sábado, 7 de março de 2009

Sonda Kepler parte à procura de vida em planetas parecidos com a Terra

A Nasa lançou o telescópio Kepler, o maior já enviado ao espaço, que partiu nesta sexta-feira (6) de Cabo Canaveral, no foguete Delta II. A missão é ambiciosa: buscar planetas parecidos com a Terra, que possam abrigar alguma forma de vida. A missão deve durar cerca de três anos e meio, e vai permitir que os cientistas monitorem mais de 100 mil estrelas e planetas da nossa galáxia, a Via Láctea. O projeto custa quase US$ 600 milhões, e é considerado um do mais importantes da Nasa.


Espectadores acompanham decolagem da Kepler (Foto: Malcolm Denemark/AP)
Globo on line

quinta-feira, 5 de março de 2009

Novo telescópio da Nasa vai procurar planetas parecidos com a Terra


Kepler em montagem - Foto NASA

Kepler vai varrer área com 100 mil estrelas semelhantes ao Sol. Pesquisa é o primeiro passo na busca de vida extraterrestre.

Da EFE

A Nasa colocará esta semana em andamento sua primeira missão com capacidade para responder a um dos principais questionamentos da humanidade: existe vida além da Terra? A esperança de encontrá-la está nos exoplanetas, corpos que giram em torno de outras estrelas além do Sistema Solar. Até agora, a partir de diversos sistemas de detecção, os astrônomos confirmaram a existência de mais de 320 desses planetas.

E, para continuar essa busca, a agência espacial americana lançará o observatório Kepler, que partirá na sexta-feira (6). Será uma das primeiras missões com a capacidade de encontrar lugares como a Terra, planetas rochosos que se encontrem em uma área quente em que se possa manter em sua forma líquida a água, elemento essencial para a formação da vida, conforme disse a Nasa em comunicado. "O Kepler é um componente crucial dos esforços da Nasa para encontrar e estudar planetas com características similares às da Terra", assinalou Jon Morse, diretor de astrofísica da agência espacial em Washington.

Segundo o cientista, o censo planetário que o Kepler fará ajudará a compreender a frequência em que existem esses planetas na Via Láctea. Também contribuirá para o planejamento de outras missões que, em um futuro a médio prazo, detectem diretamente e transmitam informação sobre as características dos mundos que existem em torno de estrelas vizinhas.



A constelação do Cisne e as suas vizinhanças


Cisne-Lira
O Kepler iniciará a busca na "minúscula" região de Cisne-Lira, que contém cerca de 100 mil estrelas similares ao Sol. Com seus instrumentos, o Kepler determinará a existência dos exoplanetas através das mudanças de luz que suas estrelas refletem quando os astros passarem entre elas e o observatório. Teoricamente, se esses corpos observados pelo Kepler forem similares à Terra, teriam de completar uma órbita de cerca de um ano em torno de sua estrela.O observatório contará com instrumentos que estão entre os mais poderosos produzidos até agora para a prospecção científica do espaço, como uma câmera com resolução de 95 megapixels. Segundo Debra Fischer, astrônoma da Universidade Estadual de San Francisco, o Kepler será um instrumento básico para saber que tipo de planetas giram em torno de outras estrelas. Suas descobertas serão utilizadas imediatamente para analisar as atmosferas dos exoplanetas. E as estatísticas recolhidas levarão a determinar o rumo que deverá ser seguido para estabelecer se efetivamente há "um planeta de cor azul que orbita outra estrela em nossa galáxia", assinalou.

Pesquisadores encontram microlua em meio aos anéis de Saturno

Objeto mede apenas cerca de 500 m e está no chamado anel G do planeta.Pequeno satélite teria relação com surgimento dos arcos em torno do astro.

Da Associated Press

Cientistas encontraram uma nova lua oculta em um dos anéis de Saturno. A nave não-tripulada Cassini detectou o objeto, que mede cerca de 500 m. A descoberta foi anunciada numa nota da União Astronômica Internacional.

Microlua aparece como pontinho mais escuro nesta sequência de imagens (Foto: Nasa/JPL/Space Science Institute)

Os pesquisadores sempre tiveram dúvidas sobre a formação do anel G, um dos mais misteriosos anéis de Saturno. Uma das hipóteses atuais é que ele surgiu a partir de fragmentos de gelo espalhados quando meteoritos se chocaram com a lua recém-descoberta. O planeta gigante já tem cerca de 60 luas registradas.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Asteroide passa de raspão pela Terra, afirmam astrônomos

Um asteroide passou de raspão pela Terra na manhã de segunda-feira (2). Segundo informações dos astrônomos, o rochedo, com diâmetro entre 21 e 47 metros, passou a cerca de 70 mil quilômetros da superfície terrestre -- o equivalente a um quinto da distância entre a Terra e a Lua. A informação foi divulgada pela Planetary Society, uma ONG internacional.


O objeto foi descoberto dois dias antes, por um astrônomo do Observatório Spring, na Austrália, quando estava a 1,5 milhão de quilômetros de distância. Designado 2009 DD45, ele passou sobre o oceano Pacífico e foi, em tese, visível da Austrália, do Japão e da China. O astro, com seu porte, deve ser similar ao objeto que colidiu com a Terra em 1908, sobre Tunguska, na Sibéria. Naquela ocasião, o asteroide explodiu no ar, por conta do contato com a atmosfera, mas a onda de choque devastou as florestas da região.
G1

Hubble flagra galáxias 'brincando' de cabo-de-guerra espacial

O Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, flagrou um "cabo-de-guerra" letal que está acontecendo a cerca de 100 milhões de anos-luz daqui. Três galáxias -- a NGC 7173, a NGC 7174 e a NGC 7176, que ficam na constelação do Peixe Austral -- estão passando por uma fase de intensa atração gravitacional. Algumas estrelas foram até arrancadas de suas galáxias maternas, o que gerou um "véu" estelar tênue perto das gigantes. Estima-se que, no fim das contas, a NGC 7174 ficará tão detonada que apenas as duas outras galáxias continuarão a existir.


As galáxias na imagem do telescópio espacial (Foto: ESA/Nasa/Z. Levay)

G1

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Europeus fotografam 'olho cósmico'

Nebulosa Hélix fica a 700 anos-luz da Terra; imagens lembram 'olho'.

O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), que fica no alto de uma montanha em La Silla, no Chile, fotografou a nebulosa Hélix, que fica a uma distância de 700 anos-luz da Terra, na constelação de Aquário, e é conhecida como "olho cósmico".


'Olho cósmico' está a 700 anos-luz da Terra (Foto: ESO/Divulgação)


A nebulosa é formada por gás e poeira lançados por uma estrela central de pouca luminosidade, já em vias de desaparecer. De acordo com o ESO, o principal anel da Hélix tem um diâmetro de cerca de dois anos-luz - ou seja, de mais de 18 trilhões de quilômetros. Apesar da imagem espetacular, é difícil ver a nebulosa pois sua luz é dissipada por uma vasta área do espaço. Hélix apareceu pela primeira vez em uma lista de objetos compilada pelo astrônomo alemão Karl Ludwig Harding, em 1824. O nome vem das primeiras fotografias tiradas, em que a nebulosa parecia ter um formato de sacarrolha. Segundo o ESO, estudos indicam que ela é formada por pelo menos dois anéis externos. O disco interno, que pode ter sido formado há cerca de 12 mil anos, parece estar se expandindo a uma velocidade de 100 mil quilômetros por hora. Os astrônomos acreditam que a nebulosa está relativamente perto da Terra e que, por isso, pode ser estudada de maneira mais minuciosa, disse o ESO.

BBC

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Cometa Lulin estará perto de Saturno; saiba como avistá-lo hoje


Pegue um binóculo, olhe para o leste --onde nasce o Sol-- e procure por Saturno, que tem um brilho bastante proeminente no céu. Estas são as principais dicas dos astrônomos para observar o cometa Lulin, que poderá ser visto com brilho máximo na madrugada de hoje para amanhã. É possível, porém improvável, que o cometa fique visível a olho nu, principalmente em locais muito iluminados --é melhor recorrer a binóculos ou lunetas de boa qualidade.
"De cidades grandes, provavelmente será muito difícil observá-lo a olho nu. Digo provavelmente porque as variações do brilho de um cometa não têm sua determinação com muita precisão. Pode ocorrer uma explosão repentina e o brilho aumentar muito, embora isto não seja muito comum", afirma Rundsthen Vasques de Nader, astrônomo do Observatório do Valongo, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Lulin estará bem próximo de Saturno, na constelação de Leão --nessa época, o planeta fica visível por volta das 20h30, como um objeto vermelho-alaranjado, maior que as estrelas em volta e não que "pisca". No céu, a coloração do cometa deve ser de um branco esverdeado, devido a sua composição química: compostos de carbono e cianogênio, um gás tóxico.

O cometa atinge nesta terça-feira (24) a sua máxima aproximação da Terra, ficando a cerca de 60 milhões de km, bem próximo para os padrões astronômicos, menos de metade da distância entre a Terra e o Sol.

Lulin, que oficialmente se chama C/2007 N3, foi descoberto em 2008 por Quanzhi Ye, da Universidade Sun Yat-sen, em Guangzhou (China), com base em imagens produzidas no Observatório Lulin, em Taiwan --daí vem seu nome "popular".

Sua órbita, ao contrário do que ocorre na maioria dos cometas, é no sentido horário. Esta é a primeira passagem de Lulin perto do Sol, dizem astrônomos, porque ele ainda preserva a maior parte dos seus gases.
Folha on line

sábado, 21 de fevereiro de 2009

La più grande catastrofe dello spazio



Il circolino mostra il "bagliore" generato raccolto dal satellite Fermi


Una catastrofe cosmica gigantesca, la più grande e violenta che mai strumenti umani siano riusciti a fotografare fino ad oggi. E la prova dell’accaduto è un potente raggio gamma che l’ "occhio” italiano del satellite “Fermi” della Nasa è riuscito a cogliere e fotografare. I dettagli sono raccontati sulla rivista americana Science ed è la cronaca di un fatto accaduto 12 miliardi di anni fa, ma che il satellite ha visto soltanto ora perché il raggio tanto ha impiegato a percorrere lo spazio che ci separa dal luogo d’origine; una galassia distante 12 miliardi di anni luce. Il lampo battezzato “GRB 080916C” era stato raccolto il 16 settembre scorso «e nel giro di due settimane la scoperta era chiara e definita – nota Patrizia Caraveo responsabile dell’esperimento per l’Inaf, l’Istituto italiano di astrofisica – ma per arrivare alla sua pubblicazione sono stati necessari tutti questi mesi perché sono oltre duecento gli astrofisici coinvolti nell’operazione: numerosi erano i particolari su cui essere d’accordo». La cronaca della catastrofe è raccontata soprattutto dal lampo di radiazione gamma . «Per un paio di minuti, il lampo è stato più luminoso non solo di qualsiasi altra sorgente, ma anche dello stesso universo nella banda dei raggi gamma – precisa Ronaldo Bellazzini, altro responsabile dell’esperimento per l’Infn, Istituto nazionale di fisica nucleare – E nasceva da un getto di materia altamente ionizzato che si è propagato nel cosmo a una velocità prossima a quella della luce, paragonabile a quanto si otterrà nel nuovo acceleratore Lhc di Ginevra». La catastrofe è stata registrata da due strumenti: il GMB, Gamma Ray Burst Monitor americano, ha raccolto prima i fotoni di radiazione X; poi il LAT, Large Area Telescope italiano, i fotoni di radiazione gamma. «Ma fra i due – precisa Caraveo – c’è stato un ritardo di cinque secondi, un tempo significativo per descrivere i processi riguardanti la morte di una stella».

DISTRUTTO UN ASTRO GRANDE CINQUE VOLTE IL SOLE - Il fiume delle radiazioni è scaturito infatti dalla distruzione di un astro la cui massa calcolata era di cinque volte superiore a quella del Sole. Proprio dal violento collasso è zampillata l’energia mentre la stella si trasformava in un buco nero. Ora gli astrofisici dovranno decifrare nei dettagli il significato dei fatidici cinque secondi e quando ci saranno riusciti avranno conquistato un altro tassello nella storia della vita di un astro. Importante in questi casi è intervenire tempestivamente anche con i telescopi a terra per cogliere nella radiazione luminosa ulteriori elementi importanti. «A tal fine sono attive squadre di ricercatori internazionali, 24 ore su 24, per puntare i loro strumenti”, aggiunge Paolo Giommi, responsabile del Science Data Center dell’Asi, l’agenzia spaziale italiana, che ha coordinato la partecipazione al progetto del satellite Fermi della Nasa mentre lo strumento LAT è nato dal coinvolgimento dell’Infn (nei cui laboratori pisani è stato progettato e assemblato) e dell’Inaf. I lampi gamma erano stai scoperti per caso dai satelliti militari americani Vela nella seconda metà degli anni Sessanta mandati in orbita per controllare le eventuali esplosioni atomiche dei sovietici. Tenuti nascosti sino al 1973, da allora è iniziata la corsa a spiegarne l’origine. Il problema non era da poco perché questi Gamma Ray Burst sono i fenomeni più violenti che il cielo offra: nel giro di pochi secondi liberano tanta energia quanta il Sole nell’arco della sua intera vita. Soltanto alla metà degli anni Novanta il satellite italiano BeppoSax dell’Asi, fornisce il primo indizio importante per arrivare alla spiegazione del fenomeno. E le ricerche continuano in una partita USA-Italia che propone grandi sorprese.


Giovanni Caprara
Corriere dela Sera

Keplero va in orbita in cerca dell'altra Terra


Telescopio Kepler


La Nasa sta per lanciare un telescopio che deve trovare nuovi pianeti

di LUIGI BIGNAMI

E' iniziata la caccia al pianeta gemello della Terra. Sta infatti per raggiungere la rampa di lancio, in Florida, il telescopio della Nasa Kepler. Verrà mandato in orbita il 5 marzo, e allora, salvo imprevisti, prenderà il via una delle missioni più affascinanti della storia dell'astronautica: la ricerca di pianeti simili al nostro che orbitano intorno ad altre stelle. In realtà, gli astronomi ne hanno già individuati 340, ma nessuno di essi ha caratteristiche simili alla Terra e soprattutto su nessuno di essi vi può essere la vita così come noi la conosciamo. Sono troppo grandi (il più piccolo è stato trovato dal telescopio spaziale Corot e ha una dimensione di circa due volte la Terra, ma la sua temperatura superficiale è di oltre 1.000°C), oppure sono gassosi o troppo vicini o troppo lontani dalla loro stella per permettere di avere condizioni ideali alla vita. "Kepler invece, si propone di scovare tra le stelle della nostra galassia pianeti rocciosi che orbitano intorno a stelle simili al nostro Sole in un'area ritenuta abitabile. Gli astronomi definiscono "abitabile" una fascia di spazio intorno ad una stella dove la temperatura sia tale da permette all'acqua di scorrere liquida, in quanto quest'ultima è ritenuta indispensabile per originare e mantenere la vita", spiega Jon Morse, direttore della divisione di astrofisica della Nasa. La Terra si trova proprio all'interno della fascia di abitabilità del nostro sistema solare. Il telescopio Kepler getterà il suo occhio tra le stelle per circa 4 anni, scandagliandone grosso modo 100.000, nella regione della Via Lattea nota come Cigno-Lira. Il telescopio infatti, deve puntare il proprio occhio in una regione che sia opposta a quella in cui si trova il Sole, altrimenti rischierebbe di rovinarsi e la regione scelta, che possiede tali caratteristiche, sembra avere anche una concentrazione di stelle simili alle nostre molto elevata. Si ipotizza che a varie distanze dalle proprie stelle-madri siano centinaia i pianeti con dimensioni terrestri. Da uno studio statistico realizzato dalla Nasa risulta che se pianeti di tipo terrestre fossero abbondanti in fasce abitabili, Kepler ne scoprirebbe a dozzine.

Al termine della sua missione potrebbe dare una risposta significativa alla domanda che già si posero gli antichi greci: "Ci sono altri mondi abitabili o il nostro è un'eccezione?". Ma come farà a scoprire tali pianeti? Kepler è stato costruito appositamente per rilevare la periodica diminuzione di luce di un astro che un pianeta extrasolare - che si trova tra la Terra e la sua stella - produce quando gli passa di fronte. La sensibilità delle sue ottiche è tale che il telescopio è in grado di misurare variazioni di luminosità di 20 parti su un milione. Per ottenere una simile risoluzione gli ingegneri della Nasa hanno costruito la più potente macchina fotografica mai lanciata nello spazio: ha una capacità di 95 megapixel (si pensi che le macchine fotografiche professionali non superano i 15 megapixel). "Se Kepler dovesse guardare alla Terra di notte sarebbe in grado di rilevare la diminuzione di luce che una persona produce passando davanti ad una veranda illuminata", dice James Fanson, responsabile del Progetto Kepler. Erano anni che gli astronomi aspettavano il lancio di questa missione perché dalla terra è impossibile, al momento, poter sperare di osservare la diminuzione di luce prodotta da pianeti terrestri quando passano di fronte ad una stella. Kepler invece, potrà farci sognare scoprendo pianeti gemelli della Terra.

La Repubblica
(21 febbraio 2009)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Europeus e americanos se unem para explorar luas de Júpiter


A Agência Espacial Americana (Nasa) e a Agência Espacial Europeia (ESA) anunciaram um plano ambicioso para enviar sondas para o sistema de Júpiter e duas de suas luas, Europa e Ganimedes. A proposta pode vir a ser o próximo grande projeto das agências espaciais, após a bem-sucedida missão Cassini-Huygens enviada ao sistema de Saturno.

"Esse esforço conjunto é um desafio maravilhoso e será um dos marcos da ciência interplanetária do século 21", disse David Southwood, diretor de exploração científica e robótica da ESA.

Embora o projeto bilionário seja de longo prazo e possa ser adiado ou cancelado por falta de verbas, se viabilizado, pode fornecer informações importantes sobre a lua Europa, um dos locais com potencial de ter abrigado vida. Os cientistas acreditam que, sob a superfície gelada de Europa, corre um oceano. "Uma missão à lua gelada de Júpiter, Europa, nos levaria a um dos habitats mais prováveis no Sistema Solar, excetuando a Terra", disse Louis Friedman, diretor da The Planetary Society, uma das maiores instituições não-governamentais do mundo dedicada à astronomia.Ele elogiou o fato de que europeus e americanos devem dividir os custos e conhecimento científico "tornando o projeto mais razoável e aumentando seu apoio".

A equipe do Europa Jupiter System Mission (EJSM) recomendou que tanto a Nasa como a ESA enviem suas sondas orbitais. A ideia é que a sonda americana (JEO) e a européia (JGO) explorem objetos diferentes e também ângulos distintos dos mesmos objetos.Mas apenas a nave americana se aproximaria da lua Europa, por causa de seu grande índice de radioatividade. Os cientistas americanos acreditam que a JEO vai conseguir operar por meses, apesar da radioatividade. A sonda europeia se concentraria na lua de Ganimedes, a maior de Júpiter.O plano é que ambas as sondas encerrem suas missões caindo sobre suas respectivas luas.

BBC

Nasa detecta maior explosão de raios gama já vista no espaço


Imagem obtida pelo satélite Swift mostra explosão de raios gama (em laranja) (Foto: AFP/Nasa)

Um telescópio espacial da Nasa detectou o que deve ser a mais intensa rajada de raios gama já vista no Universo. A descoberta foi feita em 16 de setembro de 2008, com o Telescópio Espacial Fermi de Raios Gama, e acaba de ser divulgada online pelo periódico científico "Science". O achado pode permitir definir com mais clareza que fenômenos estão envolvidos nessas explosões da alta energia. Os cientistas suspeitam fortemente de que as rajadas de raios gama estejam relacionadas ao surgimento de supernovas -- estrelas muito grandes que, ao fim de suas vidas, explodem violentamente.
G1

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Amadores 'contam' galáxias na internet

Objetivo de site é montar 'guia do mochileiro das galáxias'.Participantes podem até descobrir novos corpos celestes.

O website Galaxy Zoo, criado pelo astrofísico Chris Lintott, da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, utiliza a ajuda de internautas para classificar galáxias.


Qualquer internauta pode participar (Foto: Reprodução/BBC)

Nele, qualquer pessoa pode ajudar a catalogar um milhão de fotos de galáxias de acordo com sua forma, e até 'descobrir' novos corpos celestes nas imagens.

BBC

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