Roma - La montagna che si trova nel Polo Sud dell'asteroide Vesta e' all'origine dei tanti meteoriti che raggiungono la Terra. Lo testimoniano i dati piu' recenti raccolti dalla sonda Dawn della Nasa, secondo i quali l'impatto con un altro asteroide avrebbe prodotto l'enorme montagna, la seconda del sistema solare, sollevando anche una grande quantita' di frammenti. I dati sono stati ottenuti anche grazie allo strumento italiano Vir a bordo della Dawn, nato dalla collaborazione fra Asi e Inaf.quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Su Vesta la montagna madre dei meteoriti
Roma - La montagna che si trova nel Polo Sud dell'asteroide Vesta e' all'origine dei tanti meteoriti che raggiungono la Terra. Lo testimoniano i dati piu' recenti raccolti dalla sonda Dawn della Nasa, secondo i quali l'impatto con un altro asteroide avrebbe prodotto l'enorme montagna, la seconda del sistema solare, sollevando anche una grande quantita' di frammenti. I dati sono stati ottenuti anche grazie allo strumento italiano Vir a bordo della Dawn, nato dalla collaborazione fra Asi e Inaf.Observatório Europeu do Sul divulga imagem inédita da Nebulosa Ômega
Do G! em SP - O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), grupo composto por 14 países europeus e o Brasil, divulgou nesta quarta-feira (4) uma imagem inédita da Nebulosa Ômega. Ela foi obtida por um equipamento que fica no Deserto do Atacama, no Chile conhecido como Very Large Telescope (VLT), que significa literalmente “telescópio muito grande” em inglês.
A Nebulosa Ômega – também conhecida como Cisne, Lagosta ou Cabeça de Cavalo – fica a entre 5 mil e 6 mil anos-luz da Terra. É uma região em que se formam estrelas de grande massa – uma das mais jovens e ativas regiões desse tipo na Via Láctea.
Na imagem, os pontos brilhantes em tons branco-azulados são as estrelas mais jovens. Os tons avermelhados são do hidrogênio, que brilha devido à radiação emitida pelas estrelas. As manchas escuras são poeira cósmica.
Núcleo da Nebulosa Ômega (Foto: VLT/ESO)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Cientistas descobrem tipo de rocha com origem extraterrestre
Pesquisadores descobriram na Península de Kamchatka, extremo leste da Rússia, um tipo de rocha do qual não havia nenhum registro anterior na natureza -- um tipo de "quasicristal" com origem de fora do planeta da Terra.
Os "quasicristais" se diferenciam dos cristais na forma com que seus átomos estão combinados. Em 2011, o físico israelense Daniel Schechtman ganhou o Nobel de química por tê-los descoberto.
Na maior parte das vezes, o quasicristal é um material artificial, criado pelo homem. É por isso que o material encontrado na Rússia chama a atenção. A análise dos fragmentos encontrou características normalmente encontradas em meteoritos.
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O grupo de Luca Bindi, da Universidade dos Estudos de Florença, na Itália, concluiu que a rocha estava em um meteorito originado nos primórdios do Sistema Solar, 4,5 bilhões de anos atrás. Com isso, os cientistas afirmam que os quasicristais podem ser formados nas condições de temperatura e pressão do espaço sideral e podem se manter estáveis ao longo dos tempos.
O estudo foi publicado na edição desta segunda-feira (2) da revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)".
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Fotógrafo amador capta estrela cadente com câmera digital
Do G1 em SP - O fotógrafo amador americano Bret Webster, de 51 anos, captou uma estrela cadente em apenas um clique, numa imagem que parece ter sido feita pelo Telescópio Hubble, da Nasa
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Estrela cadente é captada por fotógrafo amador com uso de câmera digital
(Foto: Daily Mail/Reprodução)
Webster trabalhou por 27 anos como engenheiro de foguetes e mantém esse hobby há apenas 3. Ele tirou outras fotos do céu noturno no Parque Estadual do Vale do Goblin, no estado de Utah. Clicadas com a ajuda de um tripé e lentes rápidas, as imagens mostram várias regiões da Via Láctea.
Para registrar esse cenário, o americano precisou enfrentar temperaturas de até 12º C negativos e caminhar por horas a quase 2 mil metros de altura.
Na parte inferior da foto acima, há colunas de rocha avermelhadas que se formaram ao longo de milhões de anos pela erosão do vento e pela chuva.
O fotógrafo diz que também gosta de captar paisagens dos parques nacionais dos Arcos e de Canyonlands, ambos em Utah.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Pioggia di meteore con nuovo anno
Roma - Il cielo festeggia l'arrivo del nuovo anno offrendo una spettacolare pioggia di stelle cadenti che culminera' il prossimo 4 gennaio.Anche nel resto del mese non mancheranno le occasioni per sognare con il naso all'insu', grazie alla presenza di molte stelle e di tutti i pianeti osservabili a occhio nudo, con la Luna a fare da guida nel buio.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
China diz que vai pousar veículo na Lua dentro de cinco anos
Do G1 com informações da EFE e Reuters - O Governo da China confirmou nesta quinta-feira (29) que em menos de cinco anos levará pela primeira vez um veículo não-tripulado à superfície da Lua. Seria o primeiro passo para que, mais adiante, seus astronautas pisem o satélite e o país siga os passos dos Estados Unidos e da Rússia no caminho para ser tornar uma nova superpotência espacial.
O objetivo foi fixado no "Livro Branco sobre as Atividades Espaciais de 2011", um documento do Executivo chinês apresentado nesta quinta. No texto, o Governo estabelece outras metas da corrida espacial chinesa durante o Plano Quinquenal do período 2011-2015.
Foguete lançador chinês, em imagem de setembro (Foto: AFP)
Dessa forma, indica que o programa lunar será centrado em desenvolver com sucesso uma tecnologia que mais tarde permita levar astronautas ao satélite. A China já conseguiu que dois de seus satélites ('Chang'e' 1 e 2) chegassem até a órbita lunar, em 2007 e 2010. Essas sondas, no entanto, só recolheram informações fotográficas do satélite e estavam programadas para retornar à Terra em seguida.
Não há data fixa para a chegada do satélite terrestre dos primeiros 'taikonautas' (apelido dado aos astronautas chineses, já que espaço em mandarim é "taikong"). Levando em conta que a China parece dividir este programa em fases de cinco anos, este fato histórico poderia ocorrer entre 2020 e 2025, meio século depois dos Estados Unidos, o primeiro país a alcançar essa façanha.
No mesmo anúncio, a China garantiu que aumentará o controle do lixo espacial e dos sistemas de alarme quando esses fragmentos caírem na superfície terrestre.
Uso militar?
Também nesta semana, o país iniciou o funcionamento do sistema Beidou ("bússola", em mandarim), seu sistema de posicionamento alternativo ao GPS americano. A China já lançou 10 satélites Beidou e planeja lançar outros seis até o fim do ano que vem, de acordo com o Escritório Chinês de Gerenciamento de Navegação de Satélites.
Também nesta semana, o país iniciou o funcionamento do sistema Beidou ("bússola", em mandarim), seu sistema de posicionamento alternativo ao GPS americano. A China já lançou 10 satélites Beidou e planeja lançar outros seis até o fim do ano que vem, de acordo com o Escritório Chinês de Gerenciamento de Navegação de Satélites.
Diferentemente das versões civis menos precisas disponíveis ao Exército de Libertação do Povo (ELP, o exército chinês), essa rede dará à China a precisão para guiar mísseis, munições inteligentes e outras armas.
"Isso permitirá um grande salto na capacidade do ELP de realizar ataques de precisão", disse Andrei Chang, analista das forças militares chinesas e editor da revista Kanwa Asian Defence, de Hong Kong.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país asiático, Hong Lei, quis nesta quinta-feira responder a esses temores, assegurando em entrevista coletiva que a China "sempre ressalta que seu objetivo é fazer uso pacífico do espaço, e procura cooperar internacionalmente neste campo".
Em que ponto está a China
O Conselho de Estado insiste no documento que a prospecção espacial "é uma importante parte da estratégia geral de desenvolvimento da nação" para meia década 2011-2015, no qual a China procura seguir ascendendo em seu caminho a ser um país desenvolvido, com a inovação tecnológica como prioridade.
O Conselho de Estado insiste no documento que a prospecção espacial "é uma importante parte da estratégia geral de desenvolvimento da nação" para meia década 2011-2015, no qual a China procura seguir ascendendo em seu caminho a ser um país desenvolvido, com a inovação tecnológica como prioridade.
China lançou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003 e desde então alcançou outros objetivos, como o primeiro 'passeio' de um de seus cosmonautas fora da nave (2008) e o primeiro acoplamento de dois veículos (no mês passado), passo-chave para sua futura estação espacial permanente.
Para os especialistas, a China ainda está em uma fase muito preliminar no que diz respeito às tecnologias espaciais, comparável aos EUA e a extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) nos anos 60, mas avança de forma mais rápida do que fizeram na época as duas superpotências da Guerra Fria em sua corrida espacial.
Sondas da Nasa chegam à Lua no ano-novo e vão analisar lado oculto
Da EFE - As duas sondas de prospecção espacial da missão Grail (Recuperação da Gravidade e Laboratório Interior, na sigla em inglês) vão frear sua trajetória e chegar no ano-novo à órbita da Lua, de onde devem explorar o interior do satélite, informou nesta quarta-feira (28) a agência espacial americana (Nasa).
"Embora, desde a década de 1970, tenhamos enviado mais de uma centena de missões à Lua, inclusive duas nas quais os astronautas caminharam sobre a superfície, a verdade é que há muitas coisas que não sabemos sobre o nosso satélite", disse em coletiva de imprensa a pesquisadora-chefe do programa Grail, Maria Zuber, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Desenho simula sondas 'gêmeas' da Nasa que vão analisar o lado oculto da Lua (Foto: NASA/JPL-Caltech)
As duas sondas estão viajando rumo à Lua desde o lançamento delas, em setembro. No dia 31, uma das naves gêmeas acionará seus foguetes para diminuir a velocidade, de modo que fique submetida à gravidade da Lua a 56 quilômetros da superfície.
No dia seguinte, a outra sonda fará uma manobra similar, e ambas traçarão um mapa da gravidade do satélite, medindo os efeitos dessa força sobre suas trajetórias orbitais.
"Entre as muitas coisas que não sabemos sobre a Lua é por que o lado oculto é tão diferente do visível", declarou Zuber, referindo-se ao hemisfério que não pode ser visto da Terra.
"A resposta deve estar no interior da Lua", acrescentou a pesquisadora, explicando que a missão de estudo começará em março e deve durar 82 dias, embora os cientistas tenham pedido à Nasa que a estenda até dezembro de 2012.
A missão não está restrita aos cientistas e acadêmicos: cada uma das sondas Grail, impulsionadas por energia solar, está equipada com quatro câmeras que serão operadas por grupos de estudantes do ensino médio. "Mais de 2.100 escolas em todo o país se registraram para o programa", comentou Zuber.
A Nasa qualificou a missão Grail como "uma viagem ao centro da Lua", já que a medição da força da gravidade permitirá a construção de "mapas" sobre o interior do satélite entre cem e mil vezes mais precisos que os obtidos até agora.
Durante a missão, as sondas orbitarão a uma distância, uma da outra, de 200 quilômetros e, segundo os cientistas, as mudanças regionais na gravidade lunar farão com que elas diminuam ou aumentem levemente a velocidade.
Isso, por sua vez, modificará a distância que as separa, e os sinais de rádio transmitidos pelas sondas medirão as variações menores. Dessa forma, os pesquisadores poderão criar mapas do campo de gravidade.
Com esses dados, os cientistas poderão deduzir o que há embaixo da superfície da Lua, com suas montanhas e crateras, e poderiam entender melhor por que o lado oculto dela é mais abrupto que o lado visto da Terra.
Outro dos mistérios que Grail poderia revelar, segundo Zuber, é se a Terra teve em outro tempo uma segunda lua menor. Alguns astrônomos acreditam que algumas das marcas na superfície do satélite são resultado de uma colisão com um satélite menor.
Mais rápida estrela giratória é encontrada em galáxia vizinha
Do G1 em SP - Imagem simula a mais rápida estrela giratória encontrada até hoje. Esse astro maciço, brilhante e jovem é chamado de VFTS 102 e gira a 1,6 milhão de km/h, cem vezes mais rápido que o Sol. Forças centrífugas causadas por essa alta taxa de rotação achataram a estrela nos polos e formaram um disco de plasma quente no meio dela. A VFTS 102, que é mostrada no desenho junto de um planeta hipotético, pode ter incorporado material de uma estrela binária, e essa companheira teria evoluído rapidamente depois e explodido como uma supernova. A estrela giratória fica a 160 mil anos-luz de distância da Terra, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia-satélite da Via Láctea. Foto: NASA, ESA, e G. Bacon (STScI)
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
'Anel de fogo' captado pela Nasa revela galáxia com buraco-negro ativo
Do G1 em SP
Um “anel de fogo” registrado pelo telescópio de raio-X Chandra, da agência espacial americana (Nasa), e divulgado nesta terça-feira (27) mostra a região central da galáxia espiral NGC 4151, localizada a 43 milhões anos-luz de distância da Terra e uma das mais próximas a ter um buraco-negro ativo. Informações de raio-X (em azul) foram combinadas com dados óticos (em amarelo). As bolhas amarelas em volta da elipse vermelha são regiões de formação estelar recente. Já o anel vermelho contém uma mistura de hidrogênio com um material que cai em direção ao centro da galáxia. (Foto: X-ray: NASA/CXC/CfA/J.Wang et al.; Optical: Isaa)
'Berçário' de estrelas é registrado por satélite infravermelho da Nasa
Do G1, em São Paulo - O satélite explorador infravermelho (Wise, na sigla em inglês) da agência espacial americana (Nasa) registrou uma nova imagem da nebulosa Barnard 3 – ou IRAS Ring G159.6-18.5 –, cercada por brilhantes nuvens de poeira verdes e vermelhas. Esse pó interestelar é um “berçário” onde nascem as estrelas.
Nebulosa Barnard 3 é registrada pelo satélite infravermelho Wise, da Nasa
(Foto: NASA/JPL- Caltech/UCLA)
O anel verde é formado por pequenas partículas de poeira quente, cuja composição é muito semelhante ao “smog” (mistura de neblina e fumaça) encontrado na Terra.
Já a nuvem vermelha no centro é provavelmente feita de um pó metálico e mais frio que as regiões vizinhas. A estrela brilhante no meio da nuvem vermelha, chamada de HD 278942, é tão luminosa que, segundo os astrônomos, talvez seja essa a causa do brilho do anel em volta dela.
A região amarelo-esverdeada e brilhante à esquerda do centro da imagem é similar ao anel, embora mais densa. E as estrelas branco-azulada estão localizadas tanto na frente quanto atrás da nebulosa.
Zonas semelhantes à Barnard 3 são encontradas bem próximo da Via Láctea à noite. Essa região, porém, fica um pouco fora dessa faixa, a cerca de 1.000 anos-luz da nossa galáxia, perto da fronteira entre as constelações de Perseu e Touro. Apesar disso, a nuvem ainda é considerada parte da Via Láctea.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Observatório no Chile registra passagem de cometa
Do G1, em São Paulo
Observatório no Chile registra passagem de cometa (Foto: Reuters/G. Blanchard/ESO)
O Observatório do Paranal no Chile divulgou neste domingo fotografias da passagem do cometa Lovejoy pela Terra. As imagens foram feitas na última quinta-feira (22).
O cometa passou a cerca de 140.000 km da superfície do Sol.
Cometa Lovejoy é visto sobre Santiago próximo ao amanhecer
(Foto: REUTERS/Y. Beletski/ESO)
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Astronauta fotografa passagem de cometa vista do espaço
Do G1, em São Paulo
A agência espacial americana (Nasa) divulgou nesta sexta-feira (23) uma fotografia feita da passagem do cometa Lovejoy pela Terra vista do espaço. A imagem foi obtida pelo comandante da estação espacial, o americano Dan Burbank,
Cometa Lovejoy é visto perto do horizonte da Terra em imagem feita do espaço (Foto: Nasa)
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