quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Il ritratto del Sistema Solare da giovane

Ricostruita la storia della fascia di asteroidi fra Marte e Giove (fonte: NASA/JPL) 
 Ricostruita la storia della fascia di asteroidi fra Marte e Giove (fonte: NASA/JPL)
 
 
Il ritratto più completo del Sistema Solare ancora giovane è raccontato dalla fascia di asteroidi che si trova fra Marte e Giove. La storia delle collisioni avvenute circa 4 miliardi di anni fa, pubblicata sulla rivista Nature, è è la chiave per studiare il processo di formazione degli altri sistemi solari ed è stata ricostruita con il contributo della planetologa italiana Francesca De Meo, che lavora negli Stati Uniti presso lo Smithsonian Center for Astrophysics.

Alla luce delle ricerche condotte finora e analizzate dalla ricercatrice, la ricostruzione indica che gli asteroidi nella fascia principale sono più diversificati in termini di dimensione e composizione rispetto a quanto immaginato finora. Questo implica che vi è stato un forte mix di questi oggetti avvenuto a causa di 'drammatici' processi. Tra questi, la migrazione dalle loro posizioni originarie di dei grandi pianeti come Giove. Questo fenomeno ha avuto un effetto carambola sugli asteroidi, che sono stati scagliati sui pianeti più interni. Questi processi, inoltre, hanno trasportato molti degli asteroidi nelle loro posizioni attuali nella fascia principale.

De Meo e l'altro autore della ricerca, Benoit Carry dell'Osservatorio di Parigi, sottolineano che c'è ancora molto lavoro da fare in questo campo. Oggetti come gli asteroidi sono i mattoni da cui si sono formati i pianeti e sondare il loro interno e la loro storia termica, per esempio, può fornire indizi cruciali sulle condizioni che c'erano durante la formazione dei pianeti.

L'obiettivo finale degli studi sugli asteroidi è comprendere il rapporto che c'è fra questi oggetti e la presenza di alcuni elementi sulla Terra, come per esempio l'acqua, cruciale per la vita. ''La caccia in corso di pianeti simili alla Terra – scrivono gli autori - ha come corollario la caccia negli altri sistemi planetari a eventuali firme di zone come la nostra fascia di asteroidi, per valutare se questa è unica nel Sistema Solare o comune agli altri sistemi''.
 
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Oggi la Luna transita sul Sole

L'eclissi sarà visibile solo dallo spazio


Simulazione del transito della Luna contro il disco solare del 30 gennaio 2014 (fonte: Olivier Fehr) 
 Simulazione del transito della Luna contro il disco solare del 30 gennaio 2014 (fonte: Olivier Fehr)
 
 
Un'eclissi di Sole è attesa oggi, ma sarà visibile solo dallo spazio. La Luna transiterà sul disco della nostra stella alle 14,31 (ora italiana? e nasconderà il 90% del disco solare per circa due ore e mezzo.

''Il transito della Luna sul disco del Sole non è in asse con il nostro pianeta: per questo sarà visibile solo dallo spazio'', spiega l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma. ''Dal momento che non coinvolge il nostro pianeta, il fenomeno - aggiunge - non può essere definito eclissi, ma transito lunare'' .

A catturare le immagini del transito della Luna contro il Sole sarà il satellite Sdo (Solar Dynamics Observatory), l'osservatorio solare della Nasa che si trova nella posizione orbitale adatta per osservare il fenomeno ed è pronto a registrarlo. Poichè il satellite è alimentato dai pannelli solari, nelle ore in cui Sole sarà oscurato i responsabili della missione accenderanno le batterie per sopperire al blackout.

Simili transiti, aggiunge Masi accadono alcune volte l'anno: il satellite Sdo ha osservato uno di essi per la prima volta nell'ottobre 2010.



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Pesquisadores criam mapa completo de asteroides entre Marte e Júpiter

Asteroides são elementos com dados sobre a formação de planetas.
Estudo foi publicado na revista científica 'Nature' desta semana.

Da EFE

Pesquisadores da França e dos Estados Unidos elaboraram um mapa completo da localização dos asteroides que ficam no cinturão principal do Sistema Solar, entre Marte e Júpiter, informou o Observatório de Paris em estudo publicado na edição impressa da revista "Nature".

O trabalho, divulgado nesta quinta-feira (30), confirma teorias mais recentes sobre a formação do Sistema Solar, que defendem que todos os elementos que o compõem se deslocaram ao longo da história, embora algumas das observações ainda não possam ser explicadas.

Os asteroides, pequenos fragmentos de rocha e pó, são elementos que fornecem muita informação sobre a formação dos planetas próximos da Terra, por serem restos pouco evoluídos da nebulosa primitiva de 4,5 bilhões de anos, lembraram os dois autores do estudo.

Desde nos anos 80, a comunidade científica internacional defendia que a estrutura do Sistema Solar era estática, ou seja, que os corpos permaneciam na zona onde se formaram, de modo que se podia distinguir entre os mais evoluídos e próximos do Sol e os mais primitivos e afastados. No entanto, esta teoria começou a evoluir a partir de 2000, quando foram detectadas exceções como os asteroides formados em um entorno frio e afastados do sol.
No mapa elaborado pelos cientistas mostram os principais asteroides do Sistema Solar e sua distância do Sol. (Foto: Reprodução/Nature) 
No mapa elaborado pelos cientistas mostram os principais asteroides presentes entre Marte e Júpiter (Foto: Reprodução/Nature)
 
Mapa
Além de traçar o mapa, os astrônomos Benoît Carry, do Observatório de Paris, e Francesca DeMeo, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), determinaram a composição de cem mil asteroides de mais de cinco quilômetros de diâmetro, a partir de registros fotográficos, e os classificaram em função de seu tamanho e sua posição no sistema solar.

Com estes dados, concluíram que a teoria tradicional continua sendo válida para os asteroides de mais de 50 quilômetros de diâmetro já que, nestes casos, os mais afastados do Sol são também os mais primitivos. 

Por outro lado, nos menores, especialmente aqueles com um diâmetro entre 5 e 20 quilômetros, acontece o contrário e se encontram perto de Marte asteroides mais frios, que habitualmente ficam além da órbita de Júpiter.

Estas observações se ajustam em parte aos últimos modelos teóricos sobre a história do sistema solar, que já assumem que todos seus elementos se movimentaram, incluindo os planetas, e que os asteroides se formaram a diversas distâncias do sol antes de se concentrarem no cinto principal, o que explicaria a grande diversidade.

No entanto, alguns dos detalhes mostrados na nova cartografia, como a presença de corpos frios perto de Marte, ainda não se explicam com as novas teorias.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Nasa prevê "grande 2014" com lançamento de 5 missões para estudar a Terra

EFE | Washington 


A agência espacial americana tem pela frente um "grande ano" com o lançamento, pela primeira vez em mais de uma década, de cinco missões para o estudo da Terra, anunciou o diretor da Nasa, Charles Bolden.

A agência, que completou 55 anos de existência, pôs fim em 2011 a sua era das naves, que desempenharam um papel crucial na construção da Estação Espacial Internacional (ISS), e agora começou a compartilhar com empresas privadas os transportes ao posto orbital.
Agência espacial americana pretende lançar cinco missões para o estudo da Terra em 2014. EFE/Arquivo 
 
 
Agência espacial americana pretende lançar cinco missões para o estudo da Terra em 2014. EFE/Arquivo
 
 
 
"Enquanto a Nasa prepara-se para missões futuras a um asteroide e a Marte, agora nos focamos na Terra", disse Bolden em uma declaração distribuída pela agência.

"Este será o ano da Terra e este enfoque no planeta que é nossa pátria fará uma diferença significativa na vida dos povos no mundo todo", acrescentou.

A primeira missão em ciências da Terra da Nasa este ano é o Observatório de Medição da Precipitação Global (GPM), um trabalho conjunto com a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão, cujo lançamento está programado para 27 de fevereiro de uma estação japonesa.

A primeira das duas missões de ciências terrestres que a Nasa enviará este ano à ISS, denominada ISS-RapidScat, estenderá o registro de dados dos ventos oceânicos em torno de todo o planeta, um fator-chave na pesquisa do clima e na previsão meteorológica.

Esta missão partirá em junho, segundo a Nasa.

Em julho, será lançado o Observatório Orbital de Carbono, que fará medições precisas do óxido de carbono global, o gás que contribui ao efeito estufa e ao aquecimento da atmosfera.

Para novembro o calendário da Nasa tem previsto o lançamento da base Vandenberg, em um foguete Delta II, da missão de Umidade Ativa Passiva do Solo (SMAP).

A bomba recolherá dados da umidade do solo, com o que ajudará nas previsões da produtividade agropecuária, das condições meteorológicas e do clima.

Em setembro, a nave comercial de reabastecimento da ISS, da empresa SpaceX, levará à estação o instrumento denominado Sistema de Transporte da Nuvem de Aerossol (CATS), que usa três longitudes de onda de laser para estender as observações de satélite das partículas pequenas na atmosfera.

"Em nosso planeta, a Terra, a água é um requisito essencial para a vida e a maioria das atividades humanas", declarou Michael Freilich, diretor da Divisão de Ciência da Terra na Nasa.

"Devemos entender os detalhes de como a água se movimenta dentro e entre a atmosfera, nos oceanos e na terra se queremos prever as mudanças em nosso clima e a disponibilidade dos recursos de água", finalizou.

Astrônomos falam de descoberta de cometa 'Sonear' em Oliveira, MG

Amadores realizam trabalho de monitoramento do céu há um mês.
Descoberta foi reconhecida por órgão internacional.

Anna Lúcia Silva Do G1 Centro-Oeste de Minas



Após a descoberta de um cometa em Oliveira, o G1 foi até a cidade conhecer o observatório e saber como é a rotina de pesquisa dos astrônomos amadores que descobriram o astro celeste. Esta foi a primeira vez que brasileiros encontraram um cometa a partir de observações feitas no país e com equipamentos brasileiros. Ele foi visto no último dia 12 e a confirmação feita no dia 16 pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês).

João Ribeiro de Barros que mora em Oliveira, é um dos astrônomos que descobriu o cometa chamado de C/2014 A4 Sonear, junto outros dois mineiros de Belo Horizonte, Eduardo Pimentel e Cristóvão Jacques. 

O observatório com nome de Sonear, onde o cometa foi descoberto fica a dois quilômetros de Oliveira, em uma zona rural.

Astrônomos realizam descoberta de primeiro cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1) 
Astrônomos realizaram descoberta de primeiro cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
 
Sonear
O observatório Sonear funciona constantemente e é monitorado pelos três astrônomos.O objetivo, segundo João Ribeiro, é descobrir objetos próximos à Terra, como asteróides e cometas. A pesquisa começou há cerca de um mês e foi pela facilidade de ver o céu com pouca poluição luminosa, que os amadores escolheram a cidade de Oliveira para as pesquisas. “Queríamos um céu livre de poluição luminosa presente em grandes centros. Aliado a isso, eu havia comprado essa propriedade justamente para construir o observatório, em seguida convidei meus dois colegas e parceiros para, juntos, darmos continuidade ao projeto que é destinado a pesquisas científicas", contou.

 Astrônomos Cristóvão Jacques e João Ribeiro de Barros (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1) 
 Astrônomos Cristóvão Jacques e João Ribeiro de Barros (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
 
A equipe realiza uma espécie de patrulha no céu e é através de fotos tiradas em tempos variados que eles analisam os corpos celestes. "O telescópio fica programado todas as noites para fotografar o céu. Todos os dias é feita uma programação com agendamentos e a partir dessa agenda é delimitada as áreas do céu onde o telescópio vai captar as imagens", contou.

O equipamento é capaz de fotografar centenas de imagens, três vezes em cada área do céu. "Se há um objeto que se move de maneira diferente e, que foge do padrão do restante do céu, passamos a analisá-los. Esses objetos podem ser um a luzes provocadas por reflexos, ou até mesmo algo conhecido. Por isso a ação tem que ser rápida”, comentou.

O telescópio é capaz de proporcionar uma visão de 373 mil vezes mais que a visão humana. “O olho humano ideal em um local ideal e com ausência total de poluição luminosa e com uma visão excepcional consegue visualizar objetos em magnitude denominada seis. Esse telescópio, que é um olho grande acoplado a uma câmera CCD, consegue visualizar em magnitude 20”, relatou João.
 
Ficamos imensamente felizes em contribuir com uma descoberta tão importante para a ciência"
Astrônomo João Ribeiro
 
Surpresa
Os pesquisadores não esconderam o orgulho e a surpresa em terem encontrado o cometa. João Ribeiro disse ao G1, entre risos, que ainda não se acostumou com a ideia. "Trabalhamos como voluntários e não temos os mesmos equipamentos das grandes universidades e institutos de pesquisa. O avanço da tecnologia possibilitou diminuir a distância entre o astrônomo profissional e o amador, portanto consideramos isso um feito e ficamos imensamente felizes em contribuir com uma descoberta tão importante para a ciência", contou.

Descoberta
Jacques comentou também que levou tempo para chegaram à conclusão de que se tratava realmente de um cometa. "Minha dúvida foi em relação ao objeto. Ele tinha características de um asteróide, por isso me questionei e enviamos as imagens para o Minor Planet Center da IAU para que eles também pudessem checar", ressaltou.
Telescópio usado por amadores descobriu primeiro cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)Telescópio usado por amadores descobriu primeiro
cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
 
O Minor Planet Center (Centro de Planetas Menores) da IAU recebeu as informações para que outros astrônomos do mundo  pudessem verificar a existência do objeto. “Eles jogam as informações na rede e visualizam o objeto e tentam confirmar a descoberta. Neste caso, Ernesto Guido, que é italiano, foi o primeiro a nos confirmar esse cometa usando um telescópio na Austrália, em seguida a descoberta também foi confirmada nos Estados Unidos (EUA). A partir da confirmação nos EUA,  tivemos certeza que se tratava de um cometa", contou.

O  telescópio usado na Austrália tem dois metros de diâmetro, enquanto o que descobriu o C/2014 A4 SONEAR tem 45 centímetros. O cometa tem aproximadamente 20 km de diâmetro e está a 900 milhões de km de distância da Terra. O astro é controlado remotamente, ou seja, de qualquer parte do mundo os astrônomos conseguem acessar os dados via internet.
 
Equipamento Brasileiro
O telescópio que possibilitou a descoberta foi construído no Brasil e com ajuda de um engenheiro e também astrônomo que é amigo dos três pesquisadores, Marcelo Moura. Este construiu o equipamento a partir do projeto feito por ele e por um dos astrônomos. "Foi um projeto ousado. Não existe nenhum telescópio semelhante em atividade no Brasil", relatou.

Além de todos os pontos positivos da descoberta, o Sonear é o único telescópio que faz patrulhamento do céu no hemisfério Sul. De acordo com Jacques, 10 outros observatórios, sendo quatro deles amadores, fazem varreduras no céu.

Os próximos passos segundo os astrônomos é continuar o monitoramento do C/2014 A4 Sonear para refinar os dados da órbita e a partir disso será possível saber onde o novo cometa vai estar e onde ele passará.

Ainda segundo Jacques, o novo cometa deve passar a 435 milhões de quilômetros da terra no dia 10 de outubro de 2015.
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Sistema de monitoramento do céu mostra que o Sonear é o único no hemisfério Sul a realizar patrulhamento (Foto: Cristóvão jacques/Reprodução ) 
Sistema de monitoramento do céu mostra que o Sonear é o único no hemisfério Sul a realizar patrulhamento (Foto: Cristóvão Jacques/Reprodução )
 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Scoperta una supernova

La supernova SN 2014J fotografata dall'astrofisico Gianluca Masi con il Virtual Telescope (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project)      
 La supernova SN 2014J fotografata dall'astrofisico Gianluca Masi con il Virtual Telescope
(fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project) 
 
E' esplosa nell'Orsa Maggiore ed è la più vicina osservata negli ultimi 27 anni, la supernova appena scoperta dal gruppo di studenti dell'osservatorio dell'University College di Londra, coordinato da Stephen J. Fossey. ''La supernova è distante circa 12 milioni di anni luce ed è così brillante che è possibile osservarla anche con un piccolo telescopio'', ha detto l'astrofisico Gianluca Masi, che ha nelle ore successive alla scoperta ha confermato l'osservazione con il Virtual Telescope, del quale è responsabile.

Foto Virtual Telescope E' la supernova più vicina dopo la 1987A esplosa il 23 febbraio 1987 nella Grande Nube di Magellano e la SN 1993J, esplosa 21 anni fa nella galassia M81. Identificata con la sigla SN 2014J, la supernova è all'interno della galassia irregolare M82, nell'Orsa Maggiore. E' stata individuata il 21 gennaio e nelle ore successive all'annuncio sono arrivare numerose conferme da tutto il mondo.

''Al momento la supernova ha una magnitudine di circa 11, ed è quindi visibile anche con telescopi dal diametro di 10 centimetri, ma nei prossimi giorni - ha osservato Masi - lo splendore dovrebbe salire ancora, rendendola un astro di straordinario interesse anche per gli appassionati''. E' possibile quindi che nei prossimi giorni diventi possibile osservare la supernova SN 2014J perfino con un un buon binocolo.


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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

La strana coppia celeste

Rappresentazione artistica del sistema binario con la stella in rapida rotazione e il buco nero compagno (fonte: Gabriel Pérez - SMM IAC)  
 Rappresentazione artistica del sistema binario con la stella in rapida rotazione e il buco nero compagno (fonte: Gabriel Pérez - SMM IAC) 
 
Scoperta una 'strana coppia' celeste formata da una stella, che ruota vorticosamente su se stessa come una trottola, ed un buco nero 'muto', che non emette cioè raggi X. Questo compagno 'silenzioso' è più piccolo rispetto alla stella e le gira intorno.

Il bizzarro sistema binario, il primo del genere mai osservato, è descritto sulla rivista Nature da un gruppo di astronomi spagnoli guidato da Jorge Casares, dell'Istituto di Astrofisica delle Canarie (Iac) e dell'Università La Laguna, che lo ha scoperto grazie ai telescopi Liverpool e Mercator, dell'osservatorio delle isole Canarie. 
La ricerca ha preso il via da alcuni indizi raccolti dal satellite italiano Agile (Astrorivelatore Gamma a Immagini Leggero), che nel 2010 identificò un'intensa e sporadica emissione di raggi gamma.

La componente principale della 'strana coppia', distante 8.500 anni luce dalla Terra, è una stella piuttosto calda e massiccia, tra 10 e le 16 volte più massiccia del Sole, che ruota ad un ritmo elevatissimo: la velocità di rotazione all'equatore supera il milione di chilometri all'ora. Questa 'trottola' celeste non riesce a trattenere gli strati gassosi più esterni di cui è composta, che così si staccano e vanno ad alimentare un disco intorno al suo equatore.

''Conosciamo già un'ottantina di sistemi binari contenenti una stella di questo tipo e una stella di neutroni, ma questo è il primo in cui l'oggetto compatto è confermato essere un buco nero'', commenta Tomaso Belloni. dell'Osservatorio di Brera dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf). ''La sua bassissima emissione in raggi X - aggiunge - indica che la penuria di oggetti di questo tipo è un effetto osservativo. Se Agile non avesse osservato un evento in raggi gamma, il sistema non sarebbe stato studiato e il buco nero non sarebbe stato individuato.

L'importanza della scoperta sta nel fatto che il numero di simili sistemi stellari nella galassia dipende dalla loro evoluzione e queste osservazioni sono il modo più diretto per capirla appieno''.


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Astrônomos encontram planeta que orbita ao redor de um gêmeo do Sol

Buscador encontrou três novos planetas ao redor de estrelas.
Planeta em meio a acúmulo de estrelas é raridade, diz cientista.

Agencia EFE

 
Concepção gráfica simula a presença de um dos três planetas encontrados no acúmulo de estrelas Messias 67 (Foto: ESO/L. Calçada/Divulgação) 
Concepção gráfica simula a presença de um dos três planetas encontrados no acúmulo de estrelas Messias 67 (Foto: ESO/L. Calçada/Divulgação)
 
Três novos planetas foram encontrados orbitando ao redor de estrelas no acúmulo Messier, sendo que um deles gira em torno de um gêmeo do Sol, informou nesta quarta-feira (15) o Observatório Europeu Austral (ESO).

A descoberta, realizada mediante o buscador de planetas HARPS que o ESO tem no Chile junto com outros telescópios ao redor do mundo, constitui um marco já que, embora já tenham sido encontrados mais de mil destes exoplanetas fora do Sistema Solar, muito poucos estão situados em acúmulos estelares.

A autora principal do estudo, Anna Brucalassi, do Instituto Max Planck para Física Extraterrestre, situado em Garching, no sul da Alemanha, explicou que "no acúmulo estelar Messier 67 todas as estrelas têm aproximadamente a mesma idade e composição que o Sol".

"Isto proporciona um perfeito laboratório para estudar quantos planetas se formam em um ambiente tão aglomerado, e se por acaso se formam principalmente ao redor de estrelas mais maciças ou menos maciças", declarou a pesquisadora.

Por sua parte, o astrônomo Luca Pasquini, também membro do Instituto Max Planck, afirmou que "os novos resultados contrastam com trabalhos anteriores que não conseguiram encontrar planetas em acúmulos, mas concordam com outras observações mais recentes".

O acúmulo estelar estudado se encontra a uma distância de 2.500 anos-luz na constelação de Câncer e nele há cerca de 500 astros.

Durante o estudo foram descobertos três planetas dos quais dois orbitavam estrelas similares ao sol, enquanto o terceiro girava ao redor um astro gigante vermelho mais evoluído.

Os dois primeiros planetas têm um terço da massa de Júpiter e demoram em orbitar suas estrelas sete e cinco dias, enquanto o terceiro precisa de 122 dias e tem uma massa maior à de Júpiter.

Os pesquisadores comprovaram que o primeiro destes girava em torno de uma das estrelas mais parecidas com o sol encontradas até hoje, além de ser o primeiro gêmeo solar achado em um acúmulo de estrelas que contém um planeta.

Nasa divulga nova imagem da nebulosa de Orion

Aglomerado fica a 1.500 anos-luz de distância.
Imagem foi captada pelo telescópio espacial Spitzer.

Do G1, em São Paulo


Imagem da Nasa mostra a nebulosa de Orion (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação) 
Imagem da Nasa mostra a nebulosa de Orion (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)
 
A Nasa divulgou nesta quarta-feira (15) uma imagem capturada pelo telescópio espacial Spitzer da Nebulosa de Orion, localizada a cerca de 1.500 anos-luz de distância. Com ajuda de raios infravermelhos, o telescópio conseguiu captar imagens e cores de astros de 40 anos-luz de toda a região.

Os pontos em vermelho revelam as estrelas em processo de formação, enquanto que a parte mais brilhante da nabulosa mostra o Trapézio Cluster, onde ficam as estrelas jovens de Orion.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Buraco negro deve devorar nuvem de gás, sua 'maior refeição' em séculos

Fenômeno raramente é observado; eles esperam ver 'fogos de artifício' surgindo no processo.

Da BBC
Astrônomos fizeram uma animação de como seria o fenômeno em que buraco negro engole nuvem de gás (Foto: ESO/MPE/M.Schartmann) 
Astrônomos fizeram uma animação de como seria o fenômeno em que buraco negro engole nuvem de gás (Foto: ESO/MPE/M.Schartmann)
 
Astrônomos estão se preparando para observar o fenômeno de um buraco negro engolindo uma nuvem de gás dentro da Via Láctea.  Veja o vídeo com a animação que mostra como seria o fenômeno.

A expectativa dos cientistas é de que "fogos de artifício" sejam observados no processo. O fenômeno deve acontecer a partir do mês de março, segundo cientistas que participam de um encontro da Sociedade Americana de Astronomia, em Washington.

O fenômeno será capturado por um telescópio da missão Swift, da Nasa, e transmitido para o público em geral pela internet.

"Esta pode ser a maior 'refeição' deste buraco negro em centenas de anos", disse Leo Meyer, da Universidade da Califórnia. "Isso pode provocar 'fogos de artifício' - e queremos que todos consigam ver isso."

"Todos querem ver isso acontecer, porque é muito raro", disse Nathalie Degenaar, da missão Swift.

A nuvem de gás tem três vezes a massa da Terra. Ela foi observada pela primeira vez em 2011, rumando em direção ao buraco negro Sagittarius A*.

Hubble faz imagem detalhada do interior de grande 'fábrica de estrelas'



Telescópio espacial registrou aglomerado de mais de 800 mil estrelas.
Elas nascem na Nebulosa da Tarântula, a 170 mil anos-luz da Terra.

Do G1, em São Paulo

 

Imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble mostra a nebulosa Tarantula (Foto: AFP Photo/HO/Nasa/ESA) 
Imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble mostra a Nebulosa da Tarântula
(Foto: AFP Photo/HO/Nasa/ESA)
 
 
Uma imagem divulgada pela agência espacial americana (Nasa) nesta quinta-feira (9) propicia uma visão privilegiada das entranhas da Nebulosa da Tarântula, que abriga mais de 800 mil estrelas jovens e é conhecida como uma "fábrica de estrelas".

A imagem foi possível graças à visão infravermelha do Telescópio Espacial Hubble. Para realizar o feito, de acordo com a agência AFP, foram utilizadas a Câmera de Campo Aberto 3 (WFC3) e a Câmera Avançada para Pesquisas (ACS) do telescópio. As observações fazem parte do "Projeto do Tesouro da Tarântula", que busca mapear e estudar os milhares de habitantes estelares da nebulosa.

Segundo a Nasa, por conter o aglomerado de estrelas observáveis mais próximo a nós, a Nebulosa da Tarântula tornou-se um laboratório para analisar de perto o nascimento das estrelas.

O Hubble é capaz de focalizar estrelas individuais e muitas protoestrelas vermelhas, assim como gigantes vermelhas e supergigantes, possibilitando aos atrônomos um panorama do nascimento e evolução dos astros.

A Nebulosa da Tarântula fica a 170 mil anos-luz da Terra, na Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia satélite da Via Láctea.

"Por causa dos detalhes requintados do mosaico de imagens do Hubble, e de sua grande amplitude, podemos seguir como os episódios de nascimento de estrelas migram pela região através do espaço e tempo", diz a astrônoma Elena Sabbi, do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial, em Baltimore.

Telescópio da Nasa capta fenômeno espacial apelidado de a 'mão de Deus'

Imagem foi registrada pelo Telescópio Nuclear Epectrocópico, o NuSTAR.
Trata-se da interação dos restos energizados de uma estrela morta.

Do G1, em São Paulo
Imagem registrada pelo Telescópio Nuclear Epectrocópico, o Nustar, mostra os restos energizados de uma estrela morta, uma estrutura apelidade de “Mão de Deus”, devido ao formato semelhante ao de uma mão. (Foto: NASA/JPL-Caltech/McGill) 
Imagem captada pelo NuSTAR mostra os restos energizados de uma estrela morta, uma estrutura apelida de “Mão de Deus”, devido ao formato semelhante ao de uma mão. (Foto: NASA/JPL-Caltech/McGill)
 
Imagem registrada pelo Telescópio Nuclear Espectroscópico, o NuSTAR, mostra os restos energizados de uma estrela morta, uma estrutura apelidada de “Mão de Deus”, devido ao formato semelhante ao de uma mão.

A fotografia, feita a partir de emissões de raios X, mostra uma nebulosa localizada há 17 mil anos-luz de distância da Terra que é alimentada por um pulsar (estrela morta) chamado de B1509.

O equipamento que captou o fenômeno é da agência espacial americana, a Nasa. Segundo a instituição, um dos grandes mistérios deste objeto é a interação específica das partículas do pulsar, que criam a aparência de uma mão – tratada pelos cientistas como uma ilusão de ótica.

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