terça-feira, 25 de setembro de 2012

Curiosity analizza la prima roccia marziana

E' grande come un pallone da calcio


    La roccia Jake Matijevic, la prima esaminata da Curiosity (fonte: NASA/JPL-Caltech/MSSS) 
La roccia Jake Matijevic, la prima esaminata da Curiosity (fonte: NASA/JPL-Caltech/MSSS)
 
Curiosity ha esaminato la sua prima roccia, grande come un pallone da calcio, prima di proseguire il cammino verso l'obiettivo finale. Il braccio robotico del robot-laboratorio della Nasa ha toccato la roccia e azionato lo strumento in grado di analizzarne la composizione.

La sonda della Nasa è atterrata su Marte da sette settimane per iniziare una missione che durerà due anni. A bordo di Curiosity sono installati 10 sofisticati strumenti, utili per valutare se la zona scelta per lo studio, all'interno del cratere Gale, ha mai ospitato le condizioni ambientali favorevoli per la vita microbica.

Entrambi posizionati sul braccio della sonda, lungo oltre due metri, due strumenti hanno iniziato a studiare la roccia, chiamata ''Jake Matijevic''. A fare i primi esami lo spettrometro Alpha Particle X-Ray Spectrometer (APXS) e l'altrettanto preciso elaboratore di immagini Hand Lens Imager Mars (Mahli). Mentre il ChemCam, strumento che spara impulsi laser dal rover, ha raccolto dati per valuta gli elementi chimici della roccia. Proprio con questa operazione Curiosity ha terminato i lavori su 'Jake' per lanciarsi nel suo piu' lungo viaggio effettuato finora sul suolo marziano, percorrendo 42 metri in direzione del cratere.


www.ansa.it

Telescópio espacial registra imagem mais distante já feita do Universo

Foto é combinação de imagens feitas ao longo de dez anos.
Material obtido pelo Hubble mostra primórdios do Universo.

Do G1, em São Paulo


A Nasa publicou nesta terça-feira (25) uma foto que é a mais nova candidata ao título de imagem mais distante do Universo já obtida. Nela, aparecem galáxias que estão a até 13,2 bilhões de anos-luz da Terra.
A imagem é o resultado de dez anos de fotos feitas pelo Telescópio Espacial Hubble, que fica na órbita da Terra, fora da influência da atmosfera sobre as imagens. Antes de seu lançamento, em 1990, a maior distância que os astrônomos poderiam ver seria na ordem de 7 bilhões de anos-luz.

A foto recebeu o nome de “Extreme Deep Field” (“Campo extremamente profundo”, em tradução livre), abreviado pela sigla XDF.

Imagens como essa são importantes para o estudo dos primórdios do Universo. Segundo a teoria do Big Bang, a mais aceita pelos físicos, a origem do Universo ocorreu há aproximadamente 13,7 bilhões de anos.
Sendo assim, quando vemos uma galáxia que está a 13,2 bilhões de anos-luz da Terra, a enxergamos da maneira como ela era quando tinha “apenas” 500 milhões de anos.

Na semana passada, um estudo publicado pela revista “Nature” tinha identificado uma galáxia que poderia ser a mais distante já vista, também a cerca de 13,2 bilhões de anos-luz da Terra. A pesquisa tinha se baseado em imagens do próprio Hubble e do Spitzer, outro telescópio espacial.

Foto XDF, obtida pelo Hubble, mostra galáxias a mais de 13 bilhões de anos-luz da Terra (Foto: Nasa; ESA; G. Illingworth, D. Magee, and P. Oesch, University of California, Santa Cruz; R. Bouwens, Leiden University; HUDF09 Team) 
Foto XDF, obtida pelo Hubble, mostra galáxias a mais de 13 bilhões de anos-luz da Terra (Foto: Nasa; ESA; G. Illingworth, D. Magee, and P. Oesch, University of California, Santa Cruz; R. Bouwens, Leiden University; HUDF09 Team)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Vestígios encontrados em superfície de asteroide podem ser sinais de água

Sonda da Nasa encontrou hidrogênio em Vesta.
Estudos publicados pela revista 'Science' defendem a possibilidade
.

Do G1, em São Paulo

Cientistas encontraram possíveis sinais de água na superfície do asteroide gigante Vesta, o segundo maior corpo celeste do cinturão de asteroides localizado entre Marte e Júpiter.

A descoberta foi feita com base em observações da sonda Dawn, da Nasa, que deixou a órbita do asteroide no dia 5 de setembro. A análise dos dados obtidos até agora resultou em dois artigos publicados nesta quinta-feira (20) pela revista “Science”.

Buraco na superfície de Vesta evidencia evaporação de substância que pode ser água (Foto: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA/JHUAPL) 
Buraco na superfície de Vesta evidencia evaporação de substância que pode ser água
(Foto: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA/JHUAPL)
 
A sonda não encontrou diretamente água nem gelo na superfície de Vesta. O que há por lá são minerais ricos em hidrogênio – elemento presente na fórmula da água – levados até o asteroide por meteoritos que o atingiram ao longo de sua história.

Um dos estudos, liderado por Thomas Prettyman, do Instituto de Ciências Planetárias, em Tucson, no estado americano do Arizona, mostra como a leitura da sonda evidencia a presença de hidrogênio no local.
A outra pesquisa, da equipe de Brett Denevi, da Universidade Johns Hopkins, em Laurel, no estado de Maryland, identificou buracos formados pela evaporação de substâncias na superfície.

Embora não tenham certeza absoluta, os cientistas acreditam que uma das substâncias evaporadas nessa superfície possa ser a água. Pelas condições do local, não seria possível haver gelo permanente, e qualquer porção de água que houvesse lá evaporaria em algum momento.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Robô Curiosity encontra pedra em forma de pirâmide em Marte

Composição química da rocha deve ser analisada nesta sexta-feira (21).
Objeto foi batizado de Jake Matijevic, em tributo a engenheiro da Nasa.

Do G1, em São Paulo

O robô Curiosity, que está em Marte desde o dia 6 de agosto, detectou na quarta-feira (19) uma pedra cujo formato lembra uma pirâmide egípcia. A composição química do objeto deve ser analisada nesta sexta-feira (21).

E a rocha já ganhou até nome: Jake Matijevic, em homenagem ao engenheiro da Nasa Jacob Matijevic, que morreu há um mês, aos 64 anos, e era um dos responsáveis pela missão ao planeta vermelho – além das anteriores Opportunity, Spirit e Sojourner.

A pedra tem 25 cm de altura e 40 cm de largura. A foto abaixo foi feita pela câmera Navcam, no braço do jipe, a 2,5 metros de distância do objeto.

Pirâmide Nasa Curiosity Marte (Foto: Nasa/JPL-Caltech) 
Pedra em forma de pirâmide foi encontrada pelo robô Curiosity em Marte na quarta
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech)
 
Segundo os cientistas da Nasa, esse será o primeiro alvo de um kit de dez instrumentos do Curiosity, que inclui uma colher para recolher amostras da superfície de Marte, um aparelho de raio X chamado espectômetro e uma lente para fazer imagens aproximadas.

A "pirâmide" fica no meio do caminho entre o local de pouso do veículo, chamado Bradbury Landing, e um lugar denominado Glenelg – ambos na região da Cratera Gale, ao sul do equador marciano.

Na atual área, há pelo menos três tipos de terrenos que se misturam, o que pode ser resultar em achados interessantes. A meta é descobrir se o local oferece ou já ofereceu condições ambientais favoráveis à vida microbiana.

Por dia, o robô tem percorrido uma média de 22 a 37 metros de distância. A missão dele em Marte é de pelo menos dois anos, mas, assim como seus antecessores, o Curiosity não deve voltar à Terra.

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Concurso elege 'astros' da fotografia espacial

Prestigiada competição do Observatório Real britânico premiou fotógrafos de astronomia de vários países.

Da BBC
A imagem de uma galáxia em forma de espiral, extremamente detalhada, foi a grande vencedora da competição Fotógrafo de Astronomia do Ano, promovida pelo Observatório Real britânico de Greenwich, em Londres.


Essa foi a segunda vez que o autor da foto, Martin Pugh, foi selecionado pelos jurados do concurso, que incluem o célebre astrônomo britânico Patrick Moore.

Além de um cheque de 1,5 mil libras esterlinas (quase R$ 5 mil), ele garantiu posição de destaque na mostra dos vencedores do concurso do Observatório Real, aberta nesta quinta-feira.

Em 2012, ano em que a transição de Vênus entre a Terra e o Sol foi o grande destaque da astronomia mundial, duas fotos foram selecionadas sobre o tema.

O fotógrafo Martin Pugh, que mora na Austrália, ganhou pela segunda vez o prêmio principal da competição de fotografia astronômica do Observatório Real britânico. A obra, que mostra a Galáxia do Rodamoinho (M51) em detalhes, será exposta no Observatório Real, em Greenwich, Londres, a partir de 20 de setembro.  (Foto: Martin Pugh) 
 
O fotógrafo Martin Pugh, que mora na Austrália, ganhou pela segunda vez o prêmio principal da competição de fotografia astronômica do Observatório Real britânico. A obra, que mostra a Galáxia do Rodamoinho (M51) em detalhes, será exposta no Observatório Real, em Greenwich, Londres, a partir de 20 de setembro. (Foto: Martin Pugh)
 
 
Nesta imagem de Rogelio Bernal Andreo, dos Estados Unidos, pode-se ver os escombros da supernova Simeis 147 se espalhando pelo espaço, 40 mil anos depois de sua explosão. A foto ficou com o segundo lugar na categoria 'Espaço Profundo' (Foto: Rogelio Bernal Andreo) 
Nesta imagem de Rogelio Bernal Andreo, dos Estados Unidos, pode-se ver os escombros da supernova Simeis 147 se espalhando pelo espaço, 40 mil anos depois de sua explosão. A foto ficou com o segundo lugar na categoria 'Espaço Profundo' (Foto: Rogelio Bernal Andreo)
 
 
O norueguês Arild Heitmann ficou com a segunda colocação na categoria "Terra e Espaço" por sua imagem Mundo Verde. A aurora boreal, aqui fotografada em Nordland Fylke, na Noruega, é provocada por mudanças no campo magnético terrestre. (Foto: Arild Heitmann) 
O norueguês Arild Heitmann ficou com a segunda colocação na categoria "Terra e Espaço" por sua imagem Mundo Verde. A aurora boreal, aqui fotografada em Nordland Fylke, na Noruega, é provocada por mudanças no campo magnético terrestre. (Foto: Arild Heitmann)
 
 
Na categoria "fotografia jovem", o adolescente Laurent V. Joli-Coeur, de 15 anos, montou este belo mosaico da superfície lunar a partir de diversas imagens de alta resolução tiradas durante o dia. O tom azulado é o reflexo da luz azul da atmosfera terrestre. (Foto: Laurent V. Joli-Coeur) 
Na categoria "fotografia jovem", o adolescente Laurent V. Joli-Coeur, de 15 anos, montou este belo mosaico da superfície lunar a partir de diversas imagens de alta resolução tiradas durante o dia. O tom azulado é o reflexo da luz azul da atmosfera terrestre. (Foto: Laurent V. Joli-Coeur)
 
Em uma delas, do fotógrafo Paul Haese, é possível ter-se uma noção da enorme dimensão do Sol em relação a Vênus - que é praticamente do tamanho da Terra.

Outro destaque da mostra deste ano do Observatório Real é a impressionante foto de um menino de 13 anos, o americano Thomas Sullivan, que compôs uma imagem da Via Láctea usando como pano de fundo um cenário desértico da Califórnia.

A Aurora Boreal do Hemisfério Norte foi também um dos temas escolhidos e aparece em diferentes imagens premiadas.

A competição Fotógrafo de Astronomia do Ano já está no seu quarto ano e é promovida pelo Observatório Real em cooperação com a revista Sky at Night.

A mostra do Observatório Real de Greenwich é gratuita fica aberta até o dia 5 de fevereiro de 2013, na sede da organização, em Greenwich, bairro da região sudeste de Londres.

Cientistas descobrem galáxia que pode ser a mais distante já vista

MACS 1149-JD fica a mais de 13 bilhões de anos-luz da Terra.
Imagem que chega à Terra mostra primórdios do Universo, segundo teoria.

Do G1, em São Paulo

Imagem mostra galáxia MACS 1149-JD; à direita, a Nasa destaca detalhes da foto (Foto: NASA/ESA/STScI/JHU) 
Imagem mostra galáxia MACS 1149-JD; à direita, a Nasa destaca detalhes da foto 
(Foto: NASA/ESA/STScI/JHU)
 
Telescópios espaciais da Nasa identificaram uma galáxia que pode ser a mais distante já encontrada pelo ser humano. Ela está a mais de 13 bilhões de anos-luz da Terra, o que significa que é também uma das galáxias mais antigas já vistas, pois o que conseguimos ver dela já aconteceu há mais de 13 bilhões de anos.

Pela teoria do Big Bang, a mais aceita pelos astrônomos, o Universo tem cerca de 13,7 bilhões de anos. A galáxia identificada, que ganhou o nome de MACS 1149-JD, tinha “apenas” 200 milhões de anos nessa imagem, segundo os autores da pesquisa que a descobriu, publicada nesta quarta-feira (19) pela revista científica “Nature”.

A observação de pontos como esse é importante para entender como aconteceu a chamada “reionização”, um processo químico ocorrido nos primórdios do Universo, segundo a teoria.

O estudo foi liderado por Wei Zhang, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, nos EUA, e se baseou em observações dos telescópios Hubble e Spitzer.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Espelhos de supertelescópio são 'embalados' em latas para transporte



Partes do instrumento começam a chegar a unidade da Nasa nos EUA.
James Webb deve ser lançado ao espaço até 2018 e substituir Hubble.

Do G1, em São Paulo

O supertelescópio espacial James Webb, que deve lançado pela Nasa até 2018 para substituir o Hubble, começa a chegar à unidade da agência em Maryland, nos EUA. O instrumento teve 18 de seus 21 espelhos "embalados" em latas de metal para ser transportado do estado americano do Colorado até o Centro de Voo Espaciais Goddard, na cidade de Greenbelt.

A transferência está sendo feita por partes, pela empresa Ball Aerospace & Technologies Corp., responsável pela fabricação. Esta semana, duas delas já aterrissaram na Nasa.

O instrumento deve ser o mais poderoso já construído, com quatro tipos de espelhos e o principal deles nove vezes maior que o do Hubble. Mais de 75% do hardware, porém, ainda está em fase de produção ou testes.
Telescópio James Webb Nasa (Foto: Ball Aerospace/Nasa/Divulgação) 
Telescópio James Webb terá 21 espelhos; acima estão 18, que vão atuar juntos
 (Foto: Ball Aerospace/Nasa)
 

O principal espelho do James Webb, com 6,5 metros de altura e uma área de 25 metros quadrados, deve unir esses 18 espelhos menores, que vão trabalhar juntos para transmitir imagens de planetas e galáxias distantes em luz infravermelha. Isso significa que o instrumento será capaz de detectar objetos mais fracos, do início do Universo.

Na imagem abaixo, uma empilhadeira move a lata que contém um dos espelhos do telescópio.

Espelho James Webb (Foto: Chris Gunn/Nasa) 
Espelho do supertelescópio é transportado com extremo cuidado por empilhadeira
 (Foto: Chris Gunn/Nasa)
 
Os espelhos do James Webb são feitos de berílio, um elemento químico metálico usado para endurecer ligas que reúne qualidades como rigidez, baixo peso e estabilidade a temperaturas extremamente baixas. Como esse material não reflete muito em luz infravermelha, cada pedaço tem cerca de 3,5 gramas de ouro – que é altamente reflexivo.

O projeto, feito em conjunto com a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Agência Espacial Canadense (CSA), prevê toda uma nova geração de telescópios. O Hubble, seu antecessor, está em atividade desde 1990 e, desde então, tem feito importantes descobertas.

O nome James Webb foi dado em homenagem a um ex-administrador da Nasa, que garantiu infra-estrutura para as missões Apollo à Lua. Já Hubble vem do astrônomo americano Edwin Powell Hubble, que viveu entre o fim do século 19 e a metade do 20.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia - Ed. 687

 

SUPERNOVAS - BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA -
http://www.boletimsupernovas.com.br/

Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012 - Edicao No. 687

Indice:

_ COMPRA DO PRIMEIRO SATELITE GEOESTACIONARIO BRASILEIRO COMECA ATE'
OUTUBRO
_ ARGENTINA SEDIARA' SEMINARIO SOBRE DIREITO ESPACIAL
_ EFEMERIDES

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ASTRONOMIA NO BRASIL
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COMPRA DO PRIMEIRO SATELITE GEOESTACIONARIO BRASILEIRO COMECA ATE'
OUTUBRO
14/09/2012
. O processo de compra do primeiro satelite geoestacionario
brasileiro deve comecar ate' outubro deste ano, informou ontem (13) o
secretario de Telecomunicacoes do Ministerio das Comunicacoes,
Maximiliano Martinhao. A meta e' que o equipamento entre em orbita ate'
dezembro de 2014, prazo estabelecido em acordos internacionais. Tambem
presidente do Comite' Diretor do projeto, Martinhao reconheceu que
colocar o satelite em orbita em dois anos "nao sera' facil". Entre os
desafios, ele cita a contracao dos fabricantes. De acordo com o
secretario, isso sera' feito "por um processo que leve em conta as
especificidades tecnicas determinadas em um termo de referencia",
excluindo a licitacao. "A partir do termo, para atender a demandas do
setor de telecomunicacao, do Plano Nacional de Banda Larga, e de defesa
nacional, sera' contratada a empresa para a construcao do satelite",
declarou, durante o Congresso Latino-Americano de Satelite, realizado no
Rio de Janeiro. O custo estimado incluindo o lancamento e' R$ 720
milhoes. Responsavel pelas escolhas tecnicas, o representante da
Telebras, Sebastiao Neto, adiantou que o equipamento pesara' ate' 6
toneladas e tera' capacidade entre 50 e 60 gigabytes por segundo (GB/s),
acima da demanda atual de 35 GB/s. Com isso, segundo ele, atendera' 'as
necessidades do pais nos proximos dez anos. De acordo com o presidente
do comite', o satelite geoestacionario e' fundamental para atender a
cerca de 1,2 mil municipios que ainda nao tem banda larga por questoes
geograficas, alem de suportar a troca de dados da administracao publica.
Atualmente, para suprir a demanda publica, o pais contrata a tecnologia
de satelite privados. "E' mais vantajoso economicamente e do ponto de
vista do desenvolvimento de tecnologia nacional construir um satelite a
continuar a contratar a capacidade de servicos", avaliou Martinhao.
Segundo ele, com o equipamento, e' esperado o barateamento de servicos
de internet, a atracao de tecnologia e a cobertura de defesa em areas de
fronteira e no oceano. A compra e a fabricacao do satelite
geoestacionario, sob a supervisao do Ministerio das Comunicacoes, sera'
feita por uma sociedade entre a Telebras e a Embraer. ( Fonte: Agencia
Brasil )
Ed: CE

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ASTRONOMIA NO MUNDO
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ARGENTINA SEDIARA' SEMINARIO SOBRE DIREITO ESPACIAL
06/09/2012
. A America Latina recebe pela segunda vez o Workshop das
Nacoes Unidas sobre Direito Espacial. Este ano, o evento tem como tema
central "A Contribuicao do Direito Espacial para o Desenvolvimento
Economico e Social". O seminario acontece em Buenos Aires, Argentina, de
5 a 8 de novembro. As inscricoes se encerram no proximo dia 14. Este e'
o 8º workshop das Nacoes Unidas sobre Direito Espacial e busca dar uma
visao geral do regime juridico internacional que regulamenta a
exploracao e o uso pacifico do espaco exterior, e analisar e comparar
varios aspectos da legislacao espacial de cada pais. O evento pretende,
tambem, discutir os programas universitarios sobre Direito Espacial,
principalmente nos cursos de Direito e de Relacoes Internacionais. O
evento e' organizado pelo Escritorio das Nacoes Unidas para Assuntos do
Espaco Exterior, em conjunto com o governo da Argentina, por meio da
Comissao Nacional de Atividades Espaciais (CONAE) e a Agencia Espacial
Europeia. O chefe da Assessoria de Cooperacao Internacional da Agencia
Espacial Brasileira (AEB), Jose' Monserrat Filho, convidado pela CONAE,
faz parte da comissao organizadora do workshop. Em 2004, o Brasil
recebeu o workshop, sediado no Rio de Janeiro e organizado pelo Nucleo
de Estudos de Direito Espacial da Associacao de Direito Aeronautico e
Espacial (SBDA). O prazo para submeter candidatura de participacao
termina dia 14 de setembro. Informacoes sobre o seminario e sobre como
participar estao disponiveis no site: www.unoosa.org. ( Fonte: AEB )
Ed: CE

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EFEMERIDES PARA A SEMANA
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13/09/2012 a 22/09/2012

Efemerides dia-a-dia
Ed: RG

13/9 Lua em Libracao maxima (00:18:26)
16/9 Lua Nova (00:10:43)
19/9 Lua em Perigeu (02:27:55)
19/9 Ocultacao de Marte mag 1.2 (18:22:06)
19/9 Imersao de Marte mag1.2 na borda escura da Lua. Emersao na borda
iluminada (19:32:01)
22/9 Equinocio (12:49:13)
22/9 Lua Quarto Crescente (17:40:52)

Horarios em GMT -03:00 (Hora Local de Brasilia)
Coordenadas de referencia: Sao Paulo / SP: -47.0833E, -22.9W

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Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia, e' uma publicacao semanal
em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em diferentes
Editorias e elaborado pela comunidade astronomica profissional e amadora
brasileira com o objetivo de ampliar a divulgacao de informacoes sobre a
Astronomia no Brasil e no mundo. Semanalmente, ele e' enviado a
aproximadamente 10000 interessados.
Informacoes gerais sobre Astronomia e Ciencias afins podem ser
encontradas no site do Boletim na Internet, no endereco:
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Para receber semanalmente o Boletim, envie um e-mail para
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assina-lo envie um e-mail para
<boletimsupernovas-unsubscribe@yahoogroups.com>. Nao e' necessaria
nenhuma informacao no corpo desses e-mails.
Devido a limitacoes de diversos provedores de e-mails, a acentuacao
grafica das edicoes sao omitidas.
Informacoes, sugestoes e criticas podem ser encaminhadas aos
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CORRIGINDO NOTÍCIA DO ALINHAMENTO PLANETÁRIO COM AS 3 PIRÂMIDES DE GIZÉ EM 03/12/2012!

CORRIGINDO NOTÍCIA DO ALINHAMENTO PLANETÁRIO COM AS 3 PIRÂMIDES DE GIZÉ EM 03/12/2012!

por Marcos Trindade Moreira, Sábado, 15 de Setembro de 2012 às 21:42 ·
Meus caríssimos amigos! 

Tem gente por aí que gosta de "aparecer na Internet", de se mostrar como "entendida" e fazer um "relativo" sucesso às custas da ingenuidade das pessoas leigas em fundamentos de Astronomia. 
Dias atrás, vi a fotomontagem abaixo no Facebook, fiquei curioso para saber se tal fato irá mesmo ocorrer no dia 03/12/2012 e resolvi pesquisar o assunto.


Figura 1 - Imagem das três pirâmides e do alinhamento planetário, veiculada no Facebook.

Primeiramente usei o programa GOOGLE EARTH para achar as coordenadas geográficas aproximadas das três pirâmides do planalto de Gizé, cidade do Cairo no Egito, obter a orientação geográfica e o alinhamento dessas pirâmides. Assim obtive a imagem abaixo:


Figura 2 - Imagem das três pirâmides, vistas de topo, utilizando o programa Google Earth.

A seguir, usei meu programa STELLARIUM, um planetário virtual excelente que, configurado adequadamente com as coordenadas geográficas do local em questão (pirâmides de Gizé) e a data prevista (03/12/2012), me forneceu a imagem do céu que vamos observar nesse dia e local. Assim, obtive as imagens a seguir.


Figura 3 - Imagem virtual do alinhamento dos planetas Mercúrio, Venus e Saturno no dia 03/12/2012 (no alto da imagem), como se estivéssemos observando o céu na base da grande pirâmide central (a).


Figura 4 - Imagem virtual do alinhamento dos planetas Mercúrio, Venus e Saturno no dia 03/12/2012 (no alto da imagem), como se estivéssemos observando o céu na base da grande pirâmide central (b).

Consultando a história da construção das pirâmides pelos egípcios na HISTÓRIA DA ASTRONOMIA, sabe-se que estas foram construídas com suas quatro faces voltadas para os quatro pontos cardeais norte, sul, leste e oeste nas épocas das suas construções e com uma precisão impressionante. Observando-se atentamente a Figura 2 acima, percebemos claramente essa orientação das faces das três pirâmides principais correspondente aos quatro pontos cardeais e que as três pequenas pirâmides secundárias (pirâmides das rainhas), já bem desgastadas pelo tempo, se encontram ao SUL  das três grandes pirâmides de Gizé. 

Também sabemos que no dia 03/12/2012 será quase final do OUTONO e quase início do INVERNO para o Egito, o qual está no HEMISFÉRIO NORTE, onde se encontram as três grandes pirâmides. Um observador, localizado na base da grande pirâmide central, ao longo do dia, poderá observar o Sol descrever uma TRAJETÓRIA CURVA APARENTE no céu, ORIENTADA PARA O LADO DO PONTO CARDEAL SUL, como podemos observar nas Figuras 3 e 4. 

Na Figura 3 também podemos observar que os três planetas Mercúrio, Venus e Saturno estão "quase" alinhados, da esquerda para a direita, e posicionados no céu como aparecem na Figura 1, a qual foi apresentada na Internet. Entretanto, esse alinhamento planetário do dia 03/12/2012 ocorrerá DURANTE O DIA e muito próximo do Sol, como pode ser observado nas Figuras 3 e 4. Portanto, devido à excessiva claridade do céu, OS TRÊS PLANETAS NÃO SERÃO VISÍVEIS A OLHO NU. Assim, a imagem da fotomontagem da Figura 1 NÃO ESTÁ DE ACORDO COM OS FATOS! 

OUTRAS CONTRADIÇÕES NA FOTOMONTAGEM DA FIGURA 1:

Para observar o alinhamento dos três planetas com os vértices das três grandes pirâmides e posicionados no céu como mostra a Figura 1, o observador terá que se localizar num ponto da superfície terrestre adequadamente afastado das grandes pirâmides e próximo da direção do ponto subcolateral NORTE-NOROESTE (NNO). Neste caso, o observador estará vendo as três grandes pirâmides na direção SUL-SUDESTE (SSE) e os três planetas acima de seus vértices DESDE QUE O CÉU ESTEJA ESCURO! MAS ISSO NÃO VAI ACONTECER PORQUE O ALINHAMENTO OCORRERÁ DURANTE O DIA E OS TRÊS PLANETAS NÃO SERÃO VISÍVEIS A OLHO NU

Por outro lado, AS TRÊS PEQUENAS PIRÂMIDES DAS RAINHAS NÃO SERÃO VISÍVEIS AO OBSERVADOR, POIS ESTARÃO LOCALIZADAS ATRÁS DAS GRANDES PIRÂMIDES, na direção SUL-SUDOESTE (SSO). Neste caso, a fotomontagem da Figura 1 também NÃO ESTÁ DE ACORDO COM OS FATOS, POIS MOSTRA AS PEQUENAS PIRÂMIDES DAS RAINHAS À FRENTE DAS GRANDES PIRÂMIDES como se estivessem sendo observadas da direção SUL-SUDOESTE (SSO)! Assim observando, OS TRÊS PLANETAS ESTARIAM ALTOS NO CÉU, ATRÁS DO OBSERVADOR, NÃO SERIAM VISÍVEIS SOBRE OS VÉRTICES DAS GRANDES PIRÂMIDES E NÃO PODERIAM APARECER NA IMAGEM DIVULGADA!     

MARCOS TRINDADE MOREIRA
Pós-graduado em Química pela UEL- Londrina - PR.
Professor efetivo da Rede Estadual de Ensino do Paraná.
Astrônomo Amador e Químico Industrial.
Cianorte - PR - Brasil.
15/09/2012.


Nota do Astronomicando: clique nas imagens para ampliar

Pronti a partire altri due satelliti della costellazione Galileo

Rappresentazione grafica dei quattro satelliti per la Validazione in orbita della costellazione Galileo (fonte: ESA - P. Carril) 
Rappresentazione grafica dei quattro satelliti per la Validazione in orbita della costellazione Galileo (fonte: ESA - P. Carril)
 
Procedono spediti i preparativi per il lancio dei due nuovi satelliti della costellazione Galileo, il sistema europeo di navigazione satellitare. I due satelliti si affiancheranno a una coppia gia' in orbita per completare la mini-costellazione destinata a validare il sistema di navigazione satellitare europeo e il lancio e' previsto per il 10 ottobre dalla base europea di Kourou, nella Guyana Francese.
  
   Entrambi i satelliti saranno lanciati con una Soyuz ST-B e una volta in orbita cominceranno a funzionare insieme ai primi due satelliti della costellazione, lanciati nell'ottobre 2011. Il quartetto sara' operativo a 23.222 chilometri di altezza e servira' a validare il sistema di navigazione satellitare europeo.

   L'evento rappresenta un passo importantissimo per la realizzazione del sistema di navigazione in quanto permettera', con quattro satelliti in orbita, di testare le funzionalita'. Alla fase di validazione in orbita, seguira' quella di pieno sviluppo, che comprendera' la costruzione e il lancio di 26 satelliti e il completamento del segmento di terra, un'estesa rete di stazioni e centri di servizio locali e regionali.

   I primi quattro satelliti Galileo sono stati realizzati da un consorzio di aziende guidato dalla tedesca Eads Astrium e assemblati e testati negli stabilimenti di Roma della Thales Alenia Space.
 
 
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In orbita il nuovo ‘occhio’ europeo sul clima

Il satellite MetopB pronto al lancio sulla Soyuz (fonte: Eumetsat/ESA) 
 Il satellite MetopB pronto al lancio sulla Soyuz (fonte: Eumetsat/ESA)
 
E’ stato lanciato Metop-B, il nuovo occhio europeo su clima e meteorologia clima. Metop-B e' stato lanciato alle 18,39, ora italiana,  dalla base di lancio russa a Baikonur, nel Kazakhstan, e avra' l'obiettivo di contribuire alle previsioni meteorologiche e monitorare i cambiamenti climatici dallo spazio per almeno cinque anni.

   Trasportato da una Soyuz, Metop-B raggiungera' la sua orbita definitiva a circa 800 chilometri di altezza. Lavorerà da un’orbita polare, da dove dara' fondamentali contributi alla meteorologia e allo studio del clima. Le operazioni di messa in orbita del satellite sono guidate dall'Agenzia Spaziale Europea (Esa) che, una volta verificato nei prossimi mesi il corretto funzionamento della strumentazione, affidera' Metop-B al controllo di Eumetsat, l'Organizzazione europea per l'utilizzo dei dati meteo da satellite.

   Metop-B e' il secondo di una serie di tre identici satelliti meteorologici in orbita polare che provvederanno,  in maniera complementare con i satelliti MeteoSat posti a 36.000 chilometri di distanza, a monitorare costantemente il clima. Metop-B fornira' informazioni dettagliate su temperatura e tasso di umidita' della superficie terrestre e oceanica oltre ai dati su venti, correnti marine e livelli di ozono.

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Divulgadas imagens de galáxias feitas com câmera de 570 megapixel

Equipamento ultrassensível está instalado em topo de montanha no Chile.
Sua missão é medir o histórico de expansão do universo.

Do G1, em São Paulo

Galáxia Fermilab (Foto: Fermilab/Divulgação) 
Na imagem de cima, uma galáxia situada a cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra. Abaixo à esquerda, o mosaico de 62 sensores CCD que dão à câmera a capacidade de fotografar com 570 megapixel de resolução. Abaixo, à direita, imagem de um grupo de estrelas a cerca de 17 mil anos-luz, tal qual foi fotografada pelo conjunto de 62 CCDs. (Foto: Fermilab/Divulgação)

Foram divulgadas nesta segunda-feira (17) as primeiras imagens feitas pela Dark Energy Camera, uma supercâmera de 570 megapixel montada num observatório no topo de uma montanha no Chile.

O equipamento consiste em 62 dispositivos CCD ultrassensíveis, que, de uma só vez, podem enxergar cem mil galáxias a até 8 bilhões de anos-luz.

O objetivo do projeto, liderado pelo Fermilab, um laboratório de física de partículas do Departamento de Energia dos EUA, é medir a expansão do universo por meio dessas imagens, para entender melhor por que ele está se expandindo. Trata-se da mais poderosa máquina já construída com esse objetivo e, de acordo com o Fermilab, é a câmera digital mais potente existente no mundo. As imagens foram capturadas na última quarta-feira (12).

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