terça-feira, 14 de setembro de 2010

Astronomia: scoperta supernova

Roma - Astrofili italiani hanno scoperto una supernova,cioe' la gigantesca esplosione di una stella avvenuta a 548 milioni di anni luce dalla Terra.La scoperta si deve al programma di ricerca dedicato alle supernovae dell'osservatorio provinciale di Montarrenti,in provincia di Siena gestito dall'Unione Astrofili Senesi. E' il terzo successo ottenuto nei primi nove mesi dell'anno, tanto da collocare l'osservatorio fra i maggiori al mondo. La nuova stella, chiamata Sn2010ho, e' nata da una nana bianca.

Imagem mostra estrela 'devorando' outra na constelação de Peixes

Astrônomo, usando o Telescópio Chandra, fez a descoberta.Astro está localizado a 1.000 anos-luz de distância do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo

Localização de BP Piscium, estrela similar ao Sol.(Foto:X-ray (NASA/CXC/RIT/J.Kastner) / Optical (UCO/Lick/STScI/M.Perrin)

O astrônomo Joel Kastner, do Instituto Tecnológico Rochester, nos Estados Unidos, detectou uma estrela similar ao Sol que devorou outra, vizinha, em uma região do espaço na direção da constelação de Peixes.

A descoberta foi divulgada nesta terça-feira (14) pelo site do Observatório de Raios-X Chandra, ligado à agência espacial norte-americana (Nasa). Distante 1.000 anos-luz do Sistema Solar, o astro BP Piscium é uma versão mais evoluída do Sol, uma gigante vermelha.
A imagem foi montada com auxílio do telescópio Shane, do Observatório Lick, que gerou as cores verde, laranja e azul. Já o Chandra foi responsável por interpretar a informação em raios-x e transformá-la na parte em roxo da fotografia.

Quando BP Piscium devorou a estrela vizinha, um disco de poeira e gás foi formado, uma possível região de formação de exoplanetas. Por conta da dificuldade que os detritos representam à luz visível e infravermelha, o Chandra é o primeiro telescópio a detectar o astro, pois faz observações utilizando apenas raios-x.

Uma concepção artística ilustra como seria (veja imagem abaixo) a estrela BP Piscium, com o disco de poeira ao seu redor. O ato de devorar outra estrela pode estar ligado à fase de gigante vermelha, estágio final de astros como o Sol, no qual o volume aumenta conforme o combustível nuclear se esgota.



Concepção artística da estrela BP Piscium, com disco de poeira ao redor. (Crédito: NASA/CXC/M.Weiss)
 
Foram 21 horas necessárias de observação para obter a imagem, entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2009.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Objetos mais afastados que Netuno são detectados por astrônomos

Catálogo do Hubble registra 14 novos astros transnetunianos.  Estudo do material serve para desvendar origens do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo


Concepção artística de objeto transnetuniano, com  o Sol ao fundo. [Crédito:NASA/ESA/G. Bacon(STScI)

]Novas técnicas de detecção permitiram o registro de 14 novos objetos transnetunianos pelo Telescópio Espacial Hubble, conforme divulgado por um grupo de astrônomos nesta segunda-feira (13).

São astros localizados depois da órbita de Netuno, se tomada como referência a posição da Terra em relação ao Sol. Um deles é um sistema binário, composto por dois objetos orbitando um centro de gravidade comum entre eles, apenas.

O brilho dos novos registros é 100 milhões de vezes menor que o das estrelas visíveis a olho nu.

Ao contrário dos planetas, esses objetos tendem a apresentar uma órbita ao redor do Sol muito inclinada, em formato de elipse muito acentuada.

O estudo está disponível no site da revista científica The Astrophysical Journal. Exemplos mais famosos de objetos transnetunianos são o planeta-anão Plutão e seu satélite, Caronte.

Objetos posteriores à órbita de Netuno são importantes para a pesquisa sobre a formação do Sistema Solar.

sábado, 11 de setembro de 2010

Nelle immagini Nasa eccezionale eruzione solare



Una foto scattata dal Satellite "Solar Dynamics Observatory"mostra una violenta eruzione di plasma sulla superficie del sole. Il fenomeno ha causato delle fortissime radiazioni ultraviolette, che però non hanno colpito la Terra.



Le eruzioni solari, o brillamenti, hanno spesso una forza equivalente a varie decine di milioni di bombe atomiche. Oltre alle protuberanze, dopo le esplosioni si registrano anche violenti venti solari particolarmente pericolosi per le navi spaziali. L'eruzioni più forti possono anche interferire con le comunicazioni radio sul nostro pianeta.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

September 18, 2010 International Observe the Moon Night

Welcome to the International Observe the Moon Night (InOMN) website!

 Learn about how this exciting event was inspired, find information and activities about the Moon and missions to the Moon, information about InOMN events at InOMN partner institutions, find out how to host your own event, and more! Click here to find an InOMN event near you!


Did you know? September 18, 2010 will mark the first ever International Observe the Moon Night! This year’s InOMN will be used as our pilot year to inform us on how to make it better and more interactive. We’re testing the waters and would love to hear from you about how we’re doing. The InOMN website is ever evolving, so please be sure to check back often!



Astrônomos amadores filmam pela 1ª vez dois impactos sobre Júpiter

Cientistas não sabiam que choques pequenos podiam ser observados.    Assista aos vídeos na página da Nasa, a agência espacial americana.

Do G1, em São Paulo



Impacto de 3 de junho sobre Júpiter liberou de um quinto a um décimo da energia liberada pelo meteoro que atingiu Tunguska, na Rússia, em 1908 (Foto: A. Wesley and M. Tachikawa via Nasa)

A Nasa, a agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira (9) dois vídeos feitos por astrônomos amadores que mostram o impacto de objetos sobre Júpiter. Eles usaram equipamento relativamente simples para fazer o registro dos fenômenos, ocorridos em 3 de junho e 20 de agosto.

Segundo a agência, o australiano Anthony Wesley e o filipino Christopher Go são os primeiros a captar em vídeo o brilho resultante da desintegração dos corpos na atmosfera de Júpiter. Antes da dupla, os cientistas simplesmente não sabiam que choques tão pequenos podiam ser observados da Terra.


Astrônomos profissionais da Nasa e de outras instituições fizeram um acompanhamento das descobertas e reuniram informações detalhadas sobre os objetos. O primeiro tinha 8 a 13 metros de diâmetro e 500 a 2 mil toneladas, comparável ao asteroide 2010 RF12, que passou perto da Terra ontem. Os cientistas ainda analisam o segundo objeto, mas acreditam que ele tenha dimensões semelhantes.

O impacto de 3 de junho sobre Júpiter liberou de um quinto a um décimo da energia liberada pelo meteoro que atingiu Tunguska, na Rússia, em 1908. O meteoro explodiu cerca de 10 quilômetros antes de atingir a superfície da Terra, derrubando milhões de árvores.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Observatório no Chile capta imagem de galáxia a 6 milhões de anos-luz

Objeto é localizado na constelação de Escultor.'La Silla' integra o European South Observatory.

Do G1, em São Paulo


A galáxia espiral NGC 300, objeto localizado a 6 milhões de anos-luz na direção da constelação do Escultor, foi fotografada pelo observatório La Silla, no Chile. O prédio faz parte do European South Observatory (ESO). A imagem foi gerada a partir de filtros de luz verde, azul e vermelha. Para obter a foto, foram necessárias 50 horas de exposição. A galáxia apresenta ainda um buraco negro de grandes dimensões, descoberto recentemente pela equipe do ESO, e está em processo de fusão com outro astro, NGC 55. (Foto: ESO)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Principais constelações de setembro

Principais constelações de setembro
roteiro de observação
O céu, este mês, mostra um aspecto de transição entre as estações do inverno, simbolizada no firmamento pela constelação de Scorpius (o Escorpião), e da Primavera representada pela constelação de Pegasus (o Cavalo Alado).
À meia altura, para os lados do oeste encontramos Scorpius, o Escorpião (Sco). Junto à cauda de Scorpius situa-se Sagittarius, o Sagitário (Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. A sudoeste de Scorpius localiza-se a constelação de Lupus, o Lobo (Lup).

Junto ao horizonte sul-sudoeste está Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru), a constelação mais conhecida entre os brasileiros. Ao sul de Crux estão Musca, a Mosca (Mus), Apus, a Ave do Paraíso (Aps) e Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul. Envolvendo Crux por três lados, menos para o do sul para onde o braço maior da cruz está apontando, despede-se de nós, Centaurus, o Centauro (Cen).

A constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), utilizada para processos noturnos de orientação no campo, encontra-se alta para os lados do sul-sudoeste, junto a Centaurus. De Triangulum Australe em direção ao sudeste, estão Pavo, o Pavão (Pav), e Tucana, o Tucano (Tuc).

Norma, o Esquadro (Nor), e Ara, o Altar (Ara), estão entre Scorpius e Triangulum Australe. A oeste de Scorpius, junto às suas garras está Libra, a Balança (Lib). Ao norte de Scorpius vemos Serpens, a Serpente (Ser), e Ophiuchus, o Serpentário (Oph).

Para os lados do noroeste vemos Hercules, o herói Hércules (Her); mais ao norte estão as constelações de Lyra, a Lira (Lyr), e Cygnus, o Cisne (Cyg), que situa-se em plena faixa da Via Lactea. Ao sul de Lyra e Cygnus estão Aquila, a Águia (Aql), Sagitta, a Flecha (Sge), e Delphinus, o Golfinho (Del). Entre Aquila e Cygnus situa-se a pequena constelação de Vulpecula, a Raposinha (Vul).

Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se alta para os lados do leste. Ao sul de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). A leste de Grus, em direção ao horizonte, avistamos a constelação de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).

Junto ao horizonte sudeste notamos a constelação de Phœnix, a Fênix (Phe), Hydrus, a Hidra Macho (Hyi), além das primeiras estrelas de Eridanus, o rio Eridano (Eri). A leste, vemos a constelação de Aquarius, o Aquário (Aqr), formada por estrelas de fraco brilho. Junto ao horizonte leste observamos boa parte da constelação de Pisces, os Peixes (Psc) e Cetus, a Baleia (Cet).

Para os lados do nordeste elevam-se Pegasus, o cavalo alado (Peg), constelação símbolo da primavera, e as primeiras estrelas de Andromeda, a Princesa Andromeda (And).

resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

mapa com as principais constelações visíveis durante este mês


Setembro 2010 - Uranometria Nova



Setembro de 2010

Tempo Legal do Distrito Federal ( TDF = TU - 3h )

Dia DS Hora Fenômeno

01 Qua 14h 22m Quarto Minguante. Lua em Taurus;

01 Qua 16 h Vênus a 1,2° ao S de Spica ( Alpha Vir );

03 Sex 10h Mercúrio em conjunção inferior com o Sol ( Invisível );

04 Sab 11h Marte a 2,3° ao N de Spica ( Alpha Vir );

05 Dom 17h 40m Início da Rotação Sinódica Solar nº 2.101 ( Set.05 - 20:40 TU = Set.05,8614 TU );

07 Ter ------ Passagem de Marte pelo nodo descendente;

07 Ter 19 h Mercúrio a 1,7° ao N da Lua;

08 Qua 01h 02m Perigeu da Lua. Distância Terra-Lua = 357.191 km;

08 Qua 07h 30m Lua Nova - Início da Lunação nº 1.085 - Lua em Leo;

09 Qui 20h Saturno a 7,8° ao N da Lua;

10 Sex 22 h Spica ( Alpha Vir ) a 3,0° ao N da Lua;

11 Sab 06 h Marte a 4,9° ao N da Lua;

11 Sab 11 h Vênus a 0,2° ao N da Lua ( ocultação );

11 Sab 22 h Mercúrio estacionário. Re-início do movimento aparente direto;

13 Seg 18 h Plutão estacionário. Re-início do movimento aparente direto;

14 Ter ----- Asteróide 8.Flora em oposição ao Sol ( m = +8,2 );

14 Ter 03 h Antares ( Alpha Sco ) a 2,1° ao S da Lua;

15 Qua 02h 50m Quarto Crescente. Lua em Ophiuchus;

16 Qui ----- Passagem de Mercúrio pelo nodo ascendente;

19 Dom 23 h Mercúrio em elongação máxima oeste ( 17,85° ). Visível ao amanhecer;

20 Seg 13 h Netuno a 4,6° ao S da Lua;

20 Seg 18h 24m Mínima distância Terra-Júpiter. Distância = 3,953 927 68 UA = 591.499.162 km;

21 Ter 05h 04m Apogeu da Lua. Distância Terra-Lua = 406.167 km;

21 Ter 08h 36m Júpiter em oposição ao Sol;

21 Ter 14 h Urano em oposição ao Sol;

22 Qua 17 h Júpiter a 0,9° ao S da Urano;

23 Qui 00h 10m Equinócio de Primavera. Passagem do Sol pelo Ponto Libra;

23 Qui 06h 17m LUA CHEIA. Lua em Pisces;

23 Qui 08 h Júpiter a 7,1° ao S da Lua;

23 Qui 08 h Urano a 6,2° ao S da Lua;

28 Ter ----- Asteróide 6.Hebe em oposição ao Sol ( m = +7,7 );

28 Ter 03 h Lua a 1,0° ao S do Aglomerado M45 ( Pleiades );

28 Ter 20 h Vênus a 6,5° ao S de Marte;

29 Qua ----- Passagem periélica do Cometa 31P/Schwassmann-Wachmann 2 ( d = 3,424 UA );

30 Qui 21 h Saturno em conjunção com o Sol;

Dois asteroides passarão próximo à Terra nesta quarta-feira, diz Nasa

Segundo a agência espacial dos EUA, objetos não vão atingir o planeta.   Observadores com telescópios amadores poderão ver asteroides.

Do G1, em São Paulo -  A Agência Espacial Americana (Nasa) informou nesta terça-feira (7) que dois asteroides em órbitas diferentes se aproximam da Terra, e espera que eles passem nesta quarta-feira (8) perto do planeta. Nenhum deles tem chance de atingir a Terra.


Se calcula que o asteroide '2010 RX30', com dimensões entre 10 e 20 metros, passará a 247.838 km da Terra. O '2010 RF12', com tamanho entre 6 e 14 metros, passará a 78.000 km. (Foto: Nasa)

O telescópio Catalina Sky Survey (CSS), situado nas montanhas de Santa Catalina, no Arizona, operado conjuntamente pelas universidades do Arizona e Nacional Australiana, ambas patrocinadas pela Nasa, descobriu os dois objetos no domingo (5).

A Nasa informou que, graças à proximidade, os asteroides poderão ser vistos por observadores amadores, desde que usem telescópios de tamanho moderado.

Se calcula que o asteroide “2010 RX30”, que tem dimensões entre 10 e 20 metros, passará a 247.838 km da Terra às 5:51 AM EDT (9h51 no Brasil). O segundo objeto, denominado “2010 RF12”, com tamanho entre 6 e 14 metros, passará aproximadamente 78.000 km às 5h12 PM EDT (21h12 no Brasil).



Diagrama divulgado pela Nasa mostra a órbita dos planetas mais próximos do Sol e o caminho do asteroide 2010 GA6, que quase se cruza com o da Terra. (Foto: Nasa/Divulgação)

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Nasa anuncia plano de enviar sonda para a atmosfera do Sol

BBC -  A Nasa (agência espacial americana) anunciou o plano de lançar uma nave não-tripulada para tentar chegar mais perto do que nunca do Sol.

Cientistas esperam lançar a sonda Solar Probe Plus (SPP), com o objetivo de alcançar a camada mais externa da atmosfera do astro, antes de 2018.

Antes de ser destruída por temperaturas acima dos 1.400°C, a nave terá que obter informações valiosas sobre o Sol.


Impressão artística de sonda SPP chegando perto do Sol (Foto: NASA)

O custo do projeto da sonda solar deve ficar em torno de US$ 180 milhões (cerca de R$ 306 milhões).

Para suportar as temperaturas e a radiação, os instrumentos serão protegidos por um enorme escudo anticalor, feito de um composto de carbono, que ainda precisa ser construído.

O Sol é um dos poucos lugares para os quais o homem ainda não enviou naves espaciais.

"Tentar entender como o Sol influencia a Terra é algo um tanto importante hoje em dia", disse à BBC News Richard Harrison, físico solar do laboratório britânico Rutherford Appleton.

"A única coisa que nós nunca fizemos é realmente ir lá. Você imagina uma nave espacial voando até Marte ou Vênus, mas com o Sol, é um pouco diferente. [Mas nós somos capazes de enviar] uma nave perto do Sol e este é o plano para a próxima geração da navegação espacial", afirmou.

Lika Guhathakurta, cientista do programa Solar Probe Plus na sede na Nasa, em Washington (EUA), disse que, "pela primeira vez, nós seremos capazes de tocar, sentir o gosto e cheirar o nosso Sol".

A nave sera equipada com vários instrumentos, entre eles um detector de partículas do vento solar, uma câmera 3D e um dispositivo para medir o campo magnético.
A camada mais externa da atmosfera do Sol é chamada de "coroa" e é muitas centenas de vezes mais quente que a fotosfera, ou a superfície visível da estrela.
Harrison afirma que, para muitas pessoas, pode parecer estranho que o Sol realmente tenha uma atmosfera.

Mas ele tem, segundo ele explica; "É este plasma de milhões de graus, [feito de] partículas carregadas, presas em circuitos magnéticos, algo como supercampos magnéticos".

Um dos objetivos da missão SPP é entender a natureza do "vento solar", a massa de partículas carregadas que se propaga para longe do Sol e em direção do espaço.

"Os experimentos selecionados para o Solar Probe Plus são especificamente projetados para resolver duas questões-chave da física solar: por que a camada mais externa da atmosfera do Sol é tão mais quente que a sua superfície visível, e o que impulsiona o vento solar, que afeta a Terra e o nosso Sistema Solar", diz Dick Fisher, diretor da Divisão de Heliofísica da Nasa, em Washington.

"Nós temos confrontado estas questões por décadas e esta missão deve finalmente nos trazer as respostas".

O SPP não é o único projeto em andamento para se chegar próximo ao Sol. Tanto a Nasa quanto a Agência Espacial Europeia estão trabalhando em outra missão chamada Solar Orbiter, um satélite que também pode chegar à estrela até o fim desta década.

No entanto, o professor Harrison diz que o SPP tem objetivos bem mais ambiciosos.

"A sonda solar vai literalmente atravessar uma parte da atmosfera do Sol, e isso nunca foi feito antes", afirma.

"O verdadeiro desafio será tirar as medidas - você não quer somente medir os efeitos que você levou à atmosfera [por meio da nave espacial]".

"É um pouco como se você estivesse conduzindo um barco por um rio e medindo algo sobre a superfície - você não quer medir as ondulações causadas pelo barco. É um verdadeiro desafio, mas é algo factível".

domingo, 5 de setembro de 2010

Nasa planeja missão para estudar o Sol mais de perto

Washington, 5 set (EFE).- A Nasa (agência espacial americana) anunciou hoje em seu site que está desenvolvendo uma missão para visitar e estudar o Sol mais de perto.

O projeto sem precedentes, junto com o programa "Solar Probe Plus", deve iniciar em 2018, informou a Nasa.

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