quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Esplosione su Giove

L'esplosione su Giove (fonte: George Hall, Dallas, Texas, http://georgeastro.weebly.com/jupiter.html) 
L'esplosione su Giove (fonte: George Hall, Dallas, Texas, http://georgeastro.weebly.com/jupiter.html)
 

Una palla di fuoco si è accesa improvvisamente nell'atmosfera di Giove: osservata dagli astronomi e dagli astrofili di tutto il mondo, è stata generata dall'impatto di un oggetto, probabilmente un asteroide o una cometa, con il gigante del Sistema Solare. La collisione ha causato un'esplosione visibile come un lampo di luce bianca durato per circa due secondi.

''Si pensa che ad impattare sia stato un piccolo asteroide o una piccola cometa, con un diametro dell'ordine della decina di metri'', ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope.

Impatti simili sul pianeta più grande del Sistema Solare sono già stati osservati nel giugno e nell'agosto 2010. Giove è colpito spesso da piccoli asteroidi del diametro di circa 10 metri che si avvicinano al pianeta ''attratti dalla sua enorme forza gravitazionale, che non ha rivali'', ha rilevato Masi. E' un'ennesima testimonianza, ha proseguito l'esperto, ''del meccanismo di tipo collisionale con cui il Sistema Solare convive da sempre, d'altro canto le collisioni sono alla base della formazione dei pianeti'', che si sono formati aggregando materiale impatto dopo impatto. ''Senza di esse - ha aggiunto - non ci sarebbe neanche la Terra''.

Gli studiosi stanno ora cercando sei nei paraggi del luogo della collisione vi siano detriti dovuti alla frantumazione dell'oggetto durante la collisione con l'atmosfera di Giove, oppure dovuti a materiale dalle nubi gioviane sollecitate dall'impatto. Alcuni impatti producono tali detriti, mentre altri non lo fanno e ancora non è chiaro il perchè. Ulteriori osservazioni potrebbero aiutare a comprendere meglio il fenomeno. ''Eventuali detriti - ha concluso Masi - potrebbero lasciare altre tracce luminose, se finissero ancora nell'atmosfera di Giove''.


www.ansa.it

Nasa divulga primeira imagem aérea de tempestade tropical em formação

Avião não tripulado sobrevoou área de formação de tempestades no mar.
Missão HS3 foi feita para estudar origem de furacões.

Do G1, em São Paulo

Avião da Nasa sobrevoa tempestade em formação no Atlântico (Foto: Nasa) 
Avião da Nasa sobrevoa tempestade em formação no Atlântico (Foto: Nasa)
 
A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta terça-feira (11) as primeiras fotos feitas pelo avião Global Hawk do alto de uma tempestade tropical. A aeronave não tripulada foi adaptada pela Nasa para sobrevoar furacões e tempestades tropicais e fazer novos estudos desses fenômenos, em uma missão conhecida como HS3.

O avião fez seu voo inaugural no dia 7, quando partiu da Califórnia, atravessou o país, sobrevoou um furacão no Atlântico e pousou na Virgínia, na costa leste. Nesta terça, ele voltou a decolar para estudar a depressão tropical 14, que está em formação no Oceano Atlântico e deve se tornar uma tempestade tropical nos próximos dias.

O Global Hawk não é tripulado, e seu controle é feito por pilotos em terra. A aeronave ultrapassa os 18 mil metros de altitude e consegue voar por até 28 horas seguidas. Os principais objetos de estudo são a formação e as mudanças na intensidade dos furacões e das tempestades tropicais, por meio de fatores como vento, temperatura, vapor d’água e gotículas de chuva suspensas no ar.

Sonda da Nasa encontra nevasca de gelo seco em Marte

Segundo cientistas, essa é a 1ª evidência do tipo em todo o Sistema Solar.
Dados foram obtidos no polo sul do planeta, no inverno de 2006 para 2007.

Do G1, em São Paulo


Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) que orbita Marte identificou uma nevasca de gelo seco sobre a superfície do planeta. Essa neve de dióxido de carbono (CO2) sólido é a primeira evidência do tipo em todo o Sistema Solar, segundo os cientistas.

A descoberta da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, feita por meio de luz visível e infravermelha, será publicada na próxima edição da revista "Journal of Geophysical Research". Os dados foram obtidos no polo sul marciano, no inverno de 2006 para 2007, e a nuvem de CO2 tinha 500 km de diâmetro.

Gelo seco Marte (Foto: Nasa/JPL-Caltech) 
Nuvem de gelo seco foi vista no polo sul de Marte durante o inverno de 2006-2007
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech)
 
Também foram recolhidas informações sobre temperatura, tamanhos das partículas e suas concentrações. Para que essa nevasca aconteça, é preciso haver uma temperatura de pelo menos 125° C negativos, considerando que em situações normais aqui na Terra a água congela a 0° C.

Segundo o principal autor do estudo, Paul Hayne, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, as nuvens de CO2 em Marte são grossas o suficiente para se acumular no polo sul e manter o material congelado ali durante todo o ano. O que não se sabe exatamente é se o fenômeno ocorre em forma de neve ou de geada, quando o gelo seco se congela já na superfície.

Há décadas, os astrônomos já sabem que o planeta vermelho tem calotas polares sazonais com a presença de gelo seco. Além disso, em 2008 a sonda espacial Phoenix observou neve de água congelada no polo norte marciano.

Buraco negro na Via Láctea ameaça 'engolir' estrela e planetas, diz estudo

Segundo astrônomos, buraco negro no centro de nossa galáxia está atraindo nuvem de gás e poeira cósmica que envolve uma jovem estrela.

Da BBC
Buraco negro (Foto: Divulgação/BBC) 
Estrela é atraída por buraco negro no centro da Via  Láctea, diz estudo nos EUA (Foto: Divulgação/BBC)
 
Uma jovem estrela e a nuvem de poeira cósmica a partir da qual seriam formados planetas ao seu redor estão sendo atraídos para um enorme buraco negro localizado no centro da nossa galáxia, segundo pesquisadores do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge, nos EUA.

Como outras galáxias, a Via Láctea abriga um buraco negro em seu centro, conhecido como Sagitário A* (Sgr A*), e a estrela em questão orbita um anel de jovens sóis em volta desse buraco.

Juntamente com o disco de gás e poeira que a envolve, a estrela evoluiria para um sistema solar, mas a força de atração do buraco negro deve impedir que isso ocorra.

Os estudos sobre essa situação, publicados na revista "Nature Communications", tiveram início depois que pesquisadores identificaram uma nuvem de gás ionizado e poeira cósmica movendo-se em direção ao SgrA* no início do ano. Eles tiveram ajuda dos telescópios de alta precisão Very Large Telescope (VLT), um conjunto de lentes de 8 metros de altura administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).

VLT telescópio (Foto: ESO/Divulgação) 
VLT é um conjunto de telescópios de alta precisão  administrado por europeus (Foto: ESO/Divulgação)
 
A hipótese inicial era de que esse deslocamento teria sido causado por uma colisão de nuvens envolvendo duas estrelas. Após o choque, a poeira cósmica dos astros teria sido atraída para o buraco.

Os astrônomos Ruth Murray-Clay e Abraham Loeb, porém, defendem uma explicação diferente. Para eles, a nuvem que se dirige para o SgrA* é, na realidade, um disco protoplanetário – ou seja, um disco de material cósmico a partir do qual seriam formados planetas – que circunda uma estrela de baixa massa.

Hipótese
Estrelas recém-nascidas mantêm um disco de gás e poeira ao redor de seu núcleo por milhares de anos. Quando uma delas é atraída para um buraco negro, a radiação e ondas gravitacionais dispersam essa matéria circundante em alguns anos.

Como a estrela estudada pela equipe do Harvard-Smithsonian é muito pequena para ser observada diretamente da Terra, é essa nuvem de poeira protoplanetária que os pesquisadores teriam detectado dirigindo-se para o SgrA*.

A força de atração do buraco negro faz o gás ao redor da estrela formar uma espiral e se aquecer. Além disso, o gás torna-se brilhante, facilitando sua detecção.

Segundo Murray-Clay, porém, enquanto a nuvem planetária caminha para a destruição, há uma possibilidade de que a estrela envolvida por ela sobreviva. "A força de atração do buraco é suficientemente forte para atrair o gás, mas não para destruir a estrela", disse ela à BBC.

Força gravitacional
A pesquisadora explica que o fenômeno em questão é causado pelo mesmo tipo de forças responsáveis pelas marés oceânicas. "Marés são causadas pela atração dos oceanos pela Lua. Nesse caso, o buraco negro gera forças de atração tão fortes que puxam o disco (de gás e poeira cósmica) para longe da estrela", explica Murray-Clay.

Os resultados desse estudo são interessantes porque, até agora, o centro da Via Láctea era considerado um lugar muito inóspito para a formação de planetas, por estar repleto de estrelas, radiação e intensas forças gravitacionais.

Apesar de o disco protoplanetário observado caminhar para a destruição, sua simples existência e a presença de estrelas semelhantes na mesma região sugerem que planetas ainda podem ser criados nessa parte da galáxia.

"É fascinante pensar que planetas estejam se formando tão perto de um buraco negro", afirma Loeb.

Telescópio mostra imagem de 'vassoura de bruxa' em nebulosa

Explosão de supernova cria imagem colorida com formato curioso.
Imagem é do Observatório Europeu do Sul.

Do G1, em São Paulo

Telescópio do ESO captou nebulosa que lembra 'vassoura de bruxa' (Foto: ESO)T
Telescópio do ESO captou nebulosa que lembra 'vassoura de bruxa' (Foto: ESO)
 
 
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) publicou nesta quarta-feira (12) uma nova imagem de uma nebulosa que, segundo os próprios astrônomos definem, lembra uma “vassoura de bruxa”.

O conjunto registrado na imagem é conhecido como Nebulosa do Lápis. Ela recebeu esse nome porque antes só era possível ver a parte mais brilhante, entre a camada azul e a vermelha, e essa faixa realmente lembra um lápis.

A nova imagem feita pelo telescópio do ESO no Chile revelou mais detalhes da estrutura, mostrando o formato da vassoura de bruxa.

Os filamentos mais brilhantes são o resultado de uma explosão de supernova, que ocorre quando uma estrela morre. O material expelido passa por nuvens de gás cósmico. A parte em azul representa a área com gás mais quente, enquanto o gás mais frio aparece em vermelho.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

NASA's Cassini Scientist for a Day Essay Contest Now Open


 
JPL/NASA News


Essay Contest                                            Sept. 10, 2012


NASA's Cassini Scientist for a Day Essay Contest Now Open

NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif., is excited to announce that the 2012 edition of its Cassini Scientist for a Day essay contest is now accepting submissions!

The contest is open to students in grades 5 through 12 and gives participants the chance to choose one of three images of the Saturnian system and describe why it's the best choice to learn more about Saturn, its rings and/or moons. The three enticing Saturn objects chosen for this year's contest by science planners for NASA's Cassini mission at Saturn are:

1. Saturn's small shepherd moon, Pan
2. Saturn's F Ring
3. Saturn

Participants pick their favorite image from the list above and write a persuasive essay of less than 500 words describing the scientific merits of their choice and the questions they hope will be answered by those investigating that particular object. Cassini scientists and educators will read all the entries and choose the winners!

All students who write essays will receive a certificate of participation. Winners and their classes will be invited to participate in a teleconference with Cassini scientists and winning essays will be posted on the Cassini website!

For contest rules, videos about each essay topic, a downloadable contest flyer, frequently asked questions, and more information, visit: http://saturn.jpl.nasa.gov/scientistforaday/

The contest deadline is Wednesday, October 24, 2012. Students may work alone or in groups of up to four. All essays must be submitted by the student's teacher. If the essay contest is used as a class assignment, please send the top three essays from each class along with a list of other students who wrote essays for the contest.

The essay contest meets U.S. National Science and Language Arts Standards.

For questions about the contest, e-mail scientistforaday@jpl.nasa.gov.


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NASA's 'Earth Now'App Now Available for Android

 
JPL/NASA News

Internet advisory: 2012-283                                                                     Sept. 10, 2012

NASA's 'Earth Now'App Now Available for Android

The full version of this story with accompanying images is at:
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2012-283&cid=release_2012-283

PASADENA, Calif. -- One of the top iPhone education apps in the iTunes store is now available for Android. The free NASA "Earth Now" Android app immerses cyber explorers in dazzling visualizations of near-real-time global climate data from NASA's fleet of Earth science satellites, bringing a world of ever-changing climate data to users' fingertips.

Available at http://www.jpl.nasa.gov/apps , Earth Now displays data on many of the key vital signs of our planet that NASA satellites track. The data, displayed on your smart phone in 3-D, include current surface temperature, carbon dioxide levels and global sea level.

The regularly updated data are displayed as color maps projected over a 3-D Earth model that can be rotated by a single finger stroke, or zoomed in and out by the pinch or spread of two fingers. Color-coded legends indicate the relative strength or weakness of environmental conditions. Descriptions provide background information on each data set.

"Android users now have a new resource for accessing up-to-date information on Earth's changing climate," said Michael Greene, manager, public engagement strategy at NASA's Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif. "Since its debut in February 2012, the iPhone version of Earth Now has been downloaded nearly 250,000 times. Additional NASA Earth science data sets will be added in the future."

Earth Now is closely integrated with NASA's Webby Award-winning Global Climate Change website, http://climate.nasa.gov , which is devoted to educating the public about Earth's changing climate, providing easy-to-understand information about the causes and effects of climate change, and information about how NASA studies it. The app was developed by JPL's Earth Science Communications and Visualization Technology Applications and Development Teams, with support from NASA Headquarters.

For more information on NASA's Earth Science Program, visit: http://www.nasa.gov/topics/earth . For a comprehensive list of NASA apps and other tools to connect and collaborate, visit: http://www.nasa.gov/connect .

JPL is a division of the California Institute of Technology in Pasadena.

Alan Buis 818-354-0474
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
Alan.D.Buis@jpl.nasa.gov


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Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia - Ed. 686

SUPERNOVAS - BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA -
http://www.boletimsupernovas.com.br/

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2012 - Edicao No. 686

Indice:

_ BRASIL E UCRANIA AVALIAM NOVAS OPORTUNIDADES DE COOPERACAO NA AREA
ESPACIAL
_ OBSERVATORIO NACIONAL PROMOVE CURSO ONLINE GRATUITO SOBRE MAGNETISMO
DA TERRA
_ AGENCIA ESPACIAL ALEMA' COMEMORA 40 ANOS DE COOPERACAO
TEUTO-BRASILEIRA NO TRANSPORTE AEREO E ESPACIAL COM PUBLICACAO
_ EFEMERIDES

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ASTRONOMIA NO BRASIL
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BRASIL E UCRANIA AVALIAM NOVAS OPORTUNIDADES DE COOPERACAO NA AREA
ESPACIAL

03/09/2012. Estatal ucraniana de projetos Yuzhnoye SDO propoe
desenvolvimento de plataforma para diversos fins como projeto conjunto
entre os dois paises. A Agencia Espacial Brasileira (AEB) sediou, na
ultima quinta-feira (30), o 2º Seminario Brasil-Ucrania: Oportunidades
para Cooperacao Cientifica e Tecnologica na Area Espacial. O evento
contou com a participacao do Governo brasileiro, Embaixada da Ucrania no
Brasil, industria, academia e representantes da empresa de projetos
estatal ucraniana Yuzhnoye SDO que aproveitaram a ocasiao para discutir
projetos conjuntos na area espacial. O presidente da AEB, Jose' Raimundo
Coelho, afirmou em seu discurso de abertura que "e' funcao da
instituicao apresentar oportunidades de parcerias estrategicas com todos
os paises e empresas brasileiras". No seminario, os participantes
conheceram as potencialidades da empresa ucraniana e uma das principais
propostas apresentadas pelo lado ucraniano foi o desenvolvimento
conjunto de uma plataforma de sondagem adequada para estudos
meteorologicos, de microgravidade e, tambem, para operar como foguete de
treinamento dos centros nacionais de lancamento. Para o chefe do
Laboratorio Associado de Propulsao e Combustao do Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais, Fernando de Souza Costa, a iniciativa da AEB e'
excelente. "O seminario foi uma boa oportunidade de encontrar pessoas
influentes e importantes dentro do programa espacial, de interagir e de
trocar opinioes, posicoes e entender melhor os caminhos que o programa
esta' tomando". O professor titular do Instituto de Aeronautica e Espaco
(ITA), Marcelo Pazini Brandao acredita que o "seminario devera' gerar
alguma acao comecando em nivel academico ate' que tenhamos recursos
humanos e financeiros para adiantarmos alguns projetos". Segundo o
presidente da AEB, este foi o primeiro seminario de uma serie de
encontros e workshops que a instituicao ira' promover. "Desejamos abrir
uma janela de oportunidades, inclusive para que industria e empresas
possam desenvolver projetos de parcerias, buscar financiamentos,
capacitar pessoas, e definitivamente, fortalecer e consolidar o
segmento", completa Jose' Raimundo. Cooperacao Brasil-Ucrania - A
cooperacao espacial com a Ucrania teve inicio em 1995, com a vinda ao
Brasil do presidente ucraniano Leonid Kutchma. Pouco depois, comecou a
se consolidar a ideia de utilizacao do Centro de Lancamento de Alcantara
(CLA) para a realizacao de lancamentos de cargas-uteis brasileiras,
ucranianas e de outros paises. Ao Brasil cabe ceder o local e a
infraestrutura do CLA e aos ucranianos desenvolver o veiculo Cyclone-4.
Em 21 de outubro de 2003, foi assinado, em Brasilia, durante a segunda
visita ao Brasil do presidente Kutchma, o Tratado sobre a Cooperacao de
Longo Prazo na Utilizacao do Veiculo de Lancamentos Cyclone-4. Esse
documento criou a empresa binacional Alcantara Cyclone Space, que tem a
seu cargo promover a realizacao de lancamentos comerciais. Os dois
paises concluiram, ainda, dois importantes acordos. O primeiro, um
Acordo-Quadro sobre a Cooperacao nos Usos Pacificos do Espaco Exterior
(novembro de 1999) e o outro sobre Salvaguardas Tecnologicas
relacionadas 'a participacao da Ucrania em lancamentos a partir do CLA
(janeiro de 2002). ( Fonte: AEB )
Ed: CE

OBSERVATORIO NACIONAL PROMOVE CURSO ONLINE GRATUITO SOBRE MAGNETISMO DA
TERRA

05/09/2012. A experiencia em oferecer cursos a distancia sobre
Astronomia para o publico em geral motivou o Observatorio Nacional (ON)
a abrir um novo curso em outra de suas areas, a Geofisica. Assim, surgiu
o curso Magnetismo da Terra, cujo objetivo principal e' a divulgacao
cientifica sobre o campo magnetico da Terra. O ON monitora o campo
magnetico da Terra sobre o Brasil por intermedio da Rede Brasileira de
Observatorios Magneticos (Rebom). O curso e' gratuito e nao e'
necessario nenhum conhecimento previo sobre geofisica ou ciencias
exatas. Basta o interesse em assuntos como tempestades magneticas,
manchas solares, inversao dos polos, Anomalia Magnetica do Atlantico
Sul, entre outros. As inscricoes estao abertas e podem ser feitas pelo
site www.on.br. O curso foi dividido em quatro modulos e sua duracao e'
de quatro meses. Entre os modulos, informacoes sobre medicao do campo
magnetico, campos magneticos interno e externo, e informacoes recentes
sobre geomagnetismo. ( Fonte: ON )
Ed: CE

AGENCIA ESPACIAL ALEMA' COMEMORA 40 ANOS DE COOPERACAO TEUTO-BRASILEIRA
NO TRANSPORTE AEREO E ESPACIAL COM PUBLICACAO

05/09/2012. A DLR relembra o historico da parceria na edicao, que conta
com texto do ministro de C,T&I, Marco Antonio Raupp. Quarenta anos em 30
paginas ilustradas. Assim o Centro Aeroespacial Alemao (Deutsches
Zentrum fur Luft-und Raumfahrt /DLR, no original), a agencia espacial da
Alemanha, resume as decadas de parceria com o Brasil na area espacial. O
documento '40 Anos de Cooperacao teuto-brasileira no Transporte Aereo e
Espacial' foi divulgado recentemente e conta um importante trecho da
historia do Pais nesse campo. "A cooperacao espacial definitivamente se
tornou um fator essencial para o desenvolvimento dos paises nesta area
estrategica. O Brasil e a Alemanha, que vem mantendo quatro decadas da
colaboracao benefica mutua, dao um exemplo inspirador para a comunidade
internacional contemporanea", afirma o ministro da Ciencia, Tecnologia e
Inovacao, Marco Antonio Raupp, no texto de abertura. Raupp lembra que a
parceria cobre "assuntos relevantes e de enorme interesse" de ambos os
paises e que, atualmente, a DLR e a Agencia Espacial Brasileira (AEB) -
juntamente com o Instituto de Aeronautica e Espaco (IAE) e o Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) - trabalham em cerca de doze
projetos cientificos. Historico - A publicacao faz um passeio pela
historia das iniciativas teuto-brasileiras desde 1969, quando a Alemanha
usou pela primeira vez o Centro de Lancamento da Barreira do Inferno
(CLBI) para a execucao de experimentos cientificos do Instituto
Max-Planck para Fisica Extraterrestre. E aponta que, desde o inicio, os
pontos centrais da cooperacao bilateral foram projetos de tecnologia
espacial, acompanhados por investigacoes comuns em aeronautica,
tecnologia de materiais, trafego aereo e energia. As iniciativas
envolviam os antecessores do DLR, industria, universidades, o Centro
Tecnico Aeroespacial (CTA) do Brasil e o Inpe. Entre as dezenas de
exemplos, um deles remete 'a primeira crise energetica mundial, em 1974,
que levou os parceiros a transferirem conhecimentos nas areas de
aerodinamica, tecnologia de fibras e sistemas de energias renovaveis,
por meio do desenvolvimento de conversores modernos de energia eolica. A
cooperacao com o Inpe, por exemplo, se concentrou no desenvolvimento de
metodos e software para a operacao de satelites, na utilizacao de dados
oticos e do mapeamento com base em radares, especialmente em florestas
tropicais, bem como em estudos de possiveis projetos comuns de satelites
e sensores. A observacao da regiao tropical e subtropical com um sistema
otico foi o principal objetivo da proposta do projeto SSR-1, por meio da
sua orbita equatorial. Alem das aplicacoes classicas de sensoriamento
remoto como cartografia e agricultura, seriam tambem disponibilizadas
para o usuario informacoes sobre a utilizacao sustentavel de recursos
biologicos, biodiversidade e monitoracao ambiental. No ambito do Acordo
Brasil-Alemanha sobre cooperacao tecnico-cientifica (WTZ), foi iniciado
um intercambio entre membros do DLR e do Departamento de Ciencia e
Tecnologia Aeroespacial (DTCA). O objetivo deste intercambio e' a
promocao de jovens universitarios de ambos os paises, com a oportunidade
de escrever projetos e trabalhos de conclusao de curso no pais anfitriao
respectivo. Foguetes - Raupp cita como exemplos a utilizacao do foguete
brasileiro VSB-30 (em 2004) e tambem o motor de foguete S30 no programa
europeu de foguetes de sondagem, iniciativas "relevantes e
representativas de novas perspectivas oferecidas pela cooperacao
relativa a experimentos em microgravidade". O ministro tambem pontua uma
missao que esta' sendo desenvolvida pela agencia alema' e que busca uma
tecnologia de reentrada atmosferica para alcancar a plataforma
recuperavel chamada SHEFEX (Sharp Edge Flight Experiment), o que
beneficiaria o Programa Espacial Brasileiro. Por sua vez,
Johann-Dietrich Worner, diretor geral do Centro Aeroespacial Alemao,
destaca que se trata de uma comemoracao "muito especial" pela "excelente
cooperacao bilateral e a excelencia cientifica de ambas as nacoes
pesquisadoras". Ele lembra que a area aeroespacial desempenha "um papel
especial como tecnologia-chave e interdisciplinar" na sociedade
cientifica de hoje. "O uso de tecnologias inovadoras para resolucao de
problemas sociais globais e' cada vez mais requisitado. Nesse sentido, a
cooperacao teuto-brasileira oferece uma excelente base", destaca.
Desafios sociais, ambientais e de seguranca - Worner cita, entre as
investigacoes conjuntas, sistemas autonomos para gerar energias por meio
de centrais eolicas (projeto DEBRA 25 1974); um sistema de bobinagem de
fibras para se entrar em orbita com materiais sinteticos reforcados,
resistentes e mais leves; o controle do meio ambiente desde o espaco;
alem da analise, desde 1972, de motores de foguetes usados nao so' pela
Alemanha, mas por outros paises europeus. "O abrangente potencial
cientifico de ambos os paises une-se, em nivel global e regional, pela
solucao de desafios sociais, ambientais e de seguranca atuais e futuros.
E' de nosso interesse manter e intensificar futuramente a harmoniosa
cooperacao teuto-brasileira na investigacao e exploracao aeroespacial
para fins pacificos, bem como em outros campos cientificos, como por
exemplo o da aeronautica e o de energias renovaveis e transportes",
resume Worner. Confira a integra da publicacao, em alemao e portugues,
disponivel no link:
http://www.jornaldaciencia.org.br/links/40AnosCooperacao.pdf ( Fonte:
Clarissa Vasconcellos - Jornal da Ciencia )
Ed: CE

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EFEMERIDES PARA A SEMANA
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06/09/2012 a 15/09/2012

Efemerides dia-a-dia

Ed: RG

08/9 Lua Quarto Minguante (11:15:09)
09/9 Mercurio em brilho maximo mag-1,7 (13:05:14)
11/9 Chuveiro de meteoros Southern Piscids (SPI) - maximo no periodo
de 11 a 20/9
11/9 Chuveiro de meteoros Alpha Triangulids - maximo nos dias 11 e 12/9
12/9 Chuveiro de meteoros Eta Draconids - maximo nos dias 12 e 13/9
12/9 Venus e Lua separados a 3°45' (15:09:08)
13/9 Lua em Libracao maxima (00:18:26)

Horarios em GMT -03:00 (Hora Local de Brasilia)
Coordenadas de referencia: Sao Paulo / SP: -47.0833E, -22.9W

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Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia, e' uma publicacao semanal
em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em diferentes
Editorias e elaborado pela comunidade astronomica profissional e amadora
brasileira com o objetivo de ampliar a divulgacao de informacoes sobre a
Astronomia no Brasil e no mundo. Semanalmente, ele e' enviado a
aproximadamente 10000 interessados.
Informacoes gerais sobre Astronomia e Ciencias afins podem ser
encontradas no site do Boletim na Internet, no endereco:
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nenhuma informacao no corpo desses e-mails.
Devido a limitacoes de diversos provedores de e-mails, a acentuacao
grafica das edicoes sao omitidas.
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¿Qué nos ha enseñado el Cinturón de Kuiper sobre el Sistema Solar?

 

¿Qué nos ha enseñado el Cinturón de Kuiper sobre el Sistema Solar?

 

El primer KBO identificado, 1992 QB1. Crédito: ESO.

El pasado 30 de agosto se cumplió el vigésimo aniversario desde el descubrimiento del primer Objeto del Cinturón de Kuiper (KBO por su sigla en inglés), 1992 QB1. Los KBO son distantes y generalmente pequeños mundos, compuestos por hielo y rocas, que orbitan el Sol a increíbles distancias y que aun así son considerados miembros de nuestro Sistema Solar.

Desde 1992 se han encontrado cerca de 1,300 KBOs, y con la nave New Horizons de la NASA apresurándose a llegar en Julio de 2015 a su cita con Plutón y Caronte (los que técnicamente podrían considerarse como los primeros KBOs descubiertos), para luego adentrarse en el Cinturón, muy pronto podremos saber más acerca de estos lejanos habitantes del espacio profundo.

Pero, ¿cómo ha afectado el descubrimiento del Cinturón de Kuiper — propuesto inicialmente por Gerard Kuiper en 1951 (e incluso antes por Kenneth Edgeworth) — a nuestro actual entendimiento del Sistema Solar? Alan Stern, Investigador Principal de New Horizons del Instituto de Investigaciones del Suroeste, discutió recientemente el tema en su blog, "The PI's Perspective."

En primer lugar, Stern enumera algunos de los increíblemente diversos aspectos físicos de los KBO que han sido descubiertos hasta ahora:

  • Algunos son rojos y otros grises;
  • Las superficies de algunos están cubiertas de hielo de agua, mientras otros (como Plutón) contienen exóticos hielos volátiles como metano y nitrógeno;
  • Varios tienen lunas, aunque a ninguno se le conocen más que las que posee Plutón;
  • Algunos son altamente reflectantes (como Plutón), otros tienen superficies mucho más oscuras;
  • Algunos tienen mucha menos densidad que Plutón, lo cual es un indicador de que están compuestos principalmente de hielo. La densidad de Plutón es tan alta que sabemos que el 70% de su interior está formado por rocas, ¡existen pocos KBOs más densos y rocosos que él!

Pero a pesar de lo fascinantes que resultan estas características y de la amplia exploración que sugieren, Stern advierte que hay tres lecciones muy importantes que el Cinturón de Kuiper nos ha enseñado acerca del Sistema Solar:

  1. Nuestro sistema planetario es mucho más grande que lo que alguna vez imaginamos.
    "De hecho, por mucho tiempo ignoramos la existencia del Cinturón de Kuiper — la estructura más colosal de nuestro sistema solar — hasta que fue descubierto hace 20 años," relata Stern. "¡Es una situación similar a no tener mapas de la Tierra que incluyeran al Océano Pacífico a una fecha tan reciente como 1992!"
  2. La ubicación y las órbitas planetarias pueden variar en el tiempo.
    "El hecho genera incluso enormes migraciones de planetas en algunos casos. Tenemos fuertes evidencias de que varios KBOs (incluyendo algunos grandes como Plutón) nacieron en sitios mucho más cercanos al Sol, en las mismas regiones en que ahora los planetas gigantes se encuentran orbitando."
  3. Nuestro sistema solar, y probablemente otros también, era un muy buen creador de planetas pequeños.
    "Hoy en día conocemos más de una docena de planetas enanos en el sistema solar, y ya superan en número a los gigantes gaseosos y planetas terrestres en conjunto. Pero se estima que el total de planetas enanos que descubriremos en el Cinturón de Kuiper y más allá podría llegar a exceder incluso los 10,000. ¿Quién lo hubiera imaginado?".

Sólo por hacer una pequeña mención al tema de Plutón no es un planeta, Stern pregunta: "¿Y ahora el inadaptado qué clase de planeta es?".

El descubrimiento del Cinturón de Kuiper nos ha mostrado que el sistema solar — y muy probablemente otros sistemas planetarios de la galaxia, e incluso del universo — no es algo impecable y ordenado que pueda ser fácilmente explicado con modelos escolares o simples diagramas. Muy por el contrario, se trata de un conjunto de sistemas sorprendentemente diversos y dinámicos, que se encuentran en continua evolución, y que están formados por innumerables y variados mundos que, a pesar de encontrarse a enormes distancias entre sí, se mantienen conectados por los siempre presentes efectos gravitatorios (eso sin mencionar más de alguna ocasional e inevitable colisión.)

Qué increíble serie de cambios a los paradigmas de nuestro conocimiento nos ha traído el Cinturón de Kuiper hasta ahora. ¡La pintoresca visión del sistema solar que teníamos en los años 90 carecía de su estructura más grande!

– Alan Stern, Investigador Principal de New Horizons.

Fuente: Universe Today


¿Un planeta devorado por su estrella?

 

¿Un planeta devorado por su estrella?

 

Ilustración artística de un "Júpiter caliente" antes de ser devorado por su estrella. Crédito: NASA.

La idea de estrellas que consumen sus planetas interiores cuando se expanden durante su vejez es apoyada firmemente por la teoría, pero ahora los científicos pueden tener en sus manos la primera evidencia de dicho tipo de "canibalismo". Una estrella apodada BD+48 740, una avejentada gigante roja en la constelación de Perseo, tiene alrededor de 1,5 veces la masa del Sol, pero aproximadamente 11 veces su radio; un tamaño que pone la superficie de la estrella a sólo una sexta parte de la distancia a la órbita de Mercurio en nuestro Sistema Solar, pero es casi seguro que se expandió lo suficiente para haber devorado un "Júpiter caliente" que orbitase muy cerca.

El espectro muestra que BD+48 740 contiene una cantidad inusualmente alta de litio para una estrella de su edad, informaron en línea los investigadores en The Astrophysical Journal Letters. Este litio, que normalmente es consumido en las estrellas, probablemente se formó cuando el astro se calentó al tragarse al sentenciado planeta, dicen los investigadores.

Además, los análisis del equipo sugieren que al menos un planeta más ha sobrevivido a la aterradora expansión de la estrella rica en litio; una esfera masiva con alrededor de 1,6 veces la masa de Júpiter y que rodea la enana roja en una órbita altamente alargada una vez cada 771 días. La excentricidad sorprendentemente alta de esta órbita, una de las más altas medidas hasta ahora de un exoplaneta, es otra pista más de que el sistema planetario de BD+48 740 ha sufrido alteraciones importantes, sostienen los investigadores.

Fuente: ScienceNOW


Portal astronómico IAU/UNESCO

 








IAU y UNESCO lanzan portal de Patrimonio Astronómico...Un nuevo portal
de UNESCO-IAU sobre el Patrimonio Astronómico se lanzó en la 28º
Asamblea General de IAU en Pekín. El sitio es una base de datos, foro
y repositorio documental sobre los sitios de patrimonio astronómico en
el mundo.

http://www.noticiasdelcosmos.com/2012/08/iau-y-unesco-lanzan-portal-de.html
Fonte: Forum Johannes Kepler

LIADA: Primer Simposio de Cuerpos Menores del Sistema Solar.

Te invitamos a participar del
Primer Simposio de Cuerpos Menores del Sistema Solar




a realizarse en el CODE de Santa Fe
el sábado 17 y domingo 18 de Noviembre de 2012
Toda la información está disponible en: 

https://sites.google.com/site/simposioiberdecuerposmenores/

  


Auspician:





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