segunda-feira, 15 de julho de 2013

Pesquisador descobre mais uma lua orbitando ao redor de Netuno

Do G1, em São Paulo
 
O diagrama mostra a órbitas de várias luas de Netuno. Todas foram descobertas em 1989, pela nave Voyager 2, com a exceção da S/2004 N1, descoberta recentemente pelio Hubble. (Foto: NASA, ESA, e A. Feild-STScI) 
A imagem mostra as órbitas de algumas das luas de Netuno. Todas foram descobertas em 1989 pela nave Voyager 2, exceto a S/2004 N1, identificada pelo Hubble. (Foto: Divulgação/ NASA, ESA, e A. Feild-STScI)

Mais uma lua foi descoberta orbitando ao redor de Netuno. Até então, já se conheciam 13 luas do planeta.  A observação da 14ª foi feita pelo Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, no dia 1º de julho.

Trata-se do menor satélite de Netuno, medindo o equivalente a pouco mais de 19 quilômetros de diâmetro. 

Cientistas observam que seu brilho é cerca de 100 milhões de vezes mais fraco do que o da menor estrela que pode ser vista a olho nu.  Ele havia passado despercebido até pela nave Voyager 2, que passou próxima a Netuno em 1989, quando pesquisou as luas e os anéis do planeta azul.

Quem constatou a presença da minúscula lua foi o pesquisador Mark Showalter, do Instituto Seti, na Califórnia, enquanto estudava os arcos tênues ao redor do planeta. Em 150 fotografias tiradas pelo Hubble de 2004 a 2009, Showalter percebeu que havia um pequeno ponto branco que aparecia em várias das imagens.

A sequência das fotos mostrou que o pontinho fazia uma órbita completa ao redor de Netuno, permanecendo a cerca de 65.400 milhas do planeta, entre as órbitas de outras duas luas: Larissa e Proteus.

“As luas e arcos orbitam muito rapidamente, então tivemos que encontrar um jeito de seguir seu movimento com o objetivo de revelar os detalhes do sistema. É a mesma razão pela qual um fotógrafo de esporte rastreia um atleta correndo – o atleta fica em foco, mas o fundo borra”,  disse Showalter. O cientista constatou também que o satélite completa cada volta ao redor do planeta a cada 23 horas.

La sonda Voyager 1 in una zona sconosciuta

La sonda Voyager 1 in una zona sconosciuta ai confini del Sistema Solare (fonte: NASA)  
La sonda Voyager 1 in una zona sconosciuta ai confini del Sistema Solare (fonte: NASA)
 
La sonda americana Voyager 1 sta attraversando una regione sconosciuta e misteriosa ai confini del Sistema Solare, nella quale incontra perturbazioni solari anomale. La prima descrizione di questa zona anomala, scoperta dalla storica sonda della Nasa prima di varcare i confini del Sistema Solare per entrare nello spazio interstellare, è pubblicata da alcuni articoli sulla rivista Science.

Lanciata dalla Nasa il 5 settembre 1977, la Voyager 1 si trova ad oltre 18,5 miliardi di chilometri dalla Terra ed è il veicolo costruito dall'uomo che ha finora raggiunto la maggiore distanza dal nostro pianeta. I segnali della sonda, che in 36 anni ha percorso l'intero Sistema Solare, indicavano che il veicolo spaziale era ormai uscito dalla sfera di influenza del Sole già nell'agosto 2012. Ma a quanto sembra non è così perchè la Voyager 1 sta incontrando ancora delle particelle di plasma solare. Vale a dire che continua ad essere raggiunta dallo sciame di particelle espulse dal Sole in una zona vastissima, chiamata eliosfera. Nel 2004 la sonda aveva attraversato una zona molto turbolenta dell'eliosfera che i ricercatori americani hanno chiamato ''heliosheat'' e considerato l'ultima frontiera prima del salto nello spazio interstellare, dove il campo magnetico del Sole non ha più effetto. Anche alla luce dei dati più recenti sembra però sembra che la Voyager 1 si sia trovata a varcare la soglia del Sistema Solare per ben cinque volte tra il 2010 ed il 2012.

Per Leo Burlaga, del Centro Goddard della Nasa e autore di uno degli articoli pubblicati si Science, ritiene che la spiegazione sia nel fatto che la sonda stia attraversando una zona anomala e sconosciuta, nella quale la forza del campo magnetico dell'eliosfera aumenta di colpo mentre il numero di particelle cariche nella regione scende drasticamente.
 
In un altro articolo il gruppo guidato da Stamatios Krimigis, dell'Universita' Hopkins del Maryland, riporta che non appena la Voyager 1 è entrata nella heliosheath si è rilevato un forte aumento dei raggi cosmici con un rapido e istantaneo calo delle particelle provenienti dal Sole.
 
Edward Stone, dell'Universitò californiana di Pasadena, ha osservato che gli ioni a bassa energia dell'eliosfera improvvisamente sono scomaprsi, sostituiti da un flusso di raggi cosmici nel momento in cui la Voyager 1 ha attraversato il confine anche se le letture del campo magnetico indicano che il veicolo spaziale è ancora dentro l'eliosfera.

Considerati nell'insieme, questi risultati suggeriscono che la heliosheathpotrebbe essere un'interfaccia tra l'eliosfera e il resto dello spazio interstellare.

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Domani la seconda passeggiata spaziale di Parmitano


Luca Parmitano si prepara alla seconda passeggiata spaziale (fonte: Luca Parmitano, ESA,NASA) 
 Luca Parmitano si prepara alla seconda passeggiata spaziale (fonte: Luca Parmitano, ESA,NASA)
 
E' tutto pronto per la seconda passeggiata spaziale per Luca Parmitano, tanto che l'astronauta scherza sereno su Twitter, dove ha pubblicato una foto nella quale appare 'avvolto' dalle due grandi tute per l'attività extra-veicolare (Eva) che indosserà domani, insieme al collega e amico Christopher Cassidy, suo compagno della prima passeggiata spaziale del 9 luglio.

''Immerso nella preparazione della seconda Eva'', ha scritto Parmitano commentando la foto, nella quale sorride divertito. Tante anche le immagini che l'astronauta dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) ha scattato e pubblicato su Twitter: dalle isole di Pianosa a Montecristo alla Corsica, dalle coste della Sardegna alla sua Catania. D'altro canto per la nuova passeggiata spaziale è già tutto a posto: ''Sono stati configurati tutti gli strumenti per la prossima Eva'', aveva detto Parmitano nel collegamento organizzato con l'Asi venerdì 12 luglio.

A differenza di quanto è accaduto nella prima passeggiata spaziale del 9 luglio, domani alle 14,10 Parmitano sarà il primo ad uscire dalla Stazione Spaziale per affrontare la sua seconda giornata di lavoro sospeso nel vuoto, all'esterno della Stazione Spaziale Internazionale. Sarà un altro momento cruciale per la missione Volare, la prima di lunga durata dell'Agenzia Spaziale Italiana (Asi, che vede l'astronauta e pilota sperimentatore dell'Aeronautica Militare impegnato a bordo della stazione orbitale fino al prossimo novembre.

Uno dei compiti dei due astronauti sarà predisporre l'installazione del modulo russo Mlm (Multifunctional Laboratory Module), che dovrebbe arrivare a fine anno e sul quale sarà montato il Braccio robotico europeo (Era).


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terça-feira, 9 de julho de 2013

Curiosity fotografa rastros deixados em solo de Marte durante trajeto

Nasa divulgou imagem de solo de marte marcado pelas rodas do jipe-robô.
Curiosity partiu rumo ao monte Sharp, onde continuará exploração.

Do G1, em São Paulo

 

O jipe Curiosity fotografou, nesta terça-feira (9), seus rastros deixados em Marte ao sair do último alvo examinado pelo robô (Foto: HO / NASA / AFP) 
Rastros deixados pelo Curiosity ao sair de Glenalg em direção ao monte Sharp 
(Foto: HO / NASA / AFP)
 
O jipe Curiosity, enviado a Marte em 2012 para explorar o planeta, fotografou, nesta terça-feira (9), seus rastros deixados ao sair do último alvo examinado pelo robô, na área de Glenalg. O jipe iniciou uma longa trajetória rumo ao monte Sharp, destino de longo prazo da missão. Os rastros que podem ser observados no primeiro plano, à direita da imagem, foram deixados pelo Curiosity em passagem anterior pela área, quando se dirigia a Glenalg há sete meses.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Satélite que monitorava oceanos falha e é desativado, diz Nasa

Jason-1 está no espaço desde 2001 e ajudou a meteorologia.
Equipamento feito pelos EUA e França falhou em transmissão de dados.

Da AP
Ilustração mostra satélite Jason-1, projeto dos EUA e França, que desde 2001 monitorava os oceanos. Equipamento entrou em colapso e parou de transmitir dados para a Terra (Foto: Arquivo/Nasa/AP) 
Ilustração mostra satélite Jason-1, projeto dos EUA e França, que desde 2001 monitorava os oceanos. Equipamento entrou em colapso e parou de transmitir dados para a Terra (Foto: Arquivo/Nasa/AP)
 
O satélite Jason-1, que acompanhou o aumento do nível do mar por mais de uma década e ajudou meteorologistas de todo mundo a realizarem melhores previsões meteorológicas, entrou em colapso nesta quarta-feira (3) e já não consegue mais realizar transmissões de dados.

O equipamento foi construído em uma parceria entre os Estados Unidos e a França, sendo lançado ao espaço em 2001. De acordo com a agência espacial americana, Nasa, o satélite deve ficar sem bateria nos próximos 90 dias, mas vai permanecer em órbita por pelo menos mil anos antes de cair em qualquer parte do planeta.

O Jason-1 foi responsável por realizar uma vasta varredura da superfície dos oceanos, realizando medições precisas sobre a altura das ondas e as mudanças de temperatura nos mares.

Além disso, segundo os cientistas, o equipamento foi fundamental para controlar dados sobre o El Niño e outras condições climáticas. O El Niño é caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico perto dos trópicos, afetando o regime de chuvas nessas regiões.

Estudo mostra novas evidências sobre a formação de galáxias

Galáxias crescem ao agregarem material que a rodeia, dizem cientistas.
Dados foram coletados no Observatório Austral Europeu (ESO).

Da EFE

Concepção artística de uma galáxia agregando material do meio circundante (Foto: Divulgação/ESO) 
Concepção artística de uma galáxia agregando material do meio circundante
 (Foto: Divulgação/ESO)
 
Cientistas do Observatório Austral Europeu (ESO) conseguiram observar uma galáxia no processo de absorção de gás do exterior, a melhor evidência direta obtida até o momento para sustentar as teorias existentes sobre a formação das galáxias.

Os dados, coletados com a ajuda do telescópio VLT que fica no Deserto do Atacama (Chile), reforçam as teorias que defendem que as galáxias atraem e "consomem" matéria próxima para possibilitar a formação estelar e impulsionar a própria rotação.

O objeto de estudo, que deu origem a conclusões publicadas nesta quinta-feira (4) em um artigo na revista "Science", foi um estranho alinhamento entre uma galáxia distante e um "quasar" - núcleo brilhante alimentado por um buraco negro supermassivo.

"Este tipo de alinhamento é muito incomum e nos permitiu fazer observações únicas", explicou o autor principal do artigo, Nicolas Bouché, em comunicado divulgado pelo ESO, sediado em Garching (Alemanha).

A luz do quasar atravessa o material que rodeia a galáxia antes de chegar à Terra, o que faz com que seja possível explorar de forma detalhada as propriedades do gás que fica no entorno da galáxia. "Esses novos resultados nos oferecem a melhor visão obtida até o momento de uma galáxia em pleno processo de 'ingestão'"', ressaltou o ESO.

Durante o processo de criação de novas estrelas, as galáxias esgotam rapidamente suas reservas de gás, que, por isso, deve ser repostas gradualmente para que a atividade possa continuar.

O coautor do artigo, Michael Murphy, garantiu que as propriedades do gás são exatamente as que os cientistas esperavam encontrar, já que se movimenta como supunham, além de estar presente nas quantidade e composição corretas estipuladas nos modelos previamente desenvolvidos.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Foguete russo carregado com satélites cai logo após decolar



Foguete desviou trajetória segundos após decolagem.
Queda ocorreu em base no Cazaquistão e não deixou vítimas.

Da EFE

 
 

O foguete russo Proton-M que colocaria três satélites em órbita caiu na base de Baikonur, no Cazaquistão, nesta terça-feira (2). Segundo a agência de notícias Interfax, o acidente ocorreu alguns instantes após o lançamento.

Nos primeiros segundos de voo, o foguete desviou sua trajetória e caiu no território da base sem que houvesse vítimas, segundo informações preliminares.

O foguete levava três satélites Glonass-M, que seriam colocados em órbita para formar o sistema de posicionamento russo GLONASS, análogo ao GPS que pertence aos Estados Unidos.

Fontes da indústria espacial citadas pela Interfax estimaram em US$ 200 milhões as perdas causadas pelo acidente.

Não é a primeira vez que a Rússia perde três satélites Glonass-M em um lançamento. No dia 5 de dezembro de 2010, três equipamentos dessa série caíram no Oceano Pacífico.

Técnico observa explosão de foguete russo (Foto: STR/AFP) 
Técnico observa explosão de foguete russo (Foto: Natalia Kolesnikova/AFP)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

In scena le costellazioni estive

Star Trail, foto di Marco Meniero (fonte: Marco Meniero, www.meniero.it)  
Star Trail, foto di Marco Meniero (fonte: Marco Meniero, www.meniero.it)
 
Le stelle Vega, Altair e Deneb sono le ‘regine’ del cielo di luglio. Le brevi notti estive costringono ad attendere la tarda serata perché la piena oscurità consenta di osservare chiaramente la volta celeste e di vedere, guardando verso Sud-Est, queste tre stelle particolarmente brillanti. Unendole idealmente con tre segmenti è possibile tracciare nel cielo il cosiddetto 'Triangolo Estivo'. Per tutta la stagione, rileva l’Unione Italiana Astrofili (Uai), questo inconfondibile gruppo di astri si troverà ben alto sopra le nostre teste a sovrastare il cielo d'estate.

Delle tre stelle Vega è decisamente la piu’ brillante. E’ infatti la seconda stella più luminosa del cielo estivo, preceduta soltanto da Arturo, che si trova nella costellazione del Bootes, impercettibilmente più luminosa.

Deneb merita un'attenzione particolare perche’ , fra le stelle brillanti, è la più lontana visibile a occhio nudo. Si trova infatti a oltre 1.600 anni luce dalla Terra, vale a dire che la luce che percepiamo è stata emessa 16 secoli fa, poco prima del crollo dell'Impero Romano. Al confronto, Altair è cento volte più vicina (dista solo 16 anni luce) e Vega è lontana circa 27 anni luce. Questi ultimi due astri sono quindi luminosi principalmente per effetto della loro distanza relativamente piccola. Deneb è invece una supergigante azzurra, con un diametro pari a oltre 150 volte quello del Sole ed una luminosità di decine di migliaia di volte superiore.

Vega, Altair e Deneb fanno parte di costellazioni distinte: rispettivamente Lira, Aquila e Cigno.

Oltre a Vega, la costellazione della Lira comprende un piccolo gruppo di quattro stelle disposte a parallelogramma. La costellazione raffigura lo strumento musicale di Orfeo, affranto dal dolore per la morte della moglie Euridice. La costellazione dell'Aquila ha invece una forma a "T", e Altair ne rappresenta la testa. La costellazione del Cigno, nella quale si trova Deneb, è chiamata anche Croce del Nord, per la sua forma facilmente riconoscibile. Deneb in arabo significa coda e la stella rappresenta la coda dell'animale in cui si trasformò Zeus per sedurre Leda.

Il cielo di luglio permette anche di prepararsi allo spettacolo delle stelle cadenti, che culminerà in agosto. Fin da questi giorni, infatti aumenta il numero degli sciami e delle stelle cadenti stesse. In buone condizioni di osservazione, lontani da sorgenti luminose e con un’aria sufficientemente trasparente , è possibile vedere le prime stelle cadenti, che cominciano a sfrecciare nel cielo al ritmo di oltre 20 in un’ora. Farà eccezione la notte del 22 luglio, quando la luce della luna piena ridurrà di una decina di volte il numero delle meteore.

Le serate più favorevoli per osservare le stelle cadenti sono quelle del 7 e 8 luglio, con la corrente delle gamma Draconidi, 11 e 12 luglio con lo sciame delle beta Capricornidi, 17 e 18 luglio con le Aquilidi e le omicron Draconidi, fino pioggia irregolare e imprevedibile delle alfa Cignidi (20 e 21 luglio)


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sábado, 29 de junho de 2013

Sonda Voyager 1 ainda não saiu do Sistema Solar, apontam estudos



Artigos sobre a sonda da Nasa foram publicados na revista 'Science'.
Objetivo inicial do equipamento era investigar os planetas do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo

Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra (Foto: Nasa/Divulgação) 
Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra
 (Foto: Nasa/Divulgação)
 
Estudos divulgados na edição impressa da revista “Science” desta sexta-feira (28) apontam que a sonda Voyager 1, da agência espacial americana (Nasa) ainda permanece no Sistema Solar. Desde o verão passado, o equipamento explora território virgem, onde é possível sentir os efeitos do espaço interestelar. Os cientistas desconhecem a amplitude dessa região ou quanto mais a sonda deve viajar para sair, definitivamente, do Sistema Solar.

“Poderá ocorrer em qualquer momento ou demorar vários anos”, afirmou Ed Stone, cientista-chefe do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, responsável pela missão, referindo-se à saída da Voyager da região. Stone descreveu inicialmente essa zona inexplorada em uma reunião da Associação de Geofísica dos Estados Unidos, ocorrida no ano passado. Três artigos publicados na “Science” desta semana confirmaram a informação.

Pouco depois que a Voyager 1 entrou nesta região, em agosto passado, partículas carregadas de baixa energia, que até o momento a sonda havia detectado em abundância, de repente, se afastaram, enquanto que raios cósmicos de alta energia do espaço interestelar começaram a atingir o equipamento.

As leituras de um dos instrumentos da sonda mostraram um aumento abrupto da intensidade do campo magnético, mas nenhuma mudança na direção, um sinal de que a sonda não saiu do Sistema Solar.

Projeto ambicioso
A Voyager-1 foi lançada em 5 de setembro de 1977 e sua "sonda irmã", a Voyager-2, em agosto do mesmo ano. O objetivo inicial das duas sondas era investigar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno - tarefa que completaram em 1989.

Em seguida, elas foram enviadas para mais além no espaço, na direção do centro da Via Láctea. No entanto, suas fontes de energia, feitas de plutônio, devem parar de produzir eletricidade em cerca de 10 a 15 anos, quando seus instrumentos e transmissores irão parar de funcionar.

As Voyagers se tornarão "embaixadores silenciosos" da Terra enquanto se movem pela galáxia. Ambas transportam discos de cobre banhados a ouro com gravações de saudações em 60 línguas, amostras de música de diferentes culturas e épocas, sons naturais da Terra e outros sons produzidos pelo homem.

Il 'collezionista' di stelle si prepara al lancio

Rappresentazione artistica della missione europea Gaia (fonte: ESA) 
Rappresentazione artistica della missione europea Gaia (fonte: ESA)
 
Il 'collezionista' di stelle dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa), la missione Gaia ideata per realizzare il piu' grande catalogo delle stelle della Via Lattea e realizzarne cosi' una mappa in 3D, partira' il 25 ottobre dallo spazioporto di Kourou, nella Guyana Francese.

Il satellite, presentato alla stampa negli stabilimenti di Tolosa della Astrium, l'azienda responsabile della realizzazione, ha appena completato i test di verifica e sara' ora trasferito via nave in Guyana, da dove verra' lanciato a bordo di un lanciatore Soyuz.

'' L'obiettivo principale di Gaia - ha spiegato Giuseppe Sarri, direttore del progetto - sara' realizzare una dettagliatissima mappa tridimensionale della Via Lattea, e identificare anche un gran numero di pianeti extrasolari''.

Durante la sua missione di 5 anni, Gaia identifichera' posizione, composizione, luminosita' e velocita', di circa 1 miliardo di stelle presenti nei 'paraggi' della Terra e fare cosi' una 'foto di gruppo' di tutti i nostri vicini. Grazie ai suoi sensibilissimi strumenti di misura, tra cui un mosaico di fotocamere per un totale di 1 miliardo di pixel, ''Gaia potra' riconoscere stelle - ha proseguito Sarri - con una luminosita' 40.000 volte inferiore di quelle visibili dall'occhio umano''.

Gaia non orbitera' vicino alla Terra, ma 'accompagnera'' il movimento del nostro pianeta attorno al Sole da una distanza di circa 1,5 milioni di chilometri, posizionata nel punto di Lagrange 2 (L2), una posizione nella quale l'attrazione gravitazionale di Terra, Luna e Sole s annullano e non costituiscono un disturbo per il satellite.

Nel corso della missione il 'collezionista' realizzera' circa 70 scansioni complete del cielo e permettera' di identificare centinaia di migliaia di oggetti cosmici diversi, come le nane brune oppure la distribuzione della materia oscura, aiutando cosi' a comprendere l'origine dell'Universo. ''La missione di Gaia - ha proseguito ancora Sarri - vede anche una partecipazione italiana non trascurabile, sia sul piano industriale che scientifico''. Alla realizzazione di questa grande mappa in 3D della nostra galassia hanno infatti partecipato Selex Galileo, Silo e Thales Alenia Space, e vedra' la partecipazione di una parte della comunita' scientifica italiana anche per l'analisi dei tanti dati che Gaia mandera' a Terra. Gli oltre 40 gigabyte di informazioni che il satellite inviera' ogni giorno (nei 5 anni l'equivalente di oltre 1 milione di Cd) sara' elaborata da un consorzio di enti di ricerca e universita', tra cui l'Osservatorio di Torino.


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E' morta Margherita Hack . Addio signora delle stelle


Margherita Hack

E' morta Margherita Hack
L'astrofisica Margherita Hack e' morta la notte scorsa all'ospedale di Cattinara dove era ricoverata da una settimana. Aveva compiuto 91 anni il 12 giugno scorso.

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Nasa lança telescópio espacial para estudar atmosfera solar

Da France Presse
 

Foguete Pegasus XL leva satélite IRIS ao espaço. (Foto: Reprodução / Nasa) 
Foguete Pegasus XL leva satélite IRIS ao espaço.
(Foto: Reprodução / Nasa)
 
 
A Nasa lançou na madrugada desta sexta-feira (28) um telescópio espacial para começar a desvendar os segredos da baixa atmosfera do Sol, região desconhecida onde se formam os ventos solares que castigam a Terra regularmente.

O satélite IRIS ('Interface Region Imaging Spectrograph') decolou no foguete Pegasus XL, da empresa americana Orbital Sciences. O lançamento ocorreu na base militar de Vandenberg, na Califórnia, às 2h27 
GMT desta sexta (23h27 de quinta, 27, em Brasília).

O IRIS ficará em uma órbita a 643 km da Terra antes de abrir seus painéis solares. O custo da missão é de US$ 182 milhões.

Esse telescópio ultravioleta pode captar imagens de alta resolução a poucos segundos de intervalo nessa região pouco explorada do Sol situada em sua superfície e sua coroa. A coroa se estende por vários milhões de quilômetros, diluindo-se no espaço.


O satélite IRIS ('Interface Region Imaging Spectrograph').  (Foto: Jim Dowdall / Nasa / Lockheed Martin / Via Reuters ) 
O satélite IRIS ('Interface Region Imaging Spectrograph').
 (Foto: Jim Dowdall / Nasa / Lockheed Martin / Via Reuters )
 
O objetivo dessa missão de pelo menos dois anos é entender como são gerados os ventos solares carregados de partículas magnéticas nessa misteriosa zona.

Assim, será possível melhorar a previsão sobre as tempestades magnéticas que se dirigem para a Terra e que são um fator de perturbação para a rede elétrica. Essa região do Sol é também uma fonte de emissões de raios ultravioletas que têm um impacto na base da atmosfera e no clima terrestre, de acordo com a Nasa.
"O IRIS vai ampliar nossas observações do Sol para uma região até o momento difícil de estudar", explicou Joe Davila, do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa e responsável científico da missão IRIS.

Regiões mais baixas da atmosfera do Sol, em imagem divulgada pela agência espacial americana (Foto: Nasa/AP) 
Região baixa da atmosfera do Sol, em imagem divulgada pela Nasa. (Foto: Nasa / AP Photo)
 

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