quinta-feira, 21 de maio de 2009

[RADIO LATINA FM] Previsão do Tempo - Região Norte


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Lucimary Vargas de O.Guardamino Espinoza
Observatório Astronômico Monoceros
Estação Meteorológica Nº083/MG-5ºDISME-INMET
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Postado por RADIO LATINA FM no RADIO LATINA FM em 5/21/2009 12:26:00 PM

[RADIO LATINA FM] Previsão do Tempo - Região Centro-Oeste


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Postado por RADIO LATINA FM no RADIO LATINA FM em 5/21/2009 12:20:00 PM

[RADIO LATINA FM] Previsão do Tempo - Região Sul



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Postado por RADIO LATINA FM no RADIO LATINA FM em 5/21/2009 12:14:00 PM

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Crosta de estrela é 10 bilhões de vezes mais forte que o aço, diz estudo

Uma pesquisa da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, sugere que a crosta exterior das estrelas de nêutrons, corpo celeste formado pela que sobrou de algumas estrela em fim de vida após várias explosões, é formada pelo material mais resistente do Universo, dez bilhões de vezes mais forte que o aço.

Concepção artística mostra como seria uma estrela de nêutrons (Foto: Casey Reed/Penn State University)

Os cientistas americanos criaram simulações em computador para determinar a resistência da crosta da estrela, e descobriram que a crosta pode aguentar até dez bilhões de vezes a pressão necessária para romper o aço. "Parece dramático mas é verdade", afirmou um dos cientistas que participou da pesquisa, o professor do Departamento de Física da Universidade de Indiana Charles Horowitz. A pesquisa foi publicada na revista especializada "Physical Review Letters". Toneladas numa colher Estrelas de nêutrons têm uma gravidade altíssima e podem girar até 700 vezes por segundo. São estrelas maciças que entraram em colapso depois da paralisação da fusão nuclear e da produção de energia em seus centros. A única coisa mais densa que uma destas estrelas é um buraco negro. Para se ter uma ideia de sua densidade, uma colher de chá de matéria de uma estrela de nêutrons pesaria algo em torno de 100 milhões de toneladas. "Criamos um modelo de uma pequena região da crosta de uma estrela de nêutrons seguindo os movimentos individuais de até 12 milhões de partículas", explicou o professor Horowitz. "E então calculamos como a crosta se deforma e, finalmente, se quebra sob o peso extremo de uma montanha de uma estrela de nêutrons." Estas "montanhas" seriam irregularidades na superfície de estrelas que ajudariam a criar ondas gravitacionais que, teoricamente, poderiam alterar o espaço-tempo. O trabalho foi realizado pela Universidade de Indiana e pelo Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México.

BBC

Imagem da Nasa mostra ônibus espacial como 'mosquinha' sobre o Sol


Imagem foi obtida antes do contato com o Telescópio Espacial Hubble (Foto: AP Photo/Thierry Legault/Nasa)


Uma imagem espetacular divulgada pela Nasa dá uma ideia da proporção -- ainda bastante distorcida por causa da distância, claro -- entre o ônibus espacial Atlantis e o Sol. Parecendo uma mosquinha perto do astro-rei, a nave americana foi clicada durante seu caminho rumo ao Telescópio Espacial Hubble. Os astronautas do Atlantis participam de uma missão de 11 dias para atualizar e reparar o telescópio.


Associated Press

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Equipe de veteranos está pronta para reparar o Hubble a bordo do Atlantis


A nave na plataforma de lançamento na Flórida (Foto: France Presse)



Da esq. para a dir.: Megan McArthur, Michael Good, Gregory C. Johnson, o comandante Scott Altman, John Grunsfeld, Mike Massimino e Andrew Feustel (Foto: Nasa)

Os astronautas responsáveis por uma missão de reparos e upgrade de 11 dias no Telescópio Espacial Hubble já estão prontos para subir a bordo do ônibus espacial Atlantis. A nave deve decolar nesta segunda-feira (11), por volta da 15h, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A missão será comandada pelo astronauta veterano Scott Altman, ao lado do piloto, o capitão aposentado da Marinha americana Gregory C. Johnson.
G1




Google vai lançar programa que identifica estrelas no celular

O site de buscas de internet Google vai lançar uma aplicação que permite que os usuários de telefone celular identifiquem planetas e galáxias.

Astrônomos amadores poderão distinguir Mercúrio de Marte ao apontarem a câmera de seu celular para o céu e apertarem um botão.

O software que a Google vai adotar chama-se Star Droid e usa GPS (Global Positionin System - o sistema de localização por satélite) para identificar a posição do usuário e compará-la a mapas do céu. Ele aponta automaticamente nomes de estrelas e planetas que podem ser vistos através da tela do celular.

A aplicação permitirá também que se conheça a distância do corpo celeste e sua posição em uma constelação.

Os astrônomos esperam que a tecnologia da Google, que poderá ser baixada gratuitamente da internet, ajude a inspirar e a educar uma nova geração interessada nos mistérios do espaço.

"Parece que esta novidade pode ser realmente útil para ajudar as pessoas a aprender sobre o que estão observando", disse Carolin Crawford, do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, ao jornal britânico The Sunday Times.

"Será interessante ver o quanto a câmera dos celulares poderá pegar. O céu, à noite, é muito cheio. Vênus pode aparecer brilhante no espaço mas muitas estrelas aparecem bem apagadas e pode ser difícil para a câmera captar."

O Google já oferece aos usuários mapas do espaço através do Google Sky. A data para o lançamento de Star Droid ainda não foi anunciada.
BBC

domingo, 10 de maio de 2009

2012, allarme Nasa "Black out sulla Terra"


Lo scenario apocalittico dell'agenzia spaziale Usa: una tempesta solare spegnerà i circuiti elettrici e bloccherà satelliti e telefoninidi

ALESSIO BALBI

Milioni di persone senza elettricità nel 2012, cibo e medicine che vanno a male nei frigo spenti, telefoni e satelliti fuori uso. Uno scenario da "day after" che potrebbe essere derubricato alla voce "catastrofismo", se non fosse che l'allarme viene dalla Nasa e dalla National Academy of Sciences. E nella parte del cattivo che mette a repentaglio la civiltà, una volta tanto, non ci sono le attività umane, l'inquinamento o il riscaldamento globale. Il nemico a sorpresa è il Sole, artefice della vita sulla Terra, che con un colpo di tosse potrebbe mettere ko le infrastrutture sulle quali l'Occidente prospera. Da dicembre, l'attività del Sole sta lentamente aumentando. La nostra stella varia il suo campo magnetico ogni 11 anni e a un certo punto si raggiunge un picco di fenomeni (eruzioni solari e getti di massa coronale) dai quali si sprigionano grandi quantità di energia e di radiazioni. Tali getti possono raggiungere la Terra dando luogo a tempeste geomagnetiche. L'atmosfera ci protegge, gli effetti diretti delle tempeste solari sulla salute sono trascurabili, ma il loro impatto sulle strutture socio-economiche potrebbe essere disastroso. Gli astronomi osservano questi fenomeni dal 1859 quando una tempesta geomagnetica di proporzioni straordinarie, oltre a rendere possibile l'osservazione di aurore come quelle polari in Italia e a Cuba, fece incendiare alcuni cavi del telegrafo in Europa e negli Stati Uniti. A maggio del 1921, un'altra tempesta provocò una serie di cortocircuiti, mettendo fuori uso le linee elettriche e quelle telefoniche sulle due sponde dell'Atlantico. Ma cosa accadrebbe se eventi del genere si verificassero oggi che un'intera civiltà è stata fondata sull'elettricità e le telecomunicazioni?

La risposta degli esperti è tutt'altro che confortante: "L'energia elettrica è la chiave di volta tecnologica della società moderna, dalla quale dipendono tutte le altre infrastrutture e gli altri servizi", si legge in un rapporto di 132 pagine commissionato dalla Nasa alla National Academy of Sciences. "Se la tempesta del 1859 avvenisse oggi, assisteremmo a un'enorme devastazione sociale ed economica". Nel 1989, sei milioni di persone in Quebec sono rimaste senza energia per nove ore a causa di una tempesta geomagnetica dieci volte meno potente di quella del 1921. Secondo John Kappenmann, coautore del rapporto, se un evento come quello del '21 si ripetesse, le persone senza elettricità sarebbero stavolta 130 milioni. Una riedizione della tempesta del 1859, che fu ancor più potente, farebbe danni per duemila miliardi di dollari. Ciò che spaventa particolarmente nelle tempeste geomagnetiche è la loro imprevedibilità. Si sa che questo ciclo solare raggiungerà il prossimo picco tra il 2012 e il 2013, ma nella comunità scientifica non c'è accordo su quanto sarà intensa l'attivita della nostra stella in quel periodo. Spiega lo scienziato Doug Biesecker, della Noaa: "Basta un solo evento per creare enormi problemi: la grande tempesta del 1859 avvenne durante un ciclo particolarmente mite". Proprio come quello che sta per iniziare.

10 maggio 2009- La Repubblica

terça-feira, 5 de maio de 2009

'Rios de estrelas' ajudam a tornar galáxias homogêneas, dizem astrônomos


A galáxia espiral NGC 2841 (Foto: Nasa)


Astros 'bebês' fluem de berçários quentes para regiões mais calmas.Dados vêm de observação de área a 46 milhões de anos-luz daqui.

Da France Presse

A imagem abaixo, feita pelo Telescópio Espacial Spitzer e divulgada pela Nasa, está ajudando os cientistas a decifrar porque as galáxias são tão homogêneas, com estrelas espalhadas de forma mais ou menos regular por toda a sua extensão. Analisando a galáxia espiral NGC 2841, que está a 46 milhões de anos-luz da Terra, os pesquisadores descobriram que "rios" de estrelas jovens tendem a se dispersar a partir de seus berçários estelares quentes e densos, formando distribuições suaves de amplas de estrelas mais maduras.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Telescópios espaciais europeus estudarão origens do Universo

A Agência Espacial Europeia prepara para as próximas semanas o lançamento de dois novos telescópios orbitais. Chamam-se Herschel e Planck e vão ser lançados na Guiana Francesa para se colocarem em órbita a um milhao e meio de quilómetros da Terra. O Herschel é maior telescópio espacial de sempre e vai vasculhar locais com temperaturas muito baixas. Já o Planck tem por missão detectar a radiação cósmica de fundo, isto é, as eventuais matérias remanescentes do Big-Bang.


Euronews.pt

Medir e prever as tormentas solares

Os observatórios espaciais Stereo, da Nasa, mediram, pela primeira vez, com apreciável precisão, a velocidade, trajectória e a forma tridimensional de uma tormenta solar. São medições que permitem prever os seus efeitos, na Terra. As tempestades geo-magnéticas podem lançar quantidades bilionárias de plasma no espaço que depois se propagam, em forma de nuvens.

“Nós fomos capazes de obter, pela primeira vez, uma estrutra tri-dimensional de uma tormenta solar e podemos acompanhar as tormentas solares, nas suas trajectórias do Sol à Terra”, diz um cientista.

Estas ejecções de massa coronal são constituídas por biliões de toneladas de gás magnético em forma de nuvens que explodem e se deslocam a grande velocidade. Quando chocam com o nosso planeta, as hipóteses mais benévolas constituem-se nas auroras boreais. Mas estas explosões podem produzir também raios cósmicos perigrosos, para as naves espaciais, os astronautas e a tecnologia da Terra, incluindo apagões ou avarias nos satélites. Um aviso, deixado por um dos cientistas da Nasa:

“Por exemplo, há linhas aéreas que voam sobre os polos. E hoje, dependemos dos telemóveis e do GPS. Estas tormentas eléctricas do Sol podem causar todo o ripo de consequências eléctrónicas. Com o observatório Stereo, vamos perceber melhor e prevenir o que possa acontecer na Terra”.

Com estas imagens tridimensionais, os astrofísicos solares podem examinar as ejecções das tormentas electricas, a sua estrura e a sua massa. Os dados recolhidos ajudarão a prevêr os efeitos das tormentas, na magnosfera.

Euronews.pt

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sonda revela segredos da superfície vulcânica de Mercúrio


Imagem de Mercúrio em cor natural, obtida pela sonda Messenger (Foto: Nasa)

O segundo sobrevoo da sonda Messenger, da Nasa, sobre Mercúrio se mostrou revelador para os cientistas. Uma série de resultados sobre essa fase da missão, ocorrida em outubro de 2008, acabam de ser divulgados numa série de artigos no periódico científico americano "Science".

Um dos estudos revela detalhes da interação do campo magnético do pequenino planeta Mercúrio -- o menor do Sistema Solar -- com o campo magnético solar. Como ele é o planeta mais próximo do Sol, essa dinâmica é bastante intensa.



Imagem colorizada artificialmente realça detalhes de Mercúrio (Foto: Nasa)

Outros dois estudos revelam detalhes sobre a superfície de Mercúrio -- planeta que só recebeu visita de uma outra sonda antes, a americana Mariner 10, nos anos 1970. Segundo os resultados obtidos pela equipe da Nasa, a superfície do astro é majoritariamente constituída por material vulcânico -- erupções violentas e constantes que devem ter ocorrido durante longos períodos de tempo. A Messenger deve fazer mais um sobrevoo de Mercúrio, antes de entrar definitivamente numa órbita ao redor do planeta, quando os cientistas terão acesso a uma quantidade de dados muito maior para decifrar os mistérios do astro.

Salvador Nogueira
Do G1, em São Paulo

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