and postdoctoral fellow at the U.S. Naval Research Laboratory in Washington.
Data from NuSTAR and the Sloan Digital Sky Survey suggest that the mass of the dwarf galaxy's black hole is huge, compared to similarly sized galaxies, at more than 2 percent of the galaxy's own mass.
"We didn't think that dwarf galaxies hosted supermassive black holes this big," Secrest said. "This black hole could be hundreds of times more massive than what we would expect for a galaxy of this size, depending on how the galaxy evolved in relation to other galaxies.”
The dwarf galaxy's black hole is the engine of an active galactic nucleus (AGN), a cosmic phenomenon in which extremely high-energy radiation bursts forth as a black hole devours gas and dust. This particular AGN appears to be covered by a donut-shaped structure made of gas and dust. NASA's Chandra and Swift missions were used to further characterize the X-ray emission.
Normally, when two galaxies start to merge, the larger galaxy's central black hole becomes active, voraciously gobbling gas and dust, and spewing out high-energy X-rays as matter gets converted into energy. That is because, as galaxies approach each other, their gravitational interactions create a torque that funnels gas into the larger galaxy's central black hole. But in this case, the smaller galaxy hosts a more luminous AGN with a more active supermassive black hole, and the larger galaxy's central black hole is relatively quiet.
An optical image of the Was 49 system, compiled using observations from the Discovery Channel Telescope in Happy Jack, Arizona, uses the same color filters as the Sloan Digital Sky Survey. Since Was 49 is so far away, these colors are optimized to separate highly-ionized gas emission, such as the pink-colored region around the feeding supermassive black hole, from normal starlight, shown in green. This allowed astronomers to more accurately determine the size of the dwarf galaxy that hosts the supermassive black hole.
The pink-colored emission stands out in a new image because of the intense ionizing radiation emanating from the powerful AGN. Buried within this region of intense ionization is a faint collection of stars, believed to be part of the galaxy surrounding the enormous black hole. These striking features lie on the outskirts of the much larger spiral galaxy Was 49a, which appears greenish in the image due to the distance to the galaxy and the optical filters used. 
Scientists are still trying to figure out why the supermassive black hole of dwarf galaxy Was 49b is so big. It may have already been large before the merger began, or it may have grown during the very early phase of the merger. 
"This study is important because it may give new insight into how supermassive black holes form and grow in such systems," Secrest said. “By examining systems like this, we may find clues as to how our own galaxy’s supermassive black hole formed.”
In several hundred million years, the black holes of the large and small galaxies will merge into one enormous beast. 
NuSTAR is a Small Explorer mission led by Caltech and managed by JPL for NASA's Science Mission Directorate in Washington. NuSTAR was developed in partnership with the Danish Technical University and the Italian Space Agency (ASI). The spacecraft was built by Orbital Sciences Corp., Dulles, Virginia. NuSTAR's mission operations center is at UC Berkeley, and the official data archive is at NASA's High Energy Astrophysics Science Archive Research Center. ASI provides the mission's ground station and a mirror archive. JPL is managed by Caltech for NASA.
For more information on NuSTAR, visit:
Elizabeth Landau
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
818-354-6425
elizabeth.landau@jpl.nasa.gov
2017-088

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