segunda-feira, 11 de maio de 2009

Equipe de veteranos está pronta para reparar o Hubble a bordo do Atlantis


A nave na plataforma de lançamento na Flórida (Foto: France Presse)



Da esq. para a dir.: Megan McArthur, Michael Good, Gregory C. Johnson, o comandante Scott Altman, John Grunsfeld, Mike Massimino e Andrew Feustel (Foto: Nasa)

Os astronautas responsáveis por uma missão de reparos e upgrade de 11 dias no Telescópio Espacial Hubble já estão prontos para subir a bordo do ônibus espacial Atlantis. A nave deve decolar nesta segunda-feira (11), por volta da 15h, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A missão será comandada pelo astronauta veterano Scott Altman, ao lado do piloto, o capitão aposentado da Marinha americana Gregory C. Johnson.
G1




Google vai lançar programa que identifica estrelas no celular

O site de buscas de internet Google vai lançar uma aplicação que permite que os usuários de telefone celular identifiquem planetas e galáxias.

Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.

O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.

A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.

Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.

"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.

"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."

O Google já oferece aos usuários mapas do espaço através do Google Sky. A data para o lançamento de Star Droid ainda não foi anunciada.
BBC

domingo, 10 de maio de 2009

2012, allarme Nasa "Black out sulla Terra"


Lo scenario apocalittico dell'agenzia spaziale Usa: una tempesta solare spegnerà i circuiti elettrici e bloccherà satelliti e telefoninidi

ALESSIO BALBI

Milioni di persone senza elettricità nel 2012, cibo e medicine che vanno a male nei frigo spenti, telefoni e satelliti fuori uso. Uno scenario da "day after" che potrebbe essere derubricato alla voce "catastrofismo", se non fosse che l'allarme viene dalla Nasa e dalla National Academy of Sciences. E nella parte del cattivo che mette a repentaglio la civiltà, una volta tanto, non ci sono le attività umane, l'inquinamento o il riscaldamento globale. Il nemico a sorpresa è il Sole, artefice della vita sulla Terra, che con un colpo di tosse potrebbe mettere ko le infrastrutture sulle quali l'Occidente prospera. Da dicembre, l'attività del Sole sta lentamente aumentando. La nostra stella varia il suo campo magnetico ogni 11 anni e a un certo punto si raggiunge un picco di fenomeni (eruzioni solari e getti di massa coronale) dai quali si sprigionano grandi quantità di energia e di radiazioni. Tali getti possono raggiungere la Terra dando luogo a tempeste geomagnetiche. L'atmosfera ci protegge, gli effetti diretti delle tempeste solari sulla salute sono trascurabili, ma il loro impatto sulle strutture socio-economiche potrebbe essere disastroso. Gli astronomi osservano questi fenomeni dal 1859 quando una tempesta geomagnetica di proporzioni straordinarie, oltre a rendere possibile l'osservazione di aurore come quelle polari in Italia e a Cuba, fece incendiare alcuni cavi del telegrafo in Europa e negli Stati Uniti. A maggio del 1921, un'altra tempesta provocò una serie di cortocircuiti, mettendo fuori uso le linee elettriche e quelle telefoniche sulle due sponde dell'Atlantico. Ma cosa accadrebbe se eventi del genere si verificassero oggi che un'intera civiltà è stata fondata sull'elettricità e le telecomunicazioni?

La risposta degli esperti è tutt'altro che confortante: "L'energia elettrica è la chiave di volta tecnologica della società moderna, dalla quale dipendono tutte le altre infrastrutture e gli altri servizi", si legge in un rapporto di 132 pagine commissionato dalla Nasa alla National Academy of Sciences. "Se la tempesta del 1859 avvenisse oggi, assisteremmo a un'enorme devastazione sociale ed economica". Nel 1989, sei milioni di persone in Quebec sono rimaste senza energia per nove ore a causa di una tempesta geomagnetica dieci volte meno potente di quella del 1921. Secondo John Kappenmann, coautore del rapporto, se un evento come quello del '21 si ripetesse, le persone senza elettricità sarebbero stavolta 130 milioni. Una riedizione della tempesta del 1859, che fu ancor più potente, farebbe danni per duemila miliardi di dollari. Ciò che spaventa particolarmente nelle tempeste geomagnetiche è la loro imprevedibilità. Si sa che questo ciclo solare raggiungerà il prossimo picco tra il 2012 e il 2013, ma nella comunità scientifica non c'è accordo su quanto sarà intensa l'attivita della nostra stella in quel periodo. Spiega lo scienziato Doug Biesecker, della Noaa: "Basta un solo evento per creare enormi problemi: la grande tempesta del 1859 avvenne durante un ciclo particolarmente mite". Proprio come quello che sta per iniziare.

10 maggio 2009- La Repubblica

terça-feira, 5 de maio de 2009

'Rios de estrelas' ajudam a tornar galáxias homogêneas, dizem astrônomos


A galáxia espiral NGC 2841 (Foto: Nasa)


Astros 'bebês' fluem de berçários quentes para regiões mais calmas.Dados vêm de observação de área a 46 milhões de anos-luz daqui.

Da France Presse

A imagem abaixo, feita pelo Telescópio Espacial Spitzer e divulgada pela Nasa, está ajudando os cientistas a decifrar porque as galáxias são tão homogêneas, com estrelas espalhadas de forma mais ou menos regular por toda a sua extensão. Analisando a galáxia espiral NGC 2841, que está a 46 milhões de anos-luz da Terra, os pesquisadores descobriram que "rios" de estrelas jovens tendem a se dispersar a partir de seus berçários estelares quentes e densos, formando distribuições suaves de amplas de estrelas mais maduras.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Telescópios espaciais europeus estudarão origens do Universo

A Agência Espacial Europeia prepara para as próximas semanas o lançamento de dois novos telescópios orbitais. Chamam-se Herschel e Planck e vão ser lançados na Guiana Francesa para se colocarem em órbita a um milhao e meio de quilómetros da Terra. O Herschel é maior telescópio espacial de sempre e vai vasculhar locais com temperaturas muito baixas. Já o Planck tem por missão detectar a radiação cósmica de fundo, isto é, as eventuais matérias remanescentes do Big-Bang.


Euronews.pt

Medir e prever as tormentas solares

Os observatórios espaciais Stereo, da Nasa, mediram, pela primeira vez, com apreciável precisão, a velocidade, trajectória e a forma tridimensional de uma tormenta solar. São medições que permitem prever os seus efeitos, na Terra. As tempestades geo-magnéticas podem lançar quantidades bilionárias de plasma no espaço que depois se propagam, em forma de nuvens.

“Nós fomos capazes de obter, pela primeira vez, uma estrutra tri-dimensional de uma tormenta solar e podemos acompanhar as tormentas solares, nas suas trajectórias do Sol à Terra”, diz um cientista.

Estas ejecções de massa coronal são constituídas por biliões de toneladas de gás magnético em forma de nuvens que explodem e se deslocam a grande velocidade. Quando chocam com o nosso planeta, as hipóteses mais benévolas constituem-se nas auroras boreais. Mas estas explosões podem produzir também raios cósmicos perigrosos, para as naves espaciais, os astronautas e a tecnologia da Terra, incluindo apagões ou avarias nos satélites. Um aviso, deixado por um dos cientistas da Nasa:

“Por exemplo, há linhas aéreas que voam sobre os polos. E hoje, dependemos dos telemóveis e do GPS. Estas tormentas eléctricas do Sol podem causar todo o ripo de consequências eléctrónicas. Com o observatório Stereo, vamos perceber melhor e prevenir o que possa acontecer na Terra”.

Com estas imagens tridimensionais, os astrofísicos solares podem examinar as ejecções das tormentas electricas, a sua estrura e a sua massa. Os dados recolhidos ajudarão a prevêr os efeitos das tormentas, na magnosfera.

Euronews.pt

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sonda revela segredos da superfície vulcânica de Mercúrio


Imagem de Mercúrio em cor natural, obtida pela sonda Messenger (Foto: Nasa)

O segundo sobrevoo da sonda Messenger, da Nasa, sobre Mercúrio se mostrou revelador para os cientistas. Uma série de resultados sobre essa fase da missão, ocorrida em outubro de 2008, acabam de ser divulgados numa série de artigos no periódico científico americano "Science".

Um dos estudos revela detalhes da interação do campo magnético do pequenino planeta Mercúrio -- o menor do Sistema Solar -- com o campo magnético solar. Como ele é o planeta mais próximo do Sol, essa dinâmica é bastante intensa.



Imagem colorizada artificialmente realça detalhes de Mercúrio (Foto: Nasa)

Outros dois estudos revelam detalhes sobre a superfície de Mercúrio -- planeta que só recebeu visita de uma outra sonda antes, a americana Mariner 10, nos anos 1970. Segundo os resultados obtidos pela equipe da Nasa, a superfície do astro é majoritariamente constituída por material vulcânico -- erupções violentas e constantes que devem ter ocorrido durante longos períodos de tempo. A Messenger deve fazer mais um sobrevoo de Mercúrio, antes de entrar definitivamente numa órbita ao redor do planeta, quando os cientistas terão acesso a uma quantidade de dados muito maior para decifrar os mistérios do astro.

Salvador Nogueira
Do G1, em São Paulo

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Raios Gama



Concepção artística mostra a emissão de raios gama logo após uma explosão ocorrida cerca de 13 bilhões de anos


Folha on line

terça-feira, 28 de abril de 2009

Astrônomos detectam 'gêmeo gordo' da Terra fora do Sistema Solar


Concepção artística mostra o planeta rochoso (à esquerda) em seu sistema estelar (Foto: AP/ESO)


Planeta tem menos de duas vezes o tamanho do nosso, diz pesquisa.Objeto foi detectado a cerca de 20 anos-luz daqui.

Da Associated Press

Pesquisadores ligados à Organização Europeia para Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul anunciaram nesta terça (21) a descoberta do menor exoplaneta (ou seja, um planeta que fica fora do Sistema Solar) já encontrado. Apelidado pelo astrônomo suíço Michel Mayor e seus colegas de "Planeta e", o objeto é um gêmeo mais gordo da Terra, com pouco menos de duas vezes a massa de nosso planeta e provável composição rochosa. O objeto está na constelação de Libra, no sistema estelar Gliese 581, a 20,5 anos-luz daqui. No entanto, as chances de ele abrigar vida são baixas, porque ele está muito perto de sua estrela e, por isso, deve ser quente demais.

Planetas 'caem' dentro de sóis e desaparecem, diz estudo


O planeta Gliese 581 E é o mais leve fora do sistema solar

Da BBC

Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que alguns planetas descobertos fora do nosso sistema solar "caem" dentro de seus próprios sóis e desaparecem. Segundo o astrônomo Rory Barnes, da Universidade de Washington, trata-se da primeira prova de um fenômeno já previsto por modelos computacionais no ano passado, que mostravam que a força da gravidade é capaz de "puxar" um planeta para dentro de seu sol. "Quando examinamos as propriedades de planetas extra-solares, podemos ver que esse fenômeno já ocorreu com alguns deles", afirmou Barnes. Os modelos computacionais apontam a localização dos planetas em um determinado sistema solar, mas a observação direta mostrou que, em alguns desses sistemas, os planetas que deveriam estar mais próximos de seu sol não existem mais.

Segundo os cientistas, a proximidade entre esses astros faz com que um "puxe" o outro com uma força gravitacional cada vez mais intensa, que causa uma deformação na superfície do sol, provocando ondas na sua superfície gasosa. "As ondas distorcem a forma dessas estrelas, e quanto maior essa distorção, mais rapidamente as ondas 'puxam' o planeta para dentro", explicou Brian Jackson, do Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, e chefe da equipe de pesquisadores.

Massas gasosas
A maioria dos planetas descobertos fora do nosso sistema solar são gigantes massas gasosas, como Júpiter, mas ainda maiores que este planeta.Entretanto, no início deste ano, astrônomos detectaram um planeta extra-solar mais parecido com a Terra do que qualquer outro encontrado até o momento.

Batizado de CoRoT-7 B, o astro tem uma órbita a cerca de 2,4 milhões de quilômetros de seu sol - uma distância menor do que Mercúrio está do nosso Sol. Com isso, o planeta estaria em vias de ser 'absorvido'. "A destruição deste planeta é lenta, mas inevitável", decretou Jackson."As órbitas desses planetas mudam em uma ordem de dezenas de milhões de anos. Em um certo momento, o planeta fica tão perto de seu sol que, começa a ser desmantelado por ele", disse o cientista."Ou o planeta é destruído antes de atingir a superfície do sol, ou, no processo de destruição, sua órbita acaba entrando em intersecção com a atmosfera desse sol e o calor dele faz o planeta desaparecer."

Os cientistas esperam que o estudo, a ser publicado no Astrophysical Journal, facilite a compreensão de como as estrelas destroem planetas e como esse processo afeta as órbitas planetárias.

Astrônomos detectam objeto mais distante já visto no Universo


Imagem do mais distante disparo de raios gama já detectado (Foto: Nasa)

Astrônomos de diversos países descobriram o objeto mais distante do universo, depois que um satélite em órbita detectou uma explosão de raios gama que teria ocorrido há 13 bilhões de anos. "Trata-se da explosão de raios gama mais remota já detectada, e é também o objeto mais distante já descoberto", assegurou Nial Tanvir, que liderou a equipe que faz as observações no Very Large Telescope (VLT), no norte do Chile, parte do ESO (Observatório Europeu do Sul).Na quinta-feira passada, o satélite Swift, da Nasa, detectou uma explosão de raios gama de dez segundos de duração na constelação de Leão. Rapidamente um grupo de telescópios localizados em diferentes partes do planeta, acompanhou a explosão até que seus efeitos desaparecessem.

As explosões de raios gama são invisíveis aos humanos, mas após liberarem uma intensa explosão de radiação muito energética, são detectáveis durante poucas horas na luz visível e mediante raios infravermelhos próximos. Através das observações infravermelhas realizadas durante as 17 horas seguintes à explosão pelo VLT, foi possível estabelecer a maior distância já observada em um objeto cósmico. Como a luz se movimenta a uma velocidade finita, olhar mais longe no universo significa retroceder no tempo, por isso que a explosão ocorreu quando o universo tinha cerca de 600 milhões de anos. "Agora podemos ter certeza de que explosões ainda mais remotas serão descobertas no futuro, o que abrirá uma janela no estudo das primeiras estrelas", afirmou Tanvir.

EFE

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mancha de 12,9 bi de anos no Universo intriga cientistas


Objeto antigo se formou 'pouco depois' do Big Bang (Foto: M. Ouchi/Divulgação)


Astrônomos estão estudando uma imagem de um dos objetos mais antigos do Universo e mais distantes já observados a partir da Terra - a 12,9 bilhões de anos luz. Cientistas acreditam que a "Himiko", nome dado à mancha de radiações do tipo Lyman-alfa cuja descoberta foi anunciada nesta semana, teria se formado 800 milhões de anos após o Universo, que segundo a teoria do Big Bang surgiu há 13,7 bilhões de anos.

A imagem de "Himiko" ainda tem resolução muito baixa, o que impede que os astrônomos a estudem melhor. Cientistas acreditam que a mancha de radiação, que é até dez vezes maiores do que objetos semelhantes observados a essa distância, pode ser uma espécie de "precursora" das galáxias.

O estudo sobre Himiko será publicado na revista científica "Astrophysical Journal". Os cientistas ainda não têm informações suficientes sobre Himiko, mas eles acreditam que a mancha de radiação tem potencial para contribuir para - ou até desafiar - as teorias atuais que explicam a formação das galáxias.

Rainha lendária
Os modelos atuais de cosmologia afirmam que entre 200 milhões e um bilhão de anos atrás, as primeiras estrelas colossais formaram-se emitindo radiação que retirou elétrons dos elementos luminosos e transformou o Universo em uma espécie de "sopa" de partículas carregadas.

Depois deste "período de ionização", a matéria começou a se agregar no espaço. Objetos grandes - como galáxias - demoraram muito tempo para se formar, lentamente agregando pedaços menores de matéria. Quando os pesquisadores do instituto americano Carnegie Institution for Science começaram a estudar 207 galáxias distantes com o telescópio Subaru, no Havaí, eles tinham expectativas de encontrar formações pequenas lentamente se agregando.

No entanto, eles se depararam com a gigantesca Himiko, com quase o tamanho da Via Láctea. "Nós hesitamos em gastar nosso tempo com este precioso telescópio fazendo imagens desta formação estranha", disse Ouchi sobre a mancha de Himiko, cujo nome é uma homenagem a uma misteriosa rainha de lendas chinesas e japonesas. "Nós nunca acreditamos que esta fonte grande e luminosa era um objeto distante de verdade."

Objeto misterioso
A equipe começou a medir as emissões de radiação Lyman-alpha e descobriu que Himiko estava a 12,9 bilhões de anos luz da Terra. A quantidade de massa foi medida com ajuda dos telescópios Spitzer Space Telescope, Very Large Array e UK Infrared Telescope. Os cientistas descobriram que Himiko tem dez vezes mais massas do que galáxias da mesma idade.

"Existem duas possibilidades: o conhecimento atual sobre formações de galáxias está errado, ou este objeto específico está apresentando algo singular", disse Ouchi à BBC.

Algumas hipóteses poderiam explicar o tamanho de Himiko. Ela poderia, por exemplo, ter um buraco negro gigante no seu âmago. Ou talvez Himiko seja uma galáxia gigante, com massa equivalente a 40 bilhões de estrelas do tamanho do Sol.

"Muitas teorias de formação de galáxias previam uma mancha de radiação Lyman-alfa próxima de galáxias novas. O problema é que ninguém consegue dizer quais mecanismos que provocam esse tipo de emissão. Há inúmeras teorias sobre a formação de manchas de Lyman-alfa, mas todas são difíceis de serem testadas", disse à BBC o astrônomo James Geach, da Durham University, na Grã-Bretanha, que estuda esse fenômeno.

Tanto Ouichi como Geach concordam que pesquisas futuras poderão revelar mais manchas com Himiko. Geach afirma que "até nós sabermos mais sobre a física destas manchas, a sua ligação com a formação de galáxias e, talvez mais importante, sobre a sua duração, nós realmente não sabemos onde encaixá-las nas nossas teorias".

BBC

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