terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Le immagini dell'asteroide 2012 DA14

Il passaggio dell'asteroide 2012 DA14 fotografato da Gianluca Masi, del Virtual Telescope (fonte: Gianluca Masi, Viirtual Telescope)     
 Il passaggio dell'asteroide 2012 DA14 fotografato da Gianluca Masi, del Virtual Telescope (fonte: Gianluca Masi, Viirtual Telescope)
Arrivano immagini e video dell'asteroide 2012 DA14, l'oggetto piu' grande recentemente passato ad una distanza ravvicinata con la Terra: la sera del 15 febbraio ha salutato il pianeta passando alla distanza di soli 27.700 chilometri.

Il Virtual Telescope, che ha seguito le prime fasi del passaggio in diretta streaming con il canale Scienza e Tecnica dell'Ansa, con il commento dell'astrofisico Gianluca Masi, è riuscito a catturare bellissime immagini nonostante il cielo nuvoloso. Sono bellissime sequenze ''strappate alle nubi, mentre l'asteroide era appena oltre la minima distanza, nel corso della diretta su Ansa'', osserva lo stesso Masi.''Il nostro sistema robotico, accuratamente predisposto, ha puntato l'asteroide e da subito inseguito mentre era già tra ne nubi. Appena il cielo si è aperto, il corpo era già al centro del campo e perfettamente inseguito''.

Numerose anche le associazioni di appassionati del cielo, con delegazioni territoriali dell'Unione Astrofili Italiani (Uai), che hanno organizzato in tutta Italia sessioni di osservazione pubblica e di studio dell'evento astronomico. Il Team Ricerca dell'Associazione Tuscolana di Astronomia (Ata), ad esempio, ha ripreso il transito dell'asteroide dal proprio osservatorio vicino Roma, a Rocca di Papa. Bellissime anche le immagini catturate dal Circolo Astrofili Talmassons (Cast) 


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'Cervelli' di silicio per satelliti piu' intelligenti

I sei wafer di silicio prodotti assemblando diversi chip (fonte: Esa - Agustin Fernandez Leon)  
I sei wafer di silicio prodotti assemblando diversi chip (fonte: Esa - Agustin Fernandez Leon)
 
   Satelliti sempre piu' intelligenti grazie ai sei 'cervelli' di silicio realizzati dall'Agenzia spaziale europea (Esa) assemblando chip diversi prodotti negli anni passati da differenti aziende europee. Grazie a questa operazione low-cost e' stato possibile produrre sei elementi elettronici del valore complessivo di 6 milioni di euro risparmiando tempo e costi di produzione.

I 'dischi' di silicio, che in elettronica vengono definiti wafer perche' formati dalla sovrapposizione di piu' strati, sono composti da 14 tipi di chip sviluppati negli ultimi otto anni da varie compagnie europee per diversi progetti Esa grazie al supporto economico e tecnico della stessa agenzia spaziale. Si tratta dei piu' piccoli 'mattoni' su cui si basano le missioni spaziali: ogni chip e' dotato di un particolare disegno per eseguire un compito ben preciso, dalla decodifica dei segnali lanciati dalla Terra ai satelliti fino al controllo di interi veicoli spaziali.

 Insieme vanno a formare i sei wafer, ognuno dei quai ha un diametro di 20 centimetri e contiene da 30 a 80 copie di ogni chip: ciascuno di questi ultimi  ha fino a 10 milioni di transistor o interruttori di circuito. Una volta impacchettati all'interno di involucri protettivi, i wafer saranno collegati ad altri componenti dei satelliti, come sensori e attuatori.

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Cientista da Nasa diz que busca por vida em lua de Júpiter é promissora



Da France Presse

Na busca por vida no sistema solar, a Europa, uma lua de Júpiter que abriga um oceano, parece mais promissora do que Marte, o grande deserto onde os Estados Unidos concentram seus esforços limitados por cortes orçamentários, afirmam especialistas.

"Fora da Terra, a Europa é o lugar do nosso sistema solar com a maior probabilidade de se encontrar vida, e deveríamos explorá-la", afirmou Robert Pappalardo, cientista responsável do Jet Propulsion Laboratory (JPL), laboratório da agência espacial americana Nasa.

Ele comenta que a lua é recoberta por uma camada de gelo relativamente fina, possui um oceano (líquido sob o gelo) em contato com rochas no fundo, é geologicamente ativa e bombardeada por radiações que criam oxidantes e formam, ao se misturar com a água, uma energia ideal para a vida.

No entanto, a pedido da Nasa a missão que exploraria a lua Europa foi revista devido a um corte de custos, explicou à imprensa o cientista, durante a conferência anual da Associação americana pelo avanço da ciência (AAAS, em inglês), que acontece em Boston até o dia 18 de fevereiro.

O JPL, aliado ao laboratório de física aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, concebeu um novo projeto de exploração chamado "Clipper" num valor total de US$ 2 bilhões, sem contar com o 
lançamento da nave.

Lua de Júpiter pode ter oceano de água. (Foto: Nasa) 
Lua de Júpiter pode ter oceano de água. (Foto: Nasa)
 
O aparato seria colocado na órbita de Júpiter e realizaria vários vôos de aproximação à Europa, seguindo o exemplo da sonda Cassini em Titã, uma lua de Saturno. "Desta forma, podemos cobrir de forma eficaz toda a superfície da Europa, pela metade do custo inicial", assegurou Pappalardo. Se for aprovado, o "Clipper" pode ser lançado em 2021 e demoraria de três a seis anos para chegar à lua Europa.

Em comparação, são necessários apenas seis meses para se chegar a Marte. De qualquer forma, a Nasa informou não possuir fundos suficientes para sustentar a missão Clipper no atual contexto de cortes orçamentários.

Uma prioridade científica
No entanto, a agência espacial anunciou em dezembro o envio de um novo robô a Marte em 2020 seguindo o exemplo do Curiosity, um projeto de US$ 2,5 bilhões. Tendo chegado ao planeta vermelho em agosto de 2012, o Curiosity busca determinar se Marte pode ter desenvolvido alguma forma de vida.

De acordo com os projetos atuais de exploração robótica da Nasa, os Estados Unidos não terão mais sondas na parte mais longínqua do sistema solar após a chegada da nave Juno à órbita de Júpiter em 2016, programada para se chocar contra o planeta um ano mais tarde.

Por outro lado, a Nasa pode participar da missão da Agência Espacial Europeia (ESA) a Júpiter e as suas luas, batizada de "Jupiter Icy Moon Explorer", com previsão de chegada para 2030.

O robô Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa) 
O jipe Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)
 
Embora Pappalardo admita que Marte representa grande parte da exploração do sistema solar pela Nasa, ele acredita que a agência "também deveria explorar lugares que constituem uma grande prioridade científica". "Uma das perguntas fundamentais é saber se existe vida fora do sistema solar", completou.

Enquanto Marte pode ter sido habitada a bilhões de anos atrás, a Europa pode ser propícia à vida neste momento, insistiu o cientista. "Se a Europa é o melhor lugar do sistema solar para abrigar vida depois da Terra, a Encelade, uma lua de Saturno, a segue de perto", ressaltou Amanda Hendrix, do Instituto de ciência planetária em Tucson (sudoeste).

A Encelade conta com 'um mar e um oceano de água líquida embaixo de uma camada de gelo e é geologicamente ativa com uma fonte de calor no polo sul, além de um gêiser que emite partículas de água', explicou na mesma coletiva de imprensa. A Europa foi observada de perto pela primeira vez pelas sondas americanas Voyager em 1979 e Galileo nos anos 1990.

Cientistas propõem destruir asteroide com sistema que usa energia solar



Do G1, em São Paulo
Cientistas da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, propuseram a criação de um sistema que utilize energia solar para criar feixes de raios laser, com o objetivo de destruir ou desviar asteroides que ameacem a Terra no futuro.

Caso seja criado, o equipamento pode ser capaz de vaporizar em uma hora um asteroide do tamanho do que passou próximo da Terra na última sexta-feira (15), o 2012 DA14, afirmam os pesquisadores. Com cerca de 130 mil toneladas e 50 metros de diâmetro, o asteroide passou a 27 mil km do planeta, menor distância em mais de 50 anos de monitoramento da agência espacial americana (Nasa).

Ilustração conceitual mostra o DE-STAR direcionando energia solar na forma de raios laser para destruir um asteroide (na parte debaixo da imagem) e para mover uma sonda (na parte de cima) (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia, Santa Bárbara) 
Ilustração mostra o DE-Star transformando energia solar em raios laser para destruir um asteroide (na parte debaixo da imagem) e para mover uma sonda (na parte de cima) (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia, Santa Bárbara)
 
"O mesmo sistema poderia destruir um asteroide dez vezes maior do que o 2012 DA14 agindo durante um ano, com a vaporização começando em uma distância equivalente à da Terra com relação ao Sol, enquanto o asteroide ainda estiver em órbita", disse a universidade, em nota.

Chamado de DE-Star (Sistema de Direcionamento de Energia Solar para Asteróides em Exploração, na tradução do inglês), o projeto parte de "um princípio realista para evitar potenciais ameaças espaciais" à Terra, ressalta o cientista Philip Lubin, professor da universidade.

"Nós precisamos ser proativos ao invés de reativos quando lidamos com estas ameaças. Fugir e se esconder não é uma opção. Nós podemos fazer alguma coisa quanto a riscos desse tipo, então estamos dando passos nesta direção", disse Lubin ao site da Universidade da Califórnia.

O projeto é de um "sistema de defesa orbital de direcionamento de energia", com capacidade para transformar a energia do sol em feixes massivos de raios laser para destruir ou evaporar asteroides, agindo durante dias, meses ou anos, dependendo do tamanho do equipamento que for criado.

O DE-Star também pode vir a ser utilizado para mudar a rota de um asteroide, enviando-o para longe da Terra, dizem os cientistas. "Todos os componentes previstos em nosso projeto existem atualmente. Talvez não na escala que precisamos, mas os básicos estão disponíveis para serem usados. Só precisamos de algo em grande escala para ser efetivo", afirmou Lubin.

O sistema também pode servir para estudar a composição de asteroides e cometas, além de outras funções espaciais, como direcionar a energia solar para ajudar na propulsão de sondas, naves espaciais e satélites.
A Nasa afirmou que não há relação entre o meteorito que caiu na Rússia na sexta-feira (15), deixando mais de 1,2 mil pessoas feridas, e o asteroide 2012 DA14.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Asteroide passa perto da Terra nesta sexta


Distância de 27 mil km é a menor já registrada para um objeto tão grande.
Especialistas garantem que não há risco de colisão com o planeta.

Do G1, em São Paulo
Ilustração do asteroide 2012 DA14, que passa perto da Terra nesta sexta (15) (Foto: Nasa/JPL-Caltech) 
Ilustração do asteroide 2012 DA14, que passa perto da Terra nesta sexta (15)
(Foto: Nasa/JPL-Caltech)
Um asteroide com 45 metros de diâmetro vai passar nest sexta-feira (15) a apenas 27 mil km da Terra – nunca antes o ser humano identificou a passagem de um objeto tão grande tão próximo da Terra.
saiba mais
  • A distância pela qual o asteroide 2012 DA14 vai passar é menor do que a de alguns satélites de comunicação. Os chamados satélites geoestacionários ficam a uma altura de cerca de 36 mil km, na órbita da Terra.
A maior aproximação do asteroide será às 17h25 (horário de Brasília). Os melhores pontos do planeta para vê-lo serão o Leste da Europa, a Ásia e a Austrália, onde será madrugada no momento. No entanto, como a distância será muito pequena, a passagem será também muito rápida.

Ilustração do asteroide 2012 DA14 foi registrado pelo astrônomo amador Dave Herald (Foto: Dave Herald/via Nasa) 
Ilustração do asteroide 2012 DA14 foi registrado
pelo astrônomo amador Dave Herald (Foto: Dave
Herald/via Nasa)

Na Austrália, aliás, o astrônomo amador Dave Herald já conseguiu fazer um bom registro do corpo celeste. A Nasa, a agência espacial norte-americana, publicou a imagem em seu site oficial nesta quinta.

Apesar da proximidade recorde, os especialistas garantem que não há risco de colisão do asteroide com a Terra. Também não existe risco de colisão com os satélites de comunicação, pois os satélites ficam sobre a linha do equador e o asteroide passará mais próximo do polo Sul

Meteorito deixa feridos após cair em território russo



Ao menos quatro pessoas se feriram atingidas por estilhaços de vidros.
Não foi chuva de meteoritos, mas um que se desintegrou, diz governo.

Do G1, com agências internacionais*
Ao menos quatro pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira (15) por estilhaços de vidraças que foram quebradas com a queda de um meteorito na região de Tcheliabinsk, nos Montes Urais, na Rússia, informou o Ministério do Interior do país.

O meteorito caiu a 80 quilômetros da cidade de Satki, no distrito de mesmo nome, disse um porta-voz da pasta à agência oficial russa "RIA Novosti".

"Em muitas das casas de Satki, assim como em alguns edifícios de Tcheliabinsk (capital da região homônima), os vidros das janelas quebraram. Pelo visto, caíram fragmentos do meteorito em diferentes lugares", disse o porta-voz.

Não há informações sobre a relação da queda do meteorito com a passagem, nesta sexta, de um asteroide de 50 metros de comprimento a 27.700 km acima da superfície da Terra. A distância é menor do que a órbita dos satélites de comunicação.
 
Uma testemunha ouvida pela agência Reuters em Chelyabinsk relatou ter ouvido uma grande explosão no início da manhã e sentido uma onda de choque em um prédio de 19 andares no centro da cidade. Os sons de alarmes de carro e janelas quebrando pode ser ouvido na área, acrescentou a fonte.

Alguns veículos da imprensa chegaram a informar que uma chuva de meteoritos teria caído sobre os Urais.

 . Janelas de um centro esportivo ficaram destruídas após serem atingidas por meteoritos nos Montes Urais (Foto: Reuters)

 
Janelas de um centro esportivo ficaram destruídas após serem atingidas por meteoritos nos Montes Urais (Foto: Reuters)
 
"Não foi uma chuva de meteoritos, mas um meteorito que se desintegrou nas camadas baixas da atmosfera", disse à agência "Interfax" a porta-voz do Ministério para Situações de Emergência da Rússia, Elena Smirnij.
Elena acrescentou que a onda expansiva provocada pela queda do corpo celeste quebrou as janelas de "algumas casas na região".

A porta-voz ministerial também informou que a queda do meteorito não alterou os níveis de radiação, que se mantêm dentro dos parâmetros frequentes para a região.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Nasa divulga imagens do 'cometa do século'

Cometa Ison passará muito perto do Sol em novembro e acredita-se que produzirá brilho intenso.

Da BBC

A sonda Deep Impact da Nasa capturou imagens do cometa Ison, que deve iluminar o céu da Terra até 2014 e poderá ser, devido ao seu brilho, o 'cometa do século', de acordo com estudiosos. Assista ao vídeo cedido pela Nasa. 

Imagem de vídeo da Nasa que mostra o cometa Ison (Foto: Divulgação/Nasa/BBC) 
Imagem de vídeo da Nasa que mostra o cometa Ison (Foto: Divulgação/Nasa)
 
A Deep Impact fez as imagens ao se concentrar no cometa em um período de 36 horas nos dias 17 e 18 de janeiro, quando o cometa ainda estava a cerca de 763 milhões de quilômetros do Sol.

O corpo celeste deve passar muito perto do Sol em novembro e, acredita-se, poderá ser visto a olho nu com um brilho intenso na Terra, quem sabe até mesmo durante o dia.

O Ison já tem uma cauda de 64 mil quilômetros de extensão, formada por poeira e gases, que ficará visível ao olho nu ainda neste ano, e os cientistas pretendem aproveitar isso para estudar o cometa.

'Esta parece ser a primeira viagem deste cometa para dentro do Sistema Solar, e ele deve passar muito mais perto do Sol do que a maioria dos cometas', afirmou o cientista Tony Farnham, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.

'Por isso, nos oferece uma nova oportunidade de ver como a poeira e o gás congelados neste cometa desde o início de nosso Sistema Solar vão mudar e evoluir quando for muito aquecido durante sua primeira passagem perto do Sol.'

A sonda Deep Impact foi lançada em 2005 e já conseguiu um feito no estudo de cometas: em sua primeira missão, disparou um projétil que atingiu o cometa Tempel-1 para estudar os destroços liberados com o impacto.

Descoberta
O Ison foi descoberto pelos astrônomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok em setembro de 2012. 

O nome dado foi o da instituição na qual os dois trabalham, a International Scientific Optical Network.

No dia 28 de novembro, ele deve chegar a uma distância não muito maior do que um milhão de quilômetros da superfície da estrela.

Se o cometa sobreviver a esta passagem, deve se afastar do Sol ainda mais brilhante do que antes e poderá iluminar os céus da Terra em janeiro de 2014.

No entanto, cometas são imprevisíveis, e o Ison poderá se desintegrar durante a passagem nas proximidades do Sol.

Pesquisa encontra novos planetas semelhantes à Terra

Pelo menos três planetas têm tamanho e temperatura como a Terra.
Candidatos orbitam anãs-vermelhas, estrelas mais fracas que o Sol.

Do G1, em São Paulo

Concepção artística de um planeta na órbita de uma anã-vermelha (Foto: D. Aguilar/Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics) 
Concepção artística de um planeta na órbita de uma anã-vermelha 
(Foto: D. Aguilar/Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)
 
Um estudo astronômico publicado nesta quarta-feira (6) estima que nossa galáxia possa ter pelo menos três planetas com características semelhantes à da Terra, no que diz respeito ao tamanho e à distância em relação à estrela que ele orbita. Esses planetas ficam a entre 300 e 600 anos-luz do nosso.

O levantamento dos especialistas do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, nos Estados Unidos, apontou que 6% dos planetas que orbitam as chamadas anãs-vermelhas se encaixem nessa descrição. Ao todo, 95 planetas foram analisados especificamente, dentre os quais se destacaram os três.

Anãs-vermelhas são estrelas menores, mais frias e menos brilhantes que o Sol. Por isso, a chamada “zona habitável” de um sistema baseado em uma anã-vermelha é bem mais próximo à estrela do que no Sistema Solar. Por exemplo, se o Sol fosse uma anã-vermelha, a Terra seria bem mais fria e provavelmente não teria vida.

A descoberta atrai o interesse dos astrônomos porque muitas das estrelas vizinhas do Sol são anãs-vermelhas.

“Não sabemos se poderia existir vida em um planeta orbitando uma anã-vermelha, mas a descoberta aguça minha curiosidade e me deixam imaginando se os berços cósmicos da vida são mais diversos do que nós, humanos, imaginávamos”, comentou Natalie Batalha, cientista da missão Kepler da Nasa, cujos dados foram utilizados no estudo.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Base lunare costruita con una stampante in 3D

Modello realizzato dall'Esa con tecnologia italiana


Il modello della base lunare vista dall'alto (fonte: ESA/Foster + Partners) 
 Il modello della base lunare vista dall'alto (fonte: ESA/Foster + Partners)
 
Quattro cupole di dimensioni diverse e collegate fra loro da brevi tunnel: ha un'aria avveniristica la base lunare costruita con una stampante in 3D, realizzata grazie ad una tecnologia in gran parte italiana. Il primo passo in questa direzione è stato il modello costruito dall'Agenzia Spaziale Europea (Esa) utilizzando un materiale simili al suolo lunare, la regolite.

'E' una tecnologia che cambia le regole del gioco'', spiega il responsabile della Sezione di tecnica dei materiali dell'Esa, Tommaso Ghidini. ''Le tecniche attuali - aggiunge - partono da un blocco di materiale e progressivamente eliminano la parte non necessaria finche' non arrivano alla forma desiderata.

Il modello della base lunare è stato invece costruito in modo completamente diverso perchè si costruisce un oggetto uno sovrapponendo uno strato dopo l'altro''.

Chiamata Additive Layer Manifacturing, la tecnologia è stata messa a punto grazie ad una vasta collaborazione, alla quale l'Italia partecipa con la Scuola Superiore Sant'Anna di Pisa e con le aziende Alta, di Pisa, e la Monolite, che ha costruito la stampante. Per l'Esa il progetto e' stato promosso dal direttorato per il Volo umano ed il responsabile e' Laurent Pambaguian.

La ''prova generale'' per la costruzione di una base lunare ha funzionato, ma naturalmente per poter utilizzare questa tecnologia nelle future missioni sulla Luna o su Marte è necessario rendere le stampanti molto piu' piccole (le versioni piu' grandi oggi arrivano fino a sei metri) e più leggere. Il materiale di costruzione, invece, sara' il suolo dei pianeti: ''l'idea - osserva Ghidini - è trovare sul pianeta tutte le risorse necessarie. Non è ancora dimostrato con quali materiali sono in grado di lavorare le stampanti, ma hanno funzionato con la regolite''. Altri vantaggi, rileva, sono la riduzione degli sprechi di materiale e il ridotto impatto sull'ambiente. La tecnica stessa di costruzione permette inoltre di ottenere edifici dalle forme più diverse e dalle geometrie complesse, impossibili con le tecniche di costruzione attuali.

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Telescópio capta radiação ultravioleta e gás brilhante em nebulosa

Nebulosa da Gaivota é enorme nuvem constituída por hidrogênio gasoso.
Imagem foi divulgada pelo Observatório Europeu do Sul nesta quarta.

Do G1, em São Paulo

O Observatório Europeu do Sul (ESO) captou a radiação ultravioleta intensa emitida pela nuvem de poeira e gás brilhante, chamada de Nebulosa da Gaivota. A imagem, divulgada nesta quarta-feira (6), foi feita pelo Telescópio MPG, de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla, no Chile.

Localizada entre as constelações do Cão Maior e do Unicórnio, num dos braços espirais da Via Láctea, a Nebulosa da Gaivota é uma enorme nuvem constituída praticamente só por hidrogênio gasoso, um exemplo do que os astrônomos chamam de região HII, em referência ao hidrogênio ionizado.

Telescópio capta radiação ultravioleta emitida por Nebulosa da Gaivota (Foto: Divulgação/ESO) 
Imagem captada pelo ESO mostra intrigante mistura de nuvens escuras e nuvens vermelhas brilhantes, cravejadas de estrelas, na Nebulosa da Gaivota (Foto: Divulgação/ESO)
 
No interior das nuvens, são formadas estrelas quentes que emitem radiação ultravioleta, fazendo com que o gás ao redor brilhe intensamente. A presença de regiões HII indica que existe formação estelar intensa em uma galáxia. Na imagem captada pelo ESO, é possível identificar estrelas jovens bastante brilhantes.

Conhecida pelo nome de IC 2177, a Nebulosa da Gaivota é constituída de três grandes nuvens de gás, denominadas de Sharpless 2-292, Sharpless 2-296 e Sharpless 2-207. As três fazem parte do catálogo de nebulosas, uma lista com de mais de 300 nuvens de gás brilhantes, compiladas pelo astrônomo americano Stewart Sharpless nos anos 1950.

Vento de estrela gigante é formado por milhões de fragmentos, diz estudo

Astrônomos constataram que vento estrelar não é uma brisa uniforme.
Raras, as estrelas de grande massa reciclam material do Universo.

Do G1, em São Paulo

O satélite de raio X XMM-Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA), concluiu o estudo mais detalhado já realizado sobre o forte vento de uma estrela gigante, informou a agência em nota divulgada na terça-feira (5).

Os astrônomos mostraram, pela primeira vez, que o vento estrelar não é uma brisa uniforme, mas sim fragmentada em centenas de milhares de pedaços, com diferentes temperaturas.

“Outros estudos já deram a entender que os ventos de estrelas de grande massa não são simplesmente uma brisa uniforme, e os novos dados confirmam isso. Mas, eles também revelam a existência de centenas de milhares de peças individuais quentes e frias”, diz Yaël Naze, da Universidade de Liège, na Bélgica, que liderou a análise do estudo.

Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé et al) 
Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios
 (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé et al)
 
Estrelas gigantes
As estrelas de grande massa são relativamente raras, mas desempenham um papel muito importante na reciclagem de materiais no Universo. Elas queimam o seu combustível nuclear muito mais rápido do que estrelas como o Sol e vivem por apenas milhões de anos, antes de explodirem em uma supernova, devolvendo a maior parte de sua matéria para o espaço.

Mas, mesmo durante suas "breves" vidas, elas perdem uma fração significativa de suas massas devido aos fortes ventos de gás, expulsos das suas superfícies pela luz intensa emitida pela estrela.

Os ventos das estrelas massivas são pelo menos cem milhões de vezes mais fortes do que o vento solar emitido por nosso próprio Sol e podem moldar significativamente o ambiente ao redor. Eles têm força, por exemplo, para provocar o colapso de nuvens de gás e poeira, formando novas estrelas, ou o inverso: empurrar as nuvens para longe antes que tenham a chance de começar a formar os novos astros.

Fragmentos
Apesar da sua importância, no entanto, a estrutura detalhada dos ventos das estrelas gigantes era pouco compreendida até então.

Agora, com as observações do satélite XMM-Newton, os astrônomos puderam entender melhor como são os ventos estrelares por dentro, por meio do estudo detalhado da variação das emissões de raio X da estrela zeta Puppis, também conhecida como Naos. Essa estrela é considerada a mais brilhante da constelação de Puppis e pode ser vista a olho nu da Terra, no hemisfério sul.

De acordo com a ESA, os raios X captados pelo satélite são fruto das colisões que ocorrem no vento entre os diversos pedaços que o compõem. Essas partes são aquecidas e arrefecidas, fazendo com que a força e a energia dos raios X emitidos por elas variem.

Foi dessa maneira que os astrônomos conseguiram identificar a quantidade de pedaços que fazem parte do vento estrelar da zeta Puppis, concluindo que ele não era constante e uniforme, mas formado por centenas de milhares de pedaços.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Il Sole diventa 'rumoroso'

Eruzione solare del 31 gennaio 2013 (fonte: NASA) 
 Eruzione solare del 31 gennaio 2013 (fonte: NASA)


Sole ''rompiscatole'' per i radioamatori: una nuova macchia solare che si è attivata nel fine settimana ha scatenato una piccola tempesta magnetica spingendo verso la Terra un flusso di onde corte che in alcuni casi ha disturbato le comunicazioni. Il disturbo è stato segnalato online da alcuni radioamatori.

Non si esclude che altri sciami simili possano essere in arrivo, considerando che il Sole sta attraversando la fase attiva del suo ciclo, nel quale periodi di quiete si alternano a periodi di attività intensa, come quello in corso. Si prevede infatti un progressivo intensificarsi di macchie ed eruzioni sulla sua superficie, che entro il 2013 potrebbe portare al picco della sua attività.

La nuova macchia solare che si è attivata si chiama AR1667 e le sue emissioni sono così abbondanti da coprire le voci delle trasmissioni radio a onde corte sulla Terra. Prodotte da eruzioni solari, le emissioni scagliano verso la Terra sciami di elettroni ad altissima velocità. La loro intensità è medio-alta ed è stata classificate al terzo posto in una scala che va da 1 a 5. Quando il flusso di elettroni viene scagliato via dal Sole, eccita il plasma e le onde radio nell'atmosfera solare. Nel momento in cui le onde radio viaggiano in direzione della Terra creano problemi le comunicazioni a onde corte, le piu' esposte a disturbi di questo tipo.

www.ansa.it

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