quarta-feira, 13 de junho de 2012

Al via a breve cacciatore pianeti Harps

Roma - Dovrebbe entrare in funzione questa estate il cacciatore di pianeti Harps, installato sul Telescopio Nazionale Galileo dell'Istituto Nazionale di Astrofisica, presso l'Osservatorio spagnolo Roque de Los Muchachos nell'arcipelago delle Canarie. Lo ha detto l'astrofisico Luigi Mancini, che lavora nell'Istituto per l'Astronomia Max Planck a Heidelberg.

Harps e' uno spettrografo di precisione progettato per identificare e caratterizzare pianeti extrasolari simili per massa e struttura alla Terra.

www.ansa.it

terça-feira, 5 de junho de 2012

Astrônomos observam uma das galáxias mais distantes já vistas

Imagem da galáxia LAEJ095950.99+021219.1 (Foto: James Rhoads/Divulgação)  


Do G1 em SP
Um grupo de astrônomos anunciou a descoberta de uma das galáxias mais antigas já detectadas. Ela está a 13 bilhões de anos-luz da Terra, e o que se vê é a imagem dela com apenas 800 milhões de anos de idade, o que é considerado a infância do Universo.

A galáxia recebeu o nome de LAEJ095950.99+021219.1. Ela foi visualizada pela primeira vez em 2011, com a combinação de telescópios no Chile e nos Estados Unidos, capazes de captar a luz em diversos espectros. A descoberta foi detalhada na revista científica “Astrophysical Journal Letters”.

A imagem dos primórdios do Universo é uma boa oportunidade de pesquisas para os astrônomos. Estudando objetos como esse, eles podem entender como as galáxias se formam e crescem.

“Com o passar do tempo, as pequenas bolhas que formam estrelas fazem uma dança, se fundem e formam galáxias cada vez maiores. Em algum momento no meio do caminho, ao longo da idade do Universo, elas começaram a se parecer com as galáxias que vemos hoje. Por que, como, quando e onde isso acontece é uma área ativa para pesquisas”, explicou Sangeeta Mlhotra, da Universidade do Estado do Arizona, um dos autores do estudo.

Nasa capta 'fratura solar' que pode provocar tempestade geomagnética

Buraco coronal no Sol foi verificado por telescópio no último domingo.

Ventos solares devem atingir a Terra entre esta terça e a próxima quinta.

Do G1, em São Paulo

Imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) nesta terça-feira (5) mostra um buraco coronal no Sol que foi captado no último domingo (3).

De acordo com a Nasa, o registro foi feito com a ajuda de um telescópio de raio-X, que realizava voos acima da atmosfera da Terra para revelar detalhes sobre a estrutura solar.

Os buracos coronais são associados a tempestades solares. De acordo com cientistas, ventos deste astro “escapam” de fraturas que se abrem na região dos polos do Sol e se encaminham para a Terra, onde causam tempestades geomagnéticas. O resultado disso são as auroras boreais, espetáculos luminosos que ocorrem na região do Polo Norte.

Segundo a Nasa, as atividades decorrentes deste buraco coronal devem atingir o planeta entre esta terça e a próxima quinta-feira (7).

 Imagem mostra um buraco coronal encontrado no Sol no último domingo. Ventos que escapam desta "fratura" se encaminham para a Terra e podem causar tempestades eletromagnéticas. (Foto: NASA/AIA/Solar Dynamics Observatory/Handout/Reuters)

Fenômeno leva Vênus a passar entre a Terra e o Sol nesta terça

Nasa prevê início do fenômeno entre 19h09 e 19h27.
Fenômeno só deverá se repetir em 2117.

Da EFE

O Trânsito de Vênus, que poderá ser visto a partir desta terça-feira (5) nas Américas Central e do Norte e na Europa, é uma oportunidade única para a ciência, mas também para a curiosidade humana, asseguram especialistas.

"O interessante é que o fenômeno volta a ocorrer apenas em centenas de anos", disse Eduardo Araujo, cientista da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). "O planeta passa entre a Terra e o Sol e é visto como um pontinho que percorre o Sol", explicou.

 Vênus passa à frente do Sol em imagem de arquivo de junho de 2004. (Foto: Geert Vanden Wijngaert / Arquivo / AP Photo)
 
A distância é tão grande que não tem nenhum efeito sobre a Terra, mas é uma "grande oportunidade" para os cientistas estudarem os movimentos ondulares, as forças gravitacionais, a densidade e outros aspectos.

Já começou o recolhimento de dados, mas os resultados não serão vistos imediatamente, uma vez que os estudos que apresentarão as primeiras descobertas só serão concluídos em meses.

"É uma oportunidade do ponto de vista do mundo científico, mas do ponto de vista da curiosidade humana é única também", assegurou Araujo, ao lembrar que nem todas as gerações têm a oportunidade de ver uma transição.

Os Trânsitos de Vênus são pouco comuns, acontecem em pares separados por oito anos e depois não voltam a ocorrer em menos de 100 anos. O último foi em 2004, e, após esse, que completa o par, os especialistas calculam que não acontecerá outro até 2117.

A Nasa prevê seu início entre 19h09 e 19h27 (horário de Brasília), e a saída para algum momento entre 1h32 e 1h50.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Descoberta: As estátuas da ilha de Páscoa possuem corpos e inscrições.

As estatuas de Rapa Nui têm corpo!


A Ilha da Páscoa ou Rapa Nui está localizada no Oceano Pacífico. Essa ilha vulcânica foi descoberta pelo navegador holandês Jakob Roggeveen, no domingo de Páscoa no ano de 1722, e mais tarde tornou-se posse do Chile, em 1888. Muitos mistérios cercam a Ilha de Páscoa que é famosa por suas incríveis estátuas chamadas Moais e que estão ao redor de toda a ilha que tem uma área equivalente a 6 vezes a Ilha do Mel, no litoral do Paraná.

A descoberta, não tão nova, mas que aumenta o mistério sobre quem as esculpiu, quem vivia na ilha, como elas foram parar lá é o fato de que as estátuas da Ilha de Páscoa têm corpos! Isso mesmo, as cabeçonas gigantes são estatuas completas cuja maior parte está enterrada e correspondem a corpos e mãos.

Um grupo de pesquisa privado tem escavado recentemente as estátuas da Ilha da Páscoa e está estudando as escrituras nos corpos das mesmas.



A dúvida agora é por que estes gigantes de pedra tiveram seus corpos enterrados? As estatuas sempre foram assim ou com o tempo ficaram desta maneira?

Uma das teorias sobre o desaparecimento dos habitantes originais de Rapa Nui foi a superpopulação que levou a conflitos internos e falta de alimentos. Agora surge outra hipótese: um enorme deslizamento pode ter varrido a ilha e sua civilização. Isso aniquilou a população e fez com que as estatuas ficassem com boa parte do seu corpo sob a terra.


domingo, 3 de junho de 2012

Partial Lunar Eclipse of June 04

Partial Lunar Eclipse of June 04

The first lunar eclipse of 2012 occurs at the Moon's ascending node in southern Ophiuchus about 6° northeast of Antares (mv = +1.07). It is best seen from locations in and near the Pacific Ocean (Figure 3). Most of the Americas will experience moonset before the eclipse ends while eastern Asia will miss the beginning of the eclipse because it occurs before moonrise. The Moon's contact times with Earth's shadows are listed below.
                 Penumbral Eclipse Begins:    08:48:09 UT
                 Partial Eclipse Begins:      09:59:53 UT
                 Greatest Eclipse:            11:03:13 UT
                 Partial Eclipse Ends:        12:06:30 UT
                 Penumbral Eclipse Ends:      13:18:17 UT
 
 
 
 


At the instant of greatest eclipse the umbral eclipse magnitude will reach 0.3705. At that time the Moon will be at the zenith for observers in the South Pacific. In spite of the fact that just a third of the Moon enters the umbral shadow (the Moon's southern limb dips 12.3 arc-minutes into the umbra), the partial phase still lasts over 2 hours. 

Figure 3 shows the path of the Moon through the penumbra and umbra as well as a map of Earth showing the regions of eclipse visibility. New England and eastern Canada will miss the entire eclipse since the event begins after moonset from those regions. Observers in western Canada and the USA will have the best views with moonset occurring sometime after mid-eclipse. To catch the entire event, one must be located in the Pacific or eastern Australia. 

The table below gives times of each phase of the eclipse for various time zones in North America and Hawaii. 

Partial Lunar Eclipse of 2012 June 04
EuropeNorth AmericaPacific
EventGMTEDTCDTMDTPDTAKDTHST
Penumbral Eclipse Begins: 08:48 am 04:48 am 03:48 am 02:48 am 01:48 am 12:48 am 10:48 pm
Partial Eclipse Begins: 10:00 am 06:00 am 05:00 am 04:00 am 03:00 am 02:00 am 12:00 am
Greatest Eclipse: 11:03 am 07:03 am 06:03 am 05:03 am 04:03 am 03:03 am 01:03 am
Partial Eclipse Ends: 12:06 pm 08:06 am 07:06 am 06:06 am 05:06 am 04:06 am 02:06 am
Penumbral Eclipse Ends: 01:18 pm 09:18 am 08:18 am 07:18 am 06:18 am 05:18 am 03:18 am
                    Time Zone Abbreviations

                    GMT  - Greenwich Mean Time
                    EDT  - Eastern Daylight Time (GMT - 4 hours)
                    CDT  - Central Daylight Time (GMT - 5 hours)
                    MDT  - Mountain Daylight Time (GMT - 6 hours)
                    PDT  - Pacific Daylight Time (GMT - 7 hours)
                    AKDT - Alaska Daylight Time (GMT - 8 hours)
                    HST  - Hawaii Standard Time (GMT - 10 hours)
 
 
The June 04 partial lunar eclipse belongs to Saros 140, a series of 77 eclipses in the following sequence: 20 penumbral, 8 partial, 28 total, 7 partial, and 14 penumbral lunar eclipses (Espenak and Meeus, 2009). Complete details for the series can be found at:

http://eclipse.gsfc.nasa.gov 

The 2012 Transit of Venus


On June 5th, 2012, Venus will pass across the face of the sun, producing a silhouette that no one alive today will likely see again.

Transits of Venus are very rare, coming in pairs separated by more than a hundred years. This June's transit, the bookend of a 2004-2012 pair, won't be repeated until the year 2117. Fortunately, the event is widely visible. Observers on seven continents, even a sliver of Antarctica, will be in position to see it.

The nearly 7-hour transit begins at 3:09 pm Pacific Daylight Time (22:09 UT) on June 5th. The timing favors observers in the mid-Pacific where the sun is high overhead during the crossing. In the USA, the transit will be at its best around sunset. That's good, too. Creative photographers will have a field day imaging the swollen red sun "punctured" by the circular disk of Venus.

Observing tip: Do not stare at the sun. Venus covers too little of the solar disk to block the blinding glare. Instead, use some type of projection technique or a solar filter. A #14 welder's glass is a good choice. Many astronomy clubs will have solar telescopes set up to observe the event; contact your local club for details.

Transits of Venus first gained worldwide attention in the 18th century. In those days, the size of the solar system was one of the biggest mysteries of science. The relative spacing of planets was known, but not their absolute distances. How many miles would you have to travel to reach another world? The answer was as mysterious then as the nature of dark energy is now.

Venus was the key, according to astronomer Edmund Halley. He realized that by observing transits from widely-spaced locations on Earth it should be possible to triangulate the distance to Venus using the principles of parallax.

The idea galvanized scientists who set off on expeditions around the world to view a pair of transits in the 1760s. The great explorer James Cook himself was dispatched to observe one from Tahiti, a place as alien to 18th-century Europeans as the Moon or Mars might seem to us now. Some historians have called the international effort the "the Apollo program of the 18th century."

Photo from the 2004 Venus Transit showing Venus and the International Space Station crossing the sun.
A double transit: the International Space Station and Venus on June 8, 2004. Photo courtesy of Tomas Maruska. 

  In retrospect, the experiment falls into the category of things that sound better than they actually are. Bad weather, primitive optics, and the natural "fuzziness" of Venus’s atmosphere and other factors prevented those early observers from gathering the data they needed. Proper timing of a transit would have to wait for the invention of photography in the century after Cook’s voyage. In the late 1800s, astronomers armed with cameras finally measured the size of the Solar System as Edmund Halley had suggested.

This year’s transit is the second of an 8-year pair. Anticipation was high in June 2004 as Venus approached the sun. No one alive at the time had seen a Transit of Venus with their own eyes, and the hand-drawn sketches and grainy photos of previous centuries scarcely prepared them for what was about to happen. Modern solar telescopes captured unprecedented view of Venus’s atmosphere backlit by solar fire. They saw Venus transiting the sun’s ghostly corona, and gliding past magnetic filaments big enough to swallow the planet whole.

2012 should be even better as cameras and solar telescopes have improved. Moreover, NASA’s Solar Dynamics Observatory is going to be watching too. SDO will produce Hubble-quality images of this rare event.

World map show visibility of transit of Venus on June 5-6, 2012. › View larger
World visibility map for June 5-6, 2012 Venus Transit. Credit: M. Zeiler 


http://www.nasa.gov

Sol sobreviverá à colisão da Via Láctea com Andrômeda



Simulação mostra como parecerá o céu noturno na Terra logo no início da fusão da Via Láctea com a galáxia de Andrômeda, daqui a 4 bilhões de anos Nasa
 
RIO – Astrônomos da Nasa usaram dados do telescópio espacial Hubble para simular um dos eventos mais extremos que nossa vizinhança cósmica vai passar, o choque da Via Láctea com a galáxia de Andrômeda (M31), prevista para acontecer daqui a 4 bilhões de anos. De acordo com os modelos, o Sistema Solar, e a Terra, deverão sobreviver à colisão, mas provavelmente serão lançados a uma nova região do espaço.
- Nossos achados são estatisticamente consistentes com uma colisão de frente entre Andrômeda e nossa Via Láctea – disse Roeland van der Marel, do Space Telescope Science Institute (STScI), que administra o Hubble.

A simulação foi possível após detalhada análise de dados do telescópio espacial sobre o movimento de Andrômeda. A galáxia hoje está a cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância, mas avança velozmente em direção da Via Láctea devido à atração gravitacional mútua. O modelo ostra ainda que serão necessários outros 2 bilhões de anos para que as duas galáxias se unam completamente, deixando para trás seus formatos espirais e transformando-se em uma imensa galáxia elíptica.

- Depois de quase um século de especulação sobre o futuro destino de Andrômeda e da Via Láctea, finalmente temos um cenário claro de como os eventos vai se desdobrar nos próximos bilhões de anos – contou Sangmo Tony Sohn, também do STScI.

Embora as galáxias entrem em choque, as estrelas dentro delas estão tão afastadas uma das outras que elas não deverão colidir no encontro. Apesar disso, elas serão lançadas em novas órbitas em torno do novo núcleo galáctico e as simulações indicam que nosso Sistema Solar provavelmente será lançado para mais longe dele do que atualmente está. Para deixar tudo ainda mais complicado, no entanto, a galáxia do Triângulo (M33), anã companheira de Andrômeda, vai se juntar à colisão e provavelmente se fundir ao par Andrômeda-Via Láctea. Há ainda uma pequena chance da M33 se chocar com a Via Láctea antes de Andrômeda.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

31/05/2012 19h35 - Atualizado em 31/05/2012 19h35 Cientistas determinam data de colisão da nossa galáxia com a vizinha

Do G1, em São Paulo

Nossa galáxia, a Via Láctea, está em rota de colisão frontal com a vizinha Andrômeda e a batida deve acontecer em 4 bilhões de anos, anunciaram astrônomos da Nasa nesta quinta-feira (31). E se mundo sobreviver a 2012, também deve sobreviver ao impacto: segundo os cientistas, a Terra não deve ser destruída, mas nosso Sistema Solar deve ser lançado para outras partes do espaço.

A aproximação entre a Via Láctea e Andrômeda já era conhecida há muitos anos. Nossa vizinha está se movendo em nossa direção a mais de 400 mil quilômetros por hora (nessa velocidade, dá para chegar na Lua em uma hora). No entanto, não se sabia se isso ia gerar uma colisão, uma “topada” de leve ou se Andromeda passaria pertinho, mas sem nos atingir.

 Ilustração da Nasa mostra as duas galáxias logo antes da colisão. (Foto: NASA; ESA; Z. Levay and R. van der Marel, STScI; T. Hallas; and A. Mellinger)

Agora, os cientistas já sabem. As duas galáxias vão colidir sim e a batida tem data marcada: em 4 bilhões de anos. A partir daí, elas vão se unir em apenas uma – um processo que deve demorar outros 2 bilhões de anos.

Como as estrelas ficam muito longe umas das outras, elas não devem colidir entre si. No entanto, serão lançadas para órbitas diferentes. Segundo as simulações feitas pelos astrônomos, o nosso Sistema Solar deve ser jogado para uma área muito mais distante do centro da galáxia do que a que se encontra hoje.

Depois da batida entre Via Láctea e Andrômeda, outra colisão está prevista – com a galáxia do Triângulo.

Existe ainda uma pequena chance de que Triângulo acerte a Via Láctea antes de Andrômeda. Quando tudo estiver terminado, as três serão uma galáxia só.
 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Telescópio vê além de camadas de poeira na galáxia Centaurus A



Galáxia Centaurus A, vista pelo telescópio Alma com grandes comprimentos de onda (Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO); ESO/Y. Beletsky)

 
Do G1 em SP - O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto internacional que conta com participação brasileira, publicou nesta quinta-feira (31) uma foto com qualidade inédita da galáxia Centaurus A, que enxerga além de suas camadas de poeira.

A poeira cósmica presente na região obscurece o centro da galáxia nas imagens que estavam disponíveis até então. Contudo, essa galáxia emite grande quantidade de radiação. Em seu centro, que é bastante luminoso, fica um buraco negro que tem 100 milhões de vezes a massa do Sol.

O Alma, que ainda está em construção no norte do Chile, conseguiu captar comprimentos de onda de cerca de 1,3 milímetros, bem maiores que os do espectro visível, para observar a região.

Os tons de verde, amarelo e laranja revelam a posição e o movimento das nuvens de gás na galáxia. As regiões mais verdes correspondem ao gás que vem em direção à Terra, enquanto as mais alaranjadas mostram o gás que se afasta.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Halo da Via Láctea tem 11,4 bilhões de anos, determinam astrônomos

Cientista calculou primeiro a idade de estrelas próximas ao halo.
'Margem de erro' é de 700 milhões de anos para mais ou para menos.

Do G1, em São Paulo

O halo interior da Via Láctea teria mais de 11 bilhões de anos, segundo cientistas do Centro de Astrofísica da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. O cálculo foi feito usando um novo método de precisão, criado na universidade, que atribui a idade de populações de estrelas vizinhas. O estudo foi divulgado nesta quarta-feira (30) na revista científica “Nature”.

A nossa galáxia (Via Láctea), uma massa de milhões de estrelas, também tem vários componentes, como o disco e o halo.

No entanto, a dificuldade de calcular as idades das populações estelares, ao longo dos tempos, faz com que haja poucos dados sobre a sua formação.

Jason Kalirai, autor do estudo, desenvolveu a técnica para estimar a idade de estrelas anãs-brancas recém-formadas, usando o aglomerado globular de estrelas Messier 4, de mais de 12 bilhões de anos, como base.
Ele aplicou a técnica em uma amostra de quatro estrelas anãs brancas localizadas próximas ao halo da Via Láctea e chegou à conta de 11,4 bilhões de anos, com uma "margem de erro" de 700 milhões de anos para mais ou para menos. Na mesma observação, ele descobriu quase 2 mil estrelas anãs brancas próximas ao aglomerado.

 Halo interior é a parte mais próxima ao centro da Via Láctea (Foto: 2mass/J. Carpenter T.H. Jarrett & R. Hurt)

Il pianeta che sta evaporando

Rappresentazione artistica del transito di un pianeta simile a Mercurio che transita contro il disco della sua stella, chiamata KIC 12557548 (fonte: NASA/JPL-Caltech)
 
A circa 1.500 anni luce dalla Terra   c'é un piccolo pianeta che evapora. E' un mondo rovente, nel quale la
temperatura di superficie sfiora 2.000 e sta trasformando il suo materiale roccioso in una coda di gas e polveri, quasi fosse una cometa. La scoperta, pubblicata sull’Astrophysical Journal, si deve alla ricerca coordinata dal Massachusetts Institute of Techology (Mit).

Individuato grazie al satellite Kepler, il pianeta  avrebbe le dimensioni di Mercurio e impiegherebbe solo 15 ore  per completare un'orbita intorno alla sua stella.

   Secondo i calcoli e le simulazioni fatte dai ricercatori, il  piccolo pianeta extrasolare si degraderà completamente entro cento milioni di anni. La nuvola di gas e polveri che lo circonda   è infatti composta di polvere "costituita da particelle di dimensioni inferiori al micron"  osserva uno degli autori, il fisico Saul Rappaport, del Mit.

I ricercatori, spiegano gli esperti dell'Istituto Nazionale di   Astrofisica (Inaf), sono arrivati alla conclusione che il   pianeta stia evaporando analizzando i dati del cacciatore di   pianeti extrasolari Kepler della Nasa, che ha rilevato una   curiosa variazione di luce nella stella KIC 12557548.

   Il pianeta passando davanti la stella scherma la luce.    Questo, prosegue l'Inaf, permette di riconoscere il passaggio di   un pianeta davanti alla sua stella madre e registrando i   passaggi successivi, misurare il tempo della sua orbita. Gli    astronomi però hanno notato un'anomala variazione  dell'intensità della luce 'bloccata' a ogni passaggio del  pianeta. Per dare una spiegazione a questo fenomeno, i ricercatori hanno ipotizzato che tale variazione dipenda dalle modifiche che subisce il pianeta a causa dell'evaporazione che genera una coda di gas e polveri.

www.ansa.it

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