sábado, 18 de setembro de 2010

Noite Internacional de Observação Lunar - 18/09/2010




International Observe the Moon Night

On Sat., Sept. 18, NASA helps celebrate 'Observe the Moon Night.' NASA centers, observatories, planetariums, and schools around the world are hosting events to observe and learn about the moon. Find one near you, or start your own!

http://www.nasa.gov/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ecco la prima mappa dei grandi crateri lunari

© Copyright ANSA - Tutti i diritti riservati


ROMA - E' stata realizzata la prima mappa dei grandi crateri che tempestano la faccia della Luna. Il lavoro, pubblicato su Science, si è rivelato un 'racconto parlante' della storia dei massicci bombardamenti da parte di 'proiettili cosmici' che hanno colpito la Luna e gli altri corpi del giovanissimo Sistema Solare quattro miliardi di anni fa. Messa a punto da un gruppo di ricerca americano coordinato dalla Brown University, la mappa, secondo gli autori, potrebbe anche svelare i segreti della storia della giovane Terra.

Grazie alle informazioni fornite dalla sonda della Nasa Lunar Reconnaissance Orbiter (Lro), sono stati catalogati e datati 5.185 crateri con un diametro uguale o superiore a 20 chilometri, che hanno dimostrato come le regioni più antiche della Luna siano due: una posta nell'emisfero meridionale del satellite, l'altra nella parte centro settentrionale. E sono proprio i crateri che punteggiano la superficie di queste aree che stanno raccontando la storia del bombardamento cosmico avvenuto agli inizi della storia del sistema solare, a poche centinaia di milioni di anni dalla sua nascita, risalente a circa 4,6 miliardi di anni fa.

Contrariamente a quanto ritenuto finora (che la Luna inizialmente fu colpita da una raffica di materia spaziale che ebbe una proporzione regolare fra oggetti più grandi e più piccoli) è stato scoperto che la Luna nella sua infanzia fu colpita da 'proiettili cosmici' di grandi dimensioni e che 3,8 miliardi di anni fa vi fu la transizione da proiettili più grandi a più piccoli.

Si ritiene che questi oggetti siano partiti soprattutto dalla fascia di asteroidi compresa fra Marte e Giove, ma una sproporzione di dimensioni dei frammenti di asteroidi che si sono abbattuti sul nostro satellite fa pensare che a un certo punto o vi è stata una temporanea abbondanza di comete o vi siano state delle forze gravitazionali che hanno influenzato la fascia di asteroidi, come cambiamenti causati dalla pressione gravitazionale di un grande pianeta come Giove.

Lo studio ha anche confermato che il bacino lunare da impatto più antico è il bacino di Aitken, posto nel Polo Sud del satellite, e secondo gli scienziati è l'obiettivo ideale di future missioni perché campioni di materiale da questa zona potrebbero aiutare a comprendere l'origine della Luna ma anche degli altri corpi delle regioni più interne del Sistema Solare.


http://www.ansa.it/

Concurso britânico premia melhores fotos de astronomia do ano

Da BBC -  O Observatório Real de Greenwich, em Londres, anunciou nesta semana os vencedores do concurso Astronomy Photographer of the Year 2010, que premiou as melhores imagens ligadas à astronomia.

O grande vencedor do concurso foi o americano Tom Lowe, que recebeu o prêmio de mil libras (cerca de R$ 2.635) pela foto "Blazing Bristlecone", que mostra a Via Láctea atrás de um pinheiro de mais de 4 mil anos em Sierra Nevada, na Califórnia.


A foto vencedora, Blazing Bristlecone. (Foto: Tom Lowe)

"Essa linda imagem combina perfeitamente a impressionante vista do céu noturno com a vida aqui na Terra. Os pinheiros podem ser antigos, mas são bebês se comparados com as luzes das estrelas que brilham atrás deles, algumas das quais começaram sua viagem até nós há quase 30 mil anos", comenta um dos juizes do prêmio, o astrônomo Marek Kukula.

Outras duas dezenas de imagens receberam prêmios ou menções honrosas em seis categorias diferentes.

Entre os premiados estão um círculo perfeito formado por um eclipse solar, captado pelo indiano Dhruv Arvind Paranjpye, de apenas 14 anos, uma imagem da nebulosa de Órion feita pelo americanor Rogelio Bernal Andreo e a passagem de raios solares em uma fenda numa rocha na praia californiana de Pfeiffer, retratada pelo americano Steve Christenson.


O círculo causado por eclipse, fotografado pelo garoto indiano Dhruv Arvind Paranjpye, de 14 anos.
 (Foto: Dhruv Arvind Paranjpye)


Este é o segundo ano que a competição, organizada pelo Observatório Real de Greenwich e pela revista Sky at Night, é realizada, Mais de 400 imagens, de fotógrafos de 25 países diferentes, foram enviadas.

As melhores imagens estão em exposição no Observatório Real de Greenwich, no sudeste de Londres, até fevereiro de 2011.

Mais informações sobre o concurso e a exposição podem ser conseguidas no site www.nmm.ac.uk/astrophoto.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Imagem registra Júpiter mais brilhante ao passar perto da Terra

Em setembro, planeta supera em brilho qualquer estrela do céu.   Foto foi tirada pelo fotógrafo iraniano Babak Tafreshi.

Do G1, em São Paulo


O fotógrafo iraniano de 32 anos Babak Tafreshi registrou esta imagem especial de Júpiter. No mês de setembro, o planeta, em um ponto da órbita mais próximo da Terra, supera em brilho qualquer estrela.


Em setembro Júpiter passa mais perto da Terra e supera em brilho qualquer estrela visível (Foto: Babak A. Tafreshi www.twanight.org/tafreshi)

“Júpiter está fazendo sua passagem mais próxima do ano. E este ano a passagem é a mais próxima do período entre 1963 e 2022”, explica o editor da revista especializada Sky & Telescope, Robert Naeye.

Coincidentemente, Júpiter está também "passando quase em frente" a Urano, cinco vezes mais distante. Com telescópio ou binóculo, é possível ver Urano a apenas 1 grau de distância de Júpiter.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Astronomia: scoperta supernova

Roma - Astrofili italiani hanno scoperto una supernova,cioe' la gigantesca esplosione di una stella avvenuta a 548 milioni di anni luce dalla Terra.La scoperta si deve al programma di ricerca dedicato alle supernovae dell'osservatorio provinciale di Montarrenti,in provincia di Siena gestito dall'Unione Astrofili Senesi. E' il terzo successo ottenuto nei primi nove mesi dell'anno, tanto da collocare l'osservatorio fra i maggiori al mondo. La nuova stella, chiamata Sn2010ho, e' nata da una nana bianca.

Imagem mostra estrela 'devorando' outra na constelação de Peixes

Astrônomo, usando o Telescópio Chandra, fez a descoberta.Astro está localizado a 1.000 anos-luz de distância do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo

Localização de BP Piscium, estrela similar ao Sol.(Foto:X-ray (NASA/CXC/RIT/J.Kastner) / Optical (UCO/Lick/STScI/M.Perrin)

O astrônomo Joel Kastner, do Instituto Tecnológico Rochester, nos Estados Unidos, detectou uma estrela similar ao Sol que devorou outra, vizinha, em uma região do espaço na direção da constelação de Peixes.

A descoberta foi divulgada nesta terça-feira (14) pelo site do Observatório de Raios-X Chandra, ligado à agência espacial norte-americana (Nasa). Distante 1.000 anos-luz do Sistema Solar, o astro BP Piscium é uma versão mais evoluída do Sol, uma gigante vermelha.
A imagem foi montada com auxílio do telescópio Shane, do Observatório Lick, que gerou as cores verde, laranja e azul. Já o Chandra foi responsável por interpretar a informação em raios-x e transformá-la na parte em roxo da fotografia.

Quando BP Piscium devorou a estrela vizinha, um disco de poeira e gás foi formado, uma possível região de formação de exoplanetas. Por conta da dificuldade que os detritos representam à luz visível e infravermelha, o Chandra é o primeiro telescópio a detectar o astro, pois faz observações utilizando apenas raios-x.

Uma concepção artística ilustra como seria (veja imagem abaixo) a estrela BP Piscium, com o disco de poeira ao seu redor. O ato de devorar outra estrela pode estar ligado à fase de gigante vermelha, estágio final de astros como o Sol, no qual o volume aumenta conforme o combustível nuclear se esgota.



Concepção artística da estrela BP Piscium, com disco de poeira ao redor. (Crédito: NASA/CXC/M.Weiss)
 
Foram 21 horas necessárias de observação para obter a imagem, entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2009.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Objetos mais afastados que Netuno são detectados por astrônomos

Catálogo do Hubble registra 14 novos astros transnetunianos.  Estudo do material serve para desvendar origens do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo


Concepção artística de objeto transnetuniano, com  o Sol ao fundo. [Crédito:NASA/ESA/G. Bacon(STScI)

]Novas técnicas de detecção permitiram o registro de 14 novos objetos transnetunianos pelo Telescópio Espacial Hubble, conforme divulgado por um grupo de astrônomos nesta segunda-feira (13).

São astros localizados depois da órbita de Netuno, se tomada como referência a posição da Terra em relação ao Sol. Um deles é um sistema binário, composto por dois objetos orbitando um centro de gravidade comum entre eles, apenas.

O brilho dos novos registros é 100 milhões de vezes menor que o das estrelas visíveis a olho nu.

Ao contrário dos planetas, esses objetos tendem a apresentar uma órbita ao redor do Sol muito inclinada, em formato de elipse muito acentuada.

O estudo está disponível no site da revista científica The Astrophysical Journal. Exemplos mais famosos de objetos transnetunianos são o planeta-anão Plutão e seu satélite, Caronte.

Objetos posteriores à órbita de Netuno são importantes para a pesquisa sobre a formação do Sistema Solar.

sábado, 11 de setembro de 2010

Nelle immagini Nasa eccezionale eruzione solare



Una foto scattata dal Satellite "Solar Dynamics Observatory"mostra una violenta eruzione di plasma sulla superficie del sole. Il fenomeno ha causato delle fortissime radiazioni ultraviolette, che però non hanno colpito la Terra.



Le eruzioni solari, o brillamenti, hanno spesso una forza equivalente a varie decine di milioni di bombe atomiche. Oltre alle protuberanze, dopo le esplosioni si registrano anche violenti venti solari particolarmente pericolosi per le navi spaziali. L'eruzioni più forti possono anche interferire con le comunicazioni radio sul nostro pianeta.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

September 18, 2010 International Observe the Moon Night

Welcome to the International Observe the Moon Night (InOMN) website!

 Learn about how this exciting event was inspired, find information and activities about the Moon and missions to the Moon, information about InOMN events at InOMN partner institutions, find out how to host your own event, and more! Click here to find an InOMN event near you!


Did you know? September 18, 2010 will mark the first ever International Observe the Moon Night! This year’s InOMN will be used as our pilot year to inform us on how to make it better and more interactive. We’re testing the waters and would love to hear from you about how we’re doing. The InOMN website is ever evolving, so please be sure to check back often!



Astrônomos amadores filmam pela 1ª vez dois impactos sobre Júpiter

Cientistas não sabiam que choques pequenos podiam ser observados.    Assista aos vídeos na página da Nasa, a agência espacial americana.

Do G1, em São Paulo



Impacto de 3 de junho sobre Júpiter liberou de um quinto a um décimo da energia liberada pelo meteoro que atingiu Tunguska, na Rússia, em 1908 (Foto: A. Wesley and M. Tachikawa via Nasa)

A Nasa, a agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira (9) dois vídeos feitos por astrônomos amadores que mostram o impacto de objetos sobre Júpiter. Eles usaram equipamento relativamente simples para fazer o registro dos fenômenos, ocorridos em 3 de junho e 20 de agosto.

Segundo a agência, o australiano Anthony Wesley e o filipino Christopher Go são os primeiros a captar em vídeo o brilho resultante da desintegração dos corpos na atmosfera de Júpiter. Antes da dupla, os cientistas simplesmente não sabiam que choques tão pequenos podiam ser observados da Terra.


Astrônomos profissionais da Nasa e de outras instituições fizeram um acompanhamento das descobertas e reuniram informações detalhadas sobre os objetos. O primeiro tinha 8 a 13 metros de diâmetro e 500 a 2 mil toneladas, comparável ao asteroide 2010 RF12, que passou perto da Terra ontem. Os cientistas ainda analisam o segundo objeto, mas acreditam que ele tenha dimensões semelhantes.

O impacto de 3 de junho sobre Júpiter liberou de um quinto a um décimo da energia liberada pelo meteoro que atingiu Tunguska, na Rússia, em 1908. O meteoro explodiu cerca de 10 quilômetros antes de atingir a superfície da Terra, derrubando milhões de árvores.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Observatório no Chile capta imagem de galáxia a 6 milhões de anos-luz

Objeto é localizado na constelação de Escultor.'La Silla' integra o European South Observatory.

Do G1, em São Paulo


A galáxia espiral NGC 300, objeto localizado a 6 milhões de anos-luz na direção da constelação do Escultor, foi fotografada pelo observatório La Silla, no Chile. O prédio faz parte do European South Observatory (ESO). A imagem foi gerada a partir de filtros de luz verde, azul e vermelha. Para obter a foto, foram necessárias 50 horas de exposição. A galáxia apresenta ainda um buraco negro de grandes dimensões, descoberto recentemente pela equipe do ESO, e está em processo de fusão com outro astro, NGC 55. (Foto: ESO)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Principais constelações de setembro

Principais constelações de setembro
roteiro de observação
O céu, este mês, mostra um aspecto de transição entre as estações do inverno, simbolizada no firmamento pela constelação de Scorpius (o Escorpião), e da Primavera representada pela constelação de Pegasus (o Cavalo Alado).
À meia altura, para os lados do oeste encontramos Scorpius, o Escorpião (Sco). Junto à cauda de Scorpius situa-se Sagittarius, o Sagitário (Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. A sudoeste de Scorpius localiza-se a constelação de Lupus, o Lobo (Lup).

Junto ao horizonte sul-sudoeste está Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru), a constelação mais conhecida entre os brasileiros. Ao sul de Crux estão Musca, a Mosca (Mus), Apus, a Ave do Paraíso (Aps) e Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul. Envolvendo Crux por três lados, menos para o do sul para onde o braço maior da cruz está apontando, despede-se de nós, Centaurus, o Centauro (Cen).

A constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), utilizada para processos noturnos de orientação no campo, encontra-se alta para os lados do sul-sudoeste, junto a Centaurus. De Triangulum Australe em direção ao sudeste, estão Pavo, o Pavão (Pav), e Tucana, o Tucano (Tuc).

Norma, o Esquadro (Nor), e Ara, o Altar (Ara), estão entre Scorpius e Triangulum Australe. A oeste de Scorpius, junto às suas garras está Libra, a Balança (Lib). Ao norte de Scorpius vemos Serpens, a Serpente (Ser), e Ophiuchus, o Serpentário (Oph).

Para os lados do noroeste vemos Hercules, o herói Hércules (Her); mais ao norte estão as constelações de Lyra, a Lira (Lyr), e Cygnus, o Cisne (Cyg), que situa-se em plena faixa da Via Lactea. Ao sul de Lyra e Cygnus estão Aquila, a Águia (Aql), Sagitta, a Flecha (Sge), e Delphinus, o Golfinho (Del). Entre Aquila e Cygnus situa-se a pequena constelação de Vulpecula, a Raposinha (Vul).

Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se alta para os lados do leste. Ao sul de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). A leste de Grus, em direção ao horizonte, avistamos a constelação de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).

Junto ao horizonte sudeste notamos a constelação de Phœnix, a Fênix (Phe), Hydrus, a Hidra Macho (Hyi), além das primeiras estrelas de Eridanus, o rio Eridano (Eri). A leste, vemos a constelação de Aquarius, o Aquário (Aqr), formada por estrelas de fraco brilho. Junto ao horizonte leste observamos boa parte da constelação de Pisces, os Peixes (Psc) e Cetus, a Baleia (Cet).

Para os lados do nordeste elevam-se Pegasus, o cavalo alado (Peg), constelação símbolo da primavera, e as primeiras estrelas de Andromeda, a Princesa Andromeda (And).

resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

mapa com as principais constelações visíveis durante este mês


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...