
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Site da Nasa divulga foto de aurora em território canadense

domingo, 20 de setembro de 2009
Menor e mais rápido exoplaneta já descoberto tem densidade da Terra
Do G1, em São Paulo

Em dezembro de 2006, França, agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês), Áustria, Bélgica, Brasil, Alemanha e Espanha, lançaram o satélite CoRoT (acrônimo de convecção, rotação de estrelas e trânsito dos planetas extra-solares). Em fevereiro deste ano, foi anunciada a descoberta de um pequeno exoplaneta, o CoRoT-7b, que orbita a estrela TYC 4799-1733-1 (depois rebatizada para CoRoT-7). Fica a 500 anos-luz, na Constelação de Unicórnio (Monocerotis). O anúncio foi feito um ano após medições e confirmações realizadas por telescópios baseados na Terra.
Os dados foram colhidos pelo Harps (high accuracy radial velocity planet searcher), um dos instrumentos embutidos no telescópio de 3,6 metros do Observatório de La Silla, no Chile. O Harps é considerado o melhor caçador de exoplanetas de que a ciência dispõe atualmente.
Com as informações, CoRoT-7b foi classificado como exoplaneta do tipo “super-Terra”. Cerca de uma dúzia desses corpos celestes já foram detectados. A peculiaridade do CoRoT-7b é que se trata da primeira vez em que a massa de um exoplaneta pequeno é calculada.
Como ele orbita muito perto de sua estrela, CoRoT-7b viaja a 750 mil quilômetros por hora, mais de 7 vezes a velocidade da Terra ao redor do Sol. “O planeta fica tão perto da estrela que deve parecer o inferno de Dante”, disse Didier Queloz, coordenador da equipe que realizou as medições.
Concurso do Observatório Real premia melhores fotos amadoras do espaço
Da BBC
"A variedade e a qualidade das imagens que recebemos foram de tirar o fôlego", disse Marek Kukula, astrônomo do Observatório Real. "Isso mostra que mesmo 400 anos anos depois das primeiras observações de Galileu com um telescópio, a astronomia ainda é uma ciência viva, que qualquer pessoa pode curtir."
As melhores fotos do concurso estão expostas no Observatório até 10 de janeiro de 2010.
Sol expele rajadas contra Terra mesmo em períodos de 'calma', diz estudo
Da BBC
O Sol bombardeia a Terra com rajadas de partículas - o chamado vento solar - mesmo quando sua atividade parece estar em baixa, afirmaram cientistas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR, na sigla em inglês) e da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
Segundo os cientistas, isso contraria a noção de que a atividade solar pode ser medida apenas pelas manchas em sua superfície - nos ciclos de aproximadamente 11 anos, os períodos em que a atividade solar parece mais "quieta" coincidem com a fase em que há menos manchas na superfície.
Até agora, essas manchas eram usadas para medir as mudanças de impacto da estrela sobre a Terra durante esses ciclos de 11 anos.
Nas fases de maior atividade, o número de manchas aumenta. Neste período, o sol lança intensas chamas diariamente e tempestades geomagnéticas atingem a Terra frequentemente, derrubando satélites e interrompendo redes de comunicações.
"O Sol continua a nos surpreender", disse a líder da pesquisa Sarah Gibson, do Observatório de Alta Altitude do NCAR. "O vento solar pode atingir a Terra como uma mangueira de fogo, mesmo quando não há praticamente nenhuma mancha em sua superfície."
O estudo, financiado pela Nasa e pela Fundação Nacional da Ciência, está sendo publicado nesta sexta-feira (18) no "Journal of Geophysical Research".
Manchas
Há séculos os cientistas se baseiam nas manchas solares - áreas de campos magnéticos concentrados que aparecem como manchas escuras na superfície solar - para determinar o ciclo de aproximadamente 11 anos.
Desta vez, Gibson e sua equipe se concentraram em outro processo pelo qual o sol libera energia, analisando rajadas de vento solar de alta velocidade, que carregam turbulentos campos magnéticos para fora do sistema solar.
Quando essas rajadas chegam perto da Terra, elas intensificam a energia no cinturão de radiação em torno do planeta. Isso aumenta a pressão no topo da atmosfera e pode afetar satélites de meteorologia, navegação e comunicação, em órbita nessa região, além de ameaçar os astronautas da Estação Espacial Internacional.
Os cientistas analisaram informações coletadas por instrumentos espaciais e baseados na Terra durante dois projetos, um em 1996 e outro em 2008. O ciclo solar estava em sua fase de atividade mínima durante os dois períodos.
No passado, cientistas acreditavam que essas rajadas de vento praticamente desapareciam nos períodos de quietude do Sol, mas quando a equipe comparou o efeito do vento solar de agora com o de 1996, último período de calmaria do astro, concluiu que a Terra continuou sendo intensamente afetada no ano passado.
Apesar de o sol apresentar menos manchas em sua superfície do que em qualquer período de baixa dos últimos 75 anos, o efeito do astro sobre o cinturão de radiação em torno da Terra - medido pelos fluxos de elétrons - foi mais do que três vezes maior no ano passado do que em 1996.
Os cientistas também concluíram que, apesar de o Sol apresentar ainda menos manchas atualmente do que em seu período de calmaria de 1996, os ventos solares eram mais fracos 13 anos atrás.
Impacto
No momento de pico, o impacto acumulado das rajadas de vento durante um ano pode injetar tanta energia na Terra como as erupções maciças da superfície solar durante um ano no período de alta atividade do Sol, afirma a coautora do estudo Janet Kozyra, da Universidade de Michigan.
Segundo Gibson, as observações deste ano mostram que os ventos parecem finalmente ter diminuído, quase dois anos depois de as manchas terem chegado ao mínimo deste último ciclo.
Os cientistas, no entanto, afirmam que são necessários mais estudos para entender os impactos dessas rajadas de vento sobre o planeta. Para Gibson, o fato de que o Sol continua afetando intensamente as atividades magnéticas na Terra nestes períodos de calma pode ter implicações para satélites e outros sistemas tecnológicos.
"Isso deve manter os cientistas ocupados tentando juntar todas as peças", afirma ela.
Crateras da Lua estão entre os locais mais frios do Sistema Solar, diz Nasa
Da BBC

Dados coletados por uma missão da Nasa que está fazendo um mapeamento da superfície da Lua apontam que crateras que ficam na região do polo sul do satélite podem ser alguns dos locais mais frios de todo o Sistema Solar.
Segundo as primeiras informações coletadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que foi lançado no último dia 18 de junho, as temperaturas em regiões que nunca recebem a luz do Sol no interior dessas crateras podem chegar a -238º C, pouco acima do zero absoluto, -273,15 ºC.
"Essas temperaturas extremamente frias estão, até onde sabemos, entre as menores que já foram registradas em qualquer outro lugar do Sistema Solar", diz David Paige, responsável pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, um dos sete instrumentos a bordo da missão e que está fazendo um mapeamento térmico da Lua.
Gelo
Segundo os pesquisadores, o fato de existirem esses locais com temperaturas extremamente baixas na Lua aumenta a probabilidade de que haja água e outros componentes congelados no interior dessas crateras.
A eventual presença de gelo nelas pode ser de extrema importância para futuras missões tripuladas ou não à Lua, principalmente se elas durarem longos períodos.
Isso porque a descoberta permitiria reduzir a quantidade de material que precisaria ser transportado da Terra em futuras missões.
O mapeamento térmico detalhado da Lua feito pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, além de localizar áreas extremamente frias, pode dar pistas sobre a composição de rochas e do solo, além de apontar regiões que podem ser perigosas para o pouso de veículos.
Os dados coletados apontam ainda que as variações de temperaturas na superfície da Lua estão entre as mais extremas do Sistema Solar.
Segundo as informações, ao meio-dia, na região no equador lunar, as temperaturas na superfície ultrapassam os 106°C. Durante a noite, no entanto, a temperatura cai a -183°C.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Agência europeia divulga imagem panorâmica da Via-Láctea

A imagem, de 360°, cobre toda a esfera celeste.
A foto é resultado de parceria entre a ESO, o ‘astrofotógrafo’ francês Serge Brunier e seu colega Frederic Tapissier. Brunier gastou semanas captando imagens, entre agosto de 2008 e fevereiro de 2009.
Durante uma semana o trabalho foi deslocado para La Palma, uma das ilhas Canárias. A imagem resultante é composta por mais de 300 campos, cada um fotografado por Brunier quatro vezes.
O total de imagens usadas na composição é de aproximadamente 1.200.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Total Solar Eclipse 2009 July 22 - China
Total Solar Eclipse 2009 July 22
The weather conditions were rather unstable at the beach site at Jinshanwei, approximately 65 kms south of Shanghai, where the shadow would leave China and hence being in the middle of the zone in the country, which should leave us 6 minutes and 57 seconds of totality.
Source: Kjell Inge Malde - NORWAY
http://d.yimg.com/kq/groups/20546796/151476538/name/tse2009.html
INTER-SOL AUGUST 2009
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V O L K S S T E R N W A R T E P A D E R B O R N E. V.
>>> I N T E R - S O L - P R O T O C O L (V.2.2) <<<
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Volkssternwarte * Postfach 1142 * D-33041 Paderborn * Germany
Phone: * Fax: +49(0)5254-932043 * Data@Inter-Sol.org
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Name ........... : Lucimary Vargas
Place of observ. : "Monoceros" Astronomical Observatory - Além Paraíba-MG-Brasil
Address ........ : Rua Luiz Carlos Marotta, 508 - 36660000
E-Mail ......... : observatorio.monoceros@gmail.com
Instrument ..... : Reflector Newt. 200mm Ø/1600mm - 150X - Solar Skreen Filter - Direct Method
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> <
> M O N T H : AUGUST Y E A R : 2009 <
> <
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Please fill in your data, copy the protocol into an e-mail and send
it to "Data@Inter-Sol.org". If necessary, put any special comments at
the end of the e-mail. Never change formate of this formular! Thanks.
Lucimary Vargas
Presidente
Observatório Astronômico Monoceros
AHAP/CEPESLE
Além Paraíba-MG-Brasil
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://astronomicando.blogspot.com
http://twitter.com/astronomicando
http://arqueoastronomy.blogspot.com
http://twitter.com/arqueoastronomy
http://cepesle-news.blogspot.com
http://twitter.com/cepesle
http://www.arquivohistorico-mg.com.br
http://twitter.com/lucimaryvargas
Solar Activities - CV-Observations Form
Lucimary Vargas (observatorio.monoceros@gmail.com)
on Thursday, September 10, 2009 at 12:17:42 (UTC-8)
K. I. Malde
Sildekroken 23 B
N-4085 Hundvaag
N O R W A Y
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Name: Lucimary Vargas
Email: observatorio.monoceros@gmail.com
Month: August
Year: 2009
Memno: CV-130
Place: Além Paraíba-MG-Brazil
Telescope: 200mm/1600mm
Method: D
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Comments: Tel. Refl. Newtoniano 200 mm Ø ,Solar Skreen Filter
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Nasa divulga novas imagens obtidas pelo Telescópio Hubble

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Astrônomos descobrem uma Pedra de Roseta celestial

O telescópio espacial XMM-Newton, que enxerga o espaço na faixa dos raios X, descobriu uma verdadeira Pedra de Roseta celestial, que poderá ajudar a decifrar o passado e o futuro do Universo.
O achado é uma estrela anã-branca que está girando em torno de outra estrela e que poderá explodir para formar um tipo particular de supernova de grande interesse dos astrônomos. Essas supernovas são tão especiais porque elas são utilizadas como uma espécie de farol para medir as distâncias cósmicas e, em última instância, para entender a expansão do nosso Universo.
Os astrônomos estavam no rastro desse objeto misterioso desde 1997, quando descobriram alguma coisa emitindo raios X nas proximidades da brilhante estrela HD 49798.
Agora, graças à altíssima sensibilidade do XMM-Newton, que já havia descoberto um zumbi cósmico no início deste ano, foi possível acompanhar o objeto ao longo de sua órbita, revelando do que se tratava - uma anã-branca em um sistema binário, o coração morto de uma estrela girando em torno de outra estrela e emitindo raios X em direção ao espaço.
E tampouco trata-se de uma anã-branca comum. A equipe do professor Sandro Mereghetti descobriu que sua massa é duas vezes maior do que o esperado.
A maioria das anãs-brancas têm uma massa equivalente a 0,6 massa solar empacotada em um objeto do tamanho da Terra. A nova anã-branca tem o dobro dessa massa em um diâmetro equivalente à metade do diâmetro da Terra. E ela dá um giro em torno de si mesma a cada 13 segundos, o que a transforma na mais rápida anã-branca conhecida.
Origem das supernovas
Com uma massa de 1,3 massa solar, a anã-branca está se aproximando rapidamente do seu limite - quando atingem 1,4 massa solar, duas coisas podem acontecer com as anãs-brancas: elas podem explodir ou implodir, colapsando em um objeto ainda mais compacto, chamado estrela de nêutrons.
Sua massa vai aumentando aos poucos quando sua gigantesca gravidade suga matéria de sua estrela vizinha por meio de um fenômeno chamado acreção.
A explosão de anãs-brancas é a explicação mais aceita hoje para as chamadas Supernovas Ia, eventos extremamente brilhantes que os astrônomos utilizam para medir a expansão do Universo.
Calculando o futuro
Esta é a primeira vez que os cientistas conseguem observar uma anã-branca crescendo por acreção em um sistema binário, o que os permitiu determinar sua massa com uma precisão inédita.
"Esta é a Pedra de Roseta das anãs-brancas em sistemas binários. Nossa determinação precisa das massas das duas estrelas é essencial. Nós agora poderemos estudá-las melhor e tentar reconstruir seu passado, de forma que possamos calcular seu futuro," disse Mereghetti.
Espetáculo celestial
E o futuro deste par especial de estrelas será espetacular. A anã-branca provavelmente explodirá em alguns milhões de anos. Embora ela esteja longe o bastante para não representar perigo para a Terra, ela está próxima o suficiente para se tornar um espetáculo celestial extraordinário.
Os cálculos dos cientistas mostram que, quando ela explodir, seu brilho será tão intenso que poderá ser visto durante o dia a olho nu. À noite ela deverá ser tão grande e brilhante quanto uma Lua cheia.
Sorte dos nossos descendentes.
Bibliografia:
sábado, 29 de agosto de 2009
Discovery parte para Estação Espacial
