sexta-feira, 5 de julho de 2013

Satélite que monitorava oceanos falha e é desativado, diz Nasa

Jason-1 está no espaço desde 2001 e ajudou a meteorologia.
Equipamento feito pelos EUA e França falhou em transmissão de dados.

Da AP
Ilustração mostra satélite Jason-1, projeto dos EUA e França, que desde 2001 monitorava os oceanos. Equipamento entrou em colapso e parou de transmitir dados para a Terra (Foto: Arquivo/Nasa/AP) 
Ilustração mostra satélite Jason-1, projeto dos EUA e França, que desde 2001 monitorava os oceanos. Equipamento entrou em colapso e parou de transmitir dados para a Terra (Foto: Arquivo/Nasa/AP)
 
O satélite Jason-1, que acompanhou o aumento do nível do mar por mais de uma década e ajudou meteorologistas de todo mundo a realizarem melhores previsões meteorológicas, entrou em colapso nesta quarta-feira (3) e já não consegue mais realizar transmissões de dados.

O equipamento foi construído em uma parceria entre os Estados Unidos e a França, sendo lançado ao espaço em 2001. De acordo com a agência espacial americana, Nasa, o satélite deve ficar sem bateria nos próximos 90 dias, mas vai permanecer em órbita por pelo menos mil anos antes de cair em qualquer parte do planeta.

O Jason-1 foi responsável por realizar uma vasta varredura da superfície dos oceanos, realizando medições precisas sobre a altura das ondas e as mudanças de temperatura nos mares.

Além disso, segundo os cientistas, o equipamento foi fundamental para controlar dados sobre o El Niño e outras condições climáticas. O El Niño é caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico perto dos trópicos, afetando o regime de chuvas nessas regiões.

Estudo mostra novas evidências sobre a formação de galáxias

Galáxias crescem ao agregarem material que a rodeia, dizem cientistas.
Dados foram coletados no Observatório Austral Europeu (ESO).

Da EFE

Concepção artística de uma galáxia agregando material do meio circundante (Foto: Divulgação/ESO) 
Concepção artística de uma galáxia agregando material do meio circundante
 (Foto: Divulgação/ESO)
 
Cientistas do Observatório Austral Europeu (ESO) conseguiram observar uma galáxia no processo de absorção de gás do exterior, a melhor evidência direta obtida até o momento para sustentar as teorias existentes sobre a formação das galáxias.

Os dados, coletados com a ajuda do telescópio VLT que fica no Deserto do Atacama (Chile), reforçam as teorias que defendem que as galáxias atraem e "consomem" matéria próxima para possibilitar a formação estelar e impulsionar a própria rotação.

O objeto de estudo, que deu origem a conclusões publicadas nesta quinta-feira (4) em um artigo na revista "Science", foi um estranho alinhamento entre uma galáxia distante e um "quasar" - núcleo brilhante alimentado por um buraco negro supermassivo.

"Este tipo de alinhamento é muito incomum e nos permitiu fazer observações únicas", explicou o autor principal do artigo, Nicolas Bouché, em comunicado divulgado pelo ESO, sediado em Garching (Alemanha).

A luz do quasar atravessa o material que rodeia a galáxia antes de chegar à Terra, o que faz com que seja possível explorar de forma detalhada as propriedades do gás que fica no entorno da galáxia. "Esses novos resultados nos oferecem a melhor visão obtida até o momento de uma galáxia em pleno processo de 'ingestão'"', ressaltou o ESO.

Durante o processo de criação de novas estrelas, as galáxias esgotam rapidamente suas reservas de gás, que, por isso, deve ser repostas gradualmente para que a atividade possa continuar.

O coautor do artigo, Michael Murphy, garantiu que as propriedades do gás são exatamente as que os cientistas esperavam encontrar, já que se movimenta como supunham, além de estar presente nas quantidade e composição corretas estipuladas nos modelos previamente desenvolvidos.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Foguete russo carregado com satélites cai logo após decolar



Foguete desviou trajetória segundos após decolagem.
Queda ocorreu em base no Cazaquistão e não deixou vítimas.

Da EFE

 
 

O foguete russo Proton-M que colocaria três satélites em órbita caiu na base de Baikonur, no Cazaquistão, nesta terça-feira (2). Segundo a agência de notícias Interfax, o acidente ocorreu alguns instantes após o lançamento.

Nos primeiros segundos de voo, o foguete desviou sua trajetória e caiu no território da base sem que houvesse vítimas, segundo informações preliminares.

O foguete levava três satélites Glonass-M, que seriam colocados em órbita para formar o sistema de posicionamento russo GLONASS, análogo ao GPS que pertence aos Estados Unidos.

Fontes da indústria espacial citadas pela Interfax estimaram em US$ 200 milhões as perdas causadas pelo acidente.

Não é a primeira vez que a Rússia perde três satélites Glonass-M em um lançamento. No dia 5 de dezembro de 2010, três equipamentos dessa série caíram no Oceano Pacífico.

Técnico observa explosão de foguete russo (Foto: STR/AFP) 
Técnico observa explosão de foguete russo (Foto: Natalia Kolesnikova/AFP)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

In scena le costellazioni estive

Star Trail, foto di Marco Meniero (fonte: Marco Meniero, www.meniero.it)  
Star Trail, foto di Marco Meniero (fonte: Marco Meniero, www.meniero.it)
 
Le stelle Vega, Altair e Deneb sono le ‘regine’ del cielo di luglio. Le brevi notti estive costringono ad attendere la tarda serata perché la piena oscurità consenta di osservare chiaramente la volta celeste e di vedere, guardando verso Sud-Est, queste tre stelle particolarmente brillanti. Unendole idealmente con tre segmenti è possibile tracciare nel cielo il cosiddetto 'Triangolo Estivo'. Per tutta la stagione, rileva l’Unione Italiana Astrofili (Uai), questo inconfondibile gruppo di astri si troverà ben alto sopra le nostre teste a sovrastare il cielo d'estate.

Delle tre stelle Vega è decisamente la piu’ brillante. E’ infatti la seconda stella più luminosa del cielo estivo, preceduta soltanto da Arturo, che si trova nella costellazione del Bootes, impercettibilmente più luminosa.

Deneb merita un'attenzione particolare perche’ , fra le stelle brillanti, è la più lontana visibile a occhio nudo. Si trova infatti a oltre 1.600 anni luce dalla Terra, vale a dire che la luce che percepiamo è stata emessa 16 secoli fa, poco prima del crollo dell'Impero Romano. Al confronto, Altair è cento volte più vicina (dista solo 16 anni luce) e Vega è lontana circa 27 anni luce. Questi ultimi due astri sono quindi luminosi principalmente per effetto della loro distanza relativamente piccola. Deneb è invece una supergigante azzurra, con un diametro pari a oltre 150 volte quello del Sole ed una luminosità di decine di migliaia di volte superiore.

Vega, Altair e Deneb fanno parte di costellazioni distinte: rispettivamente Lira, Aquila e Cigno.

Oltre a Vega, la costellazione della Lira comprende un piccolo gruppo di quattro stelle disposte a parallelogramma. La costellazione raffigura lo strumento musicale di Orfeo, affranto dal dolore per la morte della moglie Euridice. La costellazione dell'Aquila ha invece una forma a "T", e Altair ne rappresenta la testa. La costellazione del Cigno, nella quale si trova Deneb, è chiamata anche Croce del Nord, per la sua forma facilmente riconoscibile. Deneb in arabo significa coda e la stella rappresenta la coda dell'animale in cui si trasformò Zeus per sedurre Leda.

Il cielo di luglio permette anche di prepararsi allo spettacolo delle stelle cadenti, che culminerà in agosto. Fin da questi giorni, infatti aumenta il numero degli sciami e delle stelle cadenti stesse. In buone condizioni di osservazione, lontani da sorgenti luminose e con un’aria sufficientemente trasparente , è possibile vedere le prime stelle cadenti, che cominciano a sfrecciare nel cielo al ritmo di oltre 20 in un’ora. Farà eccezione la notte del 22 luglio, quando la luce della luna piena ridurrà di una decina di volte il numero delle meteore.

Le serate più favorevoli per osservare le stelle cadenti sono quelle del 7 e 8 luglio, con la corrente delle gamma Draconidi, 11 e 12 luglio con lo sciame delle beta Capricornidi, 17 e 18 luglio con le Aquilidi e le omicron Draconidi, fino pioggia irregolare e imprevedibile delle alfa Cignidi (20 e 21 luglio)


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sábado, 29 de junho de 2013

Sonda Voyager 1 ainda não saiu do Sistema Solar, apontam estudos



Artigos sobre a sonda da Nasa foram publicados na revista 'Science'.
Objetivo inicial do equipamento era investigar os planetas do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo

Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra (Foto: Nasa/Divulgação) 
Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra
 (Foto: Nasa/Divulgação)
 
Estudos divulgados na edição impressa da revista “Science” desta sexta-feira (28) apontam que a sonda Voyager 1, da agência espacial americana (Nasa) ainda permanece no Sistema Solar. Desde o verão passado, o equipamento explora território virgem, onde é possível sentir os efeitos do espaço interestelar. Os cientistas desconhecem a amplitude dessa região ou quanto mais a sonda deve viajar para sair, definitivamente, do Sistema Solar.

“Poderá ocorrer em qualquer momento ou demorar vários anos”, afirmou Ed Stone, cientista-chefe do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, responsável pela missão, referindo-se à saída da Voyager da região. Stone descreveu inicialmente essa zona inexplorada em uma reunião da Associação de Geofísica dos Estados Unidos, ocorrida no ano passado. Três artigos publicados na “Science” desta semana confirmaram a informação.

Pouco depois que a Voyager 1 entrou nesta região, em agosto passado, partículas carregadas de baixa energia, que até o momento a sonda havia detectado em abundância, de repente, se afastaram, enquanto que raios cósmicos de alta energia do espaço interestelar começaram a atingir o equipamento.

As leituras de um dos instrumentos da sonda mostraram um aumento abrupto da intensidade do campo magnético, mas nenhuma mudança na direção, um sinal de que a sonda não saiu do Sistema Solar.

Projeto ambicioso
A Voyager-1 foi lançada em 5 de setembro de 1977 e sua "sonda irmã", a Voyager-2, em agosto do mesmo ano. O objetivo inicial das duas sondas era investigar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno - tarefa que completaram em 1989.

Em seguida, elas foram enviadas para mais além no espaço, na direção do centro da Via Láctea. No entanto, suas fontes de energia, feitas de plutônio, devem parar de produzir eletricidade em cerca de 10 a 15 anos, quando seus instrumentos e transmissores irão parar de funcionar.

As Voyagers se tornarão "embaixadores silenciosos" da Terra enquanto se movem pela galáxia. Ambas transportam discos de cobre banhados a ouro com gravações de saudações em 60 línguas, amostras de música de diferentes culturas e épocas, sons naturais da Terra e outros sons produzidos pelo homem.

Il 'collezionista' di stelle si prepara al lancio

Rappresentazione artistica della missione europea Gaia (fonte: ESA) 
Rappresentazione artistica della missione europea Gaia (fonte: ESA)
 
Il 'collezionista' di stelle dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa), la missione Gaia ideata per realizzare il piu' grande catalogo delle stelle della Via Lattea e realizzarne cosi' una mappa in 3D, partira' il 25 ottobre dallo spazioporto di Kourou, nella Guyana Francese.

Il satellite, presentato alla stampa negli stabilimenti di Tolosa della Astrium, l'azienda responsabile della realizzazione, ha appena completato i test di verifica e sara' ora trasferito via nave in Guyana, da dove verra' lanciato a bordo di un lanciatore Soyuz.

'' L'obiettivo principale di Gaia - ha spiegato Giuseppe Sarri, direttore del progetto - sara' realizzare una dettagliatissima mappa tridimensionale della Via Lattea, e identificare anche un gran numero di pianeti extrasolari''.

Durante la sua missione di 5 anni, Gaia identifichera' posizione, composizione, luminosita' e velocita', di circa 1 miliardo di stelle presenti nei 'paraggi' della Terra e fare cosi' una 'foto di gruppo' di tutti i nostri vicini. Grazie ai suoi sensibilissimi strumenti di misura, tra cui un mosaico di fotocamere per un totale di 1 miliardo di pixel, ''Gaia potra' riconoscere stelle - ha proseguito Sarri - con una luminosita' 40.000 volte inferiore di quelle visibili dall'occhio umano''.

Gaia non orbitera' vicino alla Terra, ma 'accompagnera'' il movimento del nostro pianeta attorno al Sole da una distanza di circa 1,5 milioni di chilometri, posizionata nel punto di Lagrange 2 (L2), una posizione nella quale l'attrazione gravitazionale di Terra, Luna e Sole s annullano e non costituiscono un disturbo per il satellite.

Nel corso della missione il 'collezionista' realizzera' circa 70 scansioni complete del cielo e permettera' di identificare centinaia di migliaia di oggetti cosmici diversi, come le nane brune oppure la distribuzione della materia oscura, aiutando cosi' a comprendere l'origine dell'Universo. ''La missione di Gaia - ha proseguito ancora Sarri - vede anche una partecipazione italiana non trascurabile, sia sul piano industriale che scientifico''. Alla realizzazione di questa grande mappa in 3D della nostra galassia hanno infatti partecipato Selex Galileo, Silo e Thales Alenia Space, e vedra' la partecipazione di una parte della comunita' scientifica italiana anche per l'analisi dei tanti dati che Gaia mandera' a Terra. Gli oltre 40 gigabyte di informazioni che il satellite inviera' ogni giorno (nei 5 anni l'equivalente di oltre 1 milione di Cd) sara' elaborata da un consorzio di enti di ricerca e universita', tra cui l'Osservatorio di Torino.


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E' morta Margherita Hack . Addio signora delle stelle


Margherita Hack

E' morta Margherita Hack
L'astrofisica Margherita Hack e' morta la notte scorsa all'ospedale di Cattinara dove era ricoverata da una settimana. Aveva compiuto 91 anni il 12 giugno scorso.

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Nasa lança telescópio espacial para estudar atmosfera solar

Da France Presse
 

Foguete Pegasus XL leva satélite IRIS ao espaço. (Foto: Reprodução / Nasa) 
Foguete Pegasus XL leva satélite IRIS ao espaço.
(Foto: Reprodução / Nasa)
 
 
A Nasa lançou na madrugada desta sexta-feira (28) um telescópio espacial para começar a desvendar os segredos da baixa atmosfera do Sol, região desconhecida onde se formam os ventos solares que castigam a Terra regularmente.

O satélite IRIS ('Interface Region Imaging Spectrograph') decolou no foguete Pegasus XL, da empresa americana Orbital Sciences. O lançamento ocorreu na base militar de Vandenberg, na Califórnia, às 2h27 
GMT desta sexta (23h27 de quinta, 27, em Brasília).

O IRIS ficará em uma órbita a 643 km da Terra antes de abrir seus painéis solares. O custo da missão é de US$ 182 milhões.

Esse telescópio ultravioleta pode captar imagens de alta resolução a poucos segundos de intervalo nessa região pouco explorada do Sol situada em sua superfície e sua coroa. A coroa se estende por vários milhões de quilômetros, diluindo-se no espaço.


O satélite IRIS ('Interface Region Imaging Spectrograph').  (Foto: Jim Dowdall / Nasa / Lockheed Martin / Via Reuters ) 
O satélite IRIS ('Interface Region Imaging Spectrograph').
 (Foto: Jim Dowdall / Nasa / Lockheed Martin / Via Reuters )
 
O objetivo dessa missão de pelo menos dois anos é entender como são gerados os ventos solares carregados de partículas magnéticas nessa misteriosa zona.

Assim, será possível melhorar a previsão sobre as tempestades magnéticas que se dirigem para a Terra e que são um fator de perturbação para a rede elétrica. Essa região do Sol é também uma fonte de emissões de raios ultravioletas que têm um impacto na base da atmosfera e no clima terrestre, de acordo com a Nasa.
"O IRIS vai ampliar nossas observações do Sol para uma região até o momento difícil de estudar", explicou Joe Davila, do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa e responsável científico da missão IRIS.

Regiões mais baixas da atmosfera do Sol, em imagem divulgada pela agência espacial americana (Foto: Nasa/AP) 
Região baixa da atmosfera do Sol, em imagem divulgada pela Nasa. (Foto: Nasa / AP Photo)
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Cápsula espacial Shenzhou-10, da China, retorna à Terra

Os três astronautas voltaram em segurança após concluir missão.
Pequim quer instalar uma estação espacial habitada até 2020.

Da France Presse
A primeira astronauta chinesa enviada ao espaço foi Liu Yang, sai da cápsula Shenzhou-10. (Foto: Xinhua,Ren Junchua/AP) 
A primeira astronauta chinesa enviada ao espaço foi Liu Yang, sai da cápsula Shenzhou-10.
 (Foto: Xinhua,Ren Junchua/AP)
 
A cápsula Shenzhu-10 regressou à Terra, pousando em segurança no território chinês após a conclusão da missão tripulada mais longa da história espacial da China.

Shenzhu-10, que significa 'Navio Divino', transportava dois homens e uma mulher - a primeira a ser enviada pela China ao espaço. Ela pousou nesta quarta-feira (26) às 8h07 local (21h08 de terça-feira, em Brasília) nas estepes da Mongólia interior, após 15 dias em órbita da Terra.

A missão faz parte de mais uma etapa do ambicioso programa espacial chinês. Pequim fixou como objetivo instalar uma estação espacial habitada até 2020.

Cápsula espacial chinesa Shenzhou-10 retorna à terra e pousa na Mongólia. (Foto: Xinhua,Ren Junchua/AP) 
Cápsula espacial chinesa Shenzhou-10 pousa
na Mongólia. (Foto: Xinhua,Ren Junchua/AP)
 
A TV chinesa mostrou técnicos em torno da cápsula para abrir a escotilha de aço, e a aproximação dos médicos que farão as primeiras avaliações nos três tripulantes. Logo em seguida, fotos dos tripulantes foram divulgadas pela Xinhua New, a agência oficial da China.

Missão
A nave chinesa Shenzhou-10 retornou após concluir uma missão em que estava previsto o acoplamento manual a um módulo espacial. Os astronautas acoplaram a nave duas vezes ao módulo espacial Tiangong-1, onde realizaram experimentos médicos. Uma palestra à distância foi dada para crianças em idade escolar, acrescentou a agência.

A nave espacial concluiu a difícil manobra de se desacoplar manualmente do módulo antes de retornar à sua órbita anterior. Foi o primeiro teste do gênero do tipo realizado pela China, sgundo a Xinhua, e marca o avanço do país rumo à meta de construir uma estação tripulada permanente no espaço até 2020.

Só em 2003, o país asiático enviou seu primeiro "taikonauta" (nome pelo qual astronautas são conhecidos na China) ao espaço. O desenvolvimento espacial chinês ainda é menor do que o da Rússia e dos Estados Unidos, segundo a agência France Presse. Mas o programa é muito ambicioso e inclui planos de levar um chinês à Lua no futuro.

Pequim vê seu programa espacial bilionário como um símbolo de seus esforços para obter uma posição global de destaque, por meio do desenvolvendo da tecnologia, de acordo com a France Presse.

Após falha, Nasa atrasa lançamento de sonda para estudar Sol em um dia

Sonda Iris vai ser lançada nesta quinta (27) para estudar a atmosfera solar.
Lançamento foi adiado devido à problema de energia em base americana.

Do G1, em São Paulo
 

Regiões mais baixas da atmosfera do Sol, em imagem divulgada pela agência espacial americana (Foto: Nasa/AP) 
Região baixa da atmosfera do Sol, em imagem divulgada pela agência espacial americana
 (Foto: Nasa/AP)
 
A agência espacial americana (Nasa) adiou em um dia o lançamento de uma nova sonda para pesquisar o Sol. Chamada de Iris (sigla para espectógrafo de imagem e interface de região, em tradução livre do inglês), a sonda seria lançada nesta quarta-feira (26), mas vai ser enviada ao espaço apenas na quinta (27) devido a uma falha de energia.

A queda de energia ocorreu na base da Força Aérea Americana de Vandenberg, na Califórnia, segundo a agência. O problema atrasou a preparação para o lançamento nesta quarta, mas a Nasa acredita que a eletricidade vai estar restabelecida e a situação resolvida a tempo, até quinta-feira.

A sonda Iris fará observações sobre como o material solar se move, acumula energia e se aquece enquanto viaja por uma região pouco estudada na atmosfera baixa da estrela, diz uma nota da Nasa.

"As interações entre as regiões da fotosfera [superfície solar mais visível] e da coroa do Sol alimentam a atmosfera solar, que tem um calor da ordem de milhões de graus centígrados, e direcionam o vento solar", afirma a agência espacial, em nota.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Il 26 giugno il lancio di Iris

Il nuovo occhio della Nasa sul Sole


Il satellite della Nasa Iris (fonte: VAFB/Rnady Beaudoin) 
 Il satellite della Nasa Iris (fonte: VAFB/Rnady Beaudoin)
 
E' previsto per domani il lancio di 'Iris', la nuova missione della Nasa che punta a studiare con una precisione senza precedenti lo strato più basso dell'atmosfera del Sole, la cosiddetta cromosfera, che costituisce il 'motore' del vento solare e la fonte principale dei raggi ultravioletti.

Lo spettrografo Iris (Interface Region Imaging Spectrograph) sarà portato in orbita dal razzo Pegasus XL, che spiccherà il volo da Vandenberg, in California, a bordo dell'aereo L-1011 della Orbital Sciences.
 
Viaggiando dal Polo Nord al Polo Sud, a 660 chilometri dalla superficie terrestre, Iris passerà ogni giorno sopra lo stesso punto della Terra più o meno sempre alla stessa ora locale, seguirà cioè un'orbita polare sincrona rispetto al Sole.
 
Grazie al suo telescopio, svelerà le dinamiche ancora poco chiare dell'atmosfera solare, e in particolare i meccanismi con cui materia ed energia si muovono dalla superficie del Sole fino allo strato atmosferico più esterno (corona) passando da una temperatura di 6.000 gradi a oltre un milione di gradi. Ogni cinque secondi, Iris fotograferà ad alta definizione piccole porzioni del Sole, tanto che ogni scatto ritrarrà solo l'1% della stella, permettendo di riconoscere anche oggetti relativamente piccoli, grandi fino a 240 chilometri.
 
''Iris - afferma il vice responsabile scientifico della missione Adrian Daw - ci mostrerà la cromosfera con una precisione senza precedenti: credo proprio che vedremo qualcosa di inaspettato''. La missione cade infatti in un periodo particolarmente interessante: questi mesi rappresentano proprio il culmine del ciclo di 11 anni dell'attività solare, e per il prossimo novembre è previsto anche il passaggio ravvicinato della cometa Ison.

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Cientistas podem ter encontrado até sete planetas em torno de estrela

Cientistas estimam três exoplanetas em torno da estrela Gliese 667C.
Dados foram obtidos com a ajuda de telescópios do ESO.

Do G1, em São Paulo
Impressão artística do sistema em torno da estrela Gliese 667 (Foto: Divulgação/ESO)
Impressão artística do sistema em torno da estrela Gliese 667 (Foto: Divulgação/ESO)

Uma equipe de astrônomos do  Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (25) a descoberta de um sistema de até sete planetas que orbita a estrela Gliese 667C, sendo que três deles seriam exoplanetas, com forte possibilidade de existir ali alguma zona habitável.

Estudos anteriores apontaram que a estrela Gliese 667C abrigava três planetas, um deles considerado uma super-Terra. Agora, após uma reavaliação do sistema, os astrônomos acrescentaram novas observações feitas com o equipamento Very Large Telescope, do ESO.

Com isso, encontraram provas de que pode haver até sete planetas em torno da estrela. Os cientistas confirmaram que três desses planetas seriam exoplanetas.

A Gliese 667C tem um terço da massa do Sol, encontra-se na constelação de Escorpião e é uma estrela fria e tênue. Isso faz com que a zona habitável se encontre em uma área do tamanho da órbita de Mercúrio, muito mais próximo da estrela do que no caso do nosso Sol.
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Ilustração mostra possibilidade de haver até sete planetas em torno da estrela Gliese 667C (Foto: Divulgação/ESO) 
Ilustração mostra possibilidade de haver até sete planetas em torno da estrela Gliese 667C (Foto: Divulgação/ESO)

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