terça-feira, 1 de maio de 2012

Un cacciatore di pianeti alle Canarie


I Telescopio Nazionale Galileo, alle Canarie (fonte: G. Tessicini, INAF)
 
E' fra i più potenti cacciatori di pianeti esterni al Sistema Solare, insieme al suo collega spaziale Kepler: e' il nuovo strumento installato sul Telescopio Nazionale Galileo (Tng) dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf), presso l'Osservatorio Roque de Los Muchachos nell'arcipelago delle Canarie.

Lo strumento è realizzato nell'ambito di un progetto internazionale guidato dall'Osservatorio dell'Università di Ginevra e si chiama Harps- N (High Accuracy Radial velocity Planet Searcher). E' uno spettrografo di precisione progettato per identificare pianeti esterni al Sistema Solare simili alla Terra per massa e struttura. E' il gemello di quello già installato e operativo nel telescopio da 3,6 metri dell'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso) che si trova a La Silla, sulle Ande cilene.

Poichè si trova nell'emisfero Nord, il nuovo strumento avra' le condizioni osservative migliori per la zona di cielo finora considerata il miglior ''terreno di caccia'' per individuare i sosia della Terra, quella occupata dalle costellazioni del Cigno e della Lira.

Proprio in questa porzione di cielo il telescopio Kepler della Nasa ha indicato centinaia di possibili candidati. Per avere la conferma che questi ''allarmi'' siano realmente prodotti da pianeti sono necessarie lunghe e ripetute osservazioni con misure di alta precisione realizzate da telescopi sulla Terra. Per questo motivo lo spettrografo Harps-N promette di diventare un indispensabile alleato di Kepler. Grazie al nuovo strumento ''la comunita' astronomica e astrofisica italiana potra' inserirsi attivamente, con il Tng, in un importante filone di ricerca, quale quello della ricerca e analisi dei pianeti extrasolari'', ha detto il presidente dell'Inaf, Giovanni Bignami.

www.ansa.it

A maggio Marte e Saturno concedono bis

In maggio Marte e Saturno concedono il bis: sia all'inizio che alla fine del mese daranno spettacolo in congiunzione con la Luna, rileva l'Unione Astrofili Italiani. E mentre andrà in onda l'ultimo 'film' della cometa Garrad, Venere si nasconderà per prepararsi a un incontro speciale previsto per l'inizio di giugno. Il primo maggio Marte si troverà in congiunzione con la Luna, e sarà facilmente distinguibile per il suo colore rosso da Regolo, la stella più luminosa della costellazione del Leone.

www.ansa.it

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Un’eruzione di polvere da una stella morente


La stella morente è il puntino arancione in alto a sinistra (fonte: NASA/JPL-Caltech)
 
Un’eruzione di polvere da una stella che sta morendo è stata scoperta dal telescopio spaziale Wise (Wide-field Infrared Survey Explorer) della Nasa. Le immagini mostrano una vecchia stella in preda ad un’eruzione di fuoco e permettono di gettare lo sguardo sul raro processo grazie al quale stelle come il Sole, giunte alla fine della loro vita, seminano nell'universo mattoni da cui nasceranno altre stelle e pianeti. La scoperta, pubblicata sull’Astrophysical Journal Letters, si deve alla ricerca coordinata da Poshak Gandhi, dell’Agenzia Spaziale Giapponese Jaxa.

La stella, catalogata come WISE J180956.27-330500.2, è stata scoperta analizzando una mappa a infrarossi del cielo messa a punto con i dati raccolti dal telescopio Wise nel 2010. Questa stella si distingue da altri oggetti celesti perché brilla intensamente di luce infrarossa. Secondo i ricercatori l’astro è esploso di recente ed ha scagliato nello spazio grandi quantità di polveri fresche equivalenti alla massa del pianeta Terra. La luce della stella sta riscaldando le polveri e le fa brillare agli infrarossi. '’Osservare fenomeni come questo mentre sono in  corso è molto raro'', osserva uno degli autori, Issei Yamamura, anch’egli della Jaxa. "Queste eruzioni di polveri – prosegue - probabilmente si verificano solo una volta ogni 10.000 anni nella vita di vecchie stelle e si pensa durino meno di poche centinaia di anni ogni volta. E' un batter d'occhio in termini cosmologici''.

Questa stella che sta invecchiando è in una fase della sua vita chiamata di ''gigante rossa''. Lo stesso destino che attende il Sole fra circa 5 miliardi di anni. In questa fase le stelle iniziano a finire il carburante, si raffreddano e si espandono. Così la stella scoperta da Wise si gonfia si disfa degli strati di gas scagliandoli nello spazio dove si raffreddano e congelano in piccole particelle di polveri. Questo, spiegano gli esperti, è uno dei principali modi in cui la polvere viene riciclata nell’universo: prodotta dalle stelle più vecchie, diventa il materiale dal quale nascono altre stelle. ''E ' uno sguardo intrigante nel programma di riciclaggio cosmico'', rileva Bill Danchi, del programma Wise della Nasa. ''Stelle evolute come questa - aggiunge - contribuiscono per circa il 50 per cento delle particelle che compongono gli esseri umani''.

www.ansa.it

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Astronautas retornam à Terra após seis meses na estação espacial

Soyuz TMA-22 pousa no Cazaquistão (Foto: AFP Photo/Kirill Kudryatsev)

Da AP - Três astronautas -- os russos Anton Shklaperov e Anatoli Ivanishin e o americano Dan Burbank -- retornaram nesta sexta-feira (27) à Terra depois de uma missão de seis meses na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), anunciou o Centro Russo de Controle dos Voos Espaciais (TSOUP).
"Pouso de sucesso", afirma uma mensagem do TSOUP nas câmeras de controle, quando a nave espacial Soyuz tocou a terra às 8h45 (horário de Brasília, 17h45 no horário local) no Cazaquistão. A viagem durou cerca de três horas de meia.

Pouco depois da aterrissagem, os astronautas apareceram em boa forma e sorridentes diante das câmeras.
Depois de sair da cápsula Soyuz, os três astronautas foram envolvidos por um cobertor azul, enquanto os médicos iniciavam os primeiros exames.

Lava vulcânica esculpiu solo de Marte em passado geológico recente

Do G1 em SP



Imagem da Nasa (agência espacial norte-americana), divulgada nesta quinta-feira (26), mostra fluxo de lava em formas circulares próximo à região equatorial de Marte. Analisando as imagens em alta resolução da região, pesquisadores da agência determinaram que a área foi esculpida por atividade vulcânica no passado geológico recente. Esta é a primeira vez que tais características geológicas foram descobertas fora da Terra. (Foto: AP Photo / Nasa)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Asteroides gigantes caíram na Terra e na Lua há bilhões de anos

Da EFE - Há aproximadamente 3,8 bilhões de anos, a Terra e a Lua receberam impacto de inúmeros asteroides gigantes, maiores do que os que extinguiram os dinossauros, e durante um período mais longo do que se achava, informou nesta quarta-feira (25) a revista científica "Nature".

 Ilustração da queda de um asteroide na Terra há bilhões de anos (Foto: Don Davis/Divulgação)
 
"Descobrimos que asteroides gigantes, similares ou maiores aos que acabaram com os dinossauros, se chocaram contra a Terra com muito mais frequência do que se pensava", explicou à Agência Efe o astrofísico William Bottke, do Instituto de Pesquisas Southwest, no estado norte-americano do Colorado.

Autor de um dos dois artigos publicados na última edição da "Nature", sobre o impacto dos meteoritos, Bottke aponda que cerca de 70 asteroides de grandes dimensões se chocaram contra a Terra durante o período Arqueano, que está compreendido entre 2,5 bilhões e 3,8 bilhões de anos atrás. Segundo ele, a Lua também foi atingida.

"Nosso trabalho sugere que o Arqueano, um período de formação da vida e de nossa biosfera, foi também uma época marcada por muitos impactos de meteoritos de grande magnitude. Isto nos ajudará a entender melhor os primeiros períodos da história da vida na Terra", declarou Bottke.

Já Brandon Johnson, da Universidade de Purdue, no estado de Indiana, também nos EUA, afirma em outro estudo que estes violentos impactos tiveram um papel maior do que imaginávamos na evolução das primeiras formas de vida terrestre.

"Apesar de sempre pensarmos nos meteoritos como um detrimento para a vida, eles poderiam ter contribuído para a formação da mesma ao trazer material orgânico à Terra e produzir sistemas hidrotermal capazes de gerar vidas", detalhou Johnson à Agência Efe.
 
 
Esférula' encontrada na Austrália  (Foto: Bruce M. Simonson )'Modelo de Nice'


As descobertas de ambos os cientistas respaldam o "Modelo de Nice", uma hipótese que defende que os planetas gigantes gasosos do Sistema Solar -- Júpiter, Saturno, Urano e Netuno -- migraram a partir de uma distribuição inicial mais compacta até suas atuais posições.

O deslocamento destes planetas originou muitos asteroides, que, posteriormente, se viram atraídos em direção ao interior do Sistema Solar. Alguns destes asteroides bateram violentamente na Terra, na Lua e em outros corpos, um fenômeno conhecido como "bombardeio intenso tardio".

"Estes impactos geraram grandes crateras sobre a superfície lunar, que, por sinal, foram muito mais bem conservadas do que as da Terra. Esse fato pode apresentar uma grande quantidade de informações e explicar melhor este fenômeno", explicou Bottke.

No total, os cientistas contabilizaram na Lua 30 crateras com um diâmetro maior que 300 quilômetros e com idades que oscilam entre os 4.1 bilhões e os 3.8 bilhões de anos, mais antigas que as crateras encontradas na Terra.

Muitas crateras da superfície terrestre se perderam por causa da erosão e dos movimentos das placas tectônicas, sendo que poucas rochas dessa era sobreviveram. Por isso, o estudo de impacto de meteoritos caídos há mais de 2 bilhões de anos é mais complicado.

No entanto, o choque desses meteoritos fundiu algumas das rochas salpicadas que se esfriaram até se transformar em pequenos pedaços de vidro, denominadas esférulas. A partir dessas amostras, Bottke e Johnson estimaram a data do impacto, além do número e do tamanho dos asteroides.

Existem aproximadamente 20 jazidas de esférulas na Terra, que, segundo os especialistas, serão de grande utilidade para estudos futuros.


Astrônomos fazem imagem de um aglomerado estelar dentro de outro

Do G1 em SP -O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com participação brasileira, publicou nesta quarta-feira (25) uma nova imagem do aglomerado estelar NGC 6604. Na imagem, ele aparece no canto superior esquerdo.

Este agrupamento de estrelas é, na verdade, parte de uma associação maior e mais brilhante que contém uma centena de estrelas brilhantes levemente azuladas. NGC 6604 é, portanto, um aglomerado dentro de outro aglomerado.

Além de ser bonita, a imagem obtida pelo telescópio de La Silla, no Chile, serve para que os astrônomos estudem as colunas de gás quente e ionizado que emanam do aglomerado.


Aglomerado estelar NGC 6604 (Foto: ESO)

terça-feira, 24 de abril de 2012

Próxima equipe da ISS realiza últimos testes na Rússia


Do G1 em São Paulo -Integrantes da próxima expedição à Estação Espacial Internacional (ISS) realizam últimos testes na Rússia. O astronauta norte-americano Joseph Acaba e os cosmonautas russos Genady Padalka e Sergey Revin devem partir dia 15 de maio, a bordo da Soyuz TMA-04M, cujo lançamento será feito a partir da base Baikonur. (Foto: Mikhail Metzel / AP Photo)


Sonda espacial registra objetos estranhos em anel de Saturno

Do G1 em SP -A sonda espacial Cassini, em órbita de Saturno, registrou imagens de estranhos objetos voando em torno de um dos anéis do planeta, informou a agência espacial americana (Nasa) nesta segunda-feira (23).

Os objetos têm cerca de um quilômetro de tamanho e podem explicar o estranho comportamento do anel F, que até agora intrigava os astrônomos.

Saturno é o sexto planeta a partir do Sol e o segundo maior do nosso Sistema Solar, atrás apenas de Júpiter. A sonda Cassini estuda Saturno, seus anéis e luas desde julho de 2004.

O anel F é considerado um dos mais misteriosos do planeta, porque está em constante movimento. O mais externo dos aneis principais, ele aparece com ondulações estranhas nas imagens da Cassini, que até agora não tinha explicação.

 Jatos de gelo criados pela colisões dos objetos no anel F de Saturno. (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI/QMUL)

Parte dessas ondulações são causadas pela interação com objetos maiores, como a lua Prometeu. Mas essa causa não era suficiente para explicar tanta atividade.

Agora, a Cassini mostrou que a passagem de Prometeu causa também a liberação de "bolas de gelo" pequenas demais para serem detectadas com facilidade pelos astrônomos, mas grandes o suficiente para agitar a superfície do anel F. Essas bolas ficam no entorno do anel – algumas vezes colidindo com ele e criando minijatos de gelo.

“Esses minijatos são tão pequenos que é preciso ter bastante tempo e serenidade para encontrá-los”, afirma Nick Attree, um dos cientistas envolvidos, que teve que procurar em mais de 20 mil imagens para encontrar cerca de 500 registros dos objetos.

 Imagem mostra o anel F isolado e a estranha atividade que até agora intrigava os astrônomos. (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI/QMUL)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Esplosione in Nevada, probabile meteora

NEW YORK - Ci sarebbe una meteora all' origine di una forte esplosione udita in mattinata tra California e Nevada, secondo quanto hanno affermato degli astronomi. La forte esplosione è stata udita verso le 08:00 (locali) e ha provocato un'ondata di telefonate allarmate alle polizia e ai vigili del fuoco dei due stati, sui due lati della Sierra Nevada.

Il boato è stato udito distintamente da Reno a Winnemucca in Nevada, e da Sacramento a Bakersfield areas in California e secondo quanto scrive l'Huffington Post, in entrambi gli Stati alcune persone hanno raccontato di aver visto un palla di fuoco attraversare il cielo.

Dan Ruby del Fleischmann Planetarium dell'università del Nevada, citato dalla stessa fonte, ha affermato che secondo le indicazioni e le testimonianze raccolte, si è trattato di una meteora che ha raggiunto il nostro pianeta nella regione sulla Sierra Nevada. 

www.ansa.it

domingo, 22 de abril de 2012

Earth Day


Nasa convoca astrônomos amadores para caçar asteroides

Do G1, em São Paulo

A Nasa está pedindo ajuda a astrônomos em um projeto que busca asteroides que passam perto da Terra. A campanha “Target Asteroids!” (“Mire em Asteroides”, em inglês) foi lançada neste mês e deve durar até o fim da década.

A agência espacial norte-americana acredita que a participação dos amadores ajude a caracterizar estes asteroides em aspectos como posição, rotação e a luz refletida pelos corpos celestes. A participação é apenas relativa a asteroides relativamente próximos à Terra, conhecidos como NEO’s – sigla em inglês para “objetos próximos à Terra”.

Os dados enviados pelos astrônomos amadores serão analisados pelos profissionais da Nasa por meio de modelos teóricos. Com o conhecimento mais detalhado dos asteroides, a Nasa poderá guiar com mais precisão suas missões para visitar um destes corpos celestes.

 Ilustração de como será a Osiris-Rex (Imagem: NASA/Goddard/University of Arizona)
 
Em 2016, a agência pretende lançar a missão Osiris-Rex. No ano de 2019, a sonda deve visitar o asteroide 1999 RQ36 e mapear suas propriedades. Quando voltar, em 2023, a pequena nave não-tripulada deve trazer na bagagem pelo menos 60 gramas de material da superfície do asteroide.

“Por mais de 10 anos, amadores têm sido contribuidores importantes para refinar a órbita de NEO’s recém-descobertos”, afirmou Edward Beshore, pesquisador da missão Osiris-Rex, em material divulgado pela Nasa.

A Nasa exige dos participantes requisitos técnicos mínimos em relação à capacidade dos telescópios e outros aparelhos. Para saber mais sobre o projeto e se inscrever, acesse o site oficial http://osiris-rex.lpl.arizona.edu/targetasteroids.html.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...