segunda-feira, 28 de abril de 2014

Asteroides causam dezenas de explosões de escala nuclear na atmosfera da Terra




Asteroide caiu em Chelyabinsk em 15 de fevereiro de 2013
Foto: Yekaterina Pustynnikova / AP



Asteroide caiu em Chelyabinsk em 15 de fevereiro de 2013 Yekaterina Pustynnikova / AP

VIENA - Somente entre 2000 e 2013, 26 explosões de asteroides de escala nuclear atingiram a atmosfera da Terra. Elas não causaram dano, pois estavam distante, mas o fato de que nenhuma foi prevista ou monitorada por observatórios em solo ou telescópios espaciais mostra como o planeta está vulnerável, alerta um novo relatório da Organização do Tratado de Interdição Completa de Ensaios Nucleares (CTBTO).

O documento do CTBTO - que opera uma rede para detectar explosões de armas nucleares - mostra que algumas das 26 explosões registradas foram mais intensas do que a bomba que destruiu Hiroshima em 1945, e que gerou uma energia equivalente a 16 milhões de toneladas de TNT.


- Apesar de a maioria dos grandes asteroides com potencial para destruir um país ou continente inteiro ter sido detectado, menos de 10 mil dos mais de um milhão de asteroides com o potencial de destruir uma grande área metropolitana foram encontrados por todo o espaço monitorado por observatórios - disse Ed Lu, ex-astronauta e fundador da Fundação B612, um organismo de investigação dedicado a encontrar formas de proteger a Terra de asteroides perigosos, ao “Guardian”.

Últimos impactos
O impacto mais forte dos últimos tempos na Terra aconteceu em 1908, na Sibéria. Com energia equivalente entre 5 e 15 milhões de toneladas, a explosão arrasou uma área de floresta de 770 quilômetros quadrados.

Em fevereiro de 2013, a cidade russa de Chelyabinsk foi alvo de uma explosão de 500 mil toneladas de um asteroide de 18 metros de largura que causou danos por quilômetros e feriu mais de mil pessoas.

A fundação B612 pretende lançar, em 2018, o telescópio Sentinela, que tem como objetivo encontrar asteroides de cerca de 140 metros de largura a uma distância de milhões de quilômetros da Terra. Eles esperam detectar 200 mil asteroides em seu primeiro ano de operação.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Hubble capta imagem de aglomerado formado por mais de 100 mil estrelas

Fotografado pelo Hubble, Messier 5 fica a cerca de 25 mil anos-luz da Terra.
Conjunto é formado por estrelas com idade média de 13 bilhões de anos.

Do G1, em São Paulo

 

Imagem feita pelo telescópio espacial Hubble mostra aglomerado glanular Messier 5 (Foto:  Reuters/Nasa/Hubble Space Telescope ) 
Imagem feita pelo telescópio espacial Hubble mostra aglomerado glanular Messier 5 
(Foto: Reuters/Nasa/Hubble Space Telescope )
 
 
A Nasa divulgou, nesta sexta-feira (25), uma imagem feita pelo telescópio espacial Hubble do aglomerado globular Messier 5 (ou M5). Um aglomerado globular é um antigo conjunto de estrelas, que se dispõem em formato esférico e que estão ligadas entre si pela gravidade.

O Messier 5 reúne mais de 100 mil estrelas em uma área com diâmetro de 165 anos-luz. A uma distância de 25 mil anos-luz da Terra, as estrelas do aglomerado têm, em média, 13 bilhões de anos, segundo a agência espacial americana.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Nasa tira 'foto' do planeta para comemorar o Dia da Terra

Do G1, em São Paulo

 

Imagem mostra as Américas e foi tirada às 8h45 (horário de Brasília) desta terça-feira (Foto: NASA/Divulgação) 
Imagem mostra as Américas e foi tirada às 8h45 (horário de Brasília) desta terça-feira 
(Foto: NASA/Divulgação)
 
 
A agência espacial americana (Nasa) publicou nesta terça-feira (22) uma foto do globo terrestre para celebrar o Dia da Terra. A foto feita pelo satélite NOAA Goes-East capturou a visão das Américas.

A foto foi tirada às 8h45 (horário de Brasília) desta terça-feira e mostra nuvens e frente fria sobre a região de Montreal, no Canadá, chuvas no Noroeste dos Estados Unidos, trovoadas na linha do Equador e uma frente fria subindo do Sul do Brasil para a região Sudeste.

Os satélites GOES fornecem o tipo de monitoramento contínuo necessário para análise de dados intensivos. Descreve uma órbita geoestacionária na qual um satélite está sempre na mesma posição em relação à rotação da Terra. Como resultado, o GOES fornecem uma vigília constante para os "gatilhos" atmosféricos para condições meteorológicas severas, como tornados, inundações repentinas, tempestades de granizo e furacões.
 
Selfie
Para celebrar o Dia da Terra, a agência espacial americana (Nasa) reunirá uma série de "selfies" postadas em redes sociais com a hashtag #GlobalSelfie para dar forma a um inédito mosaico mundial. A agência pede que a foto seja feita segurando uma placa que vai indicar o local onde a foto foi tirada.

No comunicado, a Nasa lembra que, apesar de seus cientistas terem identificado milhares de novos planetas no universo no últimos anos, não há nenhum outro planeta que é estudado mais de perto do que a Terra.

"Com 17 missões de observação da Terra orbitando nosso planeta e várias mais que serão lançadas neste ano, a Nasa estuda a atmosfera terrestre, a terra e os oceanos em toda sua complexidade", destacou um comunicado.

Por isso, pensando em celebrar o Dia da Terra, vai montar uma coleção de autorretratos, os chamados "selfies", para criar um mosaico único das pessoas que habitam nosso planeta.
 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Descoberto o 1º exoplaneta do tamanho da Terra em zona habitável

Kepler-186f orbita estrela anã a cerca de 500 anos-luz da Terra.
Sua distância do astro permite que tenha água em estado líquido.

Do G1, em São Paulo

Ilustração mostra como seria o planeta Kepler-186f (Foto: NASA Ames/SETI Institute/JPL-Caltech) 
Ilustração mostra como seria o planeta Kepler-186f 
(Foto: NASA Ames/SETI Institute/JPL-Caltech)

Cientistas anunciaram a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar de tamanho similar ao da Terra e onde pode existir água em estado líquido, o que, em tese, o torna habitável.

O exoplaneta, denominado Kepler-186f, foi identificado por pesquisadores da Nasa usando o telescópio Kepler, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (17) na revista científica "Science".

"A intensidade e o espectro da radiação do Kepler-186f o colocam na zona estelar habitável, implicando que, se ele tiver uma atmosfera como a da Terra, então uma parte de sua água provavelmente está em forma líquida", diz o estudo. O telescópio Kepler permite identificar planetas em sistemas distantes medindo a quantidade de luz que eles bloqueiam quando passam na frente das estrelas que orbitam, ou seja, o equipamento não "enxerga" o planeta diretamente.

O Kepler-186f, que orbita a estrela anã Kepler-186, fica na constelação do Cisne, a cerca de 500 anos-luz da Terra. Ele é o quinto e mais afastado de um sistema de cinco planetas, todos com tamanho parecido com o da Terra.

"É extremamente difícil detectar e confirmar planetas do tamanho da Terra, e agora que encontramos um, queremos encontrar mais", disse em uma teleconferência Elisa Quintana, pesquisadora do Instituto para a Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI).
 
Descobertas do Kepler
Em fevereiro, a agência espacial americana anunciou que o telescópio Kepler, que orbita a 149,5 milhões de quilômetros da Terra há cinco anos, tinha acrescentado 715 exoplanetas à lista de mil corpos que orbitam estrelas a uma distância que torna possível a existência de água e, portanto, de vida.

A busca de planetas similares à Terra é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial, e embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície.

Ilustração da Nasa mostra comparação entre a Terra e o Kepler-186f (Foto: Nasa) 
Ilustração da Nasa mostra comparação entre a Terra e o Kepler-186f (Foto: Nasa)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Fenômeno da 'Lua de Sangue' é registrado pelo mundo








Um eclipse lunar total, o primeiro desde dezembro de 2011, aconteceu na madrugada de segunda para terça-feira e ficou visível nas Américas do Norte e do Sul e até no Havaí, informou a Nasa.

É durante esse período que a Lua é vista da Terra com uma cor avermelhada causada pela luz do Sol e matizada por sua passagem através da atmosfera terrestre, algo similar à coloração que adquire a luz solar nos crepúsculos.



https://br.noticias.yahoo.com

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Eclipse lunar poderá ser visto a partir das 3h da madrugada desta terça

Satélite ficará avermelhado, na sombra da Terra em relação ao Sol.
Último eclipse total da Lua foi registrado em dezembro de 2011.

Do G1, em São Paulo
 


Na madrugada desta terça-feira (15), se as condições meteorológicas permitirem, será possível observar no Brasil e em todo o continente americano um eclipse lunar, quando a Lua ficará na sombra da Terra em relação ao Sol e ganhará um tom avermelhado, razão pela qual o fenômeno é chamado de "Lua de sangue". No Brasil, esse eclipse total poderá ser visto a partir das 3h da manhã e deve durar 78 minutos. O ponto alto deve acontecer a partir das 4h46 (horário de Brasília), e a visão será melhor nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Os eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes. O último ocorreu no dia 10 de dezembro de 2011. A última vez que aconteceu uma série de quatro eclipses lunares totais foi entre 2003 e 2004, segundo a agência espanhola EFE.

Este será o primeiro de uma série de quatro eclipses lunares que deve ocorrer, aproximadamente, a cada 6 meses e se repetirá apenas sete vezes neste século. O próximo eclipse total está previsto para o dia 8 de outubro. Ainda este ano, também será possível observar dois eclipses do Sol (um em abril e outro em outubro).
Ilustração mosta como ocorre o eclipse lunar (Foto: Reprodução / TV Globo)Ilustração mosta como ocorre o eclipse lunar
(Foto: Reprodução/TV Globo)
 
A agência espacial americana (Nasa) explicou que o eclipse desta terça-feira começará quando a região periférica da Lua ingressar no centro da sombra da Terra, que é de cor âmbar. É durante esse período que o satélite é visto da Terra com uma cor avermelhada, causada pela luz do Sol e matizada por sua passagem pela atmosfera terrestre – algo similar à coloração que a luz solar adquire nos crepúsculos.

Ao longo da história, os eclipses solares e lunares estiveram rodeados de muitas superstições e referências a profecias sobre desastres naturais de grande magnitude.

Veja abaixo os eclipses previstos para 2014:

- 15 de abril: Eclipse total da Lua – visível na parte oeste da África, na parte oeste da
Europa, Américas, Austrália e leste da Ásia
 
- 29 de abril: Eclipse anular do Sol (quando a Lua fica na frente do Sol e se forma um "anel" do Sol em volta da Lua) – visível na Antártica e Austrália
 
- 8 de outubro: Eclipse total da Lua – visível nas Américas, na Austrália e Ásia
 
- 23 de outubro: Eclipse parcial do Sol – visível na maior parte da América do Norte, no México e na Rússia

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Nasa explica luz 'misteriosa' fotografada por Curiosity em Marte

Brilho pode indicar raios cósmicos ou luz solar refletida em uma rocha.
Imagem levou a especulações sobre 'vida extraterrestre'.

Do G1, em São Paulo


'Luz misteriosa' aparece no horizonte de Marte, no canto esquerdo. (Foto: Nasa/Divulgação) 
'Luz misteriosa' aparece no horizonte de Marte, no canto esquerdo superior da imagem 
(Foto: Nasa/Divulgação)
 
Uma imagem de Marte fotografada na semana passada pelo robô Curiosity, da Nasa, levou a especulações entre o público leigo sobre a possibilidade de ela indicar a presença de "vida extraterrestre". O jipe, que pousou em Marte em 2012 com o objetivo de explorar o planeta, registrou um ponto brilhante no horizonte marciano.

Mas a Nasa tratou de explicar, nesta quarta-feira (9), que a captação desse tipo de imagem é muito comum e que pode indicar ou a presença de raios cósmicos ou a luz solar refletindo na superfície de uma rocha.

"Em milhares de imagens que recebemos do Curiosity, vemos algumas com pontos luminosos quase toda semana", diz Justin Maki, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa e líder da equipe que construiu e opera a câmera de navegação do veículo.

Caso o brilho tenha sido provocado pela reflexão da luz do sol, a rocha deveria estar a uma distância de cerca de 160 metros do jipe, segundo estimativa da Nasa. A fotografia foi tirada depois de o veículo chegar a uma região de Marte chamada "Kimberley", uma das áreas a serem exploradas pelo Curiosity.

Ampliação da mesma imagem do Curiosity mostra o foco de luz (Foto: Nasa) 
Ampliação da mesma imagem do Curiosity mostra o foco de luz (Foto: Nasa)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cientistas descobrem oceano em uma das luas de Saturno

Mar de Enceladus tem 10 km de profundidade sob grossa camada de gelo.
Não foi possível determinar se existe alguma forma de vida.

Da Associated Press
 

Ilustração feita pela Nasa mostra simulação do oceano na parte sul de lua de Saturno (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação) 
Ilustração feita pela Nasa mostra simulação do oceano na parte sul de lua de Saturno
(Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)
 
 
Cientistas descobriram um vasto oceano sob a superfície gelada de uma das luas de Saturno, a Enceladus. Pesquisadores italianos e norte-americanos fizeram a descoberta usando a sonda Cassini, da Agência Espacial Americana (Nasa). Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (3). Saturno tem mais de 60 luas orbitando ao seu redor.

Este novo oceano está centrado no polo sul de Enceladus e pode abranger boa parte da lua, que tem 310 milhas de diâmetro. Os dados obtidos não mostram se o oceano se estende até o polo norte da lua de Saturno. Nuvens de vapor de água e gelo foram detectadas pela primeira vez em 2005 na região polar sul.

Segundo Luciano Iess, da Universidade de Ciências de Roma, o mar tem 10 km de profundidade sob grossa espessura de 30 a 40 km de gelo.

Os pesquisadores não conseguiram determinar se o mar abriga alguma forma de vida. Para isso são necessários instrumentos de busca mais sofisticados.



Nuvens de vapor de água foram detectadas na região polar sul (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação) 
Nuvens de vapor de água foram detectadas na região polar sul
 (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Nasa capta poderosa erupção no Sol

Radiação emitida por evento deve chegar à Terra nesta semana, mas não oferece riscos aos humanos.

Da BBC

 
Imagem da erupção divulgada pela Nasa (Foto: Nasa/BBC) 
Imagem da erupção divulgada pela Nasa (Foto: Nasa/BBC)
 
 
Uma poderosa erupção no Sol foi registrada no sábado e gerou uma série de ondas de radiação e vento solar que provavelmente chegarão à Terra, de acordo com o Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, agência espacial dos Estados Unidos.

Estas ondas são chamadas de ejeções de massa coronal (CME, na sigla em Inglês), que ocorrem na camada externa da estrela.

Esta erupção, disse a Nasa, foi classificada como do tipo X1, o que significa que ela está entre as maiores e mais poderosas.


De acordo com o site especializado spaceweather.com, a erupção, um flash de radiação ultravioleta, causou uma perturbação relativamente menor do campo magnético do planeta, conhecida como efeito de 'crochê magnético', que resultou em uma breve interferência nas transmissões de rádio terrestres.

No entanto, a Nasa disse que as erupções solares não podem passar através da atmosfera e afetar fisicamente os seres humanos. As ejeções CME possivelmente chegarão à Terra nesta quarta-feira, mas não terão qualquer impacto sobre o planeta, disseram fontes da Nasa.

De acordo com especialistas, há chances de que mais erupções ocorram nos próximos dias. Há vários tipos de erupções solares, mas as classes M e X são mais notórias porque podem causar tempestades geomagnéticas na Terra.

Os números que são adicionados às letras indicam a força do evento. Para se ter uma idéia, um das erupções mais poderosas do atual ciclo solar de 11 anos ocorreu em 25 de fevereiro e foi uma X4, de acordo com a Nasa.

Galáxia ‘assassina’ se aproxima de nova vítima

  • Nova imagem da NGC 1316 destaca sinais de seu violento passado, enquanto vizinha NGC 1317 permaneceu intacta


Nova imagem divulgada pelo Observatório Europeu do Sul evidencia a interação entre as galáxias NGC 1316 (esquerda) e sua vizinha menor NGC 1317 (direita)
Foto: ESO
Nova imagem divulgada pelo Observatório Europeu do Sul evidencia a interação entre as galáxias NGC 1316 (esquerda) e sua vizinha menor NGC 1317 (direita) ESO
RIO - Uma nova imagem do par de galáxias NGC 1316 e NGC 1317, localizadas a cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra na direção da constelação de Fornax (Fornalha), destaca o violento passado da primeira, com indicações de que a segunda pode se tornar sua próxima “vítima”. Para os astrônomos, as estruturas vistas na NGC 1316, como as longas faixas de poeira próximas de seu centro e uma população incomum de pequenos aglomerados estelares, revelam que ela já “engoliu” várias outras galáxias, o que lhe valeu o apelido de “galáxia assassina”.
Enquanto isso, a vizinha NGC 1317, uma pequena galáxia em formato espiral similar ao da Via Láctea, parece ter levado uma vida tranquila – até agora. Mas as longas e tênues “caudas” que podem ser vistas partindo da NGC 1316 - formadas por estrelas lançadas no espaço intergaláctico - sugerem que a interação gravitacional entre os dois objetos está ficando mais forte. Assim, os astrônomos esperam que em algum momento no futuro a NGC 1317 também acabe sendo engolida pela galáxia maior, em um processo que pode levar bilhões de anos para ser concluído.

A imagem do par de galáxias foi produzida a partir de novas observações com o telescópio de La Silla, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), no Chile, combinadas com imagens de arquivo da instituição com o objetivo de evidenciar a interação entre os dois objetos. Como bônus, ela ainda traz um vislumbre de regiões muito mais distantes do Universo, já que a maior parte dos nebulosos objetos vistos ao fundo na verdade são outras galáxias a bilhões de anos-luz da Terra.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/galaxia-assassina-se-aproxima-de-nova-vitima-12060850#ixzz2xk0CO6wI

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