quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Fotografata la 'morte' del campo magnetico di un asteroide



Il meteorite Esquel (fonte: Natural History Museum, London)


Fotografata per la prima volta la 'morte' di un campo magnetico: è quello di un asteroide formatosi durante la nascita del Sistema Solare e al cui interno i ricercatori dell'Università di Cambridge guidati da Richard Harrison sono riusciti a trovare traccia dell'ultimo 'respiro'. Lo studio, pubblicato su Nature, getta nuova luce sui meccanismi di formazione e di 'spegnimento' dei campi magnetici generati all'interno dei corpi celesti e aiuta a capire meglio il campo magnetico del notro pianeta.

. La Terra è uno dei pochi pianeti del Sistema Solare ad avere oggi un campo magnetico eppure, miliardi di anni fa, anche molti asteroidi ne possedevano uno. A dar vita al campo magnetico dei pianeti è il calore, o meglio la presenza al loro interno di una sorta di gigantesca 'dinamo': a produrre il campo è la rotazione di un nucleo 'ferroso' circondato da uno strato 'liquido'.

Il raffreddamento e quindi la 'solidificazione' dello strato liquido rallentano sempre più la rotazione del nucleo fino alla 'morte' del campo magnetico. Analizzando frammenti di asteroidi i ricercatori britannici sono ora riusciti per la prima volta a trovare le 'impronte' lasciate dal campo magnetico nelle sue ultime fasi.

"Studiare il campo magnetico - ha spiegato Harrison - è uno dei pochi modi che abbiamo per 'esplorare' l'interno di un pianeta", per questo comprendere i dettagli delle ultime fasi di 'vita' del campo magnetico può rivelarsi fondamentale per comprendere come evolverà anche il nucleo interno del nostro pianeta. "Essendo gli asteroidi molto più piccoli della Terra - ha spiegato James Bryson, uno degli autori - essi si sono raffreddati più rapidamente e possiamo sapere in anticipo quello che avverrà anche all'interno del nostro pianeta".


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Telescópio Hubble faz a maior e mais nítida foto da Galáxia de Andrômeda

Imagem retrata uma extensão de 40 mil anos-luz da galáxia espiral.

Foto de 1,5 bilhão de pixels mostra mais de 100 milhões de estrelas.



Imagem é a maior e mais nítida já feita da Galáxia de Andrômeda (Foto: NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler)


Do G1 em São Paulo

O Telescópio Espacial Hubble fez a maior imagem já conhecida da Galáxia de Andrômeda. A foto tem 1,5 bilhão de pixels e mostra mais de 100 milhões de estrelas e milhares de conglomerados de estrelas. Explore os detalhes da imagem com uma ferramenta de zoom.
Imagem mostra Galáxia de Andrômeda (centro) e a região ao seu redor (Foto: ESA/Divulgação)
Imagem mostra Galáxia de Andrômeda (centro) e a
região ao seu redor (Foto: ESA/Divulgação)
Para se ter ideia da grandeza da imagem, ela retrata uma extensão de 40 mil anos-luz (cada ano-luz equivale a cerca de 10 trilhões de km), cerca de um terço de toda a Galáxia de Andrômeda. Esta é a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea e fica a uma disância aproximada de 2,54 milhões de anos-luz da Terra.
De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), que administra o Hubble em conjunto com a Nasa, seriam necessárias 600 televisões HD para mostrar a imagem total. Para obter a imagem completa, o telescópio fez 411 fotos que foram agregadas em um tipo de mosaico.
Para os pesquisadores, a imagem de alta precisão pode dar origem a novos estudos sobre esse tipo de galáxia. "A clareza dessas observações ajudará os astrônomos a interpretar a luz das muitas galáxias que têm uma estrutura similar, mas ficam a distâncias muito maiores", afirmou a ESA, em texto divulgado este mês.
Imagem mostra Galáxia de Andrômeda, com destaque para a região retratada em alta resolução pelo Hubble (Foto: NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler)Imagem mostra Galáxia de Andrômeda, com destaque para a região retratada em alta resolução pelo Hubble (Foto: NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler)

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sistema Solar pode ter dois planetas a mais além da órbita de Plutão



Da France Presse - É possível que o Sistema Solar tenha, pelo menos, mais dois planetas esperando para ser descobertos, além da órbita de Plutão, anunciaram astrônomos britânicos e espanhóis nesta segunda-feira (19).

A lista oficial de planetas do nosso sistema solar inclui oito corpos solares, entre os quais o gigante gasoso Netuno é o mais afastado.
Para além da órbita de Netuno, Plutão foi relegado ao status de "planeta anão" pela União Astronômica Internacional em 2006, embora seja considerado por alguns o planeta mais distante do sol.
Em um estudo publicado na última edição do periódico mensal "Monthly Notices", da Sociedade Astronômica Real, cientistas propõem que há "pelo menos" dois planetas além de Plutão.
Objetos transnetunianos
Seus cálculos se baseiam no comportamento orbital incomum de rochas espaciais muito distantes, denominados objetos transnetunianos, ou Etnos, na sigla em inglês.

Em teoria, os Etnos deveriam estar dispersos em uma faixa de cerca de 150 Unidades Astronômicas (UA) do Sol. Uma UA corresponde ao espaço entre a Terra e o Sol: quase 150 milhões de quilômetros. Os Etnos também deveriam estar, mais ou menos, no mesmo plano orbital que os planetas do Sistema Solar.
Mas observações de cerca de uma dúzia de Etnos sugeriram uma imagem bem diferente, segundo o estudo. Se a pesquisa estiver correta, os cientistas deduzem que os Etnos se dispersaram muito mais amplamente, entre 150 e 525 UA, com uma inclinação orbital de cerca de 20 graus.
Para explicar esta anormalidade, o estudo sugere que alguns objetos muito grandes, como planetas, devem estar nos arredores e sua força gravitacional está influenciando os Etnos, muito menores, ao redor.
'Forças invisíveis'
"Este excesso de objetos com inesperados parâmetros orbitais nos leva a crer que algumas forças invisíveis estão alterando a distribuição" de Etnos, disse Carlos de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madri.

"O número exato é incerto, uma vez que os dados que temos são limitados, mas nossos cálculos sugerem que há pelo menos dois planetas e, provavelmente, mais, nos confins do nosso Sistema Solar", noticiou a agência de notícias científicas espanhola Sinc, citando o cientista.
"Se isto se confirmar, nossos resultados podem ser realmente revolucionários para a astronomia", concluiu. Até agora, não há evidências diretas que sustentem esta teoria.
www.g1.globo.com

sábado, 17 de janeiro de 2015

Sonda Beagle 2 é localizada em Marte

EFE - Londres - A sonda espacial Beagle 2, que aterrissou em Marte no Natal de 2003 e da qual se perdeu contato, foi localizada aparentementea sexta-feira especialistas britânicos a cargo desse projeto. "intacta" na superfície do planeta, após uma busca de mais de uma década, informaram nest

Muitos cientistas assumiram na época que a sonda tinha sido destruída após o impacto em alta velocidade sobre o planeta.

O professor Mark Sims da Universidade de Leicester mostra um painel original da sonda Beagle-2 durante entrevista coletiva em Londres. EFE
No entanto, as novas imagens, feitas pelo Orbitador de Reconhecimento de Marte da Nasa, descartam essa possibilidade pois mostram que parece que a sonda está inteira.
Segundo a explicação de especialistas da Universidade inglesa de Leicester na Royal Society de Londres, o design do Beagle 2 incorpora uma série de "pétalas" de desdobramento, no qual foram montados seus painéis solares, e pelas imagens obtidas parece que este sistema não se abriu totalmente.
"Sem o desdobramento completo não havia maneira que pudéssemos nos comunicar com a sonda, já que a antena de radiofrequência estava sob os painéis solares", explicou o professor Mark Sims, diretor da missão do Beagle da Universidade de Leicester.
"A causa do fracasso da sonda é pura especulação, mas poderia ter sido, e provavelmente foi, azar", disse Sims.
Segundo o diretor, pode se tratar de "um rebote que talvez distorceu a estrutura no desdobramento dos painéis solares".
O mistério sobre o Beagle 2 acontece menos de um ano depois da morte do principal pesquisador da sonda, o britânico Colin Pillinger, da "Open University".
Pillinger foi a força impulsionadora do projeto e, embora sua missão não tenha chegado a explorar Marte, foi-lhe atribuído o entusiasmo entre o público pela pesquisa espacial.
"Colin sempre gostava de fazer uma analogia com o futebol. Sem dúvida, ele teria comparado a aterrissagem do Beagle 2 em Marte com 'bater no travessão' em vez de conseguir o objetivo completamente", disse Judith Pillinger, esposa do cientista e membro do projeto.
Os dados do Orbitador de Reconhecimento de Marte confirmam que a Beagle 2 caiu a cinco quilômetros do ponto previsto de aterrissagem.
A Beagle 2, programada para colher amostras da superfície e da atmosfera do planeta vermelho, é um projeto britânico incorporado à missão da nave Mars Express, comandado pela Agência Espacial Europeia.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Si avvicina alla Terra un asteroide da record

Si avvicina alla Terra l'asteroide 2004 BL86, dal diametro di 500 metri (fonte: NASA/JPL-Caltech)


Si sta avvicinando alla Terra un asteroide da record: si chiama 2004 BL86 e ha un diametro di 500 metri. Passerà il 26 gennaio, alle 17,49 ora italiana, a 1,2 milioni di chilometri dalla Terra, tre volte la distanza della Luna. Naturalmente è una distanza di tutta sicurezza per il nostro pianeta. E sicuro sarà anche lo spettacolo perché l'oggetto sarà brillante e visibile dall'Italia anche con binocoli e piccoli telescopi.



Cresce l'attesa per l'arrivo di questo asteroide, che sarà il più grande ad avvicinarsi al nostro pianeta fino al 2027, quando passerà l'asteroide 1999 AN10. 

L'avvicinamento ''sarà l'occasione per osservare un oggetto dalla Terra senza la necessità di raggiungerlo con una missione spaziale'' rileva Andrea Milani, docente di Meccanica celeste nell'università di Pisa e responsabile del gruppo di ricerca specializzato nel calcolare le orbite degli asteroidi più vicini alla Terra.
Il suo gruppo lavora in collaborazione con il Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa. ''La Nasa infatti – spiega Milani - ha programmato osservazioni radar con gli osservatori di Goldstone, in California, e Arecibo a Puerto Rico''.

Di quest'oggetto si sa pochissimo, aggiunge, ''le osservazioni potranno determinare: forma, dimensione e fornire indicazioni sulla composizione''. La cosa più interessante, prosegue Milani, sarebbe scoprire che: ''l'asteroide è doppio. Non vi è alcun elemento per sospettarlo ma gli asteroidi doppi sono molti, circa il 10% di quelli noti, e questo significa che vi è la possibilità''. 

''Scoperto il 30 gennaio 2004, è singolare che l'asteroide 2004 BL86 'saluterà' la Terra in un giorno molto vicino a questo anniversario'', sottolinea l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e coordinatore scientifico del Planetario di Roma.
Secondo Masi l'osservazione ''sarà alla portata anche dei meno esperti''. Nella fase di massimo avvicinamento l'asteroide avrà una magnitudine 9 (la magnitudine limite per l'occhio umano è 6) e sarà osservabile con buoni binocoli e piccoli telescopi, al confine fra le costellazioni dell'Unicorno e dell'Idra.

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Riscritta l'origine degli asteroidi

Riscritta l'origine degli asteroidi: i piu' primitivi sono nati almeno 4 miliardi di anni fa come 'prodotto' dei violenti scontri fra 'embrioni' di pianeti e non sono, come si credeva, i 'mattoni' iniziali del Sistema Solare in via di formazione. Sono i risultati della ricerca pubblicata su Nature dal gruppo coordinato da Brandon Johnson, dell'universita' statunitense di Purdue. I nuovi dati aiutano a ricostruire la storia della formazione dei pianeti.

Testimoni della storia del Sistema Solare
I meteoriti, ossia i 'sassi' cosmici che cadono o sono caduti sul nostro pianeta, sono dei 'testimoni' capaci di raccontare la storia dell'intero Sistema solare sin dalla sua origine. La stragrande maggioranza di questi meteoriti, detti condriti, hanno una particolarita': sono costituiti da piccole e particolari sfere di roccia fusa chiamate 'condrule' la cui origine non e' mai stata ben compresa. 

"Capirne l'origine - ha spiegato Jay Melosh, uno degli autori dello studio - e' come spiare nel buco di una serratura: non riesci a vedere tutto quello che c'e' nella stanza ma puoi avere un'immagine nitida di una sua parte. In questo caso, un fotogramma delle primissime fasi del sistema solare".


La nuova teoria
Secondo molti ricercatori, i meteoriti sarebbero dei frammenti ancora intatti dei pianeti nelle loro primissime fasi di formazione. Analizzando pero' le particolari sfere che ne costituiscono la struttura e creando dei modelli al computer sulla loro possibile origine, i ricercatori americani suggeriscono ora che i meteoriti di questo tipo sarebbero invece stati formati dall'enorme calore degli impatti tra i pianeti in formazione. 

Quindi i meteoriti di questo tipo non sarebbero frammenti degli embrioni dei pianeti bensi' sono materiali creatisi dagli scontri tra pianeti. Una sorta di 'sottoprodotto elaborato' ben diverso da quanto ritenuto finora e che trasformerebbe quanto sappiamo sulle prime fasi del sistema solare, come la dinamica che ha portato alla creazione di pianeti, comete e asteroidi.


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Il Sistema Solare potrebbe avere due pianeti in più

Il Sistema Solare potrebbe avere due pianeti in più, oltre l'orbita di Nattuno (fonte: NASA/JPL-Caltech)




Potrebbero esserci due pianeti nascosti oltre Nettuno. Il che significa che il Sistema Solare potrebbe essere un po' più grande del previsto. E' un'ipotesi che fa discutere gli astronomi da anni, ma che ora sembra essere confermata da una nuova simulazione al computer, realizzata in collaborazione fra l'università Complutense di Madrid e quella britannica di Cambridge. Il risultato è pubblicato sulla rivista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society Letters.

Se confermata, l'ipotesi potrebbe rivoluzionare i modelli finora usati del nostro Sistema solare. Secondo i calcoli dei ricercatori, ci sarebbero non uno, ma ben due pianeti in più che potrebbero spiegare il comportamento delle orbite degli oggetti celesti oltre Nettuno. La teoria finora accettata sostiene che le orbite dei corpi celesti che si muovono oltre Nettuno dovrebbero essere distribuite casualmente e avere determinate caratteristiche di inclinazione dell'asse di rotazione.

Ma ciò che si è osservato in una dozzina di questi corpi è piuttosto diverso. ''Questo eccesso di oggetti con parametri orbitali inaspettati ci fa ritenere che alcune forze invisibili alterino la distribuzione di questi elementi orbitali - spiega Carlos de la Fuente Marcos, coautore dello studio - e la spiegazione più probabile che è che vi siano due pianeti sconosciuti oltre Nettuno e Plutone''.


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Passato turbolento per Andromeda


Le stelle di Andromeda riprese dal telescopio Hubble (fonte: Ben Williams, PHAT collaboration


La nostra 'vicina di casa' cosmica nasconde una storia di violenza e caos: è la galassia Andromeda, il cui passato recente sarebbe stato segnato in modo indelebile da violenti scontri con altre piccole galassie. A rivelarlo è il disordine in cui versano le sue stelle più antiche, al centro dello studio presentato dai ricercatori dell'Università della California a Santa Cruz nel congresso della Società americana di astronomia a Seattle. 

Per sbirciare a casa della nostra vicina, gli astronomi hanno usato i dati raccolti nell'ambito di due ampie ricerche: lo studio Splash (Spectroscopic and Photometric Landscape of Andromeda's Stellar Halo), che ha misurato la velocità radiale di oltre 10.000 stelle di Andromeda con lo spettrografo Deimos dell'osservatorio W. M. Keck alle Hawaii, e lo studio Phat (Panchromatic Hubble Andromeda Treasury), che ha permesso di riprendere in alta definizione metà di queste stelle grazie al telescopio Hubble.

Incrociando i dati delle due ricerche è stato possibile ricostruire i movimenti delle diverse popolazioni di stelle: quelle più giovani sembrano ruotare in modo abbastanza ordinato attorno al centro di Andromeda, tutte più o meno alla stessa velocità, mentre le stelle più vecchie si muovono in modo più caotico.

''Perfino le stelle più ordinate di Andromeda sembrano disordinate se confrontate con quelle della nostra Via Lattea'', spiega la ricercatrice Claire Dorman. Questa confusione potrebbe trovare una spiegazione nel passato di Andromeda: la galassia, infatti, avrebbe recentemente attraversato un periodo turbolento, segnato da un vero e proprio bombardamento da parte di galassie più piccole.


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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Occhi in su per la cometa più brillante dell'anno

Spettacolo assicurato nel cielo, con la cometa più brillante del 2015. In questo periodo la C/2014 Q2 Lovejoy è infatti perfettamente visibile a occhio nudo fin dalle prime ore della serata.

Una cometa da ricordare
Arrivata puntualmente a Natale, la cometa ha raggiunto la distanza minima dalla Terra nel giorno della Befana, il 6 gennaio scorso, avvicinandosi a 70 milioni di chilometri, ma la luce della luna piena le ha rubato la scena. ''La prima cometa dell'anno sta dando il meglio e sicuramente sarà una cometa da ricordare'', osserva l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e coordinatore scientifico del Planetario di Roma. ''Adesso - aggiunge - le condizioni di visibilità sono migliori: non c'è più la luce della Luna a disturbare lo spettacolo e la cometa si vede bene già la sera, a partire dalle 20,00''.


Come osservarla
Per a vedere la C/2014 Q2 Lovejoy basta prendere come punto di riferimento le tre stelle allineate della cintura di Orione, facilmente riconoscibili, e guardare verso Ovest, in direzione della costellazione del Toro. ''Adesso - aggiunge Masi - ha senso tentare di osservare la cometa a occhio nudo e l'ora migliore per farlo è intorno alle 21,30''.


Verso il Sole fino al 30 gennaio
A 'trasformare' la cometa nei prossimi giorni sarà il suo progressivo avvicinamento al Sole fino al 30 gennaio, quando raggiungerà la distanza minima di 190 chilometri. Non è affatto una distanza rischiosa, spiega Masi, e la cometa proseguirà indisturbata il suo viaggio. Ma osservarla sarà sempre più interessante: ''a mano a mano che si avvicinerà al Sole, attraversando la regione più riscaldata della sua traiettoria, la cometa sarà sempre più attiva''.

Cometa senza rivali
Per questo sarà molto difficile che la C/2014 Q2 Lovejoy possa essere superata in luminosità dallealtre due comete dell'anno: la C/2014 Q1 PanSTARRS, che arriverà in giugno, e la Catalina, visibile in dicembre. Tuttavia, considerando il loro carattere imprevedibile, le comete potrebbero riservare sorprese fino all'ultimo momento.


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Pronta la mappa del Sole 'irrequieto'

Aiuta a identificare le sorgenti del vento solare



Ottenuta la mappa completa del Sole 'irrequieto': aiuta a identificare le sorgenti del vento di particelle emesso dalla nostra stella. Pubblicato sulla rivista Nature, il risultato si deve al gruppo coordinato da David Brooks, dell'università americana George Mason.

La mappa
La mappa dell'intero Sole è stata costruita grazie alle osservazioni del disco solare ottenute satelliteHinode, realizzato dall'Agenzia Spaziale giapponese (Jaxa) in collaborazione con Stati Uniti e Regno Unito. Integrando queste informazioni con quelle relative alla temperatura del Sole e alla composizione del plasma della nostra stella, i ricercatori sono riusciti a individuare l'origine del vento solare più 'lento' che raggiunge una velocità di circa 400 chilometri al secondo. Questo flusso di particelle, secondo lo studio, fluisce dalle regioni attive della corona.


Macchie, eruzioni e vento solare
Caratterizzate da campi magnetici molto complessi, in queste regioni si formano anche le macchie solari da cui hanno origine le eruzioni di particelle che, spinte dal vento, possono colpire anche la Terra.

Il Sole emette anche un vento di particelle più veloce, che fluisce nello spazio a circa 700 chilometri al secondo e che ha origine nei pressi dei poli solari, dai buchi della corona, regioni molto estese dove i campi magnetici del Sole si proiettano all'esterno nello spazio interplanetario.

Le particelle solari sono diffuse in tutto il nostro sistema planetario e influenzano anche l'ambiente vicino alla Terra: comprendere il motore di questo vento è uno dei principali obiettivi della fisica solare


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Hubble marca 25º aniversário com foto renovada de 'velha conhecida'

Feita em 1995, imagem de pilares da Nebulosa de Águia apareceu em livros e filmes; agora, ela foi refeita com ângulo mais aberto e o dobro da resolução.

Jonathan Webb

Repórter de Ciência da BBC News, em Seatlle (EUA)



Nova imagem dos pilares tem ângulo mais aberto e resolução duas vezes maior que a original (Foto: NASA, ESA/Hubble e Hubble Heritage Team)

O telescópio Hubble, que em 2015 completa 25 anos em órbita, registrou novas imagens impactantes de dois conhecidos corpos celestes. Revisitando uma de suas fotos mais antigas e mais famosas, o telescópio capturou uma nova visão da Nebulosa da Águia que mostra seus "Pilares da Criação" em mais detalhes do que nunca.
E uma montagem com 13 mil fotos da nossa vizinha galáxia de Andrômeda se tornou o maior imagem já feita pelo telescópio. Ambas as imagens foram reveladas em Seattle, em uma reunião da Sociedade Astronômica Americana.
Paul Scowen, da Arizona State University, descreveu as fotos da Nebulosa da Águia como "novas imagens de uma velha amiga".
A imagem original, feita em 1995, dos pilares de formação estelar de nuvens de poeira e gás foi uma sensação e, desde então, tem aparecido em inúmeras capas de livros, nas telas de cinema e em camisetas.
Graças a melhorias nos sistemas do Hubble, a nova representação tem um ângulo mais aberto e uma resolução duas vezes maior que a da foto original.
Ele também permite que astrônomos como Scowen vejam o que mudou em 20 anos - apesar de todas as mudanças realmente terem ocorrido há 7 mil anos, por causa da distância.
Galáxia de Andrômeda, vizinha da Via Láctea, é vista com nível inédito de detalhes (Foto: Nasa)

Scowen e sua equipe só tiveram algumas semanas para analisar as imagens, mas ele diz que já é possível perceber que "sim, algumas coisas mudaram" - incluindo as pontas dos jatos explodindo do lado dos pilares de cinco anos-luz de altura.
Esses jatos tornam-se "placas de sinalização, apontando para onde as estrelas foram feitas", disse. O segundo lançamento impressionante é conhecido como a Panchromatic Hubble Andromeda Treasury ou PHAT.
Ele retrata a Galáxia de Andrômeda, o grande vizinho da nossa Via Láctea, a um nível recorde de detalhe.
Julianne Dalcanton, da Universidade de Washington, explicou que Andrômeda é provavelmente maior do que a Via Láctea e ocupa mais do céu do que a Lua.
Foram 39 meses para reunir as milhares de imagens, em três diferentes comprimentos de onda de luz, que juntos mostram uma grande varredura da galáxia em forma de panqueca a cerca de dois milhões de anos-luz de distância.
É importante ressaltar que elas têm resolução nítida o suficiente para retratar individualmente muitas das 100 milhões de estrelas capturadas na imagem. "A imagem é muito boa, mas a glória dela é que podemos dar zoom," disse Dalcanton.
Assim como as estrelas individuais, a grande imagem promete um tesouro feito de nuvens de poeira, aglomerados de estrelas, regiões de formação de estrelas e muito mais - para os astrônomos buscarem insights sobre como as galáxias se formam e se transformam.

E’ in corso una forte tempesta solare


E’ in corso una forte tempesta solare. È stata classificata di livello 3 (nella scala che va da 1 a 5) che può causare intermittenze radio e disturbi ai satelliti e potrebbe essere stata generata da uno sciame di particelle solari che ha colpito la Terra oppure da un flusso veloce di vento solare. La tempesta è scoppiata nelle prime ore del 7 gennaio e sta progressivamente diminuendo di intensità.

“Tempeste di questa intensità di solito causano intermittenze radio, fluttuazioni nell’erogazione della corrente elettrica e nei dati inviati dai satelliti, aurore ma non grossi problemi” spiega Mauro Messerotti, dell'Osservatorio Astronomico di Trieste dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e membro del Consiglio direttivo della Swico (Space Weather Italian Community) . 

“L’origine di questa tempesta non è molto chiara – aggiunge - le ipotesi sulla causa potrebbero essere due: o una nube di particelle emessa dal Sole che ha colpito la Terra oppure un flusso veloce di vento solare generato da un buco coronale, ossia una regione molto estesa dove i campi magnetici del Sole si proiettano all’esterno nello spazio interplanetario”. Questo vento, prosegue l’esperto, quando è emesso sferza per qualche ora i pianeti come un idrante. La causa potrebbe essere stata anche una combinazione dei due fenomeni solari.


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