quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Rússia diz que fragmentos de satélite da Nasa cairão em mar na Oceania

Da Agência EFE -   A Rússia anunciou nesta quarta-feira (21) que os fragmentos do satélite norte-americano UARS, que deixou de funcionar em 2005, vão cair na próxima sexta-feira no mar de Papua Nova Guiné.

"De acordo com dados que reunimos nesta manhã, a área de queda se encontra a 90 quilômetros ao noroeste de Port Moresby, no Mar de Coral. O tempo calculado é às 00h05 no horário de Moscou (17h05 em Brasília)", disse o porta-voz do Ministério da Defesa russo Alexei Zolotujin.
Na segunda-feira, os especialistas de um centro de controle do espaço aéreo das Forças Espaciais da Rússia anunciaram que a queda dos fragmentos era esperada para 23 de setembro no Oceano Índico.
O satélite de seis toneladas foi desenhado para medir as mudanças atmosféricas e os efeitos da poluição. Em 1991, ele foi transportado pelo ônibus espacial Discovery.

Os cientistas da Nasa calculam que o satélite vai ser desintegrado ao penetrar na atmosfera. Eles afirmam que embora nem todas as peças sejam desfeitas, a probabilidade de algumas delas atingir uma pessoa é extremamente pequena.

Satélite UARS, levado ao céu em 1991, foi desativado em 2005 pela Nasa.
  (Foto: Nasa / via AP Photo)

Telescópio da Nasa permite estudos mais preciso de buraco negro

Do G1, em São Paulo - Dados obtidos pelo Wise, um telescópio espacial da Nasa que usa raios infravermelhos para observar o universo, possibilitaram uma nova pesquisa sobre um buraco negro, o GX 339-4, que fica a mais de 20 mil anos-luz da Terra.    O fenômeno já foi estudado anteriormente por outros cientistas, mas ainda não se sabe detalhes sobre ele. Na base do buraco negro, de onde saem os raios mais brilhantes, é difícil fazer as medições.

“Imagine como seria se nosso Sol tivesse estouros repentinos e aleatórios, ficando três vezes mais brilhante em questão de horas e apagando de novo. É o tipo de comportamento que vemos nesses jatos”, disse Poshak Gandhi, da Jaxa, agência espacial japonesa, autor do estudo.

“Com a visão infravermelha do Wise, conseguimos focar em regiões internas, perto da base do jato do buraco negro de massa estelar pela primeira vez”, completou Gandhi.


Ilustração mostra como os cientistas imaginam que seja a aparência do buraco negro GX 339-4
 (Foto: Nasa)

Fragmentos de satélite podem cair no México

Cidade do México - Fragmentos de um satélite desativado da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa, na sigla em inglês) podem cair esta semana em território mexicano, afirmam especialistas.

A conclusão foi tomada a partir de cálculos feitos por membros da Sociedade Astronômica Urânia do México com dados da Nasa a respeito da trajetória do Uars (Satélite de Pesquisas da Atmosfera Superior, na sigla em inglês) sobre o país.

O objeto espacial deve se desintegrar entre os dias 22 e 24 deste mês, quando estiver passando pelo México. Os cientistas, no entanto, descartam que o evento represente "um grave risco" para a população local.

Segundo eles, "a probabilidade de causar danos materiais ou físicos" é mínima enquanto a chance de alcançar uma pessoa é de uma em 3.200, conforme os cálculos da Nasa.

O satélite de cerca de 5 toneladas irá se fragmentar ao entrar em contato com a atmosfera terrestre e apenas pouco mais de 10%, cerca de 580 quilogramas, devem se chocar com a superfície do planeta

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Asteroide suspeito não poderia ter causado extinção dos dinossauros

Teoria que indicava asteroides da família Baptistina foi desmentida.   Meteoro atingiu a Terra há 65 milhões de anos.

Do G1, em São Paulo -  Dados obtidos pelo telescópio espacial Wise, da Nasa, coloca em dúvida a origem do meteoro que caiu na Terra há 65 milhões de anos e encerrou a era dos dinossauros.
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Em 2007, um estudo apontou que o que atingiu a Terra foi um fragmento de um asteroide gigante chamado Baptistina. De acordo com essa teoria, o Baptistina se chocou com outro asteroide no cinturão que fica entre Marte e Júpiter há cerca de 160 milhões de anos, espalhando pelo Sistema Solar detritos do tamanho de montanhas.
Porém, os novos dados obtidos pelo Wise, que usa raios infravermelhos, jogaram a teoria por água abaixo. A sonda observou mais de mil asteroides da família Baptistina – fragmentos de um único corpo original.
Na análise, os cientistas chegaram à conclusão de que a ruptura do Baptistina aconteceu há 80 milhões de anos – metade do que se imaginava. Não haveria, portanto, tempo suficiente para que um desses fragmentos chegasse à Terra a tempo de extinguir os dinossauros.
O cálculo foi possível porque o tamanho e a reflexibilidade dos asteroides indicam o tempo que eles levaram para alcançar as atuais posições. As informações obtidas pelos raios infravermelhos são mais precisas do que as do espectro visível, por isso a evidência pode ser considerada definitiva.


Ilustração retrata o momento em que um asteroide se despedaça no espaço
  (Foto: Nasa / JPL-Caltech)

Satélite desativado deve cair na Terra na próxima sexta (23)

Da Reuters -  Um satélite científico desativado da Nasa deve cair na Terra na próxima sexta-feira (23), espalhando detritos em algum ponto imprevisível do planeta, segundo cientistas da agência espacial norte-americana.

O Uars (Satélite de Pesquisas da Atmosfera Superior, na sigla em inglês) pesa 6,5 toneladas e foi colocado em órbita por um ônibus espacial em 1991. Ele funcionou durante 14 anos, fazendo medições do ozônio e de outras substâncias químicas da atmosfera.
Desde que completou sua missão, em 2005, o Uars vem lentamente perdendo altitude, por causa da gravidade terrestre. Na sexta-feira, a peça de 10,6 m de comprimento e 4,5 m de diâmetro deve mergulhar na atmosfera, segundo o site da Nasa.
A maior parte do equipamento acabará sendo incinerada na queda, mas os cientistas preveem que até 26 peças, com um peso total de 500 kg, poderão resistir ao atrito e cair em algum lugar do planeta.
A órbita do satélite sobrevoa a maior parte do planeta, desde o norte do Canadá até o extremo sul da América do Sul.
A Nasa disse haver 1 chance em 3,2 mil de que uma peça do Uars atinja uma pessoa. O mais provável é que os destroços caiam no mar ou em terras desabitadas.


Ilustração divulgada pela Nasa do Uars, satélite que deve cair de volta na Terra
(Foto: Nasa)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sonda da Nasa fotografa face sul do asteroide Vesta

Do G1, com informações da Reuters - Uma imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) mostra o asteroide Vesta nas câmeras da espaçonave Dawn.
A foto mostra a face sul do asteroide. Os cientistas discutem se a estrutura circular que aparece na maior parte da imagem foi criada ou não a partir de uma colisão com outro corpo no espaço.
O asteroide estava a uma distância de 2,7 mil quilômetros de distância quando a imagem foi feita. A definição da foto é de 260 metros por pixel.


Face sul do asteroide Vesta é fotografa pela espaçonave Dawn
(Foto: Nasa / Reuters / Divulgação)

Estudo mostra que galáxias não precisam colidir para gerar estrelas

Do G1, em São Paulo -  O trabalho do Observatório Herschel, instrumento espacial usado em detectar ondas infravermelhas, permitiu que astrônomos descobrissem que nem sempre a colisão entre galáxias é o principal motivo para uma região poder servir como um berçário de estrelas.
O equipamento vasculhou uma área equivalente a dois terços de uma lua cheia. Nesta faixa, o Herschel já encontrou mais de mil galáxias, com idades tão distinstas que cobrem 80% da história total do universo, atualmente estimada em 13,7 bilhões de anos desde o Big Bang.
A vantagem do Herschel está em poder "enxergar" luz em frequência infravermelha, o que expande as possibilidades de estudo sobre como as estrelas se formaram.
É consenso entre os astrônomos que a máxima "produção" de estrelas aconteceu há 10 bilhões de anos, quando o Universo ainda era jovem e algumas galáxias geravam de 10 até 100 vezes mais estrelas do que a Via Láctea atualmente.
Nas galáxias mais próximas da Terra, picos altos de formação de estrelas são raros e ocorrem normalmente em regiões onde duas galáxias colidiram. Mas esse não é o padrão para galáxias muito distantes, que só conseguem ser detectadas por meio da radiação infravermelha. Quanto mais afastadas estão, mais antiga é a imagem das regiões observadas.
Ao analisar os dados do observatório espacial - operado pela agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) - os astrônomos concluíram que a presença de gás em quantidade suficiente é mais relevante do que a colisão entre as galáxias para gerar muitas estrelas.



Filamentos de gás fornecem material para a galáxia continuar a produzir estrelas.
(Crédito: ESA)

Soyuz aterrissa no Cazaquistão com 3 tripulantes

Do G1, com agências internacionais * A nave russa Soyuz TMA-21, com três tripulantes a bordo, aterrissou com sucesso, nesta sexta-feira (16), nas estepes do Cazaquistão, informou o Centro do Controle de Voos (CCVE) da Rússia.



A nave russa Soyuz TMA-21, com três tripulantes a bordo, aterrissou com sucesso, nesta sexta-feira (16), nas estepes do Cazaquistão, informou o Centro do Controle de Voos (CCVE) da Rússia. (Foto: Sergei Ilnitsky / Pool / AP Photo)

O módulo, que trouxe de volta da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) os cosmonautas russos Aleksandr Samokutiáyev e Andrei Borisenko e o astronauta americano Rolamd Garan, aterrissou a 1h de Brasília.
O retorno da Soyuz TMA-21 estava previsto inicialmente para o último dia 8, mas foi adiado devido ao fracasso do lançamento do cargueiro russo Progress M-12M, que caiu em 24 de agosto.


O módulo trouxe de volta da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) os cosmonautas russos Aleksandr Samokutiáyev e Andrei Borisenko e o astronauta americano Rolamd Garan. (Foto: Sergei Ilnitsky / Pool / AP Photo)

Atualmente estão na ISS apenas três tripulantes: o americano Mike Fossum, o russo Sergei Volkov e o japonês Satoshi Furukawa.
(*) Com informações das agências de notícias Efe, Frnace Presse e Reuters

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Un pianeta con due soli, come in Guerre Stellari

Il pianeta con due soli osservato direttamente (fonte: NASA/JPL-Caltech


Come in Guerre Stellari, esiste davvero un pianeta con due soli, come Tatooine. Lo ha visto il cacciatore di pianeti della Nasa, il telescopio spaziale Kepler, e questo mondo alieno si trova solamente a 200 anni luce dalla Terra. Il risultato è annunciato su Science da un gruppo di ricerca coordinato dall'americano Laurance Doyle, del Seti Institute.

Chiamato Kepler-16b, è il primo pianeta che orbita intorno a due stelle ad essere osservato direttamente e dimostra quanto possano essere diversi i pianeti della Via Lattea.

Sebbene si sospettasse da tempo l'esistenza di pianeti che orbitano intorno a due astri, è la prima volta che uno di questi viene visto mentre transita davanti alle sue stelle. ''E' il primo esempio, confermato senza ambiguità, di un pianeta circumbinario, cioe' di un pianeta che orbita intorno a due stelle'', ha osservato uno degli autori, Josh Carter, del Centro per l'Astrofisica Harvard-Smithsonian. ''Ancora una volta - ha aggiunto - scopriamo che il nostro Sistema Solare è solo un esempio della varietà di sistemi planetari che la natura può creare''.

Distante 200 anni luce dalla Terra, il pianeta e' stato scoperto monitorando la brillantezza di 155.000 stelle ed è stato sorpreso mentre transitava davanti ai suoi soli, eclissandoli parzialmente. Il sospetto che il sistema potesse ospitare il pianeta è venuto dallo studio della brillantezza delle due stelle: gli astronomi hanno notato che la luminosità di queste si indeboliva a intervalli irregolari, anche quando nessuna delle due eclissava l'altra. I ricercatori sono cosi' andati a caccia di un terzo corpo celeste, che potesse causare il fenomeno transitando davanti a entrambe le stelle.

Il pianeta Kepler-16b è un gigante gassoso grande quanto Saturno, anche se più denso e non si pensa possa ospitare forme di vita. Questo mondo extrasolare simile al Tatooine della saga di Guerre Stellari impiega 229 giorni per orbitare intorno alle due stelle, dalle quali dista circa 100 milioni di chilometri: una distanza confrontabile a quella che separa Venere e il Sole. Le stelle del sistema che ospita il pianeta appartengono a un sistema binario e sono entrambe più piccole e fredde del Sole, con una massa, rispettivamente, pari al 20% e al 69% della massa della nostra stella. Per questa ragione la superficie del pianeta dovrebbe essere molto fredda, si calcola sia compresa fra -73 e -100 gradi. Secondo i ricercatori il pianeta si sarebbe formato nello stesso disco di polveri e gas dal quale sono nate le due stelle.


Nasa acha planeta ao redor de 2 sóis como no filme 'Guerra nas Estrelas'

Do G1, em São Paulo -   Um planeta descoberto pela missão Kepler, da agência espacial norte-americana (Nasa), gira ao redor de dois 'sóis', assim como Tatooine, o mundo imaginário que serve de cenário para muitas passagens da série "Guerra nas Estrelas". A descoberta foi descrita na edição desta semana da revista "Science".

O par de estrelas está a 200 anos-luz de distância da Terra. O planeta que as orbita se chama Kepler 16b. Trata-se de um lugar frio e gasoso, muito diferente da versão cinematográfica. As condições extremas do planeta impedem o desenvolvimento da vida, segundo os astrônomos.

Segundo o artigo, o planeta tem um terço da massa de Júpiter. O raio de Kepler 16b é cerca de um quarto menor do que o do maior planeta do Sistema Solar. Com esse tamanho e massa, a versão "real" de Tatooine teria um formato parecido com o de Saturno.

Ilustração mostra como seria o planeta Kepler 16b, com dois sóis ao fundo.
(Foto: David A. Aguilar / Centro de Astronomia Harvard-Smithsonian)

O astro está a 104,6 milhões de quilômetros e completa uma volta ao redor do par de estrelas a cada 229 dias. As estrelas são menores que o Sol, o que deixa a temperatura de Kepler 16b entre -101 e -73 graus Celsius.
A descoberta do planeta aconteceu quando o astro ficou entre as estrelas e os observadores na Terra - fenômeno que faz a luz das estrelas ser ofuscada. A detecção foi complicada pois as estrelas também se movimetavam e ficavam uma à frente da outra, como se estivessem gerando "eclipses" contínuos.
As estrelas giram uma ao redor da outra a cada 41 dias e estão afastadas por "apenas" 33,8 milhões de quilômetros.
A missão Kepler foi lançada em 2010 com o objetivo de detectar planetas fora do Sistema Solar - principalmente mundos que possam reunir condições para o desenvolvimento da vida. Até agora, o projeto já chegou a detectar até sistemas planetários inteiros, além de centenas de "candidatos" a planetas.

Tatooine é um dos mundos onde acontecem as ações da série 'Guerra nas Estrelas'.
 (Foto: Divulgação)

Nasa anuncia projeto para criar foguete espacial gigante

Imagem mostra como seria um lançamento do novo sistema da Nasa. (Foto: Nasa)

Da Reuters - A Nasa anunciou planos para a construção de um foguete espacial gigante destinado a levar astronautas à Lua, Marte e outros destinos além da Estação Espacial Internacional, disseram autoridades nesta quarta-feira (14).
O projeto custará US$ 10 bilhões até 2017, para quando está marcado o primeiro voo de teste do Sistema de Lançamento Espacial a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
Outros US$ 6 bilhões serão reservados para a construção da cápsula espacial para tripulantes Orion, vestígio do extinto projeto Constellation, de exploração da Lua, cancelado pelo governo do presidente Barack Obama. A Nasa gastou US$ 5 bilhões no Orion.
Além disso, serão gastos US$ 2 bilhões para reformar a base espacial da Nasa na Flórida a fim de acomodar o novo foguete.
O foguete novo é baseado nos motores de hidrogênio líquido e de oxigênio líquido e tanques de combustíveis do ônibus espacial, acoplado inicialmente com foguetes propulsores de combustível sólido mais modernos, que também foram desenvolvidos como parte do Constellation.
A Nasa planeja uma concorrência que poderá substituir os foguetes propulsores da Alliant Techsystems Inc por foguetes com combustível líquido.
O anúncio segue-se a uma contenda de um ano com o Congresso sobre o custo do projeto, sua amplitude e os parâmetros técnicos. O governo Obama não divulgou seus planos até obter uma estimativa de custo independente para o Sistema de Lançamento Espacial.
'Ficamos frustrados pelos adiamentos', disse a senadora republicana Kay Bailey Hutchison, do Texas, que integra o comitê de supervisão da Nasa.
"Os números estão dentro dos níveis autorizados, agora estamos avançando como um time pela América."
Comparado ao agora aposentado ônibus espacial - capaz de transportar cerca de 22,5 mil quilos em uma órbita a 480 quilômetros da Terra, o novo foguete será projetado para levar até 63 mil quilos de carga.

Telescópio Hubble revela 'anel' ao redor de supernova


Anel ao redor da estrela brilha por conta a ação de raios X na região. (Foto: Nasa)

Do G1 em São Paulo - Uma imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) mostra um anel de gás e poeira ao redor de uma estrela que explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias satélites da Via Láctea.
O fenômeno - conhecido como supernova - marca a "morte" da estrela e foi detectado por astrônomos na Terra apenas em fevereiro de 1987, após a luz emitida pela explosão ter chegado ao nosso planeta para poder ser identificada.
Nomeada Supernova 1987A, esta foi a explosão estelar mais próxima do Sistema Solar a ser testemunhada nos últimos 400 anos. Por estar "próxima" da Terra - em termos astronômicos -, a evolução do fenômeno pode ser estudada com detalhes.
A imagem captada pelo Telescópio Espacial Hubble mostra como os restos da estrela voltaram a brilhar, após um período de luz mais opaca. Segundo os astrônomos, isso significa que uma outra fonte de energia está iluminando o local.
A ação dos restos da estrela no anel que a cerca provocam a emissão de raios X, que podem ser detectados por um outro instrumento no espaço, o Observatório Chandra de Raios X. Com a presença dos raios X, ondas de calor surgem e fazem o material brilhar em luz visível. A luz visível pode ser detectada pelo Hubble, que mantém registros frequentes da estrela desde 1990.

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