sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Destaques do mês de Outubro

Destaques do mês de Outubro

 

30 de setembro a 6 de outubro:

 

Belas configurações entre o planeta Vênus e a estrela Regulus (Alpha Leonis), vistas a partir das 4h a és-nordeste (ENE). Observe a olho nu, por binóculo ou por telescópio.

 

4 a 6 de outubro - quinta-feira a sábado:

 

Belas configurações entre os planetas Mercúrio e Saturno, vistas ao anoitecer a oeste (O), com os dois astros muito próximos ao horizonte. Observe por binóculo.

 

9 a 11 de outubro - terça a quinta-feira:

 

Observe o planeta Marte junto às estrelas que formam a cabeça de Scorpius (o Escorpião), ao anoitecer a oés-sudoeste (OSO). Observe a olho nu ou por binóculo.

 

30 de outubro a 10 de novembro:

 

Observe o planeta Mercúrio junto às estrelas que formam a cabeça de Scorpius (o Escorpião), ao anoitecer a oés-sudoeste (OSO), com os astros próximos ao horizonte. Observe por binóculo.

 

 

 

1 de outubro - segunda-feira:

 

Bela configuração entre o planeta Mercúrio e a estrela Spica (Alpha Virginis) vista ao anoitecer a oeste (O), por pouco tempo, com os dois astros muito próximos ao horizonte. Observe por binóculo.

 

1 de outubro - segunda-feira:

 

Observe a Lua junto às estrelas Hamal, Sheratan e Mesartim (Alpha, Beta e Gamma Arietis, respectivamente), que formam a parte principal da constelação de Aries (o Carneiro), a partir das 20h 30min a és-nordeste (ENE). Observe a olho nu ou por binóculo.

 

3 de outubro - quarta-feira:

 

Bela configuração entre a Lua e o aglomerado estelar aberto das Plêiades (M 45), situado na constelação de Taurus (o Touro), vista a partir das 22h a és-nordeste (ENE). Veja a olho nu ou por binóculo.

 

4 de outubro - quinta-feira:

 

Bela configuração entre a Lua e o aglomerado estelar aberto das Híades, situado na constelação de Taurus (o Touro), vista a partir das 22h 25min a és-nordeste (ENE). A partir das 23h Júpiter junta-se à configuração, formando um belo triângulo praticamente equilátero com a Lua e a estrela Aldebaran (Alpha Tauri), situada à direita da Lua. Veja a olho nu ou por binóculo.

 

5 de outubro - sexta-feira:

 

Bela configuração entre a Lua e o planeta Júpiter, vista a és-nordeste (ENE) a partir das 23h 10min. Observe a olho nu ou por binóculo.

 

9 de outubro - terça-feira:

 

Máxima atividade da chuva de meteoros  Draconídea.

 

10 de outubro - quarta-feira:

 

Máxima atividade da chuva de meteoros  Tau-Orionídea.

 

12 de outubro - sexta-feira:

 

Bela configuração entre a Lua, a estrela Regulus (Alpha Leonis), situada à esquerda da Lua, e o planeta Vênus, logo abaixo da Lua, vista a partir das 4h a és-nordeste (ENE). Veja a olho nu ou por binóculo.

 

13 de outubro - sábado:

 

Máxima atividade da chuva de meteoros  Eta-Piscídea.

 

16 de outubro - terça-feira:

 

Bela configuração entre a Lua, o planeta Mercúrio e a estrela Zubenelgenub (Alpha Libræ) vista ao anoitecer, por pouco tempo a oeste (O), com os astros próximos ao horizonte. Observe a olho nu ou por binóculo.

 

18 de outubro - quinta-feira:

 

Bela configuração entre a Lua, o planeta Marte (à esquerda e abaixo da Lua) e a estrela Antares (Alpha scorpii), à esquerda dos dois astros, vista ao anoitecer a oés-sudoeste (OSO). Observe a olho nu ou por binóculo.

 

20 de outubro - sábado:

 

Bela configuração entre o planeta Marte e a estrela Antares (Alpha Scorpii), vista ao anoitecer a oeste (O), à meia-altura em relação ao horizonte. Ares e Antares juntos no céu. Observe a olho nu ou por binóculo.

 

21 de outubro - domingo:

 

Máxima atividade da chuva de meteoros  Orionídea (ou Oriônida).

 

21 de outubro - domingo:

 

Bela configuração entre o planeta Marte e a estrela Antares (Alpha Scorpii), vista ao anoitecer a oeste (O), à meia-altura em relação ao horizonte. Ares e Antares juntos no céu. Observe a olho nu ou por binóculo.

 

25 de outubro - quinta-feira:

 

Conjunção do planeta Saturno (com o Sol). Neste dia, os dois astros nascem e se põem praticamente juntos.

 

26 de outubro - sexta-feira:

 

Elongação máxima leste de Mercúrio (vista ao anoitecer). Neste dia, o planeta se encontra a 24º a leste do Sol. É a melhor época para se observar o "Mensageiro dos Deuses" no período. Observe a olho nu, por binóculo ou por telescópio.

 

31 de outubro - quarta-feira:

 

Observe a Lua na constelação de Taurus (o Touro), entre seus dois aglomerados estelares abertos: Plêiades (M 45), situado à esquerda da Lua, e Híades, à direita da Lua, a partir das 20h 40min a és-nordeste (ENE). Veja a olho nu ou por binóculo.

 

 

1 de novembro - quinta-feira:

 

Conjunção da Lua e o planeta Júpiter, vista a és-nordeste (ENE) a partir das 21h 15min. Observe a olho nu, por binóculo ou por telescópio. IMPERDÍVEL !!!

 


FONTE:  Observatório Céu Austral

 

Visibilidade dos planetas em Outubro

Visibilidade dos planetas em Outubro

 

OBS: posições para a cidade de São Paulo/SP - Brasil


 

MERCÚRIO

 

visibilidade - no início do mês é visto ao anoitecer a oeste (O), próximo ao horizonte; em meados e no final de outubro é observado ao anoitecer a oés-sudoeste (OSO), próximo ao horizonte.

movimentação - em Virgo (a Virgem) até o dia 11; em Libra (a Balança) até o dia 28; em Scorpius (o Escorpião) até o final do mês.

brilho - apresenta uma diminuição, com sua magnitude aparente variando de m = - 0,4 (dia 1) a m = - 0,1 (dia 31); em 15 de outubro, m = - 0,2.

condições de observação  regulares ao longo do período.

coloração - branca.


VÊNUS

 

visibilidade  no início do mês é visto a partir das 4h a és-nordeste (ENE); em meados e no final do período é observado a partir das 4h a leste (E).

movimentação - em Leo (o Leão) até o dia 23; em Virgo (a Virgem) até o final do mês.

brilho - apresenta uma pequena diminuição, com sua magnitude aparente variando de m = - 4,1 (dia 1) a m = - 4,0 (dia 31).

condições de observação - excelentes no início do mês; boas em meados e no final do período.

coloração - levemente azulada.


MARTE

 

visibilidade  visível ao anoitecer, à meia-altura a oeste (O) no início do mês e oés-sudoeste (OSO) em meados e no final de outubro.

movimentação - em Libra (a Balança) até o dia 5; em Scorpius (o Escorpião) até o dia 17; em Ophiuchus (o Serpentário) até o final do mês.

brilho - apresenta-se estável, com magnitude aparente m = + 1,2.

condições de observação - excelentes no início do mês; boas em meados e no final do período.

coloração - avermelhada.


JÚPITER

 

visibilidade - observado a és-nordeste (ENE), a partir das 23h 30min no início do mês, a partir das 22h 20min em meados de outubro e a partir das 21h 20min no final do período.

movimentação - em Taurus (o Touro).

brilho  apresenta um pequeno aumento, com sua magnitude aparente variando de m = - 2,5 (dia 1) a m = - 2,7 (dia 31).

condições de observação - excelentes ao longo de todo o período.

coloração - branca.


SATURNO

 

visibilidade - visível ao anoitecer, próximo ao horizonte oeste (O); a partir do dia 12 torna-se um astro de difícil observação por sua aparente proximidade ao Sol.

movimentação - em Virgo (a Virgem).

brilho – magnitude aparente m = + 0,7 (início do mês).

condições de observação - ruins, no começo do mês.

coloração - amarelada.


URANO

 

atenção - astro observável, preferencialmente, por meio de instrumentos ópticos, com diâmetros superiores a 50mm.

visibilidade - no início do mês é visto ao anoitecer a leste (E), próximo ao horizonte; em meados de outubro é observado ao anoitecer, próximo ao horizonte és-nordeste (ENE); no final do período é visto a és-nordeste (ENE), à meia-altura.

movimentação - em Pisces (os Peixes).

brilho - estável, com magnitude aparente m = + 5,7.

condições de observação - excelentes, ao longo de todo o mês.

coloração - levemente esverdeada.


NETUNO

 

atenção - astro visto por meio de instrumentos ópticos. Recomenda-se, para uma melhor observação, que o diâmetro do telescópio seja superior a 110mm.

visibilidade - no início do mês é visto ao anoitecer a leste (E), à meia-altura; em meados de outubro é observado ao anoitecer, à meia-altura a és-nordeste (ENE); no final do período é visto a nordeste (NE), alto no céu.

movimentação - em Aquarius (o Aquário), nas proximidades de Iota Aquarii (m = + 4,4)

brilho - estável, com magnitude aparente m = + 7,9.

condições de observação - excelentes ao longo de todo o mês.

coloração - levemente azulada.

 


FONTE: Observatório Céu Austral

 

 

 

 

Principais constelações de Outubro - roteiro de observação


Principais constelações de Outubro

roteiro de observação

O céu, este mês, mostra-se característico da estação da primavera, simbolizada no firmamento pela constelação de Pegasus (o Cavalo Alado - Peg). Entretanto, iniciaremos nossa observação com a a constelação de Scorpius (o Escorpião -Sco), símbolo do inverno, que se encontra próxima ao horizonte oés-sudoeste. Junto à cauda de Scorpius situa-se Sagittarius (o Sagitário - Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. Próxima ao horizonte sudoeste localiza-se a constelação de Lupus (o Lobo - Lup).
Ao sul de Scorpius vemos Ara (o Altar - Ara), Apus (a Ave do Paraíso - Aps), Norma (o Esquadro - Nor) e Octans (o Oitante - Oct), onde se encontra a estrela polar do sul. A constelação de Triangulum Australe (o Triângulo Austral - TrA), utilizada para processos noturnos de orientação no campo, encontra-se para os lados do sul-sudoeste. Nessa direção vemos, também, as últimas estrelas de Centaurus (o Centauro - Cen). Ao sul, altas no céu, observamos Pavo (o Pavão -Pav) e Tucana (o Tucano - Tuc).
Junto ao horizonte oeste estão Ophiuchus (o Serpentário - Oph) e parte de Serpens (a Serpente - Ser). Dominando o quadrante noroeste, próxima ao horizonte, está a constelação de Lyra (a Lira - Lyr). A nor-noroeste encontra-se Cygnus (o Cisne - Cyg), que situa-se em plena faixa da Via Lactea. Ao sul de Lyra e Cygnus estão Aquila (a Águia - Aql), Sagitta (a Flecha - Sge) e Delphinus (o Golfinho - Del). Entre Aquila e Cygnus situa-se a pequena constelação de Vulpecula (a Raposinha - Vul).
Capricornus (o Capricórnio - Cap) encontra-se na região mais alta do céu, para os lados do oeste. A sudeste de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus (a Grou - Gru). A leste de Capricornus avistamos a constelação de Piscis Austrinus (o Peixe Austral - PsA).
À meia altura, para os lados do sudeste, notamos as constelações de Phœnix (a Fênix - Phe), Hydrus (a Hidra Macho -Hyi) e as estrelas de Eridanus (o rio Eridano - Eri). Do alto do firmamento em direção ao leste vemos as constelações de Aquarius (o Aquário - Aqr), Pisces (os Peixes - Psc), formadas por estrelas de fraco brilho, e Cetus (a Baleia - Cet).
Para os lados do nordeste, próxima ao horizonte, eleva-se Aries (o Carneiro - Ari). Junto a Aries está a pequenina constelação de Triangulum (o Triângulo - Tri). A nordeste, alta no céu, notamos Pegasus (o Cavalo Alado - Peg), constelação associada às noites amenas da primavera. Andromeda (a Princesa Andromeda - And), eleva-se, também, a nordeste.

resumo extraído de  "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação"
de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:
marcador
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.
marcador
Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

mapa com as principais constelações visíveis neste mês
 Clique para aumentar

Formas de vida extremas podrían sobrevivir en exoplanetas con órbitas excéntricas - Cosmo Noticias

Link to Cosmo Noticias

Formas de vida extremas podrían sobrevivir en exoplanetas con órbitas excéntricas

 

Un hipotético exoplaneta habitable (izquierda), parte de cuya órbita excéntrica se encuentra dentro de la zona habitable (verde). Crédito: NASA/JPL-Caltech.

Los astrónomos han descubierto una verdadera colección de planetas errantes; desde mundos abrasadores con superficies fundidas a glaciales esferas de hielo.

Y mientras la búsqueda  del escurridizo "punto azul" –un planeta con aproximadamente las mismas características que la Tierra- continúa, las nuevas investigaciones revelan que la vida podría ser capaz de sobrevivir en algunas de las muchas rarezas exoplanetarias que existen.

"Cuando hablamos de un planeta habitable, nos referimos a un mundo donde pueda existir el agua líquida", dijo Stephen Kane, científico del Instituto de Ciencias Exoplanetarias de la NASA en el Instituto de Tecnología de California en Pasadena. "Un planeta necesita estar a la distancia adecuada de su estrella; ni demasiado caliente ni demasiado frío". Determinado por el tamaño y la temperatura de la estrella, a este rango de temperatura se conoce frecuentemente como la "zona habitable" alrededor de una estrella.

Kane y su colega Dawn Gelino, también del Instituto de Ciencias Exoplanetarias, han creado una herramienta llamada "Galería de Zonas Habitables" que calcula el tamaño y la distancia de la zona habitable para cada sistema exoplanetario descubierto y muestra qué exoplanetas orbitan en esta región conocida también como "zona Ricitos de Oro". Se puede acceder a la La "Galería de Zonas Habitables" a través de www.hzgallery.org. El estudio que describe la investigación se ha publicado en la revista Astrobiology.

Pero no todos los exoplanetas tienen órbitas similares a la de la Tierra que permanezcan a distancias constantes de sus estrellas. Una de las inesperadas revelaciones de la búsqueda planetaria ha sido que muchos planetas viajan en órbitas muy alargadas y excéntricas cuya distancia varía mucho de sus estrellas.

"Planetas como estos podrían permanecer, aunque no todo el tiempo, en la zona habitable", dijo Kane. "Podrías tener un mundo que se calienta durante breves periodos de tiempo entre largos y fríos inviernos, o puedes tener breves máximos de condiciones de calor extremo".

Aunque planetas como estos serían muy diferentes de la Tierra, no tiene por qué impedirles tener la capacidad de albergar vida extraterrestre. "Los científicos han encontrado en la Tierra formas de vida microscópica que pueden sobrevivir a todo tipo de condiciones extremas", dijo Kane. "Algunos organismos pueden básicamente disminuir su metabolismo a cero para sobrevivir a largos periodos de tiempo en condiciones de frío. Sabemos que otros pueden soportar condiciones de calor muy extremo si tienen una capa protectora de roca o agua. Incluso ha habido estudios con esporas, bacterias y líquenes terrestres, que demuestran que pueden sobrevivir en ambos ambientes duros de la Tierra y en las condiciones extremas del espacio".

La investigación de Kane y Gelino sugiere que la zona habitable alrededor de las estrellas puede ser mayor de lo que se pensaba, y que los planetas que pudieran ser hostiles para la vida humana podrían ser lugares perfectos que los extremófilos, como líquenes y bacterias, sobrevivan. "La vida evolucionó en la Tierra en una etapa muy temprana en el desarrollo del planeta, bajo condiciones mucho más duras que las actuales", dijo Kane.

Kane explicó que muchos mundos de los que alberguen vida pueden no ser planetas después de todo, sino lunas de planetas gigantes gaseosos más grandes, como Júpiter en el Sistema Solar. "Hay muchos planetas gigantes allí fuera, y si son como los planetas gigantes del Sistema Solar todos pueden tener lunas", dijo Kane. "Una luna de un planeta que permanece o pasa algo de tiempo en una zona habitable puede ser habitable por sí misma".

Como ejemplo, Kane mencionó a Titán, la luna más grande de Saturno, que, a pesar de su densa atmósfera, está demasiado lejos del Sol y es demasiado fría para que exista vida como la conocemos en su superficie. "Si movieras a Titán más cerca del Sol, tendría una gran cantidad de vapor de agua y condiciones muy favorables para la vida".

Kane señala rápidamente que hay límites sobre lo que los científicos pueden actualmente determinar sobre la habitabilidad de los exoplanetas ya descubiertos. "Es difícil conocer realmente un planeta cuando no sabes nada sobre su atmósfera", dijo. Por ejemplo, tanto la Tierra como Venus experimentan "efecto invernadero" atmosférico, pero ese efecto desbocado en Venus lo convierte en el lugar más caliente del Sistema Solar. "Sin análogos en nuestro propio sistema solar, es difícil saber con precisión cómo sería una luna habitable o un planeta con una órbita excéntrica".

Sin embargo, la investigación sugiere que la habitabilidad podría existir de muchas formas en nuestra galaxia, no sólo en los planetas similares al nuestro. Kane y Gelino están trabajando para determinar qué exoplanetas de los ya descubiertos pueden ser candidatos a albergar vida extremófila o lunas habitables. "Se están descubriendo muchos planetas gaseosos gigantes con órbitas excéntricas", dijo Kane. "Podríamos encontrar sorpresas ahí fuera cuando empecemos a determinar con exactitud lo que consideramos habitable".

Fuente: JPL


El GTC ofrece nuevos datos del cúmulo de Sigma Orionis - Cosmo Noticias

Link to Cosmo Noticias


El GTC ofrece nuevos datos del cúmulo de Sigma Orionis

 

Las observaciones del GTC han permitido descubrir características desconocidas hasta ahora de estrellas y enanas marrones en el cúmulo estelar de Sigma Orionis. Los datos son de gran calidad a pesar de que algunos registros se tomaron en condiciones meteorológicas no óptimas.

Oeste del Cinturón de Orión, con Sigma Orionis (estrella brillante azulada arriba en el centro). Crédito: Raúl Alcaraz Gómez, Mollet del Vallès, Barcelona & "AstronomíA".

Miembros de la colaboración Consolider-Gran Telescopio Canarias (GTC) han logrado confirmar datos relacionados con las características de diez estrellas de baja masa y enanas marrones gracias a observaciones llevadas a cabo con el instrumento OSIRIS del GTC.

El instrumento obtuvo espectros de baja resolución de estos objetos en el joven cúmulo estelar abierto de Sigma Orionis, cercano a la famosa Nebulosa de la Cabeza de Caballo. Los datos se obtuvieron en diferentes noches de observación durante el mes de marzo de 2012.

En concreto, el trabajo desvela información detallada de siete objetos, como su clasificación espectral o la intensidad de las líneas de litio en absorción, y de hidrógeno y calcio en emisión. El tipo espectral es un indicador de temperatura y masa, mientras que las líneas espectrales son marcadores de juventud extrema y de acreción (caída violenta de material sobre la superficie de la estrella desde un disco que la rodea).

El objetivo de este programa era aprovechar las noches en las que las condiciones no son óptimas para otros programas de observación (como el denominado "seeing" alto o presencia de nubes densas). Se obtuvieron espectros de gran calidad de fuentes variables sin clasificación conocida que fueran relativamente brillantes para un telescopio de tipo 10 metros. Algunos de los espectros obtenidos durante una de las noches de observación fueron captados mientras el resto de telescopios de La Palma no estaban operativos.

Interés por la enana marrón Mayrit

Todas las estrellas y enanas marrones cumplían un requisito: que fueran objetos variables conocidos en el óptico o en rayos X. Algunos de los objetos caracterizados han resultado ser de gran interés para los astrófísicos, como la enana marrón Mayrit 1196092, que posee características que hasta hace poco se creían exclusivas de cierto tipo de estrellas jóvenes y activas llamadas T Tauri.

Este estudio forma parte de dos proyectos: uno es el estudio espectroscópico con OSIRIS/GTC de fuentes variables poco conocidas, y el otro es el proyecto Mayrit, cuyo objetivo es catalogar en detalle todos los cuerpos pertenecientes al cúmulo Sigma Orionis, un auténtico laboratorio de formación estelar.

Todas las estrellas y enanas marrones de este catálogo tienen el nombre Mayrit y un número que indica su posición en el cúmulo. Mayrit es la palabra que evolucionó para dar luego nombre a la ciudad de Madrid.

Pese a los numerosos trabajos llevados a cabo con anterioridad –muchos de ellos realizados por astrónomos españoles–, aún hay docenas de estrellas de baja masa y enanas marrones en Sigma Orionis sin una caracterización espectroscópica detallada. Algunas de ellas pueden incluso estar acretando material o tener discos aún no detectados, discos en los que quizá se estén formando planetas.

Fuente: SINC


Curiosity halla un antiguo lecho de un río en Marte




Noticias Científicas de la NASA

Curiosity, el vehículo explorador de Marte, halló evidencia de que alguna vez un flujo de agua corrió vigorosamente a través del área donde el vehículo explorador todo terreno está desplazándose ahora.

Este es un servicio gratuito.

NASA Mars Curiosity Rover Prepares to Study Martian Soil

 


News release: 2012-312                                                                     Oct. 4, 2012

NASA Mars Curiosity Rover Prepares to Study Martian Soil

The full version of this story with accompanying images is at:
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2012-312&cid=release_2012-312

PASADENA, Calif. -- NASA's Curiosity rover is in a position on Mars where scientists and engineers can begin preparing the rover to take its first scoop of soil for analysis.

Curiosity is the centerpiece of the two-year Mars Science Laboratory mission. The rover's ability to put soil samples into analytical instruments is central to assessing whether its present location on Mars, called Gale Crater, ever offered environmental conditions favorable for microbial life. Mineral analysis can reveal past environmental conditions. Chemical analysis can check for ingredients necessary for life.

"We now have reached an important phase that will get the first solid samples into the analytical instruments in about two weeks," said Mission Manager Michael Watkins of NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif. "Curiosity has been so well-behaved that we have made great progress during the first two months of the mission."

The rover's preparatory operations will involve testing its robotic scooping capabilities to collect and process soil samples. Later, it also will use a hammering drill to collect powdered samples from rocks. To begin preparations for a first scoop, the rover used one of its wheels Wednesday to scuff the soil to expose fresh material.

Next, the rover twice will scoop up some soil, shake it thoroughly inside the sample-processing chambers to scrub the internal surfaces, then discard the sample. Curiosity will scoop and shake a third measure of soil and place it in an observation tray for inspection by cameras mounted on the rover's mast. A portion of the third sample will be delivered to the mineral-identifying chemistry and mineralogy (CheMin) instrument inside the rover. From a fourth scoopful, samples will be delivered to both CheMin and to the sample analysis at Mars (SAM) instrument, which identifies chemical ingredients.

"We're going to take a close look at the particle size distribution in the soil here to be sure it's what we want," said Daniel Limonadi of JPL, lead systems engineer for Curiosity's surface sampling and science system. "We are being very careful with this first time using the scoop on Mars."

The rinse-and-discard cycles serve a quality-assurance purpose similar to a common practice in geochemical laboratory analysis on Earth.

"It is standard to run a split of your sample through first and dump it out, to clean out any residue from a previous sample," said JPL's Joel Hurowitz, a sampling system scientist on the Curiosity team. "We want to be sure the first sample we analyze is unambiguously Martian, so we take these steps to remove any residual material from Earth that might be on the walls of our sample handling system."

Rocknest is the name of the area of soil Curiosity will test and analyze. The rover pulled up to the windblown, sandy and dusty location Oct. 2. The Rocknest patch is about 8 feet by 16 feet (2.5 meters by 5 meters). The area provides plenty of area for scooping several times. Diverse rocks nearby provide targets for investigation with the instruments on Curiosity's mast during the weeks the rover is stationed at Rocknest for this first scooping campaign.

Curiosity's motorized, clamshell-shaped scoop is 1.8 inches (4.5 centimeters) wide, 2.8 inches (7 centimeters) long, and can sample to a depth of about 1.4 inches (3.5 centimeters). It is part of the collection and handling Martian rock analysis (CHIMRA) device on a turret of tools at the end of the rover's arm. CHIMRA also includes a series of chambers and labyrinths for sorting, sieving and portioning samples collected by the scoop or by the arm's percussive drill.

Following the work at Rocknest, the rover team plans to drive Curiosity about 100 yards (about 100 meters) eastward into the Glenelg area and select a rock as the first target for use of its drill.

JPL, a division of the California Institute of Technology, manages the Mars Science Laboratory Project and built Curiosity.

For more about Curiosity, visit: http://www.jpl.nasa.gov/msl , http://www.nasa.gov/msl or http://mars.jpl.nasa.gov/msl .

You can follow the mission on Facebook and Twitter at: http://www.facebook.com/marscuriosity and http://www.twitter.com/marscuriosity .

Guy Webster / D.C. Agle 818-354-5011
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
guy.webster@jpl.nasa.gov / agle@jpl.nasa.gov

Dwayne Brown 202-358-1726
NASA Headquarters, Washington
dwayne.c.brown@nasa.gov


- end -

NASA's Curiosity Rover Checks In on Mars Using Foursquare


 


News release: 2012-310                                                                     Oct. 3, 2012

NASA's Curiosity Rover Checks In on Mars Using Foursquare

The full version of this story with accompanying images is at:
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2012-310&cid=release_2012-310

PASADENA, Calif. -- NASA's Curiosity Mars rover checked in on Mars Wednesday using the mobile application Foursquare. This marks the first check-in on another planet. Users on Foursquare can keep up with Curiosity as the rover checks in at key locations and posts photos and tips, all while exploring the Red Planet.

"NASA is using Foursquare as a tool to share the rover's new locations while exploring Mars," said David Weaver, associate administrator for communications at NASA Headquarters in Washington. "This will help to involve the public with the mission and give them a sense of the rover's travels through Gale Crater."

After landing in Gale Crater last month, Curiosity began a planned 23-month mission that includes some of Mars' most intriguing scientific destinations. Curiosity is roving toward Mount Sharp, a mountain about 3 miles (5 kilometers) tall. The rover is conducting experiments along the way, seeking clues in the rocks and soil that would indicate whether Mars ever was capable of supporting microbial life. It is taking and sharing pictures of the trip.

Back here on Earth, Foursquare users will be able to earn a Curiosity-themed badge on the social media platform for check-ins at locations that generate an interest in science, technology, engineering and mathematics. Available late this year, this new badge will encourage Foursquare users to explore science centers, laboratories and museums that pique scientific curiosity.

NASA has been on Foursquare since 2010 through a strategic partnership with the platform. This partnership, launched with astronaut Doug Wheelock's first-ever check-in from the International Space Station, has allowed users to connect with NASA and enabled them to explore the universe and re-discover Earth.

The partnership launched the NASA Explorer badge for Foursquare users, encouraging them to explore NASA-related locations across the country. It also included the launch of a NASA Foursquare page, where the agency provides official tips and information about the nation's space program.

The Jet Propulsion Laboratory manages the Mars Science Laboratory mission and its Curiosity rover for NASA's Science Mission Directorate in Washington. The rover was designed, developed and assembled at JPL, a division of the California Institute of Technology in Pasadena.

To find out more about Mars Curiosity and NASA on Foursquare, visit: http://www.foursquare.com/MarsCuriosity and http://www.foursquare.com/NASA

For information about NASA's partnership with Foursquare, visit: http://www.nasa.gov/connect/foursquare.html

For more information about NASA's Curiosity mission, visit: http://www.nasa.gov/msl and http://mars.jpl.nasa.gov/msl .

Courtney O'Connor 818-354-2274
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
courtney.oconnor@jpl.nasa.gov

John Yembrick / Jason Townsend 202-358-1584 / 202-358-0359
NASA Headquarters, Washington
john.yembrick@nasa.gov / jason.c.townsend@nasa.gov


- end -

NASA's Infrared Observatory Measures Expansion of Universe

 


News release: 2012-309                                                                     Oct. 3, 2012

NASA's Infrared Observatory Measures Expansion of Universe

The full version of this story with accompanying images is at:
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2012-309&cid=release_2012-309  

PASADENA, Calif. -- Astronomers using NASA's Spitzer Space Telescope have announced the most precise measurement yet of the Hubble constant, or the rate at which our universe is stretching apart.

The Hubble constant is named after the astronomer Edwin P. Hubble, who astonished the world in the 1920s by confirming our universe has been expanding since it exploded into being 13.7 billion years ago. In the late 1990s, astronomers discovered the expansion is accelerating, or speeding up over time. Determining the expansion rate is critical for understanding the age and size of the universe.

Unlike NASA's Hubble Space Telescope, which views the cosmos in visible light, Spitzer took advantage of long-wavelength infrared light to make its new measurement. It improves by a factor of 3 on a similar, seminal study from the Hubble telescope and brings the uncertainty down to 3 percent, a giant leap in accuracy for cosmological measurements. The newly refined value for the Hubble constant is 74.3 plus or minus 2.1 kilometers per second per megaparsec. A megaparsec is roughly 3 million light-years.

"Spitzer is yet again doing science beyond what it was designed to do," said project scientist Michael Werner at NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif. Werner has worked on the mission since its early concept phase more than 30 years ago. "First, Spitzer surprised us with its pioneering ability to study exoplanet atmospheres," said Werner, "and now, in the mission's later years, it has become a valuable cosmology tool."

In addition, the findings were combined with published data from NASA's Wilkinson Microwave Anisotropy Probe to obtain an independent measurement of dark energy, one of the greatest mysteries of our cosmos. Dark energy is thought to be winning a battle against gravity, pulling the fabric of the universe apart. Research based on this acceleration garnered researchers the 2011 Nobel Prize in physics.

"This is a huge puzzle," said the lead author of the new study, Wendy Freedman of the Observatories of the Carnegie Institution for Science in Pasadena. "It's exciting that we were able to use Spitzer to tackle fundamental problems in cosmology: the precise rate at which the universe is expanding at the current time, as well as measuring the amount of dark energy in the universe from another angle." Freedman led the groundbreaking Hubble Space Telescope study that earlier had measured the Hubble constant.

Glenn Wahlgren, Spitzer program scientist at NASA Headquarters in Washington, said infrared vision, which sees through dust to provide better views of variable stars called cepheids, enabled Spitzer to improve on past measurements of the Hubble constant.

"These pulsating stars are vital rungs in what astronomers call the cosmic distance ladder: a set of objects with known distances that, when combined with the speeds at which the objects are moving away from us, reveal the expansion rate of the universe," said Wahlgren.

Cepheids are crucial to the calculations because their distances from Earth can be measured readily. In 1908, Henrietta Leavitt discovered these stars pulse at a rate directly related to their intrinsic brightness.

To visualize why this is important, imagine someone walking away from you while carrying a candle. The farther the candle traveled, the more it would dim. Its apparent brightness would reveal the distance. The same principle applies to cepheids, standard candles in our cosmos. By measuring how bright they appear on the sky, and comparing this to their known brightness as if they were close up, astronomers can calculate their distance from Earth.

Spitzer observed 10 cepheids in our own Milky Way galaxy and 80 in a nearby neighboring galaxy called the Large Magellanic Cloud. Without the cosmic dust blocking their view, the Spitzer research team was able to obtain more precise measurements of the stars' apparent brightness, and thus their distances. These data opened the way for a new and improved estimate of our universe's expansion rate.

"Just over a decade ago, using the words 'precision' and 'cosmology' in the same sentence was not possible, and the size and age of the universe was not known to better than a factor of two," said Freedman. "Now we are talking about accuracies of a few percent. It is quite extraordinary."

The study appears in the Astrophysical Journal. Freedman's co-authors are Barry Madore, Victoria Scowcroft, Chris Burns, Andy Monson, S. Eric Person and Mark Seibert of the Observatories of the Carnegie Institution and Jane Rigby of NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Md.

NASA's Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif., manages the Spitzer Space Telescope mission for NASA's Science Mission Directorate, Washington. Science operations are conducted at the Spitzer Science Center at the California Institute of Technology in Pasadena. Data are archived at the Infrared Science Archive housed at the Infrared Processing and Analysis Center at Caltech. Caltech manages JPL for NASA. For more information about Spitzer, visit http://spitzer.caltech.edu and http://www.nasa.gov/spitzer .

Whitney Clavin 818-354-4673
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
whitney.clavin@jpl.nasa.gov

J.D. Harrington 202-358-5241
Headquarters, Washington
j.d.harrington@nasa.gov


- end -

DATAS IMPORTANTES PARA O MÊS DE OUTUBRO:


DATAS IMPORTANTES PARA O MÊS DE OUTUBRO:




Na foto: Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (Sócio fundador e Presidente de Honra do CARJ) que nos fornece mensalmente essas efemérides.



Dia Evento
1 Às 08h50min, Mercúrio a 1,5º ao norte de Spica.
1 O asteróide 6775 Giorgini, na máxima aproximação da Terra à 1,668UA.
2 O cometa 158P/Kowal-LINEAR, na máxima aproximação da Terra à 3,584UA.
3 Às 05h00min, Vênus a 0,1º ao sul de Regulus.
4 Às 11h00min, Júpiter estacionário.
4 Às 22h00min, Lua no apogeu. Distância à Terra: 405.160km.
5 Às 18h00min, Júpiter a 0,9º ao norte da Lua. (Ocultação).
5 50 anos da ESO.
6 Às 04h00min, Mercúrio 3º ao sul de Saturno.
6 O asteróide 2009 TK, na máxima aproximação da Terra à 0,045UA.
7 Às 02h00min, Ceres 0,9º a norte da Lua.
8 Às 04h33min, Lua em quarto minguante.
11 Às 16h27min, Lua passa por Regulus.
12 Às 16h00min, Vênus a 6º ao norte da Lua.
15 Às 09h02min, Lua nova (novilúnio).
15 Luz cinzenta observável pela manhã e ao anoitecer.
15 O planeta anão 136199 Eris em oposição (distância de 95.542 UA).
16 Às 22h00min, Lua no perigeu. Sua distância da Terra é de 360.672km.
16 Às 23h00min, Mercúrio a 1,3º ao sul da Lua.
17 Objeto do Cinturão de Kuiper 55636 (2002 TX300) em oposição (41,885 UA).
18 Às 10h00min, Marte a 2º ao sul da Lua.
19 O cometa C/2009 S3 (Lemmon), na máxima aproximação da Terra à 5,898UA.
20 Às 03h00min, Marte a 4º ao norte de Antares.
20 Às 11h00min, Plutão a 0,8º ao norte da Lua. (Ocultação).
21 À 00h00min, Início do horário de Verão no Brasil nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no estado da Bahia.
21 Às 04h00min, Vesta estacionário.
21 Máximo de chuva de meteoros Orionídeos, com radiante na constelação de Órion (AR = 96º, D = +15º), que estará ativa de 15 a 29 de outubro. Sua taxa horária é de 30 meteoros, com velocidade de 66km/s. Neste ano, a Lua irá prejudicar parcialmente a sua observação. Os meteoros Orionídeos e os Eta Aquarídeos tem sua origem no cometa de Halley, cujo próximo retorno será em 2062.
22 Às 16h40min, Lua em quarto-crescente.
24 Às 13h00min, Netuno a 6º ao sul da Lua.
25 Às 05h32min, Saturno em conjunção com o Sol.
26 Às 19h11min, Mercúrio na máxima elongação leste (24,1º E).
26 O asteróide 162004 (1991 VE), na máxima aproximação da Terra à 0,087UA.
27 Às 07h00min, Urano a 5º ao sul Lua.
29 Às 16h49min, Lua cheia (plenilúnio).
30 Objeto do Cinturão de Kuiper 55637 (2002 UX25) em oposição (40,313 UA).
31 Às 18h00min, Ceres estacionário.
31 Objeto do Cinturão de Kuiper 84522 (2002 TC302) em oposição (45,806 UA).
31 Reunião Social do CARJ



OBS.: O VALOR APROXIMADO DE 1 UA É EQUIVALENTE À 149.600.000KM DO SOL.


PLANETAS EM OUTUBRO:

Mercúrio. Em 26 de outubro, o planeta alcançará a máxima elongação leste (24ºE) na constelação da Balança (Libra), quando será fácil observá-lo no céu vespertino, logo após o pôr-do-Sol.
Vênus. Visível no céu matutino, do lado do leste, antes do nascer do Sol, na constelação do Leão (magnitude: -4,0).
Marte. O planeta é observável no céu vespertino, do lado oeste, logo depois do pôr-do-Sol, na constelação do Escorpião (magnitude: +1,2).
Júpiter. Visível durante quase toda a noite, na constelação do Touro (magnitude: -2,6). Em 3 de dezembro, o planeta vai alcançar a sua oposição ao Sol.
Saturno. Em 25 de outubro, o planeta estará em conjunção com o Sol, na constelação da Virgem (magnitude: +0,6). Em conseqüência da sua proximidade ao Sol será difícil observá-lo.
Urano. Visível durante quase toda a noite na constelação dos Peixes (magnitude: +5,7). Em 29 de setembro, o planeta irá alcançar a sua oposição ao Sol.
Netuno. Visível no céu vespertino, logo após o pôr-do-sol, na constelação do Aquário (magnitude: + 7,9). 



[Plutão]. Visível no céu vespertino, na constelação do Sagitário (magnitude: +14,1).


AGLOMERADOS NEBULOSAS E GALÁXIAS EM OUTUBRO:



Andromeda M31; = 40min; = 40º; nebulosa espiral; a mais bela e brilhante do céu, visível a olho nu como uma mancha de um grau.
Tucana NGC 104; = 21,9min; = 72º21’; aglomerado globular; o mais belo do céu depois de Centauri, sendo visível a olho nu como uma estrela difusa de quinta magnitude.
Tucana (Pequena Nuvem de Magalhães) = 50min; = -73º.
Dorado (Grande Nuvem de Magalhães) = 5h22min; = -68º40’.
Ophiuchus M19; = 16h59,5min; = -26º12’; aglomerado globular.
Scorpius M6; = 17h36,8min; = -32º11’; aglomerado aberto, perceptível a vista desarmada.
Scorpius M 7; = 17h50,7min; = -34º48’; aglomerado aberto, visível a vista desarmada.
Sagittarius M23; = 17h54min; = -19º1’; aglomerado aberto.
Sagittarius M20; = 17h56,3min; = -23º2’; nebulosa difusa denominada Trifida.
Sagittarius M22; = 18h33,3min; = -23º59’; aglomerado globular.
Lyra M57; = 18h51,7min; = 32º58’; aglomerado globular.
Pavo NGC 6752; = 19h6,4min; = -60º4’; 7,2; aglomerado globular.
Sagittarius M55; = 19h36,9min; = -31º04’; aglomerado globular.
Aquarius M2; = 21h01,4min; = -11º34’; aglomerado globular.
Pegasus M15; = 21h27,6min; = 11º57’; aglomerado globular.
Cygnus M39; = 21h30,4min; = 48º13’; aglomerado aberto, visível a vista desarmada.


ANIVERSÁRIOS


No dia 5, 130 anos do nascimento do pioneiro da astronáutica, o engenheiro norte-americano Robert Goddard (1882-1945).
No dia 12, 520 anos da descoberta do continente americano, pelo navegador genovês Cristóvão Colombo (1451-1506).
No dia 15, 185 anos do ato de D. Pedro I criando o Observatório Astronômico, que absorveu o Observatório do Rio de Janeiro, fundado em 1780, e deu origem ao atual Observatório Nacional.
No dia 20, 380 anos do nascimento de Christopher Wren (1632-1723), arquiteto e matemático inglês que projetou e construiu o Observatório de Greenwich.


Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (Presidente de Honra do CARJ) mourao@ronaldomourao.com






LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...