segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eclipse Total da Lua 21 de Dezembro - Horários



Entrada da lua na penumbra: 05h29UT
Inicio da fase parcial: 06h33UT
Inicio da totalidade: 07h41UT
Meio do eclipse: 08h17UT
Final da totalidade: 08h53UT
Final da fase parcial:10h01UT
Saida da lua da penumbra: 11h04UT

Horários acima em Tempo Universal (UT)
Brasil:
Estados com Horário de Verão: diminuir 2 horas
Estados sem Horário de Verão: diminuir 3 horas (consulte seu fuso horário)
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E mais:

Eclipse total da Lua marca o início do verão no hemisfério Sul (Apolo11)




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Campanha de observação do eclipse (Costeira1/RBA) aqui
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Eclipse Without Borders (em inglês) aqui
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Campanha de observação do eclipse (Hélio Vital/REA) aqui

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ECLIPSE AO VIVO através do site da NASA aqui





FONTE: http://gaea-astronomia.blogspot.com/2010/12/eclipse-total-da-lua-21-de-dezembro_19.html

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Telescópio Hubble registra imagem de 'bolha' de gás rosa no espaço

Uma imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble e divulgada pela agência espacial norte-americana nesta quarta-feira (15) mostra uma "bolha" de gás remanescente da explosão de uma estrela na região. Catalogada como SNR 0509 e distante 160 mil anos-luz, a esfera se encontra dentro da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, visível a olho nu. O formato mostra a expansão resultante de  uma supernova, estágio final da vida das estrelas mais massivas. (Foto: Hubble / NASA / ESA / AP Photo)

Do Globo.com

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Céu em Dezembro

Principais constelações de Dezembro
roteiro de observação

O céu, este mês, apresenta um aspecto de transição entre as estações da primavera e do verão. Pegasus, o cavalo alado (Peg), constelação símbolo da primavera, domina o quadrante noroeste. Junto a Pegasus, próxima ao horizonte nor-noroeste, está Andromeda, a Princesa Andromeda (And). Ao norte, vemos Aries, o Carneiro (Ari), a pequenina constelação de Triangulum, o Triângulo (Tri) e Perseus, o herói Perseu (Per), formada por estrelas de fraco brilho. Ao norte de Pegasus e Andromeda, junto ao horizonte, encontra-se Cassiopeia, a rainha Cassiopéia (Cas).

À meia altura, para os lados do leste, notamos Orion, o caçador Órion (Ori), constelação associada ao verão, onde brilham, bem no centro, as Três Marias. Ao sul de Orion estão Lepus, a Lebre (Lep) e Columba, a Pomba (Col). De Orion em direção ao noroeste vemos Taurus, o Touro (Tau), com seus dois aglomerados abertos de estrelas: Híades e Plêiades. Ao norte de Taurus e a leste de Perseus encontra-se Auriga, o Cocheiro (Aur), e junto ao horizonte nordeste, as primeiras estrelas de Gemini, os gêmeos (Gem).

De Orion em direção ao sudeste, avistamos Canis Major (CMa), o Cão Maior, um dos cães de caça de Orion. Junto ao horizonte leste estão Monoceros, o Unicórnio (Mon), e Canis Minor (CMi), o Cão Menor, o outro cão de caça do gigante caçador.
A oeste de Orion, na região mais alta do céu, encontra-se Cetus (Cet), a Baleia, em excelentes condições de observação. Entre Cetus e Pegasus situa-se Pisces, os Peixes (Psc). A oeste de Cetus nota-se a constelação de Aquarius, o Aquário (Aqr), formada por estrelas de fraco brilho aparente. Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se junto ao horizonte do oeste.

A sudeste de Cetus avistamos Eridanus, o rio Eridano (Eri), grande constelação que se estende das proximidades de Orion em direção ao sul. Phœnix, a Fênix (Phe), Hydrus, a Hidra Macho (Hyi), e Tucana, o Tucano (Tuc), estão para os lados do sul junto a Eridanus.

A sudeste de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). A leste de Capricornus avistamos a constelação de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).

Ao sul, observamos Apus, a Ave do Paraíso (Aps), Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul, e a constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), muito utilizada para processos noturnos de orientação no campo. A sudoeste notamos Pavo, o Pavão (Pav).

A sudeste, próxima ao horizonte, vemos a constelação de Carina, a Quilha do Navio (Car). Junto à Carina, estão Puppis, a Popa do navio (Pup), e parte da constelação de Vela, as Velas da embarcação (Vel). Volans, o Peixe Voador (Vol), Dorado, o Dourado (Dor) e Reticulum, o Retículo (Ret), estão a oeste de Carina e são formadas por estrelas de fraco brilho aparente. Bem próxima ao horizonte sul encontra-se Musca, a Mosca (Mus).

resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.


mapa com as principais constelações visíveis durante este mês


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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Scoperto pianeta 'sopravvissuto'

Roma - E' stato scoperto il primo pianeta che ruota intorno a un'anziana stella 'aliena', nata cioe' in un'altra galassia e poi inglobata dalla Via Lattea. Descritto su Science, il pianeta si chiama HIP 13044 b ed e' un'anomalia: non dovrebbe esistere perche' la sua stella e' agonizzante e avrebbe dovuto 'ingoiarlo' nella fase di gigante rossa. La scoperta, che si deve a uno studio coordinato dall'Istituto Max Planck, mette in discussione l'attuale teoria sulla formazione e sopravvivenza dei pianeti.
http://www.ansa.it/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Telescópio espacial descobre 'bolhas' no centro da Via Láctea

A Nasa anunciou nesta terça-feira (9) a descoberta de duas bolhas de raios gama no centro da Via Láctea. As estruturas foram detectadas pelo telescópio espacial Fermi. "Não compreendemos completamente sua natureza e origem", afirmou o astrônomo Doug Finkbeiner, o primeiro a discernir a estrutura, que pode ser remanescente de uma erupção de um super buraco negro no centro de nossa galáxia. (ilustração: Nasa Goddard)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Principais constelações de novembro

Principais constelações de novembro
roteiro de observação

Neste mês, o céu se mostra característico da estação da primavera, simbolizada pela constelação de Pegasus, o cavalo alado (Peg), que domina a região norte. Junto a Pegasus, próxima ao horizonte nor-nordeste, está Andromeda, a Princesa Andromeda (And). A nordeste, vemos Aries, o Carneiro (Ari) e a pequenina constelação de Triangulum, o Triângulo (Tri). Ao norte de Pegasus e Andromeda, junto ao horizonte, encontra-se Cassiopeia, a rainha Cassiopéia (Cas).

A noroeste, em plena faixa da Via Lactea, está Cygnus, o Cisne (Cyg), também conhecido como "o Grande Cruzeiro do Norte". Ao sul de Cygnus, próxima ao horizonte oeste, notamos Aquila, a Águia (Aql), Sagitta, a Flecha (Sge) e Delphinus, o Golfinho (Del) e a pequena constelação de Vulpecula, a Raposinha (Vul).

Capricornus, o Capricórnio (Cap), encontra-se à meia altura para os lados do oeste. A sudeste de Capricornus vemos o característico desenho de um número 1: é a parte principal da constelação de Grus, a Grou (Gru). A leste de Capricornus avistamos a constelação de Piscis Austrinus, o Peixe Austral (PsA).

Altas no céu destacam-se três constelações: a oeste, Aquarius, o Aquário (Aqr); ao norte, Pisces, os Peixes (Psc), e a leste, Cetus, a Baleia (Cet). Aquarius e Pisces são formadas por estrelas de fraco brilho. De Cetus em direção ao sul avistamos Eridanus, o rio Eridano (Eri), Phœnix, a Fênix (Phe), Hydrus, a Hidra Macho (Hyi), e Tucana, o Tucano (Tuc).

A sudoeste, vemos a cauda de Scorpius, o Escorpião (Sco), símbolo do inverno, e Sagittarius, o Sagitário (Sgr). Na direção dessa constelação é que está o centro de nossa galáxia. Ao sul de Sagittarius vemos Ara, o Altar (Ara), Apus, a Ave do Paraíso (Aps), Octans, o Oitante (Oct), onde se encontra a estrela polar do sul, e a constelação de Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), utilizada para processos noturnos de orientação no campo. Ao sul, alta no céu, observamos Pavo, o Pavão (Pav).

A sudeste, próxima ao horizonte, observamos a constelação de Carina, a Quilha do Navio (Car). A leste vemos Orion, o caçador Órion (Ori), associada ao verão, onde brilham as Três Marias. Ao sul de Orion estão Lepus, a Lebre (Lep) e Columba, a Pomba (Col). Junto ao horizonte és-nordeste vemos parte de Taurus, o Touro (Tau), com seus dois aglomerados abertos de estrelas: Híades e Plêiades. A nordeste está Perseus, o herói Perseu (Per), formada por estrelas de fraco brilho.

resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.

Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

mapa com as principais constelações visíveis durante este mês


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Nasa adia voo da Discovery pela 4ª vez e marca lançamento para sexta

Do G1, em São Paulo -  A equipe responsável pela missão STS-133, a última do ônibus espacial Discovery, decidiu adiar mais uma vez a viagem rumo à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), segundo informou a agência espacial norte-americana (Nasa). Condições climáticas impediram o lançamento previsto para a tarde desta quinta-feira (4). Uma nova data já foi fixada mais uma vez: sexta-feira (5), às 15h04 no horário local (17h04 em Brasília).

O lançamento da Discovery aguarda agora condições climáticas ideais. O novo horário previsto para o voo é 15h04 no horário local - 17h04 em Brasília. (Foto: Timothy A. Clary / AFP Photo)


Engenheiros da Nasa discutiram um problema com um dos controladores dos motores principais da nave durante toda a tarde da quarta-feira. O dispositivo havia apresentado uma única falha durante testes finais realizados na segunda-feira (1). Após a reunião, o lançamento havia sido liberado, mas a agência espacial norte-americana decidiu, na manhã desta quinta, prolongar por mais 24 horas a operação, já que o clima no Centro Espacial Kennedy não favorecia o voo.

A equipe da Nasa irá avaliar as condições climáticas nesta sexta-feira novamente, às 5 horas (7 horas da manhã em Brasília), para dar o aval definitivo para a decolagem.

 
O Discovery será lançado ao espaço para uma missão de 11 dias, levando seis astronautas e um robo humanoide à ISS, posto orbital que completou uma década hospedando tripulantes, todos os dias, na última terça-feira (2).

Será o fim do uso do ônibus espacial, detentor do recorde para a categoria de permanência no espaço - quase 1 ano, somadas todas as viagens. Até o primeiro semestre de 2011, todo o programa de ônibus espaciais da Nasa será aposentado, com as missões finais de outros dois veículos.

Sonda é bem-sucedida em manobra para analisar núcleo de cometa

Deep Impact chegou a 700 km do cometa Hartley 2 nesta quinta-feira (4).Missão EPOXI busca dados sobre núcleo do pequeno e hiperativo astro.

Do G1, em São Paulo

Gravura mostra Deep Impact passando pelo cometa Hartley 2 (ilustração: Nasa)

A Nasa, a agência espacial americana, aproximou com sucesso a sonda Deep Impact do cometa Hartley 2 nesta quinta-feira (4).

Uma das primeiras imagens enviadas pela sonda  para a base da missão (reprodução)

O objetivo do projeto, batizado EPOXI, é analisar o núcleo de um cometa pequenino mas hiperativo, caracterizado pela liberação de jatos de gases que podem até alterar sua trajetória.

A Deep Impact chegou a 700 quilômetros do "alvo" a uma velocidade relativa (considerando o movimento da nave e do cometa) de 12 km por segundo.

Oito minutos antes da maior aproximação, às 11h59 (hora de Brasília), a antena da nave foi apontada para a Terra e começou a descarregar memória de seu computador de bordo, liberando pacotes de dados técnicos sobre as condições da sonda.


Primeira imagem do 'encontro' com o cometa Hartley 2 chegou às 13h01 de Brasília (ilustração: Nasa / JPL-Caltech)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Imagens do Hubble permitem prever 10 mil anos de movimento de estrelas

BBC -  Astrônomos americanos usaram imagens feitas pelo telescópio espacial Hubble, da agência norte-americana Nasa, para prever os movimentos de um grupo de estrelas nos próximos dez mil anos.
O telescópio fez imagens do aglomerado globular Omega Centauri, um grupo de estrelas que chama a atenção de observadores desde que foi catalogado há 2 mil anos por Ptolomeu, entre 2002 e 2006.

Ilustração mostra mudança nas posições das estrelas de Omega Centauri no futuro. (Crédito:NASA / ESA / G. Bacon / STScl)

Ao analisar as imagens deste período de quatro anos, os cientistas conseguiram registrar as medidas mais precisas já tomadas dos movimentos das mais de 100 mil estrelas do aglomerado, a maior pesquisa já feita para estudar o movimento dos astros em qualquer desses conjuntos.

Os astrônomos usaram as imagens em sequência para criar um filme mostrando os movimentos acelerados das estrelas do aglomerado. A simulação mostra o movimento projetado das estrelas nos próximos 10 mil anos.

"São necessários programas de computador de alta velocidade, sofisticados, para medir as mudanças minúsculas nas posições das estrelas, que ocorrem apenas em um período de quatro anos", afirmou o astrônomo Jay Anderson, do Instituto de Ciência Espacial Telescópica de Baltimore, nos Estados Unidos, um dos responsáveis pela pesquisa.

Anderson, afirmou que a "visão muito precisa do Hubble foi a chave para nossa habilidade de medir movimentos estelares neste aglomerado".

"Com o Hubble você pode esperar três ou quatro anos e detectar os movimentos das estrelas de forma mais acurada do que se você estivesse esperado 50 anos (usando um) telescópio na Terra", afirmou o astrônomo Roeland van der Marel, que também participou da pesquisa.

Hemisfério sul
Identificado como um aglomerado globular de estrelas em 1867, Omega Centauri é um dos cerca de 150 aglomerados deste tipo na Via Láctea.

O aglomerado de estrelas Omega Centauri. (Foto:Nasa / ESA / G. Bacon / STScl)

O grande grupo de estrelas é o maior e mais brilhante aglomerado da galáxia. Ele é localizado na constelação de Centauro e é um dos poucos que pode ser visto a olho nu no hemisfério sul.

O astrônomo Ptolomeu catalogou Omega Centauri pela primeira vez há 2 mil anos. No entanto, ele pensou que o aglomerado era apenas uma estrela, pois não sabia que era, na verdade, um grupo de cerca de 10 milhões de estrelas orbitando em volta de um centro de gravidade comum.

As estrelas estão tão próximas umas das outras que os astrônomos tiveram que esperar pela criação e lançamento do telescópio Hubble para olhar no centro do grupo e analisar as estrelas individualmente. E a visão precisa do telescópio também permitiu aos cientistas medir o movimento de várias destas estrelas em um período relativamente curto de tempo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Novas imagens de observatório europeu revelam detalhes de galáxias


Imagens são parte de um estudo conduzido pelo cientista Preben Grosbol e foram feitas a partir do telescópio VLT (Very Large Telescope), do ESO, no observatório de Paranal (Chile) (Foto: ESO)

O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) revelou nesta quarta-feira novas imagens que podem ajudar os cientistas a entender o padrão de formação de galáxias.

Seis galáxias que já eram conhecidas dos estudiosos foram fotografadas em mais detalhes, "sem os efeitos confusos de poeira e gases", segundo um comunicado do ESO.

Um porta-voz da instituição disse à BBC Brasil que a análise das fotos facilitará o estudo do vasto número de estrelas que compõem as espirais dessas galáxias, a partir de modelos de computadores.

As novas imagens foram feitas com uma câmera chamada Hawk-1, sensível à luz infravermelha, "o que significa que muito da poeira que obscurece os braços espirais das galáxias fica transparente aos detectores", disse o ESO.

Melhor definição
Comparada à câmera Isaac, mais antiga e ainda utilizada pelo ESO, a Hawk-1, adquirida em 2007, tem 16 vezes mais pixels (unidades de definição) para cobrir uma área muito maior do céu em uma única tomada.

Entre as galáxias fotografadas está a NGC 5247, localizada na constelação de Virgem no Zodíaco, entre 60 e 70 milhões de anos-luz. A galáxia tem forma de espiral.

Câmara Hawk-1 tem definição 16 vezes melhor que a antiga
Já a galáxia Messier 100 (NGC 4321), descoberta no século 18, fica a 55 milhões de anos-luz da Terra e se destaca por "braços de espirais bem definidos e proeminentes".

As imagens são parte de um estudo conduzido pelo cientista Preben Grosbol e foram feitas a partir do telescópio VLT (Very Large Telescope), do ESO, no observatório de Paranal (Chile).

O ESO é um observatório intergovernamental financiado por 14 países europeus e sediado em Garching, Alemanha.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Organização astronômica europeia oferece tour virtual por observatórios


Site da ESO publicou 'tours virtuais' pelos observatórios Paranal-Cerro Amazones, La Silla e Chajnantor. De 'bônus', um tour pela Via Láctea (Foto: reprodução / ESO)

Do G1, em São Paulo - A Organização Europeia para Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul (ESO, na sigla em inglês) oferece em seu site tours virtuais por algumas de suas principais instalações, como o Observatório de La Silla, no Chile. A ESO é uma das principais organizações da astronomia do mundo.

Clique aqui para fazer um tour virtual por alguns dos principais obervatórios do mundo

Neste ano, a possibilidade de o Brasil integrar os projetos da ESO – dando ao país acesso a grandes telescópios – dividiu a comunidade científica nacional, suscitando polêmica em torno do custo da iniciativa, que poderia superar R$ 1 bilhão nos próximos 20 anos.

Em fevereiro, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, escreveu para a cúpula da entidade dizendo que o país estava "profundamente interessado" em se juntar ao grupo de 14 países europeus. A proposta revoltou parte da comunidade astronômica brasileira, segundo informações da Agência Estado.

A ESO é responsável pela construção e operação de vários telescópios de grande porte nos Andes chilenos. Entre eles, o Very Large Telescope (VLT), um conjunto de quatro telescópios de 8 metros de diâmetro que podem funcionar como um enorme telescópio de 32 metros. O grupo vai construir também no Chile o European Extremely Large Telescope (ELT), o maior telescópio do mundo.

Ao entrar para a organização, o Brasil ganharia acesso a esses instrumentos. Hoje, o país é sócio de dois grandes telescópios no Chile, chamados Soar (de 4 metros) e Gemini (8 metros), não ligados à ESO.

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