quinta-feira, 10 de maio de 2012

Hubble divulga imagem inédita de galáxia anã

Do G1 em SP

 
O Telescópio Espacial Hubble, projeto da Nasa e da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), publicou nesta quinta-feira (10) uma nova imagem da galáxia anã NGC 2366. Essa galáxia fica a cerca de 10 milhões de anos-luz da Terra, e aparece na imagem como uma grande nebulosa.

A imagem mostra ainda dois outros objetos. No alto e na direita da imagem, em tom azulado, aparece a galáxia NGC 2363. Um pouco mais à esquerda está uma espiral amarelada. Essa galáxia não faz parte da nebulosa, e fica bem mais distante, mas seu brilho aparece da mesma forma.
 
NGC 2366 é uma região de formação de estrelas, rica em gases. Embora a imagem do Hubble tenha qualidade suficiente para mostrar cada estrela separadamente, essa galáxia não pode ser vista pelo olho nu.

Tempestades solares devem atingir a Terra nos próximos dias

A imagem publicada nesta quarta-feira (9) pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês), da Nasa, mostra a atividade recente do Sol. Pela movimentação na superfície, os astrônomos acreditam que o Sol vá produzir erupções muito fortes nos próximos dias. As tempestades devem afetar o campo magnético da Terra, o que pode alterar o funcionamento de satélites de comunicação e provocar auroras boreais, entre outros efeitos, mas não traz consequências diretas para os seres vivos (Foto: AFP/SDO/AIA)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

São Paulo recebe exposição de imagens do telescópio Hubble

Do G1, em São Paulo

São Paulo receberá a partir de sábado (12) uma exposição gratuita de imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble, da Nasa. O aparelho consegue registrar a luz nos comprimentos de onda infravermelhos e ultravioletas, que nossos olhos normalmente não enxergam.

Lançado em 1990, o Hubble fica na órbita da Terra, de onde consegue observações mais precisas, sem a distorção provocada pela atmosfera. As belas imagens fornecidas por ele proporcionaram um avanço para o estudo da astronomia.

Ficarão expostas 25 imagens em alta resolução, nos tamanhos 60 cm x 60 cm e 50 cm x 75 cm. As telas foram impressas em metacrilato, um material que ressalta o brilho das imagens.

A mostra "Nasa, muito além da visão" vai até o dia 15 de julho na Caixa Cultural São Paulo, que fica na Praça da Sé, 111, no centro da capital paulista. Neste sábado, a visitação começa às 11h. No restante do período, o local funcionará de terça a domingo, das 9h às 21h. Visitas podem ser agendadas pelo telefone (11) 3321-4400.

 Esta imagem da Via Láctea feita pelo Hubble será exposta em São Paulo
 (Foto: Nasa/Divulgação)

 Galáxia NGC 2841 (Foto: Nasa/Divulgação)

Imagem em infravermelho mostra enorme 'bola' de estrelas



Aglomerado estelar Messier 55, situado na constelação do Sagitário (Foto: ESO/J. Emerson/VISTA. Acknowledgment: Cambridge Astronomical Survey Unit)
 
Do G1 em SP - Astrônomos publicaram nesta quarta-feira (9) uma nova imagem do aglomerado estelar Messier 55, na qual ele aparece como uma enorme bola de estrelas. O aglomerado fica na constelação de Sagitário, a cerca de 17 mil anos-luz da Terra. No céu, ele ocupa um espaço relativamente grande, com quase dois terços do tamanho da Lua cheia.

Na imagem, por volta de 100 mil estrelas estão reunidas como abelhas em um enxame, contidas em um diâmetro de aproximadamente cem anos-luz, relativamente muito próximas umas das outras.

As estrelas da imagem estão entre as mais antigas do Universo. O estudo delas melhora, portanto, a compreensão de como as galáxias evoluem e envelhecem.

A imagem foi obtida pelo Vista, telescópio que rastreia imagens em infravermelho. O telescópio de 4,1 metros, situado no norte do Chile, é mantido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que tem participação brasileira.

Telescópio espacial detecta luz de ‘superterra’

Do G1, em São Paulo

O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, detectou pela primeira vez a luz emanada por uma ‘superterra’, um tipo de planeta extrassolar, a 41 anos-luz daqui, na constelação de Câncer.

As superterras são planetas especiais que não se parecem com nada que temos no nosso Sistema Solar. Eles têm (bem) mais massa que a Terra, porém são mais leves que Netuno (que é feito de gás). As superterras podem ser rochosas, gasosas ou uma combinação dos dois. Apesar do “super”, elas são razoavelmente pequenas – e bem difíceis de serem vistas daqui.

 Ilustração mostra como é o planeta 55 Cancri, a 41 anos-luz da Terra (Foto: NASA/JPL-Caltech)
 
Conseguir enxergar uma superterra é um passo importante para tentar localizar planetas menos “super” e mais parecidos com o nosso, que tenham condições de abrigar vida.

Ao contrário do Hubble, que faz imagens na luz visível, o Spitzer enxerga apenas em raios infravermelhos. Por isso, não há uma fotografia do planeta – que se chama 55 Cancri. A imagem acima é uma ilustração.
O 55 Cancri é duas vezes maior que o nosso planeta e oito vezes mais maciço. Ele está mais perto de sua estrela do que Mercúrio está do nosso Sol. Os cientistas acreditam que ele tem um núcleo rochoso coberto por uma camada de água, que, por causa das temperaturas extremas, está perpetuamente em forma de um vapor espesso. A temperatura no lado voltado ao Sol está estimada em 1.700 graus celsius.


terça-feira, 8 de maio de 2012

I pianeti giganti simili a Giove nemici dei ‘sosia’ della Terra



Un catalogo dei ‘Giove caldi’, con le loro stelle (fonte: Jason H. Steffen, Fermilab Center for Particle Astrophysics)

 
I pianeti simili alla Terra difficilmente si trovano in sistemi planetari in cui si trovano giganti gassosi che orbitano molto vicini al loro sole, i cosiddetti 'Giove caldi'. Lo dimostrano i modelli di sistemi planetari elaborati sulla base delle osservazioni del telescopio Kepler della Nasa e illustrati in uno studio pubblicato sulla rivista dell'Accademia americana delle scienze, Pnas.

Questi particolari sistemi planetari, caratterizzati da un gigante gassoso che avvinghia nella sua orbita stretta la stella madre, rappresentano un vero grattacapo per gli astronomi. Per spiegare la loro formazione sono state formulate due ipotesi differenti: la prima prevede la presenza di pianeti compagni nelle vicinanze, mentre l'altra no.

I ricercatori, guidati da Jason H. Steffen, del Fermilab di Batavia, vicino Chicago, hanno selezionato un campione di 63 pianeti candidati per essere riconosciuti come pianeti gioviani caldi e hanno studiato le loro orbite alla ricerca di perturbazioni che potessero rivelare la presenza di corpi massivi nelle vicinanze. Dai dati raccolti non sono emerse prove evidenti a sostegno della teoria che vuole i pianeti gioviani caldi uniti ad altri pianeti compagni nella loro orbita intorno alla stella. Per avere un termine di paragone, i ricercatori hanno quindi replicato la stessa analisi prendendo in considerazione alcuni pianeti gioviani 'freddi' (giganti gassosi che seguono un'orbita piu' larga) cosi' come corpi celesti piu' piccoli noti come 'Terre calde' e 'Nettuno caldi'. Dal momento che questi corpi appaiono spesso nei sistemi planetari, i ricercatori pensano che i pianeti gioviani caldi siano piuttosto atipici.

Questa scoperta andrebbe quindi a sostenere la teoria che prevede che i 'Giove caldi' abbiano inizialmente orbite molto ellittiche che nel tempo si trasformano in orbite circolari piu' strette. Stando alle conclusioni dei ricercatori, quindi, i sistemi che si formano in questo modo difficilmente potrebbero ospitare pianeti simili alla Terra.

www.ansa.it

segunda-feira, 7 de maio de 2012

La superluna fedele alle promesse


La luna “a barchetta” che si sta avvicinando alla distanza massima dalla Terra a confronto con la superluna (fonte: Paolo Volpini, UAI)
 
La superluna ha mantenuto la promessa e, dove il cielo è stato libero dalle nuvole, ha dato spettacolo. “E’ apparsa più grande del 14% e più luminosa del 30% rispetto alle altre Lune piene del 2012”, osserva sul suo sito l’Unione Astrofili Italiani (Uai), che ha messo a confronto la superluna della notte fra il 5 e il 6 maggio con la luna piena del 23 febbraio scorso, dal curioso effetto “a barchetta”.A  dare l’illusione di una superluna più grande e luminosa è stata la vicinanza del satellite alla Terra. La Luna si trovava infatti al perigeo, ossia alla distanza minima dalla Terra raggiunta percorrendo la sua orbita: la Luna si è trovata alla distanza di 356.954 chilometri.  Il suo disco è apparso quindi più grande rispetto a quello della Luna piena del 23 febbraio scorso, che si stava avvicinando all'apogeo,ossia alla massima distanza dalla Terra. L’apogeo, alla distanza di 404.865 chilometri, è stato raggiunto il 27 febbraio. In quel periodo la Luna aveva quindi un diametro apparente inferiore.

www.ansa.it

domingo, 6 de maio de 2012

Veja imagens da 'superlua' pelo mundo

Fenômeno mostra Lua 14% maior e 30% mais brilhante.   Evento ocorreu à 0h35 deste domingo, no horário de Brasília.


Homem corre em trilha sob a ‘Superlua’ em parque da cidade de Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos



http://g1.globo.com

sábado, 5 de maio de 2012

Fenômeno do ‘Supermoon’ acontece na noite deste sábado (5)

Comparação entre a 'supermoon' com uma lua  normal (Foto: Laboratório Nacional de  Astrofísica de Itajubá )

Do G1 Sul de Minas -  Quem olhar para os céus na noite deste sábado (5) vai notar que a lua estará mais próxima. O astro vai se aproximar do Planeta Terra no fenômeno conhecido por “Supermoon”, que acontece uma vez por ano, de acordo com o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) de Itajubá (MG).

De acordo com os astrofísicos, a lua vai estar 14% maior e 30% mais brilhante. O satélite vai oscilar em 221,802 milhas - 356,955 quilômetros – da Terra, oferecendo uma visão ampla do astro.

A última vez que o Supermoon aconteceu foi no dia 19 de março de 2011. Segundo o LNA, as próximas oportunidades para se observar o fenômeno serão no dia 19 de março de 2013 e no dia 10 de agosto de 2014.

Arriva la superluna




Una superluna, la più grande e luminosa luna piena dell'anno, sarà la protagonista indiscussa della notte tra sabato 5 e domenica 6 maggio. Confidando in un cielo sgombro da nuvole, nel fine settimana sarà possibile assistere all'effetto straordinario prodotto dalla particolare combinazione orbitale che porterà il nostro satellite ad apparire il 14% più grande e il 30% più luminoso della normale luna piena.

La Super Luna, un termine coniato nel 1979, è la coincidenza della luna piena con il momento di massimo avvicinamento del satellite alla Terra: una combinazione che la rende apparentemente più luminosa e grande, ed i cui effetti si fanno sentire anche con un leggero innalzamento delle maree. L'orbita della Luna attorno al nostro pianeta non è infatti un cerchio, ma una curva leggermente ovale, ellittica: la distanza Terra-Luna può infatti variare tra 400 e 360.000 chilometri. In questo fine settimana il satellite sarà quasi al culmine del suo ciclico avvicinamento al pianeta e contemporaneamente sarà in piena illuminazione, una combinazione che si ripete circa una volta l'anno. L'ultima volta è accaduto nel marzo 2011.

L'apparente aumento di grandezza del satellite non però dato dalla diminuzione della distanza (in questo caso gli effetti sono praticamente invisibili), ma dalla sua forte luminosità. In ogni caso il miglior momento per l'osservazione è quello in cui la Luna si trova bassa sull'orizzonte; quando infatti il suo disco appare vicino a costruzioni o alberi, viene percepito come incredibilmente grande. Un'illusione, questa, che sarà amplificata ulteriormente nella notte di sabato 5 maggio.

L'appuntamento astronomico è' dunque fissato nella notte tra sabato e domenica, ma lo spettacolo potrebbe essere rovinato a causa del maltempo in arrivo proprio in questo fine settimana, in particolare al Nord.

www.ansa.it

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Lua em maio


 


4 de maio – sexta-feira:

Bela configuração entre a Lua, a estrela Spica (Alpha Virginis), situada à esquerda da Lua, e o planeta Saturno (à esquerda dos dois astros), vista ao anoitecer a leste (E). Observe a olho nu ou por binóculo.


5 de maio – sábado:

Bela configuração entre a Lua e a estrela Zubenelgenub (Alpha Libræ), vista a és-sudeste (ESE) ao anoitecer. Observe a olho nu ou por binóculo.


6 de maio – domingo:

A Lua passa pela fase de cheia à 0h 35min e atinge o perigeu de sua órbita (ponto onde ela se encontra mais próxima à Terra) à 1h. Em 6 de maio teremos uma noite de luar magnífico.

7 de maio – segunda-feira:

Bela configuração entre a Lua e a estrela Antares (Alpha Scorpii), vista a és-sudeste (ESE) a partir das 19h 30min, com Antares um pouco acima da Lua. Observe a olho nu ou por binóculo.


Extraído de: http://www.ceuaustral.pro.br

Lua cheia de sábado vai ser a maior de 2012

A Lua de sábado à noite estará especialmente perto da Terra e vai estar cheia. Por isso, durante o seu nascimento, o astro vai estar maior e mais brilhante.

“Às 5h da madrugada de domingo a Lua vai estar no seu perigeu, no ponto da órbita mais próximo da Terra”, diz ao PÚBLICO Susana Ferreira, astrónoma do Observatório Astronómico de Lisboa. O facto de a aproximação coincidir com uma Lua cheia, torna o fenómeno mais espectacular.

No perigeu, a Lua fica a 363 mil quilómetros de distância, em média, da Terra. No apogeu, quando o astro está mais longe, fica a 405 mil quilómetros. Esta diferença faz com que amanhã a Lua esteja 14% maior e 30% mais brilhante.

Mas a altura melhor para observar esta diferença será umas horas antes, ainda no sábado, durante o nascer da Lua, às 20h09, quando esta parece sempre maior.

O Observatório Astronómico de Lisboa não vai fazer nenhuma actividade de observação devido à nebulosidade anunciada para sábado.

Mas haverá mais oportunidades. Segundo Susana Ferreira, o fenómeno é cíclico. A última vez que aconteceu foi a 19 de Março de 2011 e as próximas oportunidades para se observar uma Lua tão grande serão a 19 de Março de 2013 e a 10 de Agosto de 2014. 

http://www.publico.pt

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