quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Nasa realiza último teste do ano com substituta dos ônibus espaciais

Do G1, em São Paulo
A Nasa realizou nesta terça-feira (13) os últimos testes de pouso de 2011 com a nave Orion, a cápsula que está sendo preparada para ser o próximo veículo da agência espacial norte-americana.
Desde julho, quando os ônibus espaciais foram aposentados, os EUA não têm um meio de levar nem astronautas nem carga para o espaço. Hoje, eles dependem dos russos e, num futuro breve, a iniciativa privada também será uma opção.
O teste desta terça foi o oitavo já realizado com a nave. A cápsula entrou na água a um ângulo de 28 graus e a uma velocidade de 32 km/h. O objetivo era simular o retorno da nave em um mar tranquilo.
Os diversos testes têm em vista os diferentes cenários possíveis em um pouso. A possibilidade de que a nave caia na posição invertida também está sendo levada em conta. Ao contrário do ônibus espacial, que pousava em uma pista, a cápsula cai na Terra com o paraquedas aberto.


Teste com a cápsula Orion, da Nasa
 (Foto: Nasa/Sean Smith)

Sonda da Nasa tira novas fotos de lua de Saturno

Do G1, em São Paulo
A Nasa publicou nesta terça-feira (13) as imagens obtidas pela sonda Cassini durante uma manobra que executou por uma das luas de Saturno. Na segunda, a nave ficou a cerca de cem quilômetros da superfície de Dione.
As imagens publicadas ainda não passaram por nenhum tipo de tratamento. Elas mostram as fraturas na superfície do satélite natural e, ao fundo, os anéis de Saturno e outras duas luas do planeta, Epimeteu e Pandora.
A sonda Cassini foi lançada em 1997 para estudar a composição das luas de Saturno – mais de 60 satélites naturais já foram encontrados na órbita do planeta.

Imagem de Dione, com outras duas luas e os anéis de Saturno
 (Foto: Nasa/JPL/Space Science Institute)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Trovata impronta ''particella di Dio''

Ginevra - Per la prima volta e' stata ''avvistata'' la particella di Dio, ossia il bosone di Higgs, grazie al quale esiste la massa. I primi dati sono stati presentati oggi a Ginevra, in un affollatissimo seminario organizzato al Cern, dai coordinatori degli esperimenti Atlas e Cms, gli italiani Fabiola Gianotti e Guido Tonelli.

Físicos anunciam ter 'encurralado' a 'partícula de Deus'

Marília Juste e Mário Barra Do G1, em São Paulo
Os físicos do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês) "encurralaram" a partícula conhecida como “bóson de Higgs” – apelidada de “partícula de Deus”, segundo anúncio feito nesta terça-feira (13), em Genebra, na Suíça. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que não há dados suficientes para se confirmar que ela foi “descoberta”.
O “bóson de Higgs” é uma partícula hipotética que seria responsável pela existência de massa em outras partículas do Universo. Para encontrá-la, os cientistam colidem prótons (que ficam no núcleo dos átomos) e procuram entre as partículas que surgem do impacto.
Dois grupos principais e independentes trabalham na busca pela partícula no Grande Colisor de Hádrons, do Cern, na Europa: o Atlas e o CMA. Os dois apresentaram seus dados em um simpósio nesta terça.
O primeiro grupo a falar foi o Atlas, com a italiana Fabíola Gianotti. Segundo ela, os cientistas já excluíram a possibilidade de encontrar o Higgs entre as partículas que têm entre 141 e 476 gigaelétron-volts (a unidade de medida de energia que os físicos usam para medir a massa de partículas, cujo símbolo é “GeV”). Se o Higgs existir, ele deve ter entre 115 GeV e 130 GeV de massa.
De acordo com a cientista, o grupo conseguiu reduzir a janela de probabilidade onde a partícula deve estar. Dentro dela, a região onde estão partículas com 126 GeV de massa parece ter indícios fortes da presença do Higgs .
Após o Atlas, Guido Tonelli, do CMS, apresentou os dados de sua equipe. Eles encontraram indícios do Higgs em uma região um pouco abaixo, mas muito próxima: entre 123 GeV e 124 GeV de massa.
O brasileiro Sérgio Guerra, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e membro do grupo CMS sugere cautela na análise dos resultados. "Os dados não são conclusivos, a gente precisa lembrar sempre isso", afirmou ele.
Segundo os pesquisadores do Atlas, hoje há cinco vezes mais dados do que no momento da última conferência, há seis meses.


Ilustração de uma colisão entre partículas promovida pelo acelerador LHC. É com experimentos como esse que os cientistas estudam partículas como o bóson de Higgs (Foto: Cern)


Modelo Padrão
Os físicos têm uma teoria para explicar as partículas elementares do Universo – aquelas minúsculas que formam tudo que existe. Essa teoria se chama “Modelo Padrão”.
O Modelo Padrão explica tudo que sabemos sobre o comportamento e o surgimento dessas partículas, menos uma coisa: por que elas têm massa? E essa é uma pergunta muito importante. O fato de as partículas terem massa é a razão pela qual qualquer coisa no mundo tem massa: o Sol, os planetas, eu e você.
É aí que entra o bóson de Higgs. Diversos físicos – entre eles um britânico chamado Peter Higgs – descobriram um mecanismo teórico que tornaria possível que as partículas tivessem massa. Esse mecanismo – batizado de “mecanismo de Higgs” – prevê a existência de um “campo” que interage com tudo que existe no Universo. Essa interação faz com que as partículas ganhem massa.
Para esse campo existir, é preciso também existir uma partícula especial e invisível. Os físicos pegaram essa proposta e aplicaram nos cálculos do Modelo Padrão e tudo fez sentido. A partícula invisível foi batizada em homenagem a Higgs.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Una rosa rossa cosmica



I resti della supernova Puppis A, simili ad una rosa rossa
(fonte: NASA/JPL-Caltech/UCLA)
Un rosa rossa è sbocciata nell'Universo: sono i resti della supernova Puppis A esplosa 3.700 anni fa che ripresi agli infrarossi somigliano a una rosa dai petali scarlatti. Cio' che resta della supernova nata migliaia di anni fa e che allora secondo gli esperti è rimasta visibile ad occhio nudo per molto tempo prima di affievolirsi è stato catturato in un'immagina dal telescopio spaziale Wise della Nasa.

La supernova Puppis A, spiegano gli esperti, si è formata quando una stella massiccia ha concluso la sua vita in una gigantesca esplosione, una delle più brillanti e potenti dell'universo.

Le onde d'urto prodotte da quella esplosione riscaldano le nubi di polvere e gas che circondano la supernova, illuminandole e facendole apparire coloratissima nelle immagini nell'infrarosso diffuse dal Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa, che gestisce le operazioni di Wise.

Gran parte del materiale della stella è stato scagliato violentemente nello spazio al momento dell'esplosione, lasciando come unica traccia un oggetto incredibilmente denso chiamato stella di neutroni. Quest'ultima, troppo debole per essere visibile nelle immagini inviate a Terra da Wise, si muove in modo inspiegabilmente veloce: oltre quattro milioni di chilometri all'ora. Una rapidità così elevata che gli astronomi hanno soprannominato questo oggetto ''palla di cannone cosmica''.

Simili ad una rosa rossa, i resti della supernova si stagliano fra gas e polveri di colore verde. Queste ultime sarebbero, secondo gli espert, i resti di un'altra supernova ancora più antica, chiamata Vela, la cui esplosione sarebbe avvenuta circa 12.000 anni fa.

www.ansa.it

Sonda da Nasa faz sua maior aproximação a lua de Saturno

Do G1, em São Paulo
A sonda Cassini, da Nasa , vai examinar de perto duas luas de Saturno nos próximos dias. Nesta segunda (12), ela vai estar a apenas 99 quilômetros da superfície de Dione, maior aproximação já feita a esse corpo celeste. No dia seguinte, ela estará a 3,6 mil quilômetros de Titã, a maior dos 18 satélites naturais do planeta.
A nave foi lançada em 1997 para estudar a composição das luas de Saturno. Em Dione, seus instrumentos vão fornecer informações sobre a estrutura geológica do corpo celeste. Além disso, vai confirmar ou não se essa lua tem uma atmosfera rarefeita, como os cientistas acreditam.
Em Titã, cuja atmosfera é formada principalmente por nitrogênio, a sonda vai medir o comportamento dos ventos no polo norte do satélite na transição da primavera para o verão no local. Os cientistas também procuram por névoas.

Dione, em primeiro plano, e Titã, ao fundo, orbitam em torno de Saturno
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)


sábado, 10 de dezembro de 2011

Eclipse lunar é observado desde o oeste dos EUA à Europa Oriental

Do G1, com agências internacionais

Um eclipse total da Lua pôde ser visto desde a zona oeste dos Estados Unidos até a Europa Oriental, neste sábado (10). O fenômeno começou por volta de 10h45, horário de Brasília, e por isso não foi visto do Brasil.

O eclipse total da Lua acontece quando o Sol, a Terra e a própria Lua se alinham, de forma que a Terra projeta uma sombra sobre seu satélite natural. A próxima ocorrência de uma eclipse como esse será em 2014.

Eclipse lunar visto de Portland, em Oregon, noroeste dos EUA
 (Foto: AP Photo/Rick Bowmer)



Eclipse parcial da lua é visto próximo à torre de TV em Tóquio, no Japão
  (Foto: Yoshikazu Tsuno / AFP)

Un'App per contare le stelle cadenti


Stelle cadenti
ROMA - Si chiama Meteor Counter e permette di contare le stelle cadenti: e' una nuova applicazione per i dispositivi palmari come l'iphone. Realizzata dalla Nasa, l'applicazione e' rivolta a tutti: dagli esperti a chi per la prima volta vuole osservare un evento astronomico come le meteore. L'applicazione registra i dati cruciali per ogni meteora, come tempi fra una meteora e l'altra e luminosita' e ogni volta che finisce una sessione osservativa, i dati vengono inviati ai ricercatori della Nasa per l'analisi. La nuova applicazione e' stata sviluppata da Bill Cooke, a capo del Meteoroid Environment Office del centro Marshall Space Flight Center della Nasa e da Tony Phillips del progetto spaceweather.com. ''Abbiamo sviluppato l'applicazione anche per incoraggiare le persone ad osservare il cielo'' ha affermato Cooke. ''La nostra speranza - ha aggiunto - e' che l'applicazione possa essere utile sia agli astronomi sia agli astrofili e vogliamo condividere con le persone l'emozione di costruire una banca dati di informazioni sulle piogge di meteoriti''. ''Il bello - ha aggiunto - e' che l'applicazione puo' trasformare a poco a poco i principianti in esperti''.


 L'applicazione e' disponibile per iPhone, iPad e iPod Touch e si puo' scaricare gratuitamente dal sito http://itunes.apple.com/us/app/meteor-counter/id466896415. Gli utenti possono registrare anche un commento audio da inviare alla Nasa insieme alle informazioni relative alle meteore. L'applicazione del contatore Meteor offre anche un calendario di eventi aggiornato da esperti della Nasa per mantenere gli utenti informati su tutti gli spettacoli relativi alle stelle cadenti.

www.ansa.it

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Nasa encontra em Marte mineral que parece ter sido depositado pela água

Do G1 em SP - O jipe-robô Opportunity, usado pela Nasa para explorar o solo de Marte, encontrou uma trilha de um mineral que parece ter sido depositado pela água. Os cientistas acreditam que a análise do material vai trazer nova compreensão sobre a história dos ambientes úmidos marcianos.
O Opportunity foi lançado em 2004, junto a outro jipe-robô, o Spirit, que não está mais em atividade. Os dois já levaram a importantes descobertas sobre o solo do planeta vermelho, revelando que o ambiente pode ter sido favorável ao surgimento de micróbios.
A trilha encontrada pelo veículo da Nasa na cratera Endeavour tem entre 1 cm e 2 cm de largura, por algo entre 40 cm e 50 cm de comprimento. O aparelho aponta que o solo tem cálcio e enxofre, e os cientistas acreditam que o mineral seja a gipsita, usada na produção de gesso.
“É um depósito químico relativamente puro que se formou no local em que o vemos. Isso não pode ser dito para outras amostras de gipsita em Marte nem para outros minerais relacionados à água que o Opportunity já encontrou. Não é incomum na Terra, mas, em Marte, é o tipo de coisa que faz um geólogo levantar da cadeira”, diz Steve Squyres, da Universidade Cornell, pesquisador do projeto.


Mineral, provavelmente gipsita, encontrado pelo Opportunity no solo de Marte
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Cornell/ASU)

Núcleo gira mais rápido do que superfície em estrelas mais velhas

Do G1em SP - Um estudo publicado na edição desta quinta-feira (8) da revista científica “Nature” mostra que o núcleo de uma gigante vermelha gira cerca de dez vezes mais rápido do que a sua superfície. A equipe de Paul Beck, da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, afirma que a pesquisa vai ajudar na compreensão da evolução das estrelas.
Uma gigante vermelha é uma estrela já na fase final de sua evolução. É chamada de gigante devido a seu volume, mas a massa não é muito grande – chega a ser, no máximo, dez vezes maior que a do Sol.

Comparação dos tamanhos do Sol (esquerda) e de uma gigante vermelha
  (Foto: Paul Beck/KU Leuven)

O inchaço da fase final da vida de uma estrela acontece quando ela consome todo o hidrogênio presente no núcleo. A região central diminui, enquanto a crosta se expande e fica mais fria. Como uma forma de compensar essa diferença, o núcleo precisa girar mais rápido que a parte externa, afirma o estudo.

Recorte de uma gigante vermelha (Foto: Paul Beck/KU Leuven)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Galassie nane avvolte da materia oscura


Roma - Come le matrioske, le galassie nane sono avvolte da una sfera di materia oscura come succede alle galassie piu' grandi. Lo ha scoperto uno studio coordinato dal cosmologo Paolo Salucci, della Scuola Internazionale Superiore di Studi Avanzati (Sissa) di Trieste, pubblicato sulla rivista Monhtly Notices della Royal Astronomical Society. La scoperta, secondo gli esperti, mette in discussione la validita' del Modello Standard, che descrive sia la materia che le forze dell'Universo.

Sonda Voyager entra em zona entre o Sistema Solar e o espaço interestelar

Do G1 em SP - A sonda espacial Voyager 1, lançada pela agência espacial norte-americana (Nasa) em 1997, alcançou uma região entre o Sistema Solar e o espaço interestelar, segundo nota divulgada nesta semana.

Máquina criada por humanos que mais se distanciou da Terra, a Voyager 1 já percorreu 18 bilhões de quilômetros - ainda pouco quando se considera a distância de quase 40 trilhões de quilômetros do Sol até Proxima Centauri, a estrela mais próxima.
A região onde a Voyager 1 "passeia" atualmente é considerada pela Nasa como um "purgatório cósmico": o vento de partículas carregadas vindas do Sol se acalma ao chegar naquele local do espaço e o campo magnético do Sistema Solar apresenta características diferentes.
Os últimos dados recebidos pela Nasa mostram que a Voyager 1 ainda não alcançou o espaço interestelar, mas se aproxima da borda da heliosfera - uma espécie de "bolha" ao redor do Sistema Solar, repleta de partículas de alta energia emitidas pelo Sol, que protege os planetas da radiaç
Ainda não é possível dizer a data exata quando a nave deverá cruzar a fronteira rumo ao espaço desconhecido, mas os astrônomos acreditam que isso pode levar de meses até alguns anos.

Até o meio de 2010, a quantidade de partículas detectadas nas proximidades da Voyager permanecia estável. Desde então, o número não para de cair, indicando que a sonda se caminha cada vez mais para a fronteira de "influência" do Sistema Solar. Atualmente, as partículas estão duas vezes menos abundantes do que nos últimos cinco anos.
A Voyager 1 foi lançada junto com a sonda Voyager 2, que atualmente está a 15 bilhões de quilômetros da Terra. Ambas as máquinas continuam com boas condições de conservação.

Imagem mostra a posição atual da Voyager 1, a 119 unidades astronômicas de distância ou 18 bilhões de quilômetros. Uma região de "estagnação" é descrita na ilustração, mostrando a fronteira da heliosfera onde o vento de partículas solares começa a diminuir. Essa faixa começa a 113 unidades astronômicas de distância ou 17 bilhões de quilômetros. Uma unidade astronômica vale 150 milhões de quilômetros e corresponde à distância entre a Terra e o Sol. (Foto: JPL - Caltech / Nasa)

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