quarta-feira, 15 de julho de 2009

15 de Julho de 2009 - Observatório Monoceros - 34 anos


Prezados Amigos,

É com muita felicidade e emoção que hoje comemoramos os 34 anos de fundação do Observatório Astronômico Monoceros.
Muitas foram as lutas, perdas, mas também conquistas e vitórias.
Compartilho com todos vocês deste momento, visto que muitos viram o Monoceros nascer, crescer e se desenvolver, bem como também fizeram e fazem parte desta caminhada, desta história.

A todos os meus sinceros agradecimentos!

E tenho a certeza que, juntos, seguiremos adiante na nossa tão amada Ciência de Urânia.

Informo-lhes, também, que o Monoceros deu grandes e importantes passos nos últimos dias. Firmamos diversos convênios e parcerias muito importantes e que alavancarão importantes trabalhos, pesquisas, em Astronomia e Ciências Afins.

Brevemente detalharei e compartilharei com todos vocês as nossas novas conquistas.

Grandes e fraternos abraços,


Lucimary Vargas de Oliveira Guardamino Espinoza
Além Paraíba-MG-Brasil
Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estação Meteorológica nº083/MG-5ºDISME-INMET

Arquivo Histórico MG / CEPESLE

sangalli@arquivohistorico-mg.com.br
http://twitter.com/lucimaryvargas
http://astronomicando.blogspot.com
http://twitter.com/astronomicando
http://arqueoastronomy.blogspot.com
http://twitter.com/arqueoastronomy
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://www.arquivohistorico-mg.com.br
http://cepesle-news.blogspot.com
http://twitter.com/cepesle
http://www.radiolatina.rg3.net
http://twitter.com/radiolatinafm
http://www.radioverbodeluz.rg3.net
http://twitter.com/radioverbodeluz

--------------------------------------------------------


terça-feira, 14 de julho de 2009

Termina simulação de voo a Marte que durou 105 dias na Rússia

Oleg Artemev deixa o confinamento (Foto: Natalia Koleniskova/France Presse)

Os seis participantes da simulação de um voo a Marte saíram nesta terça (14) do módulo científico no qual permaneceram isolados do mundo por 105 dias. Às 14h de Moscou (7h de Brasília), os organizadores do experimento, do Instituto de Problemas Biomédicos (IPBM) da Academia de Ciências da Rússia, abriram a comporta. As informações são da agência "Interfax".

O cosmonauta russo Serguei Riazanski, de 34 anos, foi o comandante da operação. Pouco depois de sair do módulo, ele disse estar "perfeitamente bem". Outros três russos, um francês e um alemão completaram a tripulação. Após um breve contato com a imprensa, a tripulação se submeteu a um exame médico. Todos devem voltar para casa ainda nesta terça, mas deverão comparecer ao IPBM a cada dois dias para acompanhamento. Iniciada em 31 de março, a experiência foi dividida em três partes: voo da nave pela órbita terrestre, trajeto a Marte e a estadia do aparelho na órbita marciana. O objetivo da simulação era testar a compatibilidade psicológica e a tolerância dos integrantes da tripulação, permitindo aos cientistas estudar diariamente os efeitos do isolamento de longa duração.



A equipe comemora o fim de seu ordálio (Foto: Natalia Koleniskova/France Presse)

Essa foi a antessala do projeto chamado "Marte 500", que simulará um voo ao planeta vermelho com outra tripulação, cujo início está previsto para o final deste ano ou início de 2010. Os futuros seis voluntários permanecerão no simulador por 520 dias - o tempo da viagem de ida e volta a Marte - e uma estadia simulada de 30 dias na superfície marciana.


EFE

Novo mapa de Vênus sugere que planeta teve continentes e oceano

Dados foram obtidos por sonda com sensores de infravermelho.Hoje planeta é estufa gigante, quente o suficiente para derreter chumbo.

Da EFE

Vênus pode ter sido mais parecido com a Terra, com um oceano e um sistema de placas tectônicas que deu lugar à formação de continentes, segundo o primeiro mapa do hemisfério sul desse planeta elaborado com as câmeras de infravermelho da nave Venus Express. O mapa é o resultado de mais de mil imagens obtidas entre maio de 2006 e dezembro de 2007 por equipamentos com infravermelho que permitem ver através das densas nuvens que cobrem Vênus, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA).



Concepção artística da nave Venus Express (Foto: ESA)


Antes, foram utilizados sistemas de radar para obter mapas de alta resolução da superfície de Vênus, mas esta é a primeira vez que se obtém um mapa que indica qual poderia ser a composição química das rochas. Os novos dados são compatíveis com as suspeitas de que os dois planaltos montanhosos de Vênus são antigos continentes produzidos por uma atividade vulcânica, que antes estiveram cercados por um oceano. "Não é uma prova, mas é compatível. Tudo o que podemos dizer, por enquanto, é que as rochas do planalto parecem diferentes das encontradas em outros lugares", afirma, em uma nota da ESA, o cientista alemão Nils Müller, que dirigiu os trabalhos cartográficos. Na opinião do cientista, a única maneira de ter certeza de que os dois planaltos de Vênus são continentes será enviando uma sonda a essas áreas. Embora a água de Vênus tenha desaparecido, ainda pode haver atividade vulcânica, afirma. "Vênus é um planeta grande, aquecido por elementos radioativos em seu interior. Deve ter a mesma atividade vulcânica que a Terra", afirma Müller. O mapa oferece aos astrônomos uma nova ferramenta para entender por que Vênus é tão semelhante em tamanho à Terra e, no entanto, evoluiu de forma tão diferente, afirma a ESA. A nave "Venus Express" foi lançada em 9 de novembro de 2005 e levou 155 dias para chegar à sua órbita operacional.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia - Ed. 521

SUPERNOVAS - BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA -

http://www.boletimsupernovas.com.br/

Quinta-feira, 09 de Julho de 2009 - Edicao No. 521

Indice:

_ O PAPEL ESTRATEGICO DO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO
_ 'RASTRO' DE ESTRELAS NO CEU LEVA PREMIO
_ INPE ABRE INSCRICAO PARA CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO
_ ALUNOS SELECIONADOS DEVEM CONFIRMAR PARTICIPACAO NO CURSO DE INVERNO DE INTRODUCAO 'AS TECNOLOGIAS ESPACIAIS
_ MAST INAUGURA EXPOSICAO "AS ESTACOES DO ANO: TERRA EM MOVIMENTO"
_ PROJETO JORNADA NAS ESTRELAS INTEGRA ANO INTERNACIONAL DA ASTRONOMIA
_ ASTRONOMOS REVELAM A BALEIA AZUL DO ESPACO
_ A NAVE ESPACIAL MAIS FRIA DA HISTORIA NO PONTO L2
_ NOVA IMAGEM DA NEBULOSA OMEGA BRILHA NUMA AQUARELA
_ LOCALIZADA ORIGEM DE EXPLOSAO SUPER ENERGETICA PERTO DE BURACO NEGRO GIGANTESCO
_ TELESCOPIO FERMI SONDA DEZENAS DE PULSARES
_ EVENTOS
_ EFEMERIDES PARA A SEMANA

----------------------------------------------------------
ASTRONOMIA NO BRASIL
----------------------------------------------------------

O PAPEL ESTRATEGICO DO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO
04/07/2009. Sob o comando do presidente Lula, o Brasil tem fortalecido
seu prestigio internacional. Como fatores dessa mudanca, destacam-se o
multilateralismo e a altivez de nossa politica externa; a reducao da
desigualdade social; a retomada do crescimento economico; o inicio da
exploracao do pre-sal; a reducao do ritmo do desmatamento da Amazonia; o
sucesso do etanol. Parte essencial dessa agenda e' o nosso programa
espacial, iniciado em 1961, com a criacao do Grupo de Organizacao da
Comissao Nacional de Atividades Espaciais. De la' para ca', houve
avancos e recuos, ao mesmo tempo em que ha' obstaculos importantes a
superar. O Centro de Lancamento da Barreira do Inferno, inaugurado em
1965, foi o responsavel pelo primeiro lancamento de foguete a partir de
solo brasileiro, em parceria com a Nasa. Depois vieram os foguetes
nacionais de sondagem meteorologica, tambem lancados da Barreira do
Inferno: o Sonda I, em 1967; o Sonda II, em 1969; o Sonda III, em 1976;
e o Sonda IV, em 1984. Merecem ainda mencao a criacao, em 1971, do
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais; o estabelecimento, em 1983,
do Grupo de Implantacao do Centro de Lancamento de Alcantara; a
assinatura com a China, em 1988, do Programa Satelite Sino-Brasileiro de
Recursos Terrestres (CBERS), que resultaria no lancamento, entre 1999 e
2007, dos satelites CBERS-1 e CBERS-2, alem da previsao de lancamento do
CBERS-3, em 2010, e do CBERS-4, em 2013; e a criacao, em 1994, da
Agencia Espacial Brasileira. A marca mais triste dessa trajetoria foi o
acidente, em agosto de 2003, durante a tentativa de lancamento do
Veiculo Lancador de Satelites-1, que vitimou 21 tecnicos do Centro de
Lancamento de Alcantara, destruiu a torre de lancamentos e os satelites
Satec e Unosat. Tanto investimento, obstinacao e sacrificio tem um
motivo: um programa espacial consolidado e' pre-requisito para o Brasil
assegurar seu status de nacao efetivamente soberana. Os satelites
tornaram possivel a comunicacao planetaria, a seguranca no espaco aereo,
a previsao meteorologica — extremamente relevante para salvar vidas numa
epoca em que se multiplicam os fenomenos climaticos extremos — e o
monitoramento de ambientes terrestres, indispensavel, por exemplo, na
luta contra o desmatamento da Amazonia e do cerrado e na defesa das
fronteiras nacionais. Alem disso, a evolucao das pesquisas espaciais
contribui para o desenvolvimento de produtos e servicos de grande
utilidade, como a ultrassonografia para a deteccao de tumores.
Igualmente importante e' o aspecto economico da questao, uma vez que o
mercado mundial de lancamento de foguetes movimenta dezenas de bilhoes
de dolares. Para quem dispoe de Alcantara, a mais bem localizada base
para lancamento de foguetes do planeta, a participacao nesse mercado e'
um objetivo plenamente alcancavel. Em 2003, Brasil e Ucrania assinaram
um acordo de enorme relevancia, que resultou, em 2007, na criacao da
empresa binacional Alcantara Cyclone Space. Seu objetivo e' a
transferencia de tecnologia na area de construcao e operacao de
foguetes, dominada por poucos paises. Para 2010, esta' previsto o
lancamento do foguete Cyclone-4. Recentemente, foi ratificado o acordo
Protecao Mutua de Tecnologia Associada 'a Cooperacao na Exploracao e Uso
do Espaco Exterior para Fins Pacificos, entre Brasil e Russia. Assim
como os acordos anteriores, esse e' um acordo promissor e seu objetivo
primeiro e' o aperfeicoamento do VLS. As bases simetricas sobre as quais
esses acordos estao assentados diferem radicalmente daquelas
estabelecidas no Acordo de Salvaguardas Tecnologicas, assinado entre
Brasil e Estados Unidos pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso,
que precisa ser rejeitado pelo Congresso Nacional ou retirado de
tramitacao pelo governo federal, ja' que, na pratica, cede pedaco do
territorio nacional ao completo controle norte-americano. Os objetivos
de qualquer programa espacial sao permanentes e estrategicos. Durante
sua existencia, o programa brasileiro foi submetido a mudancas de
orientacao, abandono e redefinicao de metas e descontinuidades no seu
financiamento. Nesse sentido, e' indispensavel que ele se converta em
autentica politica de Estado, inscrita entre as reais prioridades do
pais. As proximas decadas poderao materializar o sonho de fazer do
Brasil uma nacao moderna e justa. O Programa Espacial Brasileiro e'
peca-chave na construcao desse ideal. ( Fonte: Rodrigo Rollemberg, lider
do PSB na Camara dos Deputados / Correio Braziliense )
Ed: CE

'RASTRO' DE ESTRELAS NO CEU LEVA PREMIO
03/07/2009. O rastro das estrelas no Parque Nacional da Serra Geral, no
Rio Grande do Sul, foi a fotografia vencedora do concurso `O Ceu do
Brasil', da Fundacao Planetario. A imagem clicada por Flavio Varricchio
se destacou entre outras centenas de fotos e garantiu ao autor viagem de
quatro dias para o Rio de Janeiro, Brasilia, Manaus, Sao Paulo ou Belem.
Varricchio ganhou o premio utilizando um famoso recurso de
astrofotografia. Ele fez varias exposicoes sucessivas do ceu. Assim,
conseguiu captar o movimento de rotacao da Terra em torno do seu eixo.
Os astros nao aparecem na imagem como pontos, mas sim como tracos
luminosos. A foto vencedora e as outras 49 melhores farao parte de uma
exposicao na Fundacao Planetario, em agosto, mas ja' podem ser vistas no
site www.flickr.com/photos/fundacaoplanetario/show/ ( Fonte: O Dia )
Ed: CE

INPE ABRE INSCRICAO PARA CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO
07/07/2009. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), em
Sao Jose' dos Campos (SP), esta' com inscricoes abertas para os cursos
de mestrado e doutorado na area de Materiais e Sensores, da
Pos-Graduacao em Engenharia e Tecnologias Espaciais.
As aulas comecam em
setembro deste ano. Para o curso de mestrado havera' um exame de selecao
no dia 3 de agosto. As inscricoes seguem ate' o dia 24 deste mes. A
ficha de inscricao esta' disponivel na pagina de inscricoes. Mais
informacoes sobre o exame de selecao e tambem sobre as atividades em
Ciencia e Tecnologia de Materiais e Sensores no endereco:
http://www.inpe.br/pos_graduacao/inscricoes.php ( Fonte: JC )
Ed: CE

ALUNOS SELECIONADOS DEVEM CONFIRMAR PARTICIPACAO NO CURSO DE INVERNO DE INTRODUCAO 'AS TECNOLOGIAS ESPACIAIS

06/07/2009. De 13 a 31 de julho, estudantes das areas de Engenharia,
Matematica e Computacao terao a oportunidade de participar do "Curso de
Inverno de Introducao 'as Tecnologias Espaciais", promovido pelo
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Sao Jose' dos
Campos. O curso e' gratuito e os 37 alunos, selecionados apos analise
curricular, devem confirmar a participacao ate' quarta-feira, dia 8 de
julho, atraves de email para carolina@dss.inpe.br. A lista dos alunos
aceitos esta' disponivel em http://www.inpe.br/CI/2009/aceitacao.php
"Estamos pedindo a confirmacao porque temos lista de espera. Assim, caso
alguem tenha desistido de vir ao curso, podemos proporcionar a
oportunidade a outro aluno", diz Wilson Yamaguti, engenheiro do INPE e
um dos responsaveis pelo Curso de Inverno. Com o objetivo de introduzir
aos alunos de Graduacao nocoes basicas de Engenharia e Tecnologia
Espaciais atraves de aulas expositivas e de um estagio tecnico, este
curso e' uma iniciativa da Coordenadoria de Engenharia e Tecnologia
Espaciais (ETE), da Coordenadoria de Centro de Tecnologias Especiais
(CTE), e dos Cursos de Pos-graduacao em Engenharia e Tecnologia Espacial
(ETE) e de Computacao Aplicada (CAP) do INPE. Mais informacoes no site
www.inpe.br/CI/2009 ( Fonte: INPE )
Ed: CE

MAST INAUGURA EXPOSICAO "AS ESTACOES DO ANO: TERRA EM MOVIMENTO"
07/07/2009. "As Estacoes do Ano: Terra em Movimento", nova exposicao do
Museu de Astronomia e Ciencias Afins (Mast), sera' inaugurada no dia 10
de julho. Diante da constatacao de que o grande publico desconhece
fenomenos basicos relativos ao Sistema Terra-Lua-Sol – apesar do
interesse pela astronomia de ponta –, a mostra foca em astronomia basica
e aborda temas como os ciclos das estacoes do ano, dos dias e das noites
e das fases da Lua. "O conhecimento da astronomia basica, apos quatro
seculos das primeiras observacoes de Galileu Galilei dos corpos
celestes, poderia estar em um patamar melhor, ja' que a astronomia,
diferentemente de outras areas do conhecimento, conta com uma percepcao positiva do publico.
Dai', a divulgacao da astronomia basica continuar a
ter lugar de destaque", explica o responsavel pela mostra Douglas
Falcao, da Coordenacao de Educacao do Mast. Aparatos interativos 3D,
multimidias, videos, paineis e uma cenografia do ceu compoem a
exposicao, que inclui – em uma abordagem fenomenologica – explicacoes
elaboradas por culturas indigenas brasileiras, as estacoes do ano em
diversas areas do Brasil, da Terra e em outros planetas do Sistema
Solar. O objetivo e' oferecer elementos para que os diferentes tipos de
publico, especialmente grupos escolares e familias, possam enriquecer
suas concepcoes e gerar questionamentos mais profundos sobre os temas. A
exposicao e' o aprimoramento de uma versao anterior, que funcionou no
Mast no periodo de 1995 a 2005. Na ocasiao, foram desenvolvidas
pesquisas de publico tendo como foco o tema da aprendizagem em museus de ciencia e tecnologia. 
O aperfeicoamento que esta' sendo implementado
contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e
Tecnologico (CNPq) no edital de Popularizacao e Divulgacao Cientifica de
2006 e com recursos orcamentarios do Mast. ( Fonte: Assessoria de
Comunicacao do Mast )
Ed: CE

PROJETO JORNADA NAS ESTRELAS INTEGRA ANO INTERNACIONAL DA ASTRONOMIA
10/07/2009. O Grupo de Astronomia e Astrofisica da PUC Minas (Gaia),
com apoio da Fundacao de Parques Municipais e da Prefeitura de Belo
Horizonte, promove, neste sabado, 11 de julho, das 19h 'as 22h, mais uma
edicao do Projeto Jornada nas Estrelas, no Parque das Mangabeiras. O
evento integra as comemoracoes do Ano Internacional da Astronomia (AIA),
declarado pela ONU em razao dos 400 anos da primeira observacao
telescopica feita pelo astronomo italiano Galileu Galilei. Dentro de um
planetario instalado no local, sera' montada uma cupula inflavel, e, em
seu interior, havera' apresentacoes de trinta minutos, nas quais o
publico tera' uma visao geral do ceu, com destaque para as constelacoes
e o movimento aparente da abobada celeste, o hemisferio celeste visivel.
Para essas apresentacoes, havera' distribuicao de numero limitado de
senhas no local. O projeto conta tambem com palestras sobre temas
basicos de astronomia. Na observacao astronomica com telescopios,
poderao ser vistas as constelacoes do Cruzeiro do Sul e do Escorpiao;
Aglomerado Globular Omega Centauri; Aglomerados Abertos Caixinha de
Joias. Tambem havera' a presenca de integrantes do fa-clube do Star
Wars, que comparecerao caracterizados como personagens da serie. Havera'
performances inspiradas em cenas dos filmes. O objetivo do Projeto
Jornada nas Estrelas e' popularizar o conhecimento basico em Astronomia,
formando cidadaos mais interessados na tematica pela pratica e estudo da
ciencia. Busca, ainda, criar um momento em que as pessoas possam receber
informacoes e tirar suas duvidas sobre o assunto. As proximas edicoes do
projeto serao realizadas nos dias 8 de agosto, 12 de setembro e 10 de
outubro. Mais informacoes: (31) 3319-4191 ou 9991-2195. ( Fonte:
Assessoria de Imprensa da PUC-Minas )
Ed: CE

----------------------------------------------------------
ASTRONOMIA NO MUNDO
----------------------------------------------------------

ASTRONOMOS REVELAM A BALEIA AZUL DO ESPACO
07/07/2009. Astronomos da agencia cientifica nacional da Australia,
CSIRO, revelaram o rosto oculto de uma enorme galaxia conhecida como
Centaurus A (NGC5128), a qual emite um brilho em ondas de radio que
cobre uma area 200 vezes maior do que a Lua cheia. As ondas de radio da
galaxia foram pacientemente transformadas numa imagem finamente
detalhada, que foi revelada ao publico pela primeira vez. Centaurus A
encontra-se a 14 milhoes de anos-luz, na constelacao austral de
Centaurus, e alberga um monstruoso buraco negro 50 milhoes de vezes a
massa do Sol. O buraco negro da galaxia gera jatos de particulas
emissoras de ondas de radio que se desenvolve por milhoes de anos-luz no
espaco. Essa visao espetacular e' invisivel a olho nu. "Se os nossos
olhos conseguissem ver ondas de radio voce' poderia dar uma olhada no
ceu e perceber o brilho dessa galaxia cobrindo uma area 200 vezes maior
do que a Lua cheia," disse a cientista lider do projeto, a Dra. Ilana
Feain, do ATNF (Instalacoes Telescopicas Nacionais da Australia) do
CSIRO. "Apenas uma pequena percentagem de galaxias pertencem a esta
classe. Elas sao como as baleias azuis do espaco: gigantescas e raras".
A Dra. Feain e a sua equipe usaram o conjunto de radiotelescopios do
CSIRO localizado perto de Narrabri, NSW, para observar a galaxia durante
mais de 1200 horas, por varios anos. Isso produziu 406 imagens
individuais, as quais foram combinadas num mosaico para conseguir uma
imagem bem grande e logo combina-la com dados do radiotelescopio de
Parkes, tambem do CSIRO. Processar a imagem, combinando os dados, tirar
os efeitos da interferencia no radio e ajustar o alcance dinamico, levou
mais de 10.000 horas. ( Fonte:
http://www.csiro.au/news/Centaurus-A.html )
Ed: JG

A NAVE ESPACIAL MAIS FRIA DA HISTORIA NO PONTO L2
03/07/2009. Em 2 de julho de 2009, 'a noite, os detectores do
Instrumento de Alta Frequencia do satelite Planck alcancaram a sua
extraordinariamente baixa temperatura de funcionamento: - 273,05ºC,
tornando o satelite no objeto, conhecido, mais frio do Espaco. O
satelite tambem acaba de atingir a sua orbita definitiva, ao redor do
segundo ponto de Lagrange do Sistema Solar, conhecido como L2. O
satelite Planck esta' equipado com um sistema de refrigeracao passivo
que reduz a sua temperatura ate' -230ºC emitindo calor para o espaco.
Tres refrigeradores ativos conseguem a partir dai' reduzir ainda mais a
temperatura ate' -273,05ºC, apenas 0,1ºC acima do zero absoluto –
teoricamente, a temperatura mais baixa possivel no Universo. Estas
temperaturas tao baixas sao necessarias para que os detectores do Planck
possam estudar a Radiacao Cosmica de Fundo, a primeira luz emitida pelo
Universo, apenas 380 mil anos apos o Big Bang, medindo a sua temperatura
em todo o ceu. Os detectores irao procurar variacoes na temperatura da
radiacao que sao cerca de um milhao de vezes menor que um grau – o que
e' comparavel a detectar da Terra o calor gerado por um coelho sentado
na Lua. Este e' o motivo pelo qual os detectores devem permanecer em
temperaturas proximas do zero absoluto (-273,15ºC, ou zero grau Kelvin).
A partir das 11:15 TUC de 2 de Julho de 2009, a Equipe de Controle da
Missao Planck realizou uma manobra de insercao em orbita, projetada para
posicionar o satelite na sua orbita definitiva, ao redor do ponto L2. A
manobra foi projetada para mudar a velocidade do satelite em 211,6
Km/hora, finalizando com uma velocidade de 1010 Km/hora, relativa ao
solo. Seguindo a Terra e o ponto virtual L2, Planck estara' orbitando em
torno do Sol a uma velocidade de 106254 Km/hora (29,5 Km/segundo). No
inicio da manobra, o Planck estava localizado a 1,43 milhoes de
quilometros da Terra. Todas as atividades planejadas decorrem segundo o
programa e esta fase da missao esta' praticamente acabada. Durante as
proximas semanas sera' realizado um ajuste fino no funcionamento dos
instrumentos para aprimorar o seu servico. O Planck vai comecar a mapear
o ceu em meados de Agosto. ( Fonte:
http://www.esa.int/esaCP/SEM0Y5S7NWF_index_0.html )
Ed: JG

NOVA IMAGEM DA NEBULOSA OMEGA BRILHA NUMA AQUARELA
07/07/2009.
A nebulosa Omega, M17, um bercario estelar onde as criancas
estelares iluminam e esculpem uma vasta aquarela de poeira e gas, e'
revelada em todo o seu esplendor numa nova imagem realizada pela
organizacao Observatorio Europeu Austral, ESO. A nebulosa Omega esta'
localizada a 5500 anos-luz na direcao da constelacao zodiacal de
Sagittarius (o Arqueiro). Trata-se de uma regiao ativa de formacao
estelar de gas e po' cosmico de quase 15 anos-luz de extensao, a qual
gerou recentemente um aglomerado de estrelas massivas e muito quentes. A intensa luz e os fortes ventos desses trambolhos talharam notaveis
estruturas de filigranas no gas e na poeira. A nova imagem, obtida com o
instrumento EMMI colocado no telescopio de nova tecnologia NTT de 3,58
metros da ESO em La Silla, no Chile, mostra a regiao central da nebulosa
Omega em detalhes. ( Fonte:
http://www.eso.org/public/outreach/press-rel/pr-2009/pr-25-09.htm )
Ed: JG

LOCALIZADA ORIGEM DE EXPLOSAO SUPER ENERGETICA PERTO DE BURACO NEGRO GIGANTESCO
02/07/2009. Usando uma combinacao global de diversos telescopios, os
astronomos descobriram que uma gigantesca explosao em uma galaxia de
raios gama de energia muito alta provem de uma regiao muito proxima do
buraco negro supermassivo que esta' no seu nucleo. A descoberta fornece
importante e nova informacao sobre a misteriosa forma que opera a
poderosa fonte de energia no centro de inumeraveis galaxias no Universo
todo. A galaxia M87 que esta' a 50 milhoes de anos-luz da Terra, alberga
no seu centro um buraco negro mais de seis bilhoes de vezes mais massivo
que o Sol. Os buracos negros sao concentracoes de materia tao densas que
nem sequer a luz pode fugir da sua atracao gravitacional. Acredita-se
que o buraco negro suga material das suas redondezas, material que,
quando cai no buraco negro, forma um disco que gira e se bamboleia. Os
processos perto desse disco de acrecao, alimentado pela imensa energia
gravitacional do buraco negro, empurram material a milhares de anos-luz.
Isso produz os jatos que se observam emergir de muitas galaxias. Em
1998, os astronomos descobriram que M87 tambem estava emitindo sinais em raios gama um trilhao de vezes mais energeticos que a luz visivel.
Porem, os telescopios que descobriram estas erupcoes de raios gama de
muito alta energia nao conseguiram determinar exatamente onde se
originavam dentro da galaxia. Em 2007 e 2008, os astronomos usaram a
forca combinada desses mesmos telescopios de raios gama junto de uma
equipe que usava o conjunto de tamanho continental VLBA da Fundacao
Nacional de Ciencias, dos Estados Unidos, de radiotelescopios com poder
de resolucao extremamente alto. "Combinando as observacoes nos raios
gama com a 'visao' extremamente aguda do VLBA nos permitiu ver que os
raios gama provem de uma regiao muito proxima do proprio buraco negro,"
disse Craig Walker, do Observatorio Nacional de Radioastronomia, NRAO. (
Fonte: http://www.nrao.edu/pr/2009/m87gamma/ )
Ed: JG

TELESCOPIO FERMI SONDA DEZENAS DE PULSARES
03/07/2009.
Astronomos usando o telescopio espacial Fermi de raios gama
da NASA, estao conseguindo as melhores imagens das estrelas carbonizadas
rodopiando conhecidas como pulsares. Em dois estudos publicados na
edicao de 2 de Julho de 2009 da Science Express, equipes internacionais
tem analisado os raios gama provenientes de duas duzias de pulsares,
incluindo 16 descobertos pelo proprio Fermi. Fermi e' a primeira nave
espacial capaz de identificar pulsares unicamente pela sua emissao de
raios gama. Um pulsar e' o nucleo remanescente rapidamente rotante e
altamente magnetizado de uma estrela massiva que explodiu. A maioria dos
1.800 pulsares catalogados foi descoberta devido a suas periodicas
emissoes radio. Os astronomos acreditam que esses pulsos sao causados
por estreitos feixes de radio, similares com aqueles dos farois, que
emanam dos polos magneticos do pulsar. "Fermi tem um verdadeiro poder
sem precedentes para descobrir e estudar os pulsares de raios gama",
disse Paul Ray do Laboratorio Naval de Pesquisas em Washington, nos
Estados Unidos. "Desde que o Observatorio Compton de Raios Gama foi
desativado, ha' uma decada, estivemos imaginado qual era a natureza das
fontes de raios gama nao identificadas que ele detectou na nossa
galaxia. Estes estudos do Fermi tiram o veu de muitos deles." ( Fonte:
http://www.nasa.gov/mission_pages/GLAST/news/pulsar_passel.html )
Ed: JG

----------------------------------------------------------
EVENTOS
----------------------------------------------------------

05/06/2009 a 31/07/2009
- Concurso "O Ceu da Bahia":
O Museu Parque do Saber e o Clube de Fotografia Gerson Bullos estao realizando o concurso
de fotografia "O Ceu da Bahia". Inscricoes ate' 31 de julho. As fotos
digitais devem ser enviadas para o e-mail concurso@clubedefotografia.com
. O resultado sera' divulgado em 14 de agosto, com exposicao dos
trabalhos premiados no Foyer do Museu Parque do Saber, de 21 de agosto
(vernissage) ate' 30 de setembro. Mais informacoes e o regulamento do
concurso podem ser encontrados no site
http://www.clubedefotografia.com/concurso/ ou pelo e-mail
museuparquedosaber@pmfs.ba.gov.br
Ed: CE

20/06/2009 a 20/09/2009
-
Maratona da Via Lactea: Todos sabemos dos
prejuizos causados pela poluicao luminosa (PL), nao apenas 'a nossa
visao do ceu noturno, mas tambem nos aspectos economico e ambiental. Uma das mais importantes metas globais do Ano Internacional da Astronomia e' conscientizar a populacao para a existencia do problema da PL e seus efeitos.  No Brasil, isto sera' feito atraves de uma atividade a que
chamamos "Que nota voce' daria ao ceu da sua cidade?" Trata-se de uma
atividade simples que sera' proposta aos participantes de todas as
sessoes publicas de observacao que voces forem promover em qualquer uma
das quatro faixas de datas a seguir, todas equivalentes: Entre 20 e 28
de junho de 2009 Entre 18 e 26 de julho de 2009 Entre 15 e 23 de agosto
de 2009 Entre 12 e 20 de setembro de 2009 O numero de sessoes de
observacao e a data (ou datas) em que voces irao realiza-las ficara'
sempre 'a livre escolha do seu No' Local. As datas acima representam 32
noites possiveis. Basta escolher as mais convenientes para voces. Como
voces verao, trata-se simplesmente de estimar a magnitude-limite na sua
cidade / local da sessao, atraves da observacao a olho nu das estrelas
da constelacao do Escorpiao. A particularidade e' que desta vez sera' o
proprio publico quem fara' essa estimativa - obviamente, com o auxilio e
a orientacao de voces, Nos Locais, que sao os representantes do Ano
Internacional da Astronomia em suas comunidades. Os resultados obtidos
pelos participantes da sua sessao de observacao poderao ser digitados
diretamente no site IYA2009 Brasil a qualquer momento. Basta acessar
http://www.astronomia2009.org.br/, entrar na area "Colaboradores" com o
seu nome e senha, e digitar os seus dados no campo ("Maratona da Via
Lactea"), que esta' no Menu do Colaborador. Este campo foi desenvolvido
especialmente para isso, e nao e' necessario preencher mais nada (o
software atualizara' automaticamente o seu evento nos demais campos).
Convidamos desde ja' a TODOS os Nos Locais para que participem desta
maratona (que resolvemos denominar "Maratona da Via Lactea" pelo fato
de
que, na maioria absoluta de nossas grandes cidades, perdemos a visao
daquela maravilhosa faixa esbranquicada de estrelas em funcao da PL...).
Caso tenhamos sucesso nesta maratona - e "sucesso" aqui significa
dezenas de milhares de estimativas feitas pelo publico, alem de certa
repercussao na midia local - entao teremos embasamento para a segunda
etapa no plano de combate 'a PL, a partir de outubro (veja no anexo).
Caso nao tenhamos, nossas possibilidades realistas de atacarmos o
problema em escala nacional serao praticamente nulas no futuro
previsivel. Ou seja, nosso sucesso ou fracasso dependera' apenas da
participacao efetiva de voces. Esta e' a real importancia do presente
projeto para a astronomia brasileira. Esperamos, portanto a participacao
ativa de todos. A atividade e' destinada aos nos locais do Ano
Internacional da Astronomia (Brasil). Mais informacoes no link:
http://www.astronomia2009.org.br/ ( Fonte: Adaptado. Tasso Napoleao e
Augusto Damineli, IYA2009 )
Ed: CE

24/06/2009 a 12/07/2009
- Exposicao fotografica Astronomia para Poetas:
A Casa da Ciencia e o Observatorio do Valongo da UFRJ apresentam, ate'
12 de julho, a exposicao fotografica Astronomia para Poetas, que faz
parte do ciclo de palestras Ciencia para Poetas. Atraves de oficinas e
mostra de videos, entre outras atividades oferecidas, sera' possivel
contemplar a beleza e imensidao do cosmo e refletir sobre o nosso lugar
nesse universo. Na oficina "Animando Jupiter", por exemplo, as criancas
vao aprender a montar uma animacao. No workshop "DNA das estrelas",
direcionado a professores, serao apresentados os estagios da vida das
estrelas em comparacao com os da vida humana. As vagas sao limitadas.
Todos os eventos sao gratuitos. A Casa da Ciencia da UFRJ fica na Rua
Lauro Muller, 3 – Botafogo. Mais informacoes pelo fone (21) 2542-7494 ou
no site: http://www.casadaciencia.ufrj.br ( Fonte: Assessoria de
Comunicacao da Casa da Ciencia )
Ed: CE

25/06/2009 a 10/07/2009
- "O Universo esta' na reitoria da UNESP!":
Como parte dos trabalhos de divulgacao do Ano Internacional da
Astronomia, cujo tema e': "O Universo para voce' Descobrir", o
Observatorio Didatico Astronomico "Lionel Jose' Andriatto", UNESP/Bauru,
expoe astrofotografias e telescopios construidos artesanalmente no hall
de entrada do predio da reitoria da UNESP, localizado na Rua Quirino de
Andrade, 215, centro de Sao Paulo, de 25 de junho a 10 de julho de 2009,
das 8h 'as 18h. Sao 30 imagens ampliadas de crepusculos, planetas,
crateras e montanhas lunares, ocultacoes, transitos planetarios,
eclipses, movimento aparente da esfera celeste, nebulosas, constelacoes
e aglomerados estelares. Os autores das fotos, Rodolfo Langhi e Fernando
Tavares, astronomos amadores, convidam todos os amantes desta fascinante
ciencia a contemplar os breves registros astrofotograficos, meditando
sobre a nossa posicao e responsabilidade perante o cosmo. Maiores
informacoes: http://unesp.br/astronomia ( Fonte: Rodolfo Langhi )
Ed: CE

25/06/2009 a 10/12/2009 - Sorteio PASI / CEAMIG de Astronomia: Como e'
do conhecimento da grande maioria dos amigos(as), 2009 e' o Ano
Internacional da Astronomia. o CEAMIG (centro de Estudos Astronomicos de Minas Gerais) e o PASI - Plano de Amparo Social Imediato, parceiros
nesta iniciativa, estao promovendo o sorteio dos seguintes premios: 1º
Lugar – TV de Plasma 42 polegadas; 2º Lugar – Telescopio de 140 mm de
abertura fabricado pello grupo de ATM´s do CEAMIG; 3º Lugar – Binoculo 7
x 50. As inscricoes serao validas ate' o dia 12 de novembro de 2009,
sendo a data do sorteio agendada para o dia 10 de dezembro de 2009 e o
resultado do concurso sera' publicado no site do Hotsite Astronomia -
PASI x CEAMIG – www.pasi.com.br/astronoomia2009 dia 15 de dezembro de 2009. ( Fonte: CEAMIG )
Ed: CE

13/07/2009 a 17/07/2009
- CURSO DE INTRODUCAO 'A ASTRONOMIA E
ASTROFISICA: Objetivos de introduzir conceitos fundamentais das diversas
areas da Astronomia e Astrofisica, bem como apresentar a atuacao
cientifica da Divisao de Astrofisica do INPE e seu Curso de
Pos-graduacao em Astrofisica aos educadores e estudantes universitarios
de graduacao. Local: INPE - Divisao de Astrofisica, Sao Jose' dos Campos
(SP) Data limite para inscricoes: 30 de maio de 2009 Mais informacoes:
http://www.das.inpe.br/ciaa/ciaa.php ( Fonte: DAS/INPE )
Ed: GMM

13/07/2009 a 17/07/2009
- Curso de Introducao 'a Astronomia e 'a
Astrofisica no IAG: O Instituto de Astronomia, Geofisica e Ciencias
Atmosfericas (IAG) da USP promove, entre 13 e 17 de julho de 2009, o
curso Introducao 'a Astronomia e 'a Astrofisica, voltado para para
graduandos e graduados na area de ciencias exatas. As aulas acontecerao
das 9 'as 18 horas no proprio IAG. E' cobrada uma taxa de inscricao de
R$ 50,00 dos participantes. As inscricoes podem ser feitas somente por
correspondencia, que deve ser enviada para o Departamento de Astronomia,
aos cuidados de Regina Iacovelli. E' necessario enviar um cheque nominal
ao IAG, a ficha de inscricao preenchida (disponivel no site do
instituto) e uma copia do certificado de conclusao ou frequencia em
curso superior na area de exatas. As inscricoes podem ser feitas ate'
dia 26/06. O IAG fica na Rua do Matao, 1226, Cidade Universitaria, Sao
Paulo, CEP 05508-090. Mais informacoes: (11) 3091-2710 / 2800 / 2814,
email ceu@astro.iag.usp.br ( Fonte: USP )
Ed: CE

17/07/2009 a 17/07/2009 - Palestra "Astronomia indigena preve'
ocorrencia da pororoca": Ao observarem atentamente o ceu quando as aguas
dos mares e rios se agitavam, os indigenas brasileiros fizeram uma
descoberta que Galileu Galilei ignorou e Isaac Newton chegou 'a mesma
conclusao somente quase um seculo depois: que a lua e' a principal
causadora das mares. E que a pororoca, o fenomeno provocado por elas, em
que as aguas bravias do mar se chocam violentamente contra as de rios,
como do Amazonas, dando origem a grandes ondas, ocorre proxima 'as fases
da lua nova e cheia, conforme hoje se sabe e eles ja' descreviam em seus
antigos mitos. A palestra do astronomo Germano Bruno Afonso sera'
realizada no dia 17 de julho, 'as 10h30, no campus da Universidade
Federal do Amazonas (Ufam). A Reuniao Anual, cujo tema e' "Amazonia:
Ciencia e Cultura", contara' com 175 atividades, entre conferencias,
simposios, mesas-redondas, grupos de trabalho, encontros e sessoes
especiais, alem de apresentacao de trabalhos cientificos e minicursos.
Veja a programacao em http://www.sbpcnet.org.br/manaus ( Fonte:
Assessoria de Imprensa da SBPC )
Ed: CE

25/07/2009 a 25/07/2009
- Star Party VI em Brotas (SP): O ano de 2009,
Ano Internacional da Astronomia, e' o ideal para conhecer o Universo.
Para isso, no dia 25 de Julho de 2009, a Fundacao CEU tera' literalmente
uma festa de estrelas, a "Star Party VI", sexta edicao da festa
astronomica no Brasil. Esse evento reune astronomos amadores,
profissionais e qualquer pessoa que se interesse pelo assunto para uma
noite de observacao de estrelas, planetas, nebulosas e ate' outras
galaxias atraves de telescopios. Alem da observacao do ceu noturno, a
sexta edicao da astrofesta proporcionara' aos interessados sessoes de
planetario, exposicoes, lancamento de foguete, palestras tematicas e
convidados especiais como o astronauta brasileiro Marcos Pontes e o
astronomo e professor Marcelo Gleiser. A festa acontecera' no Centro de
Estudos do Universo, localizado em Brotas, interior de Sao Paulo. Para
maiores informacoes sobre o evento acesse o site ou
www.fundacaoceu.org.br/starparty, ou ligue para (14) 3653.4466. ( Fonte:
CEU )
Ed: CE

03/09/2009 a 03/09/2009 - I Workshop de Astronomia Espacial: Sera'
realizado em 3 de setembro, no Instituto de Astronomia, Geofisica e
Ciencias Atmosfericas. A janela espacial e' essencial para a astronomia
contemporanea, por permitir observar regioes espectrais inacessiveis do
solo e o imageamento sem a degradacao introduzida pela atmosfera. Apesar
disso, a participacao brasileira na astronomia espacial e', ainda,
bastante incipiente. Excecoes honrosas sao o satelite de raios-X Mirax,
com lancamento previsto para 2013-2014, e a participacao brasileira nos
satelites Hete e Corot. O objetivo do workshop e' aproximar a comunidade
interessada para discussao de experiencias (Mirax, Corot), a
apresentacao e discussao de propostas (tanto para um telescopio espacial
brasileiro quanto para participacao em projetos no exterior), para
conhecer melhor o PNAE (Programa Nacional de Atividades Espaciais) e
discutir acoes para construir uma estrategia comum para a astronomia
espacial. Nesse ultimo caso, uma das ideias e' propor-se um edital do
Programa Uniespaco, da Agencia Espacial Brasileira, que estimule uma
"demanda competitiva" por projetos espaciais, ajudando a incubar
projetos, encontrar parcerias e estabelecer custos. Para inscrever-se,
e' preciso enviar e-mail para iwae@astro.iag.usp.br ate' 21 de agosto. (
Fonte: JC, Laerte Sodre' Jr./IAG/USP )
Ed: CE

14/09/2009 a 18/09/2009 - III INPE Advanced Course on Astrophysics: as
aulas acontecem de 14 a 18 de setembro no INPE. O curso e' subdividido
nos seguintes topicos: - Bayesian Statistics: a primer: Thomas Joseph
Loredo (Universidade de Cornell - EUA) - Bayesian Statistics: techniques
and implementations: Hedibert Lopes (Universidade de Chicago - EUA) -
Frequentist Approach for Astrostatistics: Eric Feigelson (Universidade
do Estado da Pensilvania – EUA) - Hands-on: Esther Salazar (IM-UFRJ)
Mais informacoes em: http://www.das.inpe.br/school ( Fonte: INPE )
Ed: CE

----------------------------------------------------------
EFEMERIDES PARA A SEMANA
----------------------------------------------------------
09/07/2009 a 18/07/2009
Efemerides dia-a-dia
Ed: RG

9 julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 23:0
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 21:00
Chuveiro Zeta-Perseids ZPE em Perseus 04:09
Transito da Grande Mancha Vermelha 02:44
Emersao de SAO 163707, XZ 28629, 8.4mag na borda escura lunar
02:58
Luz zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Emersao de SAO 164227, XZ 29433, 8.2mag na borda escura lunar
20:12
Emersao de SAO 164259, XZ 29477 dupla proxima, 8.5mag na borda
escura lunar 21:22
Transito da Grande Mancha Vermelha 22:36
Imersao de SAO 164310, XZ 29563, 7.0mag na borda iluminada lunar
23:01
Europa, inicio de eclipse 23:37

10 julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 23:0
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 21:00
Emersao de SAO 164310, XZ 29563, 7.0mag na borda escura lunar
00:24
Imersao de 18 Aqr, SAO 164364, estrela dupla, separacao >10",
5.5mag na borda iluminada lunar 03:59
Io, inicio de eclipse 04:26
Emersao de 18 Aqr, SAO 164364, estrela dupla, separacao>10",
5.5mag na borda escura lunar 04:57
Luz zodiacal sobre gorizonte ONO 18:08
Lua a 4.8° de Jupiter, -2.8mag 20:08

11 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 22:9
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 21:00
Chuveiro Phoenicids PHE de Julho na constelacao Eridani 23:00
Io, inicio de sombra 01:36
Io, inicio de transito 02:26
Imersao de 36 Aquarii, SAO 145905 dupla proxima, 7.0mag na borda
iluminada lunar 03:18
IO, final de sombra 03:54
Transito da Grande Mancha Vermelha 04:22
Io, final de transito 04:43
Emersao de 36 Aquarii, SAO 145905 dupla proxima, 7.0mag na borda
escura lunar 04:46
Luz zodiacal sobre gorizonte ONO 18:08
Europa, final de sombra 21:27
Io, inicio eclipse 22:55
Europa, final de transito 23:02

12 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 22:9
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 21:00
Chuveiro Phoenicids PHE de Julho em maxima atividade na
constelacao Eridani THZ= 4 meteoros 23:00
Transito da Grande Mancha Vermelha 00:14
Marte a 4.6 graus das Pleiades 06:01
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Io, Inicio de transito 5.0 mag 20:52
Io, Final de sombra 22:23
Io, Final de transito 23:10

13 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 22:9
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 20:09
Chuveiro Phoenicids PHE de Julho na constelacao Phoenix 23:00
Emersao de SAO 128259, XZ 31707, 8.1mag na borda escura lunar
01:14
Imersao de 16 Psc, SAO 128281 dupla proximar, 5.7mag na borda
iluminada lunar 01:18
Emersao de SAO 128273, XZ 31732, 9.0mag na borda escura lunar
02:02
Emersao de SAO 128268, XZ 31722, 8.4mag na borda escura lunar
02:07
Emersao de 16 Psc, SAO 128281 dupla proxima, 5.7mag na borda
escura lunar 02:16
Emersao de SAO 128275, XZ 31737 dupla, separacao <10", 8.6mag na
borda escura lunar 02?41
Transito da Grande Mancha Vermelha 06:01
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Mercurio em conjuncao a 1.5° do centro solar 23:03

14 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 22:9
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 20:09
Chuveiro Phoenicids PHE de Julho na constelacao Phoenix 23:00
Chuveiro North Delta-Aquariids NDA ativo ate' 25/08 em Psc 21:00
Transito da Grande Mancha Vermelha 01:52
Venus a 3.1 graus de Aldebaran 03:19
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Callisto, final de eclipse 23:08
Ganymed. Inicio de sombra 23:36

15 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.2mag 22:9
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 20:09
Chuveiro Phoenicids PHE de Julho na constelacao Phoenix 23:00
Chuveiro North Delta-Aquariids NDA em Psc 21:00
Emersao de SAO 92278, XZ 1578, 8.1mag na borda escura lunar 02:18
Ganymed, Inicio de transito 02:37
Ganymed, Final de sombra 03:15
Imersao de SAO 92306, XZ 1638, 8.6mag na borda escura lunar 03:48
Emersao de SAO 92306, XZ 1638, 8.6mag na borda escura lunar 04:06
Emersao de SAO 92320, XZ 1681, 8.5mag na borda escura lunar 05:30
Ganymed, Final de transito 4.6 mag
Lua Quarto Minguante 06:53
Lua em Libracao Oeste 08:00
Lua em Libracao Maxima 13:28
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Lua em Libracao Sul 20:09

16 Julho
40 anos do lancamento da Apollo 11 (1969)
15 anos do impacto do cometa Cometa Shoemaker-Levy 9 (1994) em
Jupiter
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.3mag 22:6
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 20:09
Chuveiro Perseids PER ativo ate' 24/08 em Cas 21:00
Imersao de NSV 15423, SAO 92755, 7.2mag na borda iluminada lunar
01:41
Emersao de NSV 15423, SAO 92755, 7.2mag na borda escura lunar
02:28
Imersao de SAO 92774, XZ 2856 dupla proxima, 6.2mag na borda
iluminada lunar 02:56
Transito da Grande Mancha Vermelha 03:30
Emersao de SAO 92774, XZ 2856 dupla proxima, 6.2mag na borda
escura lunar 03:44
Emersao de SAO 92772, XZ 2854, 8.4mag na borda escura lunar 03:52
Luz Cinerea lunar 05:09
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Transito da Grande Mancha Vermelha 23:21

17 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.3mag 22:6
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 20:09
Chuveiro North Delta-Aquariids NDA em Pisces 21:00
Chuveiro Perseids PER em Cas 21:00
Europa, inicio de Eclipse 02:14
Imersao de SAO 75711, XZ 4020 dupla proxima, 7.2mag na borda
iluminada lunar 05:12
Luz cinerea lunar 05:09
Io, inicio de Eclipse 06:20
Emersao de SAO 75711, XZ 4020 dupla proxima, 7.2mag na borda
escura lunar 06:33
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08

18 Julho
Cometa '22P' Kopff Magnitude estimada = 8.3mag 22:6
Cometa '116P' Wild em perielio a 2.175AU do Sol e a 2.579AU da
Terra. Magnitude estimada=13.0mag Elongcao=55.7° 17:08
Chuveiro South Delta-Aquariids SDA em Aquarius 20:09
Chuveiro North Delta-Aquariids NDA em Pisces 21:00
Chuveiro Perseids PER em Cas 21:00
Emersao de SAO 76369, XZ 5192, 8.3mag na borda escura lunar 03:26
Io, inicio de sombra 03:30
Io, Inicio de transito 04:11
Emersao de SAO 76407, XZ 5260, 8.2mag na borda escura lunar 05:02
IO, Final de sombra 5.0 mag 05:49
Luz cinerea lunar 05:09
Io, Final de transito 5.0 mag 06:29
Luz Zodiacal sobre horizonte ONO 18:08
Europa, inicio de sombra 21:09
Europa, Inicio de transito 22:27

----------------------------------------------------------
GLOSSARIO
----------------------------------------------------------

Os verbetes deste Glossario foram extraidos do Astro.dic -
Dicionario de Astronomia e Areas Afins, que disponibiliza todo seu
conteudo no Site: http://www.ceaal.al.org.br/astrodic/
Ed: LL

----------------------------------------------------------
Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia, e' uma publicacao
semanal em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em
diferentes Editorias e elaborado pela comunidade astronomica
profissional e amadora brasileira com o objetivo de ampliar a divulgacao
de informacoes sobre a Astronomia no Brasil e no mundo. Semanalmente,
ele e' enviado a aproximadamente 10000 interessados.
Informacoes gerais sobre Astronomia e Ciencias afins podem ser
encontradas no site do Boletim na Internet, no endereco:
http://www.boletimsupernovas.com.br/
Para receber semanalmente o Boletim, envie um e-mail para
<boletimsupernovas-subscribe@yahoogroups.com> e para deixar de
assina-lo envie um e-mail para
<boletimsupernovas-unsubscribe@yahoogroups.com>. Nao e' necessaria
nenhuma informacao no corpo desses e-mails.
Devido a limitacoes de diversos provedores de e-mails, a acentuacao
grafica das edicoes sao omitidas.
Informacoes, sugestoes e criticas podem ser encaminhadas aos
editores, abaixo relacionados:

Site: http://www.boletimsupernovas.com.br
Twitter: http://twitter.com/boletim
RSS: http://www.boletimsupernovas.com.br/feed
E-mail: boletim@boletimsupernovas.com.br

Editores Chefes:
Angela Minatel (AM): <angela@boletimsupernovas.com.br>
Beatriz Ansani (BVA): <beatriz@boletimsupernovas.com.br>
Carlos Eduardo Contato (CE): <cadu@boletimsupernovas.com.br>
Jorge Honel (JH): <honel@boletimsupernovas.com.br>
Marcelo Breganhola (MB): <breganhola@boletimsupernovas.com.br>

Editores de Astronomia no Brasil:
Alexandre Amorim (AA): <amorim@boletimsupernovas.com.br>
Carlos Eduardo Contato (CE): <cadu@boletimsupernovas.com.br>
Ednilson Oliveira (EO): <ednilson@boletimsupernovas.com.br>
Edvaldo Trevisan (EJT): <edvaldo@boletimsupernovas.com.br>
Geovani Marcos Morgado (GMM): <geovani@boletimsupernovas.com.br>
Kepler Oliveira (KO): <kepler@boletimsupernovas.com.br>
Marcelo Breganhola (MB): <breganhola@boletimsupernovas.com.br>

Editores de Astronomia no Mundo:
Jaime Garcia (JG): <jaime@boletimsupernovas.com.br>

Revisao Cientifica:
Silvia Calbo Aroca (SCA): <silvia@boletimsupernovas.com.br>

Editor de Efemerides:
Rosely Gregio (RG): <rosely@boletimsupernovas.com.br>

Editor do Glossario:
Luiz Lima (LL): <lima@boletimsupernovas.com.br>

SUPERNOVAS - BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA

Japan's now-finished lunar mission found no water ice

BY CRAIG COVAULT
SPACEFLIGHT NOW

Posted: July 6, 2009
High resolution imaging sensors on the Japanese Selene/Kaguya lunar orbiter have failed to detect any signs of water ice in permanently shaded craters around the South Pole of the Moon.
Selene's sensors were, however, able to able pierce the darkness to reveal details detailed deep in Shackelton crater that has been a top candidate for south polar ice as a resource for later human exploitation.
Although the Japanese spacecraft found no ice it did find a crater much deeper than other lunar craters of a similar diameter and internal temperatures that could support ice delivered by comets over billions of years.
The Japanese spacecraft has also returned stunningly beautiful images of the Earth and Moon as the 40th anniversary of the first manned lunar landing by Apollo 11 approaches on July 20.

The Japanese spacecraft's high definition television camera developed in connection with NHK captured images like this sequence showing Earth rising above the limb of the moon. Credit: JAXA/NHK
See larger image here

 
The spacecraft renamed after Kaguya after launch on Sept. 14, 2007, was allowed to descend to a lunar impact last month.
Two unmanned NASA spacecraft have just arrived at the moon to look again for water ice, that would be a critical resource aiding future human lunar exploration.
The NASA Goddard Lunar Polar Orbiter and NASA Ames/Northrop Grumman Lunar Crater Observation and Sensing Satellite (LCROSS) will use a direct impact by the flight's Centaur upper stage to kick up south polar lunar soil for direct sampling by LCROSS for evidence of water ice.
The detection of frozen water was also a key science goal for the Japanese spacecraft that is the most ambitious lunar and planetary mission ever flown by Japan.
According to a Japanese professional results paper printed in Science Magazine and also presented in March at the 40th Lunar and Planetary Science Conference in Houston, "The spacecraft's Terrain Camera (TC) team succeeded in three dimensional imaging of the Shackleton Crater on the lunar south pole...permanently shadowed and earlier believed to hold water-ice deposits."
"However, [Selene imaging] indicates that exposed relatively pure water-ice deposits are lacking on the floor," according to the Japanese report. Japanese scientists said in Houston they could not find water ice anywhere else in craters near the Moon's rugged south pole, one of the primary NASA justifications for flying the LCROSS mission.
The TC team did however successfully developed a three dimensional image showing the inside the Shackleton Crater for the first time by using TC observation data.
The spacecraft found "Shackleton is a truncated cone-shaped crater with almost a concentric circular rim with a radius of up to 10.5 km and a floor with a radius of about 3.3 km, and a depth of about 4.2 km; it is much deeper than other similar-sized lunar craters," the Japanese paper says.

Shackleton crater is imaged with Earthrise. Note it is shaded in darkness which the spacecraft's sensors were able to penetrate. Credit: JAXA/NHK
See larger image here

 
"Inside, the crater had an almost smooth but cratered inner wall. Two mounds are seen adjacent to the inner wall, which are probably landslides from the inner wall. A hill a few hundred meters high occupies the crater center. A terrace structure is associated with the hill and elongated toward the inner wall. It has a number of depressions that are probably craters."
Just before its June 10 impact, Kaguya's high definition (HD) television camera took spectacular imagery as the 3 ton spacecraft, flying at 4,000 mph, descended at a shallow angle of only 1 deg. below the horizon.. Small craters and rocks the size of cars can be seen flashing by until the scene goes black at impact.
The interactive capability of the spacecraft's data are illustrated on the JAXA website by manipulating this image of Tyco, the young south polar bright rayed crater easily visible to the naked eye from Earth.

A high priority for future exploration will be Aristaricus, a volcanic area for a time considered an Apollo landing site candidate. Credit: JAXA/NHK
See larger image here

 
A spectacular feature on the lunar farside is the crater Tsiolkovskiy, which filled with dark lava after an impact created the crater with its large central peak.
The HD television system on the spacecraft for the first time allowed viewers on Earth to fly above the lunar farside, much rougher then the lunar nearside except for the lava plain of Tsiolkovskiy, in this motion video described by a JAXA commentator in English.
Fonte da notícia:
http://spaceflightnow.com/news/n0907/06kaguya/

Distant supernovae studied by new method

Technique will revitalize research on this kind of supernovae and will provide astronomers with a much-needed process to probe the deaths of some of the earliest stars in the universe.
Provided by W. M. Keck Observatory, Kamuela, HI
This image was taken with CFHT as part of the telescope's Legacy Survey and shows one of the deep fields used to find the most distant supernovae to date. CFHT-Jeff Cooke [View Larger Image]

July 8, 2009
Astronomers have again rewritten the record books for discovering the most distant supernovae. Using Hawaii's W. M. Keck Observatory and Canada-France-Hawaii Telescope (CFHT), a team has identified remnants of two massive stars that exploded roughly 11 billion years ago.

Studying the deaths of these early stars is essential to understanding the evolution of the universe and how its elements were formed and distributed to create later stars and even planets, said Jeff Cooke of the University of California at Irvine.

He added that while the newly identified explosions may be the farthest of any supernovae type found to date, the innovative method developed to identify the explosions should make it possible to discover even more distant supernovae — possibly even a few of the very first stars to blow apart.

Cooke developed this new method to study the explosive death of stars that are 50 to 100 times the mass of the Sun. The progenitor stars of this kind of supernovae, type IIn, are distinct because they shed most of their material into the cosmos just before they die. When the stars finally explode, they spew out their remaining material, which plows into the previously expelled gas. The collisions make the entire stellar remnant so bright that its glow can still be detected many years after the star's demise.

To find the most distant of these supernovae, the astronomers examined archival data from the CFHT Legacy Survey to identify four, extremely distant objects that appeared to brighten and then fade over time, resembling distant supernovae. Cooke explained that cosmologists typically identify supernovae by comparing nightly images of the same patch of space taken at regular intervals throughout the year. The images show several hundred to thousands of galaxies. A slight increase in the amount of light in any one of the galaxies in one image compared to the previous image may indicate a star has blown apart and died.

Using this knowledge, the astronomers stacked and blended a year's worth of CFHT images taken of the same, dark patch of sky and did this for 4 separate years. Stacking the images into one composite enable the team to detect fainter objects and thereby probe farther back in the universe. "It's like in photography when you open the shutter for a long time. You'll collect more light with a longer exposure," Cooke said.

By comparing composite images over the 4 years, Cooke's team identified four potential supernovae. The astronomers then used the Low Resolution Imaging Spectrograph (LRIS) on the Keck I telescope and the Deep Imaging Multi-Object Spectrograph (DEIMOS) on the Keck II telescope to analyze the spectrum of light that each object emitted to determine the objects' composition and distance. The data showed that the light from the supernovae had traveled nearly 11 billion light years to reach Earth.

Cooke's technique is "powerful and reliable" because "it's simple, clean, and the results are unambiguous. In retrospect, I can't believe we haven't capitalized on this method sooner," said Alicia Soderberg who studies supernovae at the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics in Cambridge, Massachusetts, but was not involved in the study.

The technique will revitalize research on this kind of supernovae and will provide astronomers with a much-needed process to probe the deaths of some of the earliest stars in the universe, she added.

Prior to this discovery, astronomers' records showed that the most distant supernova of this type exploded roughly 6 billion years ago, and the most distant of any supernovae type exploded roughly 9 billion years ago. Cooke said that by studying extremely distant supernovae, astronomers would better understand where stars were exploding just after the Big Bang and how stellar properties change as the universe evolved. And, because stars form heavier and heavier elements in their core, the technique might also give astronomers a glimpse of how the elements essential to planet formation and to the existence of life were initially created and distributed throughout the cosmos.

"This new method could not have been published at a better time," Soderberg said, explaining that many large survey telescopes, such as the Large Synoptic Survey Telescope, will soon be online to identify thousands of candidate supernovae.. Astronomers can then use large eight to ten meter telescopes, such as Keck, to obtain the necessary deep spectra of the supernovae to determine their distance and the abundance of elements that they spew into space after they explode

 

Fonte da notícia: http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&id=8433

Dark matter not responsible for gamma-ray distribution in Milky Way

Over the past 5 years, gamma-ray measurements from the European satellite INTEGRAL have perplexed astronomers, leading some to argue that a great mystery existed.
Provided by University of California, San Diego
NTEGRAL ESA [View Larger Image]
July 9, 2009
A team of astrophysicists has solved a mystery that led some scientists to speculate that the distribution of certain gamma rays in our Milky Way galaxy was evidence of a form of undetectable "dark matter" believed to make up much of the mass of the universe.

In two separate scientific papers, the astrophysicists show that this gamma-ray distribution can be explained by the way "antimatter positrons" from the radioactive decay of elements, created by massive star explosions in the galaxy, propagate through the galaxy. The scientists said the observed gamma-ray distribution is not evidence for dark matter.

"There is no great mystery," said Richard Lingenfelter, a research scientist at the University of California's San Diego (UCSD) Center for Astrophysics and Space Sciences who conducted the studies with Richard Rothschild, a research scientist also at UCSD, and James Higdon, a physics professor at the Claremont Colleges, Claremont, California. "The observed distribution of gamma rays is quite consistent with the standard picture."

Over the past 5 years, gamma-ray measurements from the European International Gamma-Ray Astrophysics Laboratory satellite (INTEGRAL) have perplexed astronomers, leading some to argue that a great mystery existed because the distribution of these gamma rays across different parts of the Milky Way galaxy was not as expected.

To explain the source of this mystery, some astronomers had hypothesized the existence of various forms of dark matter, which astronomers suspect exists — from the unusual gravitational effects on visible matter such as stars and galaxies — but have not yet found.

What is known for certain is that our galaxy, and others, is filled with tiny subatomic particles known as positrons, the antimatter counterpart of typical, everyday electrons. When an electron and positron encounter each other in space, the two particles annihilate and their energy is released as gamma rays. That is, the electron and positron disappear and two or three gamma rays appear. "These positrons are born at nearly the speed of light, and they travel thousands of light-years before they slow down enough in dense clouds of gas to have a chance of joining with an electron to annihilate in a dance of death," said Higdon. "Their slowing down occurs from the drag of other particles during their journey through space. Their journey is also impeded by the many fluctuations in the galactic magnetic field that scatter them back and forth as they move along. All of this must be taken into account in calculating the average distance the positrons would travel from their birthplaces in supernova explosions."

"Some positrons head towards the center of the galaxy, some towards the outer reaches of the Milky Way known as the galactic halo, and some are caught in the spiral arms," said Rothschild. "While calculating this in detail is still far beyond the fastest supercomputers, we were able to use what we know about how electrons travel throughout the solar system and what can be inferred about their travel elsewhere to estimate how their antimatter counterparts permeate the galaxy."

The scientists calculated that most of the gamma rays should be concentrated in the inner regions of the galaxy, just as was observed by the satellite data, the team reported.

"The observed distribution of gamma rays is consistent with the standard picture where the source of positrons is the radioactive decay of isotopes of nickel, titanium, and aluminum produced in supernova explosions of stars more massive than the Sun," said Rothschild.

The scientists point out that a basic assumption of one of the more exotic explanations for the purported mystery — dark matter decays or annihilations — is flawed, because it assumes that the positrons annihilate very close to the exploding stars from which they originated.

"We clearly demonstrated this was not the case, and that the distribution of the gamma rays observed by the gamma-ray satellite was not a detection or indication of a dark matter signal," said Lingenfelter

Fonte da notícia:

Shuttle launch and noctilucent clouds point to Tunguska comet

BY DR EMILY BALDWIN

ASTRONOMY NOW

Posted: 29 June, 2009

The exhaust plume of a shuttle launch that created noctilucent clouds similar to those seen after the Tunguska event supports the theory that a comet, and not a meteoroid, exploded over Siberia one hundred years ago.

"It's almost like putting together a 100-year-old murder mystery," says Cornell University's Michael Kelley, who led the research.
Following the event at Tunguska, and various shuttle launches, brilliant, night-visible clouds, or noctilucent clouds were observed. Noctilucent clouds, or NLCs for short, are high altitude thin sheets of clouds that reflect sunlight when the Sun is between six and sixteen degrees below the horizon.

The shuttle's launch exhaust creates a dazzling view over the Vehicle Assembly Building an hour after liftoff. Image: Ben Cooper/Spaceflight Now.

After the June 1908 explosion the night skies shone brightly for many days, notably in the UK, almost 5,000 kilometres away. Recent interpretations suggest these "glowing skies" were the result of NLCs.
The same NLC phenomenon was also observed after space shuttle launches in 1997, 2003 and 2007. A single space shuttle flight injects 300 metric tons of water vapor into the Earth's upper atmosphere, and the water particles have been found to travel to the Arctic and Antarctic regions, where they form clouds after settling at lower altitudes.
According to Kelley and colleagues, the shuttle exhaust plume resembled the same action as a comet breaking up and depositing vast amounts of water vapor into the atmosphere. They contend that the Tunguska comet would have started to break up at about the same altitude as the release of the exhaust plume from the space shuttle following launch. Just as the water particles from the shuttle found themselves in the polar regions, the cometary ice would have been swept up in eddies in the atmosphere and transported thousands of kilometres around the globe.

Felled trees as seen by one of the first expeditions to the Tunguska blast area. Image: University of Bologna, http://www-th.bo.infn.it/tunguska/.

The scientists have attempted to answer how this water vapor traveled so far without scattering and diffusing, as conventional physics would predict. "There is a mean transport of this material for tens of thousands of kilometres in a very short time, and there is no model that predicts that," says Kelley. "It's totally new and unexpected physics."
This "new" physics, the researchers contend, is tied up in
counter-rotating eddies with extreme energy that distributes the water around the globe extremely rapidly. "Our observations show that current understanding of the mesosphere-lower thermosphere region is quite poor," says co-author Charlie Seyler. The Earth's atmosphere is split into layers, with the troposphere extending from the surface, followed by the stratosphere, mesosphere, thermosphere and exosphere. The International Space Station orbits in the thermosphere at an altitude of around 350 kilometres.
Scientists have long argued the composition of the Tunguska impactor, falling into the two main camps of asteroid or comet. Either way, the explosion of the body was enough to flatten some two thousand square kilometres of forest and provide one hundred years worth of study and speculation.
The Cornell University researchers will present their research in the Geophysical Research Letters journal.


Fonte da notícia:
http://www.astronomynow.com/090629ShuttlelaunchandnoctilucentcloudspointtoTunguskacomet.html

Finding from Cassini hints at ocean within Saturn moon

NASA/JPL NEWS RELEASE

Posted: June 24, 2009

PASADENA, Calif. -- For the first time, scientists working on NASA's Cassini mission have detected sodium salts in ice grains of Saturn's outermost ring. Detecting salty ice indicates that Saturn's moon Enceladus, which primarily replenishes the ring with material from discharging jets, could harbor a reservoir of liquid water -- perhaps an ocean -- beneath its surface.
Cassini discovered the water-ice jets in 2005 on Enceladus. These jets expel tiny ice grains and vapor, some of which escape the moon's gravity and form Saturn's outermost ring. Cassini's cosmic dust analyzer has examined the composition of those grains and found salt within them.
"We believe that the salty minerals deep inside Enceladus washed out from rock at the bottom of a liquid layer," said Frank Postberg, Cassini scientist for the cosmic dust analyzer at the Max Planck Institute for Nuclear Physics in Heidelberg, Germany. Postberg is lead author of a study that appears in the June 25 issue of the journal Nature.
Scientists on Cassini's cosmic dust detector team conclude that liquid water must be present because it is the only way to dissolve the significant amounts of minerals that would account for the levels of salt detected. The process of sublimation, the mechanism by which vapor is released directly from solid ice in the crust, cannot account for the presence of salt.
"Potential plume sources on Enceladus are an active area of research with evidence continuing to converge on a possible salt water ocean," said Linda Spilker, Cassini deputy project scientist at NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif. "Our next opportunity to gather data on Enceladus will come during two flybys in November."
The makeup of the outermost ring grains, determined when thousands of high-speed particle hits were registered by Cassini, provides indirect information about the composition of the plume material and what is inside Enceladus. The outermost ring particles are almost pure water ice, but nearly every time the dust analyzer has checked for the composition, it has found at least some sodium within the particles.
"Our measurements imply that besides table salt, the grains also contain carbonates like soda. Both components are in concentrations that match the predicted composition of an Enceladus ocean," Postberg said. "The carbonates also provide a slightly alkaline pH value. If the liquid source is an ocean, it could provide a suitable environment on Enceladus for the formation of life precursors when coupled with the heat measured near the moon's south pole and the organic compounds found within the plumes."
However, in another study published in Nature, researchers doing ground-based observations did not see sodium, an important salt component. That team notes that the amount of sodium being expelled from Enceladus is actually less than observed around many other planetary bodies. These scientists were looking for sodium in the plume vapor and could not see it in the expelled ice grains. They argue that if the plume vapor does come from ocean water the evaporation must happen slowly deep underground rather than as a violent geyser erupting into space.
"Finding salt in the plume gives evidence for liquid water below the surface," said Sascha Kempf, also a Cassini scientist for the cosmic dust analyzer from the Max Planck Institute for Nuclear Physics. "The lack of detection of sodium vapor in the plume gives hints about what the water reservoir might look like."
Determining the nature and origin of the plume material is a top priority for Cassini during its extended tour, called the Cassini Equinox Mission.
"The original picture of the plumes as violently erupting Yellowstone-like geysers is changing," said Postberg."They seem more like steady jets of vapor and ice fed by a large water reservoir. However, we cannot decide yet if the water is currently 'trapped' within huge pockets in Enceladus' thick ice crust or still connected to a large ocean in contact with the rocky core."
The Cassini-Huygens mission is a cooperative project of NASA, the European Space Agency and the Italian Space Agency. The Cassini cosmic dust analyzer was provided by the German Aerospace Center. The Cassini orbiter was designed, developed and assembled at JPL. JPL manages the mission for the Science Mission Directorate at NASA Headquarters in Washington.

Fonte da notícia:

http://spaceflightnow.com/news/n0906/24enceladus/

Mapping a Star's Spots by Exoplanet Transits

Astronomers had already detected individual starspots by watching exoplanets pass in front of them. But recent advances may allow for extensive mapping of spots on distant suns, complementing other techniques that are restricted in other ways.

A telltale bump near the middle
This light curve shows the 3% dip in brightness of the star Corot-2a during a transit of its close-in planet. Also seen in the telltale bump signifying the planet crossing a starspot. The spot was no more than a quarter of the planet's diameter. The dots are the actual measurements,and the red curve is a smoothed fit to them. The blue curve is a theoretical model of the transit if the star were unblemished. The black curve is a model with a single spot. The horizontal axis is maked with decimals of a day from the time of mid-transit (0.01 day is 14.4 minutes).
U. Wolter et al.
A team led by Juergen Schmitt at Hamburg Observatory in Germany analyzed fine-brightness measurements of the Sun-like star Corot-2a. This is a G-type star like ours, but it's much younger. It hasn't had time to lose much of its spin to magnetic stellar-wind braking, as happens to Sun-like stars as they age, so it still rotates with a period of around 4½ days (compared to the Sun's rotation period of about 27 days).

As seen from Earth, a very close-in planet named Corot-2b passes in front of the star every 1.74 days. ESA's orbiting Corot telescope measured the light of the star during 80 or so of these transits. But the Hamburg group realized that no two light curves were quite the same.

For one thing, the star's overall brightness varies slightly from day to day. This was already known; the reason is that spots on the star's surface rotate in and out of view, and other spots form or disappear while in view. Fast-rotating Sun-like stars (stars with convective zones in their interiors) have extensive spots and other signs of strong magnetic activity.

In addition, during a transit the planet may directly cross a spot. In at least one instance, Uwe Wolter (lead author of the group's paper) found that the transit's light curve wasn't a smooth dip but displayed a brief bump when the planet crossed a small area that wasn't as bright as the rest of the star's surface.

Corot satellite
Artist's concept of ESA's Corot spacecraft. It was launched in 2006 to find smaller transiting exoplanets than can be detected through Earth's unsteady atmosphere.
CNES / D. Ducros
This is not the first starspot detected this way, but it's a particularly interesting one. "This is the closest analogy to sunspots that we have yet on another star," says John Thomas (University of Rochester). "The spot they detect lies within 20° of the equator, as do most sunspots, and the spot size that they measure is comparable to a large sunspot group on the Sun."

Patient work by the Hamburg group with more Corot data might tell much more, Thomas explains: "They can potentially use their technique over a longer term to follow spot evolution on this star and hence study its activity patterns, maybe even producing the analog of the solar 'butterfly diagram' for this star. That would be wonderful!" (The butterfly diagram is the graph of sunspots' changing latitudes over the course of the Sun's 11-year activity cycle).

Schmitt asks the question, "How many of those spots are at low latitude?" To address it the Hamburg group has written another paper looking at the statistics of the 80 transits of Corot-2b. The group found something unexpected. "The depth of the transit depends on the [overall] spot coverage," says lead author Stefan Czesla. That is, the dimmer the star appears out of transit (presumably because it's covered with more spots), the smaller the fraction of its light that gets blocked by the planet during a transit, on average.

This seems to mean that the extra spots dimming the star lie at low latitudes, under the planet's trajectory — so it eclipses more spots and less of the bright surface. But Schmitt remains cautious: "We're actually working to try and quantify that."

This wouldn't mean all spots on CoRoT-2a lie at low latitudes. Sun- and starspots appear when buoyant material with an embedded magnetic field rises up to the surface through the deep convective layer. Rotation deflects this process via the Coriolis force, so in fast-rotating stars, the material should rise mostly in the polar regions. This means CoRoT-2a's poles are likely to have even more spots than its law latitudes. The poles may even be continually covered in spots.

This method for identifying starspots complements the established one that relies on the various Doppler shifts of different parts of a star's surface as it rotates. But that only works on stars that spin even faster than CoRoT-2a, and even then it tends to be restricted to high latitudes.

The Hamburg group also determined that starspots affect measurements of a transiting exoplanet's diameter. In the case of CoRoT-2b, the astronomers determined that the planet is about 3% larger than was found without considering the starspots. The effect is small but worth taking into account when possible.

Posted by Johannes Hirn, July 9, 2009

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...