segunda-feira, 5 de maio de 2008

Polaris's Pulsations Pick Up

 
Little Dipper
Polaris (lower left) shines at the end of the handle of the mostly-dim Little Dipper — which is oriented here the way it appears shortly after dark in late April and early May.
Akira Fujii
Polaris is important not just because it's the North Star. It also happens to be the brightest and nearest Cepheid variable star, 430 light-years away. Cepheids, a special class of pulsating giants, have provided astronomers with a crucial link in the cosmic distance scale for almost a century. But Polaris isn't just any Cepheid. It has been changing its period and especially the amplitude of its pulsations.

Polaris varies in brightness only slightly, by just a few percent across its 3.97-day cycle. Moreover, the pulsations steadily diminished for decades: from 0.12 magnitude per cycle a century ago — almost enough to see by eye — to a mere 0.02 magnitude per cycle in the mid-1990s. Astronomers wondered if Polaris was about to stop pulsing completely.

Apparently not. Four years ago Edward F. Guinan (Villanova University) and several colleagues reported that Polaris's fluctuations bottomed out in the mid-1990s and had started increasing again, to 0.038 magnitude per cycle in 2004. Now an international team of nine astronomers finds the trend continuing. From 2003 to 2007, says the team, Polaris's brightness pulsations increased by an additional one-third.

The group used instuments aboard satellites to monitor Polaris almost continuously for 4.5 years. Based in this very high-quality data, they suggest that Polaris is not evolving away from the "instability strip" due to long-term, one-way stellar evolution as astrophysicists thought, but instead is showing some kind of centuries-long, periodic behavior and no evolution at all.

So the mysteries of the North Star continue. The group's paper will appear in the Astrophysical Journal.. You can read it as a preprint on the Astro-ph preprint server, which has been taking over from traditional journals as the main place where astronomy researchers share their news.
 
 
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Lucimary Vargas
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Erratum: Jupiter's Moons for May 2008

May 1, 2008
by the Editors of Sky & Telescope


Jupiter with Moons
Jupiter with three of its Galilean satellites (from lower left to upper right): Io, Europa, and Callisto.
S&T: Richard Tresch Fienberg
Anyone who views Jupiter regularly knows that the planet's four Galilean moons are a constant source of entertainment as they glide along in their orbits. At times they can be seen in front of Jupiter; at others they disappear into its shadow or behind its disk.
To help you anticipate when these events occur, Sky & Telescope publishes a detailed list during those months when Jupiter is viewable. The times are computed by the prestigious Bureau des Longitudes in France.
The Bureau got it right, but due to a production error the incorrect table appears on page 58 in our May 2008 issue. (The accompanying diagram on that page, showing the moons' motions throughout the month, is correct.)
To view or download a single-page PDF document listing the correct event times, click here. Or see our online article that includes the correct PDFs for all of 2008.
And you can also use our free interactive utility to help you identify the moons of Jupiter in your telescope's eyepiece.

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Lucimary Vargas
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Perigo no espaço

 
Pesquisa aponta que radiação de alta energia, que será comum aos astronautas nas missões à Lua e a Marte, pode levar ao envelhecimento prematuro e ao desenvolvimento de cânceres
Divulgação Científica

Perigo no espaço
29/04/2008

Agência FAPESP – A radiação de alta energia encontrada no espaço pode levar ao envelhecimento prematuro e ao estresse oxidativo prolongado em células. A afirmação é de um estudo feito no Centro Médico da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, e traz sérias implicações para viagens espaciais de longa duração.

A radiação de alta energia é encontrada em emissões solares e é composta de prótons altamente energéticos, partículas de ferro carregadas e radiação gama. A atmosfera terrestre bloqueia a maior parte dessa radiação, evitando a exposição dos habitantes do planeta. Mas, em uma missão espacial, essa proteção deixa de existir.

Depois de um longo hiato – o homem foi à Lua pela última vez em 1972 –, a Nasa, a agência espacial norte-americana, planeja levar o homem novamente ao satélite terrestre e a longas missões a outros planetas, começando por Marte.

O novo estudo indica que períodos prolongados no espaço aumentam os riscos de problemas de saúde para os astronautas, como câncer de intestino. "A exposição à radiação, seja intencional ou acidental, é inevitável durante nossas vidas. Mas com os planos de missões a Marte, por exemplo, precisamos entender melhor a natureza da radiação no espaço. Não há, atualmente, informações conclusivas para estimar o risco que os astronautas poderão experimentar", disse Kamal Datta, principal autor do estudo.

Em 2004, um relatório das Academias Nacionais dos Estados Unidos indicou que a incidência de câncer é mais alta entre os astronautas do que na população em geral. No mês passado, o Conselho Nacional de Pesquisas do país publicou outro relatório, em que recomenda o aumento nos estudos sobre o assunto e o desenvolvimento de novas tecnologias de proteção contra radiação.

As estimativas atuais para exposição à radiação se baseiam exclusivamente na dose acumulada que uma pessoa recebe durante a sua vida, mas o novo estudo sugere que uma estimativa mais acurada deveria incluir não apenas as doses, mas também a qualidade da radiação.

Na pesquisa, Datta e colegas mediram os níveis de radicais livres presentes e a expressão de genes de resposta ao estresse em células de camundongos expostos à radiação de alta energia encontrada no espaço.

Os pesquisadores verificaram que o meio celular do trato gastrointestinal nos animais expostos se mostrou altamente oxidativo – cheio de radicais livres – por longos períodos de tempo, um estado compatível com o desenvolvimento de câncer.

Segundo os autores, os radicais livres produzidos pela radiação danificaram o DNA das células e, à medida que os danos se acumularam, o resultado foi o surgimento de mutações e, em alguns casos, de tumores malignos.

A exposição prolongada aos radicais livres criou uma grande oportunidade para que os danos no DNA se acumulassem dentro de células individuais. Os pesquisadores observaram que a resposta ao estresse continuou por até dois meses após a exposição à radiação.

Além dos danos celulares a partir do estresse oxidativo, os cientistas verificaram que os camundongos expostos à radiação envelheceram prematuramente. O grupo observou que o pêlo se tornou cinza antes do esperado e agora fará exames de ressonância magnética para identificar possíveis alterações nos cérebros dos animais.

O estudo foi apresentado na reunião anual da Associação Norte-Americana de Pesquisa do Câncer, realizada de 12 a 16 de abril em San Diego, na Califórnia.


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Lucimary Vargas
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Tempo ruim

Postado por Cássio Barbosa em 30 de Abril de 2008 às 11:19
cassiosaturno.jpg
O feriadão está chegando, mas quem planejava pegar uma praia ou simplesmente curtir o recesso ao ar livre está mudando de planos. Tempo ruim, chuvas e frio fazem parte da previsão por todo o país. E em Saturno também…
Esses dias a sonda Cassini, que está em órbita de Saturno desde 2004 e teve sua
missão estendida por mais algum tempo, mandou algumas imagens que mostra uma tempestade gigantesca neste planeta. Essa tempestade é uma das mais poderosas e duradouras já registradas no Sistema Solar! Cada descarga elétrica tem uma potência 10 mil vezes maior que uma descarga na Terra e essa tempestade já dura uns 5 meses sem sinais de enfraquecimento.
A Cassini possui detectores de rádio que recebem os sinais produzidos de Saturno. Uma das técnicas para se tentar medir a duração do dia em Saturno se baseia nas alterações destas emissões. O fato é que cada vez que uma descarga elétrica ocorre em Saturno, sinais de rádio são emitidos durante décimos de segundos e a Cassini registra todos aqueles que estão na sua linha de visada.
Esta mesma técnica é empregada na Terra para se mapear as regiões com maior incidência de raios. No caso de Saturno, se a tempestade estiver visível para a Cassini ela vai ser registrada, mesmo que ela esteja bem na linha do horizonte. Quando a tempestade passa para o outro lado do planeta, ou quando a Cassini está do outro lado do planeta, ela não consegue registrar nenhum evento.
Aí entram os amadores. A tempestade acima, descoberta no hemisfério sul de Saturno, é visível na Terra em telescópios de médio porte e está sendo acompanhada nestes 5 meses em que ela dura. Com um monitoramento destes foi possível notar que a tempestade não está enfraquecendo e, melhor ainda, as tempestades menores que ocorrem ao redor desta gigantesca estão ganhando força.
Na verdade já apareceu mais uma outra tempestade quase do tamanho da primeira. Isso garante mais diversão para os próximos meses!
Espero que ninguém se aventure por lá, os ventos atingem 1.600 km/h fácil, fácil. Bom feriado!

Sombra e campo magnético de Júpiter contribuem para formação de seus anéis

da Efe, em Londres
A sombra e o potente campo magnético de Júpiter contribuem para a formação de seus anéis externos, diz um artigo de cientistas americanos publicado pela revista científica britânica "Nature".
A poeira que rodeia Júpiter e que integra suas órbitas vem dos impactos de corpos interplanetários contra as pequenas luas que pertencem ao planeta. Esse material está organizado em um anel principal brilhante, uma auréola e dois anéis exteriores largos e de pouca luminosidade que são limitados pelas luas Adrastea, Metis, Amaltea e Tebe.
O anel mais externo é o mais tênue e tem um prolongamento quase invisível em torno de sua borda exterior, um "misterioso limite".
A partir das informações coletadas pela sonda espacial Galileo durante sua viagem pelos anéis de Júpiter em 2002 e 2003, dois cientistas da universidade de Maryland (EUA), Douglas Hamilton e Harald Krüger, puderam explicar como este prolongamento foi formado.
Os pesquisadores descobriram um buraco nos anéis quando os mesmos estavam dentro da órbita de Tebe, assim como grãos de poeira em trajetórias muito inclinadas e uma concentração de partículas muito pequenas na órbita de Amaltea.
Os grãos de poeira se carregam e descarregam alternadamente ao atravessarem os limites da sombra de Júpiter, o que confere ao poderoso campo magnético do planeta um comportamento excêntrico do ponto de vista orbital.
Os cientistas afirmam que a passagem das partículas do anel através da sombra de Júpiter é o que cria a extensão de Tebe e sugerem que isto poderia explicar algumas das características desconhecidas dos anéis deste planeta.
 
 
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Lucimary Vargas
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Físico contrapõe efeitos especiais de filmes de Hollywood à ciência

da Folha Online
Já imaginou você sentado confortavelmente numa poltrona, no escurinho do cinema, comendo sua pipoca, assistindo a uma seqüência de uma batalha no espaço das do tipo "Guerra nas Estrelas" e nenhum som saindo das potentes caixas de áudio digitais da sala?
Pois é. Se os preceitos da ciência fossem considerados nos roteiros e nos sets de filmagens, certamente você não ouviria nada, mesmo que uma nave gigante explodisse. Isso ocorre pois as explosões não fazem barulho algum no espaço.
Segundo o físico Marcelo Gleiser, colunista do suplemento "Mais!" da Folha de S. Paulo, não só essa como várias outras cenas clássicas de filmes; tais como degelos gigantes de calotas polares e homens sendo lançados à lua por meio de tiros de canhões, não existiriam.
Divulgação
Volume traz reflexões sobre o homem, o tempo e o espaço Marcelo Gleiser
Volume traz reflexões sobre o homem, o tempo e o espaço
Em coluna publicada no dia 31 de outubro de 2004 no suplemento, Gleiser mostra exemplos de alguns filmes e debate se é razoável ou não criticar a indústria cinematográfica por erros crassos quando o assunto é ciência.
Gleiser é autor de Micro Macro 2 - Mais Reflexões Sobre o Homem, o Tempo e o Espaço, lançado pela Publifolha.
O título segue a mesma proposta do primeiro volume, Micro Macro - Reflexões Sobre o Homem, o Tempo e o Espaço, lançado em 2005; o de disseminar os conceitos da divulgação científica atingindo ao mesmo tempo aqueles que não possuem muita intimidade com assunto, sem descontentar os já iniciados nos temas abordados.
Leia abaixo a coluna "Ciência e Hollywood". O texto pode ser lido também na versão eletrônica da Folha de S. Paulo (só para assinantes).

*

Ciência e Hollywood
Infelizmente, é verdade: explosões não fazem barulho algum no espaço. Não me lembro de um só filme que tenha retratado isso direito. (Pode ser que existam alguns, mas se existirem não fizeram muito sucesso.) Sempre vemos explosões gigantescas, estrondos fantásticos. Para existir ruído é necessário um meio material que transporte as perturbações que chamamos de ondas sonoras. Na ausência de atmosfera, ou água, ou outro meio, as perturbações não têm onde se propagar. Para um produtor de cinema, a questão não passa pela ciência. Pelo menos não como prioridade. Seu interesse é tornar o filme emocionante, e explosões têm justamente este papel; roubar o som de uma grande espaçonave explodindo torna a cena bem sem graça. Recentemente, o debate sobre as liberdades científicas tomadas pelo cinema tem aquecido. O sucesso do filme O Dia Depois de Amanhã (The Day After Tomorrow) faturando mais de meio bilhão de dólares e seu cenário de uma idade do gelo ocorrendo em uma semana em vez de décadas ou, melhor ainda, centenas de anos, levantaram as sobrancelhas de cientistas mais rígidos que vêem as distorções com desdém e esbugalharam os olhos dos espectadores (a maioria) que pouco ligam se a ciência está certa ou errada. Afinal, cinema é diversão.
Tudo começou em 1902, quando o francês Georges Méliès dirigiu o curta Uma Viagem à Lua. No filme, seis aventureiros chegam até a Lua em uma cápsula disparada por um canhão. Após sua chegada, os tripulantes são raptados por habitantes lunares com intenções nada amistosas. Os heróis escapam, empurram a espaçonave da beira da Lua de modo que ela caia sobre a Terra, bem sobre o Oceano Atlântico. Tudo no filme está errado, claro. A aceleração de um tiro de canhão potente o suficiente para levar pessoas até a Lua as mataria quase que imediatamente. Cair da Lua é impossível. Desconto a questão dos habitantes lunares, pois na época isto não era sabido. Este filme, o primeiro de uma nobre linhagem indo até O Dia Depois de Amanhã, exagera, inventa ciência para criar um enredo emocionante. A questão então é o que devem fazer os cientistas a respeito, se é que devem fazer algo. Cabe a eles tentar "consertar" a ciência dos filmes, escrevendo cartas e artigos sobre o assunto? Será que faz sentido criticar a indústria cinematográfica pelos erros crassos?
Até recentemente, defendia a posição mais rígida, que filmes devem tentar ao máximo ser fiéis à ciência que retratam. Claro, isso sempre é bom. Mas não acredito mais que seja absolutamente necessário. Existe uma diferença crucial entre um filme comercial um documentário científico. Óbvio, documentários devem retratar fielmente a ciência, educando e divertindo a população. Filmes não têm um compromisso pedagógico. As pessoas não vão ao cinema para serem educadas, ao menos como via de regra. Claro, filmes históricos ou mesmo aqueles fiéis à ciência têm enorme valor cultural. Outros educam as emoções através da ficção. Mas se existirem exageros, eles não devem ser criticados como tal. Fantasmas não existem, mas filmes de terror sim. Podese argumentar que, no caso de filmes que versam sobre temas científicos, as pessoas vão ao cinema esperando uma ciência crível. Isso pode ser verdade, mas elas não deveriam basear suas conclusões no que diz o filme. No mínimo, cinema pode servir como mecanismo de alerta para questões científicas importantes: o aquecimento global, a inteligência artificial, a engenharia genética, as guerras nucleares, os riscos espaciais como cometas ou asteróides etc. Mas o conteúdo não deve ser levado ao pé da letra. A arte distorce para persuadir. E o cinema moderno, com efeitos especiais absolutamente espetaculares, distorce com enorme facilidade e poder de persuasão.
O que os cientistas podem fazer, e isso está virando moda nas universidades norte-americanas, é usar filmes nas salas de aula para educar seus alunos sobre o que é cientificamente correto e o que é absurdo. Ou seja, usar o cinema como ferramenta pedagógica. Os alunos certamente prestarão muita atenção, muito mais do que em uma aula convencional. Com isso, será possível educar a população para que, no futuro, um número cada vez maior de pessoas possa discernir o real do imaginário.
 
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Lucimary Vargas
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Esfera desvendada

 

Na foto, técnicos do Inpe analisam objeto encontrado no mês passado em Goiás. Conclusão é que se trata de um tanque de foguete, possivelmente do Atlas 5 da Nasa. Não foi permitida a divulgação de imagens do artefato
Especiais

Esfera desvendada
28/04/2008

Por Thiago Romero

Agência FAPESP – Foram divulgados os resultados das primeiras análises de um artefato espacial, de formato esférico e envolto em fibras de carbono, que caiu há pouco mais de um mês em uma fazenda próxima ao município de Montividiu, no interior de Goiás.

De acordo com o coordenador de gestão tecnológica do instituto, Marco Antônio Chamon, o pesquisador responsável pelas análises no Inpe, o objeto, que tem cerca de 80 centímetros cúbicos, é um tanque de nitrogênio de alta pressão utilizado em sistemas de propulsão líquida, comum em foguetes e satélites.

"A hipótese mais provável é a de que se trata de um tanque de propulsão utilizado por um foguete da Nasa. Essa ainda não é uma informação oficial, mas chegamos a essa conclusão preliminar porque os Estados Unidos já solicitaram a posse do tanque com uma reivindicação que confirma essa nossa conclusão", disse Chamon à Agência FAPESP. "Ao que tudo indica o tanque pertencia ao foguete Atlas 5, de propriedade da agência espacial norte-americana", conta.

Segundo ele, a suspeita inicial de que se tratava de um material reentrado, ou seja, uma peça do espaço que reentrou na atmosfera, foi confirmada. "Esses objetos, chamados de lixo espacial, são resíduos ou partes de foguetes ou satélites que ficam, sem uso, flutuando no espaço. Calcula-se a existência de cerca de 10 mil objetos desse tipo circulando ao redor da Terra. O espaço é realmente bastante sujo", explica o engenheiro.

Antes de ser levada para o Laboratório Associado de Combustão e Propulsão do Inpe, em Cachoeira Paulista (SP), onde se encontra atualmente, a peça foi examinada in loco, logo que foi encontrada por moradores locais de Montividiu, por pesquisadores da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) para a identificação de possíveis cargas radioativas.

Na ocasião foram feitos testes de níveis de concentração de substâncias tóxicas, como a hidrazina, cujos resultados foram todos negativos. "Na ocasião, por meio de detectores de gases, foi comprovado que não havia nenhum tipo de radiação ionizante na peça. A hidrazina, por exemplo, um produto químico usado na propulsão de satélites, era o que mais nos preocupava por ser altamente tóxica e letal ao ser humano. Apenas resíduos de nitrogênio foram encontrados na peça", conta Chamon.

O Brasil é signatário de convenções internacionais para a devolução de objetos espaciais a outros países. "Como o país reclamante precisa provar que o objeto é de sua propriedade, ainda estamos aguardando uma manifestação norte-americana mais específica. Enquanto isso, os tratados internacionais não nos permitem fazer nenhum tipo de teste destrutivo no objeto. Devemos devolvê-lo tal como ele foi encontrado", afirma.

As negociações para a recuperação do objeto, segundo Chamon, serão feitas por intermédio do Ministério das Relações Exteriores. "Assim que as provas forem apresentadas e logo que for acordado como o artefato será devolvido, muito provavelmente um avião da Nasa pousará em São José dos Campos, no interior paulista, para levar o equipamento de volta àquele país", explica.

"Apesar de a peça estar totalmente fora de uso, normalmente esse tipo de resgate se justifica para a realização de investigações de falha de missões espaciais. Isso deverá ocorrer nesse caso, se realmente for comprovado que o artefato realmente pertencia ao Atlas 5", disse Chamon.

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Lucimary Vargas
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Foguete russo lança satélite europeu que verificará tecnologia do Galileo

Publicidade
da Efe, em Moscou
Um foguete espacial russo colocou em órbita neste domingo (27) o segundo satélite do Sistema Galileo, chamado Giove-B, que verificará a tecnologia necessária para o futuro êxito deste sistema europeu de navegação por satélite.
O foguete Soyuz FG foi lançado a partir da base de Baikonur, que a Rússia aluga ao Cazaquistão na Ásia Central, às 04h26 de domingo, no horário local (19h16 do sábado no horário de Brasília), informaram as autoridades russas.
Segundo a ESA (Agência Espacial Européia), o lançamento representa uma "etapa decisiva" em um programa idealizado para concorrer com o sistema de localização norte-americano GPS em cinco anos.
O satélite, desenvolvido por cientistas franceses, italianos, espanhóis, alemães e britânicos, vigiará as freqüências atribuídas ao sistema e comprovará o funcionamento do "relógio atômico mais preciso do espaço", que dará mais qualidade ao sistema Galileo.
O Giove-B, que pesa meia tonelada, não fará parte dos 30 satélites do sistema Galileo que a ESA colocará em órbita até o fim de 2013, mas servirá para verificar diferentes elementos técnicos do mesmo.
Substituição
O aparelho, construído por Astrium e Thales Alenia Space, substituirá o Giove-A, lançado ao espaço em dezembro de 2005 também em uma missão de testes técnicos e que já superou seu prazo de vida útil.
O lançamento destes dois satélites experimentais faz parte da "fase de validação em órbita", na qual está previsto o lançamento de outros dois, para o futuro sistema Galileo.
Pedro Pedreiro, representante da ESA, informou recentemente em Moscou que a UE (União Européia) destinará 350 milhões de euros (US$ 547 milhões) para sete anos de trabalhos de pesquisa sobre navegação por satélite.
Segundo o funcionário, a decisão da UE em dezembro passado de relançar o projeto Galileo para competir com o GPS se deve em particular ao fato de que o mercado de serviços de navegação por satélite crescerá 45% até 2011, segundo cálculos da ESA.
Para este ano, a maior parte dos telefones celulares estarão dotados da função de localização e navegação por satélite, afirmou Pedreiro, acrescentando que para o projeto Galileo, a ESA já criou centros de serviço no Brasil, na China e no Egito.
 
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Físico usa raio cósmico em teste de superacelerador

RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo

Às vésperas de seu início, o maior experimento de física do século está recebendo uma ajuda dos céus. Previsto para começar a operar em julho, o acelerador de partículas gigante LHC, na fronteira da Suíça com a França, está sendo ajustado com a captação de raios cósmicos, partículas que vêm do espaço e colidem com a atmosfera a altíssimas velocidades.
Os cientistas que trabalham no projeto estão finalizando os testes com os equipamentos e já começam a abandonar as cavernas subterrâneas que abrigam os componentes da grande máquina, distribuídos ao longo de um túnel circular de 27 km.
Quando estiver pronto para operar, o LHC produzirá violentas colisões entre núcleos de átomos que poderão render novas descobertas sobre a natureza da matéria. Antes de os físicos teóricos terem o que analisar, porém, quem se destaca no projeto são os engenheiros.
Dentro do Atlas, o maior dos quatro detectores do LHC, com 25 m de altura, eles trabalham a todo o vapor agora. "O clima aqui está quente", diz o carioca Denis Damazio, envolvido nos testes com os raios cósmicos. "Há turmas trabalhando em escalas de quase 24 horas por dia para terminar tudo logo." Quando a máquina for ligada, a radiação no detector instalado 90 metros abaixo do chão será perigosa demais e os físicos terão de controlar o acelerador de longe, desde a superfície.
Antes do início do experimento, os raios cósmicos são o único meio de testar e calibrar os detectores, pois as colisões que eles produzem na atmosfera são a única coisa na Terra com energias tão altas quanto as que o LHC atingirá.
O problema é que toda a eletrônica do detector e dos softwares de análises de dados está programada para funcionar sob grande intensidade --a cada segundo, o LHC vai produzir 600 milhões de colisões entre prótons (partículas do núcleo de átomos). Para os testes, é preciso adaptar tudo para fazer com que os "gatilhos" dos detectores sejam acionados com as raras partículas de radiação cósmica que chegam 90 metros abaixo da superfície da Terra, onde fica o Atlas.
Só que fazer alterações provisórias num projeto com mais de 2.000 cientistas não é trivial. "As peças do Atlas são montadas em todos os lugares do mundo", explica Damazio. "O software também é feito por diversos institutos, dentro de um plano mais ou menos único. É de esperar que seja uma imensa confusão conseguir juntar isso tudo e fazer funcionar."
"Made in Brazil"
O pesquisador brasileiro, que hoje é funcionário do Laboratório Nacional de Brookaven (EUA), qualificou-se para a tarefa, em parte, porque trabalhou também na construção do Atlas --mais precisamente na montagem do Tilecal, um calorímetro (tipo de aparelho que mede a energia de partículas).
"O Tilecal possui cerca de 2.500 placas de circuitos eletrônicos projetados pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), montados pela indústria nacional e também testados no Brasil", conta o físico Fernando Marroquim, da UFRJ, um dos cientistas que articularam a colaboração brasileira no projeto. As empresas Megaflex e Griffus, de São Paulo, encarregaram-se de montar as placas e fazer alguns testes.
O Brasil também teve participação na tecnologia da chamada "filtragem" de dados do detector. Como o sistema de computação do Atlas não dá conta de processar até o fim toda a informação que as colisões geram, é preciso descartar de cara aquilo que não interessa, e uma eletrônica ultra-rápida e sofisticada é usada para tal.
"O LHC vai produzir 60 terabytes [trilhões de bytes] para cada colisão", explica José Manoel de Seixas, da Coppe (Coordenação dos Programas de Pós Graduação em Engenharia da UFRJ), que está envolvido no projeto do Atlas desde 1989. Como só algumas colisões geram eventos de interesse científico, é preciso que o Tilecal faça uma filtragem, antes de tudo ir para os computadores. "A tarefa da filtragem é eliminar o ruído de fundo", diz Seixas.
Se o que passar pela peneira puder ser aproveitado pelos físicos teóricos, aqueles que projetaram a máquina podem considerar sua missão cumprida.


Lucimary Vargas
Presidente
Observatório Monoceros
Além Paraíba-MG-Brasil
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Desenvolvido catalizador que transforma CO2 em composto químico de uso comercial

Publicada em 30/04/2008 às 14h44m

O Globo Online RIO - Uma equipe da Universidade de Newcastle trouxe esperanças ao combate ao efeito-estufa. O professor Michael North, junto a outros pesquisadores desenvolveram um método eficiente de converter dióxido de carbono (CO2) em compostos químicos conhecidos como carbonatos cíclicos, que têm demanda comercial significativa.
- Um dos grandes desafios científicos do século 21 é controlar o aumento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera. E uma das soluções é capturá-lo e armazená-lo - comentou o professor North.
O carbonato cíclico é usado na indústria química e petroquímica, além de ser matéria-prima para alguns produtos manufaturados, como solventes. Na indústria dos combustíveis, aliás, estuda-se o uso de carbonatos cíclicos para a melhoria da eficiência e diminuição da emissão de CO2 de motores.
" Um dos grandes desafios científicos do século 21 é controlar o aumento dos níveis de CO2; uma das soluções é capturá-lo e armazená-lo "

A princípio, pode-se retirar por ano 48 milhões de toneladas de CO2, o que equivale a 4% das emissões da Inglaterra, país em que o mecanismo foi elaborado.
- Para satisfazer a demanda atual da indústria química, estimamos que nossa tecnologia possa usar 18 milhões das emissões de CO2 por ano - explica North.
Os outros 30 milhões seriam para os agentes de melhoria de eficiência dos combustíveis.
Ele lembra que esses 4% são a contribuição de apenas uma tecnologia, e incentiva cientistas se empenhar em novas descobertas.
A técnica de conversão usa catalisadores para forçar uma reação química entre moléculas de CO2 e o grupamento químico epóxido (grupo composto de três átomos e que forma a conhecida resina epóxi). A reação entre os dois é conhecida, mas até então se precisava de muita energia, temperatura ou pressão para acontecer, e se usava um tipo ultrapuro de dióxido de carbono.
Com o novo catalisador, derivado de alumínio, pode-se fazer a reação no CO2 atmosférico nas chamadas condições normais de temperatura e pressão.
Agora a equipe de Newcastle planeja uma planta-piloto para colocar em prática em maior escala a tecnologia desevolvida.


Lucimary Vargas
Presidente
Observatório Monoceros
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domingo, 4 de maio de 2008

RedLIADA No. 417: Lea en ¿Sabías qué?: "Enanas blancas cercanas al Sol"

ANUNCIOS LIADA

Los invitamos a leer la nueva edición de
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Escuche "Desde el Sur Explorando el Cosmos" los Miércoles a las 21:30 Hs. de
Argentina (00:30 hs. GMT)
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Lea estas actualizaciones de Secciones LIADA:

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(
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"Reporte Solar" de Ángel González Coroas (CU)
(
www.liada.net.net/universo/solar)

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"Semper Observandum"

RedLIADA - La Red de Observadores
Liga Iberoamericana de Astronomía

Secciones
InfoLIADA-Observe-LaNoticia-AstroNoticias- AstroNáutica-Efemérides
Lea al final...¿Sabías que...?

Edición Electrónica No. 417 - Domingo 04 de Mayo de 2008
Coordinada por ALDA - Asociación Larense de Astronomía de Barquisimeto (VE)
y por la LIADA - Liga Iberoamericana de Astronomía (AR)

Editores Responsables:
Jesús Guerrero Ordáz (VE) y Jorge Coghlan (AR)
Visite las páginas
http://www.tayabeixo.org y http://www.liada.net

RedLIADA es distribuída a más de 9000 lectores de 48 Foros Iberoamericanos
de Astronomía desde el Observatorio CODE de Santa Fe (AR)
www.obscode.org

ASOCIESE a la LIADA. Infórmese en
http://www.liada.net/afilia.htm

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InfoLIADA

DIA INTERNACIONAL DE LA ASTRONOMIA 2008
LIMA, PERU

El próximo sábado 10 de mayo en la Plaza Municipal del distrito de Los
Olivos (Esquina A. Las Palmeras y Carlos Izaguirre) se llevará a cabo el
evento DIA INTERNACIONAL DE LA ASTRONOMIA 2008. Diversos grupos de
aficionados y profesionales estarán desde las 2 de la tarde llevando
astronomía al público asistente. Habrán exposiciones, conferencias,
planetario portátil, observaciones astronómicas y más. Evento totalmente
gratuito.
La LIADA estará representada por su Coordinador Local Manuel Rojas Aquije.
Más información en:
http://diaperu.blogspot.com/
___________________________________________

NUEVOS SOCIOS LIADA

*ASTROCRUZ (Asociación de Astronomía Aficionada)
Santa Cruz de la Sierra - Bolivia
*Víctor Hugo Ancieta
Santa Cruz de la Sierra - Bolivia

RENOVACION MEMBRESIAS

*A.P.A. - Asociación Peruana de Astronomía
Lima, Perú
*Manuel Ismael Rojas Aquije
Lima, Perú

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OBSERVE ESTA SEMANA…

A SIMPLE VISTA:
- El lunes 05, en la madrugada, el eclipse de Calixto, luna de Júpiter.
- El lunes 05, en noche, y madrugada del martes 06, la lluvia Eta Acuáridas.
- El martes 06, a comienzos de la noche, la conjunción de Mercurio con la
Luna.
- El sábado 10, en la noche, la Luna en el Pesebre (M44).

CON TELESCOPIOS:
-         El martes 06, en la madrugada, los eventos de Io y Europa,
satélites de Júpiter.
-         El domingo 11, en la madrugada, el tránsito de Ganímedes y su
sombra, a través del disco de Júpiter.

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LA NOTICIA DE LA SEMANA.

SORPRESA DEL HUBBLE: GALAXIAS BEBÉ ULTRAPESADAS.
29 de abril de 2008.
Los astrónomos que hacen uso del telescopio espacial Hubble se sorprendieron
al encontrar galaxias muy jóvenes, casi recién nacidas, con masa similar a
una galaxia adulta. Los astrónomos descubrieron 9 galaxias, situadas en el
Universo temprano, que tienen un tamaño aproximado de 5.000 años-luz, una
fracción del tamaño de las galaxia adultas observadas en la actualidad (la
Vía Láctea tiene 100.000 años-luz de extensión), pero que contienen el mismo
numero de estrellas, lo que hace que su masa sea equivalente a 200 millardos
nuestro Sol. Este descubrimiento obliga a revisar algunas teorías de la
formación y evolución galáctica.
Más información en:
http://www.spacetelescope.org/news/html/heic0811.html
http://www.universetoday.com/2008/04/29/hubble-surprise-heavyweight-baby-galaxies/
http://spaceflightnow.com/news/n0804/29compactgalaxies/

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ASTRONOTICIAS.

¿PUEDE JÚPITER DESTRUIR EL SISTEMA SOLAR?
02 de mayo de 2008.
Algunos científicos han expresado su preocupación sobre la posibilidad de
que el Sistema Solar no sea tan estable como parece. El Sol tiene un alto
grado de influencia, produciendo una gran estabilidad gravitatoria a largo
plazo. Pero Júpiter también tiene su influencia, sobre todo en los planetas
pequeños. Cálculos producidos por astrónomos planetarios apuntan hacia el
hecho que Júpiter está influenciando la órbita de Mercurio, incrementando su
excentricidad. Esto, podría traer graves consecuencias para la Tierra.
Más información en:
http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2008/04/could-mercury-d.html
http://www.universetoday.com/2008/05/02/could-jupiter-wreck-the-solar-system/

CORRIENTES MARINAS PUEDEN ENFRIAR EL CLIMA POR UNA DÉCADA.
01 de mayo de 2008.
Parece que el incremento de la temperatura atmosférica puede amainar e
incluso detenerse en los próximos 10 años, debido al cambio periódico de las
corrientes marinas. La Corriente del Golfo, al disminuir el flujo de aguas
tropicales, provenientes del Ecuador de la Tierra, hacia el hemisferio
Norte, hará que Europa y la parte Norte de América  experimenten una ligera
reducción en las temperaturas atmosféricas. Esto parece ser un proceso
natural que ha ocurrido anteriormente. Pero esta circunstancia no significa
que se vaya a detener el calentamiento global. El Panel Intergubernamental
sobre el Cambio Climático de las Naciones Unidas (UN-IPCC), prevé un
incremento de 0,2° C por década, una vez que las corrientes se hayan
restablecido.
Más información en:
http://www.physorg.com/news128778769.html
http://www.universetoday.com/2008/05/01/ocean-currents-may-cool-the-climate-for-a-decade/

ANILLOS DE JÚPITER: "HECHOS EN LA SOMBRA".
01 de mayo de 2008.
Un interesante descubrimiento realizado por la nave espacial Galileo, que
orbitó Júpiter entre los años 1995-2003, fue una anomalía en los anillos del
planeta. De modo general, estos anillos entran en el modelo normal que los
científicos han confeccionado sobre la  formación de anillos planetarios: en
este caso, las partículas que forman estos anillos son pastoreados por las
órbitas de cuatro de las lunas de Júpiter; Adrastea, Metis, Amalthea y
Thebe. Pero la presencia de una débil capa de polvo, más allá de la órbita
de Thebe, se mantenía como un misterio para los científicos. Un nuevo
estudio de los datos aportados por la misión Galileo, ha encontrado que esta
extensión de polvo es el resultado de la interacción de sombra y luz solar
sobre las partículas de polvo que constituyen los anillos.
Más información en:
https://www.newsdesk.umd.edu/scitech/release.cfm?ArticleID=1648
http://www.universetoday.com/2008/05/01/jupiter%e2%80%99s-rings-are-%e2%80%98made-in-the-shade%e2%80%99/

EL NUEVO TIPO DE ESTRELLA ENANA BLANCA.
01 de mayo de 2008.
La mayoría de las estrellas en el Universo terminarán sus vidas como una
enana blanca;  la clase de estrella que es simplemente un remanente de la
estrella que la formó, con todo el combustible nuclear quemado. Los
astrónomos estudian las enanas blancas para tener una mejor visión de las
etapas finales de la vida de las estrellas. En el año pasado, un equipo de
investigadores de la Universidad de Texas confirmó la existencia de un nuevo
tipo de estrella enana: "una enana blanca pulsante de carbono".
Hasta ese entonces, los astrónomos sólo conocían dos tipos de enanas
blancas: aquéllas que tienen una capa exterior de hidrógeno (de
aproximadamente un 80%) y las que su capa exterior es de helio (de un 20%).
En el nuevo tipo de estrella, las capas de hidrógeno y de helio han sido
expulsadas, dejando expuesto el núcleo de carbono.
La estrella en cuestión, denominada SDSS J142625.71+575218.3, se encuentra a
unos 800 años-luz de distancia en la constelación de la Osa Mayor, a unos
10° al Noreste de la estrella Mizar. Tiene una temperatura de 19.500 °C y
contiene la misma masa de nuestro Sol, pero en un volumen 600 veces menor.
La estrella varía un 2% de su brillo cada 8 minutos.
Más información en:
http://www.universetoday.com/2008/05/01/new-type-of-white-dwarf-stars-discovered/

BLAZARS GENERAN ACELERACIÓN RELATIVISTA.
29 de abril de 2008.
Actualmente se piensa que muchas, sino todas las galaxias, tienen agujeros
negros supermasivos en sus centros.  En general, la materia y la luz que
llegan a acercarse lo suficiente a un agujero negro nunca regresan.  Sin
embargo, algunos agujeros supermasivos  tienen jets de materia a velocidades
súper altas que salen del centro del disco de acreción del agujero negro.
El comportamiento de estos jets relativísticos ha sido un misterio para los
astrofísicos del mundo durante muchos años.
Las teorías que intentan explicar los jets relativísticos sugieren que el
campo magnético en la vecindad del agujero negro es increíblemente torcido
por la dinámica del pandeo de este en el espacio mismo.  Se cree que una
fracción de la materia capturada en el disco de acreción del agujero negro
es acelerada hasta velocidades cercanas a la de la luz por estos campos
magnéticos "enrollados ajustadamente", formando un espiral de partículas que
es expulsado del área del agujero negro.
Más información en:
http://arstechnica.com/journals/science.ars/2008/04/29/blazars-cause-relativistic-acceleration-with-a-twist

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ASTRONÁUTICA.

TRANSBORDADOR ESPACIAL RODADO A PLATAFORMA DE LANZAMIENTO.
03 de mayo de 2008.
El transbordador espacial Discovery ha sido rodado a la plataforma de
lanzamiento 39A para realizar las pruebas y ajustes requeridos para su
despegue, el próximo 31 de mayo, en la misión catalogada STS-124.
El transbordador conducirá a la Estación Espacial Internacional, el módulo
japonés de investigación, JEM-PM Kibo.
Más información en:
http://spaceflightnow.com/shuttle/sts124/080503rollout/

ASTRONAUTA PEGGY WHITSON NARRA INCIDENCIAS DEL ATERRIZAJE DE LA CÁPSULA
SOYUZ.
02 de mayo de 2008.
La astronauta Peggy Whitson, comandante de la Expedición 16 a la Estación
Espacial Internacional, narra las incidencias del accidentado retorno de la
cápsula Soyuz.
Más información en:
http://spaceflightnow.com/station/exp16/080502peggywhitson.html

NAVE GIOVE-B GOZA DE BUENA SALUD.
29 de abril de 2008.
Después de su exitoso lanzamiento, impulsado por un cohete Soyuz, desde el
cosmodromo de Baiknour, el pasado 27 de abril, y la exacta inserción en
órbita, conducida por la última etapa, Fregat, la nave GIOVE-B está
completando su fase inicial de operaciones. El procedimiento incluye
verificación de todos los sistemas primarios y redundantes de telemetría y
telecomando, así como propulsión, sistemas de potencia, control térmico y
sistema de navegación. Las operaciones de control se están ejecutando desde
el Centro Espacial de Fucino, Italia.
Una vez la plataforma de la nave espacial sea comisionada, se dará inicio a
las operaciones, dando lugar a las transmisiones.
El GIOVE-B forma parte de una constelación de 30 satélites que conformarán
el sistema GALILEO, el sistema de posicionamiento satelital europeo, que
competirá con el sistema estadounidense GPS.
Más información en:
http://www.esa.int/esaCP/SEMZWWTQMFF_index_0.html
http://www.esa.int/esaCP/SEM9GD2QGFF_index_0.html
http://www.universetoday.com/2008/04/28/europe-launches-the-most-accurate-clock-in-space/

EL DILEMA DEL POLVO EN EL SPIRIT.
30 de abril de 2008.
La acumulación del polvo en los paneles solares de las sondas robots, Spirit
y Opportunity se está convirtiendo en un problema. Esta situación está
alcanzando niveles preocupantes en la sonda Spirit, que en la actualidad
solo puede generar una tercera parte de la energía necesaria para funcionar,
debido al polvo acumulado en sus paneles solares.
Esta circunstancia ha conducido a una reprogramación de su trabajo en la
superficie marciana.
Más información en:
http://www.universetoday.com/2008/04/30/spirits-dust-dilemma/#more-13976

CASSINI CAPTURA TORMENTA ELÉCTRICA DE CINCO MESES DE DURACIÓN.
29 de abril de 2008.
Científicos que trabajan con los datos enviados por la sonda espacial
Cassini han registrado una tormenta eléctrica con una duración de 5 meses y
con rayos unas 10.000 veces más poderosos que los que se producen en la
Tierra. Hasta el momento, esta es la tormenta eléctrica más intensa
registrada en el Sistema Solar.
Más información en:
http://saturn.jpl.nasa.gov/news/press-release-details.cfm?newsID=837
http://www.universetoday.com/2008/04/29/cassini-watches-five-month-lightning-storm-rage-on-saturn/
http://spaceflightnow.com/news/n0804/29saturnstorm/

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EFEMERIDES

LOS PLANETAS DURANTE LA SEMANA.
Tiempos en Hora Legal de Venezuela (HLV) y Tiempo Universal (UT).

Mercurio:
Se observa en las tardes, hacia el horizonte Oeste. Se encuentra en la
constelación de Tauro (Toro). Su Puesta ocurre a las 20:18 HLV (00:48 UT).

Marte:
Se observa en las noches y madrugadas, hacia el cenit del cielo. Se
encuentra en la constelación de Cáncer (Cangrejo). Su Puesta ocurre a las
23:58 HLV (4:28 UT).

Júpiter:
Se observa en las madrugadas, hacia el cielo del Este. Se encuentra en la
constelación de Sagitario. Su Salida ocurre a las 23:29 HLV (3:59 UT).

Saturno:
Se observa en las noches y madrugadas, hacia el cenit del cielo. Se
encuentra en la constelación de Leo (León). Su Puesta ocurre a las 2:02 HLV
(6:32 UT).

EVENTOS DE LA SEMANA
(Del 05 al 11 de mayo de 2008)
Tiempos en Hora Legal de Venezuela (HLV) y Tiempo Universal (UT).

Lunes 05
05 – Inicio del Día Juliano 2.454.591,5
05 - 7:04,0 UT; Eclipse de Calixto. Desaparece
05 - 8:17,9 UT; Tránsito de la sombra de Io. Ingreso
05 - 9:29,9 UT; Tránsito de Io. Ingreso
05 – Luna Nueva. 12:19 UT.
05 - Máximo de la lluvia de meteoros Eta Acuáridas (ETA). Activa del 19abr
al 28 may. Radiante en AR=22:32, dec=-1º. Vel=66 kms/s, THZ=37.
05 – Meridiano Central de Marte, 00 UT;  72,9º
05 – Puesta de la Luna. 18:41 HLV.
05 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 04:46 HLV.
05 - 47 aniversario (1961) del lanzamiento de la capsula Freedom 7 con el
astronauta Alan Shepard, primer estadounidense en el espacio.

Martes 06
06 - 5:35,0 UT; Eclipse de Io. Desaparece
06 - 6:40,3 UT; Ocultación de Europa. Reaparece
06 - 9:02,4 UT; Ocultación de Io. Reaparece
06 – Luna en Perigeo. 357.789 Kms. 3 UT.
06 - Máximo de la lluvia de meteoros Líbridas de Mayo. Activa del 01 al
09may. Radiante en AR=15:32, dec=-18º. THZ=4.
06 – Mercurio 2,5º al Sur de la Luna. 19 HLV.
06 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 294,0º
06 – Puesta de la Luna. 19:49 HLV.
06 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 00:38 HLV.
06 – 136 aniversario (1872) del nacimiento de Willem De Sitter, que
desarrolló modelos cosmológicos basados en la Teoría de la Relatividad de
Einstein.
06 – 159 aniversario (1849) de Vitold Ceraski, padre de la astrofotometría
rusa.

Miércoles 07
07 - 3:57,4 UT; Tránsito de Io. Ingreso
07 - 5:01,3 UT; Tránsito de la sombra de Io. Egreso
07 - 6:13,0 UT; Tránsito de Io. Egreso
07 – Meridiano Central de Marte, 00 UT;  53,6º
07 – Puesta de la Luna. 20:56 HLV.
07 – 189 aniversario (1819) del nacimiento de Otto Vasilievich Struve
(1819-1905), astrónomo nacido en Estonia, director del Observatorio de
Púlkovo, San Petersburgo, Rusia (1862-1889) que realizó importantes estudios
sobre materia interestelar y nubes cósmicas.
07 – 295 aniversario (1713) del nacimiento de Alexis-Claude Clairaut (1713 -
1765), matemático y astrónomo francés que predijo el retraso del cometa
Halley, calculando la influencia gravitatoria de Júpiter y Saturno (1758).

Jueves 08
08 – Maniobra de ajuste orbital de la sonda Cassini (OTM-154).
08 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 234,5º
08 – Puesta de la Luna. 22:00 HLV.
08 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 02:16 HLV.

Viernes 09
09 – Efemérides físicas del Sol; Po=-22,3º Bo=-3,3º Lo= 60,9º
09 – Júpiter Estacionario. 15 UT.
09 – La estrella Pólux 4,1º al Norte de la Luna. 21 HLV.
09 – Meridiano Central de Marte, 00 UT;  34,4º
09 – Puesta de la Luna. 22:58 HLV.
09 – Puesta de Marte. 23:30 HLV.
09 – Puesta de Mercurio. 19:53 HLV.
09 – Puesta de Saturno. 1:32 HLV.
09 – Salida de Júpiter. 22:49 HLV.
09 – Salida de Venus. 5:20 HLV.
09 – Sobrevuelo distante de la sonda Cassini a las lunas Metone y Jano.
09 - 103 aniversario (1905) del descubrimiento de los asteroides 564 Dudu y
565 Marbachia por Paul Gotz.

Sábado  10
10 – Inicio del Día Juliano 2.454.596,5
10 – Luna en el Pesebre (M44). 21:30 HLV.
10 – Maniobra de corrección de trayectoria de la sonda Phoenix (TCM-4).
10 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 175,3º
10 – Ocultación de la estrella SAO 80243 (5m,33) por la Luna. Inicio: 18:44
Final: 20:07 HLV.
10 – Puesta de la Luna. 23:49 HLV.
10 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 23:45 HLV.

Domingo 11
11 - 5:55,1 UT; Tránsito de la sombra de Ganímedes. Egreso
11 - 7:25,6 UT; Tránsito de Ganímedes. Ingreso
11 - 9:40,5 UT; Tránsito de la sombra de Europa. Ingreso
11 – Meridiano Central de Marte, 00 UT;  15,1º
11 – 90 aniversario (1918) del nacimiento de Richard Feynmam, notable por
sus aportes a la física del quantum.
11 – 127 aniversario (1881) del nacimiento de Theodore Von Karman, físico
húngaro, nacionalizado estadounidense, que hizo importantes descubrimientos
en el desplazamiento hipersónico.

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¿SABÍAS QUÉ?

ENANAS BLANCAS CERCANAS AL SOL.
La comprobación de observaciones realizadas en el año 2007 sobre una nueva
clase de estrella enana blanca, nos hace presentar un listado de las 10
enanas blancas más cercanas al Sol.

En el listado se muestra:
Nombre = nombre común de la estrella.
Denominación = Según el catálogo de enanas blancas (WD) de Holbert (2002).
RA2000 = Coordenada de Ascensión Recta para equinoccio 2000.
DEC2000 = Coordenada de Declinación para equinoccio 2000.
Pc = Distancia en Pársecs.
Mv = Magnitud visual de la estrella.

#) Nombre; Denominación; RA2000; DEC2000; Pc; Mv.
1) Alpha CMa B; WD 0642-166; 06:45:09.00; -16:43:06.0; 2.64; 8.3
2) Alpha CMi B; WD 0736+053; 07:39:19.70; +05:15:25.0; 3.50; 10.92
3) ----- ; WD 0046+051; 00:49:09.90; +05:23:19.0; 4.41; 12.39
4) ----- ; WD 1142-645; 11:45:42.92; -64:50:29.5; 4.62; 11.48
5) ----- ; WD 0413-077; 04:15:21.79; -07:39:29.2; 5.05; 9.52
6) AC+58 2500; WD 0426+588; 04:31:11.85; +58:58:37.8; 5.51; 12.44
7) ----- ; WD 1748+708; 17:48:08.17; +70:52:35.3; 6.07; 14.15
8) ----- ; WD 0552-041; 05:55:09.53; -04:10:07.1; 6.45; 14.46
9) ----- ; WD 0752-676; 07:53:08.38; -67:47:32.2; 7.08; 14.08
10) ----- ; WD 0553+053; 05:56:25.47; +05:21:48.6; 7.95; 14.11

Fuente:
The VizieR Catalogue Service
http://vizier.u-strasbg.fr/

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Fin de la RedLIADA No. 417

RedLIADA está disponible durante toda la semana en
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Lucimary Vargas de Oliveira Guardamino Espinoza
Além Paraíba-MG-Brasil
Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET
CEPESLE -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste
AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
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http://forumcepesle.forumeiros.com [cadastre-se e participe!]
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MSN: observatoriomonoceros@hotmail.com
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MÊS DE MAIO - Calendário Astronômico

 
Prezados amigos
 
Para vocês que gostam de observar o céu com lunetas, telescópios, binóculos ou mesmo a olho nu, visitem a relação de fenômenos astronômicos observáveis durante o mês de maio de 2008, no site URANOMETRIA NOVA, nos links abaixo:
 

URANOMETRIA NOVA (Página Inicial)
http://www.uranometrianova.pro.br/
 
e veja ainda:
 
 
Saudações
 
Irineu Gomes Varella
Priscila Di Cianni Ferraz de Oliveira
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Priscila D.C.F. de Oliveira
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Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil

observatorio.monoceros@gmail.com

 

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