quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Nasa divulga imagens do 'cometa do século'

Cometa Ison passará muito perto do Sol em novembro e acredita-se que produzirá brilho intenso.

Da BBC

A sonda Deep Impact da Nasa capturou imagens do cometa Ison, que deve iluminar o céu da Terra até 2014 e poderá ser, devido ao seu brilho, o 'cometa do século', de acordo com estudiosos. Assista ao vídeo cedido pela Nasa. 

Imagem de vídeo da Nasa que mostra o cometa Ison (Foto: Divulgação/Nasa/BBC) 
Imagem de vídeo da Nasa que mostra o cometa Ison (Foto: Divulgação/Nasa)
 
A Deep Impact fez as imagens ao se concentrar no cometa em um período de 36 horas nos dias 17 e 18 de janeiro, quando o cometa ainda estava a cerca de 763 milhões de quilômetros do Sol.

O corpo celeste deve passar muito perto do Sol em novembro e, acredita-se, poderá ser visto a olho nu com um brilho intenso na Terra, quem sabe até mesmo durante o dia.

O Ison já tem uma cauda de 64 mil quilômetros de extensão, formada por poeira e gases, que ficará visível ao olho nu ainda neste ano, e os cientistas pretendem aproveitar isso para estudar o cometa.

'Esta parece ser a primeira viagem deste cometa para dentro do Sistema Solar, e ele deve passar muito mais perto do Sol do que a maioria dos cometas', afirmou o cientista Tony Farnham, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.

'Por isso, nos oferece uma nova oportunidade de ver como a poeira e o gás congelados neste cometa desde o início de nosso Sistema Solar vão mudar e evoluir quando for muito aquecido durante sua primeira passagem perto do Sol.'

A sonda Deep Impact foi lançada em 2005 e já conseguiu um feito no estudo de cometas: em sua primeira missão, disparou um projétil que atingiu o cometa Tempel-1 para estudar os destroços liberados com o impacto.

Descoberta
O Ison foi descoberto pelos astrônomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok em setembro de 2012. 

O nome dado foi o da instituição na qual os dois trabalham, a International Scientific Optical Network.

No dia 28 de novembro, ele deve chegar a uma distância não muito maior do que um milhão de quilômetros da superfície da estrela.

Se o cometa sobreviver a esta passagem, deve se afastar do Sol ainda mais brilhante do que antes e poderá iluminar os céus da Terra em janeiro de 2014.

No entanto, cometas são imprevisíveis, e o Ison poderá se desintegrar durante a passagem nas proximidades do Sol.

Pesquisa encontra novos planetas semelhantes à Terra

Pelo menos três planetas têm tamanho e temperatura como a Terra.
Candidatos orbitam anãs-vermelhas, estrelas mais fracas que o Sol.

Do G1, em São Paulo

Concepção artística de um planeta na órbita de uma anã-vermelha (Foto: D. Aguilar/Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics) 
Concepção artística de um planeta na órbita de uma anã-vermelha 
(Foto: D. Aguilar/Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)
 
Um estudo astronômico publicado nesta quarta-feira (6) estima que nossa galáxia possa ter pelo menos três planetas com características semelhantes à da Terra, no que diz respeito ao tamanho e à distância em relação à estrela que ele orbita. Esses planetas ficam a entre 300 e 600 anos-luz do nosso.

O levantamento dos especialistas do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, nos Estados Unidos, apontou que 6% dos planetas que orbitam as chamadas anãs-vermelhas se encaixem nessa descrição. Ao todo, 95 planetas foram analisados especificamente, dentre os quais se destacaram os três.

Anãs-vermelhas são estrelas menores, mais frias e menos brilhantes que o Sol. Por isso, a chamada “zona habitável” de um sistema baseado em uma anã-vermelha é bem mais próximo à estrela do que no Sistema Solar. Por exemplo, se o Sol fosse uma anã-vermelha, a Terra seria bem mais fria e provavelmente não teria vida.

A descoberta atrai o interesse dos astrônomos porque muitas das estrelas vizinhas do Sol são anãs-vermelhas.

“Não sabemos se poderia existir vida em um planeta orbitando uma anã-vermelha, mas a descoberta aguça minha curiosidade e me deixam imaginando se os berços cósmicos da vida são mais diversos do que nós, humanos, imaginávamos”, comentou Natalie Batalha, cientista da missão Kepler da Nasa, cujos dados foram utilizados no estudo.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Base lunare costruita con una stampante in 3D

Modello realizzato dall'Esa con tecnologia italiana


Il modello della base lunare vista dall'alto (fonte: ESA/Foster + Partners) 
 Il modello della base lunare vista dall'alto (fonte: ESA/Foster + Partners)
 
Quattro cupole di dimensioni diverse e collegate fra loro da brevi tunnel: ha un'aria avveniristica la base lunare costruita con una stampante in 3D, realizzata grazie ad una tecnologia in gran parte italiana. Il primo passo in questa direzione è stato il modello costruito dall'Agenzia Spaziale Europea (Esa) utilizzando un materiale simili al suolo lunare, la regolite.

'E' una tecnologia che cambia le regole del gioco'', spiega il responsabile della Sezione di tecnica dei materiali dell'Esa, Tommaso Ghidini. ''Le tecniche attuali - aggiunge - partono da un blocco di materiale e progressivamente eliminano la parte non necessaria finche' non arrivano alla forma desiderata.

Il modello della base lunare è stato invece costruito in modo completamente diverso perchè si costruisce un oggetto uno sovrapponendo uno strato dopo l'altro''.

Chiamata Additive Layer Manifacturing, la tecnologia è stata messa a punto grazie ad una vasta collaborazione, alla quale l'Italia partecipa con la Scuola Superiore Sant'Anna di Pisa e con le aziende Alta, di Pisa, e la Monolite, che ha costruito la stampante. Per l'Esa il progetto e' stato promosso dal direttorato per il Volo umano ed il responsabile e' Laurent Pambaguian.

La ''prova generale'' per la costruzione di una base lunare ha funzionato, ma naturalmente per poter utilizzare questa tecnologia nelle future missioni sulla Luna o su Marte è necessario rendere le stampanti molto piu' piccole (le versioni piu' grandi oggi arrivano fino a sei metri) e più leggere. Il materiale di costruzione, invece, sara' il suolo dei pianeti: ''l'idea - osserva Ghidini - è trovare sul pianeta tutte le risorse necessarie. Non è ancora dimostrato con quali materiali sono in grado di lavorare le stampanti, ma hanno funzionato con la regolite''. Altri vantaggi, rileva, sono la riduzione degli sprechi di materiale e il ridotto impatto sull'ambiente. La tecnica stessa di costruzione permette inoltre di ottenere edifici dalle forme più diverse e dalle geometrie complesse, impossibili con le tecniche di costruzione attuali.

www.ansa.it

Telescópio capta radiação ultravioleta e gás brilhante em nebulosa

Nebulosa da Gaivota é enorme nuvem constituída por hidrogênio gasoso.
Imagem foi divulgada pelo Observatório Europeu do Sul nesta quarta.

Do G1, em São Paulo

O Observatório Europeu do Sul (ESO) captou a radiação ultravioleta intensa emitida pela nuvem de poeira e gás brilhante, chamada de Nebulosa da Gaivota. A imagem, divulgada nesta quarta-feira (6), foi feita pelo Telescópio MPG, de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla, no Chile.

Localizada entre as constelações do Cão Maior e do Unicórnio, num dos braços espirais da Via Láctea, a Nebulosa da Gaivota é uma enorme nuvem constituída praticamente só por hidrogênio gasoso, um exemplo do que os astrônomos chamam de região HII, em referência ao hidrogênio ionizado.

Telescópio capta radiação ultravioleta emitida por Nebulosa da Gaivota (Foto: Divulgação/ESO) 
Imagem captada pelo ESO mostra intrigante mistura de nuvens escuras e nuvens vermelhas brilhantes, cravejadas de estrelas, na Nebulosa da Gaivota (Foto: Divulgação/ESO)
 
No interior das nuvens, são formadas estrelas quentes que emitem radiação ultravioleta, fazendo com que o gás ao redor brilhe intensamente. A presença de regiões HII indica que existe formação estelar intensa em uma galáxia. Na imagem captada pelo ESO, é possível identificar estrelas jovens bastante brilhantes.

Conhecida pelo nome de IC 2177, a Nebulosa da Gaivota é constituída de três grandes nuvens de gás, denominadas de Sharpless 2-292, Sharpless 2-296 e Sharpless 2-207. As três fazem parte do catálogo de nebulosas, uma lista com de mais de 300 nuvens de gás brilhantes, compiladas pelo astrônomo americano Stewart Sharpless nos anos 1950.

Vento de estrela gigante é formado por milhões de fragmentos, diz estudo

Astrônomos constataram que vento estrelar não é uma brisa uniforme.
Raras, as estrelas de grande massa reciclam material do Universo.

Do G1, em São Paulo

O satélite de raio X XMM-Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA), concluiu o estudo mais detalhado já realizado sobre o forte vento de uma estrela gigante, informou a agência em nota divulgada na terça-feira (5).

Os astrônomos mostraram, pela primeira vez, que o vento estrelar não é uma brisa uniforme, mas sim fragmentada em centenas de milhares de pedaços, com diferentes temperaturas.

“Outros estudos já deram a entender que os ventos de estrelas de grande massa não são simplesmente uma brisa uniforme, e os novos dados confirmam isso. Mas, eles também revelam a existência de centenas de milhares de peças individuais quentes e frias”, diz Yaël Naze, da Universidade de Liège, na Bélgica, que liderou a análise do estudo.

Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé et al) 
Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios
 (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé et al)
 
Estrelas gigantes
As estrelas de grande massa são relativamente raras, mas desempenham um papel muito importante na reciclagem de materiais no Universo. Elas queimam o seu combustível nuclear muito mais rápido do que estrelas como o Sol e vivem por apenas milhões de anos, antes de explodirem em uma supernova, devolvendo a maior parte de sua matéria para o espaço.

Mas, mesmo durante suas "breves" vidas, elas perdem uma fração significativa de suas massas devido aos fortes ventos de gás, expulsos das suas superfícies pela luz intensa emitida pela estrela.

Os ventos das estrelas massivas são pelo menos cem milhões de vezes mais fortes do que o vento solar emitido por nosso próprio Sol e podem moldar significativamente o ambiente ao redor. Eles têm força, por exemplo, para provocar o colapso de nuvens de gás e poeira, formando novas estrelas, ou o inverso: empurrar as nuvens para longe antes que tenham a chance de começar a formar os novos astros.

Fragmentos
Apesar da sua importância, no entanto, a estrutura detalhada dos ventos das estrelas gigantes era pouco compreendida até então.

Agora, com as observações do satélite XMM-Newton, os astrônomos puderam entender melhor como são os ventos estrelares por dentro, por meio do estudo detalhado da variação das emissões de raio X da estrela zeta Puppis, também conhecida como Naos. Essa estrela é considerada a mais brilhante da constelação de Puppis e pode ser vista a olho nu da Terra, no hemisfério sul.

De acordo com a ESA, os raios X captados pelo satélite são fruto das colisões que ocorrem no vento entre os diversos pedaços que o compõem. Essas partes são aquecidas e arrefecidas, fazendo com que a força e a energia dos raios X emitidos por elas variem.

Foi dessa maneira que os astrônomos conseguiram identificar a quantidade de pedaços que fazem parte do vento estrelar da zeta Puppis, concluindo que ele não era constante e uniforme, mas formado por centenas de milhares de pedaços.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Il Sole diventa 'rumoroso'

Eruzione solare del 31 gennaio 2013 (fonte: NASA) 
 Eruzione solare del 31 gennaio 2013 (fonte: NASA)


Sole ''rompiscatole'' per i radioamatori: una nuova macchia solare che si è attivata nel fine settimana ha scatenato una piccola tempesta magnetica spingendo verso la Terra un flusso di onde corte che in alcuni casi ha disturbato le comunicazioni. Il disturbo è stato segnalato online da alcuni radioamatori.

Non si esclude che altri sciami simili possano essere in arrivo, considerando che il Sole sta attraversando la fase attiva del suo ciclo, nel quale periodi di quiete si alternano a periodi di attività intensa, come quello in corso. Si prevede infatti un progressivo intensificarsi di macchie ed eruzioni sulla sua superficie, che entro il 2013 potrebbe portare al picco della sua attività.

La nuova macchia solare che si è attivata si chiama AR1667 e le sue emissioni sono così abbondanti da coprire le voci delle trasmissioni radio a onde corte sulla Terra. Prodotte da eruzioni solari, le emissioni scagliano verso la Terra sciami di elettroni ad altissima velocità. La loro intensità è medio-alta ed è stata classificate al terzo posto in una scala che va da 1 a 5. Quando il flusso di elettroni viene scagliato via dal Sole, eccita il plasma e le onde radio nell'atmosfera solare. Nel momento in cui le onde radio viaggiano in direzione della Terra creano problemi le comunicazioni a onde corte, le piu' esposte a disturbi di questo tipo.

www.ansa.it

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Maternità 'attempata' per una stella

Nonostante l'età non più giovane, una stella è circondata da una culla di pianeti


Rappresentazione artistica della culla di pianeti che circonda la stella TW Hydrae (fonte: NASA/JPL-Caltech) 
 Rappresentazione artistica della culla di pianeti che circonda la stella TW Hydrae
 (fonte: NASA/JPL-Caltech)

C'è una culla di pianeti in formazione intorno a una stella che avrebbe già superato l'età per generare un sistema planetario. Distante 176 anni luce dalla Terra, la stella si chiama TW Hydrae, ed è circondata da un disco di polveri e gas in grado di 'fabbricare' più pianeti di quanti ce ne siano nel Sistema Solare. La scoperta, pubblicata sulla rivista Nature, si deve al gruppo coordinato da Edwin Bergin, dell'università americana del Michigan ad Ann Arbor, che ha messo a punto un nuovo metodo per ‘pesare’ i dischi di polveri che circondano le stelle.

TW Hydrae è relativamente giovane, ha circa 10 milioni di anni, in confronto il Sole ha circa 5 miliardi di anni: avrebbe quindi superato l'età nella quale per una stella è ancora possibile essere circondata da pianeti in formazione.

La sorpresa è arrivata dall’analisi del disco di poveri e gas che la circonda, possibile grazie al telescopio spaziale Herschel dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa), al quale partecipa anche la Nasa: ''non ci aspettavamo di vedere una tale quantità di gas attorno a questa stella'', ha osservato Bergin. ''In genere – ha aggiunto - stelle di questa età si sono liberate del materiale circostante, ma intorno a questa stella c'è ancora abbastanza massa per 'fabbricare' l'equivalente di 50 pianeti grandi quanto Giove''.

Per scoprire quanto materiale potenzialmente in grado di ‘fabbricare’ pianeti gassosi circondi una stella così 'attempata', i ricercatori hanno pesato il disco che circonda TW Hydrae.

In particolare hanno pesato le molecole di gas contenenti deuterio, una versione più pesante del gas da cui tipicamente si formano i pianeti gassosi, l'idrogeno. Herschel ha analizzato le firme delle molecole di gas contenenti deuterio perché riesce a vederle meglio, in quanto emettono luce a lunghezze d'onda più lunghe.
In questo modo è stato possibile misurare i livelli di idrogeno e ottenere il peso del disco con la massima precisione.

Resta da vederee il disco di polveri e gas che circonda la stella porterà ad un sistema planetario con pianeti più grandi e più numerosi rispetto al Sistema Solare, ma le nuove informazioni sono interessanti perché conoscere la massa di un disco planetario in embrione è fondamentale per capire come e quando i pianeti prendono forma attorno ad altre stelle. Per esempio,secondo Bergin ''le teciche che permettono di pesare i dischi planetari in formazione permetteranno anche di sapere come si è formato il nostro Sistema Solare ''.


www.ansa.it

domingo, 3 de fevereiro de 2013

In aprile il primo lancio operativo di Vega

La base di lancio di Vega a Kourou, nella Guyana Francese (fonte: ESA)  
La base di lancio di Vega a Kourou, nella Guyana Francese (fonte: ESA)
 
A poco più di un anno dal suo debutto nello spazio, il piccolo lanciatore Vega, realizzato per il 65% dall'Italia, si avvicina al suo primo lancio operativo.

E' infatti in programma in aprile il primo lancio operativo di Vega, il nuovo lanciatore dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) realizzato grazie a una grande partecipazione italiana. Lo ha detto Jean-Yves Le Gall, amministratore delegato e presidente di Arianespace, la società francese che gestisce i lanci presso la base europea di Kourou, nella Guyana Francese .

''Il prossimo lancio di Vega - ha spiegato Le Gall - sarà in aprile e porterà il satellite Proba-V, dell'Esa, e il vietnamita VnredSat-1''. Realizzato nell'ambito del programma dell'Esa per l'osservazione della Terra, il satellite Proba-V segue il lancio di Proba1 e 2 e sarà dotato di strumenti in grado di monitorare lo stato di salute della vegetazione.

"Nel 2012 - ha spiegato Le Gall - abbiamo effettuato ben 10 lanci di successo, e nel 2013 abbiamo in programma 6 lanci con Ariane-5, 4 con Soyuz e 1 con Vega". Grazie ai tre lanciatori, Arianespace ha portato in orbita nello scorso anno oltre 75 tonnellate di materiali e si conferma l'azienda leader del settore, raccogliendo oltre il 50% del mercato dei satelliti privati.

www.ansa.it

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Arriva l’asteroide DA14, il 15 febbraio ‘sfiorerà' la Terra

Il percorso tra le stelle dell'asteroide DA14 (fonte: Gianluca Masi, Virtual Telescope) 
 Il percorso tra le stelle dell'asteroide DA14
 (fonte: Gianluca Masi, Virtual Telescope)
 
Si preannuncia come un passaggio memorabile, quello dell'asteroide 2012 DA14: si avvicinerà molto alla Terra, anche se in tutta sicurezza. Dall'Italia si potrà osservare anche con un piccolo binocolo.

Del diametro di circa 40 metri, l'asteroide DA14 raggiungerà la minima distanza dalla Terra il 15 febbraio alle 20,25 ora italiana. "L'oggetto - osserva l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope - durante il massimo avvicinamento passerà a 35.000 chilometri dal nostro pianeta". Una distanza relativamente vicina, ma sicura. "Ovviamente - prosegue l'esperto - non vi sarà alcun pericolo di impatto con il nostro pianeta, ma si tratta di un passaggio quasi epocale perché è raro che un asteroide passi così vicino alla Terra, a circa un decimo della distanza lunare: basti pensare che i satelliti geostazionari, come Meteosat, sono più lontani perchè si trovano a 36.000 chilometri di distanza".

Il passaggio di DA14 sarà una occasione ghiotta per astronomi e appassionati perché l'asteroide, prosegue Masi, "si vedrà benissimo dall'Italia anche con un piccolo binocolo nelle prima fasi di avvicinamento e nelle fasi successive con telescopi amatoriali anche modesti, di 60 millimetri di diametro''.

Nel suo passaggio ravvicinato l'asteroide sarà visibile in regioni diverse del cielo a seconda dei luoghi di osservazione: per esempio osservandolo da Roma nella sera del 15 febbraio, l'asteroide sorgerà ad Est e si dirigerà verso la stella polare.

Il Virtual Telescope trasmetterà l'osservazione in diretta, grazie alla sua rete di telescopi da remoto, a partire dalle ore 23,00. Circostanze come questo passaggio ravvicinato sono occasioni preziose per gli esperti che monitorano e studiano questi oggetti vicini alla Terra, chiamati Near Earth Objects (Neo) che generalmente sono molto deboli da rilevare. "Questi passaggi così ravvicinati – rileva Masi - permettono, per esempio, di valutare qual è l'effetto che la Terra ha sulle orbite degli asteroidi durante i loro avvicinamenti". Non solo: in generale i passaggi ravvicinati permettono di studiare le caratteristiche fisiche dei piccoli asteroidi, come dimensioni e periodo di rotazione, importanti per conoscere meglio questi oggetti.


www.ansa.it

Le sorprese del cielo di febbraio

Dalla Luna a barchetta all'incontro ravvicinato con l'asteroide DA14


Luna a barchetta (fonte: Paolo Volpini, Associazione Astrfili di Piombino, www.astropiombino.org)  
Luna a barchetta 
(fonte: Paolo Volpini, Associazione Astrfili di Piombino, www.astropiombino.org)
 
Il cielo di febbraio si annuncia generoso, con due appuntamenti da non perdere, che hanno come protagonisti una Luna ''sorridente'' ed il passaggio ravvicinato dell'asteroide 2012 DA14.

Il primo appuntamento, segnala l'Unione Astrofili Italiani (Uai), è per lunedì 11, è con la Luna ''a barchetta'': il falcetto della Luna sarà rovesciato in modo da disegnare nel cielo una sorta di sorriso. A fare compagnia alla Luna ci saranno Marte e Mercurio: un incontro a tre non facilissimo da osservare, data la limitata altezza sull'orizzonte degli astri che ne sono protagonisti, ma quello dell'11 febbraio si annuncia come un tramonto decisamente spettacolare.

Il secondo appuntamento, probabilmente di quelli che capitano una volta nella vita, è con il passaggio ravvicinato dell'asteroide 2012 DA14, che il 15 febbraio raggiungerà il massimo avvicinamento alla Terra, passando a 35.000 chilometri dal nostro pianeta: una distanza ridotta, ma comunque sicura, che permetterà agli astronomi e agli appassionati del cielo di raccogliere dati utili e immagini suggestive.

Pochi giorni prima di questi eventi ci sarà una delle ultime occasioni per salutare Venere, prima che il pianeta entri del suo periodo di inosservabilità. La mattina del 9 febbraio, poco prima che si alzi il Sole, Venere sorgerà preceduta da una sottilissima falce di Luna, ad appena un giorno dalla Luna nuova.

Un'altra serata da non perdere è quella del 17 febbraio, con la Luna al primo quarto che si avvicina alle Pleiadi, seguite da Giove, dalle Iadi e dalla luminosa stella Aldebaran.

Tra le grandi costellazioni invernali, la protagonista del cielo in direzione meridionale è Orione, con le tre stelle della cintura allineate (da sinistra: Alnitak, Alnilam e Mintaka) e le luminose Betelgeuse e Rigel.

Non mancheranno, infine, le stelle cadenti, con lo sciame delle Leonidi, chiamate così perchè sembrano irradiarsi dalla coda del Leone. Tre gli appuntamenti, da non mancare: l'11 febbraio, il 23 ed il 25. Sono stelle cadenti molto belle, osserva la Uai, ma poco veloci e non molto luminose, salvo qualche rara eccezione dovuta.


www.ansa.it

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo método permite medir massa de buracos negros com exatidão

Corpo na galáxia NGC 4526 tem massa 450 milhões de vezes a do Sol.
Cálculo é feito a partir de mudanças de posição em nuvens de gás.

Da EFE

Um grupo de cientistas europeus desenvolveu um novo método para determinar com exatidão a massa dos buracos negros localizados no centro das galáxias, segundo estudo publicado na edição desta semana da revista britânica "Nature".

O modelo permitiu aos pesquisadores calcularem que o buraco negro situado no núcleo da galáxia NGC 4526, a cerca de 55 milhões de anos luz da Terra, tem uma massa 450 milhões de vezes maior que a do Sol.
buraco negro (Foto: Nasa/ESA) 
Imagem obtida pelo telescópio Hubble mostra galáxia NGC 4526 e sua supernova 1994D
 (Foto: Nasa/ESA)
 
Para determinar a massa desse buraco negro, o grupo liderado por Timothy Davis, do Observatório Austral Europeu em Garching, na Alemanha, estudou os efeitos desse corpo celeste nas nuvens de gás molecular que o rodeiam.

Segundo os pesquisadores, é possível usar esse mesmo método para precisar a massa dos buracos negros no centro de muitas das galáxias próximas. Davis e sua equipe desenvolveram modelos que predizem o movimento das nuvens de gás diante da presença ou da ausência de um buraco negro. A partir da mudança de posição dos gases causada pelo buraco negro, é possível calcular sua massa.

Os buracos negros são regiões do espaço com uma concentração de massa tão elevada que seu campo gravitacional não permite que nada escape, nem mesmo a luz, o que dificulta qualquer medição direta de suas propriedades.

"O número de buracos negros que foram medidos com exatidão até agora é pequeno, e os métodos para fazer isso são limitados", argumentaram os cientistas. Eles explicaram que a estimativa exata da massa dos buracos negros facilitará a compreensão sobre como algumas galáxias se formaram.

"As massas dos buracos negros no centro de galáxias guardam uma relação direta com uma série de propriedades das galáxias, o que sugere que ambos poderiam ter evoluído de forma conjunta", ressaltou o estudo.

Para fazer o cálculo, foi usada uma nova geração de interferômetros, que medem com maior precisão a luz de galáxias distantes que chega à Terra.

Graças a essa tecnologia, os pesquisadores – que usaram, entre outros, o telescópio Alma, localizado no deserto chileno do Atacama – dizem que as medições podem se repetir com um tempo de observação de cerca de 5 horas.

"O uso de gás molecular como referência deve permitir estimar a massa de buracos negros em centenas de galáxias, muitos mais do que é possível com as técnicas atuais", afirmaram os cientistas.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Asteróide de 50 metros vai passar de raspão pela Terra em fevereiro

No dia 15 de fevereiro, a rocha espacial, batizada de 2012 DA14, vai passar a 22 mil quilômetros do nosso planeta. A distância é considerada pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna.

No mês que vem, um asteróide de 50 metros de diâmetro vai passar de raspão pela Terra. No dia 15 de fevereiro, a rocha espacial, batizada de 2012 DA14, vai passar a 22 mil quilômetros do nosso planeta. Justamente na região onde ficam os satélites de comunicação e meteorológicos.

Uma distância considerada pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna. Os cientistas garantem que não há perigo de colisão. E vão aproveitar a oportunidade para estudar a pedra e calcular a interação dela com a gravidade da Terra.

Do Bom Dia Brasil

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...