terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Astrônomo do Vaticano: ‘Não estamos atrás de alienígenas para evangelizá-los’

Igreja patrocina padres astrônomos em observatório nos EUA, que buscam outros planetas habitáveis; mas essas pesquisas são confiáveis?


Da BBC - No topo de uma montanha no sudoeste dos Estados Unidos, no Observatório do Vaticano, padres católicos estudam planetas habitáveis - o que pode parecer estranho para muita gente, dado as grandes diferenças, algumas incompatíveis, entre ciência e religião.
Para os próprios padres, no entanto, a pesquisa no observatório representa uma forma de "se conectar com o criador".
"Não, nós não estamos fazendo nada estranho", disse à BBC o vice-diretor do observatório do Vaticano, padre Paul Gabor. "Nós estamos realmente fazendo ciência, não estamos atrás de alienígenas para evangelizá-los’".
Os dez astrofísicos empregados pela igreja dizem que estão tentando conquistar avanços sobre o conhecimento que temos atualmente sobre o universo.
"O Observatório do Vaticano é uma operação muito pequena por causa da maneira curiosa como recrutamos nossos funcionários. Em outras palavras, para trabalharmos aqui, precisamos ser padres", explicou o padre Gabor.
Cientistas, entretanto, dizem que há razões para não se confiar em pesquisas patrocinadas por religiões. "Levando em consideração a natureza sobre o que é requisitado para trabalhar no Observatório do Vaticano, você não iria esperar que os melhores cientistas fossem querer fazer parte disso, porque os melhores cientistas, em geral, são ateus", disse o físico também ateu, Lawrence Krauss.
"Até pelo senso intelectual, claro que ciência e a doutrina das religiões mundiais são completamente incompatíveis. E isso tem sido assim por séculos e séculos."
Ciência e religião
Essa crítica, porém, é rechaçada pelos astrônomos do Vaticano. Para eles, especialmente na astrofísica, os limites entre ciência e religião não existem.

O Observatório do Vaticano foi transferido para Tucson, no Arizona, em 1981, quando a qualidade ruim do ar da Itália tornou impossível a continuidade das pesquisas por lá. Desde então, os trabalhos dos astrônomos católicos têm sido feitos da Universidade do Arizona.
"Acho que pessoas que são destinadas para as grandes questões sobre fé também estão destinadas à astronomia, porque nela você também faz grandes questionamentos", comentou Buell Jannuzi, chefe do observatório da Universidade do Arizona.
A primeira menção a um observatório do Vaticano de que se tem registro é de 1582, mas sua existência só foi confirmada oficialmente em 1891, pelo papa Leão 13.
À época, ele disse que seu objetivo era deixar claro que a Igreja Católica Romana "não se opunha à verdadeira e sólida ciência".
O padre jesuíta Paul Gabor acredita que, se há outros planetas habitáveis no universo, provavelmente deve haver vida neles. Ele diz também que consegue, cada vez mais, entender a grande conexão entre astrofísica e religião. "Quem tenta entender isso consegue ver que o universo, de fato, quer ser compreendido."

Cientistas apontam que núcleo da Terra se divide em 2 regiões distintas

Da EFE

O núcleo interno da Terra possui um núcleo próprio com cristais de ferro alinhados em direções diferentes (Foto: Adaptação sobre imagem de divulgação/Universidade de Illinois/Nature)

Cientistas chineses e americanos publicaram um estudo que indica que o núcleo interior da Terra é uma região sólida composta por duas partes distintas -- uma interna e outra externa --, o que pode trazer novas informação sobre a origem de nosso planeta, segundo o artigo publicado nesta terça-feira (10) pela revista "Nature Geoscience".
A pesquisa, feita por especialistas da Universidade de Illinois (EUA) e de Nanquim (China), sugere que o núcleo interior é subdividido, diferentemente do que se pensava até então. A equipe de geofísicos acredita que as estruturas dos cristais de ferro existentes nessas duas regiões sejam diferentes entre si. No núcleo interior externo, os cristais ficam no sentido dos polos (norte-sul), enquanto no núcleo interior interno, estão no sentido leste-oeste (veja ilustração acima).
Para chegarem a essa conclusão sem perfurar o centro da Terra, a equipe liderada por Xiaodong Song, professor da Universidade de Illinois, escutou as vibrações causadas por terremotos e analisou as alterações que elas sofriam na medida em que viajavam através de nosso planeta. 
A descoberta pode apresentar uma nova informação sobre a origem de nosso planeta, segundo cientistas
"O fato de estarmos descobrindo diferentes estruturas de distintas regiões do núcleo interno pode acrescentar algo para nós sobre a longa história da Terra. Poderia ser a chave para a evolução do planeta", disse Song.
A descoberta aponta que o núcleo interno contém cristais de diferente escala, que se formaram em condições distintas. Isso indica que nosso planeta pode ter sofrido uma mudança dramática durante esse tempo.
A esfera central da Terra, que se está a mais de 5.000 quilômetros abaixo do solo, começou a se solidificar há cerca de um bilhão de anos, e continua crescendo aproximadamente 0,5 milímetro por ano.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Le prime immagini di Plutone e della sua luna Caronte



Sono arrivate a Terra le prime immagini di Plutone e della più grande delle sue cinque lune, Caronte. Le ha inviate la sonda New Horizons della Nasa che, dopo aver attraversato il Sistema Solare per nove anni, il 14 luglio sarà finalmente vicina a Plutone e alle sue lune. 
Foto NASA, ESA, M. Buie (Southwest Research Institute)


Le prime immagini catturate dalla sonda sono state pubblicate dalla Nasa e dall'università americana Johns Hopkins in omaggio all'astrofisico Clyde Tombaugh, che nel 1930 scoprì il piccolo pianeta ai confini del Sostema Solare, declassato a pianeta nano nel 2006. Per il responsabile della missione, Alan Stern, del Southwest Research Institute di Boulder, ''queste nuove immagini sono poù brillanti e ravvicinate rispetto a quelle che New Horizon aveva scattato nel luglio scorso''.

Le foto sono state scattate dalla sonda dalla distanza di 203 milioni di chilometri. Queste immagini, le prima a mostrare Plutone non più come un semplice puntino, sono le prime della lunga serie che la sonda si prepara a catturare fino a luglio, quando sarà ormai molto vicina al pianeta nano.


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Ecco l'altra faccia della Luna




Ecco l'altra faccia della Luna. Per tutti coloro che erano curiosi di vederla, la Nasa ha preparato un video utilizzando dati e immagini catturati dalla sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (Lro). 


Grazie alla mappa adesso è possibile vedere le fasi lunari come se da Terra potessimo vedere la faccia nascosta del nostro satellite. "Proprio come accade nella faccia della Luna semore visibile, anche l'altra segue un ciclo completo'', spiega la Nasa. La differenza è piuttosto nelle caratteristiche del suolo, che nel lato nascosto della Luna è costellato di crateri che disegnano grandi macchie scure.
Ci sono crateri di ogni dimensione e la zona più vicina al Polo Sud lunare è considerata ''una delle aree di impatto più grandi e antiche finora note nel Sistema Solare'', osserva la Nasa.


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Sono 100 miliardi i pianeti 'gemelli' della Terra


Una 'astronomica' cifra di cento miliardi: è questo il numero di pianeti, solamente all'interno della nostra galassia, 'gemelli' della Terra e che quindi potrebbero ospitare qualche forma di vita. A farne la stima è Tim Bovaird, dell'Università Australiana Nazionale, in uno studio pubblicato sulla rivista Monthly Notices of the Astronomical Society utilizzando i dati ottenuti da Kepler, il satellite della Nasacreato proprio per dare la 'caccia' ai pianeti extrasolari.

Per ora i pianeti osservati, al di fuori del nostro sistema solare, sono poco meno di 2000 e di questi si stima che solo una piccola parte, forse inferiore al 20%, possa avere le condizioni giuste per avere acqua in forma liquidi (requisito fondamentale per come conosciamo la vita). Su questi dati ottenuti da Kepler i ricercatori australiani hanno creato dei modelli matematici per cui stimano che i pianeti che si trovano nelle condizioni 'giuste' potrebbero essere solo nella nostra galassia circa 100 miliardi. Una cifra dieci volte superiore rispetto a stime precedenti e che aumenterebbe quindi la possibilità che esistano forme di vita al di fuori della Terra. 

“Tuttavia – ha spiegato Charley Lineweaver, altro responsabile dello studio – l'universo non pullula di alieni con intelligenza umana capaci di costruire radiotelescopi o navicelle spaziali. Altrimenti li avremmo in qualche modo 'sentiti'”. “Potrebbe essere – ha aggiunto – che esista qualche altro collo di bottiglia che ostacoli la nascita della vita e che non conosciamo, oppure considerare che le civiltà intelligenti crescano ma finiscono poi per autodistruggersi”.


www.ansa.it

Observatório astronômico em MG é listado entre melhores do mundo

Uma análise do Minor Planet Center (MPC), um órgão da União Astronômica Internacional (IAU) com sede nos Estados Unidos, realizada no ano passado, mostra  uma lista dos melhores observatórios do mundo, que atuam na busca por asteroides e cometas, incluindo observatórios profissionais e amadores. O Sonear, um observatório particular que fica em Oliveira, no Centro-Oeste de Minas Gerais, está entre os 12 da lista.
Segundo um dos idealizadores e pesquisadores do projeto, João Ribeiro Barros, a análise leva em conta a produção do observatório. "Isso engloba não só descobertas de asteroides, como também acompanhamento de outros astros já descobertos e a confirmação de descobertas recentes de astrônomos do mundo inteiro. O trabalho não é só descobrir. Temos que monitorar os corpos celestes que já são conhecidos, inclusive, para saber se eles oferecem risco de colisão com a terra", contou.
Astrônomos Cristóvão Jacques e João Ribeiro de Barros (Foto: Anna Lúcia Silva/G1)
Sonear
O Sonear é um observatório que foi construido e planejado por João e dois mineiros de Belo Horizonte, Eduardo Pimentel e Cristóvão Jacques. A primeira descoberta do trio, em janeiro de 2014, foi o cometa Sonear C/2014 A4, que levou o nome do observatório. Após a descoberta, o G1foi até a cidade conhecer o local e saber como é a rotina de pesquisa dos astrônomos amadores que descobriram o astro celeste.

A descoberta de 2014, foi a  primeira feita por brasileiros a partir de observações feitas no país e com equipamentos brasileiros. Mas as descobertas não pararam por aí. Em um ano, há muito o que se comemorar. Recentemente, no início de janeiro de 2015, o grupo encontrou  um novo asteroide que faz parte de um grupo potencialmente perigoso, o Potentially hazardous object (PHA). "É considerado um dos mais  próximos dos próximos e, é o terceiro desse tipo, já descoberto pelo Sonear. Dos 12 asteroides que chamamos de Near Earth Object  (NEO), que oferecem  risco de colisão, três são potencialmente perigosos mas não estão em rota de colisão”, explicou João Ribeiro.
Ainda segundo João Ribeiro, o asteroide deve passar a 1,5 milhão de quilômetros da terra. "Esse é a distância mais próxima. Isso quer dizer um décimo da distância da terra ao sol, que dá 150 milhões de quilômetros em média", disse.
João comentou ainda que o asteroide, batizado com o código 2015-DL311, vai passar de raspão não só pela Terra, como também por Mercúrio, Vênus e Marte. "De Mercúrio, ele vai passar a seis milhões de quilômetros. Vênus, três milhões. De marte, a 750 mil quilômetros", explicou o pesquisador.
Pesquisas em Oliveira
As pesquisas no Sonear começaram há cerca de um ano e foi pela facilidade de ver o céu com pouca poluição luminosa que os amadores escolheram a cidade de Oliveira para as pesquisas. "Queríamos um céu livre de poluição luminosa presente em grandes centros. Aliado a isso, eu havia comprado essa propriedade justamente para construir o observatório. Em seguida, convidei meus dois colegas e parceiros para, juntos, darmos continuidade ao projeto, que é destinado a pesquisas científicas", contou Ribeiro.


A equipe realiza uma espécie de patrulha no céu e é através de fotos tiradas em tempos variados que eles analisam os corpos celestes. "O telescópio fica programado todas as noites para fotografar o céu. Todos os dias é feita uma programação com agendamentos e a partir dessa agenda é delimitada as áreas do céu, onde o telescópio vai captar as imagens", disse.
O equipamento usado por eles é capaz de fotografar centenas de imagens, três vezes em cada área do céu. "Se há um objeto que se move de maneira diferente e que foge do padrão do restante do céu, passamos a analisá-los. Esses objetos podem ser luzes provocadas por reflexos ou até mesmo algo conhecido. Por isso a ação tem que ser rápida", comentou.
O telescópio é capaz de proporcionar uma visão de 373 mil vezes mais que a visão humana. "O olho humano, em um local ideal e com ausência total de poluição luminosa e com uma visão excepcional, consegue visualizar objetos em magnitude denominada seis. Esse telescópio, que é um olho grande acoplado a uma câmera CCD, consegue visualizar em magnitude 20", relatou João.
Telescópio usado por amadores descobriu primeiro cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
Telescópio usado por amadores descobriu primeiro
cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
O  telescópio usado na Austrália tem dois metros de diâmetro, enquanto o que descobriu o C/2014 A4 SONEAR tem 45 centímetros. O cometa está a 900 milhões de quilômetros de distância da Terra. O astro é controlado remotamente, ou seja, de qualquer parte do mundo os astrônomos conseguem acessar os dados via internet.
Equipamento brasileiro
O telescópio que permite as descobertas foi construído no Brasil e com ajuda de um engenheiro e também astrônomo que é amigo dos três pesquisadores: Marcelo Moura. Ele construiu o equipamento a partir do projeto feito por ele e por um dos astrônomos. "Foi um projeto ousado. Não existe nenhum telescópio semelhante em atividade no Brasil", relatou.

O Sonear é o único telescópio que faz patrulhamento do céu no Hemisfério Sul. De acordo com Jacques, dez outros observatórios, sendo quatro deles amadores, fazem varreduras no céu. Os próximos passos, segundo os astrônomos é continuar o monitoramento para refinar os dados da órbita.
Anna Lúcia SilvaDo G1 Centro-Oeste de Minasg1.globo.com

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Via Lattea, 5 pianeti sosia della Terra: il sistema solare più antico





La stella Kepler-444 è simile al nostro Sole ma è molto più vecchia, ha infatti circa 11,2 miliardi di anni e il telescopio spaziale Kepler ha individuato ben cinque pianeti di piccole dimensioni (i cui diametri vanno dal 40% al 70% di quello terrestre) che le ruotano attorno. 

Si tratta del più antico sistema solare osservato nella Via Lattea, si trova ad 'appena' 117 anni luce da noi. L'orbita di questi pianeti (probabilmente rocciosi) però è molto vicina alla loro stella, inferiore a un quinto di quella di Mercurio rispetto al Sole. Fa troppo caldo, dunque, per sperare che possano ospitare la vita però rappresenta una prova importante di come pianeti simili alla Terra si siano formati durante tutta la vita dell'Universo (quando la Terra ha preso forma, 4,5 miliardi di anni fa, loro c'erano già da più di sei miliardi di anni) e quindi cresce la possibilità di poter trovare mondi rocciosi come questi anche nelle zone abitabile attorno a stelle all'interno della nostra galassia. E apre alla affascinante ipotesi che non troppo lontano da noi possano essersi sviluppate civiltà ora molto antiche. La scoperta è stata pubblicata in uno studio sull'Astrophysical Journal, condotta da un team internazionale di ricercatori tra i quali figurano anche gli italiani Alessandro Sozzetti e Andrea Miglio dell'Inaf

(a cura di Matteo Marini)


www.repubblica.it

Planeta com 30 anéis é descoberto fora do Sistema Solar

O planeta J1407b tem 30 anéis e está fora do Sistema Solar (foto: Ansa)

Roma - Astrônomos holandeses do Observatório de Leida, em colaboração com um grupo da Universidade norte-americana de Rochester, descobriram o verdadeiro "Senhor do Anéis".

Em um estudo, divulgado na publicação Astrophysical Journal, os profissionais anunciaram a existência do J1407b, um planeta gasoso fora do Sistema Solar que é circundado por 30 anéis com um diâmetro de 120 milhões de quilômetros.

O corpo celeste está a 420 anos luz da Terra, é pelo menos 10 vezes maior que Saturno e seus anéis pesam o equivalente ao nosso planeta.

Para o pesquisador do Observatório de Leida, Matthew Kenworthy, se Saturno "tivesse anéis como os do planeta J1407b, eles seriam visíveis a olho nu de noite e seriam bem maiores que a lua cheia".

O estudo também informou que este enorme cinturão bloqueia cerca de 95% da luz proveniente da estrela J1407 e que um "buraco" em um dos anéis pode resultar no surgimento de uma lua do tamanho de Marte ou da Terra. 

www.ansa.it/www.ansabrasil.com.br

Nasa divulga imagens impressionantes de observatório de raio-X

Esta galáxia, a Cygnus A, a uma distânciad e 700 milhões de anos-luz, contém uma bolha gigante preenchida com raios-X quentes que emite gás detectado pelo Chandra (azul) (Foto: Nasa/CXC/SAO)


Da BBC - A Nasa divulgou uma série de imagens impressionantes de estrelas e galáxias a milhões de anos-luz de distância da Terra.

As imagens foram feitas pelo Observatório de Raios-X Chandra, um telescópio espacial que custou 1,1 bilhão de libras (R$ 3,9 bilhões).
O Chandra faz imagens impressionantes do Universo ao medir raios-X emitidos por objetos de alta energia, como buracos negros e restos de supernova.
A divulgação das imagens é parte das celebrações do Ano Internacional da Luz.
Quando uma estrela maciça explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, deixou para trás esse escudo de detritos chamado SNR 0519-69,0 (Foto: Nasa/CXC/Rutgers/J.Hughes)Quando uma estrela maciça explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, deixou para trás esse escudo de detritos chamado SNR 0519-69,0 (Foto: Nasa/CXC/Rutgers/J.Hughes)
Esta galáxia - Messier 51 (M51), apelidada de Whirlpool (redemoinho), é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da TerraNasa/CXC/SAO (Foto: Nasa/CXC/SAO)Esta galáxia - Messier 51 (M51), apelidada de Whirlpool (redemoinho), é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da TerraNasa/CXC/SAO (Foto: Nasa/CXC/SAO)
Objeto conhecido como MSH 11-62, contém uma nebulosa interior de partículas carregadas (Foto:  Nasa/CXC/SAO/P.Slane)Objeto conhecido como MSH 11-62, contém uma nebulosa interior de partículas carregadas (Foto: Nasa/CXC/SAO/P.Slane)

Nasa revela que asteroide que passou perto da Terra tem minilua

Animação mostra asteroide 2004 BL86 e sua
minilua, ponto em movimento na parte de cima da
imagem (Foto: Jet Propulsion Laboratory/Nasa)

Do G1 em São Paulo - As primeiras imagens do asteroide 2004 BL86, que passou perto da Terra entre a noite desta segunda-feira e a madrugada desta terça (27), revelaram que o objeto tem uma pequena lua.
Cientistas trabalhando na antena da Rede de Espaço Profundo de Goldstone, da Nasa, observaram nas imagens de satélite a presença da minilua de cerca de 70 metros orbitando ao redor do asteroide, que tem cerca de 325 metros de diâmetro.
O astro passou a uma distância de 1,2 milhões de km da Terra, ou 3,1 vezes a distância da Terra à Lua. No Brasil, o asteroide ficou mais visível entre 23h de segunda e 4h da madrugada de terça. Mas era preciso ter um pequeno telescópio ou binóculo para ver o asteroide.
A Nasa já tinha divulgado que, apesar do tamanho do asteroide e de sua proximidade com a rota da Terra, não havia perigo de colisão. "Embora não represente uma ameaça à Terra num futuro próximo, é uma abordagem relativamente perto de um asteroide relativamente grande, o que nos proporciona uma oportunidade única para observar e aprender mais", disse em comunicado o astrônomo Don Yeomans, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena
Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul  (Foto: NASA/JPL-Caltech)Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul (Foto: NASA/JPL-Caltech)
O asteroide, que orbita o Sol a cada 1,84 ano, foi descoberto há 11 anos pelo telescópio Linear (Lincoln Near-Earth Asteroid Research), localizado no Estado do Novo México. De acordo com a Nasa, o 2004 BL86 deve ser o maior asteroide a passar tão perto da Terra até a chegada do 1999 AN10 em 2027.
A Nasa atualmente rastreia mais de 11 mil asteroides em órbitas que passam relativamente perto da Terra. A agência espacial norte-americana diz ter localizado mais de 95% dos maiores asteroides, aqueles com diâmetro de 900 metros ou mais, com órbitas que os levam relativamente perto da Terra.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Como fazer um mapa 3D do universo?


Cientistas do projeto SKA planejam montar um atlas do universo

Da BBC - É uma tarefa de magnitude quase inimaginável: fazer um mapa em três dimensões das bilhões de galáxias que formam o universo.
Cientistas planejam fazer isso usando um novo telescópio chamado Square Kilometre Array (SKA), nome dado graças à área combinada ocupada pelas antenas de satélite usadas pelo projeto na Austrália e na África do Sul.
Mas o SKA não monitora emissões de luz como os telescópios convencionais. Ele reúne a fraca radiação emitida pelo hidrogênio, o elemento químico mais comum do universo.
É por isso que cientistas dizem que o telescópio será capaz de "enxergar" qualquer local do cosmos, fornecendo um retrato da forma do universo que nunca foi feito antes.
"Você poderia percorrê-lo e ver as galáxias conforme passa por elas, entender como o gás é distribuído em seus interiores e aprender como se formam as estrelas, sobre o efeito de buracos negros e entender como funciona a energia e a matéria escuras", disse o astrofísico Matt Jarvis, da Universidade de Oxford, na Grã-Betanha, ao programa Today, da BBC.

Leis da física

AFP
Primeira fase do projeto deve estar concluída até 2023
Especialistas dizem que o mapa também os ajudará a testar as leis fundamentais da física, inclusive modelos como a Teoria da Relatividade de Einstein ou até mesmo a buscar vida extraterrestre.
A vantagem do SKA sobre telescópios convencionais é a velocidade com que ele rastreia os céus.
Isso permite que cientistas monitorem as datas de emissões de radiação, o que fornece não apenas a posição de um corpo celeste, mas também sua distância.
A desvantagem é que ele gera uma imagem com resolução bem menor do que as produzidas com a técnica baseada nas emissões de luz.
"Ao observar um bilhão de galáxias em duas datas diferentes, com dez anos de diferença, o SKA poderá medir diretamente a expansão do universo", diz Hans-Rainer Klöckner, do Instituto Max-Planck, na Alemanha.
Como a expansão cósmica ocorre numa escala de tempo bem mais lenta se comparada com o tempo de duração de uma vida humana, ser capaz de medi-la seria considerado um "grande feito técnico", diz Klöckner.
O projeto internacional deve ser completado em 2030, com a primeira fase a ser concluída em 2023.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Tripla eclissi su Giove

tripla eclissi su Giove da parte di tre delle sue lune (fonte: NASA, ESA, and Erich Karkoschka (University of Arizona)


Tripla eclissi su Giove prevista per il 24 gennaio. Tre dellesue lune (Io, Callisto, ed Europa) transiteranno contro il disco del più grande pianeta del Sistema Solare. Per osservare il fenomeno bisognerà essere mattinieri, nonostante il week end. Le tre lune passano infatti sul disco del loro pianeta dalle 7,26 alle 7,54 ed è possibile osservarle anche con un telescopio amatoriale.


Vedere la tripla eclissi dall'Italia non è facile perché è necessario avere l'orizzonte libero. Vale la pena comunque tentare perché ''è un evento che non capita spesso: è stato calcolato che in circa 60 anni (dal 1981 al 2040) le triple eclissi su Giove sono state solo 31'', rileva l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e coordinatore scientifico del Planetario di Roma.

''Ci sono delle condizioni critiche - aggiunge - ma l'osservazione non è impossibile''. Durante la tripla eclissi, il pianeta sarà visibile a Nord Ovest, poco prima del suo tramonto (quindi molto basso sull'orizzonte), e poco prima che sorga il Sole. Condizione obbligatoria per l'osservazione, sottolinea l'astrofisico, è l'orizzonte completamente libero. In ogni caso, chi non può disporre di questa condizione, può tentare l'osservazione qualche ora prima, alle 4,45, senza il disturbo della luce del giorno e quando il pianeta sarà ben alto sull'orizzonte. A quell'ora comincerà il transito delle ombre delle due lune, Io e Callisto alle quali, più tardi si aggiungerà l'ombra di Europa.

Il fenomeno astronomico alla base delle tre eclissi è l'interposizione fra il pianeta e il Sole delle tre lune. ''Se un osservatore si trovasse su Giove - spiga Masi - vedrebbe delle eclissi totali di Sole''.


www.ansa.it

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