quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Observatório Europeu divulga imagens de aglomerado estelar

Do G1, em São PauloO Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou uma imagem do aglomerado estelar NGC 2100 feita pelo seu Novo Telescópio de Tecnologia (NTT, na sigla em inglês), que fica no Observatório de La Silla, no Chile.

O aglomerado é composto por estrelas mais velhas e com menos energia, em comparação com o aglomerado RMC 136 e a Nebulosa de Tarântula, que ficam relativamente próximos dele. A parte mais brilhante da imagem abaixo pertence a essa nebulosa.

A nova imagem foi criada com diferentes filtros coloridos colocados no NTT. O Brasil é um dos membros do projeto do ESO, ao lado de 14 países europeus.



Imagem do aglomerado estelar NGC 2100 feita pelo telescópio do ESO no Chile
 (Foto: ESO)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Nasa divulga imagens dos rastros que astronautas deixaram na Lua

Do G1, em São PauloA Nasa divulgou nesta terça-feira (6) as imagens mais claras já feitas dos locais onde as missões Apollo 12, 14 e 17 pousaram na Lua. As fotos foram tiradas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO, na sigla em inglês), uma sonda que monitora o satélite natural da Terra.
As imagens mostram claramente os caminhos percorridos na exploração da superfície lunar. É possível ver não só onde o módulo pousou, mas também os rastros deixados pelo jipe lunar e pelas pegadas dos astronautas.
“Podemos refazer os passos dos astronautas com mais claridade para ver de onde eles retiraram as amostras de solo lunar”, comemorou Noah Petro, geólogo lunar do Centro Espacial Goddard, da Nasa.
As imagens mais nítidas só foram possíveis devido a uma manobra que levou o LRO a uma altitude de apenas 21 km em relação à superfície lunar.
O programa Apollo foi o único da história da humanidade a levar missões tripuladas à Lua. Da missão Apollo 11, em 1969, à Apollo 17, em 1972, apenas a Apollo 13 não conseguiu pousar, devido a um acidente, mas seus tripulantes conseguiram retornar à Terra sãos e salvos.


Fotografia da superfície da Lua na região em que a missão Apollo 17 pousou, em 1972. Os traços no centro da imagem são os rastros deixados pelos astronautas. (Foto: Nasa's Goddard Space Flight Center/ASU)

Estudantes brasileiros ganham bronze em olimpíada de astronomia

Do G1, em São PauloDois dos cinco estudantes do ensino médio que representaram o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), em Chorzow, na Polônia, conquistaram medalhas de bronze na competição de conhecimento. Gustavo Haddad Braga e Ivan Tadeu Ferreira Antunes Filho, ambos de 16 anos, voltam ao Brasil com mais uma medalha em competições internacionais. Pedro Rangel Caetano, de 16 anos, e Tábata Cláudia Amaral de Pontes, 17, receberam menção honrosa na competição que terminou no domingo (4).


Gustavo Haddad e Ivan Tadeu ganharam medalhas de bronze, Tábata Amaral recebeu menção honrosa
 (Foto: Divulgação)

A Olimpíada de Astronomia e Astrofísica reuniu 150 alunos de 27 países que vão testar seus conhecimentos em astronomia, física e matemática em quatro provas decisivas. O grupo brasileiro, que teve ainda a participação de Rafael de Lima Bordoni, 18 anos, foi coordenado pelos professores Thais Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da olimpíada.

Os estudantes foram os melhores colocados na olimpíada brasileira. Eles passaram uma semana em treinamento no Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, onde aulas de astronomia e astrofísica, além de analisarem o céu da Polônia através de uma projeção. Na competição internacional, os brasileiros tiveram que demonstrar seus conhecimentos sobre o céu que é visível a olho nu. Depois, resolveram problemas de variados níveis sobre astrofísica, astronomia de posição, mecânica celeste e cosmologia. Tiveram ainda de fazer a interpretação de dados de observação do céu como se fossem astrônomos profissionais


Logotipo da Olimpíada de Astronomia e Astrofísica que será realizada em 2012 no RJ
 (Foto: Divulgação/UFRJ)

Em 2012, olimpíada será no Rio
A próxima edição da IOAA será no Brasil. O estado do Rio de Janeiro será palco da sétima edição da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, em 2012. A cidade ainda não foi definida. A professora da UFRJ, Thaís Mothé-Diniz, faz parte do comitê de organização do evento. "Queremos dar ênfase aos estudos de astronomia dos ancestrais latino-americanos, os índios brasileiros, os maias e os incas, por exemplo", destaca a especialista.
Por enquanto o maior desafio é obter apoio financeiro para a hospedagem das delegações internacionais no país. O logotipo do evento remete aos conhecimentos de astronomia dos indígenas brasileiros.

sábado, 3 de setembro de 2011

Estudo alerta para risco do lixo espacial ao redor da Terra

Da Reuters - O volume de entulho orbitando a Terra chegou a um "ponto extremo" para colisões, o que gera mais detritos e põe em risco astronautas e satélites, segundo estudo de uma instituição norte-americana de pesquisas divulgado nesta quinta-feira (1º).    A agência espacial norte-americana (Nasa) precisa de um novo plano estratégico para diminuir os riscos impostos por carcaças de foguetes usados, satélites descartados e milhares de outros pedaços de lixo espacial voando ao redor do planeta a velocidades da 28.164 quilômetros por hora, afirmou o Conselho de Pesquisa Nacional dos EUA - uma organização privada e sem fins lucrativos que fornece consultoria científica.


Mapa mostra quantidade de lixo espacial na órbita terrestre.
 (Crédito: Nasa / AP Photo)

Os detritos em órbita representam uma ameaça para os cerca de mil satélites comerciais, militares e civis na órbita do planeta - parte de uma indústria global que gerou US$ 168 bilhões em receita no ano passado, de acordo com dados da Associação da Indústria de Satélites.
O primeiro choque espacial ocorreu em 2009, quando um satélite de telecomunicações da Iridium e um satélite russo não-operacional colidiram 789 quilômetros acima da Sibéria, gerando milhares de novos detritos em órbita.
A colisão aconteceu após a destruição, em 2007, por parte da China, de um de seus satélites climáticos fora de uso como parte de um teste amplamente criticado de mísseis anti-satélite.
O volume de detritos em órbita monitorados pela Rede de Vigilância Espacial saltou de 9.949 objetos catalogados em dezembro de 2006 para 16.094 em julho de 2011. Quase 20% dos objetos são provenientes da destruição do satélite chinês Fengyun 1-C, afirmou o Conselho de Pesquisa Nacional.
Alguns modelos computacionais mostram que a quantidade de lixo em órbita "chegou a um nível extremo, com detritos suficientes em órbita para causar colisões contínuas e criar ainda mais destroços, o que aumenta o risco de falha de viagens espaciais", disse o conselho em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, como parte de seu relatório de 182 páginas.
Além de mais de 30 descobertas, o painel fez recomendações para a Nasa sobre como diminuir e melhorar a situação do lixo espacial, o que incluiria a colaboração do Departamento de Estado para desenvolver um sistema para regular a remoção de lixo espacial.
Atualmente, por exemplo, acordos internacionais proíbem países de remover ou coletar objetos espaciais de outros países.

Sonda europeia identifica cratera em Marte onde pode ter havido água

Do G1, em São Paulo -  A sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), detectou o caso raro de uma cratera em Marte que um dia teria sido preenchida por um lago.

A evidência, segundo os cientistas, ocorre pela presença de um delta (foz em forma de leque com vários braços de água e sedimentos) na cratera Eberswalde, que tem 65 quilômetros de diâmetro e fica nas montanhas ao sul do planeta vermelho. A descoberta aponta, portanto, para um passado bem mais úmido que o solo árido de hoje, com a existência de água em estado líquido na superfície.

Cratera Eberswalde é a menor, à direita, e Holden é a maior
 (Foto: ESA/DLR/FU Berlin (G. Neukum))


Na imagem acima, Eberswalde – que se formou há 3,7 bilhões de anos, quando um asteroide atingiu Marte – aparece como um semicírculo (menor, à direita da foto), já que a borda ficou intacta e visível em apenas um dos lados.
Um impacto posterior formou a cratera Holden, de 140 quilômetros de diâmetro. Ela pode ser vista à esquerda na imagem e também teria abrigado água líquida, algo indicado pela diversidade de minerais e diferentes estruturas que apresenta. O choque expulsou grande quantidade de material e enterrou parte da cratera menor.
No entanto, na parte visível de Eberswalde, o delta – que cobre uma área de 115 quilômetros quadrados – e seus pequenos e sinuosos canais de alimentação estão bem preservados, como pode ser visto no canto superior direito da cratera. Esse tipo de estrutura foi identificado pela Nasa pela primeira vez com a sonda Mars Global Surveyor.

A margem da cratera Eberswalde está intacta em sua parte nordeste
 (Foto: ESA/DLR/FU Berlin (G. Neukum))

As duas crateras marcianas estavam na lista dos quatro possíveis destinos de um robô da missão Mars Exploration Rover, que deve ser lançada ainda este ano. Mas a cratera Gale venceu a disputa, e ela também concentra minérios e estruturas relacionadas à presença de água no passado.

O principal objetivo da agência espacial americana é procurar ambientes habitáveis atuais ou antigos no planeta. Até lá, a sonda europeia Mars Express buscará o melhor lugar para o pouso.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Trusty Comet Garradd


Trusty Comet Garradd

AUGUST 31, 2011
by Alan MacRobert and Tony Flanders

Comet Elenin has been getting a lot of press in recent months — and now it seems almost certain to be a total bust. Meanwhile, people in the know have been following a comet that has never been hyped much, but seems almost certain to be a fine, though not spectacular performer for many months to come.

Comet Garradd and M71
Comet Garradd passed M71 in Sagitta on the evening of August 26th.
Nick Howes
We're talking about Comet C/2009 P1 Garradd. At the end of August it was already a fine sight through telescopes of all sizes, shining high in the evening sky at 7th magnitude. It has a bright head, a sharp starlike nucleus, and a tail that's stubby but well defined. And it's forecast to shine near its 6th-magnitude best all the way from October to mid-March. Not since Hale-Bopp has any comet remained so bright for so long.
Comet Garradd passes through the Coathanger asterism on the evening of Friday, September 2nd, then crosses the northwest corner of Sagitta, and soon enters Hercules, where it will remain until February. That means it’s high in the west after nightfall in October, lower but still in good view in November, and near the west-northwest horizon at the end of twilight around Christmas. But by then it’s already up higher in the east before the first light of dawn; the best viewing tips from evening to morning on December 16th.

Path of Comet Garradd Oct 2011 - Jan 2012
Comet Garradd crosses Vulpecula and Sagitta in early September, then remains in Hercules for the next six months. Click above for a full-page, printable finder chart.
S&T Diagram
As the comet climbs high in the early-morning sky of January and February, it will pass the Keystone of Hercules, skim ½° by the globular cluster M92 on the morning of February 3rd (mark your calendar), then sail northward past the head of Draco. It should stay bright all the way into spring as it returns to the evening sky.
Click here for a full-page, printable finder chart for Comet Garradd from September through early February, 2012.
Why is it changing so slowly? Comet Garradd is unusually large and distant as 6th-magnitude comets go. It never comes closer to the Sun than Mars’s average distance; at perihelion on December 23rd it’s 1.55 astronomical units from the Sun. Nor does the comet ever come near Earth; it’s about 2 a.u. from us all through October and November, and when closest next March 5th it will still be 1.27 a.u. away. Too bad! Garradd might have qualified for “Great Comet” status if had been on a trajectory to pass close to the Sun and if Earth weren’t on the wrong side of its orbit at the time.
Astronomer Gordon J. Garradd discovered the comet at 17th magnitude on August 13, 2009, at Australia’s Siding Spring Observatory while hunting for — ironically — near-Earth objects.

Scoperto un pianeta candidato ad ospitare la vita

Immagine artistica d'un pianeta extrasolare (crediti: CfA/David Aguilar)
Ha una massa pari a tre volte e mezzo quella della Terra, il pianeta esterno al Sistema Solare che è tra i più probabili candidati per ospitare la vita. Si chiama HD 85512 b e lo ha individuato un gruppo ricerca al quale partecipa anche l'italiano Francesco Pepe, ricercatore all'Osservatorio dell'università di Ginevra.

Il pianeta orbita attorno a una piccola stella a circa 30 anni luce dalla Terra e sembra avere tutte le carte in regola per consentire, se non di ospitare la vita, quanto meno la presenza di acqua sulla sua superficie. La scoperta è in via di pubblicazione sulla rivista Astronomy and Astrophysics e il pianeta presenta molte caratteristiche che lo rendono potenzialmente abitabile.

"Certo, può sembrare grosso per gli standard del nostro Sistema Solare - osserva Pepe - ma paragonato ai pianeti gassosi é piccolo. E questo ci fa pensare che debba essere roccioso, come la Terra. Anche se non sappiamo se abbia un'atmosfera più o meno densa, o se sia ricoperto da un oceano. Quello che sappiamo è che, essendo piccolo, probabilmente è roccioso. E che la distanza che lo separa dalla sua stella fa sì che la temperatura sulla superficie sia compatibile con la presenza di acqua".

La distanza, in realtà è molto ridotta, circa un quarto di quella fra la Terra e il Sole. Infatti un anno su HD 85512 b dura appena sessanta giorni terrestri. Ma poiché la stella attorno alla quale orbita, HD 85512, è piccola e fredda, raggiungendo circa la metà della temperatura del Sole, il pianeta sembrerebbe offrire un clima ragionevolmente tiepido. Secondo gli autori "se risultasse che HD 85512 b presenta per oltre il 50% una copertura nuvolosa, riteniamo che potrebbe essere potenzialmente abitabile".

www.ansa.it

Il cielo di settembre


Giove, protagonista del cielo autunnale (fonte: INAF)
Sarà Giove, il gigante del Sistema Solare, il protagonista delle notti autunnali. In questo periodo, rilevano gli esperti dell’Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf), il cielo sarà ricco di stelle facilmente riconoscibili.      
Il primo appuntamento è con Mercurio, che sarà perfettamente visibile all’alba del 3 settembre e per tutto l’inizio del mese. E’ possibile osservarlo prima dell’alba perchè  sorge circa un’ora e mezza prima del Sole. Successivamente, tuttavia, la sua altezza sull’orizzonte diminuirà progressivamente, rendendolo sempre più difficile osservarlo. Sempre prima dell’alba si potrà cercare di scorgere Marte. Nessuna speranza, invece, di poter osservare Venere in questo periodo.

A metà mese, la sera del 16, avremo l’occasione di osservare la Luna calante che sorge a Est, in compagnia di Giove, che sarà luminosissimo. Sarà possibile individuarlo con facilità a partire dalle 22.00, anche se sarà osservabile al meglio verso la seconda metà della notte.

Il cosiddetto Triangolo estivo, formato da tre stelle prese “in prestito” da altrettante costellazioni (Vega della Lira, Deneb del Cigno e Altair dell’Aquila), è ancora molto evidente in cielo, praticamente allo zenit, e continuerà ad esserlo per tutto settembre, fornendo un ottimo punto di riferimento per partire alla ricerca di altre stelle. Un’altra costellazione facile da individuare è Pegaso, con le sue quattro stelle più luminose che formano un quadrato (il quadrato di Pegaso, appunto), tipico riferimento del cielo autunnale.

Seguendo la direzione del timone del Grande Carro prima che ‘si pieghi’ verso la stella Alkaid, è possibile individuare la regione del cielo in cui si trova la galassia Girandola, visibile anche con un piccolo telescopio. Proprio verso le regioni più esterne di questa galassia, il 24 agosto scorso gli strumenti hanno registrato una luminosissima esplosione stellare, una supernova. Un evento che gli astronomi di tutto il mondo continueranno a osservare anche nei prossimi mesi.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fotógrafo australiano registra o rastro das estrelas no céu

Da BBCO australiano Lincoln Harrison fotografou o rastro que as estrelas deixam no céu durante a rotação da Terra.   Cada imagem precisou de um período de 13 a 15 horas de exposição para ser capturada.    Ele acampou nas margens do lago Eppalock, no Estado de Vitória, no sudoeste do país, para fotografar.    Harrison, que tem 36 anos, diz que frequentemente permanece desde o nascer até o pôr do sol em um mesmo lugar para conseguir uma foto.
Fotógrafo australiano captou os rastros das estrelas (Foto: Lincoln Harrison/Caters)

Período de exposição da câmera em cada foto variou entre 13 e 15 horas
  (Foto: Lincoln Harrison/Caters)


Imagens foram feitas à beira do Lago Eppalock, no estado de Vitória, na Austrália
(Foto: Lincoln Harrison/Caters)


Rastros das estrelas formam figuras coloridas no céu
(Foto: Lincoln Harrison/Caters)

Harrison explora o contraste do céu com a terra nas fotografias
(Foto: Lincoln Harrison/Caters)


Fotógrafo tem o hábito de fazer imagens durante horas
(Foto: Lincoln Harrison/Caters)

Meteorologia e Previsão do Tempo










Ontem (31/08/2011) , em Além Paraíba-MG-Brasil, registramos:

Temperatura Mínima: 16ºC
Temperatura Máxima: 37ºC
Índice Pluviométrico:  2 mm

_______________________________________________

01/09/2011

Temperatura Mínima registrada: 14ºC
Temperatura Máxima prevista para hoje: 24ºC

Há previsão de Chuvas Rápidas em Além Paraíba e Região.


Índice Pluviométrico previsto:  2 a 3 mm




FONTE: Observatório Monoceros 
Estação Meteorológica nº083/MG-5ºDISME-INMET 



Cometas Observables en Septiembre(HEMISFERIOS SUR y NORTE)

Cometas observables en Septiembre de 2011.
    Listado de los cometas observables para ambos hemisferios, rango de visibilidad, perihelios y acercamientos durante el presente mes. En gran mayoría para ser observados con grandes binoculares, refractores de más de 10 cm y reflectores de 20 cm de abertura y mayores mejor.
 

HEMISFERIO SUR:
En el comienzo de la noche:
C/2010 X1 (Elenin) en magnitud 5 y con una altura máxima de 12º;
C/2009 P1 (Garradd) en magnitud 6 y con una altura máxima de 35º;
78P/Gehrels 2 en magnitud 12 y con una altura máxima de 25º;
73P/Schwassmann-Wachmann3 en magnitud 12 y con una altura máxima de 10º;
213P/2009 B2 (Van Ness) en magnitud 13 y con una altura máxima de 36º;
C/2009 F4 (McNaught) en magnitud 13 y con una altura máxima de 32º;

En la medianoche:
C/2009 P1 (Garradd) en magnitud 6 y con una altura máxima de 17º;
78P/Gehrels 2 en magnitud 12 y con una altura máxima de 51º;
213P/2009 B2 (Van Ness) en magnitud 13 y con una altura máxima de 51º;
C/2009 F4 (McNaught) en magnitud 13 y con una altura máxima de 22º;

En el final de la noche:
78P/Gehrels 2 en magnitud 12 y con una altura máxima de 23º;
213P/2009 B2 (Van Ness) en magnitud 13 y con una altura máxima de 14º;
C/2009 F4 (McNaught) en magnitud 13 y con una altura máxima de 30º;

HEMISFERIO NORTE:
En el comienzo de la noche:
C/2009 P1 (Garradd) en magnitud 6 y con una altura máxima de 75º;
78P/Gehrels 2 en magnitud 12 y con una altura máxima de 27º;
C/2011 M1 (LINEAR) en magnitud 12 y con una altura máxima de 4º;
C/2010 G2 (Hill) en magnitud 12 y con una altura máxima de 2º;
213P/2009 B2 (Van Ness) en magnitud 13 y con una altura máxima de 39º;


En la medianoche:
C/2009 P1 (Garradd) en magnitud 6 y con una altura máxima de 43º;
78P/Gehrels 2 en magnitud 12 y con una altura máxima de 62º;
C/2010 G2 (Hill) en magnitud 12 y con una altura máxima de 17º;
213P/2009 B2 (Van Ness) en magnitud 13 y con una altura máxima de 60º;

En el final de la noche:
45P/Honda-Mrkos-Pajdusakova en magnitud 7 y con una altura máxima de 13º;
78P/Gehrels 2 en magnitud 12 y con una altura máxima de 42º;
C/2010 G2 (Hill) en magnitud 12 y con una altura máxima de 57º;
C/2011 M1 (LINEAR) en magnitud 12 y con una altura máxima de 8º;
213P/2009 B2 (Van Ness) en magnitud 13 y con una altura máxima de 29º;


Eventos para Septiembre de 2011:
02 - Cometa C/2010 G2 (Hill) en el perihelio a 1,981 U.A.
07 - Cometa C/2011 M1 (LINEAR) en el perihelio a 0,905 U.A.
10 - Cometa C/2010 X1 (Elenin) en el perihelio a 0,482 U.A.
20 - Cometa C/2011 G1 (McNaught) en el perihelio a 2,027 U.A.
28 - Cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdusakova en el perihelio a 0,530 U.A.
29 - Cometa 48P/Johnson en el perihelio a 2,301 U.A.
30 - Cometa 36P/Whipple en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,119 U.A.
30 - Cometa C/2008 S3 (Boattini) en su mayor acercamiento a la Tierra a 7,075 U.A.

Fuentes: Seiichi Yoshida's Home Page y Space Calendar JPL.

Dpto. de Publicaciones
SECCION COMETAS LIADA
http://cometas.liada.net
cometas.liada@gmail.com
"52 Años ... Semper Observandum"

 

Fenómenos Asteroidales durante Septiembre

 

01 - Asteroide 6471 Collins en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,698 U.A.
01 - Asteroide 73491 Robmatson en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,970 U.A.
01 - Asteroide 3317 Paris en su mayor acercamiento a la Tierra a 3,845 U.A.
01 - Asteroide 2006 SQ372 en su mayor acercamiento a la Tierra a 24,005 U.A.
02 - Asteroide 192 Nausikaaen en oposición 8,3 Magnitud)
02 - Asteroide 3 Juno oculta a  TYC 0291-00397-1 (11,2 Magnitud estelar)
03 - Asteroide 1 Ceres oculta a  TYC 5839-00556-1 (11,2 Magnitud estelar)
04 - Asteroide 1430 Somalia en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,087 U.A.
05 - Asteroide 128036 Rafaelnadal en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,387 U.A.
06 - Asteroide 433 Eros oculta a  2UCAC 44961945 (13,1 Magnitud estelar)
06 - Asteroide 2011 HD63 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,050 U.A.
06 - Asteroide 2008 EK1 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,084 U.A.
07 - Asteroide 433 Eros oculta a  2UCAC 44962091 (13,5 Magnitud estelar)
12 - Asteroide 2011 PS en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,062 U.A.
12 - Asteroide 12818 Tomhanks en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,622 U.A.
12 - Asteroide 9395 Saint Michel en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,832 U.A.
12 - Asteroide 1268 Libya en su mayor acercamiento a la Tierra a 3,196 U.A.
13 - Asteroide 2967 Vladisvyat oculta a  HIP 118081 (6,5 Magnitud estelar)
13 - Asteroide 2062 Aten en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,586 U.A.
13 - Asteroide 10792 Ecuador en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,803 U.A.
14 - Asteroide 433 Eros oculta a  TYC 2884-00435-1 (11,3 Magnitud estelar)
14 - Asteroide 3949 Mach en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,274 U.A.
15 - Asteroide 12258 Oscarwilde en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,718 U.A.
16 - Asteroide 433 Eros oculta a  TYC 2884-01191-1 (11,6 Magnitud estelar)
16 - Asteroide 2011 LJ19 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,047 U.A.
16 - Asteroide 1991 TF3 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,086 U.A.
17 - Asteroide 1 Ceres en oposición (7,6 Magnitud)
17 - Asteroide 2011 PT en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,055 U.A.
17 - Asteroide 1 Ceres en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,989 U.A.
18 - Asteroide 2 Pallas oculta a TYC 1056-02803-1 (11,3 Magnitud estelar)
18 - Asteroide 2007 VB138 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,081 U.A.
18 - Asteroide 132524 APL en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,055 U.A.
19 - Asteroide 4536 Drewpinsky en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,371 U.A.
19 - Asteroide 472 Roma en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,465 U.A.
19 - Asteroide 25399 Vonnegut en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,810 U.A.
19 - Asteroide 232 Russia en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,944 U.A.
21 - Asteroide 433 Eros oculta a TYC 2902-00400-1 (11,9 Magnitud estelar)
21 - Asteroide 194 Prokne oculta a HIP 90083 (6,4 Magnitud estelar)
21 - Asteroide 2009 UR5 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,076 U.A.
21 - Asteroide 1501 Baade en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,014 U.A.
21 - Asteroide 4768 Hartley en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,499 U.A.
21 - Asteroide 1777 Gehrels en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,639 U.A.
22 - Asteroide 21 Lutetia oculta a UCAC2 21409431 (11,5 Magnitud estelar)
22 - Asteroide 30826 Coulomb en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,541 U.A.
22 - Asteroide 17768 Tigerlily en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,884 U.A.
22 - Asteroide 5738 Billpickering en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,413 U.A.
23 - Asteroide 21 Lutetia oculta a 2UCAC 21409782 (13,0 Magnitud estelar)
23 - Asteroide 2007 TD en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,010 U.A.
23 - Asteroide 9133 d'Arrest en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,184 U.A.
24 - Asteroide 13801 Kohlhase en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,986 U.A.
25 - Asteroide 9769 Nautilus en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,495 U.A.
26 - Asteroide 5029 Ireland en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,683 U.A.
27 - Asteroide 433 Eros oculta a 2UCAC 46537735 (11,8 Magnitud estelar)
27 - Asteroide 42981 Jenniskens en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,770 U.A.
27 - Asteroide 8353 Megryan en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,055 U.A.
28 - Asteroide 433 Eros oculta a 2UCAC 46673728 (13,0 Magnitud estelar) y a 2UCAC 46673816 (12,2 Magnitud estelar)
28 - Asteroide 2009 SH2 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,077 U.A.
29 - Asteroide 3356 Resnik en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,234 U.A.
30 - Asteroide 6433 Enya en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,983 U.A.
30 - Asteroide 991 McDonalda en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,820 U.A.
 
SECCIÓN de ASTEROIDES de la LIADA
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"52 Años ... Semper Observandum"

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