quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Il gigante cosmico dal cuore tranquillo

I bracci di gas colossali nell’ammasso della Chioma (fonte: NASA/CXC/MPE/J. Sanders et al; Optical: SDSS)  
I bracci di gas colossali nell’ammasso della Chioma 
(fonte: NASA/CXC/MPE/J. Sanders et al; Optical: SDSS)
 
 
E' nato da collisioni cosmiche, ma ha un cuore tranquillo una delle più grandi strutture note nell'universo: l'ammasso di galassie della Chioma. Al centro ha bracci colossali di gas caldo che si estendono almeno per mezzo milione di anni luce, descritti sulla rivista Science dal gruppo coordinato da Jeremy Sanders, dell'istituto Max Planck per la Fisica Extraterrestre a Garching.

I bracci sono stati osservati grazie ai telescopi spaziali a raggi X, Chandra della Nasa e XMM-Newton dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) e raccontano come l'ammasso della Chioma si è formato ed è cresciuto attraverso fusioni di piccoli gruppi e ammassi di galassie fino a diventare una delle più grandi strutture dell'universo.

Situato nella costellazione della Chioma di Berenice, a circa 350 milioni di anni luce da noi, questo ammasso è molto insolito, perché contiene due gigantesche galassie ellittiche vicine al centro che sono probabilmente i resti di due ammassi che si sono fusi in passato.

I ricercatori pensano che i bracci di gas probabilmente si sono formati quando l'ammasso centrale, più caldo ha strappato con i suoi movimenti gas dagli ammassi di galassie più piccole.

Dalla loro lunghezza e dalla velocità del suono nel gas caldo (circa 4 milioni di chilometri orari), i bracci dovrebbero avere circa 300 milioni di anni, e sembrano avere una forma piuttosto regolare. Questa caratteristica fornisce alcuni indizi sulle condizioni del gas caldo nell'ammasso della Chioma e suggerisce che, al contrario dei modelli teorici, gli scontri fra galassie in questo ammasso non producono forti turbolenze, e che l'ambiente è abbastanza tranquillo.
 
Due dei bracci sembrano essere collegati a un gruppo di galassie situate a circa due milioni di anni luce dal centro dell'ammasso e si collegano a una struttura più grande che si estende per almeno 1,5 milioni di anni luce. Una galassia dell'ammasso sembra avere una 'coda' molto sottile di gas ed è probabilmente una prova del gas che le viene strappato via.


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Ecco la stella 'Dr Jekyll e Mr. Hyde'

Rappresentazione artistica di un sistema binario composto da una pulsar a raggi X e una stella di piccola massa (fonte: ESA)  
Rappresentazione artistica di un sistema binario composto da una pulsar a raggi X e una stella di piccola massa (fonte: ESA)
 
Una strana stella trasformista, che si comporta come Dottor Jekyll e Mister Hyde, è stata ritratta per la prima volta sulla rivista Nature dall'astrofisico italiano Alessandro Papitto, dell'Istituto di studi spaziali di Barcellona, in collaborazione con i ricercatori dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).

E' una stella di neutroni, uno degli oggetti più densi dell'universo frutto dell'esplosione di una supernova, che in tempi rapidissimi passa dall'emissione intermittente di raggi X a quella di onde radio. Con il suo comportamento capriccioso, rappresenta l'anello mancante che gli astronomi cercavano da decenni. La stella di neutroni si chiama IGR J18245-2452 e si trova a 18.000 anni luce dalla Terra, in un ammasso chiamato Messier 28.

Scoperta per la prima volta nel 2005 da un gruppo di astronomi che la classificò come una sorgente intermittente (pulsar) di onde radio, è stata riscoperta una seconda volta nel 2013 nella sua veste di pulsar a raggi X.

La sua peculiarità sta proprio nell'essere l'''anello mancante'', come lo definisce Papitto, una fase di transizione tra due stadi della vita di una pulsar. ''Da oltre 30 anni la teoria prevede che le pulsar radio più veloci a ruotare fossero un tempo delle pulsar a raggi X che, catturando materiale da un disco di gas circostante prodotto dalla stella compagna, sono state portate a ruotare sempre più velocemente'', spiega Luigi Stella, dell'Osservatorio di Roma dell'Inaf.

''Dopo un intervallo di tempo di centinaia di milioni di anni - aggiunge il ricercatore- la materia proveniente dal disco si riduce fino a cessare completamente e la stella di neutroni diventa una pulsar radio in rapidissima rotazione''. Finora mancava però la prova diretta di un legame tra queste due fasi della vita delle pulsar, che è stata finalmente trovata nel comportamento capriccioso di questa stella grazie a una serie di osservazioni combinate dei telescopi orbitanti Integral e Xmm-Newton dell'Agenzia spaziale europea (Esa), seguite da altre indagini condotte dallo spazio con i satelliti Nasa Swift e Chandra, e da terra con radiotelescopi in Australia, Paesi Bassi e Stati Uniti.


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Há 4 bilhões de anos, Terra se parecia com lua de Júpiter, diz estudo

Do G1, em São Paulo

Io é uma das quatro grandes luas de Júpiter e a com maior atividade vulcânica do Sistema Solar. Material em preto e vermelho corresponde a erupções recentes (Foto: Galileo Mission/JPL/Nasa) 
Io é uma das quatro grandes luas de Júpiter e a com maior atividade vulcânica do Sistema Solar. Na imagem acima, o material em preto e vermelho corresponde a erupções recentes (Foto: Galileo Mission/JPL/Nasa)
 
A Terra primitiva, há cerca de 4 bilhões de anos, tinha uma dinâmica interna muito diferente da atual e pode ter se parecido com uma das quatro grandes luas de Júpiter, chamada Io, que tem intensa atividade vulcânica. Essa é a conclusão de um estudo feito por cientistas americanos e publicado na revista "Nature" desta quarta-feira (25).

Segundo os autores – liderados por William B. Moore, da Universidade Hampton e do Instituto Nacional do Aeroespaço dos EUA, e A. Alexander G. Webb, da Universidade do Estado da Luisiana –, o trabalho fornece uma nova perspectiva sobre a primeira geologia do nosso planeta.

A Terra se formou há 4,5 bilhões de anos, a partir de colisões de fragmentos de protoplanetas (corpos celestes considerados o primeiro estágio da evolução de um planeta). Naquela época, pertencente ao período geológico Hadeano, grande parte do calor da Terra ficou presa no núcleo (composto de metais, como ferro e níquel, e elementos radioativos).

No período seguinte, conhecido como Arqueano – que começou por volta de 4 bilhões de anos atrás –, apareceram as primeiras rochas inteiras e formas de vida unicelulares.
 
'Tubos de calor'
Hoje, a liberação de calor de dentro da Terra para fora é facilitada pelas placas tectônicas, mas esse transporte nem sempre foi assim. Moore e Webb criaram um modelo computacional e simulações numéricas para entender como o nosso planeta pode ter tido uma única placa com vários tubos vulcânicos por onde o calor e materiais circulavam entre o núcleo e a superfície.

Esses "tubos de calor" seriam semelhantes aos que ocorrem em Io e podem ajudar a compreender como a Terra evoluiu antes da formação das placas tectônicas. As simulações feitas também indicam que a nossa litosfera (camada sólida mais externa, dividida em placas) se transformou numa superfície fria e grossa há cerca de 3,5 bilhões de anos, como resultado de erupções frequentes que levaram materiais externos para dentro.

Após o aparecimento das placas tectônicas, foi registrada uma rápida diminuição da atividade vulcânica e de transferência de calor por meio desses tubos, destacaram os cientistas.

Nave russa Soyuz TMA-10M se acopla à ISS com 3 tripulantes a bordo

Da EFE
 

A nave russa Soyuz TMA-10M inicia manobra para se acoplar à ISS. (Foto: Nasa) 
A nave russa Soyuz TMA-10M inicia manobra para se acoplar à ISS. (Foto: Nasa)
 
 
A nave russa Soyuz TMA-10M, com três tripulantes a bordo, se acoplou com sucesso nesta quinta-feira (26) à Estação Espacial Internacional (ISS), informou o Centro de Controle de Voos (CCVE) da Rússia.

A manobra, que aconteceu de forma automática, aconteceu às 23h48 (local), como estava previsto, segundo as agências locais.

A Soyuz foi lançada há menos de seis horas da base de Baikonur no Cazaquistão, com a ajuda de um foguete portador Soyuz-FG.


Cosmonautas russos Oleg Kotov e Sergei Riazanski e astronauta americano Michael Hopkins na ISS. (Foto: Nasa / Via AP Photo) 
Cosmonautas russos Oleg Kotov e Sergei Riazanski e astronauta americano Michael Hopkins na ISS. (Foto: Nasa / Via AP Photo)
 
 
A tripulação da Soyuz TMA-10M é composta pelos cosmonautas russos Oleg Kotov e Sergei Riazanski, e pelo astronauta americano Michael Hopkins.

Para Kotov, está é sua terceira viagem à Estação Espacial Internacional, enquanto para Riazanski e Hopkins, está é a primeira.

Segundo as previsões, os três astronautas permanecerão na estação durante 168 dias e vão realizar várias caminhadas espaciais e diversos experimentos científicos.


Nave russa Soyuz TMA-10M é lançada do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão (Foto: Dmitry Lovetsky/AP) 
Nave russa Soyuz TMA-10M é lançada do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. 
(Foto: Dmitry Lovetsky / AP Photo)
 
Entre outras coisas, receberão a tocha dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi 2014, que sairá pela primeira vez ao espaço exterior durante uma caminhada no próximo dia 9 de novembro, segundo o Centro de Treinamento de Cosmonautas da Rússia.

Precisamente, Kotov e Riazanski serão os encarregados de levar a tocha olímpica para o espaço exterior pela primeira vez na história.

"A tocha, que sairá ao espaço exterior, é a mesma que acenderá a pira com a chama olímpica de Sochi", disse Dmitri Chernishenko, presidente do comitê organizador dos Jogos de Inverno.
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Trio deve passar cinco meses e meio no espaço, onde fará experimentos científicos (Foto: Shamil Zhumatov/Reuters) 
Novo trio deve passar cinco meses e meio no espaço, onde fará experimentos científicos.
 (Foto: Shamil Zhumatov / Reuters)
 
No dia 20 de novembro os seis astronautas da estação celebrarão o 15º aniversário do início da construção da plataforma, cuja vida útil foi prolongada até 2020.

Na Estação Espacial estão o cosmonauta russo Fyodor Yurchikhin, o italiano Luca Parmitano e a americana Karen Nyberg, que retornarão ao planeta Terra no dia 11 de novembro.

Desde que os ônibus espaciais americanos foram aposentados, as naves Soyuz são o único meio de transporte entre a Terra e a ISS.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Sonda da Nasa registra cânions com dunas formadas por ferro em Marte

Do G1, em São Paulo
Imagem obtida pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa, em 31 de agosto (Foto: Nasa/JPL/University of Arizona) 
Imagem obtida pela Mars Reconnaissance Orbiter em 31 de agosto
 (Foto: Nasa/JPL/University of Arizona)
 
A sonda Mars Reconnaissance Orbiter, que orbita Marte desde 2006 à procura de evidências de água no passado, registrou uma imagem aérea do planeta vermelho em que aparecem cânions com dunas escuras formadas por ferro, contido em minerais derivados de rochas vulcânicas. Na Terra, as dunas de areia são feitas de quartzo.

A foto também mostra a interação de dois tipos diferentes de sedimentos arrastados pelo vento na superfície.

A imagem foi captada no dia 31 de agosto e divulgada nesta terça-feira (24) pela agência espacial americana (Nasa). A Universidade do Arizona, em Tucson, é responsável por operar o instrumento da sonda que fez o registro.

Esse cenário fica no "Labirinto da Noite", localizado na região vulcânica de Tharsis Rise, na região superior do sistema de cânions conhecido como Vales de Mariner. Essa região tem mais de 4 mil km de extensão, 200 km de largura e 7 km de profundidade.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Em exibição: fotos premiadas do Espaço

Nebulosas, o trânsito de Vênus, a aurora boreal, e a via láctea estão entre as imagens vencedoras no concurso Astronomy Photographer of the Year.

Da BBC
 
 
 
O primeiro lugar na categoria Terra e Espaço, e o grande vencedor da competição deste ano, foi Mark Gee com uma imagem das Nuvens de Magalhães - duas pequenas galáxias satélites em órbita ao redor da Via Láctea (Foto: Mark Gee) 
O primeiro lugar na categoria Terra e Espaço, e o grande vencedor da competição deste ano, foi Mark Gee com uma imagem das Nuvens de Magalhães - duas pequenas galáxias satélites em órbita ao redor da Via Láctea (Foto: Mark Gee)
 
O Royal Observatory de Greenwich, em Londres, anunciou os vencedores das quatro categorias e dos três prêmios especiais do concurso Astronomy Photographer of the Year de 2013.

A competição, que é organizada pelo Royal Observatory de Greenwich, em associação com a revista Sky at Night, está em seu quinto ano.
 

O concurso foi dividido nas categorias 'Terra e Espaço', 'Nosso Sistema Solar', 'Espaço Profundo', e 'Jovem Fotógrafo de Astronomia'.

Três competidores ganharam os prêmios especiais 'Pessoas e Espaço', Robotic Scope', e o prêmio de melhor revelação 'Sir Patrick Moore'.

Uma exposição de todas as imagens vencedoras acontece no Royal Observatory em Londres até dia 23 de fevereiro de 2014.

Aparecendo como uma coluna de fumaça subindo do horizonte, uma faixa escura de poeira marca o plano da Via Láctea nesta imagem que ficou em segundo lugar na categoria Pessoas e Espaço, feita por Ben Canales (Foto: Ben Canales) 
Aparecendo como uma coluna de fumaça subindo do horizonte, uma faixa escura de poeira marca o plano da Via Láctea nesta imagem que ficou em segundo lugar na categoria Pessoas e Espaço, feita por Ben Canales (Foto: Ben Canales)
 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Nebulosa do Camarão é registrada em detalhes por telescópio no Chile

Berçário estelar a 6 mil anos-luz da Terra tem dimensão de 4 luas cheias.
Imagens revelam grupos de astros quentes recém-nascidos entre nuvens.

Da EFE
 

Nebulosa do Camarão (Foto: Martin Pugh/ESO) 
Nebulosa do Camarão é registrada pelo VLT em imagem mais nítida já obtida dela
 (Foto: Martin Pugh/ESO)
 
O telescópio VLT, localizado no norte do Chile, obteve algumas das imagens de melhor qualidade já feitas da Nebulosa do Camarão, um enorme berçário estelar situado a 6 mil anos-luz da Terra, na constelação de Escorpião.

Segundo informou nesta quarta-feira (18) o Observatório Europeu do Sul (ESO), nessas fotos é possível observar grupos de estrelas quentes recém-nascidas encolhidas entre as nuvens que compõem a nebulosa, uma região cheia de gás e bolhas escuras que geram novos astros.

Essa formação espacial, também conhecida como Gum 56, tem uma extensão que equivale a quatro vezes a dimensão de uma Lua cheia. Há milhões de anos, surgiram nessa parte do Universo várias estrelas, tanto de forma individual como reunidas em nuvens.

Nas imagens divulgadas pelo ESO, é possível ver o Collinder 316, um grande cúmulo de estrelas disperso que faz parte de um conjunto ainda maior de estrelas luminosas. Além disso, foram observadas diversas estruturas ou cavidades de cor mais escura, nas quais a matéria interestelar foi expulsa por fortes correntes de vento, geradas a partir de astros quentes próximos.

O telescópio VLT tem 2,6 metros de diâmetro e é o maior do mundo para pesquisar o céu em luz visível, capaz de gerar imagens de até 268 megapíxels. As imagens feitas pelo VLT foram melhoradas ao se juntar com outras obtidas pelo astrônomo australiano Martin Pugh, que fez imagens em seu país, com telescópios de 32 e 13 centímetros de diâmetro.


Imagens mostram amontoado de nuvens de gás que compõem a Nebulosa do Camarão (Foto: Martin Pugh/ESO) 
Imagens mostram amontoado de nuvens de gás que formam Nebulosa do Camarão
 (Foto: Martin Pugh/ESO)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Oggi il volo di Cygnus

Il lanciatore Antares nella base di Wallops Island. Porterà in orbita la navetta Cygnus  
Il lanciatore Antares nella base di Wallops Island. Porterà in orbita la navetta Cygnus
 
Conto alla rovescia per il lancio della navetta Cygnus, costruita in Italia dalla Thales Alenia Space per l'azienda privata americana Orbital Science. La navetta porterà rifornimenti sulla Stazione Spaziale Internazionale e il lancio, dalla base della Nasa in Virginia, a Wallops Island, è previsto tra le 16.50 e le 17.05 (ora italiana) di oggi con il vettore Antares della Orbital.

Dopo il debutto, avvenuto il 21 aprile 2013 con un simulacro del modulo Cygnus, la navetta affronta la sua prima missione dimostrativa.

Oggi si spera di poter lanciare, dopo il rinvio di 24 ore imposto ieri dal maltempo, che ha ritardato il posizionamento del razzo sulla rampa di lancio. Si era verificato inoltre un problema tecnico nella comunicazione tra le apparecchiature a terra e il computer di volo del razzo.

La capsula Cygnus, porterà sulla Stazione Spaziale rifornimenti logistici e cibo per gli astronauti e ad attenderla c’è anche l'italiano Luca Parmitano. Sarà proprio l'astronauta dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) a catturare la capsula con il braccio robotico della Stazione Spaziale e ad agganciarla.


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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Meteoro 20 vezes mais brilhante que a Lua cruza céu dos EUA; veja vídeo

Pedaço de asteroide de 45 kg passou pela Terra na madrugada de quarta.
Bola de fogo é uma das mais reluzentes observadas nos últimos 5 anos.

Do G1, em São Paulo
Meteoro é visto na quarta-feira (4) no leste dos EUA  (Foto: Foto: Reprodução/YouTube/NasaMarshallTV) 
Meteoro é visto na quarta-feira (4) no leste dos EUA
(Foto: Foto: Reprodução/YouTube/NasaMarshallTV)
 
Um meteoro 20 vezes mais brilhante que a Lua foi visto por seis câmeras da agência espacial americana (Nasa) ao entrar na atmosfera da Terra, entre os estados americanos da Geórgia e do Tennessee, no sudeste americano, na madrugada de quarta-feira (4). Veja o vídeo da Nasa.

Esse pedaço de asteroide, de 45 quilos e 60 cm de diâmetro, cruzou o céu da Terra às 4h27 pelo horário de Brasília, a uma velocidade de 90 mil km/h.

A bola de fogo – uma das mais reluzentes observadas nos últimos cinco anos – começou a se fragmentar na altura da cidade de Ocoee, na Flórida, a uma altitude de 53 quilômetros. A segunda ruptura do objeto ocorreu menos de meio segundo depois, a uma altitude de 46 quilômetros.

A Nasa perdeu a localização do meteoro quando ele chegou a uma altitude de 33 quilômetros e uma velocidade de 31 mil km/h.

Sensores localizados no solo gravaram ondas sonoras desse evento, e o radar meteorológico Doppler registrou indícios de uma chuva de pequenas partículas de meteoritos caindo no leste da cidade de Cleveland, no Tennessee.

Supertempestade em Saturno 'revira' gelo do planeta, diz Nasa

Do G1, em São Paulo
 

Imagem mostra formação de supertempestade no hemisfério norte de Saturno  (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Instituto de Ciência Espacial) 
Imagem mostra formação de supertempestade no hemisfério norte de Saturno 
(Foto Nasa/JPL-Caltech/Instituto de Ciência Espacial)
 
 
Uma supertempestade que atingiu Saturno "revirou" gelo da atmosfera do planeta, segundo uma pesquisa publicada na revista científica "Icarus". As informações sobre o estudo foram divulgadas nesta terça-feira (3) pela agência espacial americana (Nasa), que classificou a tormenta como "monstruosa".

O fenômeno gigantesco irrompeu em dezembro de 2010 no planeta, afirma a agência espacial. Tempestades deste gênero costumam aparecer no hemisfério norte de Saturno a cada 30 anos, em média.

A análise dos cientistas e as medições próximas ao infravermelho feitas pela sonda espacial Cassini formam juntas a primeira detecção já realizada de gelo formado a partir de água em Saturno. A água, afirma a Nasa, se origina das profundezas da atmosfera do planeta.

"A nova descoberta da Cassini mostra que Saturno pode 'desenterrar' materiais a mais de 160 km [no fundo da atmosfera]", afirmou Kevin Baines, um dos autores do estudo e cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em entrevista à instituição.

"Isso demonstra de maneira muito realista que Saturno, apesar de parecer um planeta 'pacato', pode ser tão tão ou mais explosivo que Júpiter, conhecido pelas tempestades", reforçou Baines.

A pesquisa descobriu que as partículas que formam as nuvens no topo da tempestade são compostas de três substâncias: gelo de água, gelo de amônia e uma terceira substância que possivelmente é hidrossulfeto de amônio.

Nasa cria programa para ajudar amadores a detectar exoplanetas

Do G1, em São Paulo


 

 
Concepção artística de um exoplaneta passando perto de sua estrela (Foto: Nasa/ESA/G. Bacon)Concepção artística de um exoplaneta passando perto de sua estrela
 (Foto: Nasa/ESA/G. Bacon)
 
 

A agência espacial americana (Nasa) lançou um programa para ajudar astrônomos amadores a "caçar" exoplanetas - planetas localizados fora do Sistema Solar. O software pode ser acessado gratuitamente pela internet e promete "corrigir" distorções e mudanças no brilho de estrelas que venham a ser causadas pela atmosfera da Terra (veja o link aqui).

Batizado de de Oscaar (sigla para "Código de Fotometria Diferencial de Fonte Aberta para a Pesquisa Astronômica Amadora", em inglês), o programa permite medir as mudanças de brilho de todas as estrelas no campo de visão do telescópio simultaneamente, o que facilita a busca por exoplanetas.

Telescópio
É necessário um telescópio equipado com um detector eletrônico de luz (do tipo CCD) e um computador. 

Também é preciso softwares que permitam transferir informações do telescópio para o computador, de preferência com sistema operacional Windows 7 ou maior, aponta a Nasa. Também há versões para Linux e Mac.

"Não estamos dizendo que o Oscaar vai permitir a você competir com a sonda espacial   Kepler, a menos que você o adapte para isso", brincou Brett Morris, um dos pesquisadores da agência espacial responsáveis pelo programa, em entrevista à Nasa.
 
Os amadores conseguirão detectar exoplanetas do tamanho de Júpiter, muito quentes, em geral orbitando próximos a estrelas, pondera o pesquisador. Ele acredita que os astrônomos poderão fazer medições de no mínimo uma dúzia de estrelas com potencial para abrigar exoplanetas, mesmo em áreas urbanas, onde o céu é menos estrelado devido à poluição.

Astrônomos identificam alinhamento em nebulosas com forma de borboleta



Do G1, em São Paulo

Fenômenos ficam em posição semelhante com relação à Via Láctea.
'Nuvens' de poeira estelar das nebulosas algumas vezes lembram asas.


Conjunto de nebulosas planetárias captadas pelo telescópio Hubble (Foto: Nasa) 
Conjunto de nebulosas planetárias captadas pelo telescópio Hubble (Foto: Nasa)
 
Astrônomos analisaram imagens de mais de 100 nebulosas planetárias captadas pela agência espacial americana (Nasa) e pelo Observatório Europeu do Sul (ESO). Eles descobriram que estes fenômenos, cujo formato em algumas situações lembra uma borboleta, tendem a ficar numa posição alinhada, mesmo tendo e propriedades variadas.

O efeito acontece em estrelas pequenas e médias, de tamanho não muito diferente do Sol. A observação ocorreu com nebulosas bipolares na região central da galáxia 

Apesar do nome, a nebulosa planetária é uma fase da evolução de uma estrela. No caso das nebulosas bipolares, um grande volume de gás e poeira estelar é expelido em duas direções a partir do núcleo, formando as "asas" da borboleta. O seu núcleo é uma anã-branca - uma estrela em um dos seus últimos estágios de existência.

Apesar de as nebulosas planetárias observadas terem se formado em locais diferentes, com características distintas e de não haver interação entre as anãs brancas e suas estruturas, a pesquisa mostra que elas têm um alinhamento semelhante entre si.

"Muitas dessas 'borboletas' fantasmagóricas parecem ter seus longos eixos alinhados ao longo do plano da nossa galáxia", afirmou Bryan Rees, cientista da Universidade de Manchester e um dos autores do estudo, em entrevista à Agência Espacial Europeia (ESA).

"O alinhamento que estamos vendo para essas nebulosas bipolares indica que algo bizarro sobre os sistemas estelares ocorre na região central [da Via Láctea]", disse Rees.

"Para haver o alinhamento da forma que estamos vendo, os sistemas de estrelas que formaram essas nebulosas teriam que estar girando perpendicualrmente às nuvens interestelares de que eles se originaram, o que é muito estranho", completou o cientista.

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