domingo, 3 de junho de 2012

The 2012 Transit of Venus


On June 5th, 2012, Venus will pass across the face of the sun, producing a silhouette that no one alive today will likely see again.

Transits of Venus are very rare, coming in pairs separated by more than a hundred years. This June's transit, the bookend of a 2004-2012 pair, won't be repeated until the year 2117. Fortunately, the event is widely visible. Observers on seven continents, even a sliver of Antarctica, will be in position to see it.

The nearly 7-hour transit begins at 3:09 pm Pacific Daylight Time (22:09 UT) on June 5th. The timing favors observers in the mid-Pacific where the sun is high overhead during the crossing. In the USA, the transit will be at its best around sunset. That's good, too. Creative photographers will have a field day imaging the swollen red sun "punctured" by the circular disk of Venus.

Observing tip: Do not stare at the sun. Venus covers too little of the solar disk to block the blinding glare. Instead, use some type of projection technique or a solar filter. A #14 welder's glass is a good choice. Many astronomy clubs will have solar telescopes set up to observe the event; contact your local club for details.

Transits of Venus first gained worldwide attention in the 18th century. In those days, the size of the solar system was one of the biggest mysteries of science. The relative spacing of planets was known, but not their absolute distances. How many miles would you have to travel to reach another world? The answer was as mysterious then as the nature of dark energy is now.

Venus was the key, according to astronomer Edmund Halley. He realized that by observing transits from widely-spaced locations on Earth it should be possible to triangulate the distance to Venus using the principles of parallax.

The idea galvanized scientists who set off on expeditions around the world to view a pair of transits in the 1760s. The great explorer James Cook himself was dispatched to observe one from Tahiti, a place as alien to 18th-century Europeans as the Moon or Mars might seem to us now. Some historians have called the international effort the "the Apollo program of the 18th century."

Photo from the 2004 Venus Transit showing Venus and the International Space Station crossing the sun.
A double transit: the International Space Station and Venus on June 8, 2004. Photo courtesy of Tomas Maruska. 

  In retrospect, the experiment falls into the category of things that sound better than they actually are. Bad weather, primitive optics, and the natural "fuzziness" of Venus’s atmosphere and other factors prevented those early observers from gathering the data they needed. Proper timing of a transit would have to wait for the invention of photography in the century after Cook’s voyage. In the late 1800s, astronomers armed with cameras finally measured the size of the Solar System as Edmund Halley had suggested.

This year’s transit is the second of an 8-year pair. Anticipation was high in June 2004 as Venus approached the sun. No one alive at the time had seen a Transit of Venus with their own eyes, and the hand-drawn sketches and grainy photos of previous centuries scarcely prepared them for what was about to happen. Modern solar telescopes captured unprecedented view of Venus’s atmosphere backlit by solar fire. They saw Venus transiting the sun’s ghostly corona, and gliding past magnetic filaments big enough to swallow the planet whole.

2012 should be even better as cameras and solar telescopes have improved. Moreover, NASA’s Solar Dynamics Observatory is going to be watching too. SDO will produce Hubble-quality images of this rare event.

World map show visibility of transit of Venus on June 5-6, 2012. › View larger
World visibility map for June 5-6, 2012 Venus Transit. Credit: M. Zeiler 


http://www.nasa.gov

Sol sobreviverá à colisão da Via Láctea com Andrômeda



Simulação mostra como parecerá o céu noturno na Terra logo no início da fusão da Via Láctea com a galáxia de Andrômeda, daqui a 4 bilhões de anos Nasa
 
RIO – Astrônomos da Nasa usaram dados do telescópio espacial Hubble para simular um dos eventos mais extremos que nossa vizinhança cósmica vai passar, o choque da Via Láctea com a galáxia de Andrômeda (M31), prevista para acontecer daqui a 4 bilhões de anos. De acordo com os modelos, o Sistema Solar, e a Terra, deverão sobreviver à colisão, mas provavelmente serão lançados a uma nova região do espaço.
- Nossos achados são estatisticamente consistentes com uma colisão de frente entre Andrômeda e nossa Via Láctea – disse Roeland van der Marel, do Space Telescope Science Institute (STScI), que administra o Hubble.

A simulação foi possível após detalhada análise de dados do telescópio espacial sobre o movimento de Andrômeda. A galáxia hoje está a cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância, mas avança velozmente em direção da Via Láctea devido à atração gravitacional mútua. O modelo ostra ainda que serão necessários outros 2 bilhões de anos para que as duas galáxias se unam completamente, deixando para trás seus formatos espirais e transformando-se em uma imensa galáxia elíptica.

- Depois de quase um século de especulação sobre o futuro destino de Andrômeda e da Via Láctea, finalmente temos um cenário claro de como os eventos vai se desdobrar nos próximos bilhões de anos – contou Sangmo Tony Sohn, também do STScI.

Embora as galáxias entrem em choque, as estrelas dentro delas estão tão afastadas uma das outras que elas não deverão colidir no encontro. Apesar disso, elas serão lançadas em novas órbitas em torno do novo núcleo galáctico e as simulações indicam que nosso Sistema Solar provavelmente será lançado para mais longe dele do que atualmente está. Para deixar tudo ainda mais complicado, no entanto, a galáxia do Triângulo (M33), anã companheira de Andrômeda, vai se juntar à colisão e provavelmente se fundir ao par Andrômeda-Via Láctea. Há ainda uma pequena chance da M33 se chocar com a Via Láctea antes de Andrômeda.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

31/05/2012 19h35 - Atualizado em 31/05/2012 19h35 Cientistas determinam data de colisão da nossa galáxia com a vizinha

Do G1, em São Paulo

Nossa galáxia, a Via Láctea, está em rota de colisão frontal com a vizinha Andrômeda e a batida deve acontecer em 4 bilhões de anos, anunciaram astrônomos da Nasa nesta quinta-feira (31). E se mundo sobreviver a 2012, também deve sobreviver ao impacto: segundo os cientistas, a Terra não deve ser destruída, mas nosso Sistema Solar deve ser lançado para outras partes do espaço.

A aproximação entre a Via Láctea e Andrômeda já era conhecida há muitos anos. Nossa vizinha está se movendo em nossa direção a mais de 400 mil quilômetros por hora (nessa velocidade, dá para chegar na Lua em uma hora). No entanto, não se sabia se isso ia gerar uma colisão, uma “topada” de leve ou se Andromeda passaria pertinho, mas sem nos atingir.

 Ilustração da Nasa mostra as duas galáxias logo antes da colisão. (Foto: NASA; ESA; Z. Levay and R. van der Marel, STScI; T. Hallas; and A. Mellinger)

Agora, os cientistas já sabem. As duas galáxias vão colidir sim e a batida tem data marcada: em 4 bilhões de anos. A partir daí, elas vão se unir em apenas uma – um processo que deve demorar outros 2 bilhões de anos.

Como as estrelas ficam muito longe umas das outras, elas não devem colidir entre si. No entanto, serão lançadas para órbitas diferentes. Segundo as simulações feitas pelos astrônomos, o nosso Sistema Solar deve ser jogado para uma área muito mais distante do centro da galáxia do que a que se encontra hoje.

Depois da batida entre Via Láctea e Andrômeda, outra colisão está prevista – com a galáxia do Triângulo.

Existe ainda uma pequena chance de que Triângulo acerte a Via Láctea antes de Andrômeda. Quando tudo estiver terminado, as três serão uma galáxia só.
 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Telescópio vê além de camadas de poeira na galáxia Centaurus A



Galáxia Centaurus A, vista pelo telescópio Alma com grandes comprimentos de onda (Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO); ESO/Y. Beletsky)

 
Do G1 em SP - O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto internacional que conta com participação brasileira, publicou nesta quinta-feira (31) uma foto com qualidade inédita da galáxia Centaurus A, que enxerga além de suas camadas de poeira.

A poeira cósmica presente na região obscurece o centro da galáxia nas imagens que estavam disponíveis até então. Contudo, essa galáxia emite grande quantidade de radiação. Em seu centro, que é bastante luminoso, fica um buraco negro que tem 100 milhões de vezes a massa do Sol.

O Alma, que ainda está em construção no norte do Chile, conseguiu captar comprimentos de onda de cerca de 1,3 milímetros, bem maiores que os do espectro visível, para observar a região.

Os tons de verde, amarelo e laranja revelam a posição e o movimento das nuvens de gás na galáxia. As regiões mais verdes correspondem ao gás que vem em direção à Terra, enquanto as mais alaranjadas mostram o gás que se afasta.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Halo da Via Láctea tem 11,4 bilhões de anos, determinam astrônomos

Cientista calculou primeiro a idade de estrelas próximas ao halo.
'Margem de erro' é de 700 milhões de anos para mais ou para menos.

Do G1, em São Paulo

O halo interior da Via Láctea teria mais de 11 bilhões de anos, segundo cientistas do Centro de Astrofísica da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. O cálculo foi feito usando um novo método de precisão, criado na universidade, que atribui a idade de populações de estrelas vizinhas. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira (30) na revista científica “Nature”.

A nossa galáxia (Via Láctea), uma massa de milhões de estrelas, também tem vários componentes, como o disco e o halo.

No entanto, a dificuldade de calcular as idades das populações estelares, ao longo dos tempos, faz com que haja poucos dados sobre a sua formação.

Jason Kalirai, autor do estudo, desenvolveu a técnica para estimar a idade de estrelas anãs-brancas recém-formadas, usando o aglomerado globular de estrelas Messier 4, de mais de 12 bilhões de anos, como base.
Ele aplicou a técnica em uma amostra de quatro estrelas anãs brancas localizadas próximas ao halo da Via Láctea e chegou à conta de 11,4 bilhões de anos, com uma "margem de erro" de 700 milhões de anos para mais ou para menos. Na mesma observação, ele descobriu quase 2 mil estrelas anãs brancas próximas ao aglomerado.

 Halo interior é a parte mais próxima ao centro da Via Láctea (Foto: 2mass/J. Carpenter T.H. Jarrett & R. Hurt)

Il pianeta che sta evaporando

Rappresentazione artistica del transito di un pianeta simile a Mercurio che transita contro il disco della sua stella, chiamata KIC 12557548 (fonte: NASA/JPL-Caltech)
 
A circa 1.500 anni luce dalla Terra   c'é un piccolo pianeta che evapora. E' un mondo rovente, nel quale la
temperatura di superficie sfiora 2.000 e sta trasformando il suo materiale roccioso in una coda di gas e polveri, quasi fosse una cometa. La scoperta, pubblicata sull’Astrophysical Journal, si deve alla ricerca coordinata dal Massachusetts Institute of Techology (Mit).

Individuato grazie al satellite Kepler, il pianeta  avrebbe le dimensioni di Mercurio e impiegherebbe solo 15 ore  per completare un'orbita intorno alla sua stella.

   Secondo i calcoli e le simulazioni fatte dai ricercatori, il  piccolo pianeta extrasolare si degraderà completamente entro cento milioni di anni. La nuvola di gas e polveri che lo circonda   è infatti composta di polvere "costituita da particelle di dimensioni inferiori al micron"  osserva uno degli autori, il fisico Saul Rappaport, del Mit.

I ricercatori, spiegano gli esperti dell'Istituto Nazionale di   Astrofisica (Inaf), sono arrivati alla conclusione che il   pianeta stia evaporando analizzando i dati del cacciatore di   pianeti extrasolari Kepler della Nasa, che ha rilevato una   curiosa variazione di luce nella stella KIC 12557548.

   Il pianeta passando davanti la stella scherma la luce.    Questo, prosegue l'Inaf, permette di riconoscere il passaggio di   un pianeta davanti alla sua stella madre e registrando i   passaggi successivi, misurare il tempo della sua orbita. Gli    astronomi però hanno notato un'anomala variazione  dell'intensità della luce 'bloccata' a ogni passaggio del  pianeta. Per dare una spiegazione a questo fenomeno, i ricercatori hanno ipotizzato che tale variazione dipenda dalle modifiche che subisce il pianeta a causa dell'evaporazione che genera una coda di gas e polveri.

www.ansa.it

terça-feira, 29 de maio de 2012

'Aperitivo' con l'asteroide


L'asteroide KP 2012 fotografato dall’astrofilo Rolando Ligustri. L’asteroide, fotografato mentre si trovava a circa 350.000 chilometri dalla Terra, è la linea tratteggiata che dal centro si estende a destra dell’immagine (fonte: Rolando Ligustri) 
 
'Aperitivo' con l'asteroide. Un po' prima del tramonto passerà 'vicino' alla Terra l'asteroide KP 2012, ma ad una distanza di tutta sicurezza.

''Non ci sarà alcun pericolo di impatto'', osserva l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope. Al momento del suo massimo avvicinamento, l'oggetto "sarà a circa 55.000 chilometri dal nostro pianeta, una distanza pari a cinque volte il diametro della Terra", prosegue l'esperto, e si troverà all'interno dell'orbita della Luna, che dista 384.000 chilometri dal nostro pianeta.

L'asteroide, che ha un diametro compreso fra 25 e 30 metri, è stato scoperto dal telescopio americano del Monte Lemmon, in Arizona, e al momento del massimo approccio alla Terra si muoverà a una velocità di circa 13 chilometri al secondo.

Per quanto riguarda la possibilità di osservare il passaggio, "l'asteroide - ha proseguito Masi - è stato ben visibile dall'Italia con telescopi amatoriali nelle ore precedenti al passaggio, ma nel momento del massimo avvicinamento alla Terra bisognerà guardare verso il Sole e ciò renderà difficili le osservazioni. Nella fase di allontanamento - ha aggiunto - l'oggetto si avvierà verso l'emisfero australe e sarà meno luminoso".

www.ansa.,it

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Il primo 'scatto' del radiotelescopio Lofar


La prima immagine catturata dal radiotelescopio Lofar. Mostra l’ammasso di galassie Abell 2256 (fonte: INAF)


 Il radiotelescopio Lofar (fonte: INAF)
 
"Primo scatto" del radiotelescopio più grande del mondo: si chiama Lofar (LOw Frequency ARray) e la sua distesa di parabole ha un'estensione pari a quella di 20 campi da calcio. La sua prima immagine, in onde radio, è un'inedita 'istantanea' dell'ammasso di galassie chiamato Abell 2256, è in corso di pubblicazione sulla rivista Astronomy&Astrophysics e offre già interessanti spunti per lo studio di un universo mai visto finora.
 
Lofar è un'immensa ragnatela composta da circa 20.000 antenne concentrate in oltre 50 stazioni disseminate in diverse nazioni del Nord Europa e collegate fra loro da una rete informatica che trasmette dati ad altissima velocità sfruttando connessioni in fibra ottica. Nella sua attuale configurazione lo strumento ha le stesse prestazioni di singolo radiotelescopio grande quanto 20 campi di calcio. Lofar è stato concepito per captare segnali radio di bassa frequenza provenienti dall'Universo, aprendo di fatto una nuova finestra di esplorazione che promette scoperte di grande rilievo.

Distante circa 800 milioni di anni luce dalla Terra, l'ammasso Abell 2256 comprende centinaia di galassie. Gli strumenti hanno rilevato che l'intensità della sua emissione radio rilevata da Lofar è risultata molto maggiore di quella prevista sulla base di osservazioni già condotte in precedenza con altri strumenti.

Al progetto Lofar, nato dalla collaborazione tra centri di ricerca di Olanda, Germania, Francia, Inghilterra e Svezia, si stà avvicinando anche l'Italia: "da qualche anno stiamo cercando di reperire i fondi necessari, circa un milione di euro, per installare una stazione Lofar su territorio italiano", ha detto Luigina Feretti, direttore dell'Istituto di Radioastronomia dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).

"Questo - ha aggiunto - permetterebbe un coinvolgimento istituzionale della nostra comunità scientifica in una grande collaborazione internazionale, che si colloca sulla strada verso un'altra pietra miliare per la ricerca astrofisica dei prossimi decenni: il radiotelescopio Ska (Square Kilometre Array)".

www.ansa.it

Astronauta faz imagens de chuva de meteoros vista do espaço

Do G1, em São Paulo - A bordo da Estação Espacial Internacional, o astronauta Don Pettit fez uma série de fotografias da chuva de meteoros Lirídeos atingindo a Terra em 22 de abril. As imagens estão sendo usadas agora por um grupo de cientistas do Centro Espacial Marshall, no Alabama, para melhorar o entendimento do fenômeno. O estudo pode render ferramentas melhores no futuro para observar meteoros.

As 316 fotografias foram combinadas em um vídeo, que você pode ver em.(clique aqui)

Entenda mais sobre a chuva de meteoros Lirídeos no blog Observatório.


Imagem feitas da chuva de meteoros vista do espaço (Foto: NASA/JSC/D. Pettit)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Cápsula privada Dragon decola rumo à Estação Internacional



Washington, 22 mai (EFE).- Um foguete Falcon 9 decolou na madrugada desta terça-feira de Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), com a cápsula não tripulada Dragon, a primeira pertencente a uma empresa privada que abastecerá a Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês).

A missão começou às 4h44 de Brasília, quando a ISS orbitava cerca de 400 quilômetros sobre o Atlântico Norte, informou a Nasa.

Três minutos depois do lançamento, o segmento com os motores se separou e foram ligados os propulsores da segunda parte.

Com nove minutos de voo, a cápsula Dragon se separou do segundo segmento do foguete Falcon 9 e ficou em sua própria órbita, onde desdobrará suas telas de captação de energia solar, e a navegação dependerá de seus próprios foguetes de direção.

No terceiro dia da missão, a Dragon acenderá esses foguetes para passar 2,5 quilômetros abaixo da ISS, o que dará a oportunidade aos seis atuais ocupantes da estação orbital de observar a nave visitante.

No quarto dia, a cápsula voltará a acender seus motores de direção e começará a aproximar-se da ISS, à qual se acoplará.

Um dia depois, os residentes da ISS abrirão a escotilha da Dragon e começarão a desembarcar a carga, que inclui 460 quilos de alimentos.

A cápsula Dragon deverá passar 18 dias acoplada à ISS.

Lanciata la capsula Dragon


Il lancio della capsula Dragon (fonte: NASA TV)
 
E’ stata lanciata Dragon, la prima capsula spaziale costruita da un’azienda privata e destinata ad agganciarsi alla Stazione Spaziale Internazionale (Iss). 

Alle 03:44 (le 09:44 ora italiana), il lanciatore Falcon 9, che trasporta la capsula, si è sollevato dalla base di Cape Canaveral dando il via a quella che potrebbe essere l'era dello spazio ai privati. Dopo circa 10 minuti la capsula Dragon ha completato la separazione dal lanciatore Falcon 9, entrambi realizzati dall'azienda privata Space X che ha lavorato al fianco della Nasa. Nei prossimi giorni la capsula Dragon eseguirà alcuni test in orbita per poi agganciarsi alla Iss.

Dopo l'era dello shuttle, con l'aggancio della Dragon alla stazione orbitale si aprirà un'epoca completamente nuova, che per la prima volta vede l'ingresso di aziende private a fianco della Nasa nella costruzione dei veicoli spaziali e nella gestione dei voli orbitali. L'obiettivo è dimostrare che razzo e navetta prodotti dalla Space X sono in grado di portare rifornimenti alla Iss. Il prossimo passo sarà un volo con un equipaggio umano. 

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L'eclissi di Sole vista dallo spazio


L'eclisse anulare di Sole del 20 maggio 2012 osservata dalla sonda europea Proba (fonte: ESA)

Per gli europei che non hanno potuto ammirare lo spettacolo dell'eclisse solare del 20 maggio, arriva un filmato realizzato con le immagini della sonda Proba-2 della Agenzia Spaziale Europea (Esa). Il video mostra più volte il passaggio della Luna davanti al Sole ripreso da varie angolazioni durante i vari passaggi del microsatellite attraverso l'ombra del satellite.

In orbita a 700 chilometri di altezza, Proba-2 ha potuto riprendere ben quattro volte il passaggio della Luna davanti al Sole, il primo domenica 20 maggio alle 22:09 (ora italiana), l'ultimo alle 04:04 di lunedì 21 maggio. L'eclisse anulare, nella quale la Luna non copre completamente il disco solare, ma lascia 'scoperto' un anello di Sole, non è stato visibile in Europa. ma solo in una parte di Asia e Nord America, dove milioni di persone hanno potuto assistere alla congiunzione astronomica.

Proba-2, il secondo satellite del progetto europeo Proba (Project for On Board Autonomy) per testare nuove tecnologie innovative per lo spazio a costi e dimensioni ridotte, è riuscita riprendere lo spettacolo dell'eclisse grazie agli 'occhi' Swap e Lyra, in grado di analizzare la luce ultravioletta.

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