segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

La più grande mappa della materia oscura


Roma - Una ragnatela cosmica fatta di regioni piu' dense ed altre vuote che si espande per oltre un miliardo di anni luce: cosi' appare la materia oscura, ossia la materia misteriosa che occupa il 25% dell'universo, nella piu' grande mappa mai realizzata. La mappa si basa sui dati rilevati da circa 10 milioni di galassie e si deve all'universita' canadese della British Columbia e a quella britannica di Edimburgo.

www.ansa.it

Agência Espacial Europeia lançará primeiro foguete Vega em 9 de fevereiro

Paris, 9 jan (EFE).- O primeiro lançamento do novo foguete Vega, o menor da frota europeia e com capacidade para transportar 1,5 toneladas, deverá ser realizado em 9 de fevereiro, anunciou nesta segunda-feira o diretor-geral da Agência Espacial Europeia (ESA), Jean-Jacques Dordain.

A ESA está trabalhando com essa data como objetivo, mas Dordain explicou que o lançamento, que será feito no Centro Espacial Europeu de Kuru, na Guiana Francesa, pode atrasar por causa das novas tecnologias. O foguete levará ao espaço os satélites LARES e ALMASat-1.

Cientistas exploram conexões entre astronomia e biologia

Jornal do Brasil - Os mais de 160 pesquisadores, docentes e estudantes que participaram da São Paulo Advanced School of Astrobiology – Making Connections (SPASA 2011) puderam debater os avanços mais recentes da astrobiologia, uma nova área que busca respostas para algumas das mais complexas questões científicas da atualidade.
 
Interface entre a astronomia e a biologia, a astrobiologia é uma área essencialmente multidisciplinar que aborda questões como a formação e detecção de moléculas pré-bióticas em planetas e no meio interestelar, a influência de eventos astrofísicos no surgimento e na manutenção da vida na Terra e a análise das condições de viabilidade da vida em outros planetas ou satélites – em especial a vida microbiana.

“Foi um evento muito intenso e proveitoso, que entusiasmou tanto os alunos como os palestrantes. O objetivo central da escola era fornecer uma visão geral da astrobiologia e enfatizar a necessidade de estabelecer interconexões – entre as diversas áreas do conhecimento, mas também entre pessoas de diversas formações – para que se possa tratar de questões tão complexas como a origem da vida”, disse o pesquisador Douglas Galante à Agência FAPESP.

As palestras de abertura do evento foram apresentadas pelo brasileiro Marcelo Gleiser, do Dartmouth College (Estados Unidos), e por Steven Dick, professor aposentado de astrofísica do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsonian (Estados Unidos), que atuou como historiador-chefe da Nasa, a agência espacial norte-americana.

“Gleiser falou sobre a ligação entre a astrobiologia e a cosmologia, ciência que estuda a origem e a evolução do Universo. Dick apresentou um panorama da perspectiva norte-americana do desenvolvimento da astrobiologia”, disse Galante.

Nos outros dias do evento, durante as manhãs, os diferentes conteúdos foram desenvolvidos em minicursos com perspectivas amplas sobre astronomia, geologia, química e biologia.

“Procuramos fazer com que os palestrantes mostrassem as interconexões entre essas áreas. Por exemplo, a formação dos planetas foi explicada a partir do ponto de vista da astronomia, depois foi mostrado como os planetas se desenvolveram na perspectiva da geologia e em seguida foi mostrado como se produziam as condições químicas para a origem da vida”, contou.

A ideia era que os estudantes percebessem que todos os temas tinham uma unidade e que a complexidade dos temas envolvidos com a origem da vida só pode ser abordada a partir das conexões entre diferentes disciplinas e entre pessoas das várias áreas.

Com a agência Fapesp

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Estação Espacial aparece ao lado da Lua em foto feita com câmera digital

 

A Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) é vista como um pequeno objeto no canto inferior direito da foto, ao lado da Lua. A ISS aparece a uma altitude de 390,8 km da Terra e a uma distância de quase 322 mil km do satélite, mas a impressão que dá é de que eles podem se chocar. A imagem pôde ser vista com um par de binóculos e, em condições ideais, daria para admirá-la até a olho nu. Um fotógrafo da Nasa registrou a cena com uma câmera digital nesta quarta-feira (4), e a agência a divulgou nesta sexta (6). (Foto: Lauren Harnett - Nasa/AP)

Do G1 em SP

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Observador amador capta halo lunar de observatório no quintal de casa

Do G1 em SP - O astrônomo amador inglês Greg Parker, de 57 anos, captou um halo lunar de um observatório instalado no quintal de sua casa, no qual ele investiu cerca de R$ 30 mil.   O efeito é causado pela refração da luz de milhões de cristais de gelo no ar.

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Em noite clara, halo lunar é visto por observador amador no sul da Inglaterra
(Foto: Daily Mail/Reprodução)

O morador de New Forest, no sul do país, observa os astros desde criança e já tinha visto um halo no céu certa vez, mas não algo dessa magnitude.
O registro ocorreu em uma noite clara e estrelada. Assim que viu o fenômeno, Parker correu para pegar uma câmera e fotografar o momento.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Avião é planejado para voar sobre Titã, a misteriosa lua de Saturno


Do G1 em SP - Cientistas da Universidade de Idaho, nos EUA, planejam a construção de um avião de R$ 1,3 bilhão, semelhante às aeronaves teleguiadas usadas no Afeganistão, para sobrevoar a maior lua de Saturno, Titã, que tem atraído os astrônomos por sua atmosfera densa e turva, coberta de nuvens.
O avião Aviatr, como foi batizado, é projetado para tirar fotos 3D da superfície do satélite, o que deve ajudar os pesquisadores a construir uma imagem da geologia dele.
A agência espacial americana (Nasa), porém, não incluiu esse protótipo no orçamento – mas os pesquisadores esperam que ele seja considerado na próxima rodada de financianento.

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Avião projetado por cientistas dos EUA quer sobrevoar a maior lua de Saturno (Foto: Daily Mail/Reprodução)

No final da missão, a aeronave de 120 kg "mergulharia" em direção à superfície, numa tentativa de pousar nas dunas de Titã.
A gravidade da lua de Saturno é baixa, mas a atmosfera é densa, o que significaria que uma aeronave mais pesada que o ar, como o Aviatr, poderia se sustentar em voo por mais tempo.
Muito mais rápido que um "balão" – método proposto para outras missões até Titã –, esse avião permitiria controlar sua altitude com precisão, além de construir uma biblioteca de imagens 3D da superfície e do clima de Titã.
O objetivo é que ele seja movido por um gerador de plutônio. Quando mandasse fotos, ficaria planando para economizar energia. E, da mesma forma que os aviões terrestres, teria um "modo de segurança", que o manteria estável na atmosfera de Titã quando preciso – garantindo que não haveria danos se o link de comunicação quebrasse.
Titã é maior que a nossa Lua e até mesmo que Mercúrio. A temperatura na superfície varia de 178° C positivos a 178° C negativos.

Su Vesta la montagna madre dei meteoriti

Roma - La montagna che si trova nel Polo Sud dell'asteroide Vesta e' all'origine dei tanti meteoriti che raggiungono la Terra. Lo testimoniano i dati piu' recenti raccolti dalla sonda Dawn della Nasa, secondo i quali l'impatto con un altro asteroide avrebbe prodotto l'enorme montagna, la seconda del sistema solare, sollevando anche una grande quantita' di frammenti. I dati sono stati ottenuti anche grazie allo strumento italiano Vir a bordo della Dawn, nato dalla collaborazione fra Asi e Inaf.

Observatório Europeu do Sul divulga imagem inédita da Nebulosa Ômega

Do G! em SP - O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), grupo composto por 14 países europeus e o Brasil, divulgou nesta quarta-feira (4) uma imagem inédita da Nebulosa Ômega. Ela foi obtida por um equipamento que fica no Deserto do Atacama, no Chile conhecido como Very Large Telescope (VLT), que significa literalmente “telescópio muito grande” em inglês.
A Nebulosa Ômega – também conhecida como Cisne, Lagosta ou Cabeça de Cavalo – fica a entre 5 mil e 6 mil anos-luz da Terra. É uma região em que se formam estrelas de grande massa – uma das mais jovens e ativas regiões desse tipo na Via Láctea.
Na imagem, os pontos brilhantes em tons branco-azulados são as estrelas mais jovens. Os tons avermelhados são do hidrogênio, que brilha devido à radiação emitida pelas estrelas. As manchas escuras são poeira cósmica.


Núcleo da Nebulosa Ômega (Foto: VLT/ESO)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Cientistas descobrem tipo de rocha com origem extraterrestre

Quasicristal encontrado na Rússia (Foto: Divulgação)

Pesquisadores descobriram na Península de Kamchatka, extremo leste da Rússia, um tipo de rocha do qual não havia nenhum registro anterior na natureza -- um tipo de "quasicristal" com origem de fora do planeta da Terra.
Os "quasicristais" se diferenciam dos cristais na forma com que seus átomos estão combinados. Em 2011, o físico israelense Daniel Schechtman ganhou o Nobel de química por tê-los descoberto.
Na maior parte das vezes, o quasicristal é um material artificial, criado pelo homem. É por isso que o material encontrado na Rússia chama a atenção. A análise dos fragmentos encontrou características normalmente encontradas em meteoritos.
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O grupo de Luca Bindi, da Universidade dos Estudos de Florença, na Itália, concluiu que a rocha estava em um meteorito originado nos primórdios do Sistema Solar, 4,5 bilhões de anos atrás. Com isso, os cientistas afirmam que os quasicristais podem ser formados nas condições de temperatura e pressão do espaço sideral e podem se manter estáveis ao longo dos tempos.
O estudo foi publicado na edição desta segunda-feira (2) da revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)".

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Fotógrafo amador capta estrela cadente com câmera digital

Do G1 em SP - O fotógrafo amador americano Bret Webster, de 51 anos, captou uma estrela cadente em apenas um  clique, numa imagem que parece ter sido feita pelo Telescópio Hubble, da Nasa



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Estrela cadente é captada por fotógrafo amador com uso de câmera digital
  (Foto: Daily Mail/Reprodução)

Webster trabalhou por 27 anos como engenheiro de foguetes e mantém esse hobby há apenas 3. Ele tirou outras fotos do céu noturno no Parque Estadual do Vale do Goblin, no estado de Utah. Clicadas com a ajuda de um tripé e lentes rápidas, as imagens mostram várias regiões da Via Láctea.
Para registrar esse cenário, o americano precisou enfrentar temperaturas de até 12º C negativos e caminhar por horas a quase 2 mil metros de altura.
Na parte inferior da foto acima, há colunas de rocha avermelhadas que se formaram ao longo de milhões de anos pela erosão do vento e pela chuva.
O fotógrafo diz que também gosta de captar paisagens dos parques nacionais dos Arcos e de Canyonlands, ambos em Utah.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Pioggia di meteore con nuovo anno

Roma -  Il cielo festeggia l'arrivo del nuovo anno offrendo una spettacolare pioggia di stelle cadenti che culminera' il prossimo 4 gennaio.

Anche nel resto del mese non mancheranno le occasioni per sognare con il naso all'insu', grazie alla presenza di molte stelle e di tutti i pianeti osservabili a occhio nudo, con la Luna a fare da guida nel buio.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

China diz que vai pousar veículo na Lua dentro de cinco anos


Do G1 com informações da EFE e Reuters - O Governo da China confirmou nesta quinta-feira (29) que em menos de cinco anos levará pela primeira vez um veículo não-tripulado à superfície da Lua. Seria o primeiro passo para que, mais adiante, seus astronautas pisem o satélite e o país siga os passos dos Estados Unidos e da Rússia no caminho para ser tornar uma nova superpotência espacial.
O objetivo foi fixado no "Livro Branco sobre as Atividades Espaciais de 2011", um documento do Executivo chinês apresentado nesta quinta. No texto, o Governo estabelece outras metas da corrida espacial chinesa durante o Plano Quinquenal do período 2011-2015.


Foguete lançador chinês, em imagem de setembro (Foto: AFP)

Dessa forma, indica que o programa lunar será centrado em desenvolver com sucesso uma tecnologia que mais tarde permita levar astronautas ao satélite. A China já conseguiu que dois de seus satélites ('Chang'e' 1 e 2) chegassem até a órbita lunar, em 2007 e 2010. Essas sondas, no entanto, só recolheram informações fotográficas do satélite e estavam programadas para retornar à Terra em seguida.
Não há data fixa para a chegada do satélite terrestre dos primeiros 'taikonautas' (apelido dado aos astronautas chineses, já que espaço em mandarim é "taikong"). Levando em conta que a China parece dividir este programa em fases de cinco anos, este fato histórico poderia ocorrer entre 2020 e 2025, meio século depois dos Estados Unidos, o primeiro país a alcançar essa façanha.
No mesmo anúncio, a China garantiu que aumentará o controle do lixo espacial e dos sistemas de alarme quando esses fragmentos caírem na superfície terrestre.

Uso militar?
Também nesta semana, o país iniciou o funcionamento do sistema Beidou ("bússola", em mandarim), seu sistema de posicionamento alternativo ao GPS americano. A China já lançou 10 satélites Beidou e planeja lançar outros seis até o fim do ano que vem, de acordo com o Escritório Chinês de Gerenciamento de Navegação de Satélites.
Diferentemente das versões civis menos precisas disponíveis ao Exército de Libertação do Povo (ELP, o exército chinês), essa rede dará à China a precisão para guiar mísseis, munições inteligentes e outras armas.
"Isso permitirá um grande salto na capacidade do ELP de realizar ataques de precisão", disse Andrei Chang, analista das forças militares chinesas e editor da revista Kanwa Asian Defence, de Hong Kong.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país asiático, Hong Lei, quis nesta quinta-feira responder a esses temores, assegurando em entrevista coletiva que a China "sempre ressalta que seu objetivo é fazer uso pacífico do espaço, e procura cooperar internacionalmente neste campo".
Em que ponto está a China
O Conselho de Estado insiste no documento que a prospecção espacial "é uma importante parte da estratégia geral de desenvolvimento da nação" para meia década 2011-2015, no qual a China procura seguir ascendendo em seu caminho a ser um país desenvolvido, com a inovação tecnológica como prioridade.
China lançou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003 e desde então alcançou outros objetivos, como o primeiro 'passeio' de um de seus cosmonautas fora da nave (2008) e o primeiro acoplamento de dois veículos (no mês passado), passo-chave para sua futura estação espacial permanente.
Para os especialistas, a China ainda está em uma fase muito preliminar no que diz respeito às tecnologias espaciais, comparável aos EUA e a extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) nos anos 60, mas avança de forma mais rápida do que fizeram na época as duas superpotências da Guerra Fria em sua corrida espacial.

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