segunda-feira, 17 de março de 2014

Imagem de nebulosa Cabeça de Macaco 'celebra' 24 anos do Hubble

Agência espacial europeia divulgou imagem em aniversário do telescópio.
Nebulosa na constelação de Órion fica a 6.400 anos-luz de distância.

Da France Presse
 

A Nebulosa Cabeça de Macaco, captada pelo telescópio Hubble (Foto: AFP/NASA/ESA/the Hubble Heritage Team) 
A Nebulosa Cabeça de Macaco, captada pelo telescópio Hubble 
(Foto: AFP/NASA/ESA/the Hubble Heritage Team)
 
Para comemorar o aniversário de 24 anos do telescópio Hubble, a Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou nesta segunda-feira (17) uma imagem inédita captada pelo equipamento da Nebulosa Cabeça de Macaco.

A nebulosa, registrada como NGC2174, fica a cerca de 6.400 anos-luz de distância, na constelação de Orion. Com ajuda de raios infravermelhos, o Hubble captou essa parte do céu em 2011. A colorida região é formada por estrelas jovens em meio a poeira e gás cósmico.

Todos os anos, a ESA e a agência espacial americana (NASA) divulgam uma imagem para celebrar o aniversário do telescópio espacial Hubble, que está em órbita desde 1990.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Brasil confirma para dezembro o lançamento do satélite Cbers-4

Segundo Agência Espacial Brasileira, produção do satélite já foi iniciada.
Projeto foi adiantado após fracasso no lançamento do Cbers-3.

Eduardo Carvalho e Carlos Santos  
Do G1, em São Paulo e São José dos Campos
 
A Agência Espacial Brasileira (AEB) confirmou para a primeira quinzena de dezembro o lançamento do Cbers-4, o quinto Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres feito em parceria entre Brasil e China. O equipamento teve sua produção adiantada após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro passado.

De acordo com a AEB, a montagem já é feita desde dezembro de 2013 na China e no Brasil. O Instituto Nacional de pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), é o responsável pela produção nacional do material.

O Cbers-4 terá o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra, segundo a AEB. O equipamento deve ser concluído em setembro e transportado para a base de lançamento chinesa em outubro, localizada na província de Sanxi, a 700 km de Pequim.

Apesar do corte sofrido de 10% no orçamento da agência brasileira – caiu de R$ 345 milhões em 2013 para R$ 310 milhões em 2014 – o investimento no novo satélite deve permanecer o mesmo aplicado no Cbers-3, cerca de R$ 160 milhões. A participação na construção permanece dividida em 50% para a China e 50% para o Brasil.

O equipamento tem o objetivo de captar imagens que serão usadas pelo governo brasileiro para monitorar os setores agrícola, florestal, e no controle do meio ambiente.

Satélite Cbers-3 no Laboratório de Integração e Testes (LIT) em São José dos Campos (SP) (Foto: Divulgação/Inpe) 
Satélite Cbers-3 no Laboratório de Integração e 
Testes (LIT) em São José dos Campos (SP)
(Foto: Divulgação/Inpe)
 
 
Falha em foguete
O Cbers-3 foi lançado no dia 9 de dezembro, mas uma falha em um dos estágios do foguete chinês Longa Marcha 4B prejudicou o equipamento, que não alcançou velocidade e altura suficientes para orbitar a Terra e, por isso, retornou ao planeta. Ele foi destruído ao entrar na atmosfera.
Em entrevista concedida ao G1 no fim do ano passado, Petrônio Noronha de Souza, diretor da AEB, informou que a falha foi fortuita e não afetaria o programa espacial do país. Segundo Souza, além do Cbers-4, outras duas etapas consideradas importantes dentro do cronograma do VLS-1 (Veículo Lançador de Satélites) seriam prioridades em 2014.

São elas: a montagem e funcionamento do modelo elétrico, que é a reprodução fiel do foguete, mas sem o combustível, prevista para o segundo semestre deste ano, e a certificação comercial do sistema de navegação do foguete. Para o diretor da AEB, as metas abrem caminho para que o VLS seja completado.
Em encontro da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), ocorrido no fim do ano passado, o Brasil e a China confirmaram ainda a produção de um sexto satélite dentro do Programa Cbers.

O molde do Cbers-5 já está em desenvolvimento e o lançamento está previsto para acontecer em 2017. O valor do projeto ainda não foi fechado.

Orçamento enxuto
Em 2013, o montante destinado ao desenvolvimento do lançador de foguetes e a produção e pesquisa de novos satélites no Inpe foi de R$ 345 milhões. Em 2014, a verba diminuiu em R$ 30 milhões e o valor atual fixado para gastos é de R$ 310 milhões.

Comparativamente, o dinheiro destinado no ano passado à agência espacial americana, a Nasa, principal hub aeroespacial do planeta, foi de R$ 41,2 bilhões. A agência chinesa, que vem ganhando destaque nos últimos tempos com megaprojetos, como uma estação espacial própria, investiu neste ano o montante de R$ 4,6 bilhões.

A Índia, outro país que luta para combater a pobreza ao mesmo tempo em que almeja consolidar-se como potência global, investiu R$ 2 bilhões em seu programa espacial.

Questionado à época sobre o orçamento enxuto do Brasil, o diretor da AEB reconheceu que o valor não é suficiente para bancar todos os investimentos do setor, mas que agência entendia que "suas aspirações devem ser conciliadas a outras prioridades nacionais".
Imagem do Cbers-3, que terá vida útil de 3 anos e vai fornecer imagens ao Brasil, China e outros países parceiros (Foto: Divulgação/Inpe) 
Cbers-4 terá o mesmo formato e mecanismos que tinha o Cbers-3 (acima) (Foto: Divulgação/Inpe)

quinta-feira, 13 de março de 2014

'Arco-íris' em Vênus é fotografado pela primeira vez

Fenômeno conhecido como 'glória', registrado pela Agência Espacial Europeia, ocorre quando a luz do Sol brilha sobre as gotas de uma nuvem.

Da BBC

 

Fenômeno conhecido como 'glória', registrado pela Agência Espacial Europeia, ocorre quando a luz do Sol brilha sobre as gotas de uma nuvem. (Foto: ESA/MPS/DLR/IDA) 
Fenômeno conhecido como 'glória', registrado pela
Agência Espacial Europeia, ocorre quando a luz do Sol
brilha sobre as gotas de uma nuvem
(Foto: ESA/MPS/DLR/IDA)
 
 
Fenômeno semelhante a um arco-íris - e conhecido como 'glória' - foi pela primeira vez fotografado em outro planeta.
A espaçonave Venus Express, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que decolou em 2005 com a missão de estudar o planeta vizinho, fotografou as nuvens venusianas em posição adequada para registrar a glória, e conseguiu.

Arco-íris e glórias ocorrem quando a luz do Sol brilha sobre as gotas de uma nuvem - que, no caso da Terra, são de água.

Enquanto um arco-íris tem a forma de um arco no céu, as glórias são menores. São uma série de anéis concêntricos de cores com um núcleo brilhante.

Só são vistas quando o observador estiver localizado entre o Sol e as partículas que refletem a luz.

Na Terra, glórias costumam ser vistas por passageiros de aviões em voo, rodeando a sombra das aeronaves nas nuvens, ou por montanhistas no topo de morros cobertos de névoa, explica a ESA em seu comunicado.

A glória venusiana - retratada na primeira imagem completa de um fenômeno como este a ser registrado em outro planeta - foi vista nas nuvens de Vênus, a 70 km da superfície do planeta, em 24 de julho de 2011. As fotos foram divulgadas nesta semana.

Química misteriosa
Mas a ocorrência de uma glória depende que as partículas das nuvens sejam esféricas - ou seja, provavelmente gotas de líquido - e de tamanho similar. Acredita-se que as gotas da atmosfera de Vênus contenham ácido sulfúrico.

Ao capturar imagens das nuvens com o Sol diretamente atrás da Venus Express, os cientistas da ESA explicam que esperavam detectar um fenômeno como este, com o objetivo de analisar as gotas da atmosfera do planeta mais próximo a nós.

A partir das observações feitas a partir da glória, os cientistas estimam que as partículas da nuvem sejam de 1,2 micrômetros, o equivalente a um quinto da largura de um fio de cabelo humano.

Além disso, após analisar as variações de brilho dos anéis do fenômeno, os cientistas creem que uma química incomum talvez esteja em ação em Vênus, produzindo um resultado diferente do esperado de nuvens de ácido sulfúrico misturado com água.

Serão necessárias mais pesquisas para descobrir que outro componente químico pode estar em ação.

Arrivano cinque asteroidi in quattro giorni

A mezzanotte l'osservazione in diretta con il Virtual Telescope


Rappresentazione artistica della fascia di asteroidi fra Marte e Giove (fonte: NASA/JPL-Caltech) 
 Rappresentazione artistica della fascia di asteroidi fra Marte e Giove (fonte: NASA/JPL-Caltech)
 
 
Ben cinque asteroidi visiteranno la Terra nei prossimi quattro giorni, ma tutti si terranno ad una distanza di sicurezza senza che il nostro pianeta corra alcun rischio. ''La statistica dei passaggi ravvicinati alla Terra è sempre la stessa, ma adesso abbiamo strumenti più raffinati che permettono di vedere anche gli asteroidi più piccoli, che prima sfuggivano ai telescopi'', rileva l'astrofisica Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e coordinatore scientifico del Planetario di Roma.

Si comincia questa sera con i primi tre asteroidi e l'osservazione sul sito ANSA Scienza e Tecnica in diretta con il Virtual Telescope, in programma a mezzanotte.

Il primo asteroide in arrivo si chiama 2014 DU22, ha un diametro stimato di circa 40 metri e alle 19.51 italiane raggiungerà la distanza minima di 3 milioni di chilometri (pari a 7,87 la distanza fra Terra e Luna), muovendosi con una velocità relativa rispetto alla Terra di 13.5 chilometri al secondo.
 
Dopo poche ore, alle 2.39 italiane, si avvicinerà anche 2014 EP12, dal diametro di circa 35 metri, che raggiungerà la distanza minima di 1.1 milioni di chilometri (pari a 2,9 la distanza fra Terra e Luna) muovendosi alla velocità relativa di 9.9 chilometri al secondo.
 
Il terzo, 2014 EB25, sarà visibile solo dall'emisfero australe. Ha diametro stimato sui 15 metri e raggiungerà la distanza minima di 1.0 milioni di chilometri (2.72 distanze lunari) alle ore 10.58 italiane.
 
Alle 6,00 del mattino del 15 marzo sarà la volta di 2014 EM, del diametro stimato sui 40 metri, che raggiungerà la distanza minima di 1.6 milioni di chilometri (4.3 distanze lunari) con una velocità relativa di 11.6 chilometri al secondo.
 
Il 18 marzo, alle 02.03 italiane, è previsto il passaggio di 2014 EY24, dal diametro di circa 70 metri, che raggiungerà la distanza minima di 3.2 milioni di chilometri (8.4 distanze lunari) con una velocità relativa di 7.9 chilometri al secondo.

Gli asteroidi che, come questi, si avvicinano al nostro pianeta entro il raggio di dieci volte la distanza fra Terra e Luna sono riuniti nel primo portale dedicato a questi oggetti potenzialmente minacciosi. Si chiama ''Asteroid Live'' ed è un servizio del Virtual Telescope dal quale è possibile accedere a immagini, dati e 'appuntamenti in diretta' degli asteroidi vicini alla Terra.
 
 
www.ansa.it/scienza

quarta-feira, 12 de março de 2014

La più grande stella gialla mai vista

Rappresentazione artistica della stella ipergigante gialla HR5171A con la sua compagna (fonte: ESO)  
Rappresentazione artistica della stella ipergigante gialla HR5171A con la sua compagna (fonte: ESO)
 
 
Ha un diametro che supera di 1.300 volte quello del Sole: è la più grande stella gialla mai scoperta e una delle dieci stelle più grandi finora note. La stella ipergigante, descritta sulla rivista Astronomy & Astrophysics, si chiama HR5171A, ha una temperatura superficiale di circa 5.000 gradi e fa parte di un sistema stellare doppio. Ha cioè una stella compagna talmente vicina da essere quasi in contatto con lei.

A scoprirla, con il telescopio Vlti (Very Large Telescope Interferometer) dell’European Southern Observatory (Eso), è stato il gruppo di ricerca coordinato da Olivier Chesneau, dell’Osservatorio francese della Costa Azzurra.

"HR5171A e la sua compagna sono così vicine che quasi si toccano e l'intero sistema assomiglia a una gigantesca arachide", ha detto Chesneau.
 
Gli astronomi hanno osservato che la stella compagna, più piccola e solo leggermente più calda, compie una rivoluzione intorno alla gigantesca HR5171A ogni 1.300 giorni. Per Chesneau la presenza della stella compagna ''è molto significativa in quanto può avere un'influenza sulla sorte di HR5171A, per esempio strappandole gli strati esterni e modificandone l'evoluzione".

La stella gigante è anche del il 50% più grande della famosa supergigante rossa Betelgeuse ed è circa un milione di volte più luminosa del Sole.
 
Le stelle ipergiganti gialle sono molto rare: se ne conoscono solo una dozzina nella nostra galassia e l'esempio più noto è Rho Cassiopeiae. Sono tra le stelle più grandi e più brillanti e sono in una fase instabile della loro vita cambiando rapidamente stato e per questo motivo sono difficili da individuare.
 
A causa di questa instabilità, le ipergiganti gialle espellono materiale verso l'esterno, formando una grande atmosfera estesa attorno alla stella. Nonostante la sua grande distanza, di circa 12.000 anni luce dalla Terra, l'oggetto può quasi essere visto ad occhio nudo da persone con una vista molto acuta. Gli astronomi l'hanno scoperta con la tecnica chiamata interferometria, combinando cioè la luce raccolta da piccoli telescopi in modo da ottenere il risultato equivalemnte a quelo di un telescopio dal diametro teorico di circa 140 metri


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Observatório descobre a maior estrela amarela já encontrada

Corpo celeste tem tamanho 1.300 vezes maior que o diâmetro do Sol.
Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) fizeram a descoberta.

Da EFE
Impressão artística da estrela hipergigante amarela HR 5171 (Foto: Divulgação/ESO) 
Imagem mostra o campo em torno da estrela hipergigante amarela HR 5171
 (Foto: Divulgação/ESO)
 
 
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (12) que foi descoberta a maior estrela amarela já encontrada -- com tamanho superior a 1.300 vezes o diâmetro do Sol, o que a transforma em uma das dez maiores estrelas detectadas até o momento.

Esta hipergigante, batizada de HR 5171 A, foi detectada com o interferômetro do telescópio VLT (Very Large Telescope) do observatório instalado em Nice, França, faz parte de um sistema composto por duas estrelas, onde a segunda, de menor tamanho, se encontra em contato com a maior.

Pesquisas feitas ao longo de 60 anos, algumas vezes por amadores, indicam que este estranho objeto muda rapidamente e foi detectado em uma fase muito breve e instável de sua vida. Devido a essa instabilidade, as hipergigantes amarelas expelem material para o exterior, formando uma atmosfera grande e estendida ao redor da estrela.

Os astrônomos utilizaram na pesquisa uma técnica chamada interferometria, que combina a luz recolhida por múltiplos telescópios individuais, recriando um telescópio gigante de mais de 140 metros de tamanho.

Impressão artística da estrela hipergigante amarela HR 5171 (Foto: Divulgação/ESO) 
Impressão artística da estrela hipergigante amarela HR 5171 (Foto: Divulgação/ESO)

quarta-feira, 5 de março de 2014

Nasa anuncia missão para lua de Júpiter que pode ter vida

Agência espacial anunciou plano de US$ 15 milhões para enviar missão não tripulada para Europa, a ser lançada após 2020.

Da BBC
 

Cientistas especulam se Europa, que é apenas uma das luas de Júpiter, pode ter vida (Foto: AP Photo/NASA ) 
Cientistas especulam se Europa, que é apenas uma das luas de Júpiter, pode ter vida
 (Foto: AP Photo/NASA )
 
 
A agência espacial americana, Nasa, anunciou planos de enviar uma missão não tripulada a Europa, a lua de Júpiter coberta de água e apontada por cientistas como um local onde pode haver vida.

A Nasa já separou US$ 15 milhões em sua proposta de orçamento para 2015 para iniciar o projeto. O lançamento da missão deve ocorrer, porém, só após 2020.

O administrador da agência, Charles Bolden, fez o anúncio da missão. A pedido do governo americano, a Nasa apresentou o orçamento para o ano fiscal de 2015 já prevendo este projeto.

Bolden destacou que no ano que vem a Nasa continuará a desenvolver "missões científicas que irão longe em nosso sistema solar, revelarão aspectos desconhecidos de nosso universo e fornecerão conhecimentos importantes sobre nosso planeta".

"Estão incluídas verbas para missões para Marte e a formulação (de um projeto) para uma missão para a lua de Júpiter, Europa", acrescentou.
 
Sem detalhes
Não foram divulgados mais detalhes a respeito da missão para Europa, mas a chefe do setor financeiro da Nasa, Elizabeth Robinson, confirmou na terça-feira que a missão só será iniciada na próxima década.

Segundo Robinson, o ambiente com muita radiação que predomina em volta de Júpiter e a distância da Terra serão os grandes desafios para este projeto.

A Nasa vai analisar várias ideias para uma missão a Europa e, por isso, a agência ainda não sabe o tamanho ou o custo exato do projeto, disse Robinson.

Para a chefe do setor financeiro da agência, um dos grandes objetivos será a busca de vida na água líquida que está logo abaixo da superfície coberta de gelo da lua de Júpiter.

Quando a Nasa enviou a sonda Galileu para Júpiter, em 1989, foram necessários seis anos para que a sonda chegasse ao quinto planeta do Sistema Solar.

Outras sondas da Nasa já passaram perto de Europa, especialmente a Galileu, mas nenhuma se concentrou especificamente na lua, que é uma das dezenas que orbitam Júpiter.

Cientistas acreditam que Europa é um ambiente promissor para a vida. Em 2013, foram descobertos jatos de água sendo expelidos através do gelo que cobre a lua.

Asteroide passará entre a Terra e a Lua nesta quarta

Chamado de 2014 DX110, ele tem o tamamnho de um campo de futebol.
Segundo a Nasa, passagem nesta quarta não deve causar danos.

Da France Presse
 

Um asteroide do tamanho de um campo de futebol está prestes a passar bem perto da Terra, mas não deve se chocar ou provocar qualquer dano ao planeta, informou a Nasa nesta quarta-feira (5).

Chamado de 2014 DX110, o asteroide fará parte de uma classe rara de objetos que chegará mais perto do planeta do que a Lua, e passará colado à Terra por volta das 21h GMT (18h de Brasília), informou a agência espacial.

"Assim como acontece cerca de 20 vezes por ano, de acordo com os recursos de detecção disponíveis, um conhecido asteroide passará nesta quarta-feira com segurança mais perto da Terra do que a distância entre o planeta e a Lua", declarou a Nasa em seu site.

Sua distância mínima em relação à Terra será de cerca de 350 mil quilômetros, um pouco mais perto do que a distância lunar média, de 385 mil quilômetros.

Acredita-se que o asteroide tenha 100 metros de diâmetro, ou 30 metros.

A Nasa descobriu o objeto como parte de seus esforços de monitoramento de asteroides, chamado de Near-Earth Object Observations Program.

segunda-feira, 3 de março de 2014

I buchi neri regalano energia alle galassie

Rappresentazione artistica di un buco nero che divora materia dalla stella compagna e nello stesso tempo diffonde energia emanando getti luminosi (fonte: T.D. Russell, ICRAR-Curtin, utilizzando BINSIM di R.Hynes, LSU))  
Rappresentazione artistica di un buco nero che divora materia dalla stella compagna e nello stesso tempo diffonde energia emanando getti luminosi (fonte: T.D. Russell, ICRAR-Curtin, utilizzando BINSIM di R.Hynes, LSU))
 
I buchi neri non sono soltanto dei voraci divoratori di materia, rilasciano anche energia nelle galassie che li ospitano, sotto forma di vento e getti luminosi. Lo dimostra lo studio pubblicato questa settimana sulla rivista Science e coordinato dal dott. Roberto Soria, che lavora nel Centro Internazionale di Radioastronomia (ICRAR) che si trova a Perth, in Australia. La scoperta contribuirà a comprendere meglio i segreti dei buchi neri, della loro evoluzione e degli effetti che esercitano sulle galassie che li ospitano.

I ricercatori hanno osservato per oltre un anno un buco nero situato a 15 milioni di anni luce da noi, nella galassia chiamata M83. Questo oggetto ha una massa relativamente piccola (meno di 100 volte la massa del Sole), ma produce dei getti di materia molto potenti, che colpiscono il gas circostante e gonfiano una bolla di gas caldo attorno al buco nero. La potenza di questo forte vento e' addirittura superiore al cosiddetto limite di Eddington, che si pensava fosse difficile da superare. A quella luminosita', infatti, la luce emanata dal materiale in caduta verso il buco nero e' cosi' intensa da bloccare la discesa di altro gas.

Ma il buco nero osservato nella galassia M83, con i suoi potenti getti, sembra essersi infischiato di questo limite per gli ultimi 20 mila anni, durante i quali ha riversato nel gas circostante l'energia equivalente a quella di 10 esplosioni stellari (supernove). Per fare questo, spiega all'ANSA il dott. Soria, il buco nero deve ricevere un'enorme quantità di gas proveniente da una stella vicina, che è divorata dal buco nero. Come conseguenza di questo pasto luculliano, l'oggetto, prosegue Roberto Soria, non solo ingrassa ma rilascia tantissima energia sotto forma di raggi X, vento e getti di particelle quasi alla velocita' della luce.

"Le nostre osservazioni dimostrano che anche buchi neri piccoli (formati da collassi stellari) possono avere un grande effetto di riscaldamento sul gas di una galassia", sottolinea il dott. Soria. Buchi neri cosi' potenti possono riscaldare il gas al punto da impedire la formazione di nuove stelle (che richiede gas freddo) o addirittura spazzarlo via. Questo e' successo in molte galassie nel primo miliardo di anni dopo il Big Bang.

Oggi buchi neri cosi' ingordi e potenti sono rari. Trovarne uno in una galassia cosi' vicino alla nostra e' come avere a disposizione, conclude il dott. Soria, un modellino che ci aiuta a vedere come si comportavano 12 miliardi di anni fa i loro fratelli piu' grandi (oggi in maggiornza spenti), che stavano ingozzandosi di gas al centro delle loro galassie. 


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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Equipamento da Nasa capta explosão solar considerada a mais forte de 2014

Evento foi no fim de janeiro, mas agência divulgou imagens nesta terça (25).
Fenômeno afeta o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.

Do G1, em São Paulo

 

Explosão solar foi detectada por equipamento da Nasa em 28 de janeiro deste ano (Foto: SDO/Nasa/Reuters) 
Explosão solar foi detectada por equipamento da Nasa em 28 de janeiro deste ano 
(Foto: SDO/Nasa/Reuters)
 
 
A agência espacial americana (Nasa) divulgou nesta terça-feira (25) imagens de uma forte tempestade solar registrada pelo satélite Iris (Interface Region Imaging Spectrograph) no dia 28 de janeiro.

Segundo a Nasa, foi a mais forte explosão solar captada pela sonda desde seu lançamento, no início do segundo semestre do ano passado.

O equipamento é responsável por realizar imagens em alta resolução de uma região pouco explorada do Sol, chamada baixa atmosfera. É lá que se formam os ventos solares que atingem a Terra regularmente.

O fenômeno não tem impacto direto sobre as pessoas nem sobre a natureza, mas pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.

Além disso, a interferência causada pela radiação solar faz com que algumas companhias desviem voos próximos aos polos. As auroras boreal e austral também são provocadas por essa interação.


Segundo a agência espacial americana, explosão foi a mais forte registrada pelo equipamento chamado Iris (Foto: SDO/Nasa/Reuters) 
Segundo a agência espacial americana, explosão foi a mais forte registrada pelo equipamento chamado Iris (Foto: SDO/Nasa/Reuters)

È in corso una eruzione solare da record

La più violenta dall'inizio dell'anno


L'eruzione solare più violenta dell'anno, ripresa dall'osservatorio Sdo, della Nasa (fonte: NASA/SDO) 
 L'eruzione solare più violenta dell'anno, ripresa dall'osservatorio Sdo, della Nasa 
(fonte: NASA/SDO)
 
 
È in corso una eruzione solare da record: la più violenta registrata dall'inizio dell'anno e una delle più intense del ciclo solare attuale. Nonostante l'intensità, non c'è pericolo di tempeste solari perché lo sciame di particelle liberato non si dirige verso la Terra. Gli effetti ''sono mitigati dalla posizione in cui è avvenuta l'eruzione, vicino al lembo sud-orientale del Sole, e non di fronte alla Terra'' tranquillizzano gli esperti dal programma Space Situational Awareness (Ssa) dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa).

L'eruzione è stata definita dal programma Ssa di classe X, la più alta su una scala di 5 classi di potenza. La nube di particelle solari emessa dall'eruzione, che si espande alla velocità di 2.000 chilometri al secondo, per ora quindi non è diretta verso la Terra. Se una nube di particelle solari in rapido movimento come questa colpisse il nostro pianeta, spiegano gli esperti, le conseguenti tempeste geomagnetiche che si verificherebbero potrebbero causare problemi ai voli, danni seri alle comunicazioni e agli elettrodotti.

La fonte dell'eruzione è una macchia solare molto produttiva, chiamata AR1967 che ha generato altri brillamenti da quando il Sole si è 'svegliato'. La nostra stella infatti si trova nella fase di massimo del ciclo di 11 anni dell'attività solare, motivo per cui potrebbero esserci anche altre eruzioni. Questa regione del Sole quindi resta una sorvegliata speciale soprattutto perché, a causa della rotazione del Sole, nei prossimi giorni si troverà di fronte alla Terra.

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Astrônomo espanhol grava impacto de asteroide contra a Lua

Choque de meteorito aconteceu no dia 11 de setembro do ano passado.
Asteroide pesava 400 kg e viajava a 60.000 km/h quando colidiu com a Lua.

Da France Presse

 
Imagem mostra o impacto de um meteorito na superfície da Lua em 11 de setembro de 2013 (Foto: J. Madiedo / MIDAS) 
Imagem mostra o impacto de um meteorito na superfície da
Lua em 11 de setembro de 2013 (Foto: J. Madiedo/MIDAS)
 
Um astrônomo espanhol observou ao vivo a colisão de um asteroide do tamanho de uma geladeira contra a Lua, um fenômeno pouco frequente que foi gravado e analisado.

José María Madiedo, professor da Universidade de Huelva, observou no dia 11 de setembro de 2013 um potente clarão no Mare Nubium, uma cratera lunar repleta de lava solidificada.

A Real Sociedade Astronômica britânica, que informa sobre o ocorrido em sua revista mensal, indicou que o evento de oito segundos de duração foi tão luminoso quanto a estrela polar, razão pela qual poderia ter sido visto a partir da Terra sem a necessidade de telescópios.

"Neste momento, percebi que havia presenciado um acontecimento pouco frequente e extraordinário", destacou Madiedo. Os vídeos podem ser vistos na internet (http://youtu.be/perqv4qByaI e http://youtu.be/zCFDkj2JtyA).

O asteroide, tinha entre 60 centímetros 1,40 metro de diâmetro, pesava 400 quilos e viajava a uma velocidade de 60.000 km/h quando colidiu com a superfície lunar.

A rocha se vaporizou no momento do impacto, criando uma cratera de 40 metros de diâmetro e um intenso calor, causa do clarão observado da Terra.

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