sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Cientistas descobrem vapor d'água jorrando de lua de Júpiter

Observações do Telescópio Espacial Hubble detectaram colunas de vapor.
Eles acreditam que lua coberta de gelo conserve oceano sob a superfície.

Reuters


Ilustração feita pela Nasa mostra simulação do vapor de água em lua de Júpiter (Foto: Dilvugação/NASA/ESA/K. Retherford (Southwest Research Institute)) 
Ilustração feita pela Nasa mostra simulação da coluna de vapor de água na Europa, uma das luas de Júpiter (Foto: Divulgação/NASA/ESA/K. Retherford/Southwest Research Institute)
 
Novas observações do Telescópio Espacial Hubble mostram jatos de vapor d'água jorrando do polo sul de Europa, uma lua de Júpiter coberta de gelo. Cientistas acreditiam que a lua possa conservar um oceano sob a superfície.

Se confirmada, a descoberta poderia influenciar as avaliações dos cientistas sobre se a lua tem as condições adequadas para a vida, afirmou o cientista planetário Kurt Retherford, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste na conferência da União Geofísica Americana, em San Francisco.

"Até agora nós só vimos isso em um lugar. Portanto, tentar inferir que existe um efeito global como resultado disso é um pouco difícil neste momento", afirmou Retherford.

Pesquisadores usando o Telescópio Espacial Hubble encontraram colunas de vapor d'água de 200 km de altura em erupção na região polar no sul de Europa em dezembro de 2012.

Concepção gráfica mostra a localização de vapor de água detectado sobre o pólo sul da lua de Júpiter (Foto: Divulgação/NASA/ESA/K. Retherford/Southwest Research Institute) 
Concepção gráfica mostra a localização de vapor de água detectado sobre o pólo sul da lua de Júpiter (Foto: Divulgação/NASA/ESA/K. Retherford/Southwest Research Institute)
 
Os jatos não foram vistos durante as observações do Hubble da mesma região em outubro de 1999 e novembro de 2012. A agora extinta nave Galileo, que fez nove passagens pela lua Europa no final dos anos 1990, também não detectou nenhuma pluma.

Júpiter tem quatro luas: Io, Europa, Ganímedes e Calisto. Cientistas acreditam que o vapor d'água possa estar escapando de fissuras no gelo polar no sul da lua Europa em razão de tensão gravitacional no ponto em que a lua está mais distante de Júpiter.

"Quando (lua) Europa está perto de Júpiter, fica tensionada e os polos se espremem, surgindo as rachaduras. Então, se move para mais longe de Júpiter, fica menos não-espremida, os polos se movem para fora e então as fendas se abrem", disse o cientista planetário Francis Nimmo, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.

As plumas também podem ser o resultado de calor friccional de blocos de gelo se esfregando ou um fortuito impacto de cometa, segundo cientistas.

Jatos semelhantes foram detectados na lua Enceladus, de Saturno, que por ter 12 vezes menos gravidade do que a lua Europa pode lançar sua plumas a uma distância muito maior no espaço.

Os cientistas acharam interessante que tanto a lua Europa como Enceladus ─ que está sendo estudada pela sonda Cassini, na órbita de Saturno ─ estejam bombeando quase a mesma quantidade de vapor d'água, basicamente 7 toneladas por segundo.

Estão planejadas novas observações do Hubble, bem como uma revisão de dados arquivados da Galileo tomados quando Europa estava mais distante de Júpiter.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Satélite da Nasa capta detalhes 'borbulhantes' do Sol


BBC

Cientistas acreditam que imagens podem ajudar a prever tempestades solares.

 

BBC
Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)

 Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)

 
A missão Iris, da agência espacial americana Nasa, capturou imagens da superfície "borbulhante" do Sol, onde as temperaturas podem chegar a dois bilhões de graus Celsius.

O satélite da Iris detectou explosões de plasma que viajam a centenas de quilômetros por hora.
 
As descobertas foram apresentadas em um encontro da Sociedade Americana de Geofísica, na cidade de São Francisco.

A equipe acredita que as informações da Iris, missão que foi lançada no começo deste ano, podem ajudá-los a entender melhor - e até mesmo prever - como as explosões no Sol influenciam o "clima no espaço".

As explosões têm potencial para afetar satélites de comunicação que orbitam a Terra.

"Quando a tempestade solar surge no Sol, como este material vai viajar? Ele vai chegar rápido à Terra ou isso vai acontecer de forma demorada?", disse à BBC o cientista Scott McIntosh, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas em Boulder, no Colorado.

Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa) 
Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)
 

"A única forma de descobrir isso é compreendendo a detalhada física da atmosfera do Sol."

As imagens revelam a superfície do Sol borbulhando como se fosse um gigantesco caldeirão.

Colunas de plasma atingem temperaturas de 10 mil a dois milhões de graus Celsius em poucos segundos.

"Uma destas colunas poderia viajar [o equivalente à distância] de Los Angeles a Nova York em poucos segundos. E de repente, em um instante, elas somem. É incrível", diz McIntosh.

Su Titano un mare profondo 170 metri

A sinistra Titano e a destra l'area studiata dal radar (fonte: Cook e Wall /JPL, Mastrogiuseppe/Sapienza,Kirk/USGS, Flamini/ASI, Hayes/Cornell, Kargel/Univ. of Arizona)     
 
A sinistra Titano e a destra l'area studiata dal radar (fonte: Cook e Wall /JPL, Mastrogiuseppe/Sapienza,Kirk/USGS, Flamini/ASI, Hayes/Cornell, Kargel/Univ. of Arizona) 
 
È profondo 170 metri ed è di metano, con piccole quantità di etano ed azoto, si chiama Ligeia ed è uno dei mari della più grande luna di Saturno, Titano. È la prima volta che viene misurata la profondità massima di un mare 'alieno', grazie ai dati inviati a Terra dalla missione Cassini, nata dalla collaborazione fra Nasa, Agenzia Spaziale Europea (Esa) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi).

E' un risultato nel quale l'Italia ha avuto un ruolo di primo piano, con il Laboratorio Radar della facoltà di Ingegneria dell'università Sapienza di Roma coordinato da Roberto Seu. La ricerca è stata condotta in collaborazione con il Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa e con l'università dell'Arizona ed i risultati, in via di pubblicazione sul Journal of Geophysical Research, sono stati presentati nel congresso dell'Unione Americana di Geofisica a San Francisco.

Titano è l'unico luogo del Sistema Solare sulla cui superficie esistono laghi e mari e i dati forniti dal radar ad apertura sintetica (Sar), costruito in Italia, hanno confermato in modo definitivo la natura liquida di almeno uno dei mari della luna di Saturno e ne hanno misuratop la profondità.

"Si tratta di un mare di metano liquido e la profondità ci dà l'esatta idea di aver trovato un vero mare", commenta Enrico Flamin, coordinatore scientifico dell'Agenzia Spaziale Italiana (Asi) ed uno degli autori del lavoro. "Questa scoperta - prosegue - è stata possibile grazie alle competenze scientifiche sviluppate in Italia nel campo dei radar planetari che l'Asi ha realizzato in collaborazione con la Nasa".

Per un altro autore della ricerca, Marco Mastrogiuseppe, dell'università Sapienza, ''il Mare Ligeia si è rivelato essere proprio della giusta profondità per i radar per rilevare un segnale di ritorno dal fondale, che non pensavamo saremmo riusciti a ottenere".


www.ansa.it/scienza

Agência Espacial Europeia estabelece data de pouso de sonda em cometa



Primeiro pouso do tipo da ESA está previsto para novembro de 2014.
Um dos objetivos é estudar se água da Terra poderia ter vindo de cometas.

Da AP
 

Concepção artística da Rosetta liberando sonda Philae ao cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko (Foto: ESA–C. Carreau/ATG medialab) 
Concepção artística da Rosetta liberando sonda Philae ao cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko (Foto: ESA–C. Carreau/ATG medialab)
 
A Agência Espacial Europeia (ESA) estabeleceu uma data provisória para o seu primeiro pouso de veículo espacial em um cometa. Se tudo ocorrer de acordo com o plano, sua nave Rosetta lançará uma sonda na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko no dia 11 de novembro de 2014.

A ESA afirma a nave Rosetta acordará de hibernação no dia no dia 20 de janeiro de 2014, antes de perseguir o cometa.

A missão é diferente da sonda Deep Impact da Nasa, que disparou um projétil no cometa Tempel 1 em 2005 para que cientistas estudassem a nuvem de matéria que ele arremessou no espaço.

Mark McCaughrean, diretor de ciência da ESA, disse nesta terça-feira (10) que a sonda Philae vai escavar amostras do cometa e analisá-las usando instrumentos de bordo.

Um dos objetivos é saber se a água na Terra poderia ter vindo de cometas.

Bomba de refrigeração da ISS apresenta problema

Tripulantes da estação espacial não correm perigo imediato, disse a Nasa.
Engenheiros tentam identificar motivo de falha de equipamento externo.

Da Associated Press
 

A Nasa, agência espacial americana, disse à agência AP nesta quarta-feira (11) que está verificando um problema com uma bomba de refrigeração da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Os seis tripulantes a bordo não correm perigo imediato, complementou a institutição.

O porta-voz Kelly Humphries disse que o problema pode se tornar sério, mas que não se trata de uma emergência no momento. Ele detalhou que a bomba externa parou de funcionar, mas voltou. Ela é parte de um dos dois sistemas de refrigeração na estação orbital. Por precaução, os três russos, dois americanos e um japonês que formam a tripulação atual desligaram alguns sistemas menos importantes da nave, para diminuir o consumo de energia.

Engenheiros em terra tentam indentifcar se a bomba apresentou o defeito por algum problema físico ou de software.

Estação Espacial Internacional, em foto de arquivo. (Foto: Nasa) 
Estação Espacial Internacional, em foto de arquivo. (Foto: Nasa)


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Il Sole è più irrequieto del previsto

La zona turbolenta del Sole compresa fra la superficie della stella e la sua atmosfera fotografta dalla sonda Iris della Nasa (fonte: NASA/LMSAL/IRIS)  
 
La zona turbolenta del Sole compresa fra la superficie della stella e la sua atmosfera fotografta dalla sonda Iris della Nasa (fonte: NASA/LMSAL/IRIS)
 
Il Sole è ancora più irrequieto di quanto si credesse: turbolenze di un’intensità mai vista finora sono state osservate per la prima volta nella zona compresa fra la superficie della stella e la sua atmosfera. A catturarne le immagini è stata la sonda Iris (Interface Region Imaging Spectrograph) della Nasa.

Lanciata il 27 giugno 2013, Iris ha il compito di osservare una zona del Sole impossibile da studiare nel dettaglio dai telescopi a Terra: quella compresa tra la superficie e la parte più esterna dell'atmosfera solare, chiamata corona. La sonda non ha deluso i ricercatori e nei primi sei mesi della missione ha inviato a Terra le immagini dettagliate e spettacolari. "La qualità delle immagini che stiamo ricevendo da Iris è incredibile'', ha detto il responsabile della missione, Alan Title, dell'azienda californiana Lockheed Martin.

La sonda Iris sta inviando a Terra ''immagini senza precedenti di eventi violentissimi, nei quali i gas sono accelerati a velocità incredibili e raggiungono rapidamente temperature di centinaia di migliaia di gradi'', ha detto il responsabile scientifico della missione, Bart De Pontieu. ''Queste osservazioni - ha aggiunto - rappresentano una sfida alle attuali teorie sul comportamento del Sole''.

www.ansa.it

Nasa divulga imagem do Sol e ponto onde deveria surgir o cometa Ison

Segundo astrônomos, cometa não resistiu após passar perto do Sol.
Núcleo era menor do que se estimava, de acordo com especialistas.

Do G1, em São Paulo

Imagem da Nasa mostra o Sol e o ponto em cruz (+) onde o Ison deveria aparecer (Foto: AP/Nasa) 
Imagem da Nasa mostra o Sol e o ponto em cruz (+) onde o Ison deveria aparecer (Foto: AP/Nasa)
 
 
Uma imagem divulgada pela Nasa na noite desta terça-feira (10) mostra que o cometa Ison provavelmente não sobreviveu depois de passar muito próximo do Sol. A imagem aponta um sinal em cruz onde deveria aparecer o cometa, ou fragmentos dele, depois da passagem pela coroa solar.  Segundo astrônomos que acompanharam a passagem do Ison pelo periélio no dia 28 de novembro, o cometa "está morto". Apesar de alguns fragmentos ainda terem aparecido em seguida, eles logo sumiram.

O astrônomo Karl Battams, do Laboratório de Pesquisa Naval, que liderou a campanha para observar o cometa, disse que o Ison foi esticado e puxado pela poderosa gravidade do Sol e também foi atingido com a radiação solar. "Neste momento, parece que não há mais nada", disse Battams na conferência da União Geofísica Americana, em San Francisco, segundo a agência Associated Press. "Desculpe, o cometa Ison está morto. Mas a sua memória vai viver."

De acordo com os pesquisadores, o Ison era muito pequeno para resistir à passagem a 1,2 milhão de quilômetros de distância do Sol. Battams explicou que o núcleo do cometa era menor que o estimado inicialmente e tinha meia milha (800 metros) de largura. Outro astrônomo, Alfred McEwen, do laboratório HiRISE, da Universidade do Arizona, disse que o cometa tinha o comprimento de cinco a seis campos de futebol.

Os astrônomos esperavam que o Ison pudesse sobreviver, porque alguns cometas, mas não a maioria, conseguem seguir em atividade após abordagens estreitas com o Sol.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Curiosity detecta local em Marte que pode ter abrigado lago com micróbios



Rochas sedimentares com granulações sugerem presença de lago.
Local seria propenso a hospedar microrganismos procariotas, diz estudo.

Do G1, em São Paulo

A área de Yellowbayknife Bay, em Marte, pode ter abrigado lago com micróbios (Foto: NASA/JPL-Caltech) 
A área de Yellowbayknife Bay, em Marte, pode ter abrigado lago com micróbios
 (Foto: NASA/JPL-Caltech)

Novos dados do robô Curiosity da Nasa (agência espacial americana) mostram que o planeta vermelho chegou a abrigar um antigo lago que seria, por suas condições, capaz de acolher micróbios. O local em que a possível presença de um antigo lago foi detectada foi a Cratera Gale, lugar de pouso do robô. Ele foi guiado para investigar uma anomalia térmica em uma calha de cinco metros de profundidade chamada Yellowknife Bay.

Segundo estudo liderado por John P. Grotzinger, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, este antigo lago teria sido capaz, em outra época, de abrigar bactérias autótrofas (que não dependem de compostos orgânicos para se alimentar) que quebram rochas e minerais para obter energia. Na Terra, esses seres podem ser encontrados em cavernas e fontes hidrotermais.

Os pesquisadores chegaram à conclusão porque o Curiosity detectou a presença de rochas sedimentares com granulações, o que sugere que uma vez houve um lago ali por dezenas, senão centenas de milhares de anos.

O estudo, publicado na edição desta segunda-feira (9) na revista "Science Express", diz que este lago teria acidez relativamente neutra, baixa salinidade e elementos biológicos, como carbono, hidrogênio, enxofre, nitrogênio e fósforo. As características, segundo os pesquisadores, são propensas à hospedagem de ampla gama de microrganismos procariotas (sem núcleo celular organizado).

O Curiosity posou em Marte em agosto de 2012, para missão de dois anos em busca de provas de vida no planeta vermelho.

Cientistas simulam clima da Terra Média da saga 'O Senhor dos Anéis'

Da France Presse

 

Mapa mostra cidades da Terra-Média como Valfenda e Dol Guldur (Foto: Reprodução/Google) 
Mapa mostra cidades da Terra-Média como Valfenda e Dol Guldur (Foto: Reprodução/Google)
 
 

Os países dos Hobbits seriam adaptados para a grama? Os orcs sofreriam com ondas de calor? Cientistas britânicos tiveram a curiosa ideia de passar a Terra Média criada pelo escritor britânico J.R.R. Tolkien pelo filtro dos mais recentes modelos climáticos.

Enquanto o segundo capítulo da adaptação de "O Hobbit", de Peter Jackson, estreia esta semana nas telas de cinema de todo o mundo, os climatologistas da Universidade de Bristol publicaram suas descobertas em um estudo assinado pelo feiticeiro Radagast, o Castanho, "provavelmente o primeiro especialista em meio ambiente", segundo eles.

Com base nos mapas desenhados por Tolkien (1892-1973) e extensivamente desenvolvidos desde então, os pesquisadores injetaram a geografia da Terra Média em modelos de computador do mesmo tipo que os utilizados para a nossa boa e velha Terra pelo IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a rede científica criada sob a égide da ONU há 25 anos.

Parece que o Condado, terra de Bilbo, Frodo, Sam e de outros hobbits, teria um clima leve e temperado muito similar com o encontrado no centro-oeste da Inglaterra. Quanto a Mordor, domínio do terrível e maléfico Sauron, apresenta muitas semelhanças com Los Angeles e o Texas ocidental.

"Mesmo sem considerar a influência nociva de Sauron, Mordor tinha um clima hostil, quente e seco, com pouca vegetação", conclui Radagast, o Castanho.

Casa de hobbit na Nova Zelândia (Foto: Hobbiton)Casa de hobbit na Nova Zelândia (Foto: Hobbiton)
Dragões, orcs e feiticeiros

O mago também nota de passagem que "grande parte da Terra Média seria coberta por uma densa floresta se a paisagem não tivesse sido alterada pela dragões, Orcs e feiticeiros". E, de acordo com ele, os Elfos escolheram os Portos Cinzentos para zarpar para o oeste por que os ventos lhes eram favoráveis.

"Os modelos climáticos são baseados em processos científicos básicos, então podemos não apenas utiliza-los para a nossa Terra atual, mas também adapta-los facilmente para qualquer planeta, real ou imaginário", assegura em um comunicado Richard Pancost, diretor do Instituto Cabot da Universidade de Bristol, que deu origem a este exercício.

Este estudo insólito também se diverte em comparar o clima da Terra Média com o da nossa Terra, hoje e como era na época dos dinossauros, há 65 milhões anos. "Isso é uma brincadeira, mas há também um lado sério. Grande parte do nosso trabalho em Bristol é usar modelos climáticos para simular e compreender o clima do passado do nosso planeta" e prever melhor a sua evolução futura, assegura Dan Lunt em um comunicado.

O modelos climáticos sobre a obra de Tolkien foram realizados em computadores da Universidade de Bristol, mas "não receberam nenhum financiamento e foram realizadas por autores em seu tempo livre", garante a universidade.

Para os fãs de Tolkien ou curiosos, os cientistas chegara a publicar uma versão do estudo traduzido em alfabeto élfico (http://www.bristol.ac.uk/news/2013/10013-elvish.pdf) e um outro em runas dos anões (http://www.bristol.ac.uk/news/2013/10013-dwarfish.pdf).

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Un tris di comete illumina il Natale

La cometa Lovejoy  (C/2013 R1), fotografata il 13 novembre 2013 (fonte: BG!) 
 La cometa Lovejoy (C/2013 R1), fotografata il 13 novembre 2013 (fonte: BG!)
 
 
Potrebbero essere tre le comete che illumineranno le prossime feste di Natale: Ison, la cometa 'zombie' che sta tenendo tutti col fiato sospeso dopo il suo passaggio ravvicinato al Sole, la cometa Lovejoy e la più defilata cometa Linear.

Saranno loro, rileva l'Unione astrofili italiani (Uai), che a cavallo del 20 dicembre dovrebbero incontrarsi in uno spicchio del cielo e occupare quasi tutta la scena, relegando in secondo piano Giove, Venere e le stelle cadenti Geminidi.

Tutti i riflettori rimangono puntati su quel che resta di Ison, la cometa che sta facendo penare gli appassionati con continui colpi di scena. Se dovessero essere confermate le previsioni infauste sul suo destino, nessun problema: lo spettacolo sarà comunque assicurato dalle sue due 'colleghe' Lovejoy e Linear.

''Se non fosse oscurata dalla Ison, staremo tutti parlando della cometa Lovejoy'', ricordano gli esperti della Uai. ''A inizio dicembre - aggiungono - la osserveremo al massimo della sua brillantezza, forse addirittura di quarta magnitudine. Pur essendo attesa al perielio il 22 dicembre, nel corso del mese si allontanerà man mano dalla Terra calando probabilmente in modo leggero di luminosità. Per le prime due decadi del mese sarà osservabile sia dopo il tramonto che prima dell'alba, anche se al mattino risulterà decisamente più alta in cielo. Nell'ultima parte di dicembre la troveremo più bassa, praticamente inosservabile alla sera ma ancora discretamente alta al mattino''.

Un po' più defilata sarà invece la cometa Linear che, dopo l'improvviso aumento di luminosità (outburst) avvenuto in ottobre, sembra essere tornata un po' nell'anonimato. ''A dicembre, ma anche successivamente, sarà interessante continuare a seguirla - dice la Uai - soprattutto perché potrebbe essere interessata da altri outburst''.

Questo 2013 si chiuderà in compagnia di due splendidi pianeti, Venere e Giove: dopo la Luna, saranno i due oggetti celesti più luminosi del cielo notturno. Venere brillerà appena dopo il tramonto in direzione Ovest, mentre Giove sorgerà a Est in prima serata e rimarrà visibile per quasi tutta la notte.

Da non dimenticare infine le stelle cadenti d'inverno, le Geminidi, comparabili per quantità e brillantezza alle Perseidi di agosto. ''Le circostanze con cui potremo osservarle quest'anno non sono favorevoli - spiega la Uai - dato che la maggior frequenza dovrebbe verificarsi nelle ore diurne del 13 dicembre''. Si potranno comunque ottenere osservazioni utili soprattutto nella seconda parte della notte del 12-13 dicembre. sia dopo la mezzanotte del 13-14 dicembre, quando cesserà il disturbo della Luna e il radiante sarà più alto sull'orizzonte.

''Generalmente - prosegue la Uai - producono frequenze orarie abbastanza sostenute: nei tre giorni intorno al massimo sarà possibile osservarne più di una ventina all'ora e nella fase del massimo un numero superiore al centinaio''.


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Cinque pianeti 'umidi' lontani dal Sistema Solare

Il telescopio spaziale Hubble ha scoperto tracce di acqua nell'atmosfera di cinque pianeti esterni al Sistema Solare (fonte: NASA's Goddard Space Flight Center)  
Il telescopio spaziale Hubble ha scoperto tracce di acqua nell'atmosfera di cinque pianeti esterni al Sistema Solare (fonte: NASA's Goddard Space Flight Center)
 
 
Ci sono tracce di acqua nell'atmosfera di cinque pianeti lontani dal Sistema Solare: la scoperta, pubblicata sull'Astrophysical Journal, si deve ai dati inviati a Terra dal telescopio spaziale Hubble, i cui dati hanno permesso per la prima volta di misurare e confrontare la firma, su mondi diversi, di questo elemento indispensabile alla vita.

I cinque pianeti (che si chiamano Wasp-17b, HD209458b, Wasp-12b, Wasp-19b e XO-1b) orbitano tutti vicino alle loro stelle e sono dei giganti simili a Giove. Sono quindi ben lontani dall'essere mondi rocciosi confrontabili alla Terra. La presenza dell'acqua è evidente in tutti, ma è particolarmente evidente in HD209458b. Per il coordinatore della ricerca, il planetologo Avi Mandell, Centro Goddard della Nasa, ''questo risultato apre le porte alla possibilità di confrontare l'acqua presente nell'atmosfera di pianeti di tipo diverso, dai mondi più freddi ai più caldi''.

La ricerca è stata condotta nell'ambito del censimento dei pianeti esterni al Sistema Solare e della loto atmosfera, coordinato da L. Drake Deming, dell'università del Maryland in College Park. Per individuare la presenza dell'acqua nell'atmosfera è stato utilizzato lo strumento del telescopio Hubble in grado di rilevare immagini nell'infrarosso.

''Analizzare l'atmosfera di un pianeta esterno al Sistema Solare è molto difficile, ma siamo riusciti ad ottenere segnali molto chiari'', ha detto Deming. Per Heather Knutson, del California Institute of Technology (Caltech), la cosa importante che emerge dalla ricerca è che ''i pianeti con un'atmosfera umida potrebbero essere molto più comuni di quanto si sia ritenuto finora''.

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

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