segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Astronomia.com - Newsletter 25 gennaio 2008

Caro appassionato/a,
come ogni settimana astronomia.com Ti informa sulle ultime pubblicazioni:

Rotta di collisione (25 gennaio) - di Claudio Elidoro
Nel volgere di un poche decine di milioni di anni una gigantesca nube di idrogeno è destinata a collidere con la nostra Galassia dando il via a un periodo di intensa formazione stellare.
News completa: http://www.astronomia.com/2008/01/25/rotta-di-collisione/

I pianeti gassosi giganti: Saturno (23 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
Siamo arrivati al pianeta forse più noto dopo la Terra, grazie all'aspetto caratteristico conferito dagli anelli: Saturno.
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/23/i-pianeti-gassosi-giganti-saturno/

Touch the Invisible Sky: l'esplorazione braille del cosmo (22 gennaio) - di Francesca Diodati
Le immagini che provengono dai telescopi NASA sono gioielli del programma spaziale, una delizia per la vista. Ma come puoi osservarli se non puoi vedere? La risposta si trova tra le pagine del nuovo libro della NASA scritto in Braille, Touch the Invisible Sky.
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/22/touch-the-invisible-sky-esplorazione-braille-del-cosmo/

I pianeti gassosi giganti: Giove (21 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
Continuando l'esplorazione dei pianeti esterni arriviamo ai pianeti gassosi giganti, il primo dei quali è Giove. Scopriamo alcune caratteristiche e curiosità su questo famoso pianeta.
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/21/i-pianeti-gassosi-giganti-giove/

Appuntamento alla prossima settimana!
Lo staff di Astronomia.com

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Astrônomo monitora mistério em Júpiter com a ajuda de amador brasileiro




Espanhol tenta descobrir origem dos jatos de gases que circundam a atmosfera do planeta.Para isso, conta com astrônomos amadores, como o brasileiro Fábio Carvalho.

Por Marília Juste Do G1, em São Paulo

Imagem revela detalhe das tempestades no jato mais veloz de Júpiter (Foto: Divulgação)





Com a ajuda de um grupo de astrônomos amadores, inclusive um brasileiro, um pesquisador espanhol conseguiu descrever um dos fenômenos mais intrigantes e raros de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. Agustín Sánchez, da Universidade do País Basco, conseguiu captar distúrbios em um dos jatos que dominam a atmosfera do planeta.Esses “jatos” são vistos como faixas coloridas no planeta. Correspondem aqui na Terra às correntes de ar que se movimentam por nossa atmosfera. Em Júpiter, no entanto, essas correntes não são apenas absurdamente maiores, mas surpreendem por serem bastante estáveis. Se aqui na Terra elas mudam de velocidade e direção a todo momento, por lá, elas permanecem circundando as mesmas latitudes. Medições feitas em 2000 pela sonda Cassini, por exemplo, encontraram apenas pequenas diferenças entre os dados obtidos pela Voyager em 1979. O astrônomo espanhol se tornou parte do esforço mundial de aumento das observações astronômicas de Júpiter e, com o Hubble, pegou, por acaso, um distúrbio na forma de duas grandes tempestades no mais rápido jato do planeta.

Com a ajuda de astrônomos amadores atuando ao lado do Hubble, Sánchez monitorou o desenvolvimento das tempestades e seu impacto na circulação do jato. Com as imagens, e seus cálculos, o grupo do espanhol concluiu que, mesmo com os distúrbios, o jato permaneceu forte. E mais: sua velocidade deve aumentar conforme a profundidade na atmosfera. Os resultados são mais um indício de que há uma fonte de calor no interior de Júpiter e são importantes não apenas para a ciência espacial, mas também para entender um pouco mais aqui da Terra. “Jatos são onipresentes nas atmosferas planetárias. Conhecer o mecanismo físico que os opera nos permite também compreender melhor a meteorologia terrestre”, explicou Sánchez ao G1. O pesquisador se concentra agora, ao lado de outros, a descobrir a origem desses jatos. “Essa é a pergunta de um milhão de dólares”, diz ele. “Eles podem se formar da energia solar depositada no topo da atmosfera (como na Terra) ou por uma fonte interna de calor. Descobrimos que os jatos são profundos e provavelmente uma fonte interna tem um papel significativo”, afirma.

O brasileiro Fábio Carvalho, astrônomo amador do Centro de Estudos do Universo, em Brotas (SP), contribuiu para o trabalho do espanhol. Diariamente, ele faz imagens de Júpiter, que passou a Sánchez para análise. A parceria é um bom negócio para os dois lados. “É uma coisa que começou como um hobby, mas que tem trazido muitos frutos”, afirmou Carvalho, que faz faculdade de Física e pretende seguir profissionalmente nos estudos do espaço. De seu lado, Sánchez afirma a importância da parceria com os amadores. “Para a astronomia planetária, eles são essenciais, porque cobrem os buracos de observação deixados pelos grandes telescópios. Eles complementam muito bem as observações”, explica. O trabalho conjunto foi apresentado na revista científica britânica “Nature” desta semana.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A ASTRONOMIA BRASILEIRA ESTÁ DE LUTO - Mais uma Estrela no Céu




Mais uma vez Urânia abre os braços para receber mais um de seus diletos filhos. A comunidade astronômica brasileira perdeu no último dia 17 de janeiro,2008,cerca das 18h00,em Fortaleza,Ce,aos 87 anos uma de suas figuras mais expressivas : Rubens de Azevedo , geógrafo,astrônomo,escritor,jornalista,artista plástico e poeta.





Nasceu em Fortaleza,Ce,no dia 30 de outubro de 1921,filho do pintor e poeta Otacílio de Azevedo. Ainda na infância e adolescência,um amigo costumava-lhe emprestar a coleção “Tesouros da Juventude” e a partir dele Rubens correu atrás de saber o que havia além das estrelas. Mais tarde,como ele dizia,por uma questão de pobreza,pois sua luneta era pouco potente,passou a observar e estudar a Lua.Foi o primeiro passo para reunir interessados e fundar em 1947,na casa do seu pai,em Fortaleza,a primeira associação criada no Brasil, a ‘Sociedade Brasileira dos Amigos da Astronomia’,SBAA. No teto de sua casa construiu o Observatório Popular Flammarion onde realizou notáveis desenhos do cometa 1948 L. Em 1949 conheceu aquela que seria sua esposa e fiel companheira em todos os momentos,Jandira Carvalho de Azevedo,escritora,jornalista e poetisa. A ‘parceria’ Rubens e Jandira foi decisiva nas obras de ambos. Residiram em São Paulo,capital,Natal,RN,João Pessoa,Pb e voltaram a Fortaleza. Não tiveram filhos. Na capital paulista fundou a ‘Sociedade Brasileira de Selenografia’ e participava do circulo estreito de amadores que freqüentava o Observatório do Capricórnio,fundado por Jean Nicolini (1922-1991) em 1948. Foi uma época extremamente fértil para Rubens. É desta época os livros ‘Selene,a Lua ao Alcance de Todos’ (1959) e ‘Lua,Degrau para o Infinito’ (1962).Residindo em Natal,RN,junto a Associação Norte-Riograndense de Astronomia,ANRA,foi juntamente com o Dr. Antonio Soares Filho,a mola mestra para a realização do IV Congresso da Liga Latino Americana de Astronomia. O brilhantismo e os meios colocados à disposição pelo Governador do Estado,W.Gurgel foi de tal envergadura que nunca mais se viu coisa parecida no País. Em 1969 em João Pessoa,Pb, face a sua notória e reconhecida experiência,por indicação do Dr. Ronaldo R.F.Mourão do Observatório Nacional,CNPq-MCT, foi indicado para fazer parte da equipe inicial de cinco astrônomos que iria colaborar com observações no projeto Apollo da NASA-JPL,denominado ‘Lunar International Observers Network’,Rêde Internacional de Observadores da Lua. Do programa de observação constavam os chamados TLP’s, ‘Lunar Transiente Phenomena’, Fenômenos Transitórios Lunares. Posteriormente várias instituições viram-se ligadas ao programa dos TLPs,após extensiva orientação. Durante o programa,Rubens realizou uma importante constatação de aumento de brilho incomum na cratera Aristarco. A presença de Rubens em João Pessoa propiciou a construção do Observatório da Fundação Padre Ibiapina,fator decisivo para mais tarde o CEDATE-MEC doar um Planetário Carl Zeiss ‘Spacemaster’ para esta capital. De volta a terra natal,juntamente com o prof. Demerval Carneiro Neto,amigo e companheiro,incentivou a ciência do céu a tal ponto de sensibilizar dois importantes colégios,Cristhus e Sete de Setembro, a promoverem cursos regulares de astronomia e erigirem excelentes observatórios em suas unidades. Não somente a SBAA como também a UBA, União Brasileira de Astronomia, experimentou um grande progresso sob a atuação de Rubens de Azevedo. Devido a seus artigos,persistência, contatos feitos com o prefeito de Fortaleza, o Governador do Estado e no meio científico e cultural,é inaugurado no dia 26 de fevereiro de 1997 no ‘Instituto Cultural Dragão do Mar’ na Paia de Iracema,o ‘Planetário Rubens de Azevedo’ com um projetor Carl Zeiss modelo ZKP-3 no valor de 1,2 milhões de dólares. O nome dado por proposição do prof. Demerval a uma pessoa ainda viva,fato incomum,é um eloqüente atestado do conceito e admiração não só do cearense mas de toda a comunidade astronômica nacional a uma gigante da ciência do céu em nosso País. Em 1962 escreveu ‘Na Era da Astronáutica’,em 1969 ‘No Mundo da Estelândia’,em 1985 ‘O Cometa Halley’,em 1988 ‘A Bandeira Nacional’,em 1989 ‘O Homem descobre o Mundo’ e em 1996 ‘Memórias de um Caçador de Estrelas’ (autobiografia) Ilustre no meio científico,Rubens fez pela astronomia brasileira muito mais que poucos imaginam. Quando se trata de nosso satélite natural,seu nome está indelevelmente ligado na bibliografia astronômica. Seu nome consta do ‘Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica’ 2ª edição da Editora Nova Fronteira de Ronaldo R.F.Mourão por sinal,um de seus admiradores.





De temperamento alegre e jovial os que conviveram com ele guardam para sempre momentos inesquecíveis. Desde o falecimento da esposa,’O Maior Amor’ como intitulou em um dos capítulos de sua autobiografia,sua saúde começou a declinar sensivelmente. Nesta hora que sentimo-nos duramente atingidos por tão grande perda,reconforta-nos saber que ele agora está ao lado de D. Jandira passeando entre os astros do universo que ele tanto amou. Numa homenagem ao ilustre amigo e colega, o roll-off do Observatório Astronômico de Piracicaba,SP, passará doravante a denominar-se “Pavilhão de Observações Rubens de Azevedo”.



Nelson Travnik – astrônomo dos observatórios municipais de Americana e Piracicaba,SP.


Permitida a reprodução desse texto para todos os órgãos de comunicação,observatórios,planetários ,clubes e associações de astronomia do País e exterior.



posted by Lucimary Vargas

domingo, 13 de janeiro de 2008

AURORAS


Sylvain Serre

Image taken: Jan. 8, 2008

Location: Salluit, Nunavik, Quebec, Canada

Details: These auroras were very bright in the ice, the snow, the mountains...

Photo details: Canon EOS 30D, 1600 ISO, 15 sec., f4.0




©2008, SpaceWeather.com


sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Sonda Messenger

El 9 de enero de 2.008 a las 11:04 GMT, la sonda Messenger adquirió una de sus primeras imágenes de Mercurio a una distancia de 2,7 millones de kilómetros del planeta. La imagen fue adquirida con la Narrow Angle Camera, una de las cámaras del instrumento MDIS y la de más alta resolución.

Mercurio tiene unos 4.880 kilómetros de diámetro y esta imagen tiene una resolución de unos 70 kilómetros por pixel. La nave Messenger se está aproximando rápidamente a Mercurio y lo sobrevolará a unos 200 kilómetros de la superficie a las 19:04:39 GMT del próximo 14 de enero de 2.008.

Durante este encuentro cercano la sonda Messenger obtendrá grandes cantidades de datos científicos sobre el planeta incluyendo mediciones del campo magnético, observaciones de la delgada atmósfera e imágenes del hemisferio de Mercurio que jamás ha sido fotografiado por ninguna nave. En total la sonda obtendrá más de 1.200 fotografías.

Primera imagen de la cámara NAC. IR A LA GALERÍA


Un sitio de gran interés será la Cuenca Caloris, una estructura de impacto de unos 1.300 kilómetros de diámetro y una de las mayores cuencas de impacto de todo el Sistema Solar.


"Caloris es enorme, de más de un cuarto del diámetro de Mercurio, con anillos de montañas en su interior de tres kilómetros de altura", dice el Dr. Louis M. Prockter, científico de MDIS.


"Mariner 10 vio un poco menos de la mitad de Caloris. Durante este sobrevuelo veremos la otra parte de Caloris. Estas cuencas de impacto actúan como gigantes y naturales taladros, colocando material del interior en la superficie y propagándolo por el cráter. Mirando con los diferentes filtros podremos comprender la composición de la cuenca Caloris y aprenderemos sobre el subsuelo.


"Los instrumentos de Messenger proporcionarán las primeras mediciones de la composición química y mineralógica de la superficie de Mercurio.



Los espectrómetros visible-infrarrojo cercano y el ultravioleta-visible medirán el espectro de reflectancia de la superficie para revelar las especies minerales.



Los espectrómetros de rayos gamma, rayos X y neutrones medirán la composición elemental. Durante el sobrevuelo se harán mediciones Doppler para proporcionar el primer vistazo a la estructura del campo de gravedad de Mercurio desde Mariner 10.



Los componentes de longitudes de onda larga del campo de gravedad guardan información clave de la estructura interna del planeta, sobretodo del tamaño del núcleo de Mercurio.



El encuentro proporciona una oportunidad para examinar el ambiente de Mercurio de una forma que no es posible desde la órbita debido a los límites operacionales.



El sobrevuelo permitirá mediciones a baja altura del campo magnético cerca del ecuador del planeta. Estas observaciones complementarán las mediciones que serán obtenidas durante la posterior fase orbital.



El sobrevuelo es una oportunidad para comenzar a obtener datos de la exosfera con observaciones ultravioletas y documentar la población de partículas energéticas y plasma en la magnetosfera.



Además la trayectoria del sobrevuelo permite mediciones de las características de las partículas y el plasma de la magneto-cola de Mercurio, algo que no será posible desde la órbita.



Messenger es tan sólo la segunda nave que visitará el planeta Mercurio.

La primera fue Mariner 10 en 1.974. Los datos del primer encuentro de Messenger con Mercurio ayudarán a comprender preguntas clave científicas sobre este poco conocido planeta.



La misión Messenger tiene dos encuentros adicionales con Mercurio en octubre de 2.008 y septiembre de 2.009. Los tres encuentros con Mercurio proporcionarán la asistencia gravitatoria necesaria para permitir a Messenger ser la primera sonda en orbitar Mercurio en marzo de 2.011.





· Noticia original Galería Messenger

· Noticia original Status Messenger 10 enero

· Datos de la rueda de prensa (Multimedia Page y Press Release)





posted by Lucimary Vargas

Se descarto el impacto en Marte


Como se esperaba, científicos de la Oficina de Objetos Cercanos a la Tierra del JPL han refinado la trayectoria estimada para el asteroide 2007 WD5 y han descartado cualquier posibilidad de un impacto en Marte el 30 de enero.
Se puede apreciar como la incertidumbre ya descarta el impacto

El último recorrido de la trayectoria del asteroide fue hecho posible añadiendo a los datos obtenidos con anterioridad algunos nuevos datos de una nueva ronda de observaciones realizadas por tres observatorios en las tardes del 5 al 8 de enero. Basado en los últimos análisis, el riesgo para que el asteroide impacte en Marte el 30 de enero es del 0,0%. Las últimas observaciones proceden del Centro Astronómico Hispano-Alemán en Calar Alto de España, el Multi-Mirror Telescope de Arizona y el Telescopio de la Universidad de Hawaii en Mauna Kea.


Disminución de la probabilidad con el paso de los días

El día 8, con las observaciones de Calar Alto quedó claro que el asteroide no iba a impactar, y que realizaría un sobrevuelo a unos 30.000 kilómetros de la superficie y las incertidumbres habían bajado en un factor de tres. La probabilidad ese día había caído hasta el 2,5%.El día 9 y tras los nuevos datos de numerosos observatorios la probabilidad había caído hasta el 0,01% (1 entre 10.000).

Imagen del observatorio de Hawaii


Los mejores cálculos ahora indican que el asteroide pasará a 26.000 kilómetros del centro del planeta (unos 7 radios de Marte desde la superficie), sobre las 12:00 UTC del 30 de enero. Hay un 99,7% de confianza en que el paso no será más cercano que a 4.000 kilómetros de la superficie.

· Noticia original JPL

Post by Lucimary Vargas

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Los Planetas esta semana


MERCURIO

Visible durante el crepúsculo vespertino, hacia el Oeste, en Capricornus (Capricornio).Magnitud visual: -7,97.



VENUS

Visible hacia el final de la noche y durante el crepúsculo matutino, hacia el Este, en Ophiuchus (el Serpentario).Magnitud visual: -4,05.




MARTE

Visible casi toda la noche, hacia el Noreste, en Taurus (el Toro).Magnitud visual: -1,32.



JÚPITER

Visible durante el crepúsculo matutino, hacia el Este, en Sagittarius (el Arquero).Magnitud visual: -1,84.



SATURNO

Visible en la segunda mitad de la noche, hacia el Este, en Leo (el León). Magnitud visual: 0,49.

URANO
Visible en la primera mitad de la noche, hacia el Noroeste, en Aquarius (Acuario).Magnitud visual: 5,89.



NEPTUNO

Visible durante el crepúsculo vespertino, hacia el Oeste, en Capricornus (Capricornio).Magnitud visual: 7,97.
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Fonte: Boletín Mensajero de los Astros

Eventos en el Cielo - Efemérides

Explicación de las efemérides

Semana del 7 al 13 de enero de 2008


* Lunes 7 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.472,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -0.5° ; Bo = -3.6°; Lo = 242.1°.

Júpiter 4,3° al Norte de la Luna, a las 11 TU.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 105,1°.

El asteroide 17640 Mount Stromlo en máxima aproximación a la Tierra (1,217 UA).


* Martes 8 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.473,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -1.0° ; Bo = -3.7°; Lo = 228.9°.

Luna Nueva, a las 11:38 TU.Meridiano central de Marte para 0 TU: 96,3°.

El asteroide 1877 Marsden en máxima aproximación a la Tierra (3,811 UA).


* Miércoles 9 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.474,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -1.5° ; Bo = -3.9°; Lo = 215.8°.

Mercurio 0,3° al Norte de la Luna, a las 16 TU.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 87,4°.

El asteroide 434 Hungaria en máxima aproximación a la Tierra (1,218 UA).


* Jueves 10 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.475,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -2.0° ; Bo = -4.0°; Lo = 202.6°.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 78,5°.

El asteroide 15 Eunomia en oposición (mag. 8,2).

El asteroide 2005 WJ56 en paso cercano a la Tierra (0,028 UA).

El asteroide 7225 Huntress en máxima aproximación a la Tierra (0,884 UA).


* Viernes 11 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.476,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -2.5° ; Bo = -4.1°; Lo = 189.4°.

Neptuno 0,4° al Norte de la Luna, a las 2 TU.Meridiano central de Marte para 0 TU: 69,6°.

El cometa C/2006 S5 (Hill) en máxima aproximación a la Tierra (1,673 UA).


* Sábado 12 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.477,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -2.9° ; Bo = -4.2°; Lo = 176.3°.

Urano 2,3° al Sur de la Luna, a las 24 TU.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 60,8°.

El asteroide 2001 FZ57 en paso cercano a Mercurio (0,037 UA).


* Domingo 13 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.478,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -3.4° ; Bo = -4.3°; Lo = 163.1°.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 51,9°.

El cometa 108P/Ciffreo en máxima aproximación a la Tierra (1,484 UA).

El cometa P/2007 C2 (Catalina) en máxima aproximación a la Tierra (2,881 UA).

El asteroide 2007 XA23 en paso cercano a la Tierra (0,100 UA).

Fonte:Boletín Mensajero de los Astros

Astronomia.com - Newsletter 10 gennaio 2008


Caro appassionato/a, come ogni settimana Astronomia.com ti invia le ultime pubblicazioni:



Una pulsar, due pulsar (9 gennaio) - di Gabriella Bernardi
Non capita tutti i giorni di ascoltare direttamente la voce di un astronomo che ha aperto un nuovo campo d’indagine, ma alle volte accade: Jocelyn Bell Burnell, la scopritrice delle pulsar o stelle a neutroniArticolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/09/una-pulsar-due-pulsar/



Se ET ci osservasse... (8 gennaio) - di Claudio Elidoro
Cinque ricercatori si chiedono se un ipotetico osservatore alieno possa riuscire a identificare la Terra come pianeta ospitale per la vita.News completa: http://www.astronomia.com/2008/01/08/se-et-ci-osservasse/



I pianeti interni: Mercurio e Venere (7 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
Iniziamo il nostro viaggio dal Sole verso i primi pianeti: vediamo come si presentano alla vista i cosiddetti pianeti interni del Sistema Solare, Mercurio e Venere.Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/07/i-pianeti-interni-mercurio-e-venere/



Osservato un pianeta in fasce (6 gennaio) - di Stefano Simoni
Il pianeta, che orbita all’interno del disco di polveri e gas da cui ha avuto origine, si è fornato in meno di dieci milioni di anniNews completa: http://www.astronomia.com/2008/01/06/osservato-un-pianeta-in-fasce/



Una strana esplosione (3 gennaio) - di Claudio Elidoro
Scoperto un lampo gamma di lunga durata che sembra provenire da un luogo posto a migliaia di anni luce di distanza dalla galassia più vicina.News completa: http://www.astronomia.com/2008/01/03/una-strana-esplosione/



Quattro passi all'interno del Sistema Solare (2 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
In questo articolo iniziamo a parlare del Sistema Solare, non solamente dal punto di vista rigorosamente scientifico, bensì cercando di sottolineare alcune situazioni e fornire spunti sui quali si potrà parlare in seguito.Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/02/quattro-passi-allinterno-del-sistema-solare/



Un asteroide minaccia di colpire Marte (31 dicembre 2007) - di Francesca Diodati
Gli astronomi NASA stanno monitorando un asteroide che potrebbe colpire Marte il 30 gennaio prossimo. Sulla base dei dati ricavati finora il masso spaziale ha una possibilità su 75 di impattare il pianeta rosso e generare un cratere largo quasi un chilometro.Articolo completo: http://www.astronomia.com/2007/12/31/un-asteroide-minaccia-di-colpire-marte/



Appuntamento alla prossima settimana!
Lo staff di astronomia.com



post by Lucimary Vargas

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Brasileira descobre "orfanato" de estrelas

Bolhas azuis encontradas em região vazia entre duas galáxias que quase colidiram são aglomerados de astros mais jovens.

Formações reveladas pelo telescópio Hubble podem ser origem da "poluição" de elementos mais pesados espalhados pelo Universo.

DA REPORTAGEM LOCAL

Uma astrônoma brasileira da Nasa anunciou ontem ter encontrado um conjunto de estrelas "órfãs", nascidas fora de grandes galáxias. Duilia de Mello, cientista do Centro Goddard de Vôos Espaciais, da agência americana, descobriu esses pequenos aglomerados de estrelas jovens na forma de bolhas azuis no espaço sideral.
O "orfanato" estelar foi identificado pela brasileira ao cruzar imagens do satélite Galex, que capta luz ultravioleta, e do Observatório Nacional de Radioastronomia dos EUA, que "enxerga" ondas de rádio.
"Eu tinha visto as bolhas azuis com o Galex, mas com as imagens de rádio vi que havia mais alguma coisa ali", disse Mello. A região era uma nuvem de hidrogênio, local onde normalmente se formariam estrelas. Mas era rarefeita demais para ser um berçário viável.Astrônomos russos já tinham olhado para aquela área do espaço na década de 1980, mas com um telescópio menos potente. "Na época, apareciam umas duas ou três estrelas, mas com o [telescópio] Hubble nós pudemos ver que são 2.000", disse Mello.
A descoberta foi anunciada no encontro anual da AAS (Sociedade Astronômica Americana), no Texas.O Hubble foi crucial para a descoberta de Mello, detalhada em estudo a ser publicado na revista "The Astronomical Journal". Só com as imagens do telescópio espacial foi possível descobrir as idades das estrelas vistas.
Como elas são "jovens" com menos de 30 milhões de anos (daí sua coloração azul), só podem ter sido produzidas ali, e não importadas de galáxias próximas.Ao lado das imagens da descoberta, os cientistas também apresentaram uma proposta de explicação para o fato de o grupo de estrelas ter nascido "no meio do nada". Normalmente, a formação estelar ocorre em zonas de alta densidade de gases, e tais regiões só existem dentro das galáxias. As bolhas azuis encontradas por Mello não estão em uma região como essa, mas vivem uma condição especial. Elas estão no meio de duas galáxias próximas, que se deslocam e interagem entre si por meio da força da gravidade, dando origem a fenômenos inusitados.
Alguns astrônomos acreditam que as duas galáxias (e mais uma galáxia-anã) passaram "de raspão" uma perto da outra há cerca de 200 milhões de anos, num evento em que umas "roubaram" algumas estrelas da borda das outras.
A quase-colisão também criou uma zona de turbulência na área de gás rarefeito, possibilitando então que algumas estrelas nascessem em região menos densa. Na fronteira turbulenta, a matéria conseguia se agregar com mais facilidade.
Segundo Mello, a existência de estrelas desse tipo pode explicar por que o Universo está "poluído" com nuvens de elementos mais pesados que hidrogênio e hélio (e que fornecem a matéria-prima para a formação de planetas).Esses elementos são produzidos nos núcleos de estrelas velhas e expelidos quando elas morrem. A morte de estrelas dentro de galáxias, porém, não deixa sujeira espalhada, pois ela é contida pela gravidade galáctica. (RAFAEL GARCIA)
Fonte: Folha de São Paulo
Colaboração: Izabel Macedo
Post: Lucimary Vargas

Céu do Mês de Janeiro - Visão Geral - Zênite

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Céu do Mês de Janeiro - Vista do Horizonte OESTE

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