sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Principales puntos, lineas y circulos de la Tierra

Principales puntos, lineas y circulos de la Tierra.

1-PUNTOS Y LINEAS PRINCIPALES

a) El EJE TERRESTRE, es la línea sobre la cual la Tierra efectúa su propia rotación y cuyos extremos son los puntos llamados Polo Norte (N) y Polo Sur (S).

b) LA VERTICAL es la linea recta que va desde cualquier punto de la superficie terrestre al centro de la Tierra. Considerando a la Tierra como una esferea, las verticales son radios terrestres y por lo mismo se pueden trazar cuantas se deseen. La prolongación de la vertical fuera de la Tierra y hacia arriba, tiene como extremo en el infinito, un punto llamado cenit (C); su prolongación fuera de la Tierra , pero hacia abajo, tiene como extremo en el infinito a otro punto llamado nadir (R)

c) LA MEDIDAD DEL RADIO MEDIO de la Tierra es de 6,370 kilómetros. (El radio polar en un poco menor y el radio ecuatorial es un poco mayor, en virtud del aplastamiento por los polos y el ensanchamiento por el ecuador de la Tierra.

2- CIRCULOS PRINCIPALES

a) EL ECUADOR es una circunferencia cuyo plano es perpendicular al eje y que divide a la Tierra en dos partes iguales: El Hemisferio Norte y el Hemisferio Sur, razón por la que se llama círculo máximo.

b) LA MEDIDA de la circunferencia ecuatorial es de 40,076 kilómetros.

c)- LOS PARALELOS son circunferencias paralelas al ecuador, por lo que sus planos reciben el nombre de círculos menores, pues dibiden a la tierra en dos partes desiguales.
Se pueden trazar en la Esfera Terrestre, tantos paralelos como se deseen, sea en el hemisferio norte o en el hemisferio sur; pero cuatro paralelos son dignos de mencionarse: Los llamados trópicos (de Cáncer y de Capricornio ) y los círculos polares (Artico y Antártico) cuya posición exacta señalaremos más adelante.

d) LOS MERIDIANOS son circunferencias que pasando por los polos dividen a la Tierra tambien en hemisferios, por lo que sus planos son también círculos máximos.
Se pueden trazar en la Esfera los meridianos que se deseen ; pero se reconoce como inicial al MERIDIANO DE GREENWICH, que es el que divide a la Tierra en Hemisferio Oriental y Hemisferio Occidental.

e)- LA MEDIDA de la circunferencia de un meridiano es de 40,009 kilómetros, cantidad un poco menor que la de la circunferencia ecuatorial, por razón del aplastamiento y achatamiento de la Tierra na mencionados.

f)- EL HORIZONTE SENSIBLE es el círculo descrito por la visual de un observador, girando sobre si mismo y que limita su propia vista, donde paracen juntarse el cielo y la tierra.
Cada observador tiene su horizonte y teóricamente es un plano tangente a la Tierra y perpendicular a la vertical del observador.

OTRAS MEDIDAS QUE ALGUNA VEZ PUEDES NESECITAR

Eje terrestre 12,714 km.
Diámetro ecuatorial 12,756 km.
Superficie total de la Tierra 510.000,000 km cuadrados
Volumen de la Tierra 1'083 500 000 000 km.cúbicos.


Fonte: Fernando Cruz
Meteorologia_Antares
AstroSahagun

Ser exelente es levantar los ojos de la tierra, elevar el espíritu y soñar con lograr lo imposible. M. A. Cornejo.

La Mission Aurigid MAC

La Misión Aurigid MAC esta dedicada a la observación de la Lluvia de Meteoros alfa Aurigidas (AUR) desde una gran altura.; desde donde la luna poco interferirá con las observaciones y además el horizonte visible desde ese lugar crea una gran superficie para el conteo de meteoros y la medición del espectro para ver la composición de los meteoroides.

algunos meteoros serán observados estereoscópicamente para medir la penetración de estos en profundidad

El plan de vuelo propuesto sera tomando un avión desde Wisconsin USA; siguiendo una trayectoria paralela a la sombra de la Tierra. En el pico máximo de la lluvia de meteoros; dos aviones estarán sobre California en USA.

Los dos aviones privados son del tipo Gulfestream GV están disponibles para la misión; proveiendo un total de 21 ventanas hacia la lluvia para 24 investigadores participantes y algunos voluntarios.

Esta Misión incluirá observaciones en tierra por equipos nacionales e internacionales.

Los científicos participantes ( en aire y tierra) son de el centro Ames Research de la Nasa; el Instituto SETI, Universidad de Utah, La academia USAF, Lockeed Martin, Univ Santa Barbara; ESA/ESTEC ( Países Bajos); IMCCE de Francia; Universidad Stuttgart en Alemania; Observatorio Armagh de Reino Unido y otros:

para ver diagrama de esta misión ir a esta pagina:

http://tech.groups.yahoo.com/group/SOCIEDAD_ASTRONOMICA_DE_SONORA_CARL_SAGAN/message/2616


fonte: Dr Salvador Aguirre.
Miembro AVSO,IOTA, NAMN.
Colaborador IMO
Mi Blog: http://drsaguirremexico.blogspot.com/
Noticias de Astronomia: http://www.cielosur.com/mensajero/

Destaques do mês de setembro

3 de setembro - segunda-feira:

Conjunção da Lua e o aglomerado estelar aberto das Plêiades (M 45), situado na constelação de Taurus (o Touro), vista a partir da meia-noite (de 2 para 3 de setembro) a és-nordeste (ENE). Observe a olho nu, por binóculo ou por telescópio.

4 de setembro - terça-feira:

Bela configuração entre a Lua e o planeta Marte, vista a partir da 1h 10min a és-nordeste (ENE). Observe a olho nu ou por binóculo.

7 de setembro – sexta-feira:

Bela configuração entre a Lua e as estrelas Castor e Pollux (Alpha e Beta Geminorum, respectivamente), vista a partir das 4h a és-nordeste (ENE). Observe a olho nu ou por binóculo.

7 de setembro – sexta-feira:

Bela configuração entre o planeta Saturno e a estrela Regulus (Alpha Leonis), vista pouco antes do nascer do Sol a és-nordeste (ENE). Observe a olho nu ou por binóculo.

8 de setembro – sábado:

Conjunção da Lua e o aglomerado estelar aberto do Presépio (M 44), situado na constelação de Cancer (o Caranguejo), vista a partir da 4h 30min, a és-nordeste (ENE). Observe por binóculo ou por telescópio.

9 de setembro - domingo:

Oposição de Urano em relação ao Sol. Neste dia o planeta nasce praticamente ao pôr-do-sol e permanece acima do horizonte por toda a noite. É a melhor ocasião para tentar observá-lo no céu. Observe por telescópio.

11 de setembro - terça-feira:

Eclipse parcial do Sol. Para informações completas sobre o fenômeno e sua visibilidade em várias localidades brasileiras, consulte: http://www.uranometrianova.pro.br/circulares/circ0031.htm.

13 de setembro – quinta-feira:

Bela configuração entre a Lua e o planeta Mercúrio, vista ao anoitecer a oeste (O). Observe a olho nu ou por binóculo.

14 de setembro – quinta-feira:

Bela configuração entre a Lua e a estrela Spica (Alpha Virginis), vista ao anoitecer a oeste (O). Observe a olho nu ou por binóculo.

17 de setembro – segunda-feira:

Observe a Lua junto às estrelas que formam a cabeça de Scorpius (o Escorpião), vista ao anoitecer a oés-sudoeste (OSO). Observe a olho nu ou por binóculo.

18 de setembro – terça-feira:

Bela configuração entre a Lua e o planeta Júpiter, vista ao anoitecer a oés-sudoeste (OSO). Observe a olho nu ou por binóculo.

19 de setembro – quarta-feira:

Conjunção do planeta Marte e a Nebulosa do Caranguejo (M 1), situada na constelação de Taurus (o Touro), vista a partir da 0h 45min, a és-nordeste (ENE). Um bom teste para o seu telescópio.

22 de setembro – sábado:

Conjunção de Mercúrio e a estrela Spica (Alpha Virginis), vista ao anoitecer a oeste (O). Observe a olho nu, por binóculo ou por telescópio.

23 de setembro - domingo:

Início da estação da primavera para o hemisfério sul da Terra (e do outono para o hemisfério norte) às 6h 52min. A partir desta data, a constelação de Scorpius (o Escorpião), que representa a estação do inverno, cede sua posição de destaque para a de Pegasus (o Cavalo Alado), associada às noites de primavera. De acordo com o site: http://www.uranometrianova.pro.br , a estação que se inicia deve durar 89 dias 20 horas e 16minutos. Conheça um pouco sobre a primavera em http://www.ceuaustral.pro.br/equinocio.htm .

29 de setembro - sábado:

Elongação máxima leste de Mercúrio (vista ao anoitecer), para os lados do oeste (O). Neste dia, o planeta encontra-se a 26 graus a leste do Sol. É uma excelente época para observar Mercúrio no início da noite. Veja a olho nu, por binóculo ou por telescópio.

fonte: http://www.ceuaustral.pro.br/destaques.htm

O céu do mês - setembro




Principais constelações de Setembro

roteiro de observação

O céu, este mês, mostra um aspecto de transição entre as estações do inverno, simbolizada no firmamento pela constelação de Scorpius (o Escorpião), e da Primavera representada pela constelação de Pegasus (o Cavalo Alado).

À meia altura, para os lados do oeste encontramos Scorpius, o Escorpião (Sco). Junto à cauda de Scorpius situa-se Sagittarius, o Sagitário (Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. A sudoeste de Scorpius localiza-se a constelação de Lupus, o Lobo (Lup).

Junto ao horizonte sul-sudoeste está Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru), a constelação mais conhecida entre os brasileiros. Ao sul de Crux estão Musca, a Mosca (Mus), Apus, a Ave do Paraíso (Aps) e Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul. Envolvendo Crux por três lados, menos para o do sul para onde o braço maior da cruz está apontando, despede-se de nós, Centaurus, o Centauro (Cen).

A constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), muito utilizada para processos noturnos de orientação no campo, encontra-se alta para os lados do sul-sudoeste, junto a Centaurus. De Triangulum Australe em direção ao sudeste, estão Pavo, o Pavão (Pav), e Tucana, o Tucano (Tuc).

Norma, o Esquadro (Nor), e Ara, o Altar (Ara) estão entre Scorpius e Triangulum Australe. A oeste de Scorpius, junto às suas garras está Libra, a Balança (Lib). Ao norte de Scorpius vemos Serpens, a Serpente (Ser), e Ophiuchus, o Serpentário (Oph).

Para os lados do noroeste vemos Hercules, o herói Hércules (Her); mais ao norte estão as constelações de Lyra, a Lira (Lyr), e Cygnus, o Cisne (Cyg), que situa-se em plena faixa da Via Lactea. Ao sul de Lyra e Cygnus estão Aquila, a Águia (Aql), Sagitta, a Flecha (Sge), e Delphinus, o Golfinho (Del). Entre Aquila e Cygnus situa-se a pequena constelação de Vulpecula, a Raposinha (Vul).

Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se alta para os lados do leste. Ao sul de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). A leste de Grus, em direção ao horizonte, avistamos a constelação de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).

Junto ao horizonte sudeste notamos a constelação de Phœnix, a Fênix (Phe), Hydrus, a Hidra Macho (Hyi), além das primeiras estrelas de Eridanus, o rio Eridano (Eri). A leste, vemos a constelação de Aquarius, o Aquário (Aqr), formada por estrelas de fraco brilho. Junto ao horizonte leste observamos boa parte da constelação de Pisces, os Peixes (Psc) e Cetus, a Baleia (Cet).

Para os lados do nordeste elevam-se Pegasus, o cavalo alado (Peg), constelação símbolo da primavera, e as primeiras estrelas de Andromeda, a Princesa Andromeda (And).

resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação"
de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:

O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

fonte: http://www.ceuaustral.pro.br/

Chuvas de Meteoros em Setembro

CHUVAS DE METEOROS EM SETEMBRO



Neste mês as principais manifestações de radiantes meteóricos estão limitadas à primeira quinzena. No restante do período não há atividade significativa. Dentre as chuvas mais importantes destacamos a dos Alpha Aurigídeos Austrais e a dos Aurigídeos.

O radiante dos Alpha Aurigídeos Austrais está ativo no período de 10 de agosto a 1 de outubro, com máximo em 15 de setembro, com uma taxa horária esperada de 10 meteoros. Os observadores relatam o surgimento de meteoros lentos e brilhantes e, ocasionalmente, fireballs. Em setembro, o radiante (ponto do céu de onde parecerão provir os meteoros) é visto a partir das 3h e pode ser observado até o amanhecer. Suas coordenadas são: Ascensão Reta = 04h 54min e Declinação = + 41° e, portanto, localiza-se nas imediações da estrela Capella (Alpha Aurigæ). Descritos como meteoros lentos pelos habitantes do hemisfério norte, acreditamos que, nestas latitudes, eles sejam vistos mais no começo da noite onde o radiante é circumpolar. No Brasil, a área do radiante surge apenas na madrugada e, no sul do país, eleva-se pouco em relação ao horizonte norte dificultando as observações.

O radiante dos Aurigídeos encontra-se ativo de 25 de agosto a 5 de setembro, com máximo em 1 de setembro (eventualmente 2 de setembro), com uma taxa horária de 10 meteoros vistos preferencialmente no fim da madrugada e, portanto, rápidos. Muitos são bastante brilhantes e notam-se, ocasionalmente, vários fireballs. No final de agosto e início de setembro, o radiante (ponto do céu de onde parecerão provir os meteoros e que se localiza nas proximidades da estrela Menkalinan - Beta Aurigæ) é visto a partir das 3h e pode ser observado até o amanhecer. As coordenadas equatoriais do radiante são: Ascensão Reta = 05h 36min e Declinação = + 42°. No Brasil, a área do radiante eleva-se pouco, ao norte, dificultando as observações.


Fonte: Paulo Gomes Varella - Observatório Céu Austral
Boletim no 88 – Agosto de 2007 (2)
http://www.ceuaustral.pro.br/

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Astronomia.com - Newsletter 30 agosto 2007

I rover marziani di nuovo in marcia (28 agosto) - di Claudio Elidoro
Dopo il drammatico stop imposto dalla violenta tempesta di sabbia, Opportunity e Spirit sono finalmente di nuovo al lavoro.
News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/28/i-rover-marziani-di-nuovo-in-marcia/

Il cielo nel mese di Settembre 2007 (28 agosto) - di Stefano Simoni
Con l’equinozio d’autunno si chiude l’estate astronomica. Costellazioni osservabili, posizioni dei pianeti, congiunzioni, mappe stellari dettagliate. Tutti gli eventi astronomici del mese di Settem bre 2007.
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2007/08/28/il-cielo-nel-mese-di-settembre-2007/

Sfrecciando verso Marte (28 agosto) - di Stefano Simoni
La Terra e Marte stanno convergendo rapidamente alla velocità di 35.000 Km l’ora. Tuttavia la dimensione del pianeta rosso rimarrà invariata e non competerà di certo con la Luna Piena, come sostiene la ormai famosa bufala marziana.
News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/28/sfrecciando-verso-marte/

I mutevoli anelli di Urano (27 agosto) - di Claudio Elidoro
Le nuove immagini acquisite da Terra e dallo spazio messe a confront o con le storiche immagini di Voyager 2 evidenziano la presenza di cambiamenti negli anelli di Urano.
News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/27/i-mutevoli-anelli-di-urano/

Una stella con la coda (27 agosto) - di Stefano Simoni
Grazie al Galaxy Evolution Explorer gli astronomi hanno scoperto qualcosa di mai visto fino ad ora. Una stella con una lunga scia simile a quella di una cometa.
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2007/08/27/una-stella-con-la-coda/

Un'immensa voragine cosmica (26 agosto) - di Claudio Elidoro
Gli astronomi scoprono l’esistenza di una vastissima regione dell’Universo in cui sembra svanita ogni traccia sia di materia ordinaria che di materia oscura.
News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/26/unimmensa-voragine-cosmica/

Neutrini solari (25 agosto) - di Claudio Elidoro
I primi risultati dell’esperimento Borexino sembrano confermare la correttezza dei modelli che spiegano come viene prodotta l’energia del Sole.
News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/25/neutrini-solari/

Stella di neutroni a due passi da casa (25 agosto) - di Claudio Elidoro
Spulciando tra i dati del satellite ROSAT gli astronomi scoprono una strana stella di neutroni che potrebbe anc he rivelarsi la più vicina alla Terra.
News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/25/stella-di-neutroni-a-due-passi-da-casa/

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Eclipse parcial da Lua - 27/28 agosto

Astro saudações lunares!

Olá pessoal, nesta madrugada 27 - 28 de agosto teremos um eclipse parcial da Lua para nossas latitudes austrais. Infelizmente a Lua vai estar a poucos graus sobre o horizonte Oeste ao ocaso da bela Luna quando a Lua entrar na umbra da Terra.


Dados aproximados para o eclipse da Lua (horários e altitudes da Lua variam para cada localidade)



Lua entra na penumbra: 2007 ago 28 04:52:00

Lua entra na umbra: 2007 ago 28 05:50:46

Início da Totalidade: 2007 ago 28 06:51:50

Máximo Eclipse: 2007 ago 28 07:37:12

Final da Totalidade 2007 ago 28 08:22:34

Lua deixa a umbra: 2007 ago 28 09:23:39

Lua deixa a penumbra: 2007 ago 28 10:22:18



Umbral magnitude: 1.481

Penumbral magnitude: 2.478



Duração da fase de totalidade: 1h 30m 44s

Duração da fase umbral : 3h 32m 53s

Duração da fase penumbral : 5h 30m 18s



A altitude relativa da Lua para:



Lua entra em penumbra:19.7°

Lua entra na umbra: 6.5°

Início da totalidade: -7.2° (abaixo do horizonte)

Eclipse Máximo: -17.1°

Fim da totalidade: -26.7°

Lua deixa umbra: -38.9°

Lua deixa penumbra: -49.3°




Fonte: Sky Map

Para aqueles que se dispuserem a captar e cronometrar apenas alguns instantes desse eclipse , por favor enviem suas imagens para a Secção Lunar da REA, rgregio@uol.com.br. Muitíssimo obrigada a todos!
Bons céus e belas imagens!
R.Gregio

Total Lunar Eclipse 2007 August 28 [2]

Crater Timing predictions Immersions and Emersions

See the Circumstances of this eclipse.

See a movie of this eclipse.

Digital Crater Timings are to be attempted for this eclipse.

See the LIVE web cast by Shevill Mathers at http://www.discoverychannel.com.au/eclipse/

Also see http://www.sems.und.edu/~sems/index.html

Byron Soulsby - Theodore Lunar Observatory

Total Lunar Eclipse 2007 August 28 [1]

ATENÇÃO-TLP's ou FLT's durante um eclipse lunar total

Aos amigos que puderem acompanhar o eclipse, eis uma sugestão de observação.



Ao longo dos últimos séculos, alguns fenômenos de luminescência ou escurecimento transitórios têm sido observados na superfície lunar. Fenômenos, estes, ainda sem explicação suficientemente clara de sua origem.

Trata-se dos FLT's (ou TLP's) - Fenômenos Lunares Transitórios - de ocorrência efêmera e imprevisível, cujo primeiro registro data de 20 de abril de 1787, pelo astrônomo inglês Willian Herschell, que observou "uma estranha luz em Aristarchus".

Esta luminescência temporária é devido à absorção de radiação, seguida por emissão de luz, provocada pela mudança brusca na temperatura do solo, nas áreas próximas ao terminador (linha divisória entre o dia e noite lunares) ou durante um eclipse. Estes fenômenos também podem ser causados devido às emanações gasosas provenientes do interior do solo lunar, causando mudança na tonalidade ou coloração de certas áreas.

Algumas áreas são mais propensas à ocorrência de tais fenômenos. Estas áreas são denominadas "sítios de FLT's", e são amplamente estudadas até os dias atuais.

Desde 1990, a cada lunação, a "patrulha" destes sítios é por nós executada, sendo registradas, durante este período, cinco ocorrências do fenômeno.

Para o detalhamento do assunto, disponibilizamos parte da obra "À GUISA DE UM PROGRAMA DE OBSERVAÇÃO LUNAR-I e II" , de nosso mestre, o saudoso astrônomo JEAN NICOLINI, grande pesquisador brasileiro e especialista nas observações lunares e solares.



Maiores detalhes podem ser encontrados em nosso site, no link: http://www.monoceros.xpg.com.br/lunar2.htm



Bons Céus e Boa Sorte!!!

Abraços,

Lucimary Vargas



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Lucimary Vargas de Oliveira Guardamino Espinoza
Além Paraíba-MG-Brasil
Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET
CEPESLE -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste
AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://astronomicando.blogspot.com/
http://arqueoastronomy.blogspot.com/
http://www.arquivohistorico-mg.com.br
http://br.groups.yahoo.com/group/Observatorio_Monoceros/
MSN: observatoriomonoceros@hotmail.com
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domingo, 26 de agosto de 2007

Céu Hoje - 26 de agosto 2007

Rio de Janeiro - RJ
18:00 h

Lua Cheia
AR 21h 03'
Dec -18º 42
Elev +23º 23'
Az 101º 20'

Netuno
AR 21h 28'
Dec -15º 27'
Elev +16º 47'
Az 100º 03'

Júpiter
AR 16h 32'
Dec -21º 04'
Elev 85º 44"
Az 65º 39'

Antares (Escorpião) Mag. 1.0
AR 16h 28'
Dec -26º 05'
Elev +85º 43'
Az 138º 59'

Plutão
AR 17h 27'
Dec -15º 09'
Elev +71º 30'
Az 68º 25'

Observadora: Leila Ossola

Céu Hoje - 25 de agosto 2007

Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Céu claro
18:24 h (hora local)


Lua:
AR 20h 09
Dec -23º 03
Elev +41º 44
Az 101º 08

Júpiter
AR 16h 85
Dec -22º 26
Elev +89º 08
Az 300º 20

Antares (Mag.l.0)
AR 16h 30
Dec -26º 28
Elev +85º 58
Az 206º 39

Plutão
AR 17h 27
Dec -15º 23
Elev +77º 27
Az 55º 15

Observadora: Leila Ossola

sábado, 25 de agosto de 2007

[Italian] Astronomia.com - Newsletter 24 agosto 2007

Caro appassionato/a,come ogni settimana astronomia.com Ti informa sulle ultime pubblicazioni:


Una giovane famiglia di stelle (22 agosto) - di Claudio ElidoroIl telescopio spaziale Spitzer svela la presenza di un gruppo di giovanissime stelle ancora immerse nella nube originaria e delle quali nessuno aveva mai notato la presenza.News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/22/una-giovane-famiglia-di-stelle/

L'esopianeta più grande (19 agosto) - di Claudio ElidoroScoperto grazie al metodo dei transiti il più grande pianeta extrasolare finora individuato: si trova a 1400 anni luce di distanza e orbita intorno a una subgigante.News completa: http://www.astronomia.com/2007/08/19/lesopianeta-piu-grande/

Un termometro in formato maxi (17 agosto) - di Claudio ElidoroPrima luce per il nuovo bolometro con cui è equipaggiato il telescopio cileno APEX: si tratta del più grande strumento di questo tipo mai costruito finora.News completa:
http://www.astronomia.com/2007/08/17/un-termometro-in-formato-maxi/


Appuntamento alla prossima settimana!Lo staff di astronomia.com

The Aurigid Laptop Meteor Observation Project

In cooperation with the NASA/SETI Aurigid Meteor Airborne Campaign

On Friday night/Saturday morning, August 31/September 1, when we will have an outburst of the Aurigid meteor shower. An outburst is a sudden, short burst of a lot of meteors. They're very difficult to predict, but the best guess just now is that there will be about 200 meteors visible per hour at the peak -- but the peak comes at 4:36 AM Pacific Daylight Time, which means that it won't be visible from anywhere but the western United States and Hawaii. I have put together a scheme to permit a multitude of people to participate in a unique scientific experiment.


What is it?


The Aurigid Laptop Meteor Observation Project uses the Internet to accomplish something that has never been done before: combine the observations of thousands of people in order to build a three-dimensional map of a meteor stream. For all of history, meteors have been observed by independent observers, giving us an ant's-eye view of the forest. But with the Internet, the ants can combine their observations and, for the first time in history, we will be able to see the whole forest at once!


What do I need to participate?


The technology required is trivial: a laptop and a pair of eyeballs. All you do is watch the meteors and click the mouse whenever you see a meteor. A small Java applet records the time of your mouseclicks into a file. The next day, you email that file to us, and we put it into a monster program that combines all the observations of all the people and builds a satellites-eye-view movie of where the meteors hit. The results will be available for everybody.


What does it cost?


Absolutely nothing. I don't want your money. This is a community effort requiring nothing but your own participation.


What do I do?



First, you download the Aurigid program onto your laptop. On meteor night, you go outside at the right time, lie down, face in the correct direction, turn on your laptop, and launch the Aurigid program. Whenever you see a meteor, you click the mouse. Observe meteors for as long as you want. When you're done, quit the Aurigid program and shut down your laptop. The next day, type your longitude and latitude into the log file, and email it to us. That's all it takes. Here are detailed instructions.

Do I get anything in return?


The only thing you get out of this is the fun of participating in a community effort that constitutes real scientific research. I'll credit you for your contribution.


Where can I learn more?


You can find full information on the Aurigid outburst at the NASA/SETI web page here.




*adapted by Lucimary Vargas



sexta-feira, 24 de agosto de 2007

La Lluvia de Estrellas Aurigidas de 2007



Luces Extrañas: La Lluvia de Estrellas Aurigidas de 2007

La lluvia de meteoros Aurigidas es misteriosa respecto de su origen y de su intensidad. No deje de admirarla la primera noche de septiembre.

Agosto 8, 2007: ¿Vendrán o no vendrán?, esa es la pregunta.
El próximo 1 de septiembre de 2007, una ráfaga de brillantes y extrañamente coloridos meteoros podría emanar de la constelacción de Auriga, montando de ese modo un bello espectáculo, temprano por la mañana, para los observadores del cielo situados en el oeste de América del Norte: ver mapa del cielo.

Derecha: Un meteoro observado temprano por la mañana, en Italia, en noviembre de 2006. Así es como se podría ver una Aurigida. Crédito de la fotografía: Antonio Finazzi.

El origen de la supuesta lluvia es el cometa Kiess (C/1911 N1), un misterioso cometa de periodos orbitales largos, que visitó el sistema solar interno sólo dos veces en los últimos dos mil años. En 83 antes de Jesucristo, siglos más siglos menos, el cometa Kiess pasó cerca del Sol y dejó una estela de polvorientos escombros que se han desplazado hacia la órbita de la Tierra desde entonces. El 1 de septiembre de 2007, esa estela polvorienta y la Tierra se encontrarán.

¿Pero la lluvia realmente se materializará? La respuesta yace en el contenido desconocido de la estela de escombros.
"Tenemos muy poca experiencia con escombros antiguos de cometas de periodos orbitales largos", destaca Bill Cooke, de la Oficina de Medio Ambiente de Meteoroides de la NASA (Meteoroid Environment Office o MEO, en idioma inglés), en el Centro Marshall para Vuelos Espaciales. "Casi cualquier cosa podría ocurrir, desde su extinción hasta una bella lluvia de meteoros".

Los astrónomos fueron alertados hace siete años sobre la posibilidad de que se produjera una lluvia de meteoros por el astrónomo finlandés Esko Lyytinen y por Peter Jenniskens, del Instituto SETI, en Mountain View, California (ambos son expertos pronosticadores de meteoros, que estudian la dinámica de las estelas de polvo de los cometas). Desde entonces, Jenniskens se ha unido con Jeremie Vaubaillon, del Instituto Tecnológico de California (Caltech), para refinar el pronóstico usando los modelos para estelas de escombros desarrollados por Vaubaillon.
"Esperamos que el evento alcance su máximo a las 11.36 Hora Universal (4.36 a.m., Hora del Pacífico en Estados Unidos) +/- 20 minutos del próximo 1 de septiembre", dice Jenniskens. "El evento completo debería durar alrededor de 2 horas y debería ser visible desde California, Oregon, Hawai y la zona este del Océano Pacifico".



Arriba: La Tierra a la hora del máximo predicho para la lluvia. La oscuridad favorece a los observadores del cielo ubicados al oeste de las Montañas Rocallosas. [Imagen ampliada]
Un modelo independiente de la estela de escombros calculado por Danielle Moser, un colega de Cooke en el MEO, predice que el máximo se producirá a las 11.26 UT (Hora Universal). "Eso concuerda bastante con Jenniskens y Vaubaillon", dice Cooke. "Sin embargo, nuestro modelo predice una estela prácticamente vacía y una lluvia muy débil".
"Personalmente, pienso que la frecuencia de meteoros llegará a los 100 por hora en el mejor de los casos", relata Vaubaillon, "pero algunos colegas son mas optimistas, así que ¡suspenso, suspenso!", exclama.

Durante el siglo pasado, la Tierra tuvo, al menos, tres encuentros con la estela de escombros —en 1935, 1986 y 1994. Lamentablemente, había pocas personas que estaban al aire libre atentas a estos eventos. El encuentro que mejor se pudo observar tuvo lugar en 1994, cuando los veteranos observadores de meteoros Bob Lunsford y George Zay, del sur de California, fueron testigo de una cantidad de brillantes meteoros de color azul verdoso que emergían de Auriga. La breve lluvia fue extraordinaria por su evidente falta de meteoros tenues y por los vívidos colores —características que se podrían repetir el 1 de septiembre.

Los meteoros de cometas de periodos orbitales largos son de especial interés por dos razones:

#1 —Los cometas de periodos orbitales largos casi siempre nos toman por sorpresa. Ellos permanecen en el sistema solar exterior, escondidos en la oscuridad durante miles o millones de años hasta que sus lentas órbitas los llevan hacia el Sol y ¡hacia allá se precipitan! Debido a este factor sorpresa, los cometas de periodos orbitales largos constituyen una amenaza única respecto de los impactos. Jenniskens y otros investigadores están entusiasmados por estudiar lluvias de meteoros de cometas de periodos orbitales largos porque las lluvias podrían ser un "aviso" de que hay un cometa por ahí y la órbita de los meteoroides puede revelar dónde.

#2 —Los meteoros de cometas de periodos orbitales largos pueden ser muy primitivos. Tenga en cuenta lo siguiente: la mayoría de las lluvias de estrellas (por ejemplo las Perseidas y las Leónidas) son causadas por cometas de periodos orbitales cortos, los cuales pasan por el sistema solar interno en algunas décadas o, cuando mucho, siglos. Sus superficies heladas son frecuentemente calentadas y vaporizadas por la intensa luz solar y, en consecuencia, el polvo cometario que producen es fresco. Por otro lado, los cometas de periodos orbitales largos son raramente azotados por el Sol y sus superficies pueden retener sustancias antiguas formadas por miles de millones de años de exposición a rayos cósmicos en el sistema solar exterior. Las cáscaras de esta "corteza prístina" pueden producir colores raros cuando golpean contra la atmósfera de la Tierra.

¿Es por ello que los meteoros de las Aurigidas de 1994 fueron de color azul verdoso? ¿Se trató de trozos de la corteza prístina del cometa Kiess? Una vez más, nadie lo sabe.
Jenniskens destaca que otro evento de meteoros extraño fue el de las Alfa-Monocerótidas, de 1995, que también, se piensa, provienen de un cometa de periodo orbital largo desconocido: "Las Alfa-Monocerótidas penetraron 5 km más en la atmósfera que otros meteoros de tamaño y velocidad similares y tenían un contenido de sodio inusualmente bajo".

Derecha: Ruta que recorrió la campaña aérea de Jenniskens para observar las Aurigidas. [Más información]
Para llegar al fondo de algunos de estos misterios, Jenniskens y sus colegas del Centro de Investigaciones Ames, de la NASA, de la Universidad Estatal de Utah, de la Academia de la Fuerza Aérea de Estados Unidos (USAF, en idioma inglés) y de otros lugares abordarán dos aviones privados para observar las Aurigidas desde el cielo claro, a 45.000 pies. Los investigadores utilizarán espectrómetros, cámaras y telescopios para medir la velocidad, la penetración y la composición química de los meteoroides que ingresan a la atmósfera.
Bill Cooke, del MEO, no viajará con ellos, pero desea mucha suerte a los pasajeros. "Si esta lluvia se produce, la información que recolecten puede aportar nuevos datos acerca de una importante población de meteoroides en el sistema solar. Además, sería un buen espectáculo para la gente en la superficie."


Créditos y ContactosAutor: Dr. Tony Phillips Funcionario Responsable de NASA: John M. HorackEditor de Producción: Dr. Tony Phillips Curador: Bryan Walls
Relaciones con los Medios: Steve RoyTraducción al Español: Ramiro FrancoEditor en Español: Angela Atadía de BorghettiFormato y Contenido: Carlos Román
El Directorio de Ciencias del Centro Marshall para Vuelos Espaciales de la NASA patrocina el Portal de Internet de Science@NASA que incluye a Ciencia@NASA. La misión de Ciencia@NASA es ayudar al público a entender cuán emocionantes son las investigaciones que se realizan en la NASA y colaborar con los científicos en su labor de difusión.
Más Información (en inglés)
Oficina de Medio Ambiente de Meteoroides — en el Centro Marshall para Vuelos Espaciales.
Sitios en Internet sobre la Lluvia de Estrellas Aurigidas: NASA Ames, Instituto SETI, Jeremie Vauballion, del Instituto Tecnológico de California (Caltech).
El futuro de la NASA: La Visión para la Exploración Espacial.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Céu Hoje - Rio de Janeiro, RJ

Dia 20 de agosto, 2007 - 18:29

Jupiter
16h 31' / 21º 35'/ + 88º 00' /49º 42 '

Lua (l/4)
15h 28' / 24º 11' /+ 76º 59'/ 262º30'

Antares (Escorpião)
16h 30'/ 26º 16' / + 86º 24'/ 159º 58'/ Mag.:1.0

Plutão
17h 26'/ 15º 32' / + 73º 35'/ 66º 08 '

Observadora: Leila Ossola

sábado, 18 de agosto de 2007

Ano Internacional do Planeta Terra no Brasil


O Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT) será em 2008, mas a comemoração vai de 2007 a 2009. A idéia da criação do evento surgiu em 2002, em continuidade ao 31º Congresso Internacional de Geologia, realizado dois anos antes na cidade do Rio de Janeiro. A motivação veio em função dos 50 anos do Ano Geofísico Internacional, ocorrido em 1957, evento que deu início a uma série de estudos sobre a Terra enquanto um sistema integrado. Hoje, mesmo com todo o avanço do conhecimento na área, ainda há muito a ser estudado, e por isso o tema Planeta Terra foi escolhido. Com o apoio de 191 países, incluindo o Brasil, a decisão foi anunciada pela Assembléia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU) no ano passado.


No Brasil, a Academia é responsável por conduzir o tema, e a comissão nacional tem como presidente o Acadêmico Diogenes de Almeida Campos e conta com a participação da Acadêmica Maria Assunção Faus da Silva Dias, além de outros geocientistas. Envolvido no projeto, mas não na Comissão, a "equipe" da ABC ainda inclui o Acadêmico Umberto Cordani , ligado ao ICSU e a programas científicos da Unesco. O geólogo Carlos Oiti Berbert, do MCT, vem tendo decisiva atuação junto à Comissão Brasileira, como representante da União Internacional de Ciências Geológicas (UIGS).


"No âmbito da Comissão, desenhamos duas linhas de atuação: a científica e a de divulgação. Na área científica, esperamos que haja uma ampliação do conhecimento sobre as Ciências da Terra. Em termos de divulgação, esperamos facilitar a compreensão do público sobre o Planeta Terra, através de revistas mais populares sobre o assunto, filmes, livros, histórias em quadrinhos, etc.", explicou Diógenes Campos, em entrevista exclusiva ao Boletim do Acadêmico.


O evento pretende dar voz às diferentes culturas, expondo o pensamento dos africanos, dos latinos, dos asiáticos, do mundo árabe e dos países desenvolvidos sobre o planeta. "O AIPT se preocupa também com as regiões não habitadas, tais como as polares, principalmente a Antártica. Há uma atenção aos estudos geológicos desta região, pois a compreensão de como evolui este continente é importante para o futuro da Terra", afirmou Diógenes.


Dez temas prioritários


O AIPT trabalhará sobre dez tópicos científicos prioritários, que foram selecionados por vinte e três cientistas de diversos países, e sobre os quais pesquisadores estão sendo convidados a propor discussões:


. Águas subterrâneas

. Desastres naturais

. Terra e saúde

. Clima

. Recursos naturais e energia

. Megacidades

. Núcleo e crosta terrestre

. Oceanos

. Solos

. Terra e vida


Diógenes Campos assinalou que todos os assuntos têm grande importância, mas destaca as 'águas subterrâneas', devido à escassez; o 'clima', por causa dos efeitos naturais e influência humana e os 'recursos naturais e energia', já que a maioria destes recursos provém do reino mineral, sendo finitos.


Geociências na política e na educação.


Em relação à divulgação das Ciências da Terra, o objetivo principal é a conscientização não só do público como também dos governantes, políticos e tomadores de decisões sobre a relevância dos temas geocientíficos para a humanidade. Relacionada a este objetivo primeiro, existe a proposta de valorizar as geociências no sistema educacional nacional.


"No Brasil, temos um grande problema: as Ciências da Terra não são ensinadas como uma disciplina no curso escolar fundamental. Assuntos envolvendo subsolo não são estudados de forma completa e detalhada e os alunos formados não têm idéia de como se comportam os terremotos, como ocorrem as tsunamis ou como funcionam as placas tectônicas. Hoje, isso é dado muito superficialmente", explicou Diogenes.


Segundo o geólogo, o conhecimento sobre o interior da Terra e sobre os processos que lá ocorrem, provocando terremotos e vulcões, podem contribuir para a mitigação dos efeitos dos desastres naturais e até dos resultantes da intervenção humana. Sobre os impactos sofridos pelos diferentes países com a degradação do planeta, Diógenes considera que os países desenvolvidos estão mais protegidos, pois têm tecnologia mais eficiente em sistema de alerta. "Mas o controle também pode falhar, como foi o caso do furacão em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005", lembrou o Acadêmico.


Apoio ao AIPT no Brasil


O AIPT está sendo conduzido com apoio do governo, de algumas instituições de pesquisas e ONGs. O Acadêmico elogiou o engajamento do Brasil, mas destacou que ainda não há um apoio financeiro efetivo. Estão envolvidos o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), o Ministério de Minas e Energia (MME), a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBP), além das Sociedades Brasileira de Geologia (SBGeo), de Geoquímica (SBGq), de Paleontologia (SBP), de Geofísica (SBGf), a Petrobras e o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).


"O ministro de C&T, Sergio Rezende, tem demonstrado interesse em apoiar. A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2007, promovida anualmente em outubro pelo MCT, terá inclusive como tema o Planeta Terra, o que contribuirá para a visibilidade do tema. Há, ainda, um compromisso do MME e da Casa Civil em participar mais efetivamente", informou Diógenes Campos. (Clara Gondin e Elisa Oswaldo-Cruz para o Boletim do Acadêmico) .


sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Os Eclipses Lunares

ILUMINADA PELO SOL, A TERRA SEMPRE PROJETA UMA IMENSA SOMBRA NO ESPAÇO, na direção oposta aos raios solares. Ela se estende em forma de cone por mais de um milhão de quilômetros e se divide em duas regiões: a penumbra e a umbra, ou sombra propriamente dita, sendo que o cone de penumbra envolve o cone de sombra. Como a Lua gira em torno da Terra, vez por outra ela pode adentrar no cone de sombra ou penumbra. São os eclipses da Lua Para que aconteça um eclipse lunar é necessário que a Terra esteja exatamente entre a Lua e o Sol. Se o nosso satélite girasse no mesmo plano da órbita terrestre haveria eclipse todos os dias de Lua Cheia. Como isso não acontece, é preciso que a Lua Cheia coincida com a passagem pelos nodos, que são as interseções do plano da órbita da Terra com o plano da órbita lunar.

Como a Terra é cerca de 49 vezes maior que a Lua, sua sombra pode envolver todo o nosso
satélite, quando então dizemos que o eclipse é total.

Se a Lua atravessa somente o cone de penumbra da Terra ocorre um eclipse penumbral. Uma imersão parcial no cone de sombra configura um eclipse lunar parcial.

Mesmo totalmente imersa na sombra gerada pela Terra, a Lua não desaparece por completo. A atmosfera terrestre desvia os raios solares para o eixo do seu cone de sombra.

A Lua então se tinge de um belo vermelho-alaranjado e todas as populações da Terra que tiverem a Lua Cheia acima de seus horizontes assistirão ao fenômeno. Um observador na Lua veria o Sol totalmente encoberto pelo nosso planeta.

A Lua leva cerca de 1 hora para transitar da penumbra à sombra, enquanto outra hora é necessária para que o eclipse seja total. A fase de obscurecimento completo dura cerca de 1 hora e 30 minutos. Duas horas mais tarde o eclipse termina.

Portanto um eclipse lunar demora cerca de 5 horas e 30 minutos, tempo mais do que suficiente para observações detalhadas.


Eclipse lunar total.

A cada ano ocorrem no máximo sete eclipses, sendo que no mínimo dois são lunares. Após 18 anos e 11 dias eles voltam a ocorrem numa mesma seqüência. É o período de Saros, que já era conhecido na antiga civilização dos caldeus. Em cada Saros ocorrem 70 eclipses, sendo 29 lunares.


por JOSÉ ROBERTO V. COSTA
Astronomia no Zênite
O Universo é tudo para nós
Astronomia no Zênite ©1999-2007. Todos os Direitos Reservados

Os Eclipses Solares


DA MESMA FORMA QUE COM O BRAÇO ESTENDIDO À FRENTE DO CORPO podemos encobrir o Sol no horizonte apenas com o dedo polegar, a Lua, em seu movimento em torno da Terra, pode nos ocultar o astro-rei por alguns minutos. São os chamados eclipses do Sol.












Cuidado: nunca olhe diretamente para o Sol.


Para que ocorra um eclipse solar é necessário que a Lua esteja exatamente entre a Terra e o Sol. Se o nosso satélite girasse no mesmo plano da órbita terrestre haveria eclipses todos os dias de Lua Nova. Como isso não acontece, é preciso que a Lua Nova coincida com a passagem pelos nodos, que são as interseções do plano da órbita da Terra com o plano da órbita lunar.










A Terra e a Lua em Escala

Como a Lua é cerca de 49 vezes menor que a Terra, sua sombra é incapaz de envolver todo o nosso planeta. Durante um eclipse solar uma região oval de escuridão com cerca de 160 km de largura por 600 km de comprimento toca a superfície terrestre e, à medida que a Terra gira e avança pelo espaço, a sombra varre o planeta com uma velocidade de aproximadamente 1.800 km/h.



Apenas as populações situadas no interior da faixa percorrida pela sombra têm a oportunidade de assistir a um dos mais belos e impressionantes fenômenos celestes. O escurecimento total é de tal ordem que se pode avistar as estrelas mais brilhantes. Todavia, não demora mais que 7 minutos e meio. Próximo à faixa de sombra, na região conhecida como penumbra, o fenômeno é parcial.



Eclipse anular

Durante um eclipse do Sol também pode ocorrer que a Lua se encontre tão afastada da Terra que não consiga encobrir todo o disco solar, deixando escapar um anel de luz visível. Daí porque esse tipo de eclipse do Sol recebe o nome de anular.A cada ano ocorrem pelo menos dois eclipses, sendo nesse caso os dois solares. Após 18 anos e 11 dias eles voltam a ocorrem numa mesma seqüência. É o período de Saros, que já era conhecido na antiga civilização dos Caldeus. Em cada Saros ocorrem 70 eclipses, sendo 41 solares. Para que um eclipse total do Sol volte a ocorrer num mesmo lugar são necessários 360 anos, aproximadamente.


por JOSÉ ROBERTO V. COSTA
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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Principais constelações de Agosto
























Mapa com as principais constelações visíveis durante o mês de agosto


OBSERVAÇÕES:

*O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

*Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

FONTE: Observatório Céu Austral - http://www.ceuaustral.pro.br

MÊS de AGOSTO-FENÔMENOS 2007-HORA LEGAL DO FUSO DE -3HORAS

DIA HORA FENÔMENOS

1 1 Mercúrio 6.5°S de Pollux
1 22 Urano 1.8°S da Lua
3 23 Lua no perigeo
5 18 QUARTO MINGUANTE
6 23 Marte 6.3°S da Lua
6 23 Júpiter estacionário
7 19 Aldebaran 10.8°S da Lua
9 1 Vênus 7.1°S de Regulus
10 21 Pollux 3.1°N da Lua
12 14 Mercúrio 0.2°S da Lua
12 20 LUA NOVA
13 11 Saturno 0.9°S da Lua
13 11 Vênus 8.3°S da Lua
13 15 Regulus 0.2°S da Lua
13 16 Netuno em oposição
15 17 Mercúrio em conjunção superior
18 1 Vênus em conjunção inferior
18 2 Spica 2.0°N da Lua
19 5 Lua no apogeo
20 21 QUARTO CRESCENTE
21 21 Saturno em conjunção com o Sol
21 22 Antares 0.7°N da Lua
21 23 Júpiter 5.3°N da Lua
22 20 Marte 4.6°N de Aldebaran
27 8 Netuno 1.2°N da Lua
28 8 LUA CHEIA
29 4 Urano 1.7°S da Lua
31 1 Lua no perigeo


FONTE: Anuário do ON-2007

Fin de la RedLIADA No. 379

Fin de la RedLIADA No. 379

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¿SABÍAS QUE?

LOS SUPLEMENTOS DE PIERRE MECHAIN AL CATÁLOGO MESSIER.
El próximo jueves 16 de agosto se cumplen 263 años del nacimiento de
Pierre Francois André Mechain, astrónomo francés, gran colaborador de
Charles Messier en la elaboración de su catálogo de objetos nebulosos.

En 1781, Mechain descubrió dos cometas. Durante esta cacería ubicó y
reportó a Messier, varios objetos nebulosos, que fueron cotejados por
éste e incorporados a su catálogo, sin seguir la secuencia con la que
fueron reportados por Mechain.

Méchain descubrió 26 objetos de espacio profundo, los cuales aparecen
en la versión moderna del Catálogo de Messier. Cuatro objetos
adicionales (M81, M82, M71 y M80), fueron descubiertos por otros
astrónomos.

La primera edición del Catálogo Messier contenía 45 objetos.
La segunda edición agregó desde M46 hasta M68.
Después de 1783, se agregaron desde M69 hasta M103.
Mechain rechazó el objeto M102, como una repetición de M101.
Posteriormente, al Catálogo de Messier, Camille Flammarion le
agregaría, en 1921, los objetos M104, M105, M106 y M107, y Owen
Gingerich, en 1953, los objetos M108 y M109, todos descubiertos por
Mechain.

El listado de los objetos aportados al Catalogo Messier es:

Num) Objeto; Fecha Desc. Mechain (Desc. original; Fecha). Fecha
incoporación catálogo Messier.


1) M63; 14 de junio de 1779.
2) [M81]; Agosto de 1779 (Bode, 31 dic 1774). 9 feb 1781.
3) [M82]; Agosto de 1779; (Bode, 31 dic 1774). 9 feb 1781.
4) M78; comienzos de 1780; 17 dic 1780.
5) [M71]; 28 de junio de 1780 (De Chéseaux 1745). 04 oct 1780.
6) M75; 27 de agosto de 1780; 18 oct 1780.
7) M72; 30 de agosto de 1780; 04 oct 1780.
8) M76; 5 de septiembre de 1780; 21 oct 1780.
9) M74; A finales de septiembre de 1780; 18 oct 1780.
10) M79; 26 de octubre de 1780; 17 dic 1780.
11) M77; 29 de octubre de 1780; 17 dic 1780.
12) [M80]; 27 de enero de 1781 (Messier, 4 ene 1781); 4 ene 1781.
13) M97; 16 de febrero de 1781; 24 mar 1781.
14) M108; 19 de febrero de 1781; Owen Gingerich (1953).
15) M85; 4 de marzo de 1781; 18 mar 1781.
16) M109; 12 de marzo de 1781; Owen Gingerich (1953).
17) M98; 15 de marzo de 1781; 13 abr 1781.
18) M99; 15 de marzo de 1781; 13 abr 1781.
19) M100; 15 de marzo de 1781; 13 abr 1781.
20) M95; 20 de marzo de 1781; 24 mar 1781.
21) M96; 20 de marzo de 1781; 24 mar 1781.
22) NGC 5195; 20 de marzo de 1781. compañera de M51.
23) M94; 22 de marzo de 1781; 24 mar 1781.
24) M105; 24 de marzo de 1781; Camille Flammarion (1921).
25) M101; 17 de marzo de 1781; 17 mar 1781.
26) M102? marzo 1781; (probablemente NGC 5866). Rechazada por
Mechain.
27) M103; marzo 1781; 17 mar 1781.
28) M104; 11 de mayo de 1781; Camille Flammarion (1921).
29) M106; Julio de 1781; Camille Flammarion (1921).
30) M107; abril 1782; Camille Flammarion (1921).

Fuente:
The Messier Album, John Mallas, Everet Kreimer.
http://seds.org/messier/xtra/history/pmechain.html

EFEMERIDES-EVENTOS DE LA SEMANA

(Del 13 al 19 de agosto de 2007)
HLV: Tiempo dado en Hora Legal de Venezuela.

Lunes 13
13 – Inicio del Día Juliano 2.454.325,5
13 - 1:50.2 UT. Eclipse de Io. Reaparece
13 – La estrella Regulo 0,2° al Sur de la Luna. 19 UT.
13 - Máximo de la lluvia de meteoros Alpha Ursa Majóridas. Activas
del 09 al 30ago. Radiante en AR=11h00m, dec=+63°. THZ de 4 meteoros
por hora.
13 - Máximo de la lluvia de meteoros Delta Aquáridas del Norte (NDA).
Activas del 16jul al 10sep. Radiante en AR=22h20m, dec=-05°. THZ de
10 meteoros por hora.
13 – Meridiano Central de Marte, 00 UT; 26,4°
13 – Neptuno en Oposición. 20 UT.
13 – Ocultación de Saturno por la Luna. Final: 12 UT (8:00 a.m.).
13 – Puesta de Júpiter. 1:37 a.m.
13 – Puesta de la Luna. 7:36 p.m.
13 – Puesta de Saturno. 7:29 p.m.
13 – Puesta de Venus. 7:13 p.m.
13 – Salida de Marte. 1:03 a.m.
13 – Salida de Mercurio. 6:18 a.m.
13 – 185 aniversario (1822) del nacimiento de Heinrich D'Arrest, co-
descubridor del planeta Neptuno, conjuntamente con Galle.
13 – 193 aniversario (1814) del nacimiento de Anders Angstrom, físico
sueco que introdujo la unidad de medida de la longitud de onda de la
luz.
13 - 365 aniversario (1642) del descubrimiento del Casquete Polar Sur
de Marte por Christiaan Huygens.
13 – 411 aniversario (1596) del descubrimiento de la primera estrella
variable (Mira - Omicron Ceti) por David Fabricius.

Martes 14
14 – Efemérides físicas del Sol; Po=15,5° Bo=6,5° Lo= 8,2°
14 – Lanzamiento de los satélites Spaceway 3/ B-Sat 3A en el cohete
Ariane 5.
14 – Luna en el Nodo Descendente de su órbita. 03:24
HLV.
14 – Meridiano Central de Júpiter. Sistema II, 00 UT; 323,8°
14 – Puesta de la Luna. 8:14 p.m.
14 – Tránsito de la GMR por el Meridiano Central de Júpiter. 4:10 UT.

Miércoles 15
15 – Inicio del Día Juliano 2.454.327,5
15 - 4:19.6 UT. Tránsito de Europa. Ingreso
15 – Mercurio en Conjunción Superior. 20 UT.
15 – Meridiano Central de Marte, 00 UT; 7,1°
15 – Ocultación de la estrella TYC 5181-02483-1 (9m,8) por el
asteroide (3469) Bulgakov. Inicio: 00:47 UT. Duración: 5,2 s.
Venezuela, Colombia.
15 – Puesta de la Luna. 8:50 p.m.
15 – Tránsito de la GMR por el Meridiano Central de Júpiter. 0:02 UT.

Jueves 16
16 - 23:26.8 UT. Ocultación de Europa. Desaparece
16 - 4:36.8 UT. Ocultación de Ganímedes. Desaparece
16 – Lanzamiento de la sonda lunar japonesa Selene 1 y el satélite
Micro-Labsat 2 en el cohete H-2A.
16 – Meridiano Central de Júpiter. Sistema II, 00 UT; 264,0°
16 – Puesta de la Luna. 9:26 p.m.
16 – 263 aniversario (1744) del nacimiento de Pierre Mechain,
astrónomo francés, gran colaborador de Charles Messier en la
elaboración de su catálogo de objetos nebulosos.

Viernes 17
17 – Inicio del Día Juliano 2.454.329,5
17 - 4:31.4 UT. Eclipse de Europa. Reaparece
17 – Efemérides físicas del Sol; Po=16,5° Bo=6,6° Lo=328,6°
17 – Meridiano Central de Marte, 00 UT; 347,8°
17 – Puesta de Júpiter. 1:22 a.m.
17 – Puesta de la Luna. 10:02 p.m.
17 – Puesta de Saturno. 7:15 p.m.
17 – Puesta de Venus. 6:47 p.m.
17 – Salida de Marte. 12:58 a.m.
17 – Tránsito de la GMR por el Meridiano Central de Júpiter. 1:40 UT.
17 – Venus en Conjunción Inferior. 23 UT.
17 – 41 aniversario (1966) del lanzamiento del Pioneer 7, sonda para
el estudio del Sol.
17 - 130 aniversario (1877) del descubrimiento de Fobos, luna de
Marte, por Asaph Hall, desde el Observatorio Naval de los Estados
Unidos.

Sábado 18
18 – La estrella Espiga 1,8° al Norte de la Luna. 5 UT.
18 – Luna en Apogeo. 404.629 Km de la Tierra. 23 HLV.
18 - Máximo de la lluvia de meteoros Kappa Cygnidas (KCG). Activas
del 26jul al 01sep. Radiante en AR=19h04m, dec=+59°. THZ de 9
meteoros por hora.
18 - Mercurio 0,4° al Norte de Saturno. 15 UT.
18 – Meridiano Central de Júpiter. Sistema II, 00 UT; 204,3°
18 – Puesta de la Luna. 10:40 p.m.
18 – Venus en Conjunción Inferior. 4 UT.
18 – 139 aniversario (1868) de la detección del Helio en el espectro
solar por Norman Lockyer.

Domingo 19
19 – Inicio del Día Juliano 2.454.331,5
19 - 23:37.0 UT. Tránsito de la sombra de Ganímedes. Ingreso
19 - 3:10.2 UT. Tránsito de Io. Ingreso
19 - 4:24.4 UT. Tránsito de la sombra de Io. Ingreso
19 – Mercurio 1,2° al Norte de la estrella Regulo. 13 UT.
19 – Meridiano Central de Marte, 00 UT; 328,4°
19 – Puesta de la Luna. 11:21 p.m.
19 – Tránsito de la GMR por el Meridiano Central de Júpiter. 3:19 UT.
19 – Tránsito de la GMR por el Meridiano Central de Júpiter. 23:11 UT.
19 – 116 aniversario (1891) del nacimiento de Milton Humason,
colaborador de Edwin Hubble en la determinación de la expansión del
Universo.
19 – 136 aniversario (1871) del nacimiento de Orville Wright.
19 – 361 aniversario (1646) del nacimiento de John Flamsteed.

EFEMERIDES-LOS PLANETAS DURANTE LA SEMANA.

Marte:
Se observa en las madrugadas, hacia el horizonte Este. Se encuentra
en la constelación de Tauro (Toro). Su salida ocurre a las 1:04 a.m.
(5:04 UT).

Júpiter:
Se observa en las noches, hacia el cielo del Este. Se encuentra en la
constelación de Ofiuco (Serpentario). Su puesta ocurre a las 1:22
a.m. (5:22 UT).

Saturno:
Se observa temprano en las noches, hacia el horizonte Oeste. Se
encuentra en la constelación de Leo (León). Su puesta ocurre a las
7:17 p.m. (23:17 UT).

ASTRONAUTAS ESTUDIARÁN BACTERIA EN EL ESPACIO.

10 de agosto de 2007.
Durante su permanencia en el espacio, los astronautas de la misión
STS-118, realizarán estudios sobre una bacteria que se encuentra en
el tracto respiratorio superior de más del 40% de la población
humana: Streptococcus pneumoniae. El estudio, denominado SPEGIS
(Streptococcus pneumoniae Expression of Genes in Space), es uno de
los variados expeprimentos a desarrollar durante su travesía espacial.
Más información en:
http://www.space-
travel.com/reports/Astronauts_To_Conduct_Study_Of_Bacterial_Growth_In_
Space_999.html

CIELO MARCIANO COMIENZA A DESPEJARSE.

08 de agosto de 2007.
La situación en torno a las sondas robot de la NASA ha comenzado a
mejorar. Las tormentas de arena de las últimas semanas han comenzado
a amainar y el cielo ha comenzado a despejarse. Los sistemas de
potencias de los robots han incrementado su producción y se espera
que dentro de muy poco tiempo puedan retomar las tareas pendientes.
Más información en:
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2007-087a
http://www.universetoday.com/2007/08/08/martian-skies-are-starting-to-clear/

ASTRONÁUTICA.

UN EXPERIMENTO PARA PROBAR LA PANSPERMIA.
09 de agosto de 2007.
Una de las más controversiales e intrigantes teorias de la
astrobiología, es el concepto de la Panspermia. La idea propone que
la vida en la Tierra fue transportada desde otros lugares en el
Universo. Los científicos han descubierto que los microbios son
altamente resistentes a las condiciones reinantes en el espaciao
interestelar. Ahora, un experimento diseñado por el profesor John
Parnell, de la Universidad de Aberdeen, Escocia, busca demostrar el
ingreso de microbios a la atmosfera terrestre. El próximo 14 de
septiembre, el cohete foton M3 portará microbios al espacio, que
después de 12 dias en el vacio, reingresarán a la atmósfera de la
Tierra.
Más información en:
http://www.abdn.ac.uk/mediareleases/release.php?id=1020
http://www.universetoday.com/2007/08/09/an-experiment-to-test-
panspermia/

UN NUEVO TIPO DE GALAXIA ACTIVA.

9 de agosto de 2007.
Un equipo internacional de astrónomos que usan los observatorios
orbitales de rayos X, Swift (Estados Unidos) y el Suzaku (Japón), ha
descubierto una nueva clase de galaxias de núcleos activos (AGN).
Hasta ahora, este tipo de objeto relativamente común, había escapado
a la detección. Los mismos se encuentran envueltos en polvo y gas que
los escondían de la observación.
Más información en:
http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&id=5881
http://www.skyandtelescope.com/news/wires?id=108937321&c=y

ASTRONOTICIAS

EL MÁS GRANDE PLANETA EXTRASOLAR HASTA LA FECHA.
8 de agosto de 2007.
Un equipo internacional de astrónomos, haciendo uso del Estudio
Transatlántico de Exoplanetas (Trans-atlantic Exoplanet Survey) ha
descubierto el más grande exoplaneta hasta la fecha: 70% más grande
que Júpiter y con una densidad de sólo 0,2 gramos por centímetros
cúbicos (el agua tiene 1). El planeta denominado TrES-4 se encuentra
en la constelación de Hercules y fue detectado haciendo uso del
método del transito.
Más información en:
http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&id=5878
http://www.skyandtelescope.com/news/9032957.html

LA NOTICIA DE LA SEMANA.

DAÑO EN ESCUDO DEL TRANSBORDADOR PARECE SER MENOR DE LO INICIALMENTE
ESTIMADO.

11 de agosto de 2007.
Oficiales de la NASA informaron que el daño observado en el escudo
térmico del transbordador espacial Endeavour, es menor de lo
inicialmente estimado. Una caminata espacial de 6 horas y media de
los astronautas Rick Mastracchio (USA) y Dave Williams (Canada),
ademas de barridos laser y fotografías con cámaras de alta
resolución, soportan esta conclusión.
El transbordador Endeavour se acopló con la Estación Espacial
Internacional, el 10 de agosto, a las 2:02 p.m (6:02 UTC) después del
exitoso lanzamiento, el miércoles 8 de agosto de 2007.
Más información en:
http://www.space-travel.com/reports/070812072532.qo7vftm1.html
http://spaceflightnow.com/shuttle/sts118/070811debris/
http://spaceflightnow.com/shuttle/sts118/status.html
http://www.space-travel.com/reports/070811102809.ce2nto8f.html
http://www.nasa.gov/mission_pages/shuttle/main/index.html
http://www.universetoday.com/2007/08/10/endeavour-reaches-the-station/

OBSERVE ESTA SEMANA.

- El lunes 13, en la madrugada, el máximo de la lluvia de meteoros
Perséidas (PER). THZ de 100 meteoros por hora.
- El lunes 13, en la noche, el máximo de la lluvia de meteoros Delta
Aquáridas del Norte (NDA). THZ de 10 meteoros por hora.
- El jueves 16, en la noche, el tránsito de la GMR por el Meridiano
Central de Júpiter.
- El sábado 18, en la noche, el máximo de la lluvia de meteoros Kappa
Cygnidas (KCG). THZ de 9 meteoros por hora.
- El domingo 19, temprano en la noche, el tránsito de la GMR por el
Meridiano Central de Júpiter.

RADIOKOSMOS

"DESDE EL SUR EXPLORANDO EL COSMOS"

Sintonicen el Programa Radial por Internet
"Desde el Sur: Explorando el Cosmos" que hacen Ester Letrica; Víctor
Bibé y Ricardo Sánchez
desde Argentina por RadioKosmos de México. Con una Programación
amena, actualizada al día y muy buena música, este excelente programa
radial astronómico al que bautizamos como "La Voz de la LIADA" se
puede escuchar los miércoles a las 22:30 Hs. de Argentina (01:30 hs.
GMT) y la repetición los jueves a las 21 Hs. de Argentina (00:00 hs.
GMT), siempre accediendo desde la dirección:
www.radiokosmos.com.mx

STAR PARTY LIADA 2007-"50 Años de Era Espacial"

Los invitamos a participar del...

STAR PARTY LIADA 2007
"50 Años de Era Espacial"

¡Alojamientos y comidas por solamente $ 100.- (U$S 33.-)
los 3 días del evento por participante...!

Disertaciones-Exposiciones-Cohetería-Observaciones

Organizado por el Observatorio Nova Persei II
11, 12 y 13 de Octubre de 2007
Centro de Espiritualidad Juan Pablo II
Ruta 81 y Av. Constituyentes; Formosa, Argentina
Contacto: Dr. Raúl Podestá
Coordinador del Comité Organizador
Tel.: 03717 422330 (7 a 13 hs.)
E-mail: starparty_liada2007@yahoo.com.ar
Información General en:
www.starparty2007.com.ar

GRUPO DEL OBSERVATORIO MONOCEROS

InfoLIADA

RedLIADA estará presente desde hoy en el Grupo MONOCEROS cuyo
prestigioso Observatorio de Além Paraíba-MG-Brasil fue fundado en el
año 1975.
Los invitamos a unirse a este Grupo enviando un mensaje de
suscripción a:
Observatorio_Monoceros-subscribe@yahoogrupos.com.br
o visitar la página
http://br.groups.yahoo.com/group/Observatorio_Monoceros/

RedLIADA No. 379

ASOCIESE a la LIADA. Informese en
http://www.liada.net/afilia.htm
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InfoLIADA-Observe-LaNoticia-AstroNoticias-AstroNáutica-Efemérides

Lea al final...¿Sabías que...?
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"Semper Observandum"

RedLIADA - La Red de Observadores
Liga Iberoamericana de Astronomía

Edición Electrónica No. 379 - Domingo 12 de Agosto de 2007
Coordinada por ALDA - Asociación Larense de Astronomía de
Barquisimeto (VE)
y por la LIADA - Liga Iberoamericana de Astronomía (AR)

Editores Responsables:
Jesús Guerrero Ordáz (VE) y Jorge Coghlan (AR)
Visite las páginas
http://www.tayabeixo.org y http://www.liada.net

RedLIADA es distribuída a más de 9000 lectores de 45 Foros
Iberoamericanos de Astronomía desde el Observatorio CODE de Santa Fe
(AR)
www.obscode.org

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Aproximação de Marte em 2007

Prezados amigos (as):

Tem circulado novamente pela Internet a falsa informação sobre uma suposta aproximação do planeta Marte que ocorreria em 27 de agosto deste ano. Todos os anos, em agosto, desde a grande aproximação de Marte, que se deu em 27 de agosto de 2003, alguém coloca na Internet essa informação sem qualquer base científica achando, por conta própria, que o fenômeno se repete anualmente, o que não é correto. Além disso, para piorar ainda mais a já incorreta informação, acrescentam que Marte poderá ser visto com o tamanho aparente da Lua!!!!! Esta é uma besteira "astronômica" (nos dois sentidos) que não se deve dar crédito, mesmo quando escrita em inglês o que, para algumas pessoas, parece ser um indício de veracidade. Ao que tudo indica, em 2008, isto novamente voltará à tona (em 2004, em 2005 e em 2006 eu já havia escrito que isto se repetiria ...).

As próximas grandes aproximações de Marte, em relação à Terra, se darão em:1. 31 de julho de 2018 - Distância Terra-Marte = 57,59 milhões de km2. 11 de setembro de 2035 - Distância T-M = 56,91 milhões de km3. 15 de agosto de 2050 - Distância T-M = 55,96 milhões de km4. 30 de agosto de 2082 - Distância T-M = 55,88 milhões de km5. 03 de agosto de 2097 - Distância T-M = 57,13 milhões de kmVale lembrar que em 2003, no dia 27 de agosto, Marte esteve a 55,76 milhões de km da Terra, a maior aproximação dos últimos 60.000 anos. As grandes aproximações ocorrem quando a oposição de Marte ("alinhamento" SOL-TERRA-MARTE) se dá na época da mínima distância de Marte ao Sol (sua passagem pelo periélio), o que ocorre ao redor do dia 27 de agosto. Essa situação se repete aproximadamente a cada 79 anos: deu-se em 1924, depois em 2003 e a próxima em 2082. Para finalizar informo que em 2007 a oposição de Marte ocorrerá em 24 de dezembro às 16h 40min e a mínima distância Terra-Marte se dará em 18 de dezembro, às 20h 50min e Marte estará a 88 milhões e 170 mil quilômetros de nosso planeta - distância muito superior a que esteve em 2003. Para mais informações consulte meu artigo "PERIODICIDADES DAS OPOSIÇÕES DE MARTE", no link: http://www.uranometrianova.pro.br/astronomia/AA006/opos_marte.htm


Irineu Gomes Varella
Priscila D.C.F. de Oliveira
URANOMETRIA NOVA
Planetário e Escola de Astrofísica de São Paulo

As mulheres na Astronomia

por Ronaldo Rogério de Freitas Mourão

Os registros mais antigos de mulheres voltadas para as práticas astronômicas remontam a 6.000 anos a.C. No entanto, foi necessário esperar pela dinastia do imperador babilônico Sargão I, o Grande (2334-2279), da Acádia para identificar com precisão a primeira astrônoma da história: En-Hedu-Anna, que viveu por volta de 2.300 a.C. Além de ter sido a primeira princesa na história a ocupar o posto de grande sacerdotisa servidora de Nanna – o deus-lua sumeriano –, uma das mais importantes divindades mesopotâmicas, na cidade de Ur. En-Hebu-Anna é freqüentemente identificada como filha do rei Sargão da Acádia; mas, tal atribuição não significa que fosse, de fato, sua descendente. Trata-se, mais provavelmente, de um título honorifico a respeito do qual os historiadores ainda especulam. En-Hedu-Anna é geralmente considerada portadora de enorme erudição. Ela dirigiu os observatórios babilônicos. Lamentavelmente, as tábuas com os seus conhecimentos sobre astronomia desapareceram, só restando os seus poemas. Em conseqüência, ficou mais conhecida como a autora de 42 hinos relativos aos templos acádios em diferentes cidades e três hinos (em sua maioria poemas narrativos). A primeira prova arqueológica de sua existência consiste num disco de alabastro (hoje no Museu da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos), descoberto por Sir Leonard Woolley em 1925. A egípcia Aganike (cerca de 1878 a C.) ficou conhecida pelos seus talentos como filósofa e astrônoma durante o reinado de seu pai Sésostris (século XIX a.C.). Todavia, foi depois da grega Aglaonike ou Aglaonice de Thessalia (século V a.C.), que explicou os eclipses de Lua, que a situação das mulheres astrônomas começou a ser discutida pela sociedade. Segundo Apolônio de Rhodes, Aglaonike viveu na Grécia, onde era considerada uma bruxa em virtude das suas previsões sobre os eclipses. Uma cratera em Vênus foi batizada com seu nome. A situação crítica da mulher alcançou seu paroxismo trágico por ocasião do assassinato da astrônoma, matemática e filósofa Hipátia (370–415 d.C), residente em Alexandria, Egito. Escreveu e comentou sobre as obras de Diofanto, Cláudio Ptolomeu e Apolônio de Perga. Foi reconhecida como a principal mente da escola filosófica neoplatônica de Alexandria. Sua eloqüência, beleza e dotes intelectuais atraíam uma grande quantidade de alunos. Foi convidada a tomar lugar na cadeira que Plotino ocupava na Biblioteca de Alexandria. Inventou o hidrômetro, aparelho que mede a gravidade específica de um líquido, e o astrolábio, aparelho usado para localizar astros no céu. Sobre ela escreveu Sócrates, o Escolástico:
"Havia em Alexandria uma mulher chamada Hipátia, filha do filósofo Theon, que fez tantas realizações em literatura e ciência que ultrapassou todos os filósofos de seu tempo. Tendo progredido na escola de Platão e Plotino, ela explicava os princípios da filosofia a quem a ouvisse, e muitos vinham de longe receber seus ensinamentos." A Vida de Hipátia, em História Eclesiástica."
Hipátia simbolizou o aprendizado e a ciência, que os primeiros cristãos identificaram com o paganismo. Por este motivo foi cruelmente assassinada por uma turba de cristãos fanáticos, formados por monges e seguidores do bispo Cirilo. O único nome que emergiu do período medieval foi a da erudita astrônoma alemã Hildegarda de Bingen (1098-1179). Neste período, as mulheres versadas em astronomia estiveram sempre associadas às bruxas, sendo a maioria delas condenadas e queimadas vivas nas fogueiras. A oposição à atividade feminina na observação astronômica se prolongou até o Renascimento. A partir de 1600, os nomes das mulheres começaram aparecer com regularidade nos anais da astronomia. No entanto, todas viveram à sombra dos homens, pai, irmão ou cônjuge cientistas a quem ajudavam em seus trabalhos, colaboravam na redação, nos cálculos e nas classificações. Em geral, prosseguiram as pesquisas e as tarefas dos seus maridos, depois da morte, completando-as com paciência e precisão. Infelizmente, elas tiveram que lutar para ter acesso aos conhecimentos assim como os seus direitos reconhecidos. Algumas características tidas como femininas - habilidade manual, dedicação, paciência e persistência – ajudaram-nas muito no trabalho científico. É nisso que as mulheres levam vantagens em relação aos homens. No entanto, foi a paixão e a persistência que as salvaram do ostracismo. A astrônoma dinamarquesa Sophie Brahe (1556?-1643) era assistente científica muito silenciosa e brilhante do seu irmão, o astrônomo Tycho Brahe (1546–1601). Sua atividade como astrônoma foi relatada pelo astrônomo francês Pierre Gassendi (1592–1655) em De Tychonis Brahei Vita:Tychonis Brahei Vita: "ela foi uma perita em matemática e astronomia, estudos aos quais se dedicou com grande entusiasmo". A astrônoma silesiana Maria Cunitz (1604-1664), além de tradutora dos trabalhos de Kepler, dedicou-se à melhoria das tábuas astronômicas. Com a obra Urania propitia (Oels-Silesia, 1650), Cunitz conseguiu uma simplificação das Tabuas Rudolphianas de Kepler e ganhou uma enorme reputação na Europa. Alem de aperfeiçoar as efemérides, encontrou uma solução mais elegante para o problema de Kepler. A astrônoma polonesa Elizabeth Hevelius (1646-1693), segunda esposa do astrônomo alemão Johann Hevelius (1611-1687), publicou dois catálogos estelares importantes. Após o falecimento do marido, publicou Firmamentum Sobiescianum (1690), último catalogo e atlas com 56 folhas, realizado com base em observações feitas a olho nu, no qual foram traçadas sete novas constelações até hoje em uso. A astrônoma alemã Maria Margareth Kirch ou Maria Margareth Winckelmann (1670-1720) aprendeu astronomia com o fazendeiro alemão Christoph Arnold (1650-1695), um apaixonado pela pesquisa astronômica que, além de ter descoberto o grande cometa de 1863, observou o trânsito de Mercúrio pelo disco solar em 31 de outubro de 1690. Em 1686, o astrônomo alemão Gottfried Kirch (1693-1710) então viúvo instalou-se na cidade de Leipzig, onde conheceu Maria Margareth com quem se casou. Mais tarde, ela descobriu o cometa de 1702. Caroline Herschel (1750-1848), apaixonada pela astronomia, especializou-se no polimento dos espelhos dos telescópios construídos pelo seu irmão – o famoso músico e astrônomo inglês de origem germânica, William Herschel, descobridor do planeta Urano - para ajudá-lo. Ela também fabricava os tubos dos telescópios em papelão. Trabalhadora incansável, ela descobriu um cometa em 1786, o primeiro dos nove que descobriu em onze anos. Foi a primeira mulher a receber uma remuneração pelos seus trabalhos. A tolerância em relação às astrônomas começou a mudar um pouco com Mary Fairfax Grieg Somerville (1780-1872) – famosa pela tradução para o inglês da obra Traité de mécanique celeste (1799-1825, Tratado de mecânica celeste) do matemático e astrônomo francês Pierre Simon de Laplace,(1749-1827) -, que liderou as primeiras lutas "feministas" de seu tempo, a favor dos direitos das mulheres. É nessa época que surgem as sátiras contra as mulheres, como por exemplo,Les Femmes savantes (As mulheres sábias ,1672) do escritor francês Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière (1622-1673) Até o século XVII, as grandes descobertas eram tratadas através dos tratados científicos. Porém, a partir da revolução científica surgiram as grandes edições de obras com objetivo de popularizar a ciência. Por exemplo, a obra Entretiens sur la pluralité des mondes (A pluralidade dos mundos habitados, 1686) do escritor francês Bernard Le Bouyer de Fontenelle (1657-1757), era dedicada às damas. No século XVIII apareceram as primeiras enciclopédias específicas para as mulheres em ciências naturais e medicina. Assim por exemplo, o astrônomo francês Jérôme de Lalande (1732-1807), em sua Astronomie des Dames (1786) desenvolveu o gênero da literatura científica chamada “para as damas”, na qual incluiu uma breve história sobre as astrônomas. Talvez essa tenha sido a primeira história da ciência, na qual a contribuição das mulheres para a ciência não foi esquecida. Realmente, com o Renascimento e, em seguida, com a Revolução científica, foi o interesse das mulheres pela ciência se generalizou. Muitos são os fatores que intervêm, entre eles o clima no qual se discutia sobre a educação da mulher, que se estendeu por quase 200 anos aproximadamente. Convém recordar que, a partir do século XVI, ocorreu uma mudança com respeito à Idade Média. A opinião clerical ensinava que o ensino das ciências à mulher adicionaria a maldade “à malícia natural que elas tinham”. Acreditavam que isso constituiria uma ameaça à ordem constituída e conduziria a uma displicência das tarefas domésticas e, finalmente, à discórdia nos casamentos. Esse modo de ver conduziu a idéia de que a mulher não estava preparada para os assuntos científicos. Apesar das mulheres demonstrarem, desde a revolução científica, interesse na participação dos estudos de “filosofia natural”, que incluía praticamente todas as ciências excluindo a matemática e a astronomia, quem se dedicava a essas disciplinas eram os “sábios” amadores. Não se empregava o termo “cientista” para designar o profissional até o século XIX. Na segunda metade do século do XIX, nos Estados Unidos, o preconceito contra as mulheres era ainda forte na comunidade científica. Ele só começou a cessar diante do talento e da qualidade do trabalho feminino. De início, as astrônomas dedicaram-se à astronomia de posição, à astrofotografia, à fotometria e, mais tarde, especialmente, à espectroscopia. As mulheres, como Maria Mitchell (1818-1889) começaram a ensinar a astronomia em 1876. Os observatórios, como o de Harvard, começaram a contratar algumas mulheres como Annie Jump Cannon (1863-1941), que teve grande sucesso ao classificar mais de 400.000 estrelas em nove catálogos, sem falar de seus outros trabalhos. Mas foi necessário esperar quase um século para ver as mulheres adquirindo uma quase-paridade econômica e acadêmica com os colegas masculinos. No mundo da astronomia moderna, o casal Shoemaker ocupou um lugar privilegiado. Os seus trabalhos são quase inseparáveis. Eugène Shoemaker (1928-1997) confiou à sua esposa Carolyn Jean Spellman Shoemaker (1929- ), a observação do céu, em particular, a pesquisa de asteróides e cometas. Em 1982, Carolyn descobriu um NEO - Near Earth Object (Objeto próximo à Terra) -, um asteróide assim denominado por passar relativamente perto da Terra. Desde então, a paixão pelos cometas e asteróides não a abandonou. Em onze anos de trabalho, ela identificou 32. O conjunto dos trabalhos realizados por Carolyn e Eugène valeu ao serem recompensados pela NASA o título de "Cientistas do Ano" em 1995. A astrônoma Vera Rubin (1928-) que estudou os movimentos e rotações das galáxias, foi a primeira mulher que conseguiu trabalhar no Observatório do Monte Palomar, Vera Rubin foi também a primeira mulher que conseguiu sucesso ao conciliar sua profissão de astrônoma com suas responsabilidades caseiras. Vera Rubin teve uma mestra excepcional, Margaret Peachery Burbridge (1919- ), pioneira na medida da velocidade de rotação das galáxias. Apaixonada pelos "quasares", Margaret Burbridge formou com seu marido Geoffrey Ronald Burbridge (1925- ) e os amigos William Alfred Fowler (1911-1995) e Fred Hoyle (1915-2001), o Quarteto B2FH, a quem se deve, desde 1964, a idéia de "colapso o núcleo de buraco negro maciço". As últimas descobertas cosmológicas não impediram que os Burbridges se opusessem, por razões estritamente científicas, à idéia do Big Bang. Margaret Burbridge, Vera Rubin e depois dela também, Susan Jocelyn Bell Burnell (1943-) - especializada em astronomia no infravermelho e a quem se deve à descoberta dos pulsares -, foram precedidas por numerosas astrônomas que lhes abriram o caminho. Especializadas nestes “objetos complexos”, elas desenvolveram a espectroscopia. No entanto, como a análise espectral não fosse suficiente para permitir entender a organização das estrelas compreende-se que era necessário também classificá-las, ferramenta essencial da astronomia moderna, a classificação estelar remonta à Antigüidade, com os catálogos de Hiparco e Ptolomeu (c. 120 a.C). O grande desenvolvimento desta ciência deve-se ao astrônomo norte-americano Edward Charles Pickering (1846-1919), diretor do Observatório de Harvard (HCO), que cercou-se de uma equipe feminina – que ficou conhecido como o harém de Pickering –. capaz de realizar tarefas exigentes repetitivas. Entre as mais famosas dentre elas, encontravam-se Williamina Fleming (1857-1911), Antonia Maury (1866-1952) e Annie Cannon (1863-1941), todas as três astrônomas responsáveis pelos novos sistemas de classificação das estrelas utilizados até hoje. Henrietta Swan Leavitt (1868-1921), nomeada por Pickering como chefe do departamento de fotometria estelar e de classificação estelar, foi quem estabeleceu a relação período-luminosidade das Cefeídas. Henrietta Leavitt deveria ter recebido o prêmio de Nobel. Em 1925, quando a Academia das Ciências da Suécia anunciou que iria propor seu nome descobriu-se que ela já havia falecido há quatro anos, pois a sua morte ocorrida em 1921 teve pouca repercussão. A astrônoma Cecília Helena Payne-Gaposchkin (1900-1979), primeira mulher nomeada chefe do departamento de astronomia da Universidade de Harvard, em 1956, dedicou-se à pesquisa das três ou quatro mil estrelas variáveis das Nuvens de Magalhães. Convém lembrar que Vera Rubin teve que esperar anos antes que lhe permitissem, em 1965, observasse ao telescópio de 5 metros do Monte Palomar, porque, aparentemente era proibido que uma mulher fizesse trabalhos de observação. Cecília Payne Gaposhkin (1900-1979), uma das grandes entre todas as astrônomas do século, só alcançou cátedra em Harvard depois de trinta anos de trabalho e ensino. Na América Latina, existe uma quantidade considerável de mulheres na astronomia, cerca de 30 a 40% do total. O mesmo acontece na Espanha, França e Itália. Elas são minorias nos países anglo-saxônicos, onde ainda existe um pouco de discriminação. No Brasil, a primeira astrônoma profissional foi Yeda Veiga Ferraz Pereira (1925-), que trabalhou no Observatório Nacional, na década de 1950. Mais tarde, a partir dos anos 1980, com a criação dos cursos de astronomia na Universidade do Brasil e o maior incentivo à pesquisa astronômica, o número de astrônomas cresceu de maneira notável. Uma delas é Rosaly M.C. Lopes-Gautier que depois de estudar na Inglaterra, atualmente faz parte do programa Galileo de exploração do planeta Júpiter. Astrônoma brasileira Beatriz Barbuy(1950- ), após estagiar no Observatório de Meudon, doutorou-se pela Universidade de Paris, em 1982. Dedica-se à astrofísica estelar, em particular, ao cálculo dos espectros moleculares nas estrelas, no Instituto Astronômico e Geofísico, da Universidade de São Paulo. Em seus estudos das estrelas de fraco teor metálico, com o objetivo de explorar a formação da Via-láctea, fez valiosas contribuições com relação às estrelas do núcleo da nossa Galáxia. Como pesquisadora e professora na USP, teve um importante papel no desenvolvimento da astrofísica no Brasil, assim como na formação de numerosos jovens pesquisadores, alguns deles de reputação internacional. Atualmente é vice-presidente da União Astronômica Internacional. Hoje, muitas mulheres se dedicam às carreiras científicas, mas foram necessários muitos anos de lutas nessa direção. No entanto, ainda permanecem muitos preconceitos que precisam ser combatidos e eliminados. Com a sua persistência, o seu trabalho e a sua preocupação em ultrapassá-los vão se transformar em líderes tão competentes e tão qualificadas quaisquer outros astrônomos. Tão logo essas astrônomas de renome mundial se juntaram ao mundo estelar que as absorveu durante toda a vida, numerosas são as que, hoje novamente, continuam inspecionar a abóbada celeste até os confins do universo interrogando as estrelas para nós. Artigo publicado no site Portal do Astrônomo (www.portaldoastronomo.pt), Lisboa, 28 de março de 2007.

FASES DA LUA

  • Agosto de 2007
    Lua Minguante dia 5 às 18h21min
    Lua Nova dia 12 às 20h04min
    Lua Crescente dia 20 às 20h56min
    Lua Cheia dia 28 às 7h36min´

por Leila Ossola

NOTÍCIAS DO MONOCEROS

.Comemoramos, no dia 15 de julho, os 32 anos de fundação do Observatório Astronômico Monoceros, localizado na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, Brasil.
Fundado em 1975, por José Walter Rangel dos Santos - in memorian – o OAM, que abriga em suas dependências o Planetário Além Paraíba e a Estação Meterológica Nº 083/MG-5ºDISME-INMET, tem ao longo destes anos desenvolvido uma série de projetos, cursos e observações voltados à Astronomia e Ciências Afins.

.Na semana anterior, no dia 7 de julho, tivemos uma noite de observação estelar, seguida de reunião sobre os assuntos que estão sendo programados e desenvolvidos pelo Observatório.

. Em fase de editoração, a obra ''Cadernos de Astronomia'' – Volume I do OAM.

. Aguardem a divulgação dos novos cursos à distância, elaborados pelo OAM .

por Lucimary Vargas

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