quarta-feira, 12 de março de 2014

La più grande stella gialla mai vista

Rappresentazione artistica della stella ipergigante gialla HR5171A con la sua compagna (fonte: ESO)  
Rappresentazione artistica della stella ipergigante gialla HR5171A con la sua compagna (fonte: ESO)
 
 
Ha un diametro che supera di 1.300 volte quello del Sole: è la più grande stella gialla mai scoperta e una delle dieci stelle più grandi finora note. La stella ipergigante, descritta sulla rivista Astronomy & Astrophysics, si chiama HR5171A, ha una temperatura superficiale di circa 5.000 gradi e fa parte di un sistema stellare doppio. Ha cioè una stella compagna talmente vicina da essere quasi in contatto con lei.

A scoprirla, con il telescopio Vlti (Very Large Telescope Interferometer) dell’European Southern Observatory (Eso), è stato il gruppo di ricerca coordinato da Olivier Chesneau, dell’Osservatorio francese della Costa Azzurra.

"HR5171A e la sua compagna sono così vicine che quasi si toccano e l'intero sistema assomiglia a una gigantesca arachide", ha detto Chesneau.
 
Gli astronomi hanno osservato che la stella compagna, più piccola e solo leggermente più calda, compie una rivoluzione intorno alla gigantesca HR5171A ogni 1.300 giorni. Per Chesneau la presenza della stella compagna ''è molto significativa in quanto può avere un'influenza sulla sorte di HR5171A, per esempio strappandole gli strati esterni e modificandone l'evoluzione".

La stella gigante è anche del il 50% più grande della famosa supergigante rossa Betelgeuse ed è circa un milione di volte più luminosa del Sole.
 
Le stelle ipergiganti gialle sono molto rare: se ne conoscono solo una dozzina nella nostra galassia e l'esempio più noto è Rho Cassiopeiae. Sono tra le stelle più grandi e più brillanti e sono in una fase instabile della loro vita cambiando rapidamente stato e per questo motivo sono difficili da individuare.
 
A causa di questa instabilità, le ipergiganti gialle espellono materiale verso l'esterno, formando una grande atmosfera estesa attorno alla stella. Nonostante la sua grande distanza, di circa 12.000 anni luce dalla Terra, l'oggetto può quasi essere visto ad occhio nudo da persone con una vista molto acuta. Gli astronomi l'hanno scoperta con la tecnica chiamata interferometria, combinando cioè la luce raccolta da piccoli telescopi in modo da ottenere il risultato equivalemnte a quelo di un telescopio dal diametro teorico di circa 140 metri


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Observatório descobre a maior estrela amarela já encontrada

Corpo celeste tem tamanho 1.300 vezes maior que o diâmetro do Sol.
Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) fizeram a descoberta.

Da EFE
Impressão artística da estrela hipergigante amarela HR 5171 (Foto: Divulgação/ESO) 
Imagem mostra o campo em torno da estrela hipergigante amarela HR 5171
 (Foto: Divulgação/ESO)
 
 
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (12) que foi descoberta a maior estrela amarela já encontrada -- com tamanho superior a 1.300 vezes o diâmetro do Sol, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o momento.

Esta hipergigante, batizada de HR 5171 A, foi detectada com o interferômetro do telescópio VLT (Very Large Telescope) do observatório instalado em Nice, França, faz parte de um sistema composto por duas estrelas, onde a segunda, de menor tamanho, se encontra em contato com a maior.

Pesquisas feitas ao longo de 60 anos, algumas vezes por amadores, indicam que este estranho objeto muda rapidamente e foi detectado em uma fase muito breve e instável de sua vida. Devido a essa instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e estendida ao redor da estrela.

Os astrônomos utilizaram na pesquisa uma técnica chamada interferometria, que combina a luz recolhida por múltiplos telescópios individuais, recriando um telescópio gigante de mais de 140 metros de tamanho.

Impressão artística da estrela hipergigante amarela HR 5171 (Foto: Divulgação/ESO) 
Impressão artística da estrela hipergigante amarela HR 5171 (Foto: Divulgação/ESO)

quarta-feira, 5 de março de 2014

Nasa anuncia missão para lua de Júpiter que pode ter vida

Agência espacial anunciou plano de US$ 15 milhões para enviar missão não tripulada para Europa, a ser lançada após 2020.

Da BBC
 

Cientistas especulam se Europa, que é apenas uma das luas de Júpiter, pode ter vida (Foto: AP Photo/NASA ) 
Cientistas especulam se Europa, que é apenas uma das luas de Júpiter, pode ter vida
 (Foto: AP Photo/NASA )
 
 
A agência espacial americana, Nasa, anunciou planos de enviar uma missão não tripulada a Europa, a lua de Júpiter coberta de água e apontada por cientistas como um local onde pode haver vida.

A Nasa já separou US$ 15 milhões em sua proposta de orçamento para 2015 para iniciar o projeto. O lançamento da missão deve ocorrer, porém, só após 2020.

O administrador da agência, Charles Bolden, fez o anúncio da missão. A pedido do governo americano, a Nasa apresentou o orçamento para o ano fiscal de 2015 já prevendo este projeto.

Bolden destacou que no ano que vem a Nasa continuará a desenvolver "missões científicas que irão longe em nosso sistema solar, revelarão aspectos desconhecidos de nosso universo e fornecerão conhecimentos importantes sobre nosso planeta".

"Estão incluídas verbas para missões para Marte e a formulação (de um projeto) para uma missão para a lua de Júpiter, Europa", acrescentou.
 
Sem detalhes
Não foram divulgados mais detalhes a respeito da missão para Europa, mas a chefe do setor financeiro da Nasa, Elizabeth Robinson, confirmou na terça-feira que a missão só será iniciada na próxima década.

Segundo Robinson, o ambiente com muita radiação que predomina em volta de Júpiter e a distância da Terra serão os grandes desafios para este projeto.

A Nasa vai analisar várias ideias para uma missão a Europa e, por isso, a agência ainda não sabe o tamanho ou o custo exato do projeto, disse Robinson.

Para a chefe do setor financeiro da agência, um dos grandes objetivos será a busca de vida na água líquida que está logo abaixo da superfície coberta de gelo da lua de Júpiter.

Quando a Nasa enviou a sonda Galileu para Júpiter, em 1989, foram necessários seis anos para que a sonda chegasse ao quinto planeta do Sistema Solar.

Outras sondas da Nasa já passaram perto de Europa, especialmente a Galileu, mas nenhuma se concentrou especificamente na lua, que é uma das dezenas que orbitam Júpiter.

Cientistas acreditam que Europa é um ambiente promissor para a vida. Em 2013, foram descobertos jatos de água sendo expelidos através do gelo que cobre a lua.

Asteroide passará entre a Terra e a Lua nesta quarta

Chamado de 2014 DX110, ele tem o tamamnho de um campo de futebol.
Segundo a Nasa, passagem nesta quarta não deve causar danos.

Da France Presse
 

Um asteroide do tamanho de um campo de futebol está prestes a passar bem perto da Terra, mas não deve se chocar ou provocar qualquer dano ao planeta, informou a Nasa nesta quarta-feira (5).

Chamado de 2014 DX110, o asteroide fará parte de uma classe rara de objetos que chegará mais perto do planeta do que a Lua, e passará colado à Terra por volta das 21h GMT (18h de Brasília), informou a agência espacial.

"Assim como acontece cerca de 20 vezes por ano, de acordo com os recursos de detecção disponíveis, um conhecido asteroide passará nesta quarta-feira com segurança mais perto da Terra do que a distância entre o planeta e a Lua", declarou a Nasa em seu site.

Sua distância mínima em relação à Terra será de cerca de 350 mil quilômetros, um pouco mais perto do que a distância lunar média, de 385 mil quilômetros.

Acredita-se que o asteroide tenha 100 metros de diâmetro, ou 30 metros.

A Nasa descobriu o objeto como parte de seus esforços de monitoramento de asteroides, chamado de Near-Earth Object Observations Program.

segunda-feira, 3 de março de 2014

I buchi neri regalano energia alle galassie

Rappresentazione artistica di un buco nero che divora materia dalla stella compagna e nello stesso tempo diffonde energia emanando getti luminosi (fonte: T.D. Russell, ICRAR-Curtin, utilizzando BINSIM di R.Hynes, LSU))  
Rappresentazione artistica di un buco nero che divora materia dalla stella compagna e nello stesso tempo diffonde energia emanando getti luminosi (fonte: T.D. Russell, ICRAR-Curtin, utilizzando BINSIM di R.Hynes, LSU))
 
I buchi neri non sono soltanto dei voraci divoratori di materia, rilasciano anche energia nelle galassie che li ospitano, sotto forma di vento e getti luminosi. Lo dimostra lo studio pubblicato questa settimana sulla rivista Science e coordinato dal dott. Roberto Soria, che lavora nel Centro Internazionale di Radioastronomia (ICRAR) che si trova a Perth, in Australia. La scoperta contribuirà a comprendere meglio i segreti dei buchi neri, della loro evoluzione e degli effetti che esercitano sulle galassie che li ospitano.

I ricercatori hanno osservato per oltre un anno un buco nero situato a 15 milioni di anni luce da noi, nella galassia chiamata M83. Questo oggetto ha una massa relativamente piccola (meno di 100 volte la massa del Sole), ma produce dei getti di materia molto potenti, che colpiscono il gas circostante e gonfiano una bolla di gas caldo attorno al buco nero. La potenza di questo forte vento e' addirittura superiore al cosiddetto limite di Eddington, che si pensava fosse difficile da superare. A quella luminosita', infatti, la luce emanata dal materiale in caduta verso il buco nero e' cosi' intensa da bloccare la discesa di altro gas.

Ma il buco nero osservato nella galassia M83, con i suoi potenti getti, sembra essersi infischiato di questo limite per gli ultimi 20 mila anni, durante i quali ha riversato nel gas circostante l'energia equivalente a quella di 10 esplosioni stellari (supernove). Per fare questo, spiega all'ANSA il dott. Soria, il buco nero deve ricevere un'enorme quantità di gas proveniente da una stella vicina, che è divorata dal buco nero. Come conseguenza di questo pasto luculliano, l'oggetto, prosegue Roberto Soria, non solo ingrassa ma rilascia tantissima energia sotto forma di raggi X, vento e getti di particelle quasi alla velocita' della luce.

"Le nostre osservazioni dimostrano che anche buchi neri piccoli (formati da collassi stellari) possono avere un grande effetto di riscaldamento sul gas di una galassia", sottolinea il dott. Soria. Buchi neri cosi' potenti possono riscaldare il gas al punto da impedire la formazione di nuove stelle (che richiede gas freddo) o addirittura spazzarlo via. Questo e' successo in molte galassie nel primo miliardo di anni dopo il Big Bang.

Oggi buchi neri cosi' ingordi e potenti sono rari. Trovarne uno in una galassia cosi' vicino alla nostra e' come avere a disposizione, conclude il dott. Soria, un modellino che ci aiuta a vedere come si comportavano 12 miliardi di anni fa i loro fratelli piu' grandi (oggi in maggiornza spenti), che stavano ingozzandosi di gas al centro delle loro galassie. 


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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Equipamento da Nasa capta explosão solar considerada a mais forte de 2014

Evento foi no fim de janeiro, mas agência divulgou imagens nesta terça (25).
Fenômeno afeta o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.

Do G1, em São Paulo

 

Explosão solar foi detectada por equipamento da Nasa em 28 de janeiro deste ano (Foto: SDO/Nasa/Reuters) 
Explosão solar foi detectada por equipamento da Nasa em 28 de janeiro deste ano 
(Foto: SDO/Nasa/Reuters)
 
 
A agência espacial americana (Nasa) divulgou nesta terça-feira (25) imagens de uma forte tempestade solar registrada pelo satélite Iris (Interface Region Imaging Spectrograph) no dia 28 de janeiro.

Segundo a Nasa, foi a mais forte explosão solar captada pela sonda desde seu lançamento, no início do segundo semestre do ano passado.

O equipamento é responsável por realizar imagens em alta resolução de uma região pouco explorada do Sol, chamada baixa atmosfera. É lá que se formam os ventos solares que atingem a Terra regularmente.

O fenômeno não tem impacto direto sobre as pessoas nem sobre a natureza, mas pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.

Além disso, a interferência causada pela radiação solar faz com que algumas companhias desviem voos próximos aos polos. As auroras boreal e austral também são provocadas por essa interação.


Segundo a agência espacial americana, explosão foi a mais forte registrada pelo equipamento chamado Iris (Foto: SDO/Nasa/Reuters) 
Segundo a agência espacial americana, explosão foi a mais forte registrada pelo equipamento chamado Iris (Foto: SDO/Nasa/Reuters)

È in corso una eruzione solare da record

La più violenta dall'inizio dell'anno


L'eruzione solare più violenta dell'anno, ripresa dall'osservatorio Sdo, della Nasa (fonte: NASA/SDO) 
 L'eruzione solare più violenta dell'anno, ripresa dall'osservatorio Sdo, della Nasa 
(fonte: NASA/SDO)
 
 
È in corso una eruzione solare da record: la più violenta registrata dall'inizio dell'anno e una delle più intense del ciclo solare attuale. Nonostante l'intensità, non c'è pericolo di tempeste solari perché lo sciame di particelle liberato non si dirige verso la Terra. Gli effetti ''sono mitigati dalla posizione in cui è avvenuta l'eruzione, vicino al lembo sud-orientale del Sole, e non di fronte alla Terra'' tranquillizzano gli esperti dal programma Space Situational Awareness (Ssa) dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa).

L'eruzione è stata definita dal programma Ssa di classe X, la più alta su una scala di 5 classi di potenza. La nube di particelle solari emessa dall'eruzione, che si espande alla velocità di 2.000 chilometri al secondo, per ora quindi non è diretta verso la Terra. Se una nube di particelle solari in rapido movimento come questa colpisse il nostro pianeta, spiegano gli esperti, le conseguenti tempeste geomagnetiche che si verificherebbero potrebbero causare problemi ai voli, danni seri alle comunicazioni e agli elettrodotti.

La fonte dell'eruzione è una macchia solare molto produttiva, chiamata AR1967 che ha generato altri brillamenti da quando il Sole si è 'svegliato'. La nostra stella infatti si trova nella fase di massimo del ciclo di 11 anni dell'attività solare, motivo per cui potrebbero esserci anche altre eruzioni. Questa regione del Sole quindi resta una sorvegliata speciale soprattutto perché, a causa della rotazione del Sole, nei prossimi giorni si troverà di fronte alla Terra.

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Astrônomo espanhol grava impacto de asteroide contra a Lua

Choque de meteorito aconteceu no dia 11 de setembro do ano passado.
Asteroide pesava 400 kg e viajava a 60.000 km/h quando colidiu com a Lua.

Da France Presse

 
Imagem mostra o impacto de um meteorito na superfície da Lua em 11 de setembro de 2013 (Foto: J. Madiedo / MIDAS) 
Imagem mostra o impacto de um meteorito na superfície da
Lua em 11 de setembro de 2013 (Foto: J. Madiedo/MIDAS)
 
Um astrônomo espanhol observou ao vivo a colisão de um asteroide do tamanho de uma geladeira contra a Lua, um fenômeno pouco frequente que foi gravado e analisado.

José María Madiedo, professor da Universidade de Huelva, observou no dia 11 de setembro de 2013 um potente clarão no Mare Nubium, uma cratera lunar repleta de lava solidificada.

A Real Sociedade Astronômica britânica, que informa sobre o ocorrido em sua revista mensal, indicou que o evento de oito segundos de duração foi tão luminoso quanto a estrela polar, razão pela qual poderia ter sido visto a partir da Terra sem a necessidade de telescópios.

"Neste momento, percebi que havia presenciado um acontecimento pouco frequente e extraordinário", destacou Madiedo. Os vídeos podem ser vistos na internet (http://youtu.be/perqv4qByaI e http://youtu.be/zCFDkj2JtyA).

O asteroide, tinha entre 60 centímetros 1,40 metro de diâmetro, pesava 400 quilos e viajava a uma velocidade de 60.000 km/h quando colidiu com a superfície lunar.

A rocha se vaporizou no momento do impacto, criando uma cratera de 40 metros de diâmetro e um intenso calor, causa do clarão observado da Terra.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

E' arrivato l'asteroide 1995CR .

L’asteroide 2014CR ripreso da Gianluca Masi  (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0) 
 L’asteroide 2014CR ripreso da Gianluca Masi 
(fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0)
 
Asteroidi in 'gita di gruppo' verso la Terra. Alle 12,08 (ora italiana) e'  avvenuto il passaggio ravvicinato di 1995CR, un sasso 'cosmico' del diametro di 210 metri; lo segue 2014CR, che transiterà vicino alla Terra il 24 febbraio, quando raggiungerà la minima distanza dal nostro pianeta alle 1,21 (ora italiana).

1995CR ha sfrecciato alla velocità massima rispetto alla Terra di 30 chilometri al secondo. Del diametro di 130 metri, 2014CR passerà invece alla velocita' di 12 chilometri al secondo.

I due asteroidi fanno parte della piccola 'comitiva' che in pochi giorni ci sta salutando da vicino, in una specie di 'gita di gruppo' alla quale partecipano quattro di questi fossili del Sistema Solare. I primi due sono passati nella prima meta' di febbraio e tutti insieme proseguiranno la corsa verso le regioni più interne del Sistema Solare.

''Ovviamente non corriamo alcun pericolo'', ha detto l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile scientifico del progetto Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma. ''Il primo oggetto celeste, nel momento del massimo avvicinamento, sarà a 3 milioni di chilometri dalla Terra, ossia 7,6 volte la distanza della Luna. Il secondo passerà a una distanza di poco superiore ai 3 milioni di chilometri''. Questi avvicinamenti, sottolinea Masi, sono occasioni preziose per gli esperti che studiano i cosiddetti Neo (Near-Earth Objects), ossia comete e asteroidi vicini alla Terra, in genere molto deboli da rilevare. Anche se in questo momento non rappresenta nessuna minaccia, solo 1995CR, precisa l'astrofisico, ''rientra nella categoria degli asteroidi potenzialmente pericolosi, che comprende gli oggetti che si trovano a una distanza minima dalla Terra inferiore a 7,4 milioni di chilometri e un diametro superiore a 150 metri ''.


Entrambi gli asteroidi sono visibili dall'Italia con un telescopio professionale oppure sarà possibile osservarli seguendo lo streaming delle immagini riprese dal Virtual Telescope e ritrasmesse in diretta sul canale Scienza e Tecnica dell'ANSA alle ore 21 di questa sera.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

La supernova asimmetrica

L'immagine della supernova  Cassiopeia A ripresa da Nustar. In blu le emissioni del Titanio 44 (fonte: Nature, Grefenstette e colleghi)  
L'immagine della supernova Cassiopeia A ripresa da Nustar. In blu le emissioni del Titanio 44 
(fonte: Nature, Grefenstette e colleghi)
 
 
La prima immagine di un'esplosione asimmetrica di una supernova offre elementi inediti per studiare queste esplosioni stellari che diffondono nel cosmo i mattoni della materia e della vita. La scoperta, pubblicata sulla rivista Nature, si deve al gruppo coordinato da Brian Grefenstette, del California Institute of Technology (Caltech).

Importante il contributo italiano, con Matteo Perri e Simonetta Puccetti, dell'Osservatorio di Roma dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e dello Science Data Center dell'Agenzia Spaziale Italiana (Asdc-Asi) e Paolo Giommi, responsabile del centro Asdc.

Grazie ai dati dell'Osservatorio spaziale a raggi X Nustar della Nasa, è stato possibile compiere un viaggio nel tempo nel cuore dell'esplosione della supernova Cassiopeia A, distante da noi 11.000 anni luce. E' una missione nella quale l'Italia ha un ruolo fondamentale, sviluppando il software per l'analisi dei dati presso il centro Asdc, in collaborazione con il gruppo di Caltech, e mettendo a disposizione la base di Malindi in Kenya, ha spiegato Giommi. Un gruppo di ricercatori dell'Inaf partecipa inoltre alla ricerca scientifica dei dati di Nustar.

I datri racolti nella missione hanno permesso di ottenere la prima mappa ad alta risoluzione delle emissioni di un elemento radioattivo prodotto durante l'esplosione, il Titanio 44. L'emissione, spiegano Perri e Puccetti, permette di osservare direttamente il materiale prodotto durante l'esplosione della supernova.

''L'immagine ottenuta – rileva Perri – mostra che la distribuzione del Titanio 44 nei resti della supernova non è omogenea: in alcune regioni si concentra e in altre diminuisce''. Questo significa che l'esplosione non è stata sferica ma asimmetrica cioè è avvenuta in modo diverso nelle differenti regioni della stella. Probabilmente a causa di una instabilità durante l'esplosione stellare.

Lo studio di questi dati, per Puccetti, aiuterà a ricostruire le fasi finali dell'evoluzione della stella esplosa. Le immagini mostrano inoltre che l'emissione del Titanio 44 non è distribuita come l'emissione del ferro. Poiché si pensa che entrambi gli elementi siano prodotti nella stessa fase di esplosione della stella, questo risultato implica che potrebbe esserci un meccanismo che disaccoppia la loro produzione. In alternativa, il ferro potrebbe non emettere nella zona dove è localizzato il Titanio 44 in quanto ancora non investito dall'onda d'urto dell'esplosione.


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L’illusione ottica di Galileo Dopo 400 anni svelato il mistero

A parità di dimensioni, un oggetto appare più grande quando è bianco su sfondo nero


A parità di dimensioni, un oggetto appare più grande quando è bianco su sfondo nero 
 
A parità di dimensioni, un oggetto appare più grande quando è bianco su sfondo nero
 
Dopo 400 anni è stato svelato il meccanismo di una delle più famose illusioni ottiche, quella che prende il nome da Galileo Galilei. Cioè il motivo per il quale un oggetto, a parità di dimensioni, sembra più grande quando è bianco su un fondo nero. Galileo è stato il primo a notarla e il segreto di quel fenomeno è stato annunciato in occasione dei 450 dalla sua nascita, avvenuta il 15 febbraio 1564.


 
 
LUCE E BUIO - Un gruppo di ricerca dell’Istituto di optometria della State University di New York ha riscontrato che l’illusione ottica è dovuta a come gli occhi vedono la luce e il buio. Quando Galileo puntò il suo cannocchiale verso il cielo si accorse che le dimensioni relative dei pianeti cambiavano guardandoli attraverso la lente: Venere per esempio sembra circa otto volte più grande di Giove, mentre in realtà quest’ultimo è quattro volte più grande di Venere. Galileo si rese subito conto che doveva trattarsi di un’illusione ottica, ma non riuscì mai a trovare una spiegazione del fenomeno.

CELLULE NERVOSE - Esaminando le risposte delle cellule nervose nel sistema visivo del cervello agli stimoli chiari e scuri, è stato infatti scoperto che, mentre gli stimoli scuri provocano una risposta neurale che riporta con precisione le dimensioni dell’oggetto osservato, gli stimoli luminosi «confondono» e producono risposte esagerate, che fanno sembrare l’oggetto più grande. Il l fenomeno è quindi dovuto alle caratteristiche dei circuiti neurali che si occupano di processare l’informazione visiva, che determinano una rappresentazione distorta della reale grandezza di un oggetto in funzione della sua luminosità. Più un oggetto è chiaro e luminoso, più ci sembrerà grande visto a occhio nudo. Perciò Venere, essendo più vicino alla Terra, appare più luminoso di Giove e sembra quindi più grande.
 
 
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Una 'sfilata' di tre asteroidi anticipa il Carnevale

L'asteroide 2014 BR57, fotografato da Gianluca Masi (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0) 
 L'asteroide 2014 BR57, fotografato da Gianluca Masi 
(fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0)
 
 
Sfilata di corpi celesti per 'festeggiare' il carnevale in anticipo: ben quattro asteroidi in pochi giorni salutano 'da vicino' il nostro pianeta. Dopo il passaggio del primo nella notte del 17 febbraio, si attende il transito di 2014 BR57, una montagna di roccia larga 60 metri. A seguire, il giorno successivo, sfileranno gli asteroidi 1995 CR e 2014 CR.

"Gli asteroidi sono oggetti estremamente affascinanti", ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile scientifico del progetto Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma. "Sono il residuo incontaminato del materiale che componeva il Sistema Solare degli albori, quando i pianeti stavano appena cominciando la loro formazione", ha spiegato. Questi frammenti, più o meno grandi, orbitano ancora attorno al Sole e nel loro vagare possono passare vicino alla Terra.

In queste ore ben quattro di questi 'fossili' celesti regaleranno una incredibile sfilata, quasi ad anticipare di pochi giorni il carnevale.

Dopo il passaggio ravvicinato dell'asteroide 2000 EM26, con un diametro stimato di circa 200 metri (quasi come due campi di calcio), sfilato la scorsa notte, nelle prossime ore sarà il turno di 2014 BR57, 1995 CR e 2014 CR.
 
Il passaggio ravvicinato non rappresenta nessun pericolo per il pianeta, il più vicino (2014 BR57) passerà infatti a 1.680.000 chilometri da noi, più di 4 volte la distanza che ci separa dalla Luna.

Per osservali sarà necessario attrezzarsi con un telescopio, anche piccolo, oppure seguendo lo streaming delle immagini riprese dal Virtual Telescope e ritrasmesse in diretta sul canale Scienza e Tecnica dell'ANSA.
Condizioni meteo permettendo, e le previsioni lasciano per ora ben sperare, gli appuntamenti per le dirette sono programmate per il 19 febbraio alle 21.00, per il primo ospite della sfilata (2014 BR57) e per il 20 febbraio sempre alle 21.00 per seguire gli ultimi due asteroidi.

"Il passaggio di 4 asteroidi in così poche ore - ha sottolineato Masi - rappresenta una semplice coincidenza. Non esiste alcun pericolo maggiore e non vuol dire neanche che questi oggetti siano aumentati. Questo è solo perché siamo diventati noi più bravi a rilevarli: prima non sapevamo osservarli, mentre oggi abbiamo migliorato le nostre capacità".


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