Do G1 em São Paulo -Integrantes da próxima expedição à Estação Espacial Internacional
(ISS) realizam últimos testes na Rússia. O astronauta norte-americano
Joseph Acaba e os cosmonautas russos Genady Padalka e Sergey Revin devem
partir dia 15 de maio, a bordo da Soyuz TMA-04M, cujo lançamento será
feito a partir da base Baikonur. (Foto: Mikhail Metzel / AP Photo)
terça-feira, 24 de abril de 2012
Sonda espacial registra objetos estranhos em anel de Saturno
Do G1 em SP -A sonda espacial Cassini, em órbita de Saturno, registrou imagens de
estranhos objetos voando em torno de um dos anéis do planeta, informou a
agência espacial americana (Nasa) nesta segunda-feira (23).
Os objetos têm cerca de um quilômetro de tamanho e podem explicar o
estranho comportamento do anel F, que até agora intrigava os astrônomos.
Saturno é o sexto planeta a partir do Sol e o segundo maior do nosso
Sistema Solar, atrás apenas de Júpiter. A sonda Cassini estuda Saturno,
seus anéis e luas desde julho de 2004.
O anel F é considerado um dos mais misteriosos do planeta, porque está
em constante movimento. O mais externo dos aneis principais, ele aparece
com ondulações estranhas nas imagens da Cassini, que até agora não
tinha explicação.
Jatos de gelo criados pela colisões dos objetos no anel F de Saturno. (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI/QMUL)
Parte dessas ondulações são causadas pela interação com objetos
maiores, como a lua Prometeu. Mas essa causa não era suficiente para
explicar tanta atividade.
Agora, a Cassini mostrou que a passagem de Prometeu causa também a
liberação de "bolas de gelo" pequenas demais para serem detectadas com
facilidade pelos astrônomos, mas grandes o suficiente para agitar a
superfície do anel F. Essas bolas ficam no entorno do anel – algumas
vezes colidindo com ele e criando minijatos de gelo.
“Esses minijatos são tão pequenos que é preciso ter bastante tempo e
serenidade para encontrá-los”, afirma Nick Attree, um dos cientistas
envolvidos, que teve que procurar em mais de 20 mil imagens para
encontrar cerca de 500 registros dos objetos.
Imagem mostra o anel F isolado e a estranha atividade que até agora intrigava os astrônomos. (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI/QMUL)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Esplosione in Nevada, probabile meteora
NEW YORK - Ci sarebbe una meteora all' origine di una forte
esplosione udita in mattinata tra California e Nevada, secondo quanto
hanno affermato degli astronomi. La forte esplosione è stata udita
verso le 08:00 (locali) e ha provocato un'ondata di telefonate allarmate
alle polizia e ai vigili del fuoco dei due stati, sui due lati della
Sierra Nevada.
Il boato è stato udito distintamente da Reno a Winnemucca in Nevada,
e da Sacramento a Bakersfield areas in California e secondo quanto
scrive l'Huffington Post, in entrambi gli Stati alcune persone hanno
raccontato di aver visto un palla di fuoco attraversare il cielo.
Dan Ruby del Fleischmann Planetarium dell'università del Nevada,
citato dalla stessa fonte, ha affermato che secondo le indicazioni e le
testimonianze raccolte, si è trattato di una meteora che ha raggiunto il
nostro pianeta nella regione sulla Sierra Nevada.
www.ansa.it
domingo, 22 de abril de 2012
Nasa convoca astrônomos amadores para caçar asteroides
Do G1, em São Paulo
A Nasa
está pedindo ajuda a astrônomos em um projeto que busca asteroides que
passam perto da Terra. A campanha “Target Asteroids!” (“Mire em
Asteroides”, em inglês) foi lançada neste mês e deve durar até o fim da
década.
A agência espacial norte-americana acredita que a participação dos
amadores ajude a caracterizar estes asteroides em aspectos como posição,
rotação e a luz refletida pelos corpos celestes. A participação é
apenas relativa a asteroides relativamente próximos à Terra, conhecidos
como NEO’s – sigla em inglês para “objetos próximos à Terra”.
Os dados enviados pelos astrônomos amadores serão analisados pelos
profissionais da Nasa por meio de modelos teóricos. Com o conhecimento
mais detalhado dos asteroides, a Nasa poderá guiar com mais precisão
suas missões para visitar um destes corpos celestes.
Ilustração de como será a Osiris-Rex (Imagem: NASA/Goddard/University of Arizona)
Em 2016, a agência pretende lançar a missão Osiris-Rex. No ano de 2019,
a sonda deve visitar o asteroide 1999 RQ36 e mapear suas propriedades.
Quando voltar, em 2023, a pequena nave não-tripulada deve trazer na
bagagem pelo menos 60 gramas de material da superfície do asteroide.
“Por mais de 10 anos, amadores têm sido contribuidores importantes para
refinar a órbita de NEO’s recém-descobertos”, afirmou Edward Beshore,
pesquisador da missão Osiris-Rex, em material divulgado pela Nasa.
A Nasa exige dos participantes requisitos técnicos mínimos em relação à
capacidade dos telescópios e outros aparelhos. Para saber mais sobre o
projeto e se inscrever, acesse o site oficial http://osiris-rex.lpl.arizona.edu/targetasteroids.html.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Explosões solares são capturadas por câmeras da Nasa
Da BBC -A agência espacial americana, a Nasa, divulgou imagens de uma poderosa explosão solar que liberou plasma super aquecido da superfície do sol no espaço.
A explosão foi registrada pela espaçonave do Observatório de Dinâmica Solar, parte de uma missão de cinco anos focada no sol.
Embora a tempestade não tenha sido a mais forte do ano, fotos e vídeo da erupção solar chamam a atenção pela propagação de plasma no espaço.
Erupções extremamente fortes podem colocar em risco astronautas e satélites no espaço, assim como redes de energia, navegação e sistemas de comunicação na Terra.
Explosão solar registrada pela Nasa (Foto: Nasa/via BBC)
terça-feira, 17 de abril de 2012
Misterioso “monólito” retangular é fotografado em Marte
Astrônomos amadores descobriram um objeto intrigante na superfície de Marte: uma misteriosa estrutura vertical perfeitamente retangular, muito parecida com os monólitos que foram colocados na Terra e na lua por alienígenas no clássico filme de ficção científica “2001: Uma Odisseia no Espaço”.
O estranho objeto foi detectado pela primeira vez há vários anos por uma câmera da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA. Mas apenas recentemente ele virou centro de atenções na internet. Mas será que o monólito é uma criação artificial, como o farol erguido por alienígenas no filme de Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke? Ou é apenas uma pedra simétrica que surgiu em terras marcianas?
De acordo com Jonathon Hill, pesquisador que processa muitas das imagens tiradas durante as missões da NASA em Marte, o objeto em questão não é nada mais do que uma rocha mais ou menos retangular.
A localização da pedra no fundo de um penhasco, perto de muitos outros pedregulhos, sugere que ela caiu do precipício para o seu lugar atual em algum momento do passado distante. Os ufólogos não estão necessariamente errados em chamar a pedra de monólito – a palavra é traduzida do latim como “uma pedra”. Mas este certamente não é um monólito criado por marcianos. [LiveScience]
Por Stephanie D’Ornelas
http://hypescience.com
Colaboração Carlos Ossola - Campos - RJ
Ônibus espacial Discovery faz seu último voo, desta vez rumo ao museu
Discovery sobrevoou Washington antes de pousar; na imagem, ele acima da Casa Branca (Foto: Reuters/Jim Bourg)
Da Reuters - O ônibus espacial Discovery decolou nesta terça-feira (17) para sua última viagem, pegando carona num avião até o anexo do Museu Nacional Aeroespacial Smithsonian, na Virgínia, nos arredores da capital Washington.
Os EUA aposentaram no ano passado a sua frota de ônibus espaciais, após concluírem a construção da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), um projeto de US$ 100 bilhões de dólares que envolve 15 países. Agora, a Nasa começou a desenvolver uma nova geração de naves capazes de levar astronautas a destinos mais distantes do que a estação, que está a 384 quilômetros de altitude.
O Discovery, o principal dos três ônibus espaciais sobreviventes, voltou do espaço pela última vez em março de 2011. Ele foi prometido ao museu do Instituto Smithsonian, repositório oficial de artefatos espaciais do país.
"É triste ver isso acontecendo", disse Nicole Stott, astronauta que participou da última tripulação do Discovery. "Mas, olhando para isso, não dá para não se impressionar. Minha esperança agora é que sempre que alguém olhar para esse veículo irá se impressionar, irá sentir que é isso que podemos fazer quando nos desafiamos".
Discovery decolou de manhã na Flórida, acoplado a um Boeing 747 adaptado (Foto: Reuters/Joe Skipper)
Em vez de decolar de uma plataforma de lançamento à beira-mar, como era habitual, o Discovery desta vez subiu aos céus em cima de um Boeing 747 modificado, que taxiou de manhã cedo na pista do Centro Espacial Kennedy. A cauda da nave estava coberta por um cone aerodinâmico, e suas janelas estavam cobertas.
Depois de uma volta sobre Washington, onde foi saudado pela população o avião pousou o Aeroporto Internacional Dulles, de Washington, pouco depois de 12h (horário de Brasília). O Discovery então será transferido ao Centro Steven F. Udvar-Hazy, ligado ao Smithsonian, em Chantilly (Virgínia).
O Discovery, que entrou em atividade em 1984, substituirá a Enterprise, o primeiro dos ônibus espaciais, usado apenas em testes de voos atmosféricos na década de 1970, que está exposto hoje no museu.
O Enterprise, por sua vez, será levado neste mês para o Museu Marítimo e Aeroespacial Intrepid, em Nova York.
Os outros ônibus espaciais sobreviventes, Endeavour e Atlantis, serão expostos ainda neste ano no Centro de Ciências da Califórnia, em Los Angeles, e no Complexo de Visitantes do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, respectivamente.
Crateras de asteroides podem esconder vida em Marte, diz pesquisa
Crateras formadas por asteroides podem acumular micróbios (Foto: Divulgação/Universidade de
Edimburgo/via BBC)
Edimburgo/via BBC)
Da BBC -Crateras formadas pela queda de asteroides podem ser os locais mais propícios para se encontrar vida em planetas como Marte, de acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Edimburgo.
Os cientistas acreditam que tais locais podem abrigar micróbios, sugerindo que crateras em outros planetas também podem 'esconder vida'.
Eles afirmam que foram descobertos organismos vivos sob o local onde um asteroide caiu na Terra há cerca de 35 milhões de anos.
Os pesquisadores escavaram por quase 2 km de profundidade sob a cratera de um grande asteroide que caiu em Chesapeake, Califórnia, EUA.
Amostras subterrâneas mostram que os micróbios estavam espalhados, de forma desigual, sob a pedra, sugerindo que o meio-ambiente estaria ainda se adaptando ao evento, mesmo 35 milhões de anos após o impacto.
Os pesquisadores dizem que o calor do impacto de uma colisão de asteroide mataria qualquer vida na superfície, mas falhas em rochas subterrâneas permitiriam que água e nutrientes chegassem até as profundezas, possibilitando a vida.
Segundo a tese dos cientistas, as crateras proporcionariam um refúgio aos micróbios, protegendo-os dos efeitos de mudanças climáticas, como aquecimentos globais e eras glaciais.
'As áreas profundamente fraturadas ao redor do local onde ocorreram os impactos poderiam proporcionar um refúgio seguro no qual os micróbios prosperariam por longos períodos de tempo' disse Charles Cockell, da equipe de pesquisadores.
'Nossas descobertas sugerem que a o subterrâneo das crateras de Marte podem ser um local promissor para se procurar por evidência de vida', completa.
Em seu 22º aniversário, Hubble faz imagem de área turbulenta no espaço
Do G1, em São Paulo
A equipe que coordena o Telescópio Espacial Hubble divulgou nesta terça-feira (17) uma foto da região de formação de estrelas conhecida como “30 Dourados”, que fica a 170 mil anos-luz da Terra, na galáxia Grande Nuvem de Magalhães, nas proximidades da Via Láctea.
A imagem é uma combinação entre observações do Hubble e dos telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), instalados no Chile. De ponta a ponta, a foto compreende uma distância de 650 anos-luz.
As estrelas retratadas são jovens, têm entre 2 milhões e 25 milhões de anos. Por isso, aparecem também nuvens de gás e poeira, que são liberadas nas explosões de supernova, no surgimento das novas estrelas.
Por ser relativamente próxima à Terra, esta região é uma das poucas que os astrônomos podem usar para estudar a formação de estrelas, por isso as imagens são importantes.
Nesta terça, o projeto do Telescópio Espacial Hubble, uma parceria entre a Nasa e a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), completa 22 anos.
Região de formação de estrelas '30 Dourados', registrada pelo Hubble e pelo ESO (Foto: NASA/ESA/ESO)
domingo, 15 de abril de 2012
Novo observatório faz descobertas sobre planetas a 25 anos-luz da Terra
Do G1 em SP - O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com participação brasileira, publicou nesta quinta-feira (12) um estudo sobre o sistema planetário da estrela Formalhaut, a cerca de 25 anos-luz da Terra.
Observatório Alma registrou a parte em laranja da imagem. A parte em azul foi obtida no passado pelo Telescópio Espacial Hubble (Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/the NASA/ESA Hubble Space Telescope)
Foi a primeira pesquisa feita com base em imagens obtidas pelo novo observatório Alma, que ainda está em construção no Chile.
Com a nova tecnologia, foi possível observar a região com mais precisão, e os astrônomos viram as bordas do disco de poeira em torno da estrela mais bem delineada. Juntando isso a simulações de computador, eles conseguiram calcular o tamanho dos planetas do sistema.
Os planetas encontrados em torno de Formalhaut são, no máximo, poucas vezes maiores que a Terra. Em 2008, dados do Telescópio Espacial Hubble levaram a crer que eles seriam do tamanho de Saturno, segundo maior planeta do Sistema Solar.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Comete polverizzate intorno a stella
Roma - Un anello di comete polverizzate circonda una giovane stella: potrebbe essere un ritratto del Sistema Solare giovanissimo, quando gli scontri fra comete e altri corpi celesti in formazione erano frequentissimi. Le immagini del telescopio europeo Herschel hanno permesso di analizzare la composizione delle polveri che circonda la stella Fomalhaut. I risultati, pubblicati su Astronomy & Astrophysics, indicano che i detriti sono di collisioni che distruggono migliaia di comete ghiacciate ogni di'.
www.ansa.it
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