sábado, 2 de fevereiro de 2013

Le sorprese del cielo di febbraio

Dalla Luna a barchetta all'incontro ravvicinato con l'asteroide DA14


Luna a barchetta (fonte: Paolo Volpini, Associazione Astrfili di Piombino, www.astropiombino.org)  
Luna a barchetta 
(fonte: Paolo Volpini, Associazione Astrfili di Piombino, www.astropiombino.org)
 
Il cielo di febbraio si annuncia generoso, con due appuntamenti da non perdere, che hanno come protagonisti una Luna ''sorridente'' ed il passaggio ravvicinato dell'asteroide 2012 DA14.

Il primo appuntamento, segnala l'Unione Astrofili Italiani (Uai), è per lunedì 11, è con la Luna ''a barchetta'': il falcetto della Luna sarà rovesciato in modo da disegnare nel cielo una sorta di sorriso. A fare compagnia alla Luna ci saranno Marte e Mercurio: un incontro a tre non facilissimo da osservare, data la limitata altezza sull'orizzonte degli astri che ne sono protagonisti, ma quello dell'11 febbraio si annuncia come un tramonto decisamente spettacolare.

Il secondo appuntamento, probabilmente di quelli che capitano una volta nella vita, è con il passaggio ravvicinato dell'asteroide 2012 DA14, che il 15 febbraio raggiungerà il massimo avvicinamento alla Terra, passando a 35.000 chilometri dal nostro pianeta: una distanza ridotta, ma comunque sicura, che permetterà agli astronomi e agli appassionati del cielo di raccogliere dati utili e immagini suggestive.

Pochi giorni prima di questi eventi ci sarà una delle ultime occasioni per salutare Venere, prima che il pianeta entri del suo periodo di inosservabilità. La mattina del 9 febbraio, poco prima che si alzi il Sole, Venere sorgerà preceduta da una sottilissima falce di Luna, ad appena un giorno dalla Luna nuova.

Un'altra serata da non perdere è quella del 17 febbraio, con la Luna al primo quarto che si avvicina alle Pleiadi, seguite da Giove, dalle Iadi e dalla luminosa stella Aldebaran.

Tra le grandi costellazioni invernali, la protagonista del cielo in direzione meridionale è Orione, con le tre stelle della cintura allineate (da sinistra: Alnitak, Alnilam e Mintaka) e le luminose Betelgeuse e Rigel.

Non mancheranno, infine, le stelle cadenti, con lo sciame delle Leonidi, chiamate così perchè sembrano irradiarsi dalla coda del Leone. Tre gli appuntamenti, da non mancare: l'11 febbraio, il 23 ed il 25. Sono stelle cadenti molto belle, osserva la Uai, ma poco veloci e non molto luminose, salvo qualche rara eccezione dovuta.


www.ansa.it

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo método permite medir massa de buracos negros com exatidão

Corpo na galáxia NGC 4526 tem massa 450 milhões de vezes a do Sol.
Cálculo é feito a partir de mudanças de posição em nuvens de gás.

Da EFE

Um grupo de cientistas europeus desenvolveu um novo método para determinar com exatidão a massa dos buracos negros localizados no centro das galáxias, segundo estudo publicado na edição desta semana da revista britânica "Nature".

O modelo permitiu aos pesquisadores calcularem que o buraco negro situado no núcleo da galáxia NGC 4526, a cerca de 55 milhões de anos luz da Terra, tem uma massa 450 milhões de vezes maior que a do Sol.
buraco negro (Foto: Nasa/ESA) 
Imagem obtida pelo telescópio Hubble mostra galáxia NGC 4526 e sua supernova 1994D
 (Foto: Nasa/ESA)
 
Para determinar a massa desse buraco negro, o grupo liderado por Timothy Davis, do Observatório Austral Europeu em Garching, na Alemanha, estudou os efeitos desse corpo celeste nas nuvens de gás molecular que o rodeiam.

Segundo os pesquisadores, é possível usar esse mesmo método para precisar a massa dos buracos negros no centro de muitas das galáxias próximas. Davis e sua equipe desenvolveram modelos que predizem o movimento das nuvens de gás diante da presença ou da ausência de um buraco negro. A partir da mudança de posição dos gases causada pelo buraco negro, é possível calcular sua massa.

Os buracos negros são regiões do espaço com uma concentração de massa tão elevada que seu campo gravitacional não permite que nada escape, nem mesmo a luz, o que dificulta qualquer medição direta de suas propriedades.

"O número de buracos negros que foram medidos com exatidão até agora é pequeno, e os métodos para fazer isso são limitados", argumentaram os cientistas. Eles explicaram que a estimativa exata da massa dos buracos negros facilitará a compreensão sobre como algumas galáxias se formaram.

"As massas dos buracos negros no centro de galáxias guardam uma relação direta com uma série de propriedades das galáxias, o que sugere que ambos poderiam ter evoluído de forma conjunta", ressaltou o estudo.

Para fazer o cálculo, foi usada uma nova geração de interferômetros, que medem com maior precisão a luz de galáxias distantes que chega à Terra.

Graças a essa tecnologia, os pesquisadores – que usaram, entre outros, o telescópio Alma, localizado no deserto chileno do Atacama – dizem que as medições podem se repetir com um tempo de observação de cerca de 5 horas.

"O uso de gás molecular como referência deve permitir estimar a massa de buracos negros em centenas de galáxias, muitos mais do que é possível com as técnicas atuais", afirmaram os cientistas.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Asteróide de 50 metros vai passar de raspão pela Terra em fevereiro

No dia 15 de fevereiro, a rocha espacial, batizada de 2012 DA14, vai passar a 22 mil quilômetros do nosso planeta. A distância é considerada pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna.

No mês que vem, um asteróide de 50 metros de diâmetro vai passar de raspão pela Terra. No dia 15 de fevereiro, a rocha espacial, batizada de 2012 DA14, vai passar a 22 mil quilômetros do nosso planeta. Justamente na região onde ficam os satélites de comunicação e meteorológicos.

Uma distância considerada pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna. Os cientistas garantem que não há perigo de colisão. E vão aproveitar a oportunidade para estudar a pedra e calcular a interação dela com a gravidade da Terra.

Do Bom Dia Brasil

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

ESA detecta variação de temperatura em nuvens de poeira de Andrômeda

Azul retrata temperaturas mais elevadas e vermelho as mais frias.
Imagem foi feita pelo Observatório Espacial Herschel.

Do G1, em São Paulo

Nuvens de poeira ao redor da galáxia Andromeda (Foto:  ESA/NASA/JPL-Caltech/NHSC) 
Nuvens de poeira que preenchem a galáxia Andrômeda 
(Foto: ESA/NASA/JPL-Caltech/NHSC)
 
O Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), detectou a variação de temperatura entre os aneis de poeira espacial que preenchem a galáxia Andrômeda. A diferença foi captada por diferentes cores.

As nuvens mais frias são muito mais brilhantes e estão em comprimentos de onda maiores. Elas aparecem em vermelho na imagem, enquanto as mais quentes adquiriram uma cor azulada. De acordo com os astrônomos da Nasa, parceira da ESA na missão, o brilho visto na imagem retrata o comprimento de onda mais longo, que tem entre 250 a 500 micrometros – milionésimo do metro.

A capacidade de Herschel para detectar luz permite aos astrônomos enxergar nuvens de poeira a temperaturas de apenas algumas dezenas de graus acima do zero absoluto. Estas nuvens são escuras e opacas, com comprimentos de onda mais curtos. A imagem de Herschel também realçam raios de poeira entre os aneis.

De acordo com a agencia espacial, as cores foram melhoradas para tornar mais fácil a visualização, procedimento que não afetou a análise das informações e a variação das cores.

Os dados revelam que outras propriedades da poeira espacial, e não só a temperatura, também estão afetando a cor infravermelha da imagem. Segundo os astrônomos, a aglomeração de grãos de poeira ou crescimento de mantos de gelo sobre os grãos em direção à periferia da galáxia parecem contribuir para essas variações sutis de cores.

O comprimento de onda de 250 micrometros é processado como azul, o de 350 é verde, e o de 500 micrometros vermelho. A saturação de cor foi aprimorada para revelar as pequenas diferenças nestes comprimentos de onda.

'Nunca saberei por que Armstrong foi o 1º a pisar na Lua', diz Buzz Aldrin

Buzz Aldrin, de 83 anos, participou da missão Apollo 11, em 1969.
Ele palestrou na Campus Party, evento que acontece em São Paulo.

Laura Brentano Do G1, em São Paulo

Astronauta Buzz Aldrin falou no evento 'nerd' (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação) 
Astronauta Buzz Aldrin falou no evento 'nerd'
 (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação)
 
“Nunca vou saber por que Neil Armstrong foi o primeiro a pisar na Lua”, disse Buzz Aldrin, de 83 anos, companheiro de Armstrong e Michael Collins na missão Apollo 11, de 1969, e o segundo homem a pisar no satélite natural da Terra. Ele participou nesta terça-feira (29) da Campus Party, em São Paulo.

“Houve muita discussão nos 40 anos depois da missão sobre as razões de Armstrong ter sido o primeiro a pisar na Lua”, disse Buzz. “Pode ser porque ele era o comandante da missão ou porque ele estava mais perto da porta de saída. Eu nunca vou saber”, brincou. No momento de sair da nave, Buzz conta que um dos itens que eles precisavam prestar atenção era não fechar a porta para não ficarem trancados do lado de fora, porque não havia uma "maçaneta" para abri-la depois.

Na Campus Party, Buzz falou ainda sobre a depressão que enfrentou depois da missão Apollo 11. “O mais difícil depois de chegar à Lua era voltar para a Terra. Eu tinha alcançado o pico da minha carreira”, disse. Ele conta que depois que voltou para a Nasa, eles não sabiam o que fazer com um homem que já tinha ido para a Lua.

“Comecei a beber e entrei em depressão. Eu me tornei uma pessoa problemática. Foi um momento muito difícil na minha vida”, diz Buzz, que se divorciou naquela época pós-Lua. Ele foi aplaudido pela plateia que lotou o espaço do palco principal da Campus Party quando disse que completou 34 anos sem beber.

Experiência na Lua
Buzz falou sobre sua experiência como um dos únicos homens a ter pisado na Lua. “Era uma desolação magnífica como seria para qualquer ser humano pisar em outro mundo pela primeira vez. Tinha um sentimento de desolação, de ver aquela paisagem escura, sem vida”. Buzz ainda brincou sobre as pegadas que eles deixaram no satélite natural da Terra. “São evidências comprometedoras. Tenho que voltar lá para apagar”.

O momento mais crítico da missão era pousar na Lua, conforme Buzz. “Quando fomos descendo a nave, vimos o Mar da Tranquilidade [região lunar onde os astronautas pousaram]. Era o momento mais crítico. Sem nosso pouso lá, não íamos conseguir concluir a missão.” Buzz ainda disse que, naquele momento, apesar de eles estarem tão longe e serem os homens mais distantes da Terra, sempre se sentiram conectados ao seu planeta. “Estávamos sempre conversando com Houston (no Texas).”

Na época da missão Apollo 11, o mundo estava vivendo a Guerra Fria. Depois do lançamento do satélite Sputnik 1, pela União Soviética, em 1957, começou a corrida espacial. Conforme Buzz, naquela época, os EUA começaram a estudar formas de levar o homem para a Lua. Porém, se chegou à conclusão que isso demoraria 15 anos para acontecer.

Buzz Aldrin em palestra na Campus Party (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação) 
Buzz Aldrin em palestra na Campus Party
 (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação)
 
“Em vez de aceitar o que era possível, em 1961, o presidente John F. Kennedy desafiou a América a se comprometer com a ideia de colocar um homem na Lua até o fim da década e trazê-lo de volta”, contou Buzz. “Muitos achavam que esse desafio seria impossível de ser conseguido. Mas tínhamos um líder com determinação e coragem, que colocou um prazo específico para ser atingido. Ele não nos deu nenhuma alternativa. Era fazer ou fazer”.

Buzz gostaria que o mundo se empolgasse novamente com as explorações espaciais. “Os homens precisam explorar o espaço como fizemos há quase 44 anos”. Ele acredita que os jovens devem gostar de estudar áreas como ciência, engenharia, matemática, para que a nova geração busque inovações.

“Por que precisamos de um programa espacial?”, questionou. “Chegando ao espaço, melhoramos a vida na Terra, com a criação de novas tecnologias, que melhoram nossa vida diária”, disse. “Sem os investimentos espaciais, não existiram celulares e outros aparelhos”.

Agora seu foco é Marte, que parece ser o próximo destino de um homem que já foi à Lua, conforme Buzz. Ele irá lançar um livro sobre missões à Marte em maio deste ano. “Estamos falando de múltiplas missões para chegar lá”, disse.

Serviço
O que é? Campus Party Brasil 2013
Onde? Anhembi Parque – Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana - São Paulo (SP)
Quando? De 28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2013
Quanto? R$ 300 para todos os dias do evento. Para acampar é necessário pagar R$ 75 pela barraca individual ou R$ 37,50 pela barraca dupla - valor que vale para todo o evento. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Erupção solar pode provocar tempestade geomagnética na Terra

Partículas viajam a 600 km/s rumo ao nosso planeta, informou a Nasa.
Fenômeno, porém, não deve afetar sistemas elétricos, GPS nem satélites.

Da EFE

O Observatório de Relações Terrestres (Stereo), da agência espacial americana (Nasa), detectou uma erupção solar que viaja rumo à Terra a 600 km/s e pode causar uma tempestade geomagnética, informou a Nasa na quinta-feira (24).

O Stereo, enviado ao espaço em 2006 para estudar como o fluxo de energia e a matéria do Sol interferem na Terra, detectou a explosão na quarta, junto com o Observatório Heliosférico e Solar (Soho).

Erupção solar pode provocar tempestade geomagnética na Terra, segundo a Nasa (Foto: ESA/Nasa/Soho) 
 Sol é bloqueado por 'disco' na imagem acima para dar uma melhor noção da atmosfera da estrela, chamada coroa, e das erupções nela. Ejeções de massa foram vistas nesta quarta-feira (23) 
(Foto: ESA/Nasa/Soho)
 
Esse fenômeno pode enviar partículas solares e alcançar a Terra até três dias depois, provocando uma "tempestade geomagnética" que pode afetar as redes elétricas e os sistemas de telecomunicações.

A Nasa explicou que, no passado, outras ejeções solares com essa velocidade não causaram tempestades geomagnéticas "substanciais", mas deixaram sua marca com auroras visíveis nos polos.

Desta vez, segundo a agência, parece "pouco provável" que a tempestade atinja os sistemas elétricos na Terra ou cause interferências nos aparelhos de GPS ou nos satélites de comunicações. No entanto, a Nasa aguarda informações do Centro de Meteorologia Espacial da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos EUA.

O telescópio da Nasa High Resolution Coronal Imager (Hi-C), lançado no ano passado para estudar a coroa do Sol, sua parte mais externa, acaba de descobrir como a principal estrela d nosso sistema acumula e libera energia.

O Hi-C foi capaz de captar fios de plasma magnéticos nas camadas exteriores do Sol, o que representa a primeira evidência clara da transferência de energia do campo magnético solar par sua coroa, algo que até agora era apenas teoria.

Essas observações ajudarão os cientistas a elaborar melhores prognósticos sobre clima espacial, já que a evolução do campo magnético na atmosfera solar impulsiona todas as erupções solares, que podem causar essas tempestades.

Sondas europeias voltarão à Terra com dados de Big Bang, Marte e clima

2013 deve render 'frutos extraordinários' sobre o espaço, diz diretor da ESA.
No 2º semestre, serão lançados mais 4 satélites para concorrer com GPS.

Da AFP

Sondas europeias devem voltar à Terra este ano com um "tesouro" de dados sobre o Big Bang, água em Marte e mudanças climáticas, afirmou na quinta-feira (24) o diretor da Agência Espacial Europeia (ESA), Jean-Jacques Dordain.

"O ano de 2013 renderá frutos extraordinários (de conhecimento sobre o espaço)", antecipou Dordain em entrevista coletiva.

No dia 22 de fevereiro, os cientistas devem trazer de volta a missão Umidade dos Solos e Salinidade dos Oceanos (SMOS), por meio da qual um satélite lançado em 2009 tem mapeado a superfície e os oceanos da Terra em busca de alterações vinculadas às mudanças climáticas.

Satélites europeus do programa Galileo devem ser lançados no 2º semestre para concorrer com sistema GPS (Foto: ESA/P. Carril/Divulgação) 
Mais 4 satélites Galileo serão lançados para concorrer com sistema GPS 
(Foto: ESA/P. Carril/Divulgação)
 
Em 21 de março, astrofísicos devem divulgar o primeiro mapa completo do céu do Fundo Cósmico de Micro-ondas (CMB), corrente antiga de radiação que data da criação do Universo, há 13,7 bilhões de anos. O mapa foi gerado pela sonda Planck, lançada em maio de 2009.

Em junho, segundo Dordain, especialistas da ESA pretendem liberar um "mapa mineralógico" completo de Marte, montado a partir de dados de sensoreamento remoto, fornecido pela sonda Mars Express, que este ano marca seu 10º aniversário de operações.

Com indícios de existência de água no passado, o mapa ajudará a selecionar os locais para uma ambiciosa missão científica russo-europeia, a ExoMars, que envolve um orbitador que será lançado em 2016 e um veículo-robô, em 2018.

Em 29 de dezembro, a Mars Express fará seu sobrevoo mais próximo da lua marciana Fobos, passando a menos de 50 km de sua superfície.

Além disso, ainda este ano o observatório europeu Herschel, lançado em 2009, deve fornecer um mapa completo da superfície da Via Láctea, possibilitando que os astrônomos saibam onde as estrelas estão surgindo na nossa galáxia.

Para o segundo semestre de 2013, também está previsto o lançamento do telescópio de astrometria espacial Gaia, que vai examinar 1 bilhão de estrelas para produzir o maior mapa tridimensional da Via Láctea já feito até agora.

A ESA anunciou, ainda, que prosseguirá com o lançamento previsto dos primeiros satélites operacionais do programa Galileu, concorrente europeu do americano Sistema de Posicionamento Global (GPS) de navegação por satélite.

No segundo semestre, quatro satélites serão lançados em pares por dois foguetes Soyuz, da base da ESA em Kourou, na Guiana Francesa. Outros quatro satélites de teste já estão em órbita. Ao todo, o sistema Galileu deverá ter 27 satélites e três reservas.

O orçamento da ESA para 2013 é de US$ 5,6 bilhões (R$ 11,3 bilhões), uma alta de 6% em relação ao ano passado, disse Dordain.

Hubble detecta nuvens de gás que formam estrelas em galáxia vizinha

Astros nascem na Grande Nuvem de Magalhães, a 200 mil anos-luz.
Dados foram identificados por professor de astronomia em competição.

Do G1, em São Paulo

O telescópio Hubble, da agência espacial americana Nasa, registrou enormes nuvens de gás que entram em colapso e formam novas estrelas na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia anã vizinha da Via Láctea, a cerca de 200 mil anos-luz da Terra.

Os astros recém-nascidos, por sua vez, iluminam as nuvens em diferentes cores. A região mostrada na imagem abaixo é chamada LHA 120-N 11. As partes mais brilhantes da foto são denominadas NGC 1769 (no centro) e NGC 1763.

Hubble observou nuvens de poeira que se chocam e formam estrelas na Grande Nuvem de Magalhães (Foto: ESA/NASA/Hubble) 
Hubble viu nuvens de poeira que formam estrelas na Grande Nuvem de Magalhães
 (Foto: ESA/NASA/Hubble)
 
Ainda no meio da imagem, aparece uma mancha escura que encobre grande parte da luz. Essas nuvens de poeira contêm elementos químicos mais pesados e complexos, capazes de formar planetas rochosos como a Terra. Elas se parecem com fumaça e são formadas pelo material expulso por gerações anteriores de estrelas, ao morrerem.

Os dados da foto acima foram identificados pelo professor de astronomia americano Josh Lake, de Connecticut, na competição "Hubble's Hidden Treasures" (Tesouros Escondidos do Hubble, em inglês). O concurso convidou os inscritos a descobrir dados científicos inéditos ao analisar o imenso arquivo do Hubble, e a transformá-los em imagens impressionantes.

Lake ganhou o primeiro prêmio com essa imagem, que contrasta a luz incandescente de hidrogênio e nitrogênio na LHA 120-N 11. O registro combina dados identificados em exposições feitas em luz azul, verde e próximo ao infravermelho.

Segundo os astrônomos, a Grande Nuvem de Magalhães está localizada em uma posição ideal para estudar fenômenos que envolvem a formação de estrelas. Isso porque ela fica suficientemente longe da Via Láctea para não ser ofuscada pelo brilho de corpos celestes próximos ou pela poeira do centro da nossa galáxia. Além disso, está quase de frente para nós, o que facilita a observação.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Le prime foto notturne di Curiosity

La roccia marziana illuminata da LED di luce ultravioletta (fonte: NASA/JPL-Caltech/MSSS) 
La roccia marziana illuminata da LED di luce ultravioletta 
(fonte: NASA/JPL-Caltech/MSSS)
 
Curiosity 'fotografo' di notte: il robot laboratorio della Nasa ha usato per la prima volta lo strumento Mars Hand Lens Imager (Mahli), montato sul suo braccio per scattare fotografie in notturna grazie al suo sistema di illuminazione con luce bianca e ultravioletta.

Le immagini ritraggono la roccia marziana Sayunei in un punto in cui era stata toccata dalla ruota anteriore sinistra di Curiosity che era a caccia di materiale 'fresco' e privo di polvere da analizzare.

''Lo scopo dell'acquisizione di immagini alla luce ultravioletta è la ricerca di minerali fluorescenti'', spiega il responsabile scientifico dello strumento Mahli, Ken Edgett, del Malin Space Science Systems di San Diego. ''Se qualcosa ci apparirà in verde, giallo, arancio o rosso sotto l'illuminazione ultravioletta, allora - aggiunge - avremo indizi della possibile presenza di fluorescenza'', un'informazione importante per verificare la possibilita' che su Marte si sia avuto un ambiente ospitale per la sopravvivenza di microrganismi.

www.ansa.it

Betelgeuse in rotta di collisione

Betelgeuse  ed il suo enigmatico ambiente (Fonte: ESA/Herschel/PACS/L. Decin et al)  
Betelgeuse ed il suo enigmatico ambiente
 (Fonte: ESA/Herschel/PACS/L. Decin et al)
 
Betelgeuse, la stella supergigante rossa più vicina alla Terra, è circondata da archi di polvere a forma di scudi ed è in rotta di collisione con un 'muro' di polveri. Lo scontrò avverrà fra circa 5.000 anni. A scoprire gli archi e il possibile scontro cosmico è stato il telescopio spaziale Herschel dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa).

Betelgeuse si trova 'sulla spalla' della costellazione di Orione. Può esser vista facilmente a occhio nudo nell’emisfero Nord, come la stella rosso arancio in alto a sinistra della famosa cintura di Orione.

Del diametro 1.000 volte più grande di quello del Sole e 100.000 volte più luminosa, Betelgeuse è probabilmente sulla buona strada per esplodere come una spettacolare supernova. Si è già gonfiata come supergigante rossa e ha scagliato nello spazio una parte significativa dei suoi strati esterni. La vista al lontano infrarosso di Herschel mostra come i venti di Betelgeuse, schiantandosi contro il mezzo interstellare, vi 'scolpiscano' archi di polveri, che nelle immagini inviate dal telescopio spaziale appaiono come scudi multipli intorno alla stella.

Nelle parti più esterne dell'atmosfera della stella si vedono grumi polverosi concentrati in alcuni punti, che probabilmente sono espulsioni di materiali avvenute in passato. Le immagini mostrano anche una intrigante struttura lineare, simile ad una barra. Finora alcune teorie hanno proposto che questo barra fosse la conseguenza del materiale espulso nel corso di una precedente fase dell’evoluzione di questa stella, ma l'analisi della nuova immagine suggerisce che si tratti di un filamento lineare legato al campo magnetico della Galassia, o il bordo di una vicina nube interstellare di polveri e gas che viene illuminata da Betelgeuse. Se la barra è un oggetto completamente separato, tenendo conto del movimento della stella e dei suoi archi, l'arco più esterno, calcolano gli esperti, si scontrerà con la barra fra circa 5.000 anni, mentre la stella colliderà con la barra dopo circa 12.500 anni.

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Sonda espacial da Nasa vê luas de Saturno entre os anéis do planeta

Satélites Prometeu e Pan são flagrados pela Cassini nos anéis F e A.
Imagem foi obtida por luz ultravioleta em 18 de setembro e divulgada agora.

Do G1, em São Paulo

Uma imagem de Saturno feita pela sonda Cassini, da agência espacial americana (Nasa), e divulgada esta semana revela duas luas do planeta, chamadas Prometeu e Pan, no meio dos anéis.

Prometeu tem 86 quilômetros de diâmetro e aparece perto do anel F, um dos mais externos. Já Pan, o satélite mais próximo de Saturno, tem 28 quilômetros de diâmetro e está em um "intervalo" do anel A, bem no meio. O ponto mais abaixo dele, à direita, é uma estrela.

Luas de Saturno são vistas entre os anéis do planeta (Foto:  Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute) 
Duas luas de Saturno são vistas entre os anéis do planeta
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)
 
Os anéis de Saturno são nomeados de A a G, pela ordem em que foram descobertos. São eles: D, C, B, A, F, G e E. Até agora, o planeta tem pelo menos 60 luas conhecidas.

A imagem da Cassini foi obtida por luz ultravioleta em 18 de setembro do ano passado, a uma distância de 2,3 milhões de quilômetros de Pan. A escala da foto é de 14 quilômetros por pixel.

A missão Cassini-Huygens é um projeto cooperativo entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Agência Espacial Italiana (ISA).

Telescópio faz imagens que revelam como o Sol armazena e libera energia

Equipamento capta 1ª evidência clara de transferência energética no astro.
Missão de R$ 10 milhões foi lançada em julho do ano passado pela Nasa.

Do G1, em São Paulo


Um telescópio da agência espacial americana (Nasa) registrou a primeira evidência clara de transferência energética entre o campo magnético do Sol e sua atmosfera, chamada coroa. Até então, esse processo era tema de vários estudos científicos, mas ainda não havia sido observado na prática.

Os pesquisadores visualizaram esse fenômeno em imagens de alta resolução feitas pelo telescópio Hi-C, que desde julho do ano passado tem analisado como a principal estrela do nosso sistema armazena e libera energia. Ao todo, a missão custou cerca de R$ 10 milhões.

Telescópio da Nasa estuda como o Sol libera energia (Foto: Nasa) 
Região solar ativa é vista em detalhes por telescópio que estuda como o astro libera energia (Foto: Nasa)
 
Segundo o principal autor do projeto, Jonathan Cirtain, os cientistas têm tentado há décadas entender como a atmosfera dinâmica do Sol se aquece a milhões de graus – as temperaturas registradas desta vez variaram entre 2 e 4 milhões de graus Celsius.

O telescópio de 210 kg e três metros de comprimento voou por cerca de 10 minutos e capturou 165 imagens de uma grande região em atividade na coroa solar. O Hi-C conseguiu captar uma mancha ativa e alguns detalhes que podem ajudar a compreender como o astro gera continuamente uma grande quantidade de energia para aquecer sua camada mais externa.

Muitas das estrelas no Universo têm campos magnéticos. E a evolução desses campos é usada para explicar as emissões e eventuais erupções do Sol. Além disso, entender esse processo ajuda a desvendar como todas as estrelas magnetizadas evoluem.

De acordo com os astrônomos, essas observações também podem melhorar as previsões do clima espacial, já que o campo magnético do Sol impulsiona as explosões dele, e essas erupções, por sua vez, atingem a atmosfera da Terra e afetam as operações de satélites de comunicação e navegação na órbita do nosso planeta.

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