terça-feira, 8 de julho de 2014

Brasil e Argentina vão instalar antena para pesquisa astrônômica em Salta

Projeto Llama deve receber até US$ 20 milhões em investimentos.
Informação foi divulgada pelo governo da região argentina de Salta


Da France  Presse  -  Brasil e Argentina vão instalar uma antena de 12 metros de diâmetro destinada a pesquisas astronômica em Salta, 1.600 km a noroeste de Buenos Aires, de acordo com o governo da província homônima. Trata-se do projeto LLAMA, que implica um investimento total de US$ 15 milhões a US$ 20 milhões, segundo a secretaria de Ciência e Tecnologia local.

A antena paraboloide será instalada em Altos de Chorrillo, na puna (planalto da Cordilheira dos Andes), 4.825 metros acima do nível do mar, e permitirá estudar física solar e buracos negros, entre outros fenômenos do Universo. "Este telescópio significará um salto maiúsculo para as pesquisas em radioastronomia e, por sua vez, promoverá um grande impulso tecnológico", explicou Soledad Vicente, titular da pasta mencionada.
A antena está estrategicamente situada para poder fazer pesquisas coordenadas com uma rede de 60 antenas instaladas, no âmbito do projeto ALMA, do lado chileno do deserto do Atacama, por Estados Unidos, Canadá, Japão, Taiwan e países europeus.
Sem data para conclusão
Quando a antena do projeto LLAMA operar em conjunto com uma rede que está do outro lado da Cordilheira, será como ter um telescópio de quase 200 km de diâmetro, acrescentou a fonte. As autoridades não revelaram uma data de conclusão das obras.

No projeto, o Brasil se comprometeu em comprar o radiotelescópio, enquanto a Argentina se encarregará de desenvolver caminhos, instalações e toda a infraestrutura necessária em Salta para operar o telescópio.
O centro brasileiro-argentino de Astronomia (ABRAS) será construído sobre o cordão do monte Macón, a 4.650 m de altitude e a 360 km da cidade de Salta.

sábado, 5 de julho de 2014

Cientistas descobrem planeta parecido com a Terra e com 'dois sóis'



Do G1 em São Paulo - Pesquisadores descobriram um planeta a 3 mil anos-luz da Terra que orbita apenas uma estrela de uma dupla de estrelas que compõem um sistema binário. O fenômeno foi visto com surpresa pelos cientistas. Até hoje, a maioria dos exoplanetas (planetas fora do nosos Sistema Solar) já descobertos orbitam estrelas solitárias. E, quando orbitam sistemas binários, é mais comum que eles orbitem as duas estrelas, e não uma só.
O planeta recém-descoberto fica a uma distância de sua estrela quase igual à distância entre a Terra e o Sol. Mas, como sua estrela tem menos brilho, a temperatura lá é bem mais fria do que a da Terra.
A descoberta, feita por quatro equipes internacionais de pesquisa lideradas pela Universidade do Estado de Ohio, foi publicada esta semana na revista "Science". Segundo os pesquisadores, o estudo fornece uma evidência de que planetas terrestres (rochosos) podem formar órbitas similares às da Terra mesmo em sistemas binários.
"Isso expande as potenciais localizações para descobrir planetas habitáveis no futuro", diz Scott Gaudi, professor de astronomia na Universidade do Estado de Ohio. "Metade das estrelas na galáxia estão em sistemas binários. Não tínhamos ideia de que planetas similares à Terra, com órbitas similares à da Terra poderiam se formar nessses sistemas."
Apesar de este planeta ser frio demais para ser capaz de abrigar vida, caso sua estrela fosse similar ao Sol, também dentro de um sistema binário, ele poderia estar na "zona habitável".
 Concepção artística mostra o planeta recém-descoberto (canto extremo direito) orbitando uma estrela (na direita) de um sistema binário  (Foto: Cheongho Han/Chungbuk National University/Republic of Korea)Concepção artística mostra o planeta recém-descoberto (canto extremo direito) orbitando uma estrela (na direita) de um sistema binário (Foto: Cheongho Han/Chungbuk National University/Republic of Korea)

Sabato sera rendezvous tra asteroidi Vesta e Cerere

Si sono dati appuntamento a sabato sera per una romantica 'passeggiata' tra le stelle: sono l'asteroide Vesta e l'ex asteroide, ora pianeta nano, Cerere. Il loro progressivo avvicinamento nel cielo li porterà ad 'incontrarsi' nella costellazione della Vergine, dando vita ad una spettacolare congiunzione che raggiungerà il culmine proprio sabato sera.

Per osservarla sarà sufficiente puntare verso il cielo di sud-ovest un buon binocolo o un piccolo telescopio. Ma per non perdersi ogni dettaglio di questa rarità celeste, basterà seguire l'osservazione in diretta con il Virtual Telescope trasmessa dal canale ANSA Scienza e Tecnica a partire dalle 22 di sabato.

''Proprio a quell'ora i due corpi celesti saranno alla minima distanza apparente, pari a 10 primi di arco, ovvero un terzo della dimensione angolare della Luna piena'', spiega l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope. ''Grazie ai nostri telescopi mostreremo i due corpi celesti affiancati che passeggeranno fra le stelle vicino alla luminosa Spica - aggiunge - una vera rarità, visto che l'ultimo incontro ravvicinato, meno spettacolare dell'attuale, risale a 18 anni fa''.

Cerere e Vesta sono due tra i più interessanti corpi minori del Sistema solare, non solo per gli astrofisici ma anche per gli appassionati astrofili. Nel 1801 Cerere è stato il primo asteroide ad essere scoperto, grazie all'italiano Giuseppe Piazzi dell'Osservatorio di Palermo, e solo recentemente è stato classificato come pianeta nano, l'unico nella porzione interna del Sistema solare (tutti gli altri sono oltre l'orbita di Nettuno). Vesta è invece un asteroide ordinario e, in condizioni di osservabilità ottimali, è l'unico visibile a occhio nudo.

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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Concurso de fotos traz 19 maravilhas da astronomia

O Observatório Real de Greenwich, em Londres, anunciou os finalistas da edição 2014 do concurso Fotógrafo da Astronomia do Ano.

Confira as fotos no link abaixo.

Fotos


http://www.bbc.co.uk/portuguese

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Astrônomos descobrem planeta 'potencialmente habitável'

Batizado de Gliese 832 c, novo planeta tem cinco vezes a massa da Terra.
É o 3º planeta conhecido mais parecido à Terra, e está a 16 anos-luz.


Do G1 em São Paulo



Um grupo de astrônomos de vários países afirmam ter descobertos um planeta "potencialmente habitável" a 16 anos-luz da Terra, segundo o Laboratório de Habitabilidade Planetária (PHL, na sigla em inglês) da Universidade de Porto Rico, em Arecibo. Segundo os especialistas, essa "Super-Terra" está perto da estrela anã vermelha Gliese 832, conhecida por ter, em sua órbita, um planeta semelhante a Júpiter, conhecido como Gliese 832 b.
De acordo com o PHL, a equipe de astrônomos é liderada por um especialista da Austrália, e o novo planeta descoberto foi batizado de Gliese 832 c.
Esse planeta tem uma órbita que dura 36 dias e massa pelo menos cinco vezes maior que a da Terra. Ele recebe da estrela a mesma energia média que a Terra recebe do Sol, e pode ter temperaturas parecidas com as terrenas, apesar de estações mais extremadas.
Caso o novo planeta tivesse uma atmosfera mais densa, isso faria com que as temperaturas fossem altas demais para permitir condições de vida. Um planeta com essas características poderia parecer-se mais com Vênus do que com a Terra.
Os especialistas categorizam esses planetas segundo um Índice de Semelhança com a Terra (ESI, na sigla em inglês). Nesse caso, o Gliese 832 c chegou a um ESI de 0.81, e ficou atrás apenas do Gliese 667C c (com ESI 0.84) e do Kleper-62 (com ESI 0.83). Mas o Gliese 832 c é mais próximo da Terra, e se tornou um objeto de interesse para futuras observações.
Há ainda outras características a serem observadas sobre a habitabilidade do planeta, como sua composição e atmosfera. Até agora, os dois planetas encontrados na órbita da estrela Gliese 832 são uma versão em menor escala do Sistema Solar, com um planeta potencialmente parecido à Terra e outro semelhante e Júpiter. Ainda não se sabe se esse planeta gigante exerce na estrela a mesma função exercida por Júpiter no Sistema Solar. Mas, segundo o PHL, de Porto Rico, a arquitetura encontrada na Gliese 832 é rara entre os outros sistemas exoplanetários já conhecidos.

Fotografato 'grembo' stellare

Una sorta di 'grembo' stellare modellato e distrutto dalla sua prole: è questa la sorte di Gum 15, nube di gas e polvere cosmica, dove nascono e vivono stelle giovani e calde, che modellano l'aspetto della loro nebulosa madre e, mentre si avviano all'età adulta, la portano alla morte. E' quanto racconta l'immagine ottenuta nell'ambito del programma Gemme Cosmiche dell'Eso (European Southern Observatory) all'Osservatorio di La Silla in Cile, come spiega l'Eso in una nota.

L'immagine, realizzata usando lo strumento Wfi (Wide Field Imager) montato sul telescopio da 2,2 metri dell'MPG/Eso, mostra Gum 15, nella costellazione della Vela, a circa 3000 anni luce dalla Terra. Questa nube rilucente è uno degli oggetti astronomici più spettacolari, insieme alla Nebulosa Aquila (che contiene i famosi 'Pilastri della Creazione') e la grande Nebulosa di Orione, ed è un esempio di regione HII, cioè zone dell'universo che contengono quantità notevoli di idrogeno ionizzato (cioè atomi di idrogeno a cui è stato strappato l'elettrone per mezzo di interazioni molto energetiche con fotoni o particelle di luce) nella banda dell'ultravioletto.

Una regione HII come questa potrebbe dare origine a migliaia di stelle nell'arco di diversi milioni di anni. Alcune di queste stelle la fanno risplendere e ne modellano la forma: ma sono queste stesse stelle che alla fine la distruggeranno. Quando le stelle appena formate superano lo stadio dell'infanzia infatti, si formano forti venti di particelle che si allontanano dalla grandi stelle, dando strane forme scolpite e disperdendo il gas all'intorno. Quando le stelle più massicce inizieranno a morire, anche la loro madre, Gum 15, morirà con loro. Alcune stelle sono così grandi che se ne andranno con un gran botto, esplodendo come supernove e disperdendo nella regione le ultime tracce di HII, lasciando dietro di sè solo un ammasso di stelle bambine

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terça-feira, 1 de julho de 2014

E' più piccola del previsto la cometa che sfiorerà Marte


La cometa Siding Sping, che il 19 ottobre sfiorerà Marte (fonte: NASA)



E' piu' piccola del previsto la cometa Siding Spring, che il 19 ottobre sfiorera' Marte. Ha infatti un diametro di soli 700 metri, come emerge dalle immagini catturate dal satellite Swift della Nasa mentre la cometa transitava nella costellazione di Eridano, a 368 milioni di chilometri dal Sole.

"La Siding Spring sta per compiere il suo primo passaggio attraverso il Sistema Solare interno e sta avendo il primo forte riscaldamento dovuto al Sole", ha detto l'astronomo Dennis Bodewits, dell'Universita' del Maryland. Le immagini hanno permesso anche di calcolare quanto rapidamente la cometa stia producendo acqua in seguito al riscaldamento: "la cometa sta producendo circa 2 miliardi di miliardi di miliardi di molecole d'acqua, equivalenti a circa 49 litri ogni secondo", ha detto Tony Farnham, dell'universita' del Maryland. A questo ritmo, la Siding Spring potrebbe riempire una piscina olimpionica in circa 14 ore. Un'emissione di acqua comunque relativamente modesta se confrontata con le altre comete che la stessa sonda Swift ha osservato in precedenza.

La cometa passera' ad una distanza di 138.000 chilometri dal pianeta rosso: una distanza minima, tanto che i suoi gas e le polveri potranno interagire con l'ambiente marziano. La Nasa ha stabilito che il passaggio non rappresenta alcun pericolo per le sonde in orbita intorno a Marte anzi, dara' loro la possibilita' di osservarla, approfittando di un'opportunita' senza precedenti.


www.ansa.it/scienza

Due imprevedibili comete nel cielo di luglio

Congiunzione Luna-Marte, 06 luglio ore 00:30 (Mappa del cielo realizzata dalla Uai con i programmi Skymap Pro e Stellarium)



Due imprevedibili astri chiomati solcheranno il cielo di luglio: la cometa C/2014 E2 Jacques, attesa al varco dopo il passaggio ravvicinato al Sole, e la cometa C/2013 UQ4 Catalina, inizialmente 'travestita' da asteroide ed ora pronta a sfrecciare a grande velocità sopra le nostre teste. Insieme a loro ci saranno anche gli asteroidi Cerere e Vesta, che incroceranno le loro orbite, e le prime stelle cadenti estive, che probabilmente concederanno uno spettacolo migliore di quello che ci attende per la notte di San Lorenzo. A fare il punto della situazione sono gli esperti dell'Unione astrofili italiani (Uai).

Per osservare lo spettacolo delle due comete, sarà sufficiente armarsi di un semplice binocolo. Catalina ''darà il meglio di sé nella prima parte del mese - spiega la Uai - raggiungendo forse la settima magnitudine, cioè una luminosità alla portata del minimo ausilio ottico. La sua successiva curva di luce predice una rapida discesa. Nei primissimi giorni di luglio sarà osservabile in piena nottata, ma la sua corsa la porterà in breve a poter essere cercata con sempre maggiore anticipo.

Nell'ultima parte di luglio andrà osservata non appena fa buio''. La cometa Jacques ricomparirà invece tra le luci dell'alba nella seconda decade di luglio, per poi guadagnare in fretta il buio della notte astronomica e con esso una condizione osservativa decisamente migliore. I primi tentativi per rintracciarla dovranno essere fatti presumibilmente a partire dal 12-13 di luglio, prendendo come punto di riferimento il vistoso Venere. ''Una piccola speranza di poterla ammirare a occhio nudo rimane e ciò dovrebbe bastare per tirare giù dal letto a un orario improbabile anche i più pigri'', sottolinea la Uai. L'intero mese di luglio sarà dedicato all'osservazione di due magnifici asteroidi, Cerere e Vesta, che si stanno progressivamente avvicinando.

''Lo spettacolo migliorerà di giorno in giorno – spiega la Uai – e culminerà l'11 luglio, quando i due asteroidi incroceranno le loro orbite''. Per osservare questo fenomeno ci sarà bisogno di un telescopio. Dal 17 luglio inizierà invece l'attività delle meteore Perseidi (meglio note come lacrime di San Lorenzo). Il picco previsto per agosto sarà fortemente disturbato dalla Luna piena, quindi il suggerimento è quello di iniziare la 'caccia' già nelle notti di fine luglio. Insieme alla Perseidi ci saranno anche le delta Aquaridi, che formano la corrente più conosciuta di luglio: il loro picco è previsto a fine mese, tra il 28 e il 29 luglio.

Infine, nel cielo verso ovest, Marte e Saturno stanno preparando lo spettacolo che daranno ad agosto con la loro congiunzione. Per ora si stanno avvicinando, arricchendo così una zona del cielo normalmente povera di astri luminosi. Il 12 luglio Marte 'sfiorerà' la stella Spica della Vergine, e il contrasto tra le colorazioni dei due astri sarà particolarmente evidente. Saturno invece si prepara a cambiare di passo: ora si sta spostando di moto retrogrado, ma ''il 21 luglio - spiegano gli astrofili Uai - invertirà la marcia e tornerà al moto diretto, sempre nella costellazione della Bilancia''.

www.ansa.it/scienza

sexta-feira, 27 de junho de 2014

I 10 anni della sonda Cassini fra gli anelli di Saturno



Compie dieci anni la straordinaria avventura della sonda Cassini fra gli anelli di Saturno, a caccia di immagini e dati unici che hanno rivelato che la superficie ghiacciata e inospitale di alcune lune, come Encelado e Titano, potrebbe nascondere oceani di acqua liquida, teoricamente capaci di sostenere la vita.

Foto NASAIl primo luglio 2004 la sonda nata dalla collaborazione fra Nasa, Agenzia Spaziale Europea (Esa) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi) entrava nell'orbita del pianeta degli anelli: un'operazione seguita in una diretta piena di colpi di scena dal Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa, a Pasadena. Lanciata il 15 ottobre 1997 da Cape Canaveral, Cassini ha viaggiato protetta da radiazioni e micrometeoriti dall'antenna italiana 'tuttofare' costruita dalla Thales Alenia Space (allora Alenia Spazio). Fino al dicembre 2004 ha portato con sè la sonda Huygens dell'Esa, che il 15 gennaio 2005 è scesa nell'atmosfera della più grande luna di Saturno, Titano, rivelando un paesaggio quasi terrestre, con laghi e fiumi di metano tra le montagne.

''Delle tante scoperte memorabili fatte da Cassini in questi dieci anni, c'è sicuramente l'aver individuato la presenza di acqua liquida dove non prevedevamo, come sotto la superficie ghiacciata di Encelado e Titano'', ha detto il coordinatore scientifico dell'Asi, Enrico Flamini. Grazie ai dati di Cassini, ha aggiunto, ''si è imparato molto sul ruolo dell'acqua nel Sistema Solare e, di conseguenza, si sono stabiliti nuovi vincoli per lo studio dei pianeti esterni al Sistema Solare e per la probabilità che questi possano ospitare o meno forme di vita''.

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Astrônomos descobrem 3 gigantescos buracos negros a 4 bilhões de anos luz

EFE | SYDNEY (AUSTRÁLIA)
Um grupo internacional de astrônomos descobriu três enormes buracos negros, cujo tamanho supera em bilhões a massa do Sol, a uma distância de aproximadamente 4 bilhões de anos luz da Terra, informou o cientista Ian Heywood, um dos coordenadores do estudo.
"Os sistemas de múltiplos buracos negros supermaciços são raros", disse Heywood, astrônomo da Organização de Pesquisa da Comunidade Científica e Industrial (CSIRO), em entrevista à rede australiana "ABC".

Os pesquisadores se concentraram na distante galáxia SDSS J1502+1115, onde descobriram que dois dos três buracos negros supermaciços estavam separados apenas por uma distância de 456 anos luz, e que orbitavam entre si. EFE/Arquivo
A equipe liderada por Roger Deane, da Universidade de Cape Town, na África do Sul, descobriu o novo sistema de três buracos negros a partir de quatro observatórios internacionais interligados para operar como um poderoso telescópio.
Os pesquisadores se concentraram na distante galáxia SDSS J1502+1115, onde descobriram que dois dos três buracos negros supermaciços estavam separados apenas por uma distância de 456 anos luz, e que orbitavam entre si.
A velocidade da órbita desses dois corpos que formam uma espécie de sistema estelar binário supera em 300 vezes a velocidade do som na Terra, segundo o astrônomo.
A descoberta, que representa o sistema mais estreito que se conhece até o momento, ajudará a entender como esses corpos se fundem e influem na evolução das galáxias, afirmou Heywood.
Os sistemas de órbita estreita como o descoberto pela equipe de Dean são uma das fontes primárias das ondas gravitacionais, segundo a teoria da relatividade geral de Albert Einstein.
Além disso, os estudos sugerem que as grandes galáxias têm um buraco negro em massa no centro, embora somente se descobriram algumas poucas delas, por isso essa descoberta publicada no último número da revista "Nature" sugere que são mais comuns do que se acredita.
Heywood explicou que seria muito estranho que os três buracos negros se fundissem entre si e o mais provável é "que um dos buracos negros seja expulso do sistema para que os outros dois se assentem em uma órbita mais estável e eventualmente se unam".

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Scoperto un triplo buco nero




Scoperto un triplo buco nero al centro di una lontana galassia: è uno dei quattro 'mostri cosmici' di questo tipo finora noti, ma l'unico nel quale i tre buchi neri che lo costituiscono sono vicinissimi fra loro. La scoperta, pubblicata sulla rivista Nature, si deve al gruppo di ricerca guidato dall'università sudafricana di Città del Capo e costituisce un tassello importante per ricostruire l'evoluzione delle galassie.

E' noto che tutte le galassie con una massa paragonabile o maggiore a quella della nostra Via Lattea ospitano al centro un buco nero super massiccio, con una massa di miliardi di miliardi di volte quella del Sole. Si ipotizza che questi grandi galassie siano però nate dalla fusione di due o più galassie più piccole.

Per questo gli astronomi sono da anni alla caccia di coppie, oppure di tris di buchi neri al centro delle galassie simili alla nostra. Nonostante le ricerche sono però state individuate pochissime coppie di buchi neri e il tris individuato dai ricercatori sudafricani è appena il quarto di questo tipo. 

La scoperta è stata possibile mettendo a punto una nuova tecnica di analisi dei segnali radio emessi dai gas attorno ai buchi neri e migliorarne così i dettagli. Questo metodo ha permesso di svelare la presenza molto ravvicinata di due dei tre buchi neri che con le tecniche precedenti sarebbero stati molto probabilmente 'visti' come un singolo oggetto. La nuova tecnica potrebbe quindi rivelarsi importantissima per svelare dettagli finora invisibili sui buchi neri presenti in ogni galassia e aiutare così a ricostruirne la storia.


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Si 'allargano' i confini del Sole

La corona si estende per oltre 8 milioni di chilometri





I confini del Sole si allargano: la parte più esterna e irrequieta, la corona, è infatti più grande del previsto e si estende per oltre 8 milioni di chilometri. Lo indicano nuove misure, pubblicate sll' Astrophysical Journal e realizzate grazie ai dati della coppia di satelliti Stereo (Solar TErrestrial RElations Observatory) della Nasa. E' la misura finora più accurata della vasta atmosfera solare nella quale nascono le eruzioni che scagliano contro la Terra il vento di particelle capace di scatenare le tempeste magnetiche.

Per riuscire a individuare gli invisibili confini dell'atmosfera del Sole, i ricercatori sono andati a caccia del suo 'suono'. Le particelle che la compongono trasmettono infatti, in modo simile all'atmosfera terrestre, le 'vibrazioni' prodotte prodotte dalla stella e osservando le interazioni di queste particelle è stato possibile comprendere la dimensioni della corona solare. Si tratta di un'atmosfera che si estende per ben 8 milioni di chilometri, l'equivalente di 12 volte il diametro del Sole. 

Le nuove misure dei satelliti Stereo allargano di molto i confini dell'atmosfera solare disegnati dalle precedenti osservazioni e risultano molto importanti in vista delle prossime missioni per lo studio della nostra stella. Il satellite Solar Probe Plus, della Nasa, che verrà lanciato nei prossimi anni avrà l'obiettivo di studiare il Sole dalla distanza di 6 milioni di chilometri dalla superficie. I nuovi dati confermano quindi che a quella distanza, la minima mai raggiunta da un oggetto artificiale, il satellite si troverà all'interno dell'atmosfera solare e potrà quindi aiutare a comprendere meglio i fenomeni che avvengono al suo interno.

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