SUPERNOVAS - BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA -
http://www.boletimsupernovas.com.br/
Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012 - Edicao No. 687
Indice:
_ COMPRA DO PRIMEIRO SATELITE GEOESTACIONARIO BRASILEIRO COMECA ATE'
OUTUBRO
_ ARGENTINA SEDIARA' SEMINARIO SOBRE DIREITO ESPACIAL
_ EFEMERIDES
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ASTRONOMIA NO BRASIL
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COMPRA DO PRIMEIRO SATELITE GEOESTACIONARIO BRASILEIRO COMECA ATE'
OUTUBRO
14/09/2012. O processo de compra do primeiro satelite geoestacionario
brasileiro deve comecar ate' outubro deste ano, informou ontem (13) o
secretario de Telecomunicacoes do Ministerio das Comunicacoes,
Maximiliano Martinhao. A meta e' que o equipamento entre em orbita ate'
dezembro de 2014, prazo estabelecido em acordos internacionais. Tambem
presidente do Comite' Diretor do projeto, Martinhao reconheceu que
colocar o satelite em orbita em dois anos "nao sera' facil". Entre os
desafios, ele cita a contracao dos fabricantes. De acordo com o
secretario, isso sera' feito "por um processo que leve em conta as
especificidades tecnicas determinadas em um termo de referencia",
excluindo a licitacao. "A partir do termo, para atender a demandas do
setor de telecomunicacao, do Plano Nacional de Banda Larga, e de defesa
nacional, sera' contratada a empresa para a construcao do satelite",
declarou, durante o Congresso Latino-Americano de Satelite, realizado no
Rio de Janeiro. O custo estimado incluindo o lancamento e' R$ 720
milhoes. Responsavel pelas escolhas tecnicas, o representante da
Telebras, Sebastiao Neto, adiantou que o equipamento pesara' ate' 6
toneladas e tera' capacidade entre 50 e 60 gigabytes por segundo (GB/s),
acima da demanda atual de 35 GB/s. Com isso, segundo ele, atendera' 'as
necessidades do pais nos proximos dez anos. De acordo com o presidente
do comite', o satelite geoestacionario e' fundamental para atender a
cerca de 1,2 mil municipios que ainda nao tem banda larga por questoes
geograficas, alem de suportar a troca de dados da administracao publica.
Atualmente, para suprir a demanda publica, o pais contrata a tecnologia
de satelite privados. "E' mais vantajoso economicamente e do ponto de
vista do desenvolvimento de tecnologia nacional construir um satelite a
continuar a contratar a capacidade de servicos", avaliou Martinhao.
Segundo ele, com o equipamento, e' esperado o barateamento de servicos
de internet, a atracao de tecnologia e a cobertura de defesa em areas de
fronteira e no oceano. A compra e a fabricacao do satelite
geoestacionario, sob a supervisao do Ministerio das Comunicacoes, sera'
feita por uma sociedade entre a Telebras e a Embraer. ( Fonte: Agencia
Brasil )
Ed: CE
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ASTRONOMIA NO MUNDO
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ARGENTINA SEDIARA' SEMINARIO SOBRE DIREITO ESPACIAL
06/09/2012. A America Latina recebe pela segunda vez o Workshop das
Nacoes Unidas sobre Direito Espacial. Este ano, o evento tem como tema
central "A Contribuicao do Direito Espacial para o Desenvolvimento
Economico e Social". O seminario acontece em Buenos Aires, Argentina, de
5 a 8 de novembro. As inscricoes se encerram no proximo dia 14. Este e'
o 8º workshop das Nacoes Unidas sobre Direito Espacial e busca dar uma
visao geral do regime juridico internacional que regulamenta a
exploracao e o uso pacifico do espaco exterior, e analisar e comparar
varios aspectos da legislacao espacial de cada pais. O evento pretende,
tambem, discutir os programas universitarios sobre Direito Espacial,
principalmente nos cursos de Direito e de Relacoes Internacionais. O
evento e' organizado pelo Escritorio das Nacoes Unidas para Assuntos do
Espaco Exterior, em conjunto com o governo da Argentina, por meio da
Comissao Nacional de Atividades Espaciais (CONAE) e a Agencia Espacial
Europeia. O chefe da Assessoria de Cooperacao Internacional da Agencia
Espacial Brasileira (AEB), Jose' Monserrat Filho, convidado pela CONAE,
faz parte da comissao organizadora do workshop. Em 2004, o Brasil
recebeu o workshop, sediado no Rio de Janeiro e organizado pelo Nucleo
de Estudos de Direito Espacial da Associacao de Direito Aeronautico e
Espacial (SBDA). O prazo para submeter candidatura de participacao
termina dia 14 de setembro. Informacoes sobre o seminario e sobre como
participar estao disponiveis no site: www.unoosa.org. ( Fonte: AEB )
Ed: CE
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EFEMERIDES PARA A SEMANA
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13/09/2012 a 22/09/2012
Efemerides dia-a-dia
Ed: RG
13/9 Lua em Libracao maxima (00:18:26)
16/9 Lua Nova (00:10:43)
19/9 Lua em Perigeu (02:27:55)
19/9 Ocultacao de Marte mag 1.2 (18:22:06)
19/9 Imersao de Marte mag1.2 na borda escura da Lua. Emersao na borda
iluminada (19:32:01)
22/9 Equinocio (12:49:13)
22/9 Lua Quarto Crescente (17:40:52)
Horarios em GMT -03:00 (Hora Local de Brasilia)
Coordenadas de referencia: Sao Paulo / SP: -47.0833E, -22.9W
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em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em diferentes
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brasileira com o objetivo de ampliar a divulgacao de informacoes sobre a
Astronomia no Brasil e no mundo. Semanalmente, ele e' enviado a
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia - Ed. 687
Postado por
Lucimary Vargas - Observatório Monoceros/Planetário Além Paraíba-MG
às
10:29
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Efemérides
CORRIGINDO NOTÍCIA DO ALINHAMENTO PLANETÁRIO COM AS 3 PIRÂMIDES DE GIZÉ EM 03/12/2012!
CORRIGINDO NOTÍCIA DO ALINHAMENTO PLANETÁRIO COM AS 3 PIRÂMIDES DE GIZÉ EM 03/12/2012!
por Marcos Trindade Moreira, Sábado, 15 de Setembro de 2012 às 21:42 ·
Meus caríssimos amigos!
Tem
gente por aí que gosta de "aparecer na Internet", de se mostrar como
"entendida" e fazer um "relativo" sucesso às custas da ingenuidade das
pessoas leigas em fundamentos de Astronomia.
Dias atrás, vi a
fotomontagem abaixo no Facebook, fiquei curioso para saber se tal fato
irá mesmo ocorrer no dia 03/12/2012 e resolvi pesquisar o assunto.

Figura 1 - Imagem das três pirâmides e do alinhamento planetário, veiculada no Facebook.
Primeiramente
usei o programa GOOGLE EARTH para achar as coordenadas geográficas
aproximadas das três pirâmides do planalto de Gizé, cidade do Cairo no
Egito, obter a orientação geográfica e o alinhamento dessas pirâmides.
Assim obtive a imagem abaixo:

Figura 2 - Imagem das três pirâmides, vistas de topo, utilizando o programa Google Earth.
A
seguir, usei meu programa STELLARIUM, um planetário virtual excelente
que, configurado adequadamente com as coordenadas geográficas do local
em questão (pirâmides de Gizé) e a data prevista (03/12/2012), me
forneceu a imagem do céu que vamos observar nesse dia e local. Assim,
obtive as imagens a seguir.

Figura
3 - Imagem virtual do alinhamento dos planetas Mercúrio, Venus e
Saturno no dia 03/12/2012 (no alto da imagem), como se estivéssemos
observando o céu na base da grande pirâmide central (a).

Figura
4 - Imagem virtual do alinhamento dos planetas Mercúrio, Venus e
Saturno no dia 03/12/2012 (no alto da imagem), como se estivéssemos
observando o céu na base da grande pirâmide central (b).
Consultando
a história da construção das pirâmides pelos egípcios na HISTÓRIA DA
ASTRONOMIA, sabe-se que estas foram construídas com suas quatro faces
voltadas para os quatro pontos cardeais norte, sul, leste e oeste nas
épocas das suas construções e com uma precisão impressionante.
Observando-se atentamente a Figura 2 acima, percebemos claramente essa
orientação das faces das três pirâmides principais correspondente aos
quatro pontos cardeais e que as três pequenas pirâmides secundárias
(pirâmides das rainhas), já bem desgastadas pelo tempo, se encontram ao
SUL das três grandes pirâmides de Gizé.
Também sabemos
que no dia 03/12/2012 será quase final do OUTONO e quase início do
INVERNO para o Egito, o qual está no HEMISFÉRIO NORTE, onde se encontram
as três grandes pirâmides. Um observador, localizado na base da grande
pirâmide central, ao longo do dia, poderá observar o Sol descrever uma TRAJETÓRIA CURVA APARENTE no céu, ORIENTADA PARA O LADO DO PONTO CARDEAL SUL, como podemos observar nas Figuras 3 e 4.
Na
Figura 3 também podemos observar que os três planetas Mercúrio, Venus e
Saturno estão "quase" alinhados, da esquerda para a direita, e
posicionados no céu como aparecem na Figura 1, a qual foi apresentada na
Internet. Entretanto, esse alinhamento planetário do dia 03/12/2012 ocorrerá DURANTE O DIA e muito próximo do Sol, como pode ser observado nas Figuras 3 e 4. Portanto, devido à excessiva claridade do céu, OS TRÊS PLANETAS NÃO SERÃO VISÍVEIS A OLHO NU. Assim, a imagem da fotomontagem da Figura 1 NÃO ESTÁ DE ACORDO COM OS FATOS!
OUTRAS CONTRADIÇÕES NA FOTOMONTAGEM DA FIGURA 1:
Para
observar o alinhamento dos três planetas com os vértices das três
grandes pirâmides e posicionados no céu como mostra a Figura 1, o
observador terá que se localizar num ponto da superfície terrestre
adequadamente afastado das grandes pirâmides e próximo da direção do
ponto subcolateral NORTE-NOROESTE (NNO). Neste caso, o observador estará
vendo as três grandes pirâmides na direção SUL-SUDESTE (SSE) e os três
planetas acima de seus vértices DESDE QUE O CÉU ESTEJA ESCURO! MAS ISSO NÃO VAI ACONTECER PORQUE O ALINHAMENTO OCORRERÁ DURANTE O DIA E OS TRÊS PLANETAS NÃO SERÃO VISÍVEIS A OLHO NU!
Por outro lado, AS TRÊS PEQUENAS PIRÂMIDES DAS RAINHAS NÃO SERÃO VISÍVEIS AO OBSERVADOR, POIS ESTARÃO LOCALIZADAS ATRÁS DAS GRANDES PIRÂMIDES, na direção SUL-SUDOESTE (SSO). Neste caso, a fotomontagem da Figura 1 também NÃO ESTÁ DE ACORDO COM OS FATOS, POIS MOSTRA AS PEQUENAS PIRÂMIDES DAS RAINHAS À FRENTE DAS GRANDES PIRÂMIDES como se estivessem sendo observadas da direção SUL-SUDOESTE (SSO)! Assim observando, OS TRÊS PLANETAS ESTARIAM ALTOS NO CÉU, ATRÁS DO OBSERVADOR, NÃO SERIAM VISÍVEIS SOBRE OS VÉRTICES DAS GRANDES PIRÂMIDES E NÃO PODERIAM APARECER NA IMAGEM DIVULGADA!
MARCOS TRINDADE MOREIRA
Pós-graduado em Química pela UEL- Londrina - PR.Professor efetivo da Rede Estadual de Ensino do Paraná.
Astrônomo Amador e Químico Industrial.
Cianorte - PR - Brasil.
15/09/2012.
Nota do Astronomicando: clique nas imagens para ampliar
Pronti a partire altri due satelliti della costellazione Galileo
Procedono spediti i
preparativi per il lancio dei due nuovi satelliti della costellazione
Galileo, il sistema europeo di navigazione satellitare. I due satelliti
si affiancheranno a una coppia gia' in orbita per completare la
mini-costellazione destinata a validare il sistema di navigazione
satellitare europeo e il lancio e' previsto per il 10 ottobre dalla base
europea di Kourou, nella Guyana Francese.
Entrambi i satelliti saranno lanciati con una Soyuz ST-B e una volta in orbita cominceranno a funzionare insieme ai primi due satelliti della costellazione, lanciati nell'ottobre 2011. Il quartetto sara' operativo a 23.222 chilometri di altezza e servira' a validare il sistema di navigazione satellitare europeo.
L'evento rappresenta un passo importantissimo per la realizzazione del sistema di navigazione in quanto permettera', con quattro satelliti in orbita, di testare le funzionalita'. Alla fase di validazione in orbita, seguira' quella di pieno sviluppo, che comprendera' la costruzione e il lancio di 26 satelliti e il completamento del segmento di terra, un'estesa rete di stazioni e centri di servizio locali e regionali.
I primi quattro satelliti Galileo sono stati realizzati da un consorzio di aziende guidato dalla tedesca Eads Astrium e assemblati e testati negli stabilimenti di Roma della Thales Alenia Space.
Entrambi i satelliti saranno lanciati con una Soyuz ST-B e una volta in orbita cominceranno a funzionare insieme ai primi due satelliti della costellazione, lanciati nell'ottobre 2011. Il quartetto sara' operativo a 23.222 chilometri di altezza e servira' a validare il sistema di navigazione satellitare europeo.
L'evento rappresenta un passo importantissimo per la realizzazione del sistema di navigazione in quanto permettera', con quattro satelliti in orbita, di testare le funzionalita'. Alla fase di validazione in orbita, seguira' quella di pieno sviluppo, che comprendera' la costruzione e il lancio di 26 satelliti e il completamento del segmento di terra, un'estesa rete di stazioni e centri di servizio locali e regionali.
I primi quattro satelliti Galileo sono stati realizzati da un consorzio di aziende guidato dalla tedesca Eads Astrium e assemblati e testati negli stabilimenti di Roma della Thales Alenia Space.
www.ansa.it
In orbita il nuovo ‘occhio’ europeo sul clima
Il satellite MetopB pronto al lancio sulla Soyuz (fonte: Eumetsat/ESA)
E’ stato lanciato Metop-B, il
nuovo occhio europeo su clima e meteorologia clima. Metop-B e' stato
lanciato alle 18,39, ora italiana, dalla base di lancio russa a Baikonur, nel Kazakhstan, e avra' l'obiettivo di contribuire alle previsioni meteorologiche e monitorare i cambiamenti climatici dallo spazio per almeno cinque anni.
Trasportato da una Soyuz, Metop-B raggiungera' la sua orbita definitiva a circa 800 chilometri di altezza. Lavorerà da un’orbita polare, da dove dara' fondamentali contributi alla meteorologia e allo studio del clima. Le operazioni di messa in orbita del satellite sono guidate dall'Agenzia Spaziale Europea (Esa) che, una volta verificato nei prossimi mesi il corretto funzionamento della strumentazione, affidera' Metop-B al controllo di Eumetsat, l'Organizzazione europea per l'utilizzo dei dati meteo da satellite.
Metop-B e' il secondo di una serie di tre identici satelliti meteorologici in orbita polare che provvederanno, in maniera complementare con i satelliti MeteoSat posti a 36.000 chilometri di distanza, a monitorare costantemente il clima. Metop-B fornira' informazioni dettagliate su temperatura e tasso di umidita' della superficie terrestre e oceanica oltre ai dati su venti, correnti marine e livelli di ozono.
www.ansa.it
Divulgadas imagens de galáxias feitas com câmera de 570 megapixel
Equipamento ultrassensível está instalado em topo de montanha no Chile.
Sua missão é medir o histórico de expansão do universo.
Do G1, em São Paulo
Na
imagem de cima, uma galáxia situada a cerca de 60 milhões de anos-luz
da Terra. Abaixo à esquerda, o mosaico de 62 sensores CCD que dão à
câmera a capacidade de fotografar com 570 megapixel de resolução.
Abaixo, à direita, imagem de um grupo de estrelas a cerca de 17 mil
anos-luz, tal qual foi fotografada pelo conjunto de 62 CCDs. (Foto:
Fermilab/Divulgação)
Foram divulgadas nesta segunda-feira (17) as primeiras imagens feitas
pela Dark Energy Camera, uma supercâmera de 570 megapixel montada num
observatório no topo de uma montanha no Chile.
O equipamento consiste em 62 dispositivos CCD ultrassensíveis, que, de
uma só vez, podem enxergar cem mil galáxias a até 8 bilhões de anos-luz.
O objetivo do projeto, liderado pelo Fermilab, um laboratório de física
de partículas do Departamento de Energia dos EUA, é medir a expansão do
universo por meio dessas imagens, para entender melhor por que ele está
se expandindo. Trata-se da mais poderosa máquina já construída com esse
objetivo e, de acordo com o Fermilab, é a câmera digital mais potente
existente no mundo. As imagens foram capturadas na última quarta-feira
(12).
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Robô Curiosity registra eclipse parcial do Sol com lua de Marte
Phobos, uma das luas de Marte, encobriu parte do Sol.
Jipe explora o planeta vermelho desde o dia 6 de agosto.
Do G1, em São Paulo
saiba mais
O jipe Curiosity, enviado pela agência espacial americana (Nasa)
a Marte, fotografou o momento que a lua Phobos, um dos dois satélites
naturais que orbitam o planeta vizinho à Terra, encobre parte do Sol. A
imagem foi divulgada pela Nasa no último sábado (15).
O robô pousou no planeta vermelho no dia 6 de agosto e ficará em
atividade pelo menos dois anos, em busca de evidências favoráveis à
vida.
Imagem
mostra momento que a lua Phobos, um dos satélites naturais de Marte,
encobre parte do Sol. Fenômeno foi fotografado pelo jipe Curiosity,
enviado pela Nasa ao planeta vermelho. (Foto: Divulgação/Nasa)
Ao todo, o Curiosity leva consigo dez instrumentos científicos, com uma
carga 15 vezes maior que os veículos Spirit e Opportunity, que estão em
Marte desde 2004 – o primeiro foi desativado em 2010 e o segundo se
concentra em procurar água.
Um dos instrumentos do novo robô funciona a laser e serve para analisar, a distância, a composição química das rochas. Além disso, uma broca e uma colher no braço dele vão ajudá-lo a recolher amostras, peneirá-las e avaliá-las no laboratório em seu interior.
Por conter todo esse kit científico, o Curiosity é duas vezes mais comprido e cinco vezes mais pesado que seus antecessores.
domingo, 16 de setembro de 2012
Astrônomos descobrem planetas que teriam céu mais estrelado
Estudo achou planetas em um aglomerado de estrelas, o que é incomum.
Planetas são quentes e gasosos, e não seriam habitáveis.
Do G1, em São Paulo
Ilustração de um dos planetas localizados em um aglomerado de estrelas
(Foto: Nasa/JPL-Caltech)
Astrônomos descobriram a existência de dois planetas que teriam o céu
muito mais estrelado do que o da Terra, devido à sua localização
inusitada. No entanto, esses planetas não seriam habitáveis, pois se
tratam de gigantes formados por gases, conhecidos na ciência como
“júpiteres quentes”.
São os primeiros planetas a serem encontrados na órbita de uma estrela
semelhante ao nosso Sol em um chamado aglomerado de estrelas. Esse
grupo, chamado de Aglomerado da Colmeia, reúne cerca de mil estrelas em
um espaço relativamente pequeno.
Geralmente, quando uma estrela nasce, ela se distancia de sua origem.
Em um aglomerado como este, várias estrelas formadas a partir da mesma
nuvem gigante de material ficam ligadas uma à outra por meio da atração
gravitacional.
Até a atual pesquisa, os astrônomos haviam localizado apenas dois
planetas em aglomerados, e ambos na órbita de estrelas gigantes. A nova
descoberta é inédita porque esses dois planetas giram em torno de uma
estrela das proporções do Sol. Por estarem em um aglomerado, eles têm o
céu mais estrelado.
“Estamos detectando mais e mais planetas que conseguem crescer em
ambientes diversos e extremos como esses aglomerados próximos”, afirmou
Mario Perez, pesquisador da Nasa que participou da descoberta. O estudo foi publicado pela revista “Astrophysical Journal Letters”.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Asteroide 'perigoso' vai passar perto da Terra na noite desta quinta-feira
Objeto grande como prédio de 14 andares fica a 2,8 milhões de km de nós.
Chamado de 2012 QG42, corpo celeste foi descoberto no dia 26 de agosto.
Do G1, em São Paulo
Asteroide é o ponto no centro da imagem (Foto: Remanzacco Observatory/Divulgação)
Um asteroide potencialmente perigoso, do tamanho de um prédio de 14
andares, vai passar "perto" da Terra por volta das 20 horas (horário de
Brasília) desta quinta-feira (13).
Apesar de a distância ser considerada pequena em termos espaciais, o
objeto fica a 2,8 milhões de quilômetros do nosso planeta – 7,5 vezes o
espaço daqui até a Lua.
Já o termo "potencialmente perigoso" refere-se ao fato de que o asteroide poderia colidir com a Terra em um futuro distante.
Chamado de 2012 QG42, esse corpo celeste tem entre 190 e 430 metros de
diâmetro e foi descoberto no dia 26 de agosto, pelo programa de
monitoramento Catalina Sky Survey, no Arizona, EUA.
O site Slooh.com deve fazer uma transmissão ao vivo nesta noite, aberta para o público por computador e celulares iPhone e Android.
No dia 16 de junho, outro asteroide recém-descoberto – chamado 2012 LZ1 – passou próximo à Terra.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Esplosione su Giove
L'esplosione su Giove (fonte: George Hall, Dallas, Texas, http://georgeastro.weebly.com/jupiter.html)
Una palla di fuoco
si è accesa improvvisamente nell'atmosfera di Giove: osservata dagli
astronomi e dagli astrofili di tutto il mondo, è stata generata
dall'impatto di un oggetto, probabilmente un asteroide o una cometa, con
il gigante del Sistema Solare. La collisione ha causato un'esplosione
visibile come un lampo di luce bianca durato per circa due secondi.
''Si pensa che ad impattare sia stato un piccolo asteroide o una piccola cometa, con un diametro dell'ordine della decina di metri'', ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope.
Impatti simili sul pianeta più grande del Sistema Solare sono già stati osservati nel giugno e nell'agosto 2010. Giove è colpito spesso da piccoli asteroidi del diametro di circa 10 metri che si avvicinano al pianeta ''attratti dalla sua enorme forza gravitazionale, che non ha rivali'', ha rilevato Masi. E' un'ennesima testimonianza, ha proseguito l'esperto, ''del meccanismo di tipo collisionale con cui il Sistema Solare convive da sempre, d'altro canto le collisioni sono alla base della formazione dei pianeti'', che si sono formati aggregando materiale impatto dopo impatto. ''Senza di esse - ha aggiunto - non ci sarebbe neanche la Terra''.
Gli studiosi stanno ora cercando sei nei paraggi del luogo della collisione vi siano detriti dovuti alla frantumazione dell'oggetto durante la collisione con l'atmosfera di Giove, oppure dovuti a materiale dalle nubi gioviane sollecitate dall'impatto. Alcuni impatti producono tali detriti, mentre altri non lo fanno e ancora non è chiaro il perchè. Ulteriori osservazioni potrebbero aiutare a comprendere meglio il fenomeno. ''Eventuali detriti - ha concluso Masi - potrebbero lasciare altre tracce luminose, se finissero ancora nell'atmosfera di Giove''.
''Si pensa che ad impattare sia stato un piccolo asteroide o una piccola cometa, con un diametro dell'ordine della decina di metri'', ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope.
Impatti simili sul pianeta più grande del Sistema Solare sono già stati osservati nel giugno e nell'agosto 2010. Giove è colpito spesso da piccoli asteroidi del diametro di circa 10 metri che si avvicinano al pianeta ''attratti dalla sua enorme forza gravitazionale, che non ha rivali'', ha rilevato Masi. E' un'ennesima testimonianza, ha proseguito l'esperto, ''del meccanismo di tipo collisionale con cui il Sistema Solare convive da sempre, d'altro canto le collisioni sono alla base della formazione dei pianeti'', che si sono formati aggregando materiale impatto dopo impatto. ''Senza di esse - ha aggiunto - non ci sarebbe neanche la Terra''.
Gli studiosi stanno ora cercando sei nei paraggi del luogo della collisione vi siano detriti dovuti alla frantumazione dell'oggetto durante la collisione con l'atmosfera di Giove, oppure dovuti a materiale dalle nubi gioviane sollecitate dall'impatto. Alcuni impatti producono tali detriti, mentre altri non lo fanno e ancora non è chiaro il perchè. Ulteriori osservazioni potrebbero aiutare a comprendere meglio il fenomeno. ''Eventuali detriti - ha concluso Masi - potrebbero lasciare altre tracce luminose, se finissero ancora nell'atmosfera di Giove''.
www.ansa.it
Nasa divulga primeira imagem aérea de tempestade tropical em formação
Avião não tripulado sobrevoou área de formação de tempestades no mar.
Missão HS3 foi feita para estudar origem de furacões.
Do G1, em São Paulo
Avião da Nasa sobrevoa tempestade em formação no Atlântico (Foto: Nasa)
A agência espacial norte-americana (Nasa)
divulgou nesta terça-feira (11) as primeiras fotos feitas pelo avião
Global Hawk do alto de uma tempestade tropical. A aeronave não tripulada
foi adaptada pela Nasa para sobrevoar furacões e tempestades tropicais e
fazer novos estudos desses fenômenos, em uma missão conhecida como HS3.
O avião fez seu voo inaugural no dia 7, quando partiu da Califórnia,
atravessou o país, sobrevoou um furacão no Atlântico e pousou na
Virgínia, na costa leste. Nesta terça, ele voltou a decolar para estudar
a depressão tropical 14, que está em formação no Oceano Atlântico e
deve se tornar uma tempestade tropical nos próximos dias.
O Global Hawk não é tripulado, e seu controle é feito por pilotos em
terra. A aeronave ultrapassa os 18 mil metros de altitude e consegue
voar por até 28 horas seguidas. Os principais objetos de estudo são a
formação e as mudanças na intensidade dos furacões e das tempestades
tropicais, por meio de fatores como vento, temperatura, vapor d’água e
gotículas de chuva suspensas no ar.
Sonda da Nasa encontra nevasca de gelo seco em Marte
Segundo cientistas, essa é a 1ª evidência do tipo em todo o Sistema Solar.
Dados foram obtidos no polo sul do planeta, no inverno de 2006 para 2007.
Do G1, em São Paulo
Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) que orbita Marte
identificou uma nevasca de gelo seco sobre a superfície do planeta. Essa
neve de dióxido de carbono (CO2) sólido é a primeira evidência do tipo
em todo o Sistema Solar, segundo os cientistas.
A descoberta da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, feita por meio de
luz visível e infravermelha, será publicada na próxima edição da revista
"Journal of Geophysical Research". Os dados foram obtidos no polo sul
marciano, no inverno de 2006 para 2007, e a nuvem de CO2 tinha 500 km de
diâmetro.
Nuvem de gelo seco foi vista no polo sul de Marte durante o inverno de 2006-2007
(Foto: Nasa/JPL-Caltech)
Também foram recolhidas informações sobre temperatura, tamanhos das
partículas e suas concentrações. Para que essa nevasca aconteça, é
preciso haver uma temperatura de pelo menos 125° C negativos,
considerando que em situações normais aqui na Terra a água congela a 0°
C.
Segundo o principal autor do estudo, Paul Hayne, do Laboratório de
Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, as nuvens de CO2
em Marte são grossas o suficiente para se acumular no polo sul e manter o
material congelado ali durante todo o ano. O que não se sabe exatamente
é se o fenômeno ocorre em forma de neve ou de geada, quando o gelo seco
se congela já na superfície.
Há décadas, os astrônomos já sabem que o planeta vermelho tem calotas
polares sazonais com a presença de gelo seco. Além disso, em 2008 a
sonda espacial Phoenix observou neve de água congelada no polo norte
marciano.
Buraco negro na Via Láctea ameaça 'engolir' estrela e planetas, diz estudo
Segundo astrônomos, buraco negro no centro de nossa galáxia está atraindo nuvem de gás e poeira cósmica que envolve uma jovem estrela.
Da BBC
Estrela é atraída por buraco negro no centro da Via Láctea, diz estudo nos EUA (Foto: Divulgação/BBC)
Como outras galáxias, a Via Láctea abriga um buraco negro em seu centro, conhecido como Sagitário A* (Sgr A*), e a estrela em questão orbita um anel de jovens sóis em volta desse buraco.
Os estudos sobre essa situação, publicados na revista "Nature Communications", tiveram início depois que pesquisadores identificaram uma nuvem de gás ionizado e poeira cósmica movendo-se em direção ao SgrA* no início do ano. Eles tiveram ajuda dos telescópios de alta precisão Very Large Telescope (VLT), um conjunto de lentes de 8 metros de altura administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).
VLT é um conjunto de telescópios de alta precisão administrado por europeus (Foto: ESO/Divulgação)
Os astrônomos Ruth Murray-Clay e Abraham Loeb, porém, defendem uma explicação diferente. Para eles, a nuvem que se dirige para o SgrA* é, na realidade, um disco protoplanetário – ou seja, um disco de material cósmico a partir do qual seriam formados planetas – que circunda uma estrela de baixa massa.
Hipótese
Estrelas recém-nascidas mantêm um disco de gás e poeira ao redor de seu núcleo por milhares de anos. Quando uma delas é atraída para um buraco negro, a radiação e ondas gravitacionais dispersam essa matéria circundante em alguns anos.
Como a estrela estudada pela equipe do Harvard-Smithsonian é muito pequena para ser observada diretamente da Terra, é essa nuvem de poeira protoplanetária que os pesquisadores teriam detectado dirigindo-se para o SgrA*.
A força de atração do buraco negro faz o gás ao redor da estrela formar uma espiral e se aquecer. Além disso, o gás torna-se brilhante, facilitando sua detecção.
Segundo Murray-Clay, porém, enquanto a nuvem planetária caminha para a destruição, há uma possibilidade de que a estrela envolvida por ela sobreviva. "A força de atração do buraco é suficientemente forte para atrair o gás, mas não para destruir a estrela", disse ela à BBC.
Força gravitacional
A pesquisadora explica que o fenômeno em questão é causado pelo mesmo tipo de forças responsáveis pelas marés oceânicas. "Marés são causadas pela atração dos oceanos pela Lua. Nesse caso, o buraco negro gera forças de atração tão fortes que puxam o disco (de gás e poeira cósmica) para longe da estrela", explica Murray-Clay.
Os resultados desse estudo são interessantes porque, até agora, o centro da Via Láctea era considerado um lugar muito inóspito para a formação de planetas, por estar repleto de estrelas, radiação e intensas forças gravitacionais.
Apesar de o disco protoplanetário observado caminhar para a destruição, sua simples existência e a presença de estrelas semelhantes na mesma região sugerem que planetas ainda podem ser criados nessa parte da galáxia.
"É fascinante pensar que planetas estejam se formando tão perto de um buraco negro", afirma Loeb.
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