segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Ritratto mozzafiato della Nebulosa Eta Carinae

Diffuso per l'inaugurazione del telescopio Vst

 


La Nebulosa Eta Carinae fotografata dal telescopio Vst 
(ESO/ VPHAS- Consortium/Cambridge Astronomical Survey Unit)

É la più dettagliata immagine ottenuta finora della Nebulosa di Eta Carinae: è stata scattata e diffusa in occasione dell’inaugurazione del telescopio Vst (Vlt Survey Telescope) che si trova in Cile ma che è stato progettato e realizzato in Italia. Frutto di una collaborazione avviata dall'Osservatorio di Capodimonte dell’Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e l'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso), Vst è un telescopio del diametro di 2,6 metri situato sul picco andino di Cerro Paranal.

La foto è un ritratto mozzafiato della nebulosa Eta Carina, distante 7.500 anni luce dalla Terra, nella costellazione della Carena. E' fra gli oggetti più importanti e fotografati del cielo australe prchè è un laboratorio perfetto per studiare la violenta nascita delle stelle e i primi loro istanti di vita. Il colore rosso dell’immagine proviene dall’idrogeno nella nebulosa, osservata nell'ultravioletto. Appena sopra il centro dell'immagine si trova la luminosa stella Eta Carinae, un astro enorme e altamente instabile che si pensa sia un buon candidato per esplodere in futuro come supernova.

La nube di gas incandescente è enorme ed è difficile da fotografare per la maggior parte dei grandi telescopi, che riprendono porzioni di cielo più piccole. Ma non per il grande campo di Vst in grado di fotografare una porzione di cielo grande quanto quattro lune piene.

La foto di Eta Carnea è frutto della composizione di due immagini: la prima scattata di recente, la seconda il 5 giugno scorso, quando il presidente del Cile, Sebastian Pinera, ha visitato il Vst e ha preso parte alle osservazioni.

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Anel mais denso de Saturno é visto em detalhes pela sonda Cassini

Do G1, em São Paulo

Uma nova imagem do anel B de Saturno, o mais denso e maciço de todos os anéis do sexto planeta do Sistema Solar, foi divulgada nesta segunda-feira (10) pela agência espacial americana (Nasa).

O registro foi feito pela sonda Cassini no dia 22 de julho, em luz visível e com uma câmera grande angular.
Os cientistas ainda tentam entender a origem e a natureza das diferentes estruturas que formam o anel B de Saturno. O anel C também é visível no interior do B, e o A aparece nos cantos superior e inferior da foto abaixo.

Anéis B Saturno (Foto:  Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute ) 
Anel B é visto na cor mais clara, entre os anéis A e C 
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute )
 
Essa perspectiva mostra o lado dos anéis iluminado pelo Sol, 7 graus acima do plano dos anéis. O ponto de vista foi obtido a uma distância de 324 mil quilômetros de distância de Saturno, e a escala da imagem é de 16 quilômetros por pixel.

A missão Cassini-Huygens é um projeto de cooperação entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI). O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, projetou, desenvolveu e montou a sonda e suas duas câmeras. Atualmente, o JPL administra a missão, e o Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado, fica responsável por operar as imagens.
Quem quiser ver mais informações e fotos da missão, basta clicar aqui.

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sábado, 8 de dezembro de 2012

Astrônomos buscam voluntários para estudar galáxia de Andrômeda

Da AP

Uma equipe internacional de astrônomos, que conta com pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa, está em busca de voluntários para ajudar no estudo da galáxia de Andrômeda. Via internet, eles procuram milhares de colaboradores para identificar e contar os aglomerados de estrelas presentes na área.

Segundo os pesquisadores, há imagens demais da região disponíveis e, sozinhos, eles levariam muito tempo para concluir os estudos.

A imagem abaixo, publicada pela Nasa, foi captada pelo telescópio espacial Wise, mostra a imensa galáxia de Andrômeda, também conhecida como Messier 31.

Galáxia de Andrômeda (Foto: AP Photo/Nasa) 
Galáxia de Andrômeda (Foto: AP Photo/Nasa)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Inaugurato il telescopio Vst

Occhio italiano in Cile


Il telescopio Vst (fonte: ESO/G. Lombardi)  
Il telescopio Vst (fonte: ESO/G. Lombardi)
 
Nel suo genere, è il più grande del mondo: è un telescopio dedicato a 'sorvegliare' il cielo, si chiama Vst (Vlt survey telescope), si trova in Cile ed è stato inaugurato oggi a Napoli presso l'Osservatorio Astronomico di Capodimonte dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).

Frutto di una collaborazione avviata dall'Osservatorio di Capodimonte e l'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso), Vst è il primo telescopio medio-grande progettato e realizzato totalmente in Italia, che l'Osservatorio di Capodimonte ha concepito e portato a compimento con il concorso di altre sedi Inaf.

Quest'occhio italiano in Cile si erge a 2.600 metri di altitudine su un picco andino del Cerro Paranal ed ha lo scopo di sorvegliare il cielo con l'obiettivo di fare indagini sugli aspetti ancora misteriosi del cosmo, come la materia oscura e l'energia oscura, ma anche monitorare gli asteroidi potenzialmente pericolosi per la Terra.

Il telescopio è costato circa 14 milioni di euro e la sua storia è iniziata nel 1997. In quell'anno, spiega il responsabile scientifico del Vst, Massimo Capaccioli, ''ricevemmo un grosso finanziamento e decidemmo di costruire un telescopio di classe medio grande con nuove tecnologie e lo proponemmo all'Eso che approvò il progetto''.spiega il responsabile scientifico del Vst, Massimo Capaccioli "Oggi è un giorno di festa - ha rilevato il direttore dell'Osservatorio di Capodimonte, Massimo Della Valle - ma tutto il 2012 è stato un anno fantastico abbiamo festeggiato i 200 anni dell'Osservatorio e nel giro di tre settimane abbiamo avuto due inaugurazioni importanti: il Museo degli antichi strumenti astronomici e oggi il telescopio Vst".

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Sonda da Nasa vê formação típica da Terra em superfície de asteroide

Imagem mostra valas no interior de crateras do asteroide Vesta.
Sonda Dawn registrou formação em corpo celeste.

Do G1, em São Paulo

 Pasadena, Califórnia (AP) - Os cientistas estão tentando entender a formação de valas no interior crateras existentes na superfície do asteroide gigante Vesta. Tais características são esculpidas pela água na Terra, o que tem intrigado os pesquisadores. A sonda Dawn, da Agência espacial americana (Nasa) avistou dois tipos de canais nas paredes da cratera do corpo celeste, considerado o segundo maior existente no cinturão de asteroides. A imagem foi divulgada nesta quinta-feira (6), nos Estados Unidos. (Foto: Nasa/AP) 
Cientistas estão tentando entender a formação de valas no interior de crateras existentes na superfície do asteroide gigante Vesta. Tais características são esculpidas pela água na Terra, o que tem intrigado os pesquisadores. A sonda Dawn, da Agência espacial americana (Nasa) avistou dois tipos de canais nas paredes da cratera do corpo celeste, considerado o segundo maior existente no cinturão de asteroides. A imagem foi divulgada nesta quinta-feira (6), nos Estados Unidos. (Foto: Nasa/AP)

Astrônomos observam início de formação de sistema solar

Corpo celeste estudado tem 300 mil anos, enquanto Sol tem 4,6 bilhões.
Para cientistas, região se parece com o nosso Sistema Solar no passado.

Do G1, em São Paulo
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Astrônomos anunciaram nesta quarta-feira (5) a descoberta de um corpo celeste que está sendo considerada uma versão “bebê” do nosso Sol. Eles acreditam que a região seja um sistema solar em formação – o mais jovem já observado.
Protoestrela acumula a massa em seu redor como um disco; à direita, o processo é mostrado com maior aproximação (Foto: Bill Saxton/NRAO/Divulgação) 
Protoestrela acumula a massa em seu redor como um disco; à direita, o processo é mostrado com maior aproximação (Foto: Bill Saxton/NRAO/Divulgação)
 
O objeto, uma protoestrela que recebeu o nome de L1527IRS, fica na constelação de Touro, a cerca de 450 anos-luz da Terra. Por ora, ela tem apenas um quinto da massa do Sol, mas sua idade também é bem menor – surgiu há cerca de 300 mil anos, enquanto o Sol soma 4,6 bilhões de anos.

A jovem estrela traz uma grande quantidade de gás e poeira em seu redor, como um disco. Segundo os cálculos dos cientistas, há massa suficiente para formar sete planetas como Júpiter – o maior do Sistema Solar – nessa região.

Com isso, os pesquisadores acreditam que ela vá adquirir tamanho semelhante ao do nosso Sol, e que o disco possa também formar os planetas que vão orbitá-la. Nas palavras de John Tobin, do Observatório Nacional de Radioastronomia dos Estados Unidos, autor principal do estudo, “esse sistema se parece muito com o que imaginamos que o nosso próprio Sistema Solar tenha sido quando era muito jovem”.

Tobin liderou uma equipe internacional, que utilizou dados obtidos pelo sistema de telescópios Alma, no Chile – a estrutura ainda não está completa, mas já é capaz de fazer observações em alta definição. A pesquisa foi publicada pela revista científica “Nature”.

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Nova imagem da Nebulosa Carina é divulgada por observatório no Chile

Enorme berçário de estrelas está localizado a 7.500 anos-luz da Terra.
Registro marca cerimônia na Itália para celebrar estreia de supertelescópio.

Do G1, em São Paulo

Uma combinação de imagens da Nebulosa Carina, enorme berçário de estrelas localizado a 7.500 anos-luz da Terra, foi divulgada nesta quinta-feira (6) pelo Observatório Europeu do Sul.

Os registros foram feitos pelo VLT Survey Telescope (VST), em Paranal, no deserto do Atacama, norte do Chile, e marcam a cerimônia de inauguração desse novo equipamento, realizada no Instituto Nacional de Astrofísica (Inaf) em Nápoles, na Itália, que participou da construção da obra.

Os astrônomos reuniram o resultado de observações feitas no dia 5 de junho, das quais participou o presidente do Chile, Sebastián Piñera, com imagens mais recentes da nebulosa.

Nebulosa ESO (Foto: ESO/Divulgação) 
Combinação de imagens de nebulosa foi feita pelo ESO e divulgada nesta quinta (6) 
(Foto: ESO/Divulgação)
 
Essa nuvem de gás e poeira é uma das regiões de formação estelar mais próximas de nós, com vários dos astros mais brilhantes e de maior massa já conhecidos. A constelação de Carina, ou Quilha, fica no Hemisfério Sul do céu e recebeu esse nome por causa da quilha do navio mitológico Argo, da história Jasão e os Argonautas.

O VST é um telescópio de 2,6 metros e uma câmera de 268 megapixels, com capacidade para mapear o céu em altíssima resolução.

A cor vermelha da foto é por causa do hidrogênio gasoso na nebulosa, onde há uma intensa radiação ultravioleta emitida por estrelas jovens, grandes e quentes.

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Colisão de cometas abriu buracos na superfície da Lua, afirmam cientistas

Informações foram reveladas a partir de medições de sondas da Nasa.
Estudo sobre o tema foi publicado nesta quinta-feira na revista 'Science'.

Do G1, em São Paulo*

Os asteroides e cometas que colidiram com a Lua não apenas tornaram sua superfície esburacada, mas também provocaram profundas fraturas na crosta do satélite terrestre, disseram pesquisadores da Agência espacial americana, a Nasa.

A informações foram reveladas a partir de medições de sondas da missão Grail (Laboratório Interior e de Recuperação de Gravidade, na sigla em inglês), surpreendendo cientistas que tiveram seus trabalhos publicados nesta quinta-feira (6) na edição impressa da "Science".

A descoberta pode ajudar a decifrar um enigma sobre Marte. No planeta vizinho da Terra, fraturas similares podem ter proporcionado um caminho para que a água da superfície penetrasse profundamente no solo, onde ela pode estar até hoje, afirmaram os cientistas.

"Marte pode ter tido um antigo oceano e todos nós nos perguntamos para onde ele foi. Bem, esse oceano pode muito bem estar no subterrâneo", afirmou a cientista Maria Zuber, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

"Sabia-se que os planetas rochosos do Sistema Solar tinham sofrido muitos impactos há vários bilhões de anos, mas ninguém pensava que a superfície lunar tivesse sido tão maciçamente bombardeada", destacou Maria Zuber, professora de Geofísica no Massachusetts Institute of Technology (MIT), encarregada científica da missão.

As duas sondas gêmeas, em órbita polar desde janeiro passado, fizeram medições muito precisas do campo gravitacional lunar que revelaram a divisão das massas, assim como a espessura e a composição dos diferentes estratos da Lua, até seu núcleo.

Deixaram claro, por exemplo, que a crosta lunar é muito mais fina do que pensavam os cientistas, ao apresentar uma espessura de 34 km a 43 km, de 6 km a 12 km a menos do que o se tinha calculado até agora.
crateras na Lua (Foto: Nasa) 
 
Imagem feita pelas sondas da Nasa mostra mapeamento feito na superfície da Lua 
(Foto: Nasa)
 
A composição da Lua aparece, então, como "similar à da Terra, o que alimenta a teoria de que está formada por materiais terrestres espalhados após um enorme impacto no começo da história do Sistema Solar", explicou Mark Wieczorek, do Instituto de Física do Globo de Paris, autor de um dos três estudos sobre os resultados da missão Grail.

Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union, em San Francisco nesta quarta-feira (5). Em relação à sua superfície, o interior da Lua parece extremamente regular. Os cientistas descobriram que a maior parte das variações constatadas no campo gravitacional eram produto de formações geológicas produzidas na superfície, como montanhas ou crateras.

A crosta externa da lua carece de estruturas rochosas densas e é constituída, provavelmente, por materiais porosos ou pulverizados. O mapa do interior da Lua revela, por sua vez, a existência de mapas mais densas, formadas por magma vulcânico, que terminou se solidificando e formando densas paredes rochosas.

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*Com informações da Reuters e da France Presse

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Nascerà in Italia il 'cuore' di Bepi Colombo

Rappresentazione grafica dl satellite Bepi Colombo (fonte: Thales Alenia Space)  
Rappresentazione grafica dl satellite Bepi Colombo
 (fonte: Thales Alenia Space)
 
Nasceranno in Italia i sistemi che permetteranno al satellite Bepi Colombo di esplorare per la prima volta a distanza ravvicinata il mondo incandescente di Mercurio, il pianeta più vicino al Sole, la cui superficie può raggiungere temperature fino a 550 gradi. In programma nel 2015, la missione è nata dalla collaborazione tra le agenzie spaziali di Europa (Esa) e Giappone (Jaxa).

E' quanto prevede il contratto da 200 milioni firmato a Roma dalla Thales Alenia Space con la Astrium, l'azienda tedesca che guida il gruppo di aziende europee coinvolte nel progetto. Il contratto è stato firmato alla presenza di Luigi Pasquali, presidente e amministratore delegato della Thales Alenia Space Italia, ed Eckard Settelmeyer, direttore per l'Osservazione della Terra, Navigazione e Scienza della Astrium Gmbh. ''Siamo orgogliosi di questo nuovo contratto, che ci permette di misurarci con entusiasmanti sfide tecnologiche legate al particolare scenario della missione'', ha osservato Pasquali riferendosi alle condizioni ambientali estreme di Mercurio.

Per arrivare su Mercurio, infatti, la parte della sonda esposta al Sole sopporterà temperature di circa 300 gradi, mentre all'interno gli strumenti dovranno lavorare a una temperatura che va da 0 a 40 gradi.

A capo di un gruppo di 35 aziende europee, la Thales Alenia Space è responsabile del sistema di controllo termico del satellite. ''Realizzare un sistema termico in grado di affrontare le temperature altissime di Mercurio e' una sfida tecnologica'', ha osservato il responsabile per la Scienza della Thales Alenia Space Italia, Vincenzo Giorgio.

Saranno costruiti in Italia elementi cruciali per immagazzinare i dati scientifici e trasmetterli a Terra, come la memoria di massa, il trasponder e l'antenna ad alto guadagno. Quest'ultima e' una parabola dal diametro di oltre un metro derivata da quella attiva sulla sonda Cassini, attualmente in orbita attorno a Saturno. Sempre in Italia saranno realizzati i sistemi di telecomunicazione e distribuzione della potenza elettrica, e il satellite saranno eseguiti assemblaggio, integrazione e test del satellite.



Alla missione partecipa anche l'Agenzia Spaziale Italiana (Asi) con la realizzazione di quattro degli 11 esperimenti della missione.

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Osservata la materia delle prime stelle

Rappresentazione artistica del quasar utilizzato come faro per illuminare la materia più antica dell’universo (Fonte:  European Southern Observatory/M. Kornmesser) 
 Rappresentazione artistica del quasar utilizzato come faro per illuminare la materia più antica dell’universo (Fonte: European Southern Observatory/M. Kornmesser)
 
 
La materia più antica dell'universo mai vista finora è una nube di gas che si trova a oltre 13 miliardi di anni luce dalla Terra. Risale al tempo in cui si sono 'accese' le prime stelle e non contiene tracce di elementi pesanti. Il risultato, pubblicato sulla rivista Nature, si deve al gruppo coordinato dal fisico americano Robert Simcoe, del Massachusetts Institute of Technology (Mit).

Per quanto indietro nel tempo siano andati finora, anche nelle stelle piu' antiche gli astronomi hanno sempre visto qualche traccia di elementi pesanti, come il carbonio e l'ossigeno. Questi elementi, che si formano nelle stelle o dall'esplosione di stelle molto grandi, costituiscono i mattoni dai quali si formano i pianeti e la vita.

Ora i ricercatori sono riusciti a guardare molto piu' lontano, all'epoca nella quale si sono formate le prime stelle. Sono riusciti a farlo grazie a uno spettrometro a infrarossi installato sul telescopio Magellano, in Cile e a una 'lampadina' molto speciale, la luce del quasar (ossia una radiosorgente quasi stellare) piu' lontano mai osservato. Il quasar analizzato e' un nucleo galattico che si trova a piu' di 13 miliardi di anni luce dalla Terra, quando l'universo era giovanissimo e aveva solo 750 milioni di anni.

Osservato dalla Terra, si trova dietro a una nube di gas che potrebbe essere il materiale da cui è nata la prima generazione di stelle in quella regione. In pratica l'oggetto ha agito come una lampadina molto brillante, la cui luce, attraversando la nube, ha permesso di svelare le 'firme' degli elementi contenuti in essa, spiega Adriano Fontana dell'Osservatorio di Roma dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e responsabile italiano dello strumento Large Binocular Telescope.

L'analisi dello spettro di luce del quasar non ha fornito alcuna evidenza della presenza di elementi pesanti della nube gassosa che circonda l'oggetto: sono state scoperte prove di idrogeno ma non di ossigeno, silicio, ferro o magnesio. ''Le prime stelle - sottolinea Fontana - non si sono formate tutte nello spesso punto, ma in zone diverse dell'universo, quindi e' probabile che in altre regioni del cosmo, in quest'epoca, gia' fossero nate le prime stelle, lo dimostra il quasar vicino, dove vi sono degli astri''. Ma, aggiunge, e' la prima volta che viene scoperta e osservata una zona priva o con una bassissima percentuale di elementi pesanti e questo mette potenzialmente sulle tracce della prima generazione di stelle in quella regione.

''Quello che abbiamo osservato - rileva Simcoe - e' uno dei periodi piu' interessanti del cosmo. E se siamo stati in grado di trovare  qualcosa in questa epoca, significa che possiamo potenzialmente scoprire altre cose interessanti''.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Nasa apresenta dado inconclusivo sobre possível orgânico em Marte

Agência fez apresentação sobre resultados do Curiosity.
Havia especulações de que ela confirmaria achado de material orgânico.

Do G1, em São Paulo

Marcas da terceira (esquerda) e quarta (direita) coleta de solo marciano feitas pelo Curiosity em outubro (Foto: Nasa/Divulgação) 
Marcas da terceira (esquerda) e quarta (direita) coleta de solo marciano feitas pelo Curiosity em outubro (Foto: Nasa/Divulgação)

O robô Curiosity encontrou moléculas complexas em solo marciano, incluindo substâncias com água, enxofre e cloro, que foram identificadas no laboratório que o robô leva a bordo, segundo anúncio da Nasa feito nesta segunda-feira (3). A agência disse, no entanto, que não confirmou a existência de partículas orgânicas no Planeta Vermelho, no material que analisou até o momento.

“Não temos detecção definitiva de orgânicos marcianos até agora, mas continuaremos investigando o diverso ambiente da Cratera Gale” (onde está o Curiosity), disse o pesquisador-chefe do SAM, a ferramenta que faz a análise de amostras do solo marciano, Paul Mahaffy.

O SAM detectou a existência de um composto formado por cloro e oxigênio chamado perclorato e que, aquecido dentro do Curiosity, formou moléculas orgânicas com átomos de carbono. Mas a Nasa advertiu que não tem como saber se o carbono tem origem marciana ou se se trata de uma contaminação que veio da Terra.

A expectativa em torno do anúncio durante um congresso em San Francisco era grande, já que John Grotzinger, chefe da missão Curiosity no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) em Pasadena (Califórnia, oeste dos Estados Unidos) disse a uma rádio americana, em novembro, que havia uma descoberta "digna de entrar nos livros de história" feita pelo robô Curiosity em Marte.

Em seguida, a agência espacial americana reduziu as expectativas em torno do suposto feito, mas já era tarde para conter as especulações sobre a possibilidade de a Nasa ter encontrado compostos orgânicos ou até mesmo vida no planeta vizinho.

Lançada há 35 anos, Voyager 1 pode estar perto do espaço interestelar

Nasa diz que equipamento está em nova região do Sistema Solar.
Objeto está a 18 bilhões de quilômetros do Sol.

Do G1, em São Paulo

Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra (Foto: Nasa/Divulgação) 
Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra
 (Foto: Nasa/Divulgação)
Cientistas da agência espacial amsaiba ericana Nasa informaram em reunião da União Geofísica Americana, em San Francisco, nesta segunda-feira (3) que a sonda Voyager 1 possivelmente está na etapa final para sair do Sistema Solar e entrar no espaço interestelar.

A Voyager 1 foi lançada em 1977 e desde então viaja pelo espaço, tornando-se o objeto feito pelo homem que está mais distante. Atualmente, a sonda está a 18 bilhões de quilômetros do Sol.


A Nasa acredita que a sonda está prestes a sair do sistema planetário porque os ventos solares na região desaceleraram abruptamente e se tornaram turbulentos. Por outro lado, dados de campo magnético indicam que o equipamento segue sob influência do Sol. A previsão é de que a Voyager entre de vez no espaço interestelar em alguns meses ou poucos anos.

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