domingo, 10 de março de 2013

Cientistas da Nasa recalculam idade de estrela mais velha já descoberta



'Estrela Matusalém' tem 14,5 bilhões de anos, afirma agência.
Astro está localizado a 190 anos-luz da Terra.

Do G1, em São Paulo
Nasa divulgou imagem em que destaca presença da estrela mais antiga do universo, localizada a 190 anoz-luz da Terra (Foto: Divulgação/DSS/Caltech) 
Nasa divulgou imagem em que destaca presença da estrela mais antiga do universo, localizada a 190 anoz-luz da Terra (Foto: Divulgação/DSS/Caltech)
 
Cientistas da agência espacial americana (Nasa) recalcularam a idade da estrela mais velha já descoberta, conhecida como "Estrela Matusalém" ou HD 140283.

Eles calculam que a estrela possua 14,5 bilhões de anos, com margem de erro de 0,8 bilhão para mais ou para menos - o que significa que ela pode ter de 13,7 a 15,3 bilhões de anos.

Estimativas anteriores informavam que a estrela poderia possuir 16 bilhões de anos, segundo a Nasa. O novo cálculo foi feito usando observações feitas pelo telescópio Hubble.

A medição reduz a margem de idade da estrela, e permite que sua existência seja mais compatível com a idade calculada do universo - os astrônomos dizem que há um paradoxo entre a existência da estrela e a idade do universo, que é calculada em 13,8 bilhões de anos aproximadamente.

"Talvez a cosmologia estivesse errada, a física estelar estivesse errada, ou a distância da estrela estivesse errada. Então decidimos melhorar o cálculo da distância, e descobrimos isso", afirmou o pesquisador Howard Bond, da Universidade Estadual da Pensilvânia, um dos autores do estudo.

"Percebemos que esta é a estrela mais antiga com uma idade bem definida", disse Bond. A "matusalém" está nos primeiros estágios de se expandir e se tornar em uma gigante vermelha.

O novo cálculo faz com que a idade da estrela seja mais plausível e corrige eventuais erros na distância prevista anteriormente para o astro. A "Matusalém" está localizada a 190 anos-luz da Terra, segundo a Nasa.

terça-feira, 5 de março de 2013

Planeta Vênus é visto através de Saturno por sonda espacial da Nasa

Segundo planeta do Sistema Solar é considerado 'irmão gêmeo' da Terra.
Imagens a milhares de km de Saturno foram tiradas de novembro a janeiro.

Do G1, em São Paulo

O planeta Vênus, considerado pelos astrônomos o "irmão gêmeo" da Terra – pelo tamanho, massa, composição e órbita dos dois –, pôde ser visto através dos anéis de Saturno pela sonda espacial Cassini, da Nasa.

A imagem abaixo, feita em luz visível a 802 mil km de Saturno, foi captada em 10 de novembro de 2012 e divulgada esta semana. Ela revela as cores verdadeiras dos dois planetas.

Vênus aparece através de Saturno (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute) 
Vênus vira um ponto branco através dos anéis de Saturno
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)
Em outra foto, o segundo planeta do Sistema Solar aparece ao longe no espaço interplanetário, como um ponto branco na parte superior e direita do centro da imagem, acima da faixa branca do anel G de Saturno, o sexto planeta do nosso sistema. Mais abaixo, o ponto brilhante que aparece perto do anel E é uma estrela distante.

Vênus aparece através de Saturno (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute) 
Segundo planeta do Sistema Solar é visto na parte superior 
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)
A foto acima foi tirada com filtros de luz vermelho, verde e azul, que foram combinados para criar essa visão de cor natural. O registro foi feito no dia 4 de janeiro, a uma distância de 597 mil km de Saturno.

Vênus é um planeta "nublado", coberto por espessas nuvens de ácido sulfúrico, o que o torna muito brilhante. Sua visibilidade máxima daqui da Terra é atingida algumas horas antes do nascer do Sol, razão pela qual é conhecido também como estrela da manhã ou estrela d'Alva.

Junto com Mercúrio, Terra e Marte, Vênus é um dos planetas rochosos do Sistema Solar. Além disso, tem uma atmosfera formada por dióxido de carbono que atinge cerca de 500° C e uma pressão na superfície cem vezes maior que a da Terra.

A missão Cassini-Huygens é um projeto cooperativo entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ISA).

Cientistas dizem ter identificado 'nascimento' de planeta gigante



Do G1, em São Paulo

Pesquisadores utilizaram um telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) para fazer o que pode ser a primeira observação direta do "nascimento" de um planeta. Segundo os cientistas, um disco de gás e poeira próximo a uma estrela jovem, chamada HD100546, pode estar envolvendo o planeta gigante que está em formação.

Se confirmada, a descoberta vai ajudar a entender melhor a formação de planetas, dizem os pesquisadores. A estrela HD100546 está a 335 anos-luz de distância da Terra, e o planeta em formação possivelmente é um gigante gasoso similar à Júpiter, segundo dados do ESO.

Concepção artística mostra a formação de planeta gigante dentro do disco de poeira circulando ao redor da estrela (Foto: Divulgação/L. Calçada/ESO) 
Concepção artística mostra planeta em formação envolto por disco de poeira e gás
 (Foto: Divulgação/L. Calçada/ESO)
 
"Até agora, a formação de planetas tem sido um tópico desenvolvido essencialmente por simulações de computador", disse o pesquisador Sascha Quanz, líder do estudo que descobriu o "protoplaneta", ao site do Observatório Europeu do Sul.

"Se a nossa descoberta for confirmada como realmente um planeta em formação, então pela primeira vez os cientistas poderão estudar de forma empírica o processo de formação planetária e a interação entre um planeta em formação e o seu meio circundante, desde a fase primordial", afirmou Quanz.

Imagem do telescópio Hubble mostra a nuvem de poeira ao redor da estrela HD100546. O ponto laranja é o recém-descoberto 'protoplaneta' (Foto: Divulgação/Ardila/ESO/Nasa/ESA) 
Imagem do telescópio Hubble mostra a nuvem de
poeira ao redor da estrela HD100546. O ponto
laranja identifica planeta em formação
 (Foto:
Divulgação/Ardila/ESO/Nasa/ESA)
 
O "candidato" a planeta foi identificado como uma tênue mancha no disco de gás e poeira, através de imagens feitas pelo Telescópio Muito Grande (Very Large Telescope ou VLT, em inglês), do ESO, e pelo telescópio Hubble, da agência espacial americana (Nasa).

Várias características do disco situado em torno da estrela respaldam a hipótese de haver ali um planeta em formação. Estruturas no disco de poeira que devem ter sido causadas pela interação com o corpo celeste em formação foram detectadas.

Além disso, há regiões em volta do "protoplaneta" que estão sendo aquecidas, provavelmente pelo processo de formação planetária, segundo os cientistas.

Os pesquisadores apontam cautela, no entanto, e ressaltam que para afirmar com que o planeta está realmente em formação é necessário realizar mais observações.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Panstarrs inaugura la sfilata delle comete

Il sui arrivo previsto fra il 9 e il 10 marzo


Immagine della cometa Pan-STARRS scattata da Ignacio Diaz Bobillo, da Buenos Aires, Argentina (http://www.pampaskies.com)  
Immagine della cometa Pan-STARRS scattata da Ignacio Diaz Bobillo, da Buenos Aires, Argentina (http://www.pampaskies.com)
 
Mancano pochi giorni all'inizio della 'sfilata' delle comete: ben quattro previste nel 2013. Ad inaugurare la passerella è la cometa Panstarrs, che farà capolino nei nostri cieli fra il 9 e il 10 marzo.

Ecco di seguito le comete che si preparano a dare spettacolo, in un crescendo che a dicembre vedrà la cometa Ison, che potrebbe essere così brillante da gareggiare con la Luna:

- Panstarrs
cruciale per Panstarrs, sarà il passaggio vicino al Sole, se la nostra stella non la indebolirà la cometa sarà visibile a occhio nudo. Si affaccerà nei cieli del nostro emisfero probabilmente il giorno prima del suo passaggio al perielio, ossia la minima distanza dal Sole, prevista per il 10 marzo. Rispetto alle previsioni la cometa ''nelle ultime settimane si è indebolita un po' ma in ogni caso negli ultimi giorni ha un po' recuperato e ci aspettiamo che sia visibile a occhio nudo'', spiega l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope. Per il presidente dell'Unione Astrofili Italiani (Uai), Mario Di Sora, ''secondo le previsioni la cometa, anche se molto bassa sull'orizzonte, dovrebbe cominciare a essere visibile dal 9 marzo e fino all'11 marzo dovrebbe raggiungere la massima magnitudine attesa. Fra il 15 e il 16 marzo inizierà ad alzarsi sull'orizzonte''. L'oggetto, spiega Masi, dovrebbe essere di magnitudine 2, come la stella polare. Per osservarla, prosegue, ''bisognerà guardare verso Ovest, subito dopo il tramonto. Inizialmente l'oggetto sarà visibile nella costellazione dei Pesci e si dirigerà nella costellazione di Pegaso fino a solcare le stelle di Andromeda a fine marzo''. Gli astrofili si stanno già organizzando per non perdere lo spettacolo e la Uai ha organizzato serate di osservazione per il 15 marzo, presso l'osservatorio di Campocatino (Frosinone) e l'osservatorio Fuligni di Rocca Priora (Roma), e per il 16 marzo a Noci (Bari). Per gli appassionati di fotografia astronomica, l'osservatorio di Catania dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) invita il pubblico a realizzare foto della cometa, che poi pubblicherà sul suo sito.

- Bressi
contemporaneamente alla Panstarrs, ma con un ruolo di 'comprimaria', il 10 marzo si affaccerà nel cielo anche la cometa C/2012 T5 Bressi. Sarà bassissima sull'orizzonte Est e forse, sottolinea la Uai, al di sotto della decima magnitudine, quindi non visibile ad occhio nudo. La sua altezza nel cielo andrà rapidamente aumentando, anche se la sua luminosità andrà diminuendo altrettanto rapidamente.

- Lemmon
esordirà gradualmente nel cielo boreale a cominciare dalla metà di aprile, osserva Masi, sollevandosi pian piano sempre di più, per rendersi visibile poco prima dell'alba a fine mese. Ma la sua luminosità sarà intorno alla magnitudine 5 e ''dunque - sottolinea - per osservarla è consigliabile un modesto binocolo''.

- Ison
chiuderà l'anno delle 'comete' e si annuncia memorabile. Visibile dal prossimo novembre fino al gennaio 2014, potrebbe diventare la super-cometa di Natale. Si prevede molto luminosa, probabilmente, sottolinea l’Inaf, eguagliando la Luna e rimanendo visibile anche di giorno.


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Astrônoma registra em imagens o 'caminho' feito pelas estrelas no céu


Do G1 Santos

Imagem mostra rotação da terra (Foto: Meire Ruiz/ Arquivo Pessoal) 
Imagens capturadas pela astrônoma mostram a rotação da Terra 
(Foto: Meire Ruiz / Arquivo Pessoal)
 
Uma astrônoma amadora de Itanhaém registrou, em imagens, a rotação do planeta Terra. Durante vários meses, Meire Ruiz observou e fotografou os céus da cidade do litoral de São Paulo até chegar ao resultado final. A imagem, que lembra bastante uma concepção artística, é resultado de dezenas de fotos originais que foram empilhadas por um programa de computador.

Segundo ela, para chegar ao efeito desejado, foram tiradas cerca de 100 fotos. "Usei 15 segundos de exposição para cada imagem, sem intervalo entre elas. Utilizei um programa específico para fazer o empilhamento das imagens, em uma sequência. É por isso que conseguimos observar o 'caminho' das estrelas'", explica.

domingo, 3 de março de 2013

Comet Pan-STARRS Approaches the Sun


BRIGHT COMET PAN-STARRS: Comet Pan-STARRS (C/2011 L4) is now inside the orbit of Mercury, brightening as it plunges toward the sun. Observers in the southern hemisphere report say they can see Pan-STARRS with the unaided eye in the evening sunset sky. Carl Gruber photographed the comet on March 2nd over the city lights of Melbourne, Australia:


Photo details: Canon 50D, 140mm, f4.0, ISO1600, 3.2s exposure

"Despite bad light and smog pollution, the comet's nucleus was clearly visible to the naked eye as well as a small part of the tail," says Gruber. Light curves show the comet is approaching 2nd magnitude, about as bright as the stars of the Big Dipper.
Several important dates are approaching. On March 5th, Comet Pan-STARRS makes its closest approach to Earth (1.09 AU), followed on March 10th by its closest approach to the sun (0.3 AU). As Comet Pan-STARRS passes the sun, solar glare will make it difficult to see even as the nucleus vaporizes and brightens. By March 12th and 13th, the comet will reappear in the sunset skies of the northern hemisphere not far from the crescent Moon; think photo-op! Check the realtime comet gallery for the latest images.

Fonte:  http://spaceweather.com/ 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Osservata in 'diretta' la nascita di un pianeta



 
Rappresentazione artistica di un pianeta gigante in formazione (fonte: ESO/L. Calçada)  
Rappresentazione artistica di un pianeta gigante in formazione (fonte: ESO/L. Calçada)
 


Due comete signore del cielo di marzo

Nel 2007 la cometa McNaught era bassa sull'orizzonte come potrebbe apparire quest'anno la Panstarrs (fonte: Marco Menier, http://meniero.it)  
Nel 2007 la cometa McNaught era bassa sull'orizzonte come potrebbe apparire quest'anno la Panstarrs (fonte: Marco Menier, http://meniero.it)
 
Le signore del cielo di marzo saranno le comete: ben due solcheranno i cieli questo mese: la Panstarrs e la C/2012 T5 Bressi. Un appuntamento da non perdere per gli appassionati è quello della notte fra il 9 e il 10 marzo con la Maratona Messier: la grande maratona a caccia dei 110 oggetti del catalogo realizzato nel XVIII secolo dall'astronomo francese Charles Messier.

Se il passaggio vicino al Sole non la indebolirà, la protagonista assoluta dei cieli di marzo sarà Panstarrs, che farà capolino probabilmente qualche giorno dopo il suo passaggio al perielio, ossia alla minima distanza dal Sole, previsto il 10 marzo. Quando raggiungerà il perielio, spiega l'Unione Astrofili Italiani (Uai), la cometa sarà distante 45 milioni di chilometri dal Sole e 165 milioni di chilometri dalla Terra, sarà alta una decina di gradi sull'orizzonte al momento del tramonto del Sole e brillerà al massimo delle sue potenzialità. Le stime più recenti indicano che l’oggetto non raggiungerà la luminosità auspicata, se sarà così la cometa non sarà visibile a occhio nudo, ma solo con l’aiuto di un binocolo. Se, al contrario il passaggio vicino al Sole non la indebolirà, la sua chioma sarà percepibile facilmente a occhio nudo, anche se immersa nelle luci del tramonto ancora intense.

Contemporaneamente alla Panstarrs, ma con un ruolo di 'comprimaria', il 10 marzo si affaccerà nel cielo anche la cometa C/2012 T5 Bressi. Sarà molto bassa sull'orizzonte ad Est e forse ancora al di sotto della decima magnitudine, quindi non visibile ad occhio nudo. La sua altezza nel cielo andrà rapidamente aumentando, anche se la sua luminosità si ridurrà altrettanto rapidamente.

Il cielo di marzo offre inoltre numerosi ‘duetti’ fra la Luna ed alcuni pianeti. Si comincia intorno alla mezzanotte tra il primo e il 2 marzo con la Luna calante che sorge insieme a Saturno. I due corpi celesti saranno osservabili per tutta la seconda parte della notte. Luna e Saturno si 'avvicineranno' tra loro anche la notte del 29 marzo.

Anche se Marte è ormai praticamente inosservabile, confuso tra le luci del crepuscolo serale, in condizioni di cielo limpido e con l'orizzonte libero da ostacoli, appena dopo il tramonto sarà ancora possibile ammirare la sottilissima falce di Luna e tentare di individuare per un’ultima volta il pianeta rosso che si accinge a tramontare.

Da non perdere, la sera del 17, una suggestiva concentrazione di astri luminosi: la Luna crescente e Giove compresi tra la stella Aldebaran e l’ammasso stellare delle Pleiadi.

A fare da sfondo vi sono le grandi costellazioni invernali: nelle prime ore della notte, nel cielo orientale, fanno la loro apparizione le grandi costellazioni zodiacali del Leone e della Vergine. Percorrendo lo zodiaco vi è poi la piccola e debole costellazione del Cancro a separare i Gemelli dal Leone. Sempre inconfondibile Orione, con le tre stelle allineate della cintura, Alnitak, Alnilam e Mintaka, e i luminosi astri Betelgeuse e Rigel. A sinistra in basso rispetto ad Orione, risplende Sirio, la stella più luminosa. Domina il cielo anche l'Orsa Maggiore mentre a Nord-Ovest si può rintracciare Cassiopea, con la sua caratteristica forma a 'W'.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Velocidade de rotação de buraco negro gigante é medida pela 1ª vez


 
Do G1, em São Paulo

Um time internacional de cientistas mediu pela primeira vez a velocidade de rotação de um buraco negro supermassivo, no meio da galáxia NGC 1365, localizada na constelação da Fornalha, a 56 milhões de anos-luz da Terra. Os resultados do estudo aparecem nesta quarta-feira (27) na edição online da revista "Nature".

A descoberta foi feita por dois telescópios de raios X: o NuSTAR, lançado no ano passado pela agência espacial americana (Nasa), e o XMM-Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA). Segundo os autores, a pesquisa pode ajudar a compreender como as galáxias e os buracos negros no centro delas evoluíram.

Medições anteriores não haviam chegado a uma conclusão exata porque nuvens escuras ao redor dos buracos confundiram os astrônomos. As novas observações, porém, foram mais precisas e mostraram que as taxas de rotação desses locais podem ser determinadas de forma objetiva.

Buraco negro (Foto: Guido Risaliti/Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian) 
Imagem do buraco negro no centro da galáxia NGC 1365 é resultado dos registros de dois telescópios,que apresentaram a melhor visão do local feita até hoje. (Foto: Guido Risaliti/Centro Harvard-Smithsonian)
 
A equipe analisou os raios X emitidos pelo gás quente contido em um disco do buraco negro situado fora do "horizonte de eventos", fronteira em volta dele para além da qual nada escapa, nem a luz. Tudo o que passa por ali acaba sendo sugado.

O buraco negro estudado tem dois milhões de vezes a massa do nosso Sol e gira a uma taxa próxima ao máximo permitido pela Teoria da Relatividade, proposta no século 20 pelo físico alemão Albert Einstein. Segundo a teoria, a força da gravidade pode curvar a luz e o sistema espaço-tempo. Na atual pesquisa, os dois telescópios detectaram esses efeitos de distorção causados pelo buraco negro.

Segundo Fiona Harrison, professora de física e astronomia do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e principal investigadora do NuSTAR, é possível rastrear a matéria que gira em torno dos buracos negros a partir dos raios X emitidos de regiões muito próximas a eles. Isso porque a radiação vista é deformada pelos movimentos das partículas e pela enorme gravidade dos buracos.

Buraco negro (Foto: Nasa/JPL-Caltech ) 
Concepção artística ilustra buraco negro supermassivo com até bilhões de vezes a massa do nosso Sol. Essas regiões enormes e densas se concentram no coração das galáxias (Foto: Nasa/JPL-Caltech )
 
O principal autor do trabalho, Guido Risaliti, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge, e do Instituto Nacional de Astrofísica da Itália, explica que esses "monstros" – com massa de milhões ou bilhões de vezes a do Sol – são formados por pequenas "sementes" do início do Universo e crescem engolindo estrelas e gás de suas galáxias hospedeiras ou se fundindo com outros buracos negros gigantes quando duas galáxias colidem.

De acordo com o astrofísico Bill Craig, que atua no Laboratório Nacional Lawrence Livermore, da Caltech, os buracos negros têm uma forte ligação com sua galáxia hospedeira, e medir a rotação deles – uma das poucas coisas mensuráveis nessas regiões – pode dar pistas para compreender essa relação fundamental.

 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Uno spirografo cosmico

Le curve ottenute dai movimenti del pulsar vela visti dal telescopio Fermi (fonte: NASA) 
Le curve ottenute dai movimenti del pulsar vela visti dal telescopio Fermi (fonte: NASA) 
 

Le curve cosmiche disegnate da una stella che ruota rapidamente su stessa sono state riprese dal telescopio spaziale Fermi, come da uno spirografo. Autore delle riprese spettacolari e' lo strumento Lat (Large Area Telescope), il principale ''occhio'' del telescopio realizzato dalla Nasa in collaborazione con l'Italia attraverso Agenzia Spaziale Italiana (Asi), Istituto Nazionale di Fisica Nucleare (Infn) e Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).

Lanciato nel giugno 2008, il telescopio Fermi e' lo strumento piu' potente che abbia mai esplorato su larga scala le grandi esplosioni dell'universo, invisibili all'occhio umano in quanto emettono raggi gamma, la piu' potente forma di energia nello spettro elettromagnetico. Nel mirino di Fermi ci sono quindi oggetti cosmici bizzarri come giganteschi buchi neri, resti di suoernovae e pulsar. Queste ultime sono stelle di neutroni che ruotano su se stesse con un ritmo incredibile, fino a centinaia di volte al secondo, e con la stessa densita' che avrebbe un cucchiaio di materia pesante come una montagna.

Delle pulsar sorvegliate da Fermi, quella chiamata Vela e' sicuramente la piu' interessante: ruota 11 volte al secondo ed e' la sorgente di raggi gamma piu' persistente mai osservata dal telescopio spaziale. Vela e' un oggetto cosi' singolare da essere diventata la protagonista di un video ottenuto da uno dei ricercatori che lavorano sullo strumento Lat, il fisico Eric Charles, dell'universita' californiana di Stanford. Il video, che ha l'effetto di uno spirografo cosmico, si basa sulle osservazioni di Vela fatte con il Lat nell'arco dei 51 mesi della missione di Fermi, dal momento in cui ha prodotto i primi dati (agosto 2008) al novembre 2012.

Le forme bellissime e complesse presentate nel video ''sono tutt'altro che un gioco'', ha osservato coordinatore del gruppo Infn nel progetto Fermi, Ronaldo Bellazzini. Bisogna considerare che il telescopio Fermi ruota attorno alla Terra abbracciando un vastissimo campo visivo, nel quale e' costretto a cambiare continuamente punto di vista per ogni oggetto osservato. ''Per questo - osserva - tutte le misure rilevate dal telescopio vanno continuamente corrette''. Le curve numerose e sofisticate disegnate nel video danno un'idea di questa complessita''.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Nasa divulga imagem colorida do planeta Mercúrio

Do G1, em São Paulo
A agência espacial americana (Nasa) divulgou uma imagem colorida do planeta Mercúrio, nesta quinta-feira (21). A fotografia foi realizada pela sonda Messenger, que está na órbita do planeta mais próximo ao Sol desde março de 2011.

As cores não reproduzem exatamente como o planeta seria visto por olhos humanos, mas ressaltam as diferenças entre os minerais, as crateras, o relevo e a composição química encontrada em Mercúrio.

Imagem colorida do planeta Mercúrio divulgada pela Nasa (Foto: Nasa/AFP) 
Imagem colorida do planeta Mercúrio divulgada pela Nasa (Foto: Nasa/AFP)
 
Áreas marcadas em azul escuro indicam um fenômeno geológico na crosta do planeta que é rico em um mineral escuro e opaco. Já as regiões da cor marrom indicam planícies formadas pela erupção de lava.

A sonda Messenger foi a primeira nave a realizar o feito de acompanhar a órbita de Mercúrio. Desde então, ela já enviou mais de 88 mil imagens para a agência espacial.

Simulati gli impatti che hanno generato i crateri di Vesta

Rappresentazione artistica della collisione che ha generato il cratere gigante Rheasilvia, nel polo Sud di Vesta (fonte: Martin Jutzi)  
Rappresentazione artistica della collisione che ha generato il cratere gigante Rheasilvia, nel polo Sud di Vesta (fonte: Martin Jutzi)
 
Sono stati simulati al computer i giganteschi impatti che hanno formato i crateri nel polo Sud dell'asteroide Vesta. La simulazione, che si è guadagnata la copertina di Nature, si deve a un gruppo di ricerca coordinato da Martin Jutzi, dell'università svizzera di Berna, e offre indizi sulla struttura interna di questo asteroide.

Secondo asteroide più grande della fascia compresa fra Marte e Giove, Vesta sembra essere un embrione di pianeta intatto, con una composizione simile a quella di alcune meteoriti. Secondo la simulazione la sua superficie è costellata da ampie zone ricche di minerali tipici delle rocce magmatiche, come l'olivina; la crosta inoltre sarebbe spessa circa 100 chilometri e ricca di frammenti di meteoriti chiamati diogeniti.

I ricercatori hanno fatto una simulazione in 3D degli impatti che hanno dato origine a due crateri sovrapposti nell'emisfero meridionale, scoperti dalla sonda americana Dawn che sta osservando l'asteroide da vicino. I due bacini si chiamano Veneneia e Rheasilvia. Quest'ultimo è il più giovane e la simulazione ha riprodotto fedelmente la forma e caratteristiche di entrambi. Per simulare la formazione di Veneneia, i ricercatori hanno immaginato l'impatto di un 'proiettile cosmico', del diametro di 64 chilometri, che abbia impattato l'asteroide circa 2 miliardi di anni fa.

Sul bacino nato dalla catastrofica collisione, un miliardo di anni più tardi si sarebbe abbattuto un altro 'proiettile cosmico' del diametro di 66 chilometri ed entrambe le collisioni avrebbero provocato l'espulsione dei materiali che si trovavano nella crosta dell'asteroide, ad una profondità compresa fra 60 e 100 chilometri.


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