sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Imagem da Lua com a Terra ao fundo marca 40 anos do fim da era Apollo

Do G1, em São Paulo

Uma imagem que mostra a Lua com a Terra ao fundo, feita pela sonda Apollo 17, da agência espacial americana (Nasa), foi divulgada esta semana para marcar os 40 anos da última viagem tripulada ao nosso satélite natural.

(Correção: a agência Reuters havia informado anteriormente que se tratava do 50º aniversário da última viagem tripulada à Lua, quando é, na verdade, do 40º. Esta reportagem foi corrigida às 17h05)

Lua e Terra (Foto: Nasa/Reuters) 
Apollo 17 captou imagem impressionante da Lua com parte da Terra visível ao fundo
 (Foto: Nasa/Reuters)
 
A foto foi durante o pouso da última missão do programa Apollo.

Hubble produz imagem mais distante do universo

Da BBC

O objeto UDFj-39546284 está no limite de alcance do Hubble (Foto: Nasa/ESA/R.Ellis/HUDF12/BBC) 
O objeto UDFj-39546284 está no limite de alcance do
Hubble (Foto: Nasa/ESA/R.Ellis/HUDF12/BBC)
 
Astrônomos conseguiram imagens das áreas mais distantes do universo já registradas com o telescópio espacial Hubble. Eles identificaram seis novas galáxias que se formaram apenas algumas centenas de milhões de anos depois do Big Bang.

O novo estudo, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia

"Claro que o objeto mais distante é interessante, mas é o 'recenseamento' - a contagem dos sete objetos - que nos dá a primeira indicação da população no coração desta... era", disse o professor Richard Ellis, do Caltech.  da Califórnia (Caltech) e da Universidade de Edimburgo, na Escócia, também atualizou a estimativa de distância de uma sétima galáxia, colocando-a em uma posição ainda mais distante no tempo do que qualquer outro objeto já identificado até então.

Chamada de UDFj-39546284, a galáxia foi localizada a uma distância equivalente a quando o universo tinha apenas 3% de sua idade atual. A nova pesquisa com as imagens do Hubble dá a ideia mais clara de como foram os primeiros anos da história do universo.

As informações dão apoio à ideia de que as primeiras galáxias aglomeraram suas estrelas de uma forma mais suave e não em uma explosão súbita, como se acreditava antes.

As posições das sete galáxias no Campo Ultraprofundo do Hubble, um pedaço do céu com um décimo do diâmetro da Lua cheia (Foto: Nasa/ESA/R.Ellis/HUDF12/BBC) 
As posições das sete galáxias no Campo Ultraprofundo do Hubble, um pedaço do céu com um décimo do diâmetro da Lua cheia (Foto: Nasa/ESA/R.Ellis/HUDF12/BBC)
 
Fornalha
Essas descobertas fazem parte de um projeto chamado UDF-12, que se concentra sobre uma faixa pequeno do céu, na constelação Fornax (A Fornalha). O Hubble vem analisando este local desde 2003, tentando formar uma imagem dos objetos cuja distância da Terra é tão grande que a luz deles chega até aqui em quantidades minúsculas.

A luz vinda dos objetos mais remotos teve seu início como uma emissão ultravioleta (comprimento de onda mais curto) e, em seguida, foi esticada pela expansão do universo até se transformar em infravermelha (mais longa). Pelo fato de ter sido necessário tanto tempo para que esta luz nos atingisse, as observações do projeto estão na verdade olhando para o passado.

Os objetos captados pelo Hubble estão tecnicamente localizados em uma faixa de período de tempo que vai de cerca de 600 milhões de anos a 380 milhões de anos depois do Big Bang. Atualmente, pesquisadores sugerem que o Big Bang ocorreu há cerca de 13.77 bilhões de anos.

O objeto mais distante, o UDFj-39546284, foi anunciado pela primeira vez por Garth Illingworth e Rychard Bouwens, na revista especializada "Nature", em 2011. Eles estimaram sua localização a 480 milhões de anos depois do Big Bang. Mas, o conjunto de dados levantados pelo professor Ellis e sua equipe sugere que esta galáxia na verdade está a uma distância ainda maior.

Ross McLure (esq.) e James Dunlop participaram da pesquisa (Foto: Royal Observatory - Edinburgh/BBC) 
Ross McLure (esq.) e James Dunlop participaram da
pesquisa (Foto: Royal Observatory - Edinburgh/BBC)
 
Segunda geração
Os cientistas analisam estas áreas tão distantes no tempo e espaço para obter mais informações sobre o desenvolvimento das estruturas do universo, para ajudar a explicar a forma atual do cosmo. Eles procuram dados sobre as primeiras populações de estrelas. Estes "gigantes quentes" teriam crescido de nuvens de gás frio e neutro que compunham o universo jovem.

Estes corpos celestes tinham vidas curtas, produzindo os primeiros elementos pesados. Elas também queimaram o gás neutro à sua volta, arrancando elétrons dos átomos e produzindo o plasma difuso intergalático que ainda é possível detectar entre as estrelas.

O professor James Dunlop, da Universidade de Edimburgo e que participou do projeto, afirma que quando as seis galáxias são analisadas, elas "parecem razoavelmente maduras". "Elas têm uma quantidade razoável de elementos pesados de gerações anteriores de estrelas", disse.

"Então, de uma forma, a mensagem é que nós ainda não estamos vendo a primeira geração de estrelas, a chamada População 3 de estrelas. Mesmo quando chegamos ao que temos agora, menos de 5% da idade do universo, ainda estamos vendo a segunda geração, objetos relativamente evoluídos."

Mas, será muito difícil ir mais longe no tempo com o Hubble. Para isto, os cientistas terão que esperar até que o telescópio espacial James Webb seja lançado, algo que está previsto apenas para 2018.

Chuva de meteoros é vista a partir de ilha nas Canárias

Fenômeno é conhecido por Geminídeos.
São destroços de cometas ‘varridos’ pela Terra.

Do G1, em São Paulo

Homem usa umraio laser para apontar chuva de meteoros na ilha de Tenerife. (Foto: Martin Desiree / AFP Photo) 
Homem usa umraio laser para apontar chuva de
meteoros na ilha de Tenerife.
(Foto: Martin Desiree / AFP Photo)
 
Um homem aponta um raio laser para um ponto no céu em que se pode observar a chuva de meteoros conhecida por Geminídeos, no Parque Nacional de El Teide, na ilha de Tenerife, nas Canárias, na Espanha.

Durante seu percurso em torno do Sol, a Terra atravessa diversas trilhas de destroços deixados por cometas, vagando em suas órbitas em torno do Sol também. Todas as vezes que isso acontece, ocorre uma chuva de meteoros e a Terra varre esses pequenos destroços e eles são destruídos com o atrito ao entrarem na atmosfera.

Alguns pedaços desses destroços de cometas sobrevivem e chegam à superfície, mas a grande maioria se queima, dando origem às populares estrelas cadentes.


 
Visão geral do céu da ilha de Santa Cruz de Tenerife durante a chuva de meteoros
 (Foto: Desiree Martin/AFP Photo)

Le sonde gemelle Grail pronte all'impatto sulla Luna

Previsto per lunedì 17 dicembre

Ricostruzione della traiettoria e del luogo d'impatto delle sonde Grail della Nasa (fonte: NASA/JPL-Caltech/GSFC/ASU)  
Ricostruzione della traiettoria e del luogo d'impatto delle sonde Grail della Nasa 
(fonte: NASA/JPL-Caltech/GSFC/ASU)
 
Ultima missione per le sonde gemelle Grail, della Nasa, che dopo mesi trascorsi nell'orbita lunare sono arrivate al termine della loro attività e si preparano all'impatto sul suolo della Luna, previsto alle 12:28 di lunedì 17 dicembre.

Lanciate nel settembre del 2011, le sonde gemelle Ebb e Flow della missione Grail (Gravity Recovery and Interior Laboratory) hanno permesso ai ricercatori di conoscere meglio la struttura interna e la composizione della Luna. Adesso entrambe si stanno preparando all'impatto su una montagna vicino al Polo Nord lunare, nei pressi del cratere Goldschimdt. Sarà una discesa controllata, nella quale entrambi i veicoli spaziali si schianteranno sulla superficie lunare ad una velocità di oltre 6.000 chilometri all'ora. L'impatto è una scelta obbligata: le sonde sono state avviate di proposito verso la superficie lunare in quanto la loro orbita bassa e gli scarsi livelli di combustibile ormai non consentono ulteriori operazioni scientifiche.

Le due sonde hanno permesso di realizzare la mappa del campo gravitazionale di un corpo celeste con la più alta risoluzione mai ottenuta. La mappa fornirà una migliore comprensione su come si sono formati ed evoluti la Terra e gli altri pianeti rocciosi del Sistema Solare. "Sarà difficile dirgli addio", ha commentato il primo ricercatore della missione Grail, Maria Zuber, del Massachusetts Institute of Technology di Cambridge. "Le nostre piccole gemelle robotiche - ha aggiunto - sono state membri esemplari per la famiglia Grail, la scienza planetaria è progredita in modo sostanziale grazie ai loro contributi".

Ebb e Flow condurranno però un ultimo esperimento prima di concludere la loro missione. Accenderanno i motori principali fino a quando i serbatoi del propellente saranno vuoti, questo per determinare con precisione la quantità di carburante rimasto. Il test aiuterà gli ingegneri della Nasa nel validare modelli informatici di consumo del carburante, allo scopo di migliorare le previsioni del fabbisogno di combustibile per le future missioni spaziali.


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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Fim do mundo já começou, mas agonia será lenta, alertam cientistas

Da AFP -Guerra nuclear, pandemia viral, mudança climática: a suposta profecia maia do fim do mundo não será cumprida, mas o apocalipse já começou e a agonia será lenta, alertam os cientistas.

"A ideia de que o mundo acabará subitamente, por uma causa qualquer, é absurda", declarou o cientista da Nasa e especialista em vida no espaço David Morrison.

"A Terra existe há mais de 4 bilhões de anos, e passarão ainda muitos outros antes de o Sol tornar nosso planeta inabitável", afirmou o cientista, que criticou as "ridículas" versões que preveem o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012, injustamente atribuído ao calendário maia.

Mais um dia de sol e temperaturas sobem em todas as regiões do estado do Rio (Foto: Foto: Marcos Teixeira Estrella / TV Globo) 
Aquecimento é o que mais preocupa cientistas sobre fim do mundo 
(Foto: Marcos Teixeira Estrella/TV Globo)
 
Daqui a quase 5 bilhões de anos, o Sol se transformará em um "gigante vermelho", mas o calor crescente terá, muito antes, provocado a evaporação dos oceanos e o desaparecimento da atmosfera terrestre. O astro se resfriará depois, até a extinção.

"Até lá, não existe nenhuma ameaça astrônomica ou geológica conhecida que poderia destruir a Terra", disse Morrison.

Mas será que a ameaça poderia vir do céu, como demonstram algumas produções de Hollywood que descrevem gigantescos asteroides em choque com a Terra? Uma catástrofe similar, que implica um astro de 10 km a 15 km de diâmetro, caiu sobre a atual península mexicana de Yucatán, causando provavelmente a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos.

Os astrônomos da Nasa afirmam que não é provável que aconteça uma catástrofe similar em um futuro previsível.

"Estabelecemos que não há asteroides tão grandes perto do nosso planeta como o que terminou com os dinossauros", declarou o cientista, acalmando os temores de alguns sobre um fim do mundo em breve.

Além disso, se um asteroide provocou a extinção dos dinossauros e de muitas espécies, não conseguiu erradicar toda a vida na Terra. A espécie humana teria a oportunidade de sobreviver, destacou Morrison.

Risco de pandemias
Sobreviver a uma pandemia mundial de um vírus mutante, como a gripe aviária H5N1, poderia ser mais complicado, mas "não provocaria o fim da humanidade", explica Jean-Claude Manuguerra, especialista em virologia do Instituto Pasteur de Paris.

"A diversidade de sistemas imunológicos é tão importante que há pelo menos 1% da população que resiste naturalmente a uma infecção", afirmou o especialista da revista francesa "Sciences & Vie", que consagrou um número especial ao fim do mundo.

Apesar da tese de uma guerra nuclear ter perdido força desde o fim da Guerra Fria, ela não desapareceu completamente.

O número de vítimas dependeria de sua magnitude, mas inclusive um conflito regional – como entre Paquistão e Índia – bastaria para causar um "inverno nuclear" com efeitos em todo o planeta, como uma queda das temperaturas que impossibilitaria a agricultura, por exemplo.

Mas os cientistas demonstram inquietação com a mudança climática a alertam que o aquecimento do planeta é o que mais se parece com o temido fim do mundo.

E desta vez não são simples temores e hipóteses. Secas, tempestades e outras catástrofes naturais se tornariam mais frequentes e intensas com o aumento das temperaturas mundiais, que poderiam registrar alta de 2° C, 4° C e até 5,4° C até 2100.

Isso equivaleria a um suicídio coletivo da espécie humana, advertem os cientistas, que intensificam os pedidos para conter o devastador aquecimento do planeta.

Svelata origine luce galassia Andromeda

Roma - Risolta l'origine della misteriosa e intensa luce osservata nella galassia di Andromeda: e' stato il getto di un piccolo buco nero che sta mangiando la sua stella compagna. Descritta sulla rivista Nature, la scoperta si deve a un gruppo coordinato da Matthew Middleton dell'universita' britannica di Durham e dell'Istituto di Astronomia Anton Pannekoek ad Amsterdam. Al lavoro ha partecipato Massimo della Valle direttore dell'Osservatorio astronomico di Capodimonte 

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L'asteroide Toutatis è arrivato puntuale

L'orbita dell'asteroide Toutatis nella fase di massimo avvicinamento alla Terra (fonte: NASA/JPL)  
L'orbita dell'asteroide Toutatis nella fase di massimo avvicinamento alla Terra
(fonte: NASA/JPL)
 
L’asteroide Toutatis è arrivato puntuale all’incontro ravvicinato con la Terra, passando alla distanza di sicurezza di 6,9 milioni di chilometri.

Dall’Italia non e’ stato possibile seguire la fase del massimo avvicinamento, avvenuto alle 7,40 di oggi. Ma astronomi e astrofili non si perdono d’animo: già nella serata dell'11 dicembre ''rispetto ai giorni scorsi, la luminosità apparente era sensibilmente maggiore e questa continuerà ad aumentare'', ha detto l’astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope.

‘’Il moto apparente di Toutatis tra le stelle – ha proseguito Masi – era assai evidente anche a distanza di pochi secondi’’. L’attenzione è tanta anche da parte di curiosi e appassionati del cielo: già nella serata dell'11 dicembre, ha detto ancora Masi, ''sul sito del Virtual Telescope vi è stata una straordinaria presenza di curiosi da tutto il mondo, decine di migliaia in poche ore’’ e per la sera del 13 dicembre alle 21 è prevista un’osservazione diretta gratuita. Per il 12 alle 21 saranno puntati su Toutatis i telescopi remoti dell'Unione Astrofili Italiani (Uai)e quelli del servizio Skylive.

Altri due asteroidi
Toutatis non è arrivato solo: ad accompagnarlo fin dall’11 dicembre ci sono due asteroidi più piccoli: 2012 XE54, che ha diametro di 36 metri, e 2009 BS5, con un diametro di 15 metri. E’ un passaggio da seguire attentamente, rileva Diego Turrini dell’Istituto di Astrofisica e Planetologia Spaziali e dell’Istituto Nazionale di Astrofisica (Iaps-Inaf), non perché crei un pericolo per il nostro pianeta ma ''perché le orbite di questi oggetti possono subire lievi modifiche a causa della gravità della Terra e della Luna (le orbite possono cambiare quanto più è ravvicinato il passaggio) e queste misure servono per determinare con sempre maggiore dettaglio le previsioni future relative ai passaggi di questi oggetti vicini alla Terra, chiamati Near Earth Objects o Neo''.

Le Geminidi
Sempre fra il12 e 13 dicembre è in arrivo anche il picco delle Geminidi, le stelle cadenti d’inverno generate dallo sciame periodico di meteoriti che ogni anno incrocia l’orbita terrestre. Quest’anno, osservano gli esperti dell’Inaf, l’assenza della Luna in quei giorni renderà più facile avvistare anche le più deboli tra queste stelle cadenti. Per vederle, bisogna guardare verso la costellazione dei Gemelli: è proprio dai dintorni dalla stella Alpha di questa costellazione, che sembra provenire la pioggia di meteoriti. Le Geminidi tendono a muoversi più lentamente rispetto ad altre stelle cadenti, e per lo più hanno una luce giallastra.

È uno sciame particolare, quello delle Geminidi: anziché da una cometa, come avviene per la maggior parte delle stelle cadenti, sembra avere avuto origine da un asteroide, chiamato 3200 Phaeton, rimasto vittima di uno scontro oltre l’orbita di Marte e che ora si porta dietro una nuvola di detriti.

Scoperte solo nel 1862, la pioggia delle Geminidi sembra diventare sempre più intensa negli ultimi anni, con picchi fino 120-160 meteore per ora.

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Cientista Stephen Hawking ganha prêmio de US$ 3 milhões

Da Reuters

Físico britânico Stephen Hawking completou 70 anos neste domingo. (Foto: AFP) 
O físico britânico Stephen Hawking tem 70 anos. (Foto: AFP)

O físico britânico Stephen Hawking ganhou um prêmio de US$ 3 milhões por seu trabalho sobre como os buracos negros emitem radiação.

O prêmio foi oferecido pelo bilionário empresário russo do setor de internet Yuri Milner, que ainda concedeu outros US$ 3 milhões aos pesquisadores do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), que este ano descobriram um novo componente subatômico que se comporta como, na teoria, o bóson de Higgs - a chamada “partícula de Deus”.

A fundação do milionário russo criou o prêmio para suprir o que ele considera ser uma falta de reconhecimento para cientistas de renome. O montante concedido aos vencedores é maior do que ofecere o Nobel, que este ano foi reduzido de US$ 1,5 milhão para US$ 1,2 milhão.

Hawking disse que pretende usar o dinheiro para ajudar a filha com seu filho autista e pode comprar uma casa de férias.

12/12/2012 09h05 - Atualizado em 12/12/2012 09h05 Telescópio no Chile ganha aparelho para analisar 24 galáxias de uma vez

KMOS ajudará a entender como sistemas evoluíram no início do Universo.
Instrumento europeu tem braços robóticos e mais de mil superfícies ópticas.

Do G1, em São Paulo

Um novo instrumento inaugurado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, será capaz de registrar e estudar 24 galáxias ao mesmo tempo em luz infravermelha. O KMOS vai fornecer dados que ajudarão a entender como galáxias distantes cresceram e evoluíram no começo do Universo.

Construído por um consórcio de cinco universidades e institutos do Reino Unido e da Alemanha, em parceria com o ESO, o aparelho acaba de ser testado com sucesso no Very Large Telescope (VLT), em Paranal, no deserto do Atacama. Ele reúne 24 braços robóticos – um para cada galáxia analisada – e mais de mil superfícies ópticas.

Eso (Foto: ESO/Divulgação) 
KMOS tem 24 braços robóticos que poderão estudar galáxias do início do Universo 
(Foto: ESO/Divulgação)
 
De agosto até agora, o KMOS foi enviado da Europa para o Chile, montado, avaliado e instalado. Foram oito anos de planejamento, concepção e construção até pôr esse instrumento de segunda geração para funcionar. Antes dele, foi instalado no VLT o X-shooter, capaz de ver todo o espectro de radiação e comprimento de onda de um objeto, desde o ultravioleta até o infravermelho.

Segundo o co-pesquisador Ray Sharples, da Universidade de Durham, no Reino Unido, "a equipe aguarda com expectativa as muitas descobertas científicas futuras" do KMOS.

Em questão de meses, o instrumento poderá fazer duas coisas simultâneas para observar as galáxias em suas fases iniciais: observar muitos objetos ao mesmo tempo e mapear as características de cada um, que variam de uma região para outra. Até agora, os astrônomos só podiam fazer uma coisa de cada vez – ou captar muitos objetos ao mesmo tempo, ou analisar com detalhes um só.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Astrônomo do Vaticano diz que mundo não acabará este mês

Da EFE

Padre Jose Funes (Foto: Divulgação) 
Padre Jose Funes (Foto: Divulgação)
 
O Vaticano anunciou nesta terça-feira (12) que "por enquanto" o fim do mundo não chegará, segundo declaração do diretor da Specola Vaticana, o observatório astronômico do estado papal, José Funes, que afirmou que as pessoas não devem se preocupar com "profecias" como a dos maias.

De acordo com o calendário maia, o fim do mundo vai ocorrer no dia 21 de dezembro. Funes disse que nos últimos dias tem se falado muito no fim do mundo, e que basta fazer uma busca pela internet para ver que esse tema registra 40 milhões de resultados.

"Segundo essa profecia, ocorreria um alinhamento dos planetas e do sol com o centro da Via Láctea e uma inversão dos pólos magnéticos do campo terrestre. Não vale a pena discutir a base científica dessas afirmações, obviamente falsas", disse Funes no jornal do Vaticano 'L'Osservatore Romano'.

Funes explicou que, em 2003, enquanto participava de um curso de astronomia na Universidade de Tegucigalpa, visitou as ruínas de Copán (Honduras) e constatou a capacidade de observação do espaço dos maias.

Ciclos
Em qualquer caso, prosseguiu Funes, os maias não se perguntavam se a Terra ou o Sol eram o centro do cosmos, pois estavam mais interessados em encontrar "um desenho repetitivo de observações passadas que pudessem se reproduzir no futuro, já que nessa cultura o tempo tinha uma dimensão cíclica e repetitiva".

O astrônomo refletiu sobre o destino do cosmos e disse que se sabe que o universo começou há cerca de 14 bilhões de anos, que está composto por 4% de matéria ordinária, 23% de matéria escura e 73% de energia escura, e que segundo os dados mais confiáveis, expande-se continuamente.

Se esse modelo está certo, em um futuro muito distante, "falamos de bilhões de bilhões de anos, o universo acabará por se romper", e isto é o único que a cosmologia pode dizer neste momento com uma certa base científica sobre o futuro, acrescentou o jesuíta argentino.

O diretor da Specola Vaticana afirmou que a visão cristã do universo e da história têm um sentido e que no ser humano existe a convicção de que a morte não pode ter a última palavra.

"A cosmologia nos mostra que o universo caminha rumo a um estado final de frio e escuridão e a mensagem cristã nos ensina, pelo contrário, que na ressurreição final, a do último dia, Deus reconstruirá cada homem, cada mulher e todo o universo", ponderou.

Estado de Atenção - Chuva forte em grande parte do Brasil


Chuva forte em grande parte do Brasil

Estado de Atenção

Nesta terça-feira (11/12) haverá chuva forte no norte do RS, oeste, litoral norte, capital e planalto norte de SC, sudoeste e sul do PR. As chuvas fortes também atingirão de forma localizada as demais áreas do PR, SP, sul, capital e região serrana do RJ, grande parte de MG (incluindo a capital), áreas serranas do ES, MS, MT, GO (com menor chance no nordeste), centro-sul do MA, centro do PI, região central da BA (Chapada Diamantina e Planalto), TO (com menor chance no sudeste), centro-sul do PA ( e algumas áreas a sul da Ilha de Marajó e a norte da região de Carajás), AM (principalmente o sudoeste, centro-sul e nordeste), sul e sudoeste de RR, AC e RO. 


Ressalta-se que na faixa leste e nordeste de SP (incluindo a capital) a chuva acontecerá principalmente entre o fim da tarde e durante a noite, e pode vir acompanhada de rajadas de vento forte e queda de granizo isolado. 


Na quarta-feira (12/12) haverá chuva forte no oeste, centro, norte e nordeste do RS (com menor chance na região da capital), SC, PR, SP, sul, capital e baixada fluminense, região serrana e noroeste do RJ, grande parte de MG (incluindo a capital), áreas serranas do ES, MS, MT, GO, DF, centro-sul do MA, sul do PI, região oeste da BA, TO, centro-sul do PA, AM, sul e sudoeste de RR, AC e RO. 


Ressalta-se que entre as áreas do RS até o sul e Triângulo de MG poderão vir acompanhadas de rajadas de vento e queda de granizo isolado. 



IMPORTANTE 


RESSALTA-SE QUE AS CHUVAS FORTES PREVISTAS PARA ESTAS ÁREAS DE AVISO SERÃO PROVOCADAS PRINCIPALMENTE PELA COMBINAÇÃO ENTRE TEMPERATURAS E UMIDADE ELEVADAS. POR ISSO, AS CHUVAS OCORRERÃO DE FORMA ISOLADA, SENDO IMPRESCINDÍVEL O USO DE RADARES METEOROLÓGICOS. 


O CPTEC recomenda contatar os Núcleos Estaduais para a obtenção de uma previsão mais precisa e detalhada. 



INPE-CPTEC

Em situações de risco consulte a Defesa Civil.
Defesa Civil
Atualizado em 11/12/2012 10:09

Toutatis arriva in compagnia

Scortato da due asteroidi più piccoli


L'asteroide Toutatis (fonte: NASA)  
L'asteroide Toutatis (fonte: NASA)
Arriva in compagnia l'asteroide Toutatis, 'scortato' da due asteroidi più piccoli. L'appuntamento con i tre oggetti è fra domani 11 dicembre e il 12 dicembre. I primi a transitare vicini alla Terra, ma a una distanza di tutta sicurezza, saranno i due oggetti più piccoli: 2012 XE54, che ha un diametro di 36 metri, e 2009 BS5, con il diametro di 15 metri. Poi toccherà a Toutatis, che in confronto è un gigante, con il lato maggiore che misura circa 5 chilometri.

Toutatis si troverà alla minima distanza dalla Terra il 12 dicembre, alle 7,40 del mattino, quando passerà a 6,9 milioni di chilometri dalla Terra, ossia ad una distanza pari a 18 volte quella che separa la Terra dalla Luna.

Il piccolo 2012 XE54 passerà invece all'interno dell'orbita lunare e 2009 BS5 transiterà ad una distanza circa 8,4 volte maggiore della distanza Terra- Luna.

Nessuno dei passaggi comporta rischi di impatto con il nostro pianeta, sottolinea l'astrofisico Diego Turrini dell'Istituto di fisica dello Spazio Interplanetario dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Ifsi-Inaf).

Dei tre oggetti il più interessante è Toutatis perché e il più grande, anche se non abbastanza da essere visibile a occhio nudo.

Nonostante non sia una minaccia per la Terra, il passaggio dell'asteroide Toutatis e altri eventi simili vengono seguiti attentamente, rileva Turrini, ''perché le orbite di questi oggetti possono subire lievi modifiche a causa della gravità della Terra e della Luna''. Le orbite possono cioè modificarsi quanto più è ravvicinato il passaggio, di conseguenza ''queste misure sono utili per determinare con sempre maggiore dettaglio le previsioni future relative ai passaggi di questi oggetti vicini alla Terra chiamati Near Earth Objects, o Neo''. 

Del passaggio ravvicinato di questo asteroide approfitterà la sonda cinese Chang'e 2, che, spiega Turrini, era nell'orbita lunare ed è stata spostata per fotografare l’oggetto in avvicinamento e in allontanamento.
 
 
 
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